Domingo, 30.09.12

Keep the Lights On vence 16ª edição do Queer Lisboa

"Keep the Lights On" venceu o prémio principal do festival (DR)


Keep the Lights On, do cineasta independente americano Ira Sachs, foi considerada a Melhor Longa-Metragem da 16ª edição do Queer Lisboa - Festival de Cinema Gay e Lésbico. Sobre o filme, que já tinha vencido o prémio Teddy em Berlim 2012, o júri destacou a forma como se olha para o real "sem tropeçar na facilidade do realismo social".

 

Keep the Lights On usa o cuidado de uma direcção de fotografia clássica e uma banda sonora que não é mero papel de parede para nos conduzir ao espaço de uma vida a dois, respirando verdade mas, ao mesmo tempo, uma ideia de construção de som e de imagem", lê-se no comunicado do festival, que acrescenta ainda: "E isso é cinema." O prémio de Melhor Long-Metragem tem o valor de mil euros. 

O júri do festival, constituído por João Federici e João Rui Guerra da Mata, decidiu ainda atribuir duas menções honrosas a Beauty, do sul-africano Olivier Hermanus, com um "argumento poderoso" sobre a homofobia e a homossexualidade na comunidade afrikaner na África do Sul, e a She Monkeys, realizado por Lisa Aschan, “pela invulgar força de uma primeira obra e um olhar que sugere um ponto de vista de autor.” 

Thure Lindhart, protagonista de Keep the Lights On, foi distinguido na cateria de melhor actor, em ex-aequo com Thure Lindhart, premiado pela sua interpretação de François, em Beauty. O júri justificou a escolha "pelos seus retratos distintos, mas partilhando em comum a capacidade em vestir serenamente a pele de figuras extremas". 

Também o prémio de melhor actriz foi partilhado. Claudia Ohana e Vanessa Giácomo, protagonistas do filme brasileiro A Novela das 8, de Odilon Rocha, que venceu o prémio do público, foram as premiadas. Segundo o júri, pela forma como juntam num par a força de dois opostos e celebram em cinema a alma de uma expressão da cultura popular do Brasil: a novela.”

O Júri da Competição para o Melhor Documentário, composto por João Pedro Vale, Travis Jeppesen e Leonor Noivo, decidiu atribuir o Prémio de Melhor Documentário ao filme Jaurès, de Vincent Dieutre, um prémio no valor de três mil euros atribuído pela RTP 2, pela compra dos direitos de exibição do filme neste canal. Foi também atribuída uma menção especial aOlhe Pra Mim de Novo, realizado por Claudia Priscila e Kiko Goifman. 

Along the Road, de Anette Gunnarsson e Jerry Carlsson, venceu o prémio de melhor curta-metragem, entregue pelo júri composto por Paul Macgregor, Vítor d’Andrade e Isilda Sanches.Bankers, realizado por António da Silva, venceu o Prémio Pixel Bunker de Melhor Curta-Metragem Nacional. 

Para o público o melhor documentário foi Vito, de Jeffrey Schwarz, sobre Vito Russo, o lendário activista e autor do livro The Celluloid ClosetCe N’Est Pas un Film de Cow-boys, de Benjamin Parent, venceu o prémio do público para melhor curta-metragem. 

Chegou assim ao fim mais uma edição do Queer Lisboa, segundo a organização com uma avaliação positiva, tendo sido exibidos 91 filmes de 25 países, com um total de cerca de 7500 espectadores contabilizados nas suas sessões de cinema que decorreram durante nove dias no Cinema São Jorge. 

publicado por olhar para o mundo às 16:03 | link do post | comentar

Porto Sofre em Vila Do Conde

Porto Sofre em Vila Do Conde

Vítor Pereira tinha avisado antes da partida de Vila do Conde: “Os jogadores sabem que quem tirar o pé do acelerador corre o risco de perder o comboio.” Apesar do alerta do treinador, os portistas, que durante a próxima semana defrontam o PSG e o Sporting, realizaram uma exibição muito fraca frente ao Rio Ave, empataram a dois golos e perderam dois pontos. Um golo de Jackson Martínez, no último minuto, evitou a primeira derrota dos campeões nacionais no campeonato.


