Sexta-feira, 31.01.14

Elton John «Goodbye Yellow Brick Road» reeditado a 24 de Março

Elton John  «Goodbye Yellow Brick Road» reeditado a 24 de Março

 

Elton John

«Goodbye Yellow Brick Road»
reeditado a 24 de Março

Edições deluxe incluem versões de Ed Sheeran, Miguel, John Grant, Emeli Sandé entre outros


 

«Goodbye Yellow Brick Road», o inovador álbum apresentado, em 1973, por Elton John, foi remasterizado e vai conhecer nova vida, em CD, vinil, edição limitada em vinil amarelo e Box-Set, composta por CD com o registo de «Live At Hammersmith 1973», um DVD do filme de Bryan Forbes, «Elton John and Bernie Taupin Say Goodbye To Norma Jean and Other Things», de 1973, além de um livro de 100 páginas e capa dura, que revela fotografias raras, memorabilia e novos textos, entre os quais entrevistas com Elton John e Bernie Taupin. As edições Deluxe e  Box-Set incluem, ainda, uma colecção de versões novas de clássicos.

 

Foi este o álbum que criou uma verdadeira super-estrela. Foi a edição deste disco-duplo, «Goodbye Yellow Brick Road», que consagrou Elton John. Vendeu 31 milhões de exemplares. Nos EUA, o álbum passou oito semanas no nº1 e foi sete vezes Platina. É nele que se pode encontrar o maior sucesso de Elton John e do seu parceiro de escrita, Bernie Taupin: «Candle In The Wind». O disco foi, ainda, incluído na listagem da revista Rolling Stone dos 100 Melhores Álbuns de Todos Os Tempos.

 

O eterno legado de «Goodbye Yellow Brick Road» mantém-se e muitos são os novos artistas que têm vindo a referir a importância que o álbum teve nas suas carreiras. Por isso, nomes como o vencedor de um prémio BRIT, Ed Sheeran («Candle In The Wind»), a sensação do R&B, Miguel («Bennie And The Jets») ou a banda rock, Fall Out Boy («Saturday Night’s Alright For Fighting») acrescentam as suas próprias interpretações destes clássicos, num disco-extra, composto por versões sensacionais. Gravado sob a batuta do produtor Peter Asher, a contínua influência de Elton e Bernie, em cantores actuais de R&B, soul ou rock, só prova aquilo que todos já sabiam: o seu brilho nunca perdeu intensidade.

 

Saiba mais aqui.

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Quinta-feira, 30.01.14

Violetta: disco atinge o Galardão de Platina

Violeta

 

Violetta: disco atinge o Galardão de Platina

O disco da cantora Violetta acaba de atingir o Galardão de Platina. Violetta é actualmente a principal estrela de uma das séries de maior sucesso do Disney Channel e o respectivo disco está há várias semanas no Top de Vendas em Portugal.

 

O disco foi editado em Portugal a 18 de Novembro e conta com 14 temas e 5 vídeos inéditos das músicas “En mi mundo", "Te creo", "Voy por ti", "Juntos somos más" e "Entre tú y yo".

 

A série conta a história de uma rapariga que regressa à sua cidade natal, Buenos Aires, após alguns anos a viver na Europa. Aí encontra amigos leais, descobre o verdadeiro amor e uma paixão pela música.

 

Este sucesso foi alcançado inicialmente na América Latina, Itália, Espanha, França, sendo que na Argentina atingiu a dupla platina.

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Praxes "Nós pagamos o passaporte para a morte dos nossos filhos"

Nós pagamos o passaporte para a morte dos nossos filhos

Há 12 anos, Maria Macedo passava por uma dor semelhante àquela que os pais dos seis estudantes que morreram na praia do Meco estarão a sentir. O seu filho, Diogo, de 22 anos, perdeu a vida depois de uma noite de praxes na Tuna da Universidade Lusíada, em Famalicão. Ao Diário de Notícias esta mãe, que continua de luto, diz não ter ainda desistido de encontrar os culpados para tão trágico desfecho.

