Sexta-feira, 11.08.17

Avicii está de volta com novo EP: “AVĪCI”

Avicii está de volta com novo EP: “AVĪCI”

Disco conta com participações de AlunaGeorge, Rita Ora, Billy Raffoul, Sandro Cavazza e Vargas & Lagola

Depois de oito anos intensos de criação de música e em digressão por todo o mundo, Avicii (aka Tim Bergling), anunciou que ia deixar os palcos. Por todo mundo pensou-se que tinha abandonado a música de vez. Pouco depois, Tim iniciou uma viagem pelos EUA com os seus amigos e criativos mais próximos, e esta viagem transformadora levou-o a fazer aquilo que sempre mais gostou de fazer: compor música. Um dos primeiros temas que surgiu deste processo foi “Without You”, uma canção sobre liberdade e empoderamento, com a participação de Sandro Cavazza

Hoje, Avicii lança “AVĪCI”, o seu muito aguardado EP, composto por seis novos temas, sendo a primeiro conjunto de inéditos que lança desde 2015. O EP conta colaborações de AlunaGeorgeRita OraBilly RaffoulSandro Cavazza e Vargas & Lagola, continuando assim a prática de Avicii de trabalhar com grandes vocalistas que conseguem dar uma energia incrível e criar melodias viciantes para a sua música.

 

A autêntica máquina de êxitos que é Rita Ora participa no hino pop “Lonely Together”, tema que cruza a música pop com a música de dança como só Avicii sabe fazer. Os AlunaGeorge, duo natural de Londres, aparecem em “What Would I Change It Yo”, uma reflexão mais suave de alguém que acredita finalmente que o “agora” tem mesmo de ser vivido. Billy Raffoul, cantautor de 22 anos nascido no Canadá, emprega a sua voz poderosa a “You Be Love”, que foi gravada em Nashville. 

O EP abre com “Friend of Mine”, que mistura as fronteiras entre as raízes folk e os sintetizadores mais acutilantes. É uma história de uma amizade perdida cantada pelos suecos Vargas & Lagona, que no passado já trabalharam com Miike SnowMadonnaAxwell /\ IngrossoKaty Perry, entre outros.

O tema bónus final de “AVĪCI” é uma remistura de “So Much Better”, de Sandro Cavazza, por Avicii.

publicado por olhar para o mundo às 10:13 | link do post | comentar

Programação AMAC setembro

amac.jpg

 

Programação AMAC | setembro

 

As exposições de Pedro Espanhol e de Marios Stavrou e o Teatro de Revista “Tempestade num Copo d’Água” fazem parte da programação do Auditório Municipal Augusto Cabrita (AMAC) em setembro. Recorde-se que, em agosto, o AMAC está encerrado ao público para a sua manutenção e limpeza.

 

16 setembro a 22 outubro | Exposição de pintura de Pedro Espanhol

Piso 1 | Galeria Branca

Inaugura no dia 16 de setembro, pelas 17h00

 

Nasceu em Cascais em 1980. Obteve Licenciatura em Artes Plásticas pela ESAD das Caldas da Rainha. Fez várias exposições coletivas e individuais. Tem participado em vários projetos de Artes Visuais. Atualmente divide residência entre Borba e Barreiro. É professor e proprietário do Atelier de Artes Visuais Pedro Espanhol, no Barreiro. 

 

16 setembro a 22 outubro | Exposição de Marios Stavrou

Piso 1 | Galeria Amarela

Inaugura no dia 16 de setembro, pelas 17h00

 

Nasceu a 2 maio de 1985, em Limassol no Chipre.

Entre 2003 e 2008 estudou design em França e UK.

Nos últimos 5 meses, viajar, conhecer pessoas, ouvir histórias tem sido a sua prioridade na vida com o seguinte roteiro: da França aos Balcãs, Istambul através do Chipre e de volta ao frio da Europa.