Há cerca de sete meses, na véspera de receber o Manchester City, Vítor Pereira afirmou que “não se pode liderar uma equipa” segundo o “princípio da chiclete”. O treinador defendia o lugar de Maicon, que “quando o FC Porto precisou correspondeu”: “Não podes utilizá-los [aos jogadores], eles correspondem e no jogo a seguir, onde já tenho outra chiclete com sabor total, jogamos a chiclete fora e metemos outra na boca”. “Isto é muito bonito, mas para quem está de fora e nunca liderou ninguém”, acrescentou o técnico.

No entanto, em Vila do Conde, Vítor Pereira colocou esse “princípio” de lado. Uma semana depois da competente exibição contra o Beira-Mar, o técnico já podia contar com Lucho e Otamendi estava de regresso aos convocados. 

Para entrar “sabor” argentino, Varela (que até marcou aos aveirenses) e Mangala saíram da equipa. A outra troca, foi, mais uma vez, a alternância no “onze” entre Miguel Lopes e Danilo. Desta vez, foi o português que jogou na direita da defesa. 

As alterações não se limitaram à troca de nomes. Com o regresso de Lucho, o meio-campo voltou ao figurino tradicional (Defour foi o médio mais recuado) e James, o homem do jogo contra o Beira-Mar na posição “10”, voltou a ser encostado à linha.

No Rio Ave jogou a equipa previsível. Depois dos dois golos apontados a meio da semana em Freamunde, para a Taça da Liga, João Tomás voltou a ser titular no campeonato (algo que não acontecia desde a primeira jornada). Apesar de contarem com o experiente goleador, os vila-condenses entregaram a iniciativa aos “dragões” e, na primeira parte, quase abdicaram de atacar.

Desde os primeiros minutos que o domínio pertenceu ao FC Porto, mas a exibição “azul e branca” ficou a milhas da exuberância mostrada contra o Beira-Mar. Com James nos flancos, o futebol portista tornou-se previsível e, apesar de os campeões nacionais terem muita posse de bola, as oportunidades junto da baliza de Oblak rarearam e seria João Tomás, aos 14’, a estar perto do golo: Helton defendeu com dificuldade.

Com dificuldades em furar a organizada defesa vila-condense, os portistas precisaram de uma bola parada para desatar o nó na partida: aos 33’, James marcou um livre, Oblak evitou o golo, mas Miguel Lopes, no regresso a Vila do Conde, aproveitou o ressalto para rematar de cabeça para o fundo da baliza. A vantagem do FC Porto não desviou o sentido do jogo um milímetro e, até ao intervalo, a equipa de Vítor Pereira dominou por completo. Antes de defrontar PSG (quarta-feira) e Sporting (domingo), parecia que os “azuis e brancos” teriam uma jornada tranquila.

No entanto, os portistas surgiram no recomeço menos agressivos, o Rio Ave aproveitou para mostrar algum atrevimento e, aos 54’, após centro

remate de Edimar, Tarantini ficou a centímetros de desviar para o golo. O aviso estava dado.
Vítor Pereira respondeu com a troca de Atsu e Lucho por Varela e Fernando, mas, apesar do susto, a displicência “azul e branca” mantinha-se e o golo do empate acabou por surgir: aos 79’, após um enorme erro de Maicon, Tarantini entrou na área e fez o 1-1.

O FC Porto respondeu com a entrada de Kléber, mas o desnorte nos “dragões” era evidente e, aos 86’, com um grande remate à entrada da área, Tarantini colocou o Rio Ave na frente. O FC Porto parecia estar definitivamente KO e foi então que surgiu Jackson. O colombiano raramente se viu durante a partida, mas no último minuto, após centro de Miguel Lopes, fez de cabeça o golo do empate. Um mal menor para uma equipa que pareceu estar quase sempre com a cabeça nos próximos jogos e se deixou apanhar pelo Benfica na liderança.


