Sexta-feira, 30.11.12

Mercado do Mel regressa a Cascais

Mercado do Mel regressa a Cascais

 

Nesta edição de 2012, o Mercado do Mel vai oferecer, a quem o visitar, uma mostra de mel e produtos associados, como o própolis, pólen, geleia real ou favo de mel. 


Em simultâneo com a degustação de produtos locais, o Mercado do Mel oferece ainda muita animação, teatro, música.

 

Mas o Mercado do Mel, ao realizar-se nas instalações do Mercado da Vila de Cascais, constitui também uma oportunidade de promover e apreciar a actividade do Mercado e ainda de todos os produtos que ali são habitualmente comercializados.

 

Assim, para além do mel e dos produtos associados, onde constam provas de vinhos e licores na área do mel, vai ser possível participar na degustação de artigos de charcutaria e queijos e comprar fruta da época ou artesanato.

 

Deste modo ao longo do dia 30 de Novembro, o Grupo “O Mundoa da Lua” assegura animção teatral ao longo do dia. À noite há lugar a animação musical

 

No final da noite de 01 de Dezembro Fado e animação musical serão as estrelas do dia.

 

Dia 02, último dia do Mercado do Mel, o teatro infantil para as famílias do concelho será assegurado durante todo o dia pelo Grupo “No Mundo da Lua”

 

Retirado do HardMúsica

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PERSONALIDADES ASSINAM CARTA ABERTA A PEDIR DEMISSÃO DE PASSOS

PERSONALIDADES ASSINAM CARTA ABERTA A PEDIR DEMISSÃO DE PASSOS

Uma carta aberta encabeçada pelo ex-presidente da República Mário Soares pede a demissão do primeiro-ministro, Passos Coelho, por «embuste» e acusa o Governo de «fanatismo cego». A missiva, a que a TVI teve acesso, foi enviada a São Bento e entregue ao primeiro-ministro, com cópia para Cavaco Silva. 

Personalidades políticas e de vários quadrantes da sociedade, num total de 78 nomes, admitem «ser seu dever retirar as consequências políticas que se impõem, apresentando a demissão ao Senhor Presidente da República».

Na carta pode ler-se que o Governo não pode invocar desconhecimento da situação do país, pois o memorando de entendimento com a troika já estava assinado quando se realizaram eleições, há um ano e meio. 

«O Programa eleitoral sufragado pelos Portugueses e o Programa de Governo aprovado na Assembleia da República, foram em muito excedidos com a política que se passou a aplicar. As consequências das medidas não anunciadas têm um impacto gravíssimo sobre os Portugueses e há uma contradição, nunca antes vista, entre o que foi prometido e o que está a ser levado à prática».

Missiva é encabeçada por Mário Soares e tem 78 nomes de personalidades de várias áreas da sociedadePor essa razão, os signatário não têm dúvidas em considerar que «os eleitores foram intencionalmente defraudados» e que «nenhuma circunstância conjuntural pode justificar o embuste».

A carta dá conta de um «clamor» nacional «contra o Governo», mas mesmo assim «o Governo não hesita porém em afirmar, contra ventos e marés» que não irá ceder na austeridade. 

«Ao embuste, sustentado no cumprimento cego da austeridade que empobrece o País e é levado a efeito a qualquer preço, soma-se o desmantelamento de funções essenciais do Estado e a alienação imponderada de empresas estratégicas, os cortes impiedosos nas pensões e nas reformas dos que descontaram para a Segurança Social uma vida inteira, confiando no Estado, as reduções dos salários que não poupam sequer os mais baixos, o incentivo à emigração, o crescimento do desemprego com níveis incomportáveis e a postura de seguidismo e capitulação à lógica neoliberal dos mercados».

Os signatários lamentam: «O Governo, num fanatismo cego que recusa a evidência, está a fazer caminhar o País para o abismo». 

Face a um «Orçamento de Estado iníquo, injusto, socialmente condenável, que não será cumprido e que aprofundará em 2013 a recessão», os signatários desta carta consideram que «o crescente clamor que contra o Governo se ergue, como uma exigência, para que o Senhor Primeiro-Ministro altere, urgentemente, as opções políticas que vem seguindo, sob pena de, pelo interesse nacional, ser seu dever retirar as consequências políticas que se impõem, apresentando a demissão ao Senhor Presidente da República, poupando assim o País e os Portugueses ainda a mais graves e imprevisíveis consequências»

Além de Mário Soares, a carta leva a assinatura de personalidades como o arquiteto Álvaro Siza Vieira, o sociólogo Boaventura Sousa Santos, o sociólogo Bruto da Costa, o socialista Eduardo Ferro Rodrigues, o filósofo Eduardo Lourenço, o professor João Ferreira do Amaral, o historiador Fernando Rosas, o ex-ministro Manuel Maria Carrilho, o ex-sindicalista Carvalho da Silva, o jurista Vítor Ramalho, entre muitos outros.

