Terça-feira, 07.11.17

ACERT - MARIA DO CÉU GUERRA Nu Palco

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MARIA DO CÉU GUERRA 
Atriz e encenadora

Nu Palco

Local:  Palco do Auditório 1
Data/Hora:  Sáb. 18 de novembro de 2017 às 21:45


Uma grande senhora do teatro português recebe dos seus admiradores e da Acert a merecida gratidão 

Um percurso artístico inundado de talento e desafios, que consagram e marcam de forma indiscutível o teatro português, fazem desta grande senhora um tesouro e um ícone para quem acompanha o seu percurso interpretativo nos palcos, no cinema e na televisão. Mas Maria do Céu Guerra tem pelo teatro a sua grande paixão, por lhe ter dedicado uma vida multifacetada: atriz, encenadora, adaptadora e, especialmente, a abelhinha que, de forma sonhadora, constrói, sempre inquieta, a sua Barraca, com Hélder Costa e a participação de centenas de atrizes e atores que continuam apaixonados pela aventura teatral que viveram. Talentosa, generosa, solidária e interveniente na vida deste país, Maria do Céu Guerra tem dado o privilégio à Acert de, desde a origem do Trigo Limpo, compartilhar a sua experiência e ser uma Acertina extremosa, que deseja sempre dar o seu contributo para uma sua casa adotiva de Tondela.
Neste “NU Palco”, uma ocasião também para um tributo simbólico do público e um momento único para partilhar num palco — domicílio permanente dos seus sonhos — os mútuos sinais afetuosos que sustentam uma relação sempre renovada. O que irá acontecer nesta noite? Apenas se sabe que, no beiral do telhado do palco do Novo Ciclo Acert, haverá um ninho onde morará a andorinha, Maria do Céu Guerra, construtora extremosa de momentos teatrais inimitáveis.

PREÇO: 5€ / Associado: 3€ / Descontos: 4€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível

 

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Segunda-feira, 06.11.17

ACERT - PAULA REGO HISTÓRIAS & SEGREDOS - Cinema

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PAULA REGO HISTÓRIAS & SEGREDOS 
Nick Willing Reino Unido 2017, 92’
Cinema

Local:  Auditório 2
Data/Hora:  Sáb. 11 novembro de 2017 às 21:45


Preço: 3,50/2,5 €

Primeira sessão apresentada em parceria com o Cine Clube de Viseu, que voltará para outros visionamentos 

Este podia ser mais um daqueles impecáveis documentários de factura clássica da BBC, combinação de resumo de carreira e introdução a uma figura importante do mundo das artes — o que por si só já seria bastante bom. Mas Histórias & Segredos (que foi, de facto, produzido pela BBC) traz algo mais — não apenas por ser Paula Rego que está no seu centro, nem por ser o filho da pintora, Nick Willing, que está por trás da câmara, nem por ser um “filme de família” que fica pela rama das coisas para não suscitar crispações. Não, Histórias & Segredos é um filme que leva essa convenção a limites aonde a maioria dos documentários geralmente não vai, abrindo verdadeiramente uma gaveta de segredos sobre a vida pessoal de Paula Rego e o modo como a educação, a história familiar, o amor (retribuído) por Victor Willing e a sua vida entre Portugal e o Reino Unido ao longo dos anos se reflectiram na arte que foi produzindo.
É evidente que estar o filho da artista atrás da câmara dá uma mais-valia de franqueza e abertura, mas é ainda mais evidente que, precisamente por isso, e pela própria reputação “sem papas na língua” de Paula Rego, Willing quis fazer um filme à altura da mãe. (…) É um filme à imagem do seu objecto: frontal, descomplexado, desconcertante na sua franqueza, e sem para isso precisar de recorrer a mais do que o que tem à sua frente. Uma câmara, uma pessoa que conta histórias, uma imagem fixa que se abre a mil leituras.

Jorge Mourinha, Público (excertos). 05.04.2017


“São bem raros os filmes que nos deixam sem nada para dizer. Tudo a sentir. Tudo a pensar. Tudo a fazer. A não perder”
Cláudia Varejão

PREÇO: 3,50€ / Associado: 2,50€ 

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Quinta-feira, 02.11.17

ACERT - Exposição O TEMPO NÃO MORA AQUI Cianotipias de Paula Magalhães

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O TEMPO NÃO MORA AQUI 
Cianotipias de Paula Magalhães
Exposição

Local:  Galeria ACERT
Data/Hora:  Inauguração a 4 de novembro de 2017 às 21:00
Local:  Galeria ACERT
Data/Hora:  Até 3 dezembro de 2017


Fotografias feitas com a técnica da cianotipia, num trabalho em que a memória e o tempo se refletem no processo fotográfico.

(Adiadao para)
Inauguração a 4 de novembro de 2017 às 21:00 na Galeria da ACERT / Até 3 dezembro de 2017


As sucessivas camadas de ténues registos de corpos e respetivos matizes nas obras de Paula Magalhães evocam a contínua pesquisa e experimentação, através de processos alternativos, de registos tanto do real como da sua singular perceção do mundo em que vive. Convida-nos, num modo bluesy e dolente, a navegar nos múltiplos substractos das suas memórias como das suas experiências de vida. Uma vida que se pretende plena apesar da subtil fragilidade destas provas. De uma presença. A sua.

José Cruzio


Paula Magalhães. 
Nasceu em Viseu, em 1976. Mestranda em Fotografia no IPT, pós-graduada em Multimédia para Educação pela Universidade de Aveiro e licenciada em EVT pela ESEV, IPV. Desenvolve trabalho na área da imagem, vídeo, fotografia, escultura, instalação, impressão de múltiplos e mais recentemente, na investigação de processos alternativos. 
Dedicou os últimos anos à investigação de processos antigos/alternativos de fotografia. A sua obra explora o equilíbrio entre a razão e a emoção, trabalhando conceitos como o tempo, a memória e a perda dela. 

A cianotipia é uma técnica de impressão fotográfica antiga, também conhecida como Ferroprussiato, Cianótipo ou Blueprint, em que a impressão acontece por contato direto. Foi inventada pelo cientista e astrónomo Sir John William Herschel, em 1842. É possivelmente a primeira técnica de reprodução de documentos, e considerado um dos primeiros procedimentos para impressão da fotografia em papel. 
Ver oficina de formação em Cianotipia com Paula Magalhães


Ficha Técnica


Até 5 dezembro de 2017
Galeria ACERT · Entrada gratuita

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Domingo, 22.10.17

ANTÓNIO BRITO GUTERRES - Conversas ACERT

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ANTÓNIO BRITO GUTERRES 
Conversas ACERT

 

Ter, 31 outubro de 2017 às 21:45
Data/Hora:  Galeria ACERT



Continuam as “conversas ACERT” sobre temáticas de reflexão que merecem a atenção da sociedade civil 

O nosso conversador gere e coordena projetos de intervenção e desenvolvimento em diversas instituições e territórios, participando na atividade de associações, umas locais, outras internacionais, para a reflexão e publicitação sobre cidades e urbanismo: participação cívica, commons, regeneração urbana, arte e cultura no desenvolvimento da cidade.


É também membro do Inura – International Network for Urban Research and Action.


Nesta conversa, rodeado de outros intervenientes, apresentar‑se‑á de um modo que, para além da pertinência das temáticas, tem um sentido quase teatral, no sentido da interatividade com que se relaciona com a audiência. Ele apresenta assim, de forma genérica o que vem partilhar: 


“A aplicação de políticas públicas, como garante da consagração dos direitos, tem sofrido de manifesta desfiliação com as populações. Nesta apresentação, pretendo desocultar as dimensões que têm afastado as populações de participar em programas de desenvolvimento e como podemos lograr novas políticas, construídas de base, que façam parte de um exercício quotidiano de cidadania.”

Entrada gratuita

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ACERT - CLÁUDIA ANDRADE Atriz Nu Palco

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CLÁUDIA ANDRADE 
Atriz

Nu Palco

Preço: 5/3 €
Duração: 50 minutos

 

Local:  Palco do Auditório 1
Data/Hora:  Sáb. 28 outubro de 2017 às 21:45

Encontro entre atriz e público numa boca de cena que promete transformar-se em espaço íntimo e familiar

Explode sorrisos que distribui a quem por ela passa. Solta contentamentos pelo que a contagia. Entrega-se à aventura como uma salta-pocinhas endiabrada com as inquietações que, pela genuinidade, poderiam apelidar-se de claudianas. Entrega-se ao que ama com talento de quem faz raio X aos desejos. Tudo isto poderia, para quem não a conhece, ser uma adivinha. “Quem havia de ser? É a Cláudia Andrade”, dirão de imediato aqueles que há pouco ou há muito a rodeiam.


Pois é, o palco ficará NU de outras histórias para nele habitar a atriz e ativista que deixou marcas inalienáveis na sua ACERT. Os cânticos que se entoavam na casa “trigolimpinha” irão de novo acontecer? Nada está previsto que não seja: Cláudia Andrade abrir a porta da sua sala para receber o público que, só por acaso, é um compartimento único assoalhado de preto com cortinas da mesma cor caindo nas laterais do compartimento. A porta é uma enorme boca a que alguns chamam “de cena”, que vai escancarar-se para troca de palavras que transportam sentimentos que nunca são lançados ao vento por uma atriz com coração de passarinho.

PREÇO: 5€ / Associado: 3€