POSITIVO

Tarantini
O médio do Rio Ave ficou, aos 54’, a milímetros do golo, mas depois tornou-se no homem do jogo ao marcar aos 79’ e 86’.

Miguel Lopes
No reencontro com a equipa pela qual se estreou na Liga, Miguel Lopes foi dos poucos portistas com nota positiva. Foi oportuno ao aproveitar um ressalto para fazer o primeiro golo e fez a assistência que evitou a derrota dos “dragões”.

NEGATIVO

Maicon
A forma displicente como o defesa perdeu a bola no lance do primeiro golo do Rio Ave reflecte bem a maneira como os portistas encararam um jogo definido por Vítor Pereira como “muito importante”.

FC Porto
O empate acaba por ser um bom resultado para os portistas. Os “azuis e brancos” pareceram sempre mais preocupados com os jogos seguintes.


Ficha de jogo

Rio Ave, 2
FC Porto, 2

Jogo no Estádio do Rio Ave FC, em Vila do Conde.
Assistência Cerca de 8.000 espectadores.

Rio Ave Oblak, Lionn, Nivaldo, Marcelo, Edimar, Wires (Ukra, 67), Filipe Augusto (André Vilas Boas, 85), Tarantini, Esmael (Vítor Gomes, 89), João Tomás e Braga.Treinador: Nuno Espírito Santo.

FC Porto Helton, Miguel Lopes, Maicon, Otamendi, Alex Sandro, Defour (Kleber, 84), Lucho (Fernando, 64), João Moutinho, Cristian Atsu (Varela, 64), Jackson Martinez e James Rodriguez. Treinador: Vítor Pereira.

Árbitro Bruno Esteves (Setúbal).
Amarelos Wires (12), Braga (67), Varela (70) e Tarantini (90+2).

Golos
0-1, Miguel Lopes, 33 minutos.
1-1, Tarantini, 79.
2-1, Tarantini, 86.
2-2, Jackson Martinez, 90.


Noticia do Público

publicado por olhar para o mundo às 15:58 | link do post | comentar

Jovens leiloam virgindade para protagonizar documentário

Jovens leiloam virgindade para protagonizar documentário

O Brasil nunca foi conhecido por ter 'tabus' sexuais, mas ainda assim o caso está a chocar o país. Uma jovem brasileira de 20 anos e um rapaz russo de 21 aceitaram leiloar a sua virgindade para participarem num filme de uma produtora australiana. As licitações já chegaram aos 155 mil dólares (cerca de 102 mil euros).

 

Catarina Migliorini é uma estudante brasileira residente na Austrália. Tem 20 anos, mas já está no projecto do documentário ‘Virgins Wanted’ há dois. Com o dinheiro da «experiência» quer ajudar instituições de caridade e estudar medicina na Argentina.

 

O documentário, pensado por um jovem realizador australiano, pretende acompanhar o dia-a-dia dos dois jovens, antes e depois de perderem a virgindade, passando por todo o processo do leilão.

 

«Eles filmam o meu dia-a-dia, os meus novos amigos aqui, as conversas com a minha mãe, as minhas reacções», explicou Catarina ao site brasileiro G1, referindo-se à experiência do primeiro mês de filmagens em Bali, Indonésia.

 

Desde que o estranho leilão arrancou, Catarina conseguiu, até ontem, propostas de 13 candidatos espalhados um pouco por todo o mundo, num valor que ultrapassa os 100 mil euros.

 

Já Alexandre Stepanov, o jovem russo de 21 anos também escolhido para integrar o ‘Virgins Wanted’, reúne até agora apenas 5 candidatos, entre homens e mulheres, sendo que a licitação mais alta até ontem era de cerca de 900 euros.

 

Ao jornal brasileiro Folha de São Paulo, Catarina disse que conta com o apoio da família, especialmente da mãe, e defende-se dizendo que é «maior de idade, e responsável pelos [seus] actos».