 

Ler a carta aqui

 

Noticia do Push

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Quinta-feira, 29.11.12

O meu amor é um homem casado

Meu amor é um homem casado

 

O primeiro sentimento que vem à cabeça quando se descobre um adultério é a raiva. Depois vem frustração, culpa, medo, nojo, vingança.

E dificilmente se para pra pensar que, no meio dessa nova (ou antiga) relação do marido ou namorado, por exemplo, há outra mulher, também cheia de sentimentos e inseguranças. Não que as amantes mereçam o perdão simplesmente por também amarem, mas estar na pele delas não é tarefa fácil.

 

Renata ficou oito anos com um homem casado. Sonhava com o dia em que ele largaria a esposa e os filhos para começar uma vida com ela. Nem a gravidez deu jeito. "Eu nunca senti raiva da família dele. Era mais um sentimento de inveja mesmo. Queria muito estar no lugar deles", lembra. Hoje com 41 anos, ela segue a vida sozinha, criando o filho sem o nome do pai na certidão. 


O amante de Renata nunca teve coragem de abandonar a vida que tinha, mas manteve falsas promessas por muito tempo. Os dois viajavam juntos, dividiam algumas noites o mesmo apartamento, bancado por ele, faziam planos.

 

"Levou tempo, mas percebi que era assim mesmo que ele gostava. Só às vezes, só para sair da rotina, só porque era mais nova e não fazia cobranças", lembra. E foi quando ela começou a cobrar (e até ameaçar revelar a verdade) que ele deu um basta na relação. "Ser a outra é muito difícil. Mulher nenhuma quer passar por isso, ter que esconder o homem que ama. Mas às vezes esse é o único jeito".

 

Silvia, 38 anos, desistiu de deixar de ser a outra. Hoje sabe que nunca conseguirá ser a oficial e já não sofre mais por isso. "Fiquei com ele às escondidas por quase 15 anos. Hoje a família dele sabe que existo, sabe do nosso filho, e vivemos todos a mesma mentira", lamenta.

 

Quando conheceu o amante, 17 anos mais velho, não sabia que ele era casado, mas a história real não demorou a se revelar. "Queria sair com ele, apresentar para todo mundo e não podia. Morava numa cidade pequena e ele pedia segredo", lembra. "Só fui entender tudo quando o vi, com família, filhos e até um neto, num restaurante. Achei que ia morrer. Mas lembro dele me encher de presentes e promessas. Não consegui terminar".

 

Essa dependência do amante é muito comum em relações às escondidas. Muito porque a figura idealizada do homem amado se sustenta bem em mentiras e promessas. Insegura, a mulher fica cada vez mais dependente - até financeiramente - desse homem e não consegue se imaginar numa relação normal.

 

A escritora e pesquisadora Mirian Goldenberg, autora do livro "Por que homens e mulheres traem" (BestBolso, 2010) lembra como essa "outra" é normalmente rechaçada pela sociedade. "Ela é vista como promíscua e destruidora de lares que ameaça a família monogâmica e a estabilidade conjugal. A vida e o sofrimento dela não interessam. É uma mulher estigmatizada, que o mundo difama, considerada uma prostituta que só tem interesse no dinheiro do homem casado", define.

 

Essa mulher, por viver normalmente escondida, quase clandestina, se torna invisível. "Ela não cumpre papéis sociais valorizados na cultura brasileira, principalmente o de esposa e de mãe". Mirian lembra, no entanto, que essa outra, apesar de não ser casada legalmente, sente-se profundamente comprometida. "É fiel ao amante e acredita que ele é fiel a ela".

 

Por outro lado, para elas é "melhor" ser a número dois, a outra, do que a esposa traída, enganada. "A amante tem consciência da situação que vive, enquanto a esposa acredita (ou finge acreditar), que tem uma vida familiar perfeita em que não existe espaço para outra mulher".

