Terça-feira, 31.05.16

HIDRO-GRÁFICAS - Exposição Internacional de Gravura na Biblioteca Municipal do Barreiro

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HIDRO-GRÁFICAS

Exposição Internacional de Gravura na Biblioteca Municipal

 

No próximo dia 4 de junho, sábado, pelas 16h00, será inaugurada a exposição “Hidro-Gráficas” promovida pela Contraprova - Atelier de Gravura e Câmara Municipal do Barreiro. 

 

A mostra estará patente até ao dia 27 de agosto.

 

"O objectivo principal do projecto “Hidro-gráficas” é o de criar uma plataforma de intercâmbio e diálogo com colectivos de gravura de Portugal e do Brasil. Para tal, está a decorrer um processo onde participam em simultâneo com artistas de vários ateliers de gravura, como a Gráfica Lenta (Recife), Atelier do Porto (Belém), Grupo Matrix (Fortaleza), Casagravada (Belo Horizonte), Gráfica Clandestina (São Paulo), Nugrappi (Teresina), UFRS (Porto Alegre), Contraprova (Lisboa). O projeto visa a produção de obras de gravura nas suas diferentes técnicas, reunidas em torno de uma temática comum, culminando com a realização de exposições em ambos os países, nas cidades sede dos ateliers. O tema comum é o rio nas suas múltiplas dimensões (biológica, histórica, antropológica, económica, simbólica, ou cultural).

Em Portugal os grupos participantes são: Contraprova-atelier de gravura; Casagravada; Gráfica Lenta; Nugrappi; Grupo Matrix."

 

Mais Informações:

Biblioteca Municipal do Barreiro

Urbanização do Palácio do Coimbra

Rua da Bandeira - 2830-330 Barreiro

Tel.: 21 206 86 56

E-mail: biblioteca.municipal@cm-barreiro.pt

 

Horário de Funcionamento:

Inverno - De outubro a junho:

2ª feira das 14h às 17h45

3ª a 6ª feira das 9h30 às 19h45

Sábado, das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h00

Verão - julho a setembro:

2ª a 6ª feira das 9h30 às 19h45

Agosto: 2ª a 6ª feira das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h00

 

CMB 2016-05-31

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Barreiro - Apresentação do livro "Dois Suspiros" de Jorge Fagundes

 

 

Apresentação do livro “Dois Suspiros”

 

No próximo dia 4 de junho, pelas 15h30, terá lugar a apresentação do livro de poesia “Dois Suspiros”, de Jorge Fagundes, no auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro.

 

A entrada é livre.

 

O autor

Fernando Jorge Camacho Fagundes é natural de Ponte do Sol, Madeira.

Veio, com os seus pais, para o Continente, em abril de 1942 (Cabeceiras de Basto). Reside no Barreiro desde fevereiro de 1946.

No Barreiro foi aluno da Escola Nova, da Escola Industrial e Comercial Alfredo da Silva (1947/1949: Ciclo Preparatório; 1949/1953: Curso Complementar de Aprendizagem de Comércio).

Como aluno externo completou os três ciclos no Liceu Camões-Lisboa. É licenciado em Ciências Jurídicas, pela Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa. Exerceu Advocacia.

Foi Vereador e deputado municipal (Barreiro) e deputado metropolitano (Lisboa).

Exerceu cargos diretivos em diversas coletividades Barreirenses (Grupo Desportivo do Barreiro-Ciclismo; Futebol Clube Barreirense; Sociedade Democrática União Barreirenses “Os Franceses”).

Colaborou em jornais regionais, revistas e rádio (Rádio Sul e Sueste-Barreiro).

 

CMB 2016-05-31

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Yokohama Café lança faixa inédita criada para versão rocker da peça Hamlet

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Yokohama Café lança faixa inédita criada para versão rocker da peça Hamlet
"O Resto é Silêncio" foi trilha da peça "Psycho Rock Hamlet"


Ainda envoltos ao clima teatral do último lançamento do projeto, o Yokohama Café disponibiliza a instrumental “O Resto é Silêncio”, composta originalmente como parte da trilha da peça "Psycho Rock Hamlet", do diretor curitibano Jota Eme. A audição oficial da música foi disponibilizada no canal do Youtube do projeto.  

“O Resto é Silêncio” foi composta originalmente por Allan Yokohama na guitarra barítono, Marcelo Chytchy (Folhetim Urbano) na bateria e Renato Zubek (Folhetim Urbano, Munay) no baixo. Os músicos interagiam diretamente com os atores, tocando a trilha ao vivo durante a peça. "Psycho Rock Hamlet" foi uma adaptação mais roqueira da peça de William Shakespeare, realizada em outubro de 2014, no Teatro Guaíra em Curitiba (PR).

Para a versão que entra no espólio do Yokohama Café, além dos músicos originais, foi adicionado o guitarrista Cláudio Farinhaque, da banda Monolito. A captação ficou por conta de Cristiano Fendrich e Virgílio Milléo, com mixagem e masterização de Gustavo Schirmer, e fotos de Osvaldo Vanguarda.

 

Sobre o Yokohama Café:

O Yokohama Café é formado da união entre amigos a fim de criar músicas, contar histórias e relembrar bons momentos pelos palcos do país. Tendo como único membro fixo o fundador Allan Yokohama, a banda traz músicos importantes de diversas bandas que marcaram época no cenário independente se revezando em formações diferentes, gerando uma canção e uma sessão de fotos totalmente inédita por mês, durante todo o ano de 2016.

Em janeiro o projeto estreou com "Asfalto", que reunia alguns ex-integrantes da banda Narciso Nada pela primeira vez em anos. Para fevereiro o Yokohama Café contou com Diogo Soares, da banda acreana Los Porongas, para criar “Inventar o Agora”. O primeiro clipe da banda veio com uma animação da faixa “Preciso”, lançada em março. Já em abril, a teatral “A Fera Espera a Jaula Caducar” trouxe Lemoskine como grande convidado.

 

 

 

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Segunda-feira, 30.05.16

UMA NÊSPERA NO COLISEU DE LISBOA , NOITE EXTRA

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Dizem que não há duas sem três e aqui se prova o quanto alguns ditados populares estão absolutamente certos: com o primeiro espectáculo practicamente esgotado, Bruno Nogueira, Filipe Melo e Nuno Markl irão partilhar com o público uma edição especial do programa, com uma série de dilemas morais perturbadores, num exercício de demência e de liberdade de expressão.

 

De e com: Bruno Nogueira, Filipe Melo e Nuno Markl
Vídeo: João Pombeiro
Produção: Força de Produção

Coliseu de Lisboa
Data Extra - Quinta-feira, 15 de Setembro, 21h30
Sexta-feira, 16 de Setembro, 21h30

Preços: entre 8€ e 22€
Bilhetes à venda na BOL e FNAC 

Coliseu do Porto
Quarta-feira, 21 de Setembro, 21h30
Preços: entre 8€ e 22€
Bilhetes à venda na Ticketline e FNAC

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Marisa Monte com Novo álbum

 

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Marisa Monte

“Coleção” de Marisa Monte chega  às lojas

Coletânea inclui participações de Carminho, Cesária Évora, David Byrne, Devendra Banhart, Rodrigo Amarante, entre outros

Chega hoje às lojas a primeira compilação de Marisa Monte , “Coleção”, que reúne canções que a cantora brasileira foi compondo para bandas sonoras de filmes, duetos, temas que a artista compôs para outros artistas e ainda músicas que nunca foram lançadas ao longo destes quase 30 anos de carreira. “Coleção” é lançada a poucos meses de Marisa Monte regressar a palcos portugueses para dois concertos muito especiais: a 27 de julho no festival EDP Cool Jazz e no dia 30 no Jardim da Fundação Serralves .

 

A cantora convidou para estes dois espetáculos a portuguesa Carminho, que também participa em “Coleção”, no tema “Chuva no Mar”. Além da fadista, o disco inclui ainda as participações de Cesária Évora (em “É Doce Morrer No Mar”), o norte-americano David Byrne (em “Waters of March”, versão em inglês do célebre “Águas de Março”, de Tom Jobim), Arnaldo Antunes (com quem formou o projeto de sucesso Os Tropicalistas, aqui em dueto no tema “Alta Noite”), Paulinho da Viola  (na canção “Carinhoso”, da banda sonora do filme “Meu Tempo É Hoje”), Julieta Venegas (em “Ilusion”), entre outros.

 

Fazem ainda parte desta compilação canções que até hoje nunca foram lançadas em disco, nomeadamente “Cama (Uma Palavra)”, da banda sonora do filme “Era Uma Vez”, “Esqueça”, retirada do filme “Casseta & Planeta: A Taça do Mundo É Nossa”, ou “Fumando Espero”, que conta com a participação de Gustavo Santaolalla.

 

Essas gravações e as parcerias que elas proporcionaram foram fundamentais na minha trajetória e influenciaram toda a minha produção a solo. Algumas dessas canções fazem parte da obra de outros criadores e outras nunca foram lançadas. Em comum, todas estavam dispersas e pulverizadas. O processo de seleção foi um mergulho na minha história. Entre as quase 40 músicas que gravei, além dos meus álbuns, foi um desafio chegar até essas 13 ”, diz Marisa Monte.

 

A maioria das canções que agora podem ser descobertas nesta “Coleção” mantêm-se iguais às suas versões originais. Mas nalguns casos Marisa Monte  deu-se à liberdade de adicionar novas vozes, remisturar, dar-lhes uma nova vida. “Foi uma escolha pessoal em que utilizei um critério subjetivo, íntimo e emocional. Essas músicas evocam minhas melhores memórias desse período de três décadas, me fazem perceber a minha brasilidade dentro do mundo e a grandeza e o sentido que a música trouxe para a minha vida”, afirma.

 

Desta coletânea faz parte o single “Nu com a minha música”, canção original de Caetano Veloso, que Marisa Monte gravou com dois convidados de luxo: Rodrigo Amarante e Devendra Banhart.

 
 
 

 

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Barreiro - “Histórias Vivas na Biblioteca” “Um Livro para Todos os Dias”

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“Histórias Vivas na Biblioteca”

 

“Um Livro para Todos os Dias”

 

No próximo dia 4 de junho, pelas 11h00, está agendada mais uma sessão de “Histórias Vivas na Biblioteca”, leituras encenadas pela ArteViva - Companhia de Teatro do Barreiro.

 

“Um Livro para Todos os Dias”, de Isabel Minhós Martins, é o título do livro escolhido para estaatividade destinada a crianças dos 3 aos 10 anos, com entrada livre.

 

Sinopse:

Cada manhã nos traz um novo dia para estrear ou reviver belos momentos. E eles estão todos reunidos nesse livro lindo, cheio de ilustrações deliciosas, da editora portuguesa Planeta Tangerina.

 

CMB 2016-05-27

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Quinta-feira, 26.05.16

GOD COM JOAQUIM MONCHIQUE - DIGRESSÃO NACIONAL

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EM JUNHO GOD VAI ANDAR
UM POUCO POR TODO O PAÍS!

Considerada pelo público da Broadway como a melhor comédia do ano, GOD conquistou o público de Lisboa de forma inebriante.
Com um desempenho notável, Joaquim Monchique, é Dono e Senhor de um espectáculo que nos faz rir de nós mesmos, das nossas crenças e, acima de tudo, do estado em que nós, os humanos, temos deixado o mundo.

 

Texto David Javerbaum Encenação António Pires Tradução Ana Sampaio Adaptação João Quadros, António Pires, Joaquim Monchique e Rui Filipe Lopes Cenário e Assistência de Encenação Rui Filipe Lopes
Desenho de Luz Luís Duarte Sonoplastia Hugo Franco Produção Força de Produção

Com Joaquim Monchique, Diogo Mesquita e Rui Andrade

Bilhetes à venda nos locais habituais

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XII Festival Internacional de Banda Desenhada

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XII Festival Internacional de Banda Desenhada

 

Uma grande Festa que começa já no dia 27, a partir das 21h00, no Pax Julia – Teatro Municipal, e que se estenderá noite dentro com os Concertos Desenhados, no Largo do Museu
 
 
 

Entre os dias 27 de Maio e 12 de Junho, Beja recebe mais de 50 autores de banda desenhada um pouco de todo o Mundo: de Eduardo Risso (um dos autores de Batman) a Edmond Baudoin (Mestre da BD Mundial), passando por Tiago Baptista, Maria João Worm ou Diniz Conefrey.

 

Serão 22  exposições de BD distribuídas pelo Centro Histórico da cidade, em 14 núcleos, sendo o principal, o Pax Julia, que recebe diversos autores de BD, no primeiro fim-de-semana.

 

Nesta edição passarão por Beja nomes bastantes conhecidos da Banda Desenhada, assim como, autores em início de carreira, como é habitual neste evento, que proporciona, igualmente, 15 dias de programação paralela, com cinema, mercado do livro e concertos desenhados.

 

Uma grande Festa que começa já no dia 27, a partir das 21h00, no Pax Julia – Teatro Municipal, e que se estenderá noite dentro com os Concertos Desenhados, no Largo do Museu, até às 3h00!

 
 
Para informações adicionais consultar
www.festivalbdbeja.bedeteca.net

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20 DIZER Trigo Limpo teatro ACERT Café-concerto

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20 DIZER
Trigo Limpo teatro ACERT
Café-concerto

 

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sex, 27 mai'16 às 22:30



Nos 40 anos da ACERT, partilhar o prazer de mais de cem espetáculos realizados no aconchego da palavra dita e musicada

 

A leitura poética voando em múltiplas geografias com sonoridades que a embalam e impacientam. A palavra migrando em sonhos, sobressaltos, pavores e coragens. Terna e insubmissa. Irreverente e encantadora.


Palavras de sabor poético, ditas e musicadas. Momentos íntimos e despretensiosos espalham recados de indignação ou carinho pelos segredos da vida e por uma felicidade de compartilhar desassossegos.


Poesia ambulante? Música à solta? Tão somente palavras e sonoridades cruzadas por um duo que naturalmente teatraliza situações e sentimentos sinceramente expressos.


José Rui Martins e Luísa Vieira partilham o palco num exercício de comunicação, explorando a musicalidade da palavra e a simplicidade de dar voz a seduções emotivas.


Os mais de uma centena de espetáculos realizados para audiências distintas, ampliando continuamente repertório, não provam mais nada que não seja o prazer de fazer de cada palco um espaço de relação emotiva com audiências que saboreiam um duo com muita gente dentro.

Se é certo que não há coisa sem nome, também é certo que há recantos da vida que não se podem traduzir por palavras.
Mas até esses têm uma – indizível.


É a palavra que gera convergências e conflitos, lágrimas, sorrisos e gargalhadas, abraços e adversidades; que reflecte reverências e sarcasmos, proximidades e distâncias.


A palavra é sede e sede de criação e liberdade.


Vale dizer que a música, o gesto, a pintura, como formas de expressão e comunicação, terão mais universalidade e menos fronteiras. Mas não são elas igualmente pautadas por códigos, discursos e gramáticas de muito diversas geografias sociais e culturais? Não terão as suas próprias fronteiras?


É que a palavra também não tem pátria. É, ela própria, pátria; uma das muitas pátrias dos nossos afectos.
A palavra tem som, cor, corpo e alma.
É verdade que as palavras às vezes (tantas vezes…) cansam.
Quando nos vêm só falar.
E nada nos vêm dizer…

João Luís Oliva, a propósito do “20 Dizer”

Entrada gratuita




Ficha Técnica


Direção Artística, declamação - José Rui Martins
Voz, flautas e mbira – Luísa Vieira
Som – Luís Viegas
Luz – Paulo Neto
Desenho gráfico – ZéTavares
Fotografia  –   Ricardo Chaves
Produção – Trigo Limpo teatro ACERT

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CTE - NATURAL DE SOFIA SILVA

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SÁB 28 MAI 21H30

AUDITÓRIO 5€ / 3€ (CARTÃO AMIGO, SÉNIOR E JOVEM MUNICIPAL)
DANÇA | M/12

NATURAL

DE SOFIA SILVA (RESIDÊNCIA ARTÍSTICA)
ESTREIA ABSOLUTA
 

 

 

De um sentir, não de uma emoção, mas sentir o que transporta o corpo à expressão. A Dança. O Movimento não se encaixa, nem se deixa emocionar em abstrato, é um todo, é visceral e solta-se dos compartimentos das linguagens Clássicas ou Pós-modernas, existindo sem pensar a que estilo pertence. Adquire expressão com sustento no interior que ativa o exterior. Todo o corpo se transforma nessa ideia, nesse sentir-pensar, na procura de um estado bruto, inteiro para um movimento puro, Natural.


Sofia Silva criação/coreografia, Joana Mestre, Sara Chéu e Sofia Silva  interpretação, Bruno Santos desenho de luz, Maria João Ribeiro produção


ACCCA Estúdio | Companhia Olga Roriz | Polo Cultural das Gaivotas | Jazzy Dance Studios | ARTEMOVE | CIA JGM e Teatro Ibérico | Cine-Teatro de Estarreja , Residência / Apoios


[Espetáculo promovido pelo Cine-Teatro de Estarreja]

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