 

A jovem brasileira esclareceu ainda que o dia D deverá acontecer dez dias depois do fim do leilão, que termina no próximo dia 15, e o acto será consumado num avião, algures entre a Austrália e os EUA, para evitar problemas legais. Problemas que, de resto, já começam a bater à porta do realizador.

 

Noticia do Sol

publicado por olhar para o mundo às 13:02 | link do post | comentar

Paula Rego "desolada" com extinção da sua fundação em Cascais

A Fundação Paula Rego gere o Museu Casa das Histórias, em Cascais, onde se reúnem mais de 700 obras da pintora e do seu maridoA Fundação Paula Rego gere o Museu Casa das Histórias, em Cascais, onde se reúnem mais de 700 obras da pintora e do seu marido (Foto: Raquel Esperança)
"Estou desolada com tantas promessas quebradas." Paula Rego reage assim à proposta de extinção da fundação com o seu nome, mostrando desagrado com o Governo. A pintora questiona a decisão tomada esta semana pelo facto de pôr em causa todo o trabalho que, ao longo dos últimos anos, permitiu criar o Museu Casa das Histórias, em Cascais.

A artista diz ter recebido "com grande surpresa" a notícia. "Que tristeza. Depois de tanto trabalho, depois de termos um edifício maravilhoso, com um espaço amplo e arejado", lamenta, num curto depoimento enviado ao PÚBLICO. Paula Rego deixa elogios à "directora admirável" do museu e a "uma equipa que trabalha com dedicação e sensibilidade e com imaginação na ponta dos dedos", para deixar clara a sua mágoa com a decisão do executivo liderado por Pedro Passos Coelho.

 

Noticia do Público

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Sábado, 29.09.12

Golos de Lima dão vitória ao Benfica

Golos de Lima dão vitória ao Benfica

Depois de já ter brilhado na jornada anterior nos seus primeiros minutos com a camisola do Benfica, Lima voltou a não demorar a justificar o investimento do clube. O brasileiro marcou os dois golos que os “encarnados” usaram para bater o Paços de Ferreira (1-2) no Estádio da Mata Real e para subir provisoriamente à liderança da Liga. A equipa da casa marcou primeiro, mas Lima foi rápido a reagir e a fazer o empate. Na segunda parte, a melhor do Benfica, o avançado terminou a reviravolta e acabou com a invencibilidade dos “castores”.


O início do jogo ficou marcado por uma falha de energia que afectou uma boa parte de Paços de Ferreira e motivou uma interrupção de cerca de dez minutos, mas o recomeço foi eléctrico. Melgarejo (que estava cedido), Michel e Luisinho marcaram 20 dos 35 golos dos pacenses no último campeonato antes de saírem para o Benfica, mas ao minuto 6 os locais não tiveram falta de capacidade ofensiva: Diogo Figueiras, o lateral adaptado ao lado esquerdo numa situação de recurso, combinou bem com Hurtado antes de cruzar para Cícero inaugurar o marcador.

O golo parece ter intranquilizado menos o Benfica do que Cássio. O guarda-redes do Paços, praticamente no lance seguinte, fez uma defesa incompleta a um remate fácil de Jardel, largou a bola e permitiu o empate ao oportuno Lima. Foi o terceiro remate pelo Benfica do antigo jogador do Sporting de Braga e o segundo golo. Foram dois minutos prometedores, mas só perto do intervalo voltaria a haver perigo numa das áreas. No mesmo lance, Cássio negou o golo a Lima, e na recarga Salvio falhou de forma incrível.

Tal como na primeira metade, os jogadores do Paços de Ferreira — que antes do jogo viram os seus adeptos aplaudirem Melgarejo, melhor marcador da equipa na época passada e agora o lateral-esquerdo titular das “águias” — conseguiram equilibrar a posse de bola, mas, ao contrário dos primeiros 45 minutos, o adversário foi muito mais perigoso.