“É um reviver de um filme que passa todos os dias pela minha cabeça”. Assim descreve Maria Macedo, em entrevista ao Diário de Notícias, a forma como tem acompanhado a tragédia do Meco. Afinal, há 12 anos passava sensivelmente pela mesma devastadora experiência dos pais dos seis alunos que morreram no passado mês de dezembro. O seu filho Diogo, de 22 anos, perdeu a vida após uma noite de praxes na Tuna da Universidade Lusíada, em Famalicão.

Naquele dia de outubro, de 2001, Diogo até já estava de pijama, em casa, quando recebeu um telefonema que lhe traçaria o destino. Acabou por sair. “Só vou à tuna resolver a minha vida”, justificou, então, aos pais. Estas viriam a ser as últimas palavras que lhes haveria de dirigir.

 

Maria Macedo conta ao Diário de Notícias que também naquela altura se ergueu um muro de silêncio sobre o sucedido.

 

Aos pais dos estudantes que morreram no Meco, que considera ser ainda muito cedo para terem acordado face à realidade que os circunda e circundará daqui para a frente, esta mãe deixa o conselho: “Lutem para que se faça justiça. Responsabilizem a faculdade”. Porém, reconhece, “não será fácil. Até porque vê-se que a faculdade está a cozinhar com os alunos. O mesmo que me fizeram a mim. Exatamente igual”.

 

E, desabafa: “Nós, pais, pagámos o passaporte para a morte dos nossos filhos. Nós andamos anos a pagar o passaporte para a morte dos nossos filhos. Eles [instituições de ensino superior] só veem números, não veem a parte humana”.

 

Para Maria, que assegura, nunca desistirá de descobrir a verdade, não há duvidas. As praxes são “um crime público”, havendo, contudo, “uma falta de vontade política para resolver isto. Porque há muitos interesses”.

 

retirado de Notícias Ao Minuto

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Quarta-feira, 29.01.14

Carta de uma filha lésbica ao pai milionário e inconformado

Carta de uma filha lésbica ao pai milionário e inconformado

Cecil Chao, um multimilionário de Hong Kong, oferece 90 milhões de euros ao homem que conseguir conquistar o coração da sua filha.

 

O que faria se fosse uma mulher lésbica e felizmente casada e o seu pai oferecesse dinheiro a um homem para a convencer a casar-se com ele? Gigi Chao escreveu uma carta: “Irei sempre perdoar-te por pensares como pensas porque te conheço e sei que estás a fazer isto a pensar no meu bem. Mas no que diz respeito a relações afectivas, as tuas expectativas não são coerentes com a minha realidade”.

 

A carta aberta ao pai foi publicada na terça-feira nos dois principais jornais de Hong Kong, a região da China onde moram Gigi e o pai, Cecil Chao, o empresário do imobiliário e da construção de navios multimilionário inconformado com a opção sexual da filha. Em Abril de 2012, quando Gigi se casou em França — os casamentos gay não estão legalizados em Hong Kong e só desde 1991 a homossexualidade foi descriminalizada —, com a namorada, Sean Eav, o pai deu um passo arriscado. Ofereceu dinheiro ao homem que conseguisse casar-se com a filha.

 

Na semana passada, Cecil Chao ofereceu 90 milhões de euros, duplicando o valor inicial do que diz ser “um dote”. “Não me interessa se [o homem] é rico ou pobre. A minha única preocupação é que tenha bom coração”, disse o pai aoSouth China Morning Post. Antes, já tinha sugerido que Gigi gostava de mulheres porque não lhe tinha aparecido um homem aceitável. “Do que ela precisa é de um bom marido.”

 

Cecil, de 77 anos, explicou que não quer obrigar a filha a casar-se com um homem escolhido por ele. Os jornais de Hong Kong dizem que chegou a fazer entrevistas a homens candidatos (apareceram 22 mil interessados), e que duplicou o "dote" porque o tempo está a passar sem progressos.