 

23 setembro | sábado | 21h30 | “Tempestade num Copo d’Água”, Marina Mota | TEATRO DE REVISTA

M/12 anos

Duração: 120 min. c/intervalo

Ingressos:

Da Fila B à Fila I – 15,00€

Da Gila J à Q -  12,50€

Venda de ingressos (durante o mês de agosto): Posto de Turismo do Barreiro (21 206 8287).

 

Uma comédia de Roberto Pereira, com Marina Mota, Carlos Cunha, Rui de Sá, Érica Mota e Nuno Pires.

A ação decorre "durante um copo d’água de um casamento. Através de um sem número de personagens, e de um ritmo constante de entradas e saídas, vamos conhecendo a história de vários casais, de várias idades, que, embora apaixonados, escondem terríveis segredos uns dos outros, mas que durante o copo d’água vão sendo revelados.

Passando-se em ambiente casamenteiro, os mesmos casais de várias idades vão desmistificando o casamento, mostrando como este é geralmente entendido nas diferentes fases da vida. Para isso, temos um casal de namorados que ambiciona casar; um casal acabado de casar; um casal casado há quase quarenta anos; e outro casal que já nem se lembra há quantos anos estão casados (o Alzheimer também ajuda…).

Num dia repleto de fotografias, apita o comboio, cascatas de camarão, e muita loucura, o amor vai andar no ar. É preciso é que alguém o faça descer à terra…"

Do elenco constam Marina Mota, que assume também a encenação e direção de atores, Carlos Cunha, Rui de Sá, Érica Mota e Nuno Pires. Já a direção plástica está a cargo de Helena Reis e a direção musical é assinada por Ménito Ramos.

 

Exposições patentes no AMAC até outubro

 

Até 1 outubro | Contos Por um Fio, Petrushka, Exposição de Marionetas de Olga Neves

Piso 0 – Galeria Vermelha

 

A história passa-se durante a celebração do Maslenitsa, uma festa russa que acontece antes da Páscoa e que celebra o regresso do sol.

Nesse dia, na agitação da feira, um baterista anuncia o aparecimento de um Charlatão que encanta o povo com o seu pequeno teatro de três bonecos: Petrushka, a Bailarina e o Mouro. Estes ganham vida quando o charlatão toca a sua flauta. Saltam do pequeno palco e executam as vigorosas danças russas enchendo de espanto e satisfação os curiosos observadores.

Quando o pequeno teatro termina, a vida de Petrushka resume-se a uma vida sombria. Confinado a viver numa pequena sala com cores escuras, decorada com estrelas, uma meia-lua e montanhas cobertas de neve. Petrushka é um boneco que embora seja feito de palha tem emoções, sente-se angustiado por ser aprisionado pelo Charlatão numa caixa pequenina e horrível, mas também sente um grande amor pela Bailarina.

Petrushka tenta expressar o seu amor, mas o Charlatão coloca a Bailarina no quarto do Mouro, impedindo-o de manifestar os seus sentimentos para com a sua amada. Os sentimentos de Petrushka são tão fortes que se consegue libertar da caixa onde vive e irrompe pelo quarto do Mouro, contudo quando entra fica chocado, descobre que o Mouro é um boneco que vive com muitas mordomias, o seu quarto é espaçoso e ricamente decorado com cores alegres e desenhos bonitos. A bailarina sente-se fascinada pela bela aparência do Mouro que tudo faz para a atrair.

Petrushka invade o quarto e inicia uma luta com o seu rival, no entanto cedo descobre que o Mouro é um lutador experiente. Os dois prosseguem numa luta violenta que se prolonga para fora do pequeno teatro, o Mouro trespassa Petrushka com a sua espada e o boneco cai por terra sem vida, às mãos do insensível Mouro. Todos ficam horrorizados.

O Charlatão fica desorientado, afinal aquele boneco era o mais engraçado, o que mais cativava as crianças… e dançava com tanta energia. Era o fim! O Charlatão punha as mãos na cabeça e andava em volta do corpo do boneco.

Quando a polícia aparece e indaga sobre o pequeno cadáver, o Charlatão justifica que é apenas uma marioneta e toca em vão a flauta encantadora na esperança de restaurar a vida do boneco.