 

Em suas pesquisas, Mirian descobriu que essas relações, às escuras, são normalmente baseadas no prazer, no desejo e entendimento sexual, além de na amizade e no companheirismo. "Essas mulheres são importantes para seus amantes exatamente por estarem com eles sem vínculo obrigatório. É uma relação baseada em um pacto entre dois indivíduos que querem estar juntos sem nenhum tipo de constrangimento social".

 

Retirado do Vila Mulher

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Falcao, Neymar e Stoch disputam prémio melhor golo do ano (Vídeo)

Falcao
Falcao, Neymar e Stoch disputam prémio melhor golo do ano (com vídeos)

Os golos de Radamel Falcao (At. Madrid), Neymar (Santos) e Miroslav Stoch (Fenerbahce) foram escolhidos para finalistas do prémio FIFA Puskas de 2012.

O brasileiro Neymar está na corrida para vencer pela segunda vez. A votação decorre ainda na internet.

O colombiano marcou o seu golo no país natal, num particular frente ao America Cali disputado a 19 de Maio.

Já o slalom de Neymar foi conseguido no dia 7 de março em partida do Brasileirão contra o Internacional de Porto Alegre.

Já Miroslav Stoch «inventou» aquele tiro a 3 de março, em jogo do campeonato turco frente ao Gençlerbirligi.

O vencedor será conhecido no dia 7 de janeiro em Zurique.

Retirado de A bola 

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Ausência de Fernando Cabral nos Fashion Awards cria polémica sobre racismo

Ausência de Fernando Cabral nos Fashion Awards cria polémica sobre racismo

Fernando Cabral fez as campanhas da H&M, Benetton, desfilou Hugo Boss. Não chegou à lista de nomeados e gerou polémica: há racismo na moda em Portugal? Várias pessoas dizem abertamente que sim.

 

Tem 25 anos, foi o rosto de grandes campanhas internacionais como a H&M e a Benetton e desfilou para a Hugo Boss. É o único português na lista dos 50 melhores modelos masculinos da Models.com. Fernando Cabral não foi nomeado este ano para os Fashion Awards, prémios de moda organizados há três anos pela Fashion TV, entregues na terça-feira à noite em Lisboa.

 

 A ausência levantou polémica sobre a existência de racismo na moda em Portugal - começou no Facebook, e passou para a crónica do músico Kalaf Angelo, dos Buraka Som Sistema, publicada esta semana na revista 2: "Será Portugal um país racista?", perguntava. "O Fernando é negro, condição de quase-invisibilidade nesta sociedade", escreveu, acusando a organização de "negligência". "Acredito que [Portugal] não será mais [racista] do que outros países", continuava. "Pelo que é alarmante que o tema raça/cor ainda dê azo a tantas más interpretações."

 

Paulo Ribeiro, presidente do júri e director do canal Fashion TV, que só vota em caso de empate, diz que não comenta o facto de Fernando Cabral não ter sido eleito pela comissão que "é soberana", mas refere que o processo é transparente.

 

A lista que chega ao júri (composto por 14 membros), cinco nomes em cada categoria para três serem escolhidos, é seleccionada por uma comissão de 45 pessoas de várias áreas da moda, cujos nomes não foram divulgados (as instituições a que pertencem, sim) - Paulo Ribeiro também não os revelou e até à hora do fecho desta edição o PÚBLICO não conseguiu apurar quem eram. Cada pessoa da comissão escolhe, livremente, três nomes. Cabral não apareceu nesta selecção e foi isso que indignou alguns e causou espanto a pessoas como a fundadora da ModaLisboa, Eduarda Abbondanza, também jurada. Abbondanza não acredita que se deva a racismo, mas "talvez" a "uma entropia nos processos, feitos com pessoas que não têm as qualificações certas" e provavelmente não conhecem Fernando Cabral, por ter estado tanto tempo fora a trabalhar.

 

Por seu lado, Ribeiro recusa "liminarmente" acusações de racismo e diz que o histórico dos Fashion Awards mostra o contrário: "Em duas edições, dos 12 modelos nomeados quatro ou cinco são luso-africanos", e dá o exemplo de Luís Borges, vencedor em 2010. Fernando Cabral, acrescenta, foi nomeado em 2011.

 

"Paciência, não é isso que domina a minha carreira", comentou o modelo sobre a sua ausência nos prémios. Encontra duas razões: falta de informação sobre os modelos que saem de Portugal e um "pouco de racismo não só em Portugal e não só na moda". "É difícil para um negro chegar às grandes marcas." Fala de um racismo menos óbvio: "Às vezes as pessoas não querem simplesmente conhecer o que um negro está a fazer, nem se dá tanta importância. Não se tenta pesquisar e desconhece-se porque é mais fácil ver brancos em grandes campanhas."

