Sexta-feira, 28.02.14

Teatro: Infância cinzenta

Teatro: Infância cinzenta
Woe é a peça de Edit Kaldor em cena no Teatro Maria Matos, em Lisboa, hoje e amanhã. Uma viagem pelo território de uma infância com trilhos de negligência e violência.
Em palco estão três actores adolescentes. Enfrentando o público, pedem que se recue ao longínquo território da infância. Que nos lembremos de quando tínhamos sete anos. Como era a nossa casa? A cara do nosso melhor amigo? As brincadeiras no recreio? Os pensamentos antes de adormecer? Está distante, a infância. Mas é desse período da vida que aqui se vai falar. É para o espectador compreender o que significa, por exemplo, ser vítima de negligência parental aos sete anos, que os actores pedem essa rememoração.

O quotidiano que a húngara Edit Kaldor quis retratar em Woe, em cena no Teatro Maria Matos, em Lisboa, hoje e amanhã, raramente aparece em palco, nas páginas dos livros ou nos jornais. Aqui não há uma infância feliz mas também não há abusos, há histórias - quase - banais de negligência e violência que não chegam a ser casos de polícia.

 

Foi depois de trabalhar sobre a falta de poder para controlar o que nos acontece e de como o que nos acontece nos molda que a encenadora teve a ideia para peça, lembrando-se da sua infância, olhando para o seu filho, e pensando em como a infância é determinante no que viremos a ser. Sobretudo quando as experiências são negativas. “Há vivências sobre as quais não se fala por não haver um local para o fazer. O teatro pode ser um bom lugar para falar sobre elas”, diz a encenadora ao SOL. “A negligência e a violência fazem parte da vida de muita gente. Não se pode dizer que algumas crianças sofrem abusos e que todas as outras têm uma infância perfeita e feliz”. O que interessa à criadora é a área cinzenta que está entre uma infância negra ou luminosa. “Muitas crianças são vítimas de negligência ou violência. E aquilo por que passamos na infância molda a forma como percepcionamos o mundo”.

 

Aqui fala-se de infâncias solitárias. Que fazer quando, aos sete anos, ninguém nos vai buscar à escola? Que fazer, aos sete anos, se ninguém nos prepara o almoço, se não há nada no frigorífico? Quando não se tem chave de casa e ninguém nos abre a porta e já está demasiado escuro para ir brincar para o parque infantil? Se ninguém nos consola os pânicos antes de adormecer? Se se ouve a mãe ou o pai chorar a meio da noite? A infância não é, necessariamente, um território feliz.

 

Retirado do Sol

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Terça-feira, 25.02.14

Teatro - O FASCISMO DOS BONS HOMENS

O FASCISMO DOS BONS HOMENS

 

Estreado a 18 de janeiro de 2014


O FASCISMO DOS BONS HOMENS
A partir de "A máquina de fazer espanhóis" de valter hugo mãe

o envelhecimento que fala português.
impiedoso, comovente, poético, satírico…
com desvarios amorosos.


“Quem fomos há-de sempre estar contido em quem somos, por mais que mudemos ou aprendamos coisas novas.”

As adaptações a partir de obras literárias de distintos escritores, de que resultaram muitos dos espetáculos do Trigo Limpo teatro ACERT, têm constituído uma das vertentes artísticas marcantes da sua história e traçaram ligações que perduram para além dos espetáculos criados.

A opção pela adaptação teatral dessas obras literárias, longe de se reger por critérios de “popularidade” dos autores, fica a dever-se, fundamentalmente, a um instinto natural de encanto pela teatralidade com que cada obra literária favorece a exploração de novas abordagens cénicas.

“A Máquina de Fazer Espanhóis” de Valter Hugo Mãe  passou a fazer parte do surpreendente universo encantatório. A narrativa estimulou a inventiva. A escrita revelou personagens, cujos diálogos surpreenderam pela contemporaneidade. O desafio de adaptar a obra impulsou imaginários sem desvirtuar a escrita e o imperioso suporte ficcional. Num exercício acrobático a dramaturgia foi caminhando autonomamente, ciente dos limites inultrapassáveis da escrita do autor do romance.