Quando a noite cai e a multidão dispersa, o Charlatão carrega o corpo inerte de Petrushka, de repente, o fantasma de Petrushka aparece no telhado do teatro e grita sob a forma de desafio. O Charlatão tem pavor de ver o fantasma de Petrushka e foge olhando assustado por cima do ombro.

 

Até 15 de outubro | ÁGUAS SONORAS - Exposição 80 Anos de Abastecimento de Agua no Barreiro – Associação Out.ra

Piso 0 | Galeria Azul

 

Por ocasião das comemorações do 80º Aniversário da Água Pública no Barreiro, “mergulhámos” durante alguns meses na complexa rede que sustenta o abastecimento e saneamento de águas na cidade, à procura dos sons que a caracterizam – dos locais, dos processos e da maquinaria, das pessoas.

O resultado desta documentação sonora é um amplo arquivo que ilustra uma dimensão quase toda ela oculta, um retrato feito de sons de estruturas invisíveis das quais conhecemos quase só o resultado final – quando abrimos a torneira lá de casa e a água, esse bem supremamente essencial a todos aparece, como por magia, à medida das nossas necessidades.

Esta exposição ilustra esse processo de documentação e coloca em evidência as relações possíveis entre a Água e o Som, enquanto paisagem auditiva, enquanto retrato daquilo que não se vê, e enquanto matéria para a música.

 

 

CMB 2017-08-10

publicado por olhar para o mundo às 00:13 | link do post | comentar
Quinta-feira, 10.08.17

Tribalistas anunciam novo álbum com apresentação surpresa online

tribalistas.jpg

 

Tribalistas anunciam novo álbum com apresentação surpresa online

Os inéditos “Diáspora”, “Um Só”, “Fora da Memória” e “Aliança" já estão disponíveis no Spotify

Numa apresentação surpresa na noite de quarta-feira, 9 de agosto, no Live do FacebookArnaldo AntunesCarlinhos Brown e Marisa Monte revelaram, em primeira mão, quatro das dez canções do novo álbum dos Tribalistas.

A transmissão simultânea ao vivo aconteceu na fan page dos três artistas e na página do Spotify no Facebook e foi realizada a partir de um estúdio no Rio de Janeiro. A apresentação de 60 minutos começou às 23h00 e foi acompanhada por 5,62 milhões de seguidores em 52 países, incluindo Brasil, toda a América Latina, Estados Unidos, França, Espanha, Japão, Rússia e até Paquistão. 

Ao lado dos músicos DadiCézar Mendes e Pedro Baby, os Tribalistas interpretaram os inéditos Diáspora”, “Um Só”, “Fora da Memória” e “Aliança”. O trio ainda respondeu a várias perguntas do público e explicou por que levaram 15 anos a lançar um novo trabalho.

“Desde que fizemos o primeiro álbum, nunca deixámos de estar próximos nem parámos de compor em parceria. Mas, desta vez, sentimos que tínhamos em mãos uma coleção de canções que soavam mais potentes quando cantadas pelos três em conjunto, daí surgiu o desejo de gravar um novo álbum”, resumiu Marisa Monte.

Os seguidores do Instagram também puderam acompanhar nas stories dos artistas imagens dos bastidores desta apresentação.

A partir de hoje, quinta-feira, 10 de agosto, os quatro singles já estão disponíveis no Spotify e em todas as plataformas digitais. Os vídeos das quatro canções, realizados por Dora Jobim, já podem ser vistos no Facebook e no iTunes/Apple Music.

Facebook – em parceria com os Tribalistas e o Spotify – desenvolveu especialmente para o lançamento do projeto uma ferramenta interativa exclusiva para telemóveis que inova o consumo de música no meio digital, o Hand Album. Quem aceder a esta rede social pelo smartphone encontrará todo o conteúdo relacionado com as canções: lyric videos, partituras, ficha técnica, fotografias de bastidores e excertos dos vídeos. A ferramenta também permite que o utilizador aceda ao Spotify para ouvir as músicas e ver os vídeos completos.