Enzo Pérez teve tudo menos pontaria para fazer o 1-2, aos 63’. E foi preciso outro erro defensivo do Paços, desta vez colectivo, para o Benfica, que não pôde contar com os lesionados Cardozo e Aimar, voltar a festejar. Ricardo, Luiz Carlos e Tony — mas especialmente os dois primeiros — não conseguiram tirar da sua área uma bola que deveriam ter afastado e deixaram Maxi Pereira colocar a bola em Lima, que não perdoou (71’). Sempre que marca aos “castores” — e conseguiu-o em duas ocasiões pelo Sp. Braga —, o avançado sul-americano fá-lo a dobrar.

Lima teve até a hipótese de fazer um hat-trick e os seus colegas de aumentarem a vantagem, antes de o Paços, já nos descontos, ter voltado a rondar a baliza de Artur.

POSITIVO
Lima Em mais ou menos 106 minutos de utilização, divididos por dois jogos, Lima já marcou três golos pelo Benfica, todos eles decisivos para a sua equipa pontuar.

Enzo Pérez Boa exibição na sua nova posição.

Vítor O mais técnico dos locais.

NEGATIVO
Defesa do P. Ferreira Não foram uma nem duas as ocasiões em que os homens do sector recuado do Paços de Ferreira demoraram demasiado a tirar a bola da sua zona. E pagaram caro por isso. Cássio, que quase voltou a deitar tudo a perder num remate fácil de Gaitán na segunda metade, pediu desculpa aos adeptos no primeiro golo dos visitantes e os seus colegas não estiveram melhor no segundo. Pormenores que estragaram actuações com mais coisas boas que más.


Noticia do Público

publicado por olhar para o mundo às 17:18 | link do post | comentar

Aldeias do Xisto celebram a época da Brama dos Veados

Aldeias do Xisto celebram a época da Brama dos Veados Aldeias do Xisto celebram a época da Brama dos Veados 

As aldeias do Xisto, ricas em fauna e flora, irão promover nos dias 22, 23 e 29 de Setembro caminhadas pela serra e caça fotográfica. 

Uma oportunidade única para assistir aos rituais de acasalamento dos veados da Serra da Lousã.

 

Também conhecida por Brama dos Veados, nesta época de acasalamento, os machos bramam para atrair a atenção das fêmeas e, por isso, expõem-se mais à atenção do olhar humano.

 

Sendo assim, e seguindo o ritual de acasalamento do maior mamífero da Serra da Lousã (contabilizam-se cerca de 800 veados neste território), irão realizar-se caminhadas pela serra nos dias 22 e 29 de Setembro.

 

Para além de poder escutar e observar o bramido dos veados e o desenrolar da própria natureza, os participantes terão a oportunidade de aprender, identificando os trilhos, vestígios de alimentação,marcações territoriais e dejectos dos veados. Para participar é necessário inscrição através do e-mail geral@transserrano.com, uma vez que a caminhada de 04 ou 05 horas está limitada a dez pessoas. 


A caminhada tem como ponto de partida a Aldeia do Xisto de Aigra Nova, em Góis.

 

Para os verdadeiros amantes de fotografia da natureza, a caça fotográfica está reservada para os dias de 22 e 23 de Setembro. 


Para além da oportunidade exclusiva de fotografar os veados no seu habitat selvagem, os participantes podem ainda fazer parte do concurso fotográfico dividido em três temáticas: “Veados”; “Pôr-do-sol" e "Fauna, Flora e Vegetação da Serra da Lousã". Basta para isso fazer a inscrição através do e-mail: baldios@baldioslousa.com.

 

Com esta iniciativa procura-se preservar e valorizar a vida selvagem, bem como dar a conhecer as Aldeias do Xisto, ricas em tradições culturais, e que enriquecem o património rural das Beiras.

Mafalda Jacinto

 

Noticia do HardMúsica

publicado por olhar para o mundo às 10:24 | link do post | comentar

Bo Derek é a convidada de honra do Douro Film Harvest 2012

Bo Derek é a convidada de honra do Douro Film Harvest 2012

 

O Douro Film Harvest (DFH), evento organizado pela Expanding World que decorre de 26 a 29 de Setembro em diversos locais do Douro e da cidade do Porto anunciou em conferência de imprensa que Bo Derek será a convidada de honra do Festival, evento oficial do ano Brasil em Portugal e celebrará ainda o centenário de Jorge Amado. 