 

Em Portugal e noutros países, Fernando Cabral foi sempre bastante requisitado, lembra Lido Palma, director da sua agência, a Karacter. Não vê racismo na não-nomeação. "Nada tem que ver com a cor da pele do Fernando." Tem mais que ver, considera, com "falta de informação, dedicação e até de responsabilidade quando se dá a indicação destes nomes". "São sempre os mesmos."

 

O modelo Ana Sofia participou na polémica no Facebook, indignada, conta-nos. Com dez anos de carreira, diz: "Sim", há racismo na moda em Portugal. Ela própria já se sentiu "lesada" nos Globos de Ouro. "Merecia ter ganho. Tenho uma carreira de dez anos, internacional, que muitos modelos sonham. Se foi racismo ou não... Dá que pensar..." Exemplos: há "muitos modelos de origem africana em Portugal, nas capas de revista contam-se pelos dedos os negros que fazem capa". "Há a ideia de que o negro não vende. O que não percebo: a população de origem africana é flagrante na rua. Então por que é que isso não se reflecte nas novelas, na moda?" Ela foi "à procura do mercado ideal" e rumou a Nova Iorque, onde há poder de compra dos afro-americanos e não "há distinções de cachet entre um manequim branco e negro. Aqu,i há".

 

O mundo da moda é sobretudo lobista, e muitas vezes "pequeno no seu pensamento", analisa Abbondanza, que não concorda que exista racismo. Francisco Balsemão, do Portugal Fashion e membro do júri, também discorda: "Nunca me apercebi de que havia discriminação em relação aos modelos negros. Há criadores que pedem especificamente modelos africanos para as suas passagens."

 

Para o fotógrafo Frederico Martins, nomeado, que trabalha com grandes revistas como Vogue GQ, a ausência de Fernando Cabral nas nomeações tem duas razões: ignorância sobre o que se "passa na moda", sobretudo quando os manequins estão fora, e um racismo "não-directo". "Os manequins negros são negligenciados em Portugal. É um racismo não-intencional, as pessoas têm tendência a não os reconhecer como portugueses e há a ideia de que um negro não vende. Isso é uma dificuldade com a qual lido: é difícil convencer um cliente a ter um manequim negro numa campanha. Não porque haja racismo direccionado, mas porque se acha que não vai ter sucesso no mercado."

 

Cara da JCrew, já foi exclusivo da Dior, Calvin Klein ou Louis Vuitton: Armando Cabral, a viver em Nova Iorque há anos, e irmão de Fernando, nunca recebeu um prémio em Portugal. "É incompreensível que o melhor modelo em Portugal não esteja nomeado", diz sobre o irmão. "Só pode ser falta de informação - mas quem escolhe os nomeados tem de saber o que se passa na moda - ou racismo." E deixa a questão para "as pessoas responderem": "Por que é que um dos melhores modelos da actualidade não está nomeado? A maioria dos que fizeram sucesso global são luso-africanos. Porque não ganham prémios?"

 

Noticia do Público
 

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Função pública com tolerância de ponto a 24 e 31 de Dezembro

Função pública com tolerância de ponto a 24 e 31 de Dezembro

O Governo decidiu dar tolerância de ponto aos funcionários públicos a 24 e 31 de Dezembro, durante todo o dia.

 

O Governo decidiu esta quinta-feira dar tolerância de ponto aos funcionários públicos na véspera de Natal e de Ano Novo durante todo o dia.

 

“Relembro que a prática das tolerâncias de ponto é dar o dia 24 por inteiro e a tarde do dia 31”, frisou Luís Marques Guedes, secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros. Contudo, acrescentou, como o Natal e o Ano Novo são a uma terça-feira, não faria sentido determinar tolerância de ponto apenas na tarde de dia 31.

 

“Em 2007 [o último ano em que o Natal e o Ano Novo calharam a uma terça-feira], a decisão foi também dar o dia 31 por inteiro”, justificou.

 

Já este ano, o Governo escusou-se a dar tolerância à função pública na terça-feira de Carnaval, uma decisão que causou muita polémica.

 

Noticia do Público
 

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Quarta-feira, 28.11.12

Alicia Keys em Junho em Portugal

Alicia Keys em Junho em Portugal

Em 2013, Alicia Keys dará pelo menos vinte concertos na Europa com o novo álbum, o quinto de originais, que conta com a participação de Emile Sande, Maxwell e Miguel.