Lançado em 2002, o primeiro CD/DVD dos Tribalistas alcançou a marca de mais de três milhões de cópias e logo se tornou um fenómeno de popularidade não apenas no Brasil, mas também em vários países do mundo – notadamente em França, Itália, Espanha, Portugal e Argentina.

O novo trabalho do trio deve chegar às lojas físicas e virtuais no início de setembro, em CD e DVD.

publicado por olhar para o mundo às 23:13 | link do post | comentar

II CONTAR – Festival de Contos do Mundo em Beja

contar.png

 

 

II CONTAR –  Festival de Contos do Mundo | 22 a 27 de agosto | Beja

Quando as palavras chegam a Beja vindas de toda a parte!
 
 
 

Entre 22 e 27 de agosto de 2017, o CONTAR – Festival de Contos do Mundo faz-se “andarilho”. Parte da Biblioteca, percorre a mouraria, o Pax Julia e instala-se no edifício do Antigo Hospital da Misericórdia. Na segunda edição, a parceria entre a Câmara Municipal de Beja e a Ouvir e Contar – Associação de Contadores de Histórias alarga-se ao Centro Unesco para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial e à Santa Casa da Misericórdia de Beja, que abre as portas da sua CASA - o Antigo Hospital da Misericórdia – para acolher todos os que gostam de ouvir e contar histórias.

 O II CONTAR -  Festival de Contos do Mundo começa devagar, como convém a um festival que tem o TEMPO como pano de fundo.

A 22 de Agosto marcámos encontro com um dos primeiros Artífices do Tempo pelas 18h30. O Mestre Torrão – o homem do Cante como tantas vezes o ouvimos chamar -  vai estar à nossa espera para, em amena cavaqueira, falar sobre essa arte sem TEMPO. 

 

Os contos e o Jantar Narrado – a decorrer no átrio da Biblioteca Municipal -  convidam a ficar por ali e depois seguir em grupos para o Centro Histórico. É que dia 22 de Agosto, pelas 21h30 e Há contos na Mouraria!

A 23 e 24 de Agosto, Jorge Serafim e Ana Sofia Paiva vão partilhar Histórias que se contam por aí, dando o pontapé de saída a duas residências que decorrerão até às Palavras Andarilhas de 2018.

Ao longo de todo o festival, as Histórias para brincar com o tempo assomam às manhãs e fins de tarde, dirigidas a pais e filhos, e osContos para enganar o tempo percorrem algumas IPSSs do concelho, levando jogos de dizer e de contar.

No Antigo Hospital da Misericórdia, as noites frescas convidam a usar um abafo e a escutar as Histórias à margem do tempo, pelas das duplas de narradores que contando se completam: Nicolás Buenaventura, Maria Morais, Maurício Corrêa Leite, Ana Griot, Michèle Nguyen, Antonella Gilardi, Celso Sanmartín, Carles Garcia Domigo e  Clare Murphy. São eles que,  entre 25 e 27 de Agosto, nos levam pela mão numa viagem por Portugal, Espanha, Itália, Bélgica, Irlanda, Colômbia e Brasil.

Entre 25 e 27 de agosto, O Mercadinho de Coisas Miúdas serve de pretexto para passar o tempo entretidos(as) com conversas dinamizadas à volta de objetos (livros e brinquedos), olhares e memórias. António Parrinha, Rogério Fialho, Armando Horta, Manuel Paula, José Barbieri, Rui Arimateia, Idalina Cacito, Mariana Bicho, Mariana Lopes, Mestre Pica e Joaquim Gonçalves são alguns dosArtífices do Tempo desta edição. 

 A reflexão sobre o papel da narração e das narrativas na construção e no entendimento do mundo e do outro volta a marcar presença com o programa Narrare Humanum Est, desta vez, oferecendo tertúlias entre narradores que vêm cruzar experiências, certezas e dúvidas sobre isto que nos torna humanos – a capacidade de nos narrarmos.

 Se eu quiser falar com Deus e Histórias Bendictas serão o tema das sessões realizadas na capela, enquanto, no Museu da Farmácia, a conversa se faz Entre Mesinhas e Rezas.