Bo Derek é um ícone da cultura pop norte-americana, tornou-se o símbolo da beleza perfeita, ao ser lançada por seu marido John Derek no sucesso de bilheteira “10, uma Mulher de Sonho”.

Outro destaque do DFH 2012 é a sua ligação ao Brasil, uma vez que se anuncia como o evento oficial do Ano Brasil em Portugal. 
Deste modo será celebrado o centenário de Jorge Amado, dando assim continuidade às homenagens realizadas, a cineastas e autores reconhecidos e intemporais. 


A homenagem ao autor de “Gabriela, Cravo e Canela” e de “Tieta do Agreste” será marcada pela exibição dos filmes “Jorge Amado”, de João Moreira Salles, e “Quincas Berro d’Água”, de Sérgio Machado.

Nesta edição será maior a aposta na gastronomia e na temática vinhos, que se traduz na abertura de duas novas secções em competição: a secção “Wine Films” e a “Food Films”.

 

Ao longo de quatro dias, o Douro Film Harvest aliará o cinema a paisagens únicas e ao melhor do vinho e da gastronomia da região Património Mundial. Com a cidade do Porto a acolher diversos momentos da programação oficial, o DFH passará também em locais como o Museu do Pão e do Vinho em Favaios, Museu do Douro, Rivoli teatro municipal, Hard Club e Casa da Música, lê-se no comunicado de imprensa.

O evento conta com o Turismo do Douro, a Câmara Municipal do Porto / Porto Lazer, a Câmara Municipal de Alijó, a Embaixada do Brasil – Ano Brasil em Portugal, o Museu do Douro e o Museu do Pão e do Vinho como parceiros institucionais. 

Os patrocinadores oficiais do DFH 2012 são o Continente, a Adega Cooperativa de Favaios, a Silampos e a Repsol.

De lembrar que neste Festival já passaram nomes como Sophia Loren, Andie MacDowell, Milos Forman, Kyle Eastwood, entre outros

 

Retirado do Hardmúsica

publicado por olhar para o mundo às 09:47 | link do post | comentar
Sexta-feira, 28.09.12

Uma bomba com a cara de Hulk nas instalações do Zenit

Uma bomba com a cara de Hulk nas instalações do Zenit

A vida do brasileiro não tem sossego desde que trocou o Porto por São Petersburgo. O engenho artesanal tinha escrito: “Hulk não existe!”


Um segurança do centro de treinos do Zenit encontrou quinta-feira um objecto semelhante a uma carga explosiva com a fotografia do futebolista Hulk, informa nesta quinta-feira a imprensa russa. 

Segundo a agência Interfax, o segurança teria telefonado para as autoridades policiais às 22h de quinta-feira (19h em Lisboa) depois de ter encontrado à entrada do centro de treinos do clube um saco, de onde saíam fios eléctricos colocados com fita-cola. 

Ao local deslocaram-se agentes e sapadores de várias forças de segurança, entre os quais do Serviço Federal de Segurança (KGB, FSB) da Rússia. 

Aberto o saco, os sapadores encontraram um mecanismo feito com pilhas, um relógio e uma pequena vasilha de gás, fios metálicos e fita-cola. 

Agentes da polícia, citados pelo jornal electrónico Fontanka, afirmaram tratar-se de um engenho explosivo clássico de fabrico caseiro. 

Segundo as mesmas fontes, no saco foi também encontrada uma fotografia de Hulk, avançado brasileiro do Zenit, que tinha escrito no verso “Hulk não existe!”. 

O salário que o antigo jogador do FC Porto vai ganhar no Zenit provocou descontentamento entre alguns jogadores da equipa, que se recusaram a jogar: Kerzhakov e Denissov. 

Os dois jogadores foram despromovidos à equipa B, tendo Kerzhakov regressado à equipa principal depois de uma conversa com o treinador. 