Alicia Keys, que tem 31 anos, teve um começo de carreira auspicioso, quando o álbum de estreia, "Songs in A minor", lançado em 2001, lhe rendeu cinco prémios Grammy e 12 milhões de cópias vendidas em todo o mundo.

 

A par da música, através da qual fala de amor e da emancipação das mulheres, Alicie Keys tem participado como actriz no cinema e na televisão.

 

Os bilhetes para o concerto em Lisboa estarão à venda a 01 de dezembro.


Retirado do HardMúsica

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Cascais Table Week, uma sugestão atractiva

Cascais Table Week, uma sugestão atractiva


Cascais Table Week, uma sugestão atractiva

O Cascais Table Week é um desafio aos melhores restaurantes de Cascais para criarem uma ementa onde sejam incluidos os produtos locais como polvo ou o peixe, cruzando-os com os produtos da época, reforçando, assim a necessidade de sustentabilidade das populações e a singularidade de cada local. 

O menu será composto por uma entrada, prato principal e sobremesa pelo valor de 20 euros. 

O Cascais Table Week, que decorre de 27 de Novembro a 04 de Dezembro, é um evento promovido pela Câmara Municipal de Cascais.

 

Cascais sempre foi um destino com grande oferta turística ligada ao mar. A sua gastronomia e produtos, são reconhecidos e procurados por quem nos visita.

 

Esta iniciativa, para além de tudo o mais, esta iniciativa promove a responsabilidade social dos restaurantes aderentes que, ao participar no Cascais Table Week, se comprometem a entregar cem euros a uma instituição de solidariedade social do Concelho, neste caso as Conferências Vicentinas de Cascais.

 

Ainda no âmbito desta iniciativa, a organização assegura aos restaurantes participantes um cabaz de produtos que pode ser objecto de venda regulamentada, bem como formação profissional de serviço de vinhos, recepção e atendimento do cliente ou outras áreas a definir de acordo com as necessidades.

 

Retirado do HardMúsica

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Platini admite mudar formato das competições europeias em 2015

Platini admite mudar formato das competições europeias em 2015

Platini é irredutível na sua oposição à tecnologia no futebol GABRIEL BOUYS/AFP

 

Presidente da UEFA reconhece também que recurso a imagens vídeo para ajuizar o fora-de-jogo “poderia” ser útil.

 

A UEFA está a reflectir sobre uma reforma ao formato das competições europeias para 2015, admitiu o presidente Michel Platini, que não excluiu a ideia de suprimir a Liga Europa e alargar a Liga dos Campeões.

“Há uma reflexão em curso para determinar que forma terão as competições europeias entre 2015 e 2018. Estamos a discutir e será tomada uma decisão em 2014. Para já ainda nada está decidido”, disse o dirigente da UEFA, numa entrevista que será publicada quarta-feira pelo Ouest-France, questionado sobre uma possível Liga dos Campeões a 64 equipas. Actualmente, 32 emblemas participam na fase de grupos da Liga dos Campeões, num formato que entrou em vigo em 1999-2000. A Taça UEFA, criada em 1971, foi rebaptizada como Liga Europa em 2009-2010.

 

Platini, presidente da UEFA desde 2007, não se mostrou preocupado pela eventual criação, por parte dos clubes mais poderosos, de uma prova concorrente da Liga dos Campeões. “É uma questão que surge regularmente, mas que não me inquieta. Não vejo como isso poderia funcionar fora do enquadramento da UEFA. Quem arbitraria os jogos? Em que estádios jogariam? E será que as pessoas querem uma prova assim? Não creio”, afirmou o francês.

 

Vídeo “poderia” ser útil no fora-de-jogo


Tradicionalmente um opositor dos meios tecnológicos auxiliares da arbitragem, Michel Platini admitiu também que as imagens de vídeo “poderiam” ser úteis para ajuizar o fora-de-jogo, sem no entanto acreditar que tal venha a ser uma realidade. “Existe apenas um aspecto complicado, para o qual poderíamos necessitar do vídeo, e digo poderíamos, que é o fora-de-jogo. Porque é muito difícil para os árbitros ajuizarem. E, porém, seria necessário ter uma câmara no elemento que carrega no botão, para saber o momento em que a bola parte. Por isso não acredito. O resto é interpretação: falta ou não, linha de golo, não é muito difícil”, disse Platini.

