Sexta-feira, 31.05.13

Cacilheiro "Trafaria Praia" já está em Veneza

"Trafaria Praia" já está em Veneza 

O projecto "Trafaria Praia", de Joana Vasconcelos, que representa Portugal na Bienal de Veneza deste ano, abre ao público de 01 de Junho a 24 de Novembro. 


Comissariado por Miguel Amado, "Trafaria Praia" é um simples cacilheiro que se trnsformou em pavilhão flutuante e obra de arte.

 

O "Trafaria Praia" estará ancorado na Riva dei Partigiani, junto à paragem de vaporetto, o autocarro de Veneza, dos Giardini, e circulará na Lagoa de Veneza duas vezes por dia, pelas 10:30 e e nas tardes pelas 16:00.

 

Estará aberto ao público de terça a domingo, das 10:00 às 18:00.

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Quinta-feira, 30.05.13

Acabou-se a novela, Jorge Jesus assinou por mais duas épocas

Jorge Jesus assinou por mais duas épocas

Depois de alguma expeculação, Jorge Jesus vai continuar à frente da equipa do Benfica por mais duas épocas.

 

O treinador português, Jorge Jesus, renovou contrato com o Benfica por mais duas épocas e o mesmo salário, avança a Rádio TSF.

 

O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, já tinha mostrado abertura para renovar contrato com o técnico português por duas temporadas, mais uma de opção, e nem a oposição de vários elementos da SAD encarnada para não renovar com treinador demoveu o dirigente encarnado em dar o seu voto de confiança ao projeto de Jorge Jesus para o futebol do Benfica.

 

Segundo o diário O Jogo, treinador e presidente já estão a preparar a nova época do Benfica e a reformulação da estrutura do futebol encarnado, onde Jorge Jesus pretende ter plenos poderes e mais influência junto da equipa B com o técnico da sua confiança.

 

Quem estará de saída do Benfica é o diretor geral do futebol encarnado António Carraça, avança o semanário Expresso. Com esta saída, Jorge Jesus reforça a sua posição na estrutura do futebol do Benfica.

 

A oficialização da renovação de Jorge Jesus deverá acontecer na próxima semana.

 

Retirado do Sapo Desporto

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Ricardo Araújo Pereira ganha Grande Prémio da Crónica

Ricardo Araújo Pereira ganha Grande Prémio da Crónica


O livro Novas Crónicas da Boca do Inferno valeu ao autor-actor o Grande Prémio da Crónica atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores em parceria com a Câmara Municipal de Sintra.

 

O prémio, no valor de cinco mil euros, foi atribuído “por unanimidade” por um júri constituído pelos escritores Alice Vieira e Manuel Jorge Marmelo e pelo professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa Manuel Frias Martins.

Os jurados viram em Novas Crónicas da Boca do Inferno “um conjunto de crónicas que revela um notável tratamento da língua portuguesa, o qual, associado a um humor inteligente e mordacidade crítica, assegura a qualidade e perenidade dos respectivos textos”, diz a acta justificativa do prémio.

O livro de Ricardo Araújo Pereira foi publicado em Novembro de 2009 pela Tinta da China e reúne crónicas semanais publicadas pelo autor-actor na revista Visão, entre 2007 e 2009 – o prémio da APE dizia respeito as obras lançadas em 2009 e 2010. Uma primeira edição de crónicas do autor, com o título Boca do Inferno, tinha já sido publicada pela mesma editora em 2007. Também na Tinta da China, o comediante editou uma selecção de guiões do seu programa radiofónico Mixórdia de Temáticas.

Ao Grande Prémio da Crónica da APE/CMS concorreram 21 títulos, tendo o júri seleccionado quatro que entraram na disputa final. Foram eles, para além do de Ricardo Araújo Pereira, As Vidas dos Outros, de Pedro Mexia, O Fiasco do Milénio, de Rui Tavares, e Sermões Impossíveis, de Fernanda Câncio, todos eles também com a chancela da Tinta da China.