Se nas primeiras declarações Cecil parecia não aceitar a sexualidade da filha, as que fez agora, nas vésperas de aumentar a "recompensa", têm uma leitura dúbia. "Não quero interferir na vida privada da minha filha. Mas desejo que tenha um bom casamento e que tenha filhos e que herde os meus negócios", disse o pai.

Gigi, numa entrevista recente, também levantara a possibilidade de poder existir um homem na vida dela, caso ela se desse bem com ele e este doasse "muito" dinheiro à organização de caridade dela. "E desde que ele não se importasse que eu já fosse casada", disse, revelando ainda que recebeu muitas chamadas telefónicas de homens que resumiam a conversa a uma frase: "Quero tornar-me milionário".

 

Os 90 milhões de euros fizeram Gigi reaparecer nas capas dos jornais chineses, europeus, americanos, pelas razões erradas. E a empresária decidiu que já bastava. Não quer ver o seu casamento tratado como um fait divers e em textos que nem sempre têm o melhor dos tons. A mulher, empresária de 33 anos (e socialite, é figura habitual das festas de Hong Kong e não só), decidiu responder ao pai.

 

Já tinha feito declarações, antes da carta. Esta, por exemplo: “Eu sei que ele me ama, mas é de outro tempo e é-lhe difícil perceber a questão LGBT [lésbicas, gays, bissexuais e transgénero]. Quando estamos a trabalhar, trabalhamos, quando estamos em casa, abraçamo-nos e dançamos... concordamos em discordar na questão do que é um casamento e uma família”, disse Gigi.

 

statu quo que pensara ter atingido, porém, não existia e os 90 milhões de euros vieram provar que Cecil Chao não o aceita e não desiste.

 

Gigi Chao ignorou as opiniões nos media — houve quem acusasse o pai de estar a vender a filha. Ultrapassou a palavra “dote”, de que não gostou: “Estou preocupada com a utilização da palavra num país asiático, quando é sabido que os ‘dotes de morte’ constituem um problema de direitos humanos na Índia”. (Anualmente morrem na Índia centenas de mulheres recém-casadas, assassinadas pelos maridos ou família destes — outras cometem suicídio devido aos maus tratos — que pretendem ficar com os dotes mas não com a mulher.) E, na carta, volta a deixar claro que gosta do pai.

 

Nem sequer lhe pede para aceitar a sua mulher. “Não espero que sejam bons amigos.” Apenas deseja que o pai trate Sean Eav “como um ser humano normal e que merece ser tratado com dignidade” — “Isso significaria tudo para mim.” "Amo a minha parceira, Sean, que me trata bem, cuida de mim, certifica-se de que me alimento, de que tomo banho todos os dias e de que estou confortável, e que em geral faz de mim uma rapariga feliz. Ela é parte da minha vida e eu sou uma pessoa melhor por causa dela."

 

Também pede desculpa ao pai por, de alguma forma, o ter levado a pensar que se casara com uma mulher por não existirem “homens bons e dignos em Hong Kong”. Não é disso que se trata, tenta dizer-lhe. “Irei sempre perdoar-te por pensares como pensas”, escreve Gigi Chao, que por conhecer o pai deixa também a ideia de que um dia, mais longínquo do que próximo, talvez Cecil entenda a homossexualidade e esta filha (tem três, de mulheres diferentes com quem viveu ou namorou mas com quem nunca se casou). Diz que “há muitos bons homens”, só “não são” para ela, e despede-se: “Pacientemente tua”, Gigi.

 

Retirado do Público

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LADY GAGA ACTUA EM PORTUGAL EM NOVEMBRO

Lady Gaga

 

LADY GAGA ACTUA EM PORTUGAL
EM NOVEMBRO

A CANTORA APRESENTA “ARTPOP”
NO MEO ARENA

 

 

Depois de visitar Portugal em 2011 com um concerto esgotado, a norte-americana Lady Gaga está de volta, com um concerto no MEO Arena, a 10 de Novembro. Desta vez, a cantora vem apresentar o novo disco, “ARTPOP”, que conta com os singles "Applause" e "Do What U Want".