As personagens saíram das páginas do livro e procuraram o palco, como nova morada. A encenação andarilhou nos ajustes que a dramaturgia ia exigindo para revelar cada uma das situações vivenciadas. As leituras teatrais apuravam as tensões teatrais para que os personagens emergissem. Na sucessão de cada etapa, os atores estabeleceram afinidades com os personagens com quem passaram a pernoitar apaixonadamente. Relação carnal, emotiva e sincera. Cada idoso do lar “Feliz Idade” deu consentimento a cada intérprete para ingressar, à sua maneira, nas suas vidas sem se importunarem pela diferença de idades, mas zelosos pela autenticidade emocional das suas personalidades.

“O Fascismo dos Bons Homens” é um espetáculo conduzido por um romance que cruelmente comove, satiriza e, sobretudo, revela  o envelhecimento de todos aqueles que, proveitosa e dignamente, não abdicam de nos fazer refletir sobre as suas lembranças que, no final de contas, se mantêm arreigadas no lar “Para Todas as Idades” que habita indiscriminadamente em cada um de nós.

 

cineteatro municipal de serpa

quinta, 27 fevereiro
às 21:30

cinearte a barraca, lisboa

de 5 a 8 março
às 21:30 · sala 1

 

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Figueira da Foz dedica mês de Março à mulher

Figueira da Foz dedica mês de Março à mulher
A edição de 2014 da iniciativa Jardins de Inverno, que decorrer de 8 a 22 de Março, no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz, vai contar com cinco concertos gratuitos.

"Será um mês todo dedicado à mulher", disse hoje aos jornalistas António Tavares, vereador com o pelouro da Cultura da Câmara daquela cidade, aludindo à comemoração do Dia Internacional da Mulher (8 de março), dia inaugural dos Jardins de Inverno, com um espectáculo da cantora Susana Félix.

 

O programa dos concertos - que terão lugar sempre às 23h00 no jardim interior do CAE - inclui música ligeira, jazz, pop, fado e música tradicional: a 14 de Março actua Cristina Loureiro, que possui em curso um projecto intitulado ‘Expect Love’, revisitando temas de jazz dos anos de 1920 a 1950, e a 15 de Março o palco é dos Fura Fura, um conjunto de música tradicional oriundo dos arredores da Figueira da Foz.

 

A 21 de Março actua a jovem fadista Mariana Oliveira, 16 anos, natural da Praia de Mira, acompanhada à guitarra portuguesa por Armindo Fernandes e André Teixeira (viola).

 

Os Jardins de Inverno encerram a 22 de Março com um concerto de Sérgio Dinis & Polaroid Band, agrupamento que relembra êxitos da música portuguesa e internacional das décadas de 60, 70 e 80 do século passado.

 

Retirado do Sol

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Segunda-feira, 24.02.14

Festival Internacional de Teatro do Alentejo junta companhias de diferentes paises

Festival Internacional de Teatro do Alentejo junta companhias de diferentes paises

Segundo a organização, o Primeiro Festival Internacional de Teatro do Alentejo (FITA) vai reunir, entre 19 e 29 de Março, em Beja e Évora, 13 companhias de Portugal, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba e Espanha.


Além de espectáculos de teatro, o FITA, organizado pela companhia de teatro Lendias d'Encantar, de Beja, vai incluir uma programação paralela com sessões de café-concerto, poesia, jantares temáticos e "workshops", adiantou à agência Lusa o director artístico do festival, António Revez.

 

Através do FITA, a companhia quer oferecer "uma programação de teatro de elevada qualidade artística e condensada" e, desta forma, contribuir para a criação de públicos para o teatro e de um pólo de atraccão turística no Alentejo, explicou.


Por outro lado, disse, o FITA, que "potencia contactos e parcerias" que a Lendias d'Encantar desenvolveu com outras companhias no âmbito de participações em festivais internacionais de teatro, pretende, através da programação paralela, "fomentar o contacto das estruturas teatrais participantes entre si e com o público".


A programação do FITA para Beja inclui a apresentação, no Teatro Municipal Pax Julia, de 12 espectáculos de teatro, sete de companhias de Portugal e um de cada uma das restantes cinco estrangeiras.