O prémio vai ser entregue ao vencedor “em sessão pública a realizar oportunamente”, diz o comunicado da APE, que lembra terem já sido distinguidos, neste género, os escritores Maria Judite de Carvalho, Ilse Losa, Manuel Poppe, Álvaro Guerra, Mário Cláudio, Baptista-Bastos e José Cutileiro.

Ricardo Araújo Pereira (n. Lisboa, 1974) é principalmente conhecido como comediante. Mas – lembra a biografia apresentada pela agência Lusa – começou por ser jornalista, tendo iniciado a carreira no JL – Jornal de Letras, Artes & Ideias. Passou também, como colunista, pelo Expresso e Diário de Notícias, antes da revista Visão. Entrou, depois, para as Produções Fictícias, como argumentista, tendo sido co-autor de vários programas de televisão e rádio, nomeadamente os apresentados pelo humorista Herman José (RTP e SIC).

Em 2003, Ricardo Araújo Pereira começou também a enfrentar as câmaras de televisão no programa Levanta-te e Ri (SIC), altura em que se associou a José Diogo Quintela, Tiago Dores e Miguel Góis. Nasceu aí o colectivo Gato Fedorento, que viria a participar em várias séries da SIC Radical e, mais tarde, na RTP.

Actualmente, Ricardo Araújo Pereira escreve em vários jornais e revistas, participa em programas semanais de rádio, designadamente na TSF, e noGoverno Sombra, da TVI, com Pedro Mexia e João Miguel Tavares.

 

Retirado do Público

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Dedução do IVA passa de 5% para 15%

Dedução do IVA passa de 5% para 15%

O limite máximo que cada contribuinte pode deduzir mantém-se nos 250 euros.

 

O Governo anunciou nesta quinta-feira que irá passar de 5% para 15% o valor do IVA de compras em restaurantes, reparação de automóveis, alojamento e cabeleireiros que poderá ser deduzido no IRS este ano.

 

A medida está incluída na proposta de Orçamento do Estado rectificativo aprovada nesta quinta-feira em Conselho de Ministros e altera o decreto-lei criado pelo Governo no ano passado para incentivar o pedido de facturas por parte dos consumidores. O executivo informou que só entregará o Orçamento ao Parlamento na sexta-feira.

 

O limite máximo que cada contribuinte pode deduzir mantém-se nos 250 euros, mas torna-se mais fácil atingir esse valor. Considerando compras sempre com IVA à taxa normal, com os 5% do IVA actualmente em vigor, um contribuinte teria de acumular facturas em compras com restaurantes, reparação de automóveis, alojamento e cabeleireiros num valor total de 26.740 euros, um montante superior ao rendimento anual médio de um português.

 

Agora, com a passagem para 15%, o valor de compras necessário para chegar à dedução de 250 euros passa para 8913 euros.

 

Retirado do Público

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Quarta-feira, 29.05.13

Nova orquestra para jovens e obras no auditório são as novidades da temporada da Gulbenkian

Uma renovação tecnológica, uma equipa de quatro maestros com um titular estreante, e mais uma orquestra, desta vez só com jovens músicos, marcam a próxima temporada Gulbenkian, que vai ocupar salas e igrejas em Lisboa e arredores.

 

Às 22h do próximo domingo o Grande Auditório da Fundação Gulbenkian entra em obras – sete meses para pôr de pé uma “revolução tecnológica” que, depois de concluída, deverá ser quase invisível. O regresso a casa está marcado para 15 de Fevereiro. Em palco, e sob a direcção de Joana Carneiro, os músicos da Orquestra Gulbenkian e os do mais recente projecto educativo da fundação vão encontrar-se para a Sinfonia Fantástica, de Hector Berlioz. Bem a propósito, sublinha a maestrina num pequeno filme que passou ontem em Lisboa, na conferência de imprensa de apresentação da temporada 2013/14, já que a peça do compositor francês retrata a vida de um artista qua ainda tem muito por descobrir.