 

O presidente da UEFA tem-se mostrado reiteradamente contrário a toda a tecnologia de linha de golo, que será experimentada pela FIFA, pela primeira vez em competição, durante o Mundial de clubes no Japão, entre 6 e 16 de Dezembro. Platini considerou que as equipas de cinco árbitros estabelecidas pela UEFA “provaram” a sua utilidade.

 

“O senhor Blatter [presidente da FIFA] diz que é caro ter cinco árbitros. Nas competições da UEFA, se quisermos aplicar tecnologia na linha de golo, nada mais, isso custaria 32 milhões de euros no primeiro ano e 54 milhões em cinco épocas. Os árbitros custam-nos 2,3 milhões. As contas são fáceis de fazer”, vincou.

 

“Como já disse, [a utilização de imagens vídeo] vai contra a natureza do jogo. E utilizar tecnologia na linha de golo é a porta de entrada para o vídeo no futebol, de uma forma mais geral. Sou contra isso”, frisou Platini.

 

O dirigente da UEFA declarou também a sua oposição à tripla penalização (penálti, cartão vermelho e suspensão) por uma falta na área que anule um lance de golo. “Sim, sou totalmente contra. E também o são todas as comissões de futebol, FIFA e UEFA. Na área, cartão amarelo e penálti é suficiente. É o International Board [organismo responsável pelas regras do jogo] que não quer mudar. Mas isso deverá evoluir. Estamos a caminhar para a abolição dessa regra”, concluiu.

 

Noticia do Público

publicado por olhar para o mundo às 08:36 | link do post | comentar

O DIA EM QUE AS GRADES DO PARLAMENTO NÃO FORAM DERRUBADAS

Manifestação pacifica frente ao parlamento

Era a primeira grande manifestação após a violenta carga policial de 14 de novembro. A CGTP juntava milhares de pessoas frente à Assembleia da República para afirmar o seu voto contra o Orçamento do Estado para 2013. Talvez tenha sido porque tudo aconteceu em poucas horas e antes de almoço que não houve espaço para incidentes.

Os responsáveis pela organização do protesto marcaram presença junto das grades e por lá ficaram até à desmobilização completa. Falaram com jovens e até pediram a um grupo de palhaços para só aparecer no protesto depois de concluídos todos os discursos da praxe. Desta vez as grades do Parlamento não foram derrubadas.

E até havia gente preparada para isso. Desde logo alguns jornalistas, que apareceram com capacetes e coletes identificadores (pelo menos dois casos, curiosamente de repórteres ligados a agências internacionais, a Reuters e a Associated Press). Mas desta vez as grades do Parlamento não foram derrubadas.

Protesto da CGTP acabou o mais rápido possível e nem uma ação de palhaços serviu para perturbar a PSP. Será assim na quinta-feira com os estivadores?O protesto começou cedo, pelas 10h, precisamente quando os deputados iniciaram os trabalhos. Enquanto o grosso dos manifestantes se reunia em três pontos distintos (Largo do Rato, Santos e Jardim da Estrela), alguns agricultores iniciavam os protestos à chuva à frente do Parlamento. Exibiam azeite, vinho, leite e pão enquanto se queixavam de Assunção Cristas.

Arménio Carlos acompanha o cortejo que partia do largo onde fica a sede do Partido Socialista. E com ele trouxe milhares de pessoas (também os Homens da Luta, que ajudavam a animar a malta). Entre lemas batidos e cânticos de «gatunos», sucederam-se os discursos e a informação de que estão marcadas mais duas grandes manifestações: a 8 de dezembro no Porto e a 15 do mesmo mês em Lisboa, com trajeto entre Alcântara e o Palácio de Belém.

Antes do OE2013 ser aprovado já a CGTP tinha cantado a Internacional e o hino nacional, dando como concluída a «jornada de protesto» e desejando um «bom regresso a casa». A preocupação de evitar incidentes era visível e tanto cuidado permitiu que tudo acabasse sem qualquer problema.

O único momento de tensão ocorreu quando poucas dezenas de pessoas estavam no largo e o tal grupo de palhaços decidiu entrar na dependência de um banco. A PSP teve o seu momento de ação (o único) e mobilizou o impressionante contingente de... cinco agentes para resolver o problema sem qualquer recurso à força. O exército de palhaços, aliás, não procurou o confronto, pois para lutar trouxe apenas bombos e almofadas.

No final, o Orçamento mais violento do pós-25 de Abril de 74 foi aprovado, as pedras da calçada não foram removidas e as grades do Parlamento não foram derrubadas.

Será assim na quinta-feira com o protesto internacional de estivadores?

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