Noticia do Público

publicado por olhar para o mundo às 20:27 | link do post | comentar

Tertúlias no Castelo sobre os “Mistérios, Lendas e Mitos de Lisboa”.

Tertúlias no Castelo sobre os “Mistérios, Lendas e Mitos de Lisboa”.

 

No Outono, o Castelo de São Jorge recebe seis tertúlias de 16 de Setembro a 25 de Novembro, aos domingos, às 16:00. 


Nesta terceira edição, comissariada por Gabriela Carvalho, a temática em debate será “Mistérios, Lendas e Mitos de Lisboa”.

 

Em cada tertúlia haverá vários convidados especiais irão orientar a tertúlia e falar sobre os mais variados temas. Em cada sessão é atribuído título dentro da temática genérica. 


Dia 16 de Setembro,“Mistérios e curiosidades de Lisboa” será o tema em debate, com a presença de José Sarmento de Matos e ainda Marcantonio del Carlo, Marta Nunes e Cristovão Campos.

 

O tema para dia 30 de Setembro será os “Afectos de Lisboa”, com a participação de António Jorge Gonçalves e Miguel Brito. 


As duas sessões de Outubro terão como debates, no dia 14, “Histórias da História de Lisboa”, com Elisabete Serol e Teresa Bispo, e dia 28, “Convivência de credos em Lisboa: mitos e lendas”, com Sheik Munir e Padre Feytor Pinto.


Para Novembro, logo no segundo fim-de-semana, dia 11, o Castelo de São Jorge acolhe uma tertúlia sobre “Lisboa e os mitos urbanos” que conta com a presença de Áppio SottoMayor e Cristina Leite, e para encerrar a programação, dia 25, sobre o tema “Três Olhares sobre Lisboa”, conversam Júlio Pomar, Vicente da Câmara e Jorge Salavisa.

 

A participação nas tertúlias é gratuita.

 

Mafalda Jacinto

 

retirado do HardMúsica

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Livros, A fotografia da outra Europa

Joshua Benoliel fotografa as ruas de Lisboa nas eleições de 1908Joshua Benoliel fotografa as ruas de Lisboa nas eleições de 1908 (Arquivo Fotográfico de Lisboa)

 

É o primeiro volume de uma história da fotografia europeia do século XX que não deixa de fora os países pequenos ou periféricos. Esta obra ambiciosa acaba de ser apresentada em Portugal. E ainda bem.

 

Muitos conhecem a fotografia ao espelho de Marcel Duchamp, mas poucos (muito poucos, mesmo) a do estónio Johanes Pääsuke. Muitos identificam a obra de André Kertész, mas nem todos sabem que era húngaro. Muitos visitaram a acrópole ateniense, mas poucos terão visto o Pártenon numa fotografia de 1930 cuidadosamente encenada pelo grego Nikos Zografos. 

A fotografia na Europa não é um exclusivo de países como a França, a Inglaterra e a Alemanha, mas a avaliar pelas publicações mais divulgadas, a sua história não inclui os países pequenos ou periféricos, como Portugal, a Albânia, a Grécia, a Eslováquia, a Sérvia ou a Ucrânia. The History of European Photography, uma obra com ambições enciclopédicas cujo primeiro de três volumes acaba de ser lançado em Portugal, quer contrariar a ideia de que o discurso da fotografia europeia foi construído num território circunscrito e, por isso, limitado na sua diversidade. 

"Quisemos dar aos países pequenos, como o meu [Eslováquia], a possibilidade de contarem a sua história da fotografia", diz ao PÚBLICO Michaela Bosakova, coordenadora executiva desta edição desenvolvida pela Central European House of Photography, de Bratislava. "Quantas vezes lemos num livro de referência da fotografia do século XX capítulos sobre a Albânia ou a Moldávia? Mas a fotografia existe nestes países e teve um papel que, muitas vezes, não é diferente do que teve em França e em Inglaterra", explica, garantindo, por isso, que o primeiro objectivo é preencher lacunas. 