 

O regresso a casa está marcado para 15 de Fevereiro. Em palco, e sob a direcção de Joana Carneiro, os músicos da Orquestra Gulbenkian e os do mais recente projecto educativo da fundação vão encontrar-se para a Sinfonia Fantástica, de Hector Berlioz. Bem a propósito, sublinha a maestrina num pequeno filme que passou na quarta-feira em Lisboa, na conferência de imprensa de apresentação da temporada 2013/14, já que a peça do compositor francês retrata a vida de um artista que ainda tem muito por descobrir.

 

A renovação do auditório, inaugurado como todo o edifício sede da fundação em 1969, é uma das grandes novidades do programa que começa com a 30.ª edição do Jazz em Agosto (dia 2) e que, devido às obras, terá metade do seu calendário de actividades disperso por diversas salas, do Centro Cultural de Belém (concertos sinfónicos) à Igreja de São Roque (concertos corais), passando pela Culturgest, a Academia de Ciências de Lisboa, o Mosteiro dos Jerónimos e até a Basílica de Mafra, onde o Coro Gulbenkian cantará pela primeira vez, num festival que reúne várias formações juvenis.

 

O coro receberá do novo maestro titular da orquestra, que se estreia a 3 de Outubro com A Criação, de Joseph Haydn, nos Jerónimos, uma atenção especial. Depois de 11 temporadas sob a direcção de Lawrence Foster, que na próxima segunda-feira passa a maestro emérito, a Orquestra Gulbenkian entra numa nova fase, liderada por Paul McCreesh. “Quando cheguei fiquei impressionado com a flexibilidade e a paixão destes músicos”, disse o maestro inglês de 53 anos a Risto Nieminen, quando o finlandês que dirige o serviço de música, regressado por momentos o papel de jornalista que desempenhou no passado, o chamou ao palco durante a conferência. “E com a especialização crescente das orquestras, é muito bom poder contar com uma equipa.”

 

McCreesh, que conduzirá a orquestra em dez concertos e numa digressão à China (Outubro), com Beethoven e compositores portugueses na bagagem, vai ocupar-se sobretudo da música coral e do reportório do século XIX, “mesmo nas suas zonas mais obscuras”. Aos três maestros convidados da sua equipa caberão outros períodos: a finlandesa Susanna Mälkki, antiga directora do Ensemble Intercontemporain, ficará com os clássicos do século XX e com o XXI; o português Pedro Neves, maestro titular das orquestras do Algarve e Clássica de Espinho, vai ocupar-se dos autores nacionais; e Carneiro será sobretudo a directora artística do Estágio Gulbenkian para Orquestra, o novo projecto pedagógico da fundação, dirigido aos estudantes de música de todo o país, entre os 17 e os 25 anos, cujas audições estão agora a decorrer.

É preciso reavaliar o papel das orquestras hoje porque elas são, também, valiosos recursos educativos

Paul McCreesh, maestro titular

McCreesh, que começou a sua carreira a dar aulas, gosta de trabalhar com jovens e ter um ensemble cujo objectivo é dar a intérpretes que estão a fazer formação superior em música uma “experiência de orquestra” pareceu-lhe a melhor forma de o fazer: “É preciso reavaliar o papel das orquestras hoje porque elas são, também, valiosos recursos educativos. É preciso pô-las a trabalhar em vários ambientes e não só com diferentes gerações de músicos profissionais, mas com diferentes gerações de amantes da música.”

 

McCreesh e Nieminen querem que esta formação, que começa o seu primeiro estágio já em Julho, depois de audições em Lisboa, Porto, Évora, Castelo Branco, Braga e Aveiro, funcione como um espaço de experimentação em estreita ligação com os músicos profissionais da casa. Isto significa que a fundação vai ter uma nova orquestra, uma espécie de ensemble-júnior de onde poderão sair músicos para a formação principal? “Não se trata de uma nova orquestra”, disse ao PÚBLICO o director do serviço de música. “O que vamos desenvolver é um projecto de educação que dá aos estudantes de música uma experiência séria essencial à sua formação.”