Artistas Unidos, FC Produções Teatrais, Teatro O Bando, Art'Imagem, A Bruxa Teatro, Acert e Baal 17 (Portugal), Grupo Cena (Brasil), Teatro Maleza (Chile), Limiar Teatro (Espanha), Teatro Tierra (Colômbia) e Teatro D'Dos (Cuba) são as companhias de teatro que vão participar no FITA.


Da programação paralela para Beja, no Espaço Os Infantes, destaca-se os concertos de JP Simões (dia 19), do projecto Pó da Alma dos músicos Paulo Ribeiro e Jorge Moniz (dia 20), de Márcia (dia 21), de Nuno do Ó (dia 22), do grupo Nau (dia 26) e do projeto criado pela Lendias d'Encantar "Eroscópio" (dia 27).


Segundo António Revez, Évora vai receber uma extensão do FITA, que inclui a apresentação de espectáculos de teatro de quatro das companhias estrangeiras participantes.


O FITA "nasce" como parte integrante do projeto "Imaginários ao Sul", que resulta de uma parceria entre a companhia Lendias d'Encantar, a Sociedade de Instrução e Recreio Joaquim António de Aguiar e o Cine Clube da Universidade de Évora.


O projecto, financiado por fundos comunitários, inclui a realização de outros dois festivais, o FIKE - Festival Internacional de Curtas Metragens e o Raízes do Som - Festival Internacional de Música Tradicional, os quais também irão decorrer em Beja e Évora.

 

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Retirado do HardMúsica

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Fernando Mendes numa "Caixa Forte" no Teatro Villaret

Fernando Mendes numa "Caixa Forte" no Teatro Villaret

"Caixa Forte", a peça em exibição, no Teatro Villaret, com Fernando Mendes, Carla Andrino, Cristina Areia e Frederico Amaral, continuará em cena até 01 de Junho.

 

Fernando Mendes é Rogério, um segurança de um banco, que numa sexta-feira se prepara para um dia normal de trabalho ao acompanhar um casal de clientes ao interior da caixa forte.

Mas azar dos azares, minutos depois de entrarem, a porta da caixa forte fecha-se automaticamente, deixando o segurança e o casal de clientes encurralados no seu interior.

 

E a partir daqui ficamos a saber como convivem num espaço fechado e sem hipóteses de sair, de imediato, um seguranaça que gosta da vida com calma e alegria, uma rica arrogante e o seu jovem e maltratado marido.

 

Vão ter de aprender a conviver juntos e arranjar um plano que lhes permita sobreviver até segunda-feira, altura em que a porta se voltará a abrir.
Dentro da caixa forte os telemóveis não funcionam, não há maneira de contactar com o exterior, só há uma garrafa de água e o mais grave, na opinião de Rogério, não há chanfana.


Durante uma hora e meia, os três vão conhecer-se, odiar-se, discutir o canibalismo, confessar os seus pecados, arranjar maneira de ultrapassar o facto de não haver uma casa de banho, ouvir Jorge Fernando e... sobreviver.


Sobreviver à clausura e, mais difícil, sobreviver às conversas e teorias do segurança.

Com encenação de Henrique Dias, o texto é da autoria de Frederico Pombares, Henrique Dias e Roberto Pereira.

 

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Quinta-feira, 20.02.14

Lorde, Ellie Goulding e Bastille vencem BRIT Awards 2014

Lorde, Ellie Goulding e Bastille vencem BRIT Awards 2014

 

Lorde, Ellie Goulding e Bastille
em destaque nos BRIT Awards 2014


 

O epicentro da cultura pop foi ontem em Londres: os BRIT Awards voltaram a destacar os nomes mais importantes da música actual, britânica e não só.

 

Primeiro as senhoras: Lorde foi reconhecida como Melhor Artista Feminina Internacional, enquanto que Ellie Goulding venceu na categoria de Melhor Artista Feminina Britânica. E ambas mostraram porquê em palco, a neo-zelandesa Lorde partilhou o sucesso “Royals” com AlunaGeorge e os Disclosure num dos momentos mais esperados da noite. JáEllie Goulding mostrou o seu lado de percussionista em “Burn”.

 

Para completar o alinhamento de luxo, Katy Perry trouxe lasers e coreografias egípcias para mostrar o novo single “Dark Horse”.