 

Lady Gaga editou o seu primeiro registo de estúdio, “The Fame”, em 2008 e vendeu mais de 15 milhões de cópias. O seu percurso na indústria musical já lhe valeu diversos reconhecimentos, entre os quais cinco prémios Grammy, de entre 15 nomeações, e 13 MTV Video Music Awards – um novo recorde –, além de ter vendido cerca de 24 milhões de álbuns e 90 milhões de singles em todo o mundo.

 

“ARTPOP” foi lançado em Portugal com o apoio da Rádio Nova Era, e está disponível em todas as lojas e plataformas digitais. O preço dos bilhetes para o concerto de Novembro ainda não foi revelado.

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Terça-feira, 28.01.14

RIP Pete Seeger

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Garrett "em versão rock" regressa ao Mosteiro São Bento da Vitória

Garrett

 

"Madalena" será Garrett em versão rock de 01 a 14 de Fevereiro, no Mosteiro de São Bento da Vitória no Porto.


Após o sucesso da estreia de "Madalena", em 2013, o Teatro Nacional São João decidiu colocar de novo em cena a obra "Frei Luís de Sousa", de Almeida Garrett, sob um novo olhar.

Com encenação de Jorge Pinto, e produção do Ensemble – Sociedade de Actores, o espectáculo estreia pelas 21:30 do dia 01 de Fevereiro, no Mosteiro São Bento da Vitória, no Porto, e estará em cena até dia 14 de Fevereiro.


Considerada uma obra-prima da dramaturgia portuguesa, a peça original de Garrett retrata a sociedade do séc. XVI, partindo do caso concreto de D. Madalena de Vilhena, interpretada na peça do Ensemble por Emília Silvestre, que recentemente protagonizou "Ah! Os Dias Felizes", de Beckett. 

Esta mulher, cujo marido, D. João de Portugal, é dado como morto na Batalha de Alcácer Quibir, volta a casar ao fim de sete anos de espera.

Mesmo sem provas reais do desaparecimento do esposo, D.Madalena assume a união com D. Manuel de Sousa Coutinho da qual nasce a filha, Maria, uma criança fragilizada pela tuberculose.

 

D. Madalena vive aterrorizada com a possibilidade do regresso de D. João de Portugal, sofrendo de pesadelos e premonições, numa clara alusão a uma cultura que carregando uma culpa do passado a impede de viver o presente e olhar o futuro.


Para tal contribui a acusação silenciosa de Telmo Pais o aio de D. João de Portugal. Esta obssessão e ansiedade permanentes impedem-na de reconhecer a verdadeira identidade do Romeiro, cuja aparição conduz ao final trágico da peça.


Em "Madalena", Jorge Pinto optou por criar um espaço de identificação com um público mais jovem, até pelo facto de ser uma das obras que integra o Plano Nacional de Leitura. 

Também, por este motivo, a peça possui uma atmosfera gore, patente nos figurinos, e que é complementada pela forte componente musical, da responsabilidade de Ricardo Pinto, que alude a contornos rock e noise. 

O espectáculo estará em cena dias 03 e 10 de Fevereiro (segundas-feiras), pelas 15:00. De 04 a 07 e de 11 a 14 de Fevereiro, estão agendadas sessões duplas, às 15:00 e às 21:30. O preço da entrada é de 12 euros.

 

Retirado do HardMúsica

publicado por olhar para o mundo às 22:17 | link do post | comentar

Teatro - "Gisberta" em cena no Rivoili no Porto

Gisberta
Oito anos depois da sua morte, "Gisberta" sobe ao palco do Rivoli Teatro Municipal, no Porto, a partir de 30 de Janeiro e até 16 de Fevereiro.