 

Todos os anos vão realizar-se vários estágios e, no final, a Gulbenkian conta poder reunir uma nova orquestra sinfónica, com 90 a 95 músicos. “Este é um projecto de continuidade”, assegura Nieminen, “mas não sabemos quando vai acabar”. Este modelo de formação inspirou-se no praticado pela Orquestra Gustav Mahler e pela de Jovens do Mediterrâneo, que têm dois estágios musicais por ano e onde cada músico seleccionado permanece por três ou quatro. “Aqui vai ser o mesmo. E contamos também que os músicos da nossa orquestra estejam muito presentes, como mentores dos mais novos.”

 

Joana Carneiro será a directora artística, com a colaboração de McCreesh, mas terá ainda tempo para se apresentar com regularidade ao longo de uma temporada que Risto Nieminen quis altamente diversificada e que inclui os concertos do costume, com solistas como Artur Pizarro, Grigory Sokolov, e as irmãs Labèque; as transmissões em directo e em HD da Metropolitan Opera de Nova Iorque (até Fevereiro, na Culturgest), um ciclo de Grandes Intérpretes (que terá, por exemplo, o maestro-estrela Gustavo Dudamel a dirigir A Sagração da Primavera a 6 de Abril) e encomendas a jovens compositores como Ana Seara e Daan Janssens.

 

Ainda no capítulo das encomendas, e integrado no programa em que a Gulbenkian se associa, como é já hábito, ao Teatro Municipal Maria Matos, há que destacar Two maybe more, obra que parte do universo criativo dos coreógrafos Sofia Dias e Vítor Roriz. Neste projecto que conta com música original de Pedro Moreira e em que estará envolvido o coro da fundação, o realizador e encenador Marco Martins volta a trabalhar com o escritor Gonçalo M. Tavares (6 de Setembro).

 

É também neste programa Teatro/Música que se apresenta a já muito elogiada colaboração entre os coreógrafos Anne Teresa de Keersmaeker e Boris Charmatz (Partita 2, 13 de Maio);The House Taken Over, a nova obra do compositor português Vasco Mendonça com encenação da inglesa Katie Mitchell (Maria Matos, 21 de Fevereiro), e Quartett, do italiano Luca Francesconi, uma produção do Teatro alla Scala com proposta cénica dos catalães La Fura dels Baus (1 Abril) e direcção musical de Susanna Mälkki.

 

Quartett, garante Nieminen, será “o primeiro grande teste” ao ambicioso projecto de renovação do auditório. Um projecto “praticamente invisível”, diz a administradora Teresa Gouveia. “Invisível” porque, “respeitando em absoluto o projecto arquitectónico original”, vai insidir sobretudo em aspectos técnicos. Na conferência, Celso Matias, director do programa de intervenção, e a arquitecta Teresa Nunes da Ponte fizeram referência a algumas das alterações, que passam pela melhoria da acústica e do ar-condicionado, pelo alargamento dos corredores de evacuação da sala, pela construção de novos camarotes e de um foyer multiusos no piso superior (por cima da zona do actual bar), pela instalação de cabines para filmagens e retransmissões dos concertos mais importantes e pela introdução de novos dispositivos que permitirão usar cenários mais sofisticados. Objectivo: aumentar a versatilidade do palco para permitir que a sala receba espectáculos pluridisciplinares, como a ópera.

 

“O grande auditório tem 45 anos e precisa de um rejuvenescimento técnico”, explicou Celso Matias, “os seus equipamentos estão gastos e descontinuados”. O maior desafio, admitiu, será concluir a obra em sete meses (deverá estar pronta a 31 de Dezembro). Tempo recorde para um projecto cujos custos a fundação não quer, por hora, divulgar.

 

A arquitecta salientou, por sua vez, o carácter “conservador” desta intervenção, sublinhando que não se trata de uma reconstrução, mas de um restauro, já que mexer na sede da Gulbenkian implica mexer em património nacional (o edifício dos arquitectos Ruy Jervis d'AthouguiaPedro Cid e Alberto Pessoa foi classificado em 2010).