"A maioria das histórias da fotografia é escrita por autores franceses, ingleses ou americanos e eles raras vezes procuram fora destes territórios. Até aqui nenhum deles achou que valia a pena olhar para a fotografia da Albânia ou dos países da Europa mediterrânica de forma sistemática. Mais de metade do continente fica de fora das suas histórias." Admitindo que há na concepção do projecto um posicionamento político - uma espécie de exigência de reconhecimento da Europa periférica -, Bosakova não resiste à provocação: "Às vezes penso que estes autores acham que as pessoas da Europa de Leste saíram todas de uma gruta em 1989. Se não existiam antes, como podiam fotografar?"

Um livro para aprender

Portugal faz parte dos 35 países representados em The History of European Photography (para já à venda na Stet, jovem livraria lisboeta especializada em fotografia - fica na Rua do Norte, 14, no Bairro Alto). Dividida em três - 1900-1939 (o único volume já pronto, com mais de 800 páginas em dois tomos); 1939-1969 (já em preparação e com lançamento previsto para o próximo ano) e 1970-2000 (ainda à procura de financiamento) -, a obra tem a colaboração de 50 especialistas e menos imagens do que à partida o leitor poderia esperar. Bosakova diz que a intenção foi criar uma ferramenta educativa a partir de uma pesquisa aprofundada com factos novos, e não fazer um álbum com as fotografias que todos já viram.

Esta nova história da fotografia, orçada em um milhão de euros (o primeiro volume custa 99 euros), está dividida por países e alfabeticamente. O texto de cada um é escrito por um investigador nacional, a quem o comissário científico da edição, Václav Macek, professor da Universidade de Artes Performativas de Bratislava, e Bosakova confiaram também a escolha das imagens. Cada capítulo tem pequenas biografias dos principais fotógrafos mencionados e os tomos apresentam índices por países e autores, para que a pesquisa seja facilitada (algo que será optimizado na versão digital, cuja edição é para já apenas um desejo).

Emília Tavares é a autora do texto sobre Portugal. A conservadora do Museu do Chiado faz parte de uma lista que inclui investigadores como o britânico Gerry Bedger, o alemão Hans-Michael Koetzle, o espanhol Juan Naranjo ou o próprio Macek. Ainda que reconheça que esta obra pode ter uma leitura política, Tavares garante que aos autores foi dada total liberdade, com a indicação de que o texto deveria dar conta do contexto político e social em que os fotógrafos trabalhavam. Escrever sobre o momento em que a fotografia acontece é essencial (os volumes incluem cronologias breves) para a compreender, sobretudo quando se trata de países cuja história é desconhecida da maioria dos potenciais leitores, explica Tavares. "O contexto ajuda a compreender as especificidades da fotografia que se faz em cada país. E quando falamos de países que habitualmente ficam fora do cânone da história da fotografia isso é ainda mais essencial", diz, acrescentando que esta obra mostra bem que cada um assimila as grandes influências à sua maneira, o que dá lugar a uma produção diversa, complexa. "Há muitas histórias pequenas dentro desta grande história da fotografia."

No capítulo português Joshua Benoliel aparece, como seria de esperar, como a grande referência do princípio do século. Mas estão lá também Domingos Alvão, Ferreira da Cunha, Aurélio da Paz dos Reis ou Mário Novais. Tavares chegou a estes nomes depois de ter optado por quatro grandes linhas orientadoras: a da fotografia mais artística, ligada aos salonistas e fotoclubes; a amadora, grande revolução nos anos 1930; a de reportagem, que muda por completo a imprensa; e a que se transforma em instrumento ideológico. 

"Olhar para os outros países ajuda-nos a compreender melhor o que foi feito aqui e leva-nos a concluir que, na fotografia, não vivíamos à margem. A nossa vanguarda pode não ter sido consistente, foi mais episódica, mas há na fotografia uma grande modernidade que se nota, por exemplo, na fotorreportagem e na produção ideológica."

 

Noticia do Público

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