A peça, um monólogo escrito e encenado por Eduardo Gaspar e interpretado por Rita Ribeiro, estreou-se no ano passado no Teatro Rápido, em Lisboa, sendo depois alargada a uma obra com cerca de uma hora e tendo já recebido distinções como um prémio Média da Rede Ex-Aequo. Eduardo Gaspar disse à Lusa que há uma "grande vontade" em chegar ao Porto, porque está "muito curioso para saber a resposta do público em relação a este trabalho", que imagina a mãe de Gisberta, sem-abrigo morta em Fevereiro de 2006 por um grupo de menores depois de sofrer agressões ao longo de vários dias, tendo o corpo sido encontrado submerso no fosso de um prédio inacabado, no Campo 24 de Agosto."Achei interessante poder abordar este tema, não só do assassinato, como da relação da mãe, que é uma relação fictícia porque não sei qual era a relação da mãe da Gisberta com ela, que inicialmente era um menino, mas sempre desconfortável com o seu corpo e a sua identidade e como é isso para uma mãe, a dificuldade em aceitar essa realidade que é tão complexa e eu sempre [me] engasgo um pouco para falar porque é tão complexo que tenho medo de dizer alguma besteira", reconhece Eduardo Gaspar.

O autor do texto e encenador lembra que se trata de um caso que não é único e que se situa num entorno de "desrespeito e de falta de amor".

Eduardo Gaspar destaca a actualidade do espectáculo e constata que há um "ódio que ainda existe dentro das pessoas", mesmo que pareça que não, dando o exemplo das redes sociais."A gente vê quanto preconceito ainda existe, o quanto as pessoas ainda estão imbuídas desse ódio, dessa revolta", lamenta o encenador de "Gisberta".

A peça vai estar em cena no Rivoli entre a próxima quinta-feira e 16 de fevereiro, às sextas-feiras e aos sábados pelas 21:30 e aos domingos pelas 18:00.
Retirado do HardMúsica

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Segunda-feira, 27.01.14

Lorde vence dois Grammys com “Royals”

Lorde
Lorde vence dois Grammys com “Royals”



A neozelandesa Lorde atingiu ontem um novo ponto alto da sua jovem carreira ao levar para casa dois Grammys: Música do Ano e Melhor Performance Pop a Solo.

 

O single “Royals” venceu estas duas categorias e continua em grande força nas rádios portuguesas e nas principais tabelas de downloads e streaming.

 

Lorde estava também nomeada para Álbum do Ano e Melhor Álbum Pop, categorias que foram arrebatadas pelos Daft Punk e por Bruno Mars, respectivamente.

publicado por olhar para o mundo às 22:35 | link do post | comentar
Domingo, 26.01.14

Beatles vão ser homenageados nos Grammys, Macklemore e Ryan Lewis lideram nomeações

Beatles vão ser homenageados nos Grammys, Macklemore e Ryan Lewis lideram nomeações

As maiores estrelas da música reúnem-se no domingo nos prémios Grammy, numa cerimónia em Los Angeles que homenageará os Beatles e na qual a dupla de Macklemore e Ryan Lewis aparece como favorita.

O rapper Macklemore e o produtor Ryan Lewis lideram todas as apostas como vencedores de Revelação do Ano e Álbum do Ano por "The Heist", de acordo com a crítica especializada e o aplicativo de música Shazam, que baseia as suas previsões na preferência do público.

Já a grande favorita para Gravação do Ano (que premia a interpretação de uma canção) é a neozelandesa de 17 anos Lorde, que interpreta o sucesso "Royals".

Outros favoritos na disputa são Robin Thicke (que co-protagonizou com Miley Cyrus o "twerking" de agosto do ano passado), Pink, Taylor Swift e os Daft Punk.

Tendo em conta as suas nove nomeações, Jay-Z lidera a disputa, embora não esteja selecionado para nenhuma das categorias principais.