 

Toda a equipa da fundação aguarda com expectativa o resultado dos trabalhos, admite o director do serviço de música. Risto Nieminen sabe que este é um auditório que diz muito a muita gente. “O público vai sentir que alguma coisa mudou.”

 

Retirado do Público

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EMPIRE OF THE SUN APRESENTAM NOVO ÁLBUM «ICE ON THE DUNE»

Empire of the sun


EMPIRE OF THE SUN APRESENTAM NOVO ÁLBUM «ICE ON THE DUNE» NO DIA 31 DE MAIO, NA OPERA HOUSE EM SYDNEY

ACTUAÇÃO PODE SER ACOMPANHADA EM STREAMING

 

No próximo dia 31 de Maio, todos os segredos por detrás de «Ice On The Dune» vão, finalmente, ser revelados, quando os Empire of the Sun subirem ao palco da Opera House, em Sydney, para a apresentação do seu novo álbum. O concerto vai ser transmitido em streaming, em exclusivo, no YouTube de “Live at the House”, ficando também disponível, on-demand, no mesmo canal, imediatamente a seguir à actuação. «Ice On The Dune», o segundo álbum dos Empire of the Sun, vai ser editado no próximo dia 24 de Junho.

Em 2008, dois dos mais importantes músicos e produtores australianos, Luke Steele (The Sleepy Jackson) e Nick Littlemore (Pnau), apresentaram uma visão daquilo que poderia ser uma realidade alternativa – uma aventura psicadélica pós-apocalíptica conhecida comoEmpire Of The Sun. O resultado foi o álbum «Walking On A Dream», que vendeu milhões de exemplares em todo o mundo e onde se encontravam os contagiantes singles «We Are The People», «Walking On A Dream», «Standing on the Shore», «Without You» e «Half-Mast». No caminho, tornaram-se uma força motriz no, então, efervescente movimento EDM. Seguiram-se oito prémios ARIA (incluindo Álbum do Ano), duas nomeações para os BRIT (incluindo Álbum Internacional) e muitas outras distinções.

O concerto dos Empire of the Sun pode ser acompanhado em youtube.com/liveatthehouse

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Terça-feira, 28.05.13

Manuel Serrão e o melão dos benfiquistas (Vídeo)

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Ricardo Carvalho contratado pelo Mónaco

Ricardo Carvalho contratado pelo Mónaco

O defesa central português junta-se a João Moutinho no clube francês.

 

É com um "bem-vindo", bem em português, que o Mónaco anunciou na sua página oficial na Internet a contratação de Ricardo Carvalho.

 

O defesa central português, chega ao Mónaco a custo zero, uma vez que o seu contrato com o Real Madrid, clube onde jogou nas últimas três temporadas, terminava esta época.

 

Carvalho assinou um vínculo com o clube monegasco com a duração de um ano, com outro de opção.

 

Depois do FC Porto, Chelsea e Real Madrid, Ricardo Carvalho, actualmente com 35 anos, vai jogar pela primeira vez num clube francês. "Trata-se de uma nova aventura e de um novo desafio para mim", disse o português ao site dos monegascos

 

Retirado do Público

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JACK JOHNSON ESTÁ DE VOLTA!

Jack johnson

NOVO ÁLBUM TEM EDIÇÃO AGENDADA PARA O FINAL DO VERÃO

 

O novo single de Jack Johnson, a primeira amostra do álbum que será editado pela Universal Music no final do Verão, vai chegar às rádios mundiais e a todas as lojas digitais no próximo dia 10 de Junho. O título da canção e a data de edição do novo registo de estúdio de Jack Johnson serão anunciados nas redes sociais do cantor, a 4 de Junho.

Na passada semana, na sua página oficial, Jack Johnson revelou fotografias da concepção do novo álbum, que o levou a trabalhar, mais uma vez, no seu estúdio, no Havai. A acompanhar as imagens, podia ler-se a mensagem: «Passaram quase três anos desde a edição de “To The Sea…” mas a espera terminou! Nas últimas semanas, Jack e a sua banda estiveram no estúdio Mango Tree, a trabalhar no novo álbum de estúdio, com Mario Caldato (produtor de “On and On” e ”In Between Dreams”). Fiquem atentos às próximas notícias».

Com lançamento agendado para o final do Verão, este será o sexto registo de estúdio de Jack Johnson e o sucessor de «To The Sea…», que foi editado em 2010. Cantor, compositor, surfista e filantropo, Johnson tem sido aclamado em todo o mundo pelo seu trabalho musical mas também pelo seu activismo social e ecológico. Desde a sua estreia, em 2001, com «Brushfire Fairytales», Johnson já foi nomeado para dois prémios Grammy, três Billboard e três Brit, apenas para citar alguns.

Mais informações podem ser encontradas em jackjohnsonmusic.com

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“Cantigas de uma noite de verão” em cena no Teatro da Politécnica

“Cantigas de uma noite de verão” em cena no Teatro da Politécnica


“Cantigas de uma noite de verão” em cena no Teatro da Politécnica

Num encontro que o teatro proporcionou, Andreia Bento e Pedro Casaco interpretam um texto de forma divertida e descomplexada. Numa noite quente de Edimburgo, cheia de encontros e desencontros, um homem e uma mulher dormem juntos, quando nunca o deveriam ter feito.


Franzisca Aarflot é a responsável pela encenação de obra de Greig. Depois de encenar Lua Amarela de David Greig, em Olso, a encenadora deslocou-se até Edimburgo onde se encontrou com o autor e assistiu a "Cantigas de Uma Noite de Verão" – que ele dirigiu para o Traverse Theatre. 

Um espectáculo nas palavras de Aarflot cheio de música e encantamento, com a história viciante do casal improvável Bob e Helena. "Deixei o teatro enlevada e cheia de alegria, e pensei: quero fazer Cantigas de Uma Noite de Verão do David com o Pedro e a Andreia!"

 

"Cantigas de uma noite de Verão" é uma peça onde o som da guitarra é a banda sonora. É um texto com palavrões, para pessoas com mais e menos de 35 anos. Fala de amor, de sexo, sexo e mais sexo. Tem a ousadia de nos fazer pensar no sentido da vida e no verdadeiro significado de amarmos alguém. Embala-nos numa viagem pelas ruas de Edimburgo e o texto sobressalta-se entre a narração e a canção de uma forma inusitada que surpreende o espectador.

 

Andreia Bento e Pedro Casaco são o casal de serviço. Mau sexo e ressaca marcam as primeiras horas após se conhecerem numa noite de verão chuvosa na capital escocesa. Miguel Fevereiro é o responsável pelos efeitos e pela "banda" que interpreta ao vivo através de uma guitarra na mão.

 

David Greig, dramaturgo e encenador de "Cantigas de uma noite de Verão", - num artigo de Susan Mansfield editado em 1999- , falou da peça. "Acima de tudo é uma comédia romântica. Queria escrever algo que reflectisse não um romance cheio de sacarina, mas um romance genuíno e real". 

Para Greig, "Se um musical tem uma dúzia de actores, nós temos dois. Se um musical tem uma orquestra, nós temos guitarras acústicas. Os musicais têm pessoas que voam como que por magia, nós temos vôos… mas são coisas que os actores puxam. Tem todos os ingredientes de um musical, mas em miniatura".

Numa peça que usa a música como máquina do tempo que faz avançar a acção, a vida é representada em quatro estações do ano, em que o verão marca o fim da juventude e a meia-idade está já ao virar da esquina. Fala na fuga do amor, mas na necessidade de nos entregarmos a ele em algum momento da vida. Greig define bem a sensação dos 35. "É sobre aquele momento da tua vida , em que te perguntas, - é só isto?". Citando Shakespeare. "O amor não faz bem, mas às vezes é o que te convém".

 

Inserida nas Festas de Lisboa, a peça tem entrada livre entre o dia 29 de Maio a 20 de Junho. Estará em exibição às terças e quartas às 19:00; quintas e sextas às 21:00 e sábado às 16:00 e 21:00. Absolutamente imperdivel!

 

Retirado do HardMúsica

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