 

O prémio de Revelação Britânica do Ano foi para os Bastille, a banda de Dan Smith que chegará a Portugal em Julho, para o Optimus Alive, e que está a fazer-se ouvir nas rádios com “Of The Night”, retirado da reedição do álbum de estreia Bad Blood.

 

E por falar em estreias, Sam Smith confirmou o seu Critics Choice Award, um prémio que já lhe tinha sido atribuído em Janeiro e que é entregue pela imprensa para aquele que acreditam ser o nome a ter em atenção em 2014: “Money on My Mind”, o primeiro single, é prova disso.

 

Actuações

 

Lorde / Disclosure / AlunaGeorge “Royals / White Noise”

Ellie Goulding “I Need Your Love / Burn”

Katy Perry “Dark Horse”

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Teatro Rápido - Day By Days… no palco da vida

Day By Days

 

De 1 a 31 de Março -  de 5ª a 2ª

 

SALA 1 – Day By Days… no palco da vida

Horário das sessões:18h00 | 18h30 | 19h00 | 19h30 | 20h00

quinta a segunda | M/12 | 3€

 

Texto e Interpretação: Abel Dias

Encenação: Miguel Dias

 

Sinopse:

 

Embora exasperado com a falta de trabalho e dinheiro, o velho ator Days Portugal da Esperança e Sonho, (os amigos conhecem-no por Mr Days) nega-se a baixar os braços.

 

Não nasceu para sofrer nem para estender a mão à pedincha. Não é a “sua praia”.

 

Durante anos o palco foi a sua vida e teve de tudo: Glória, Fama, Enchentes, Casas Vazias… muitos risos e também lágrimas.

 

Decidiu transformar o sótão da sua casa (pejado de velharias que ao longo de vários anos foi guardando) num valioso Museu de Memórias, que agora abre ao público!

 

Um sótão que é um verdadeiro baú de tesouros. E Days é o anfitrião perfeito, o guia ideal, pois sabe tudo sobre aquela panóplia de músicas, fotos e objetos, que catalogou de “valiosas relíquias históricas”. 

 

São afinal as histórias do mundo, mais ou menos, cor-de-rosa, onde viveu, durante décadas, que agora, em meteórica visita guiada e nos 15 minutos prescritos pela agência de viagens partilha com o visitante.

 

Ideal para quem gosta de saber como é que afinal… tudo se passou! Três histórias polvilhadas com o pó do palco da vida com Day by Days.

 

Melhor é impossível!

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Quarta-feira, 19.02.14

SAMBA TRAZ MARIA RITA DE VOLTA AOS DISCOS

Maria Rita

 

SAMBA TRAZ MARIA RITA DE VOLTA AOS DISCOS

"Coração a Batucar" vai ser editado em Março

 

 

Maria Rita vai regressar aos discos – de braço dado com o samba! «Meu Samba, Sim Senhor» é a primeira canção desvendada pela cantora brasileira e dá o mote para o seu quinto álbum de originais, "Coração a Batucar". O registo foi produzido por Maria Rita e será editado no final do mês de Março.

 

«Não há nada que me faça mais feliz, É tão encantador, Meu samba, sim senhor» – assim canta Maria Rita na primeira amostra do seu novo álbum. Com o ritmo mais amado do Brasil como inspiração, Maria Rita promete mostrar que o seu samba é diferente e cheio de personalidade – como pode ser descoberto no teaser que mostra a cantora em estúdio e que pode ser visto aqui.

 

O novo disco, composto, inteiramente, por inéditos, é o sucessor de «Redescobrir», o registo ao vivo no qual Maria Rita recordava a obra eterna da sua mãe, Elis Regina, e com o qual ganhou o Grammy Latino para Melhor Álbum de Música Popular Brasileira.

 

Só começou a cantar com 24 anos mas, rapidamente, conquistou o mundo com a sua voz única: Maria Rita estreou-se, em 2003, com a edição do seu álbum homónimo, que vendeu, em todo o mundo, mais de um milhão de exemplares, arrecadando, ainda, 3 Grammys Latinos – para Revelação, Melhor Álbum de MPB e Melhor Canção em Português («A Festa»). Seguiu-se «Segundo», em 2005 (igualmente distinguido, nos Grammys Latinos, com os prémios para Melhor Álbum de MPB e Melhor Canção Brasileira com «Caminho das Águas», de Rodrigo Maranhão), e a sua primeira aventura pelo samba, em 2007, com «Samba Meu». «Elo», o seu mais recente registo de originais, foi editado em 2011.

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Terça-feira, 18.02.14

Teatro - "Ilusão", ou o espírito de Lorca reinventado por Luis Miguel Cintra

Ilusão

 

Entra em cena a 20 de Fevereiro no Teatro da Cornucópia, "Ilusão", um espectáculo representado por 60 jovens e adultos não profissionais, a partir de textos de Lorca, com tradução e encenação de Luis Miguel Cintra.

 

Luis Miguel Cintra pôs em prática um projecto que lhe permite trazer aos meandros do teatro gente que sonha com a ribalta mas que a vê longe, só acessivel a profissionais. Deste modo abriu as portas do Teatro da Cornucópia a "leigos", pegou em peças da juventude de Federico Garcia Lorca, encenou-as e nasceu "Ilusão", que é como ele próprio afirma "Uma comédai de amores"


Em cena temos duas irmãs, Luisa e Mercedes,vestidas de negro, lembrando "A casa de Bernarda Alba", que vão dando lugar a outra peça, "Doña Rosita, la soltera". E vão-se desfiando memórias, recordações, medos, fantasmas, entre flores e música ao piano, num ambiente de poesia que inevitavelmente envolve o público. Como diz Luis Miguel Cintra em conversa com o Jornal Hardmusica "É preciso fazer teatro como se faz poesia"

Estes textos "montados "pelo encenador, têm a uma filosofia dramática de uma ingenuidade sublime que prenuncia os grandes textos mais tarde escritos por Lorca.


Luis Miguel Cintra coloca em cena no Teatro da Cornucópia uma experiência nova ao abrir um estágio gratuito a voluntários, pessoas de características diferentes, desde reformados a aspirantes a actores, estudantes de teatro ou qualquer espectador que tenha interesse em conhecer a experiência de representar.

Se por um lado este projecto pode solucionar o problema da falta de verba para a contratação de actores profissionais, por outro pode ser altamente estimulante não só para os que podem participar num mundo que lhes era até aí desconhecido, mas a própria companhia terá o desafio de montar um espectáculo com pessoas sem preparação tecnica mas altamente motivadas e empenhadas.

E foi esse aspecto que mais nos chamou a atenção: a ingenuidade da representação era perfeitamente colmatada com o empenho, a seriedade, podemos mesmo dizer o profissionalismo, com que cada um, desde a jovem de 13 anos, à menos jovem de 85 anos, construía o seu personagem, e se articulava em cena com os outros elementos.

Luis Miguel Cintra está de parabéns "Ilusão" é um espectáculo para adolescentes e adultos, divertido, ingénuo, musical, linda a canção, "Nana", de Manuel Falla, e bem interpretada, comovente pela ternura que o perpassa e sobretudo pelos sonhos que nos fará... sonhar!

"Ilusão" estará em cena no Teatro da Cornucópia de 20 de Fevereiro a 09 de Março.

 

 

Retirado do HardMúsica

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AC/DC celebram os 40 anos com novo disco e 40 concertos

AC/DC celebram os 40 anos com novo disco e 40 concertos

Novo trabalho dos AC/DC será o primeiro desde 'Black Ice', lançado em 2008. Grupo australiano faz 40 anos e pretende apresentar 40 concertos.

 

O AC/DC revelou que planeia regressar a estúdio em Maio deste ano para gravar seu novo trabalho desde "Black Ice", lançado em 2008. O 16° disco da banda será gravado num estúdio em Vancouver, no Canadá, segundo informações da revista "NME".

 

O grupo australiano de hard rock também declarou que está a preparar uma digressão especial para comemorar os seus 40 anos.

O vocalista Brian Johnson afirmou, em entrevista à estação de rádio Gater 98.7, da Flórida, EUA, que a digressão deve contar com 40 apresentações especiais.

 

"São 40 anos de existência da banda. Então, acho que nós vamos tentar fazer 40 concertos para agradecer aos fãs pela eterna lealdade. Quero dizer, honestamente, que os nossos fãs são apenas os melhores do mundo, e agradecemos a cada um deles", disse Johnson.

 

Retirado do HardMúsica

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