Já Kendrick Lamar e a dupla entre Justin Timberlake e Pharrell Williams compartilham com Macklemore e Ryan Lewis o segundo lugar, com sete nomeações cada um.

Para a categoria Álbum do Ano, além das produções de Taylor Swift e de Macklemore e Ryan Lewis, concorrem "Random Access Memories", dos Daft Punk, "Good Kid, M.A.A.D City", de Lamar, e "The Blessed Unrest", de Sara Bareilles.

Como Gravação do ano, "Royals", de Lorde, tentará superar "Get Lucky", dos Daft Punk, "Radioactive", dos Imagine Dragons, "Locked Out Of Heaven", de Bruno Mars, e "Blurred Lines", de Thicke.

Na Canção do Ano (que premia os compositores, e não os intérpretes) figuram "Just Give Me A Reason" (interpretada por Pink), "Royals" (Lorde), "Same Love" (Macklemore e Ryan Lewis), "Locked Out Of Heaven" (Bruno Mars) e "Roar" (Katy Perry).

Além de Macklemore e Ryan Lewis, James Blake, Kendrick Lamar, Kacey Musgraves e Ed Sheeran são os nomeados para Revelação do Ano.

Os sobreviventes dos Beatles Paul McCartney e Ringo Starr vão receber o prémio por trajetória artística como celebração do 50º aniversário da primeira apresentação do "Fab Four" na televisão americana.

Taylor Swift, Imagine Dragons, John Legend, Keith Urban, Daft Punk, Katy Perry, Jay Z e Beyoncé também vão atuar na cerimónia.

O espetáculo verá - como é comum - parcerias que em outros contextos seriam improváveis: uma entre Daft Punk, Stevie Wonder, Nile Rodgers e Pharrell Williams, outra que une Robin Thicke e a banda Chicago ou a que junta o pianista clássico chinês Lang Lang e os Metallica. Nine Inch Nails, Queens of the Stone Age, Dave Grohl e Lindsey Buckingham partilham o palco e fecham a cerimónia.

Nomeados das principais categorias:

Gravação do ano:
"Get Lucky", Daft Punk e Pharrell Williams
"Radioactive", Imagine Dragons
"Royals", Lorde
"Locked Out Of Heaven", Bruno Mars
"Blurred Lines", Robin Thicke com participação de T.I. e Pharrell

Álbum do ano:
"The Blessed Unrest", Sara Bareilles
"Random Access Memories", Daft Punk
"Good Kid, M.A.A.D City", Kendrick Lamar
"The Heist", Macklemore e Ryan Lewis
"Red", Taylor Swift

Canção do ano (autores/compositores):
"Just Give Me A Reason", Jeff Bhasker, Pink e Nate Ruess
"Locked Out Of Heaven", Philip Lawrence, Ari Levine e Bruno Mars
"Roar", Lukasz Gottwald, Max Martin, Bonnie McKee, Katy Perry e Henry Walter
"Royals", Joel Little e Ella Yelich O'Connor
"Same Love", Ben Haggerty, Mary Lambert e Ryan Lewis

Revelação do ano:
James Blake
Kendrick Lamar
Macklemore e Ryan Lewis
Kacey Musgraves
Ed Sheeran

Interpretação vocal pop do ano:
"Brave", Sara Bareilles
"Royals", Lorde
"When I Was Your Man", Bruno Mars
"Roar", Katy Perry
"Mirrors", Justin Timberlake

Álbum pop do ano:
"Paradise", Lana Del Rey
"Pure Heroine", Lorde
"Unorthodox Jukebox", Bruno Mars
"Blurred Lines", Robin Thicke
"The 20/20 Experience - The Complete Experience", Justin Timberlake

Álbum rock do ano:
"13", Black Sabbath
"The Next Day", David Bowie
"Mechanical Bull", Kings Of Leon
"Celebration Day", Led Zeppelin
"...Like Clockwork", Queens Of The Stone Age
"Psychedelic Pill", Neil Young com Crazy Horse

 

Retirado do Sapo Música

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