Entretanto, no teatro Pax Julia, o festival propõe uma programação de espetáculos narrativos e poéticos que abarca todas as idades: dos mais pequenos, com  A Balada das 20 meninas friorentas, de Margarida Mestre; passando pelo jovens, com Vy, de Michèle Nguyen; aos adultos, com Dar à Luz – A aventura do Pensamento. Já a torre de Menagem do Castelo de Beja será o palco do espetáculo The king of Lies, de Clare Murphy.

Mas não só de palavras se faz este festival! Nos jantares narrados confirma-se o lema: No comer e no “contar” o pior é começar, já que serão animados pelos narradores presentes no encontro. Para os dias 22 e 27, inscreva-se através do número de telefone 284311900. Para o dia 23, deverá fazer a sua inscrição diretamente nos restaurante Henry Bar e D. Maria.

Entre 23 e 27 de Agosto, as noites são rematadas com pequenos concertos cantados e/ou dançados com Eduardo Ramos, que nos traz o som do alaúde e da herança árabe em Portugal, os Parapente 700, com músicas e danças europeias, as Moçoilas, com os cantares das serras algarvias, e os Samba sem Fronteira, cujo nome diz tudo.

Fora da cidade de Beja, as Noites d’ir ao fresco acontecerão nas freguesias rurais do concelho. Aqui uma praça, além uma escadaria, acolá um largo, dinamizadas por  José Craveiro, Cláudia Fonseca, Ana Santos, Thomas Bakk , entre outros.

O programa do festival dirige-se a público de todas as idades e é completamente gratuito.

Algumas atividades necessitam de inscrição prévia .

Consulte o programa em www.contar-festivaldecontosdomundo.com

Inscreva-se através do telf. 284311900 / contar.festival@cm-beja.pt

publicado por olhar para o mundo às 22:13 | link do post | comentar
Sexta-feira, 04.08.17

FEST e Coca-Cola levam cinema a Paredes de Coura

fest.png

 

 
FEST – Coca-Cola Cool Down

13 – 15 de Agosto de 2017

Praia Fluvial do Tabuão | Festival Vodafone Paredes de Coura

 

O FEST – Coca Cola Cool Down, a jeito de pós-fest, sobe ao palco Jazz na Relva durante os dias 13, 14 e 15 de Agosto, com actividades que começam às 19h e permitem à população e campistas já instalados participarem em actividades cinematográficas entre concertos. O programa inclui ambiciosos filmes do universo FEST, bem como conversas descontraídas com convidados FEST: profissionais nacionais e internacionais do mundo do cinema.
As actividades vão de encontro àquele que foi o lema do festival de cinema, que terminou em Junho: “Stop Oppression, Stop Regression, Stop Agression”. Os filmes exibidos abordam temas como a sobrepopulação, o direito à manifestação pacífica, bem como as consequências da austeridade económica. Documentário, drama e comédia garantem um início de noite irreverente, com olhares frescos de realizadores que não baixam os braços face à adversidade.
Não faltará diversão, introspecção e, claro, pipocas, neste evento apoiado pela Coca-Cola, que assim destaca os novos realizadores e se alia à promoção do cinema independente.


PROGRAMA


13 de Agosto
19h – Conversa com Ruth Llopis | Actriz e Produtora
21h – Exibição “The One Eyed King” | Marc Cruhuet | ES | 85’


14 de Agosto
19h – Conversa com Peter Webber | Realizador
21h – Exibição “10 Billion” | Peter Webber | UK | 83’


15 de Agosto
19h – Conversa com Ricardo Leite (Prémio da Audiência FEST 2017)
21h – Exibição “A Instalação do Medo” | Ricardo Leite | PT | 14´
         “São Jorge” | Marco Martins | PT | 112’


 

publicado por olhar para o mundo às 11:13 | link do post | comentar

mais sobre mim

pesquisar neste blog

 

First Class Radio 

posts recentes

últ. comentários

Posts mais comentados

arquivos

tags

favoritos

subscrever feeds



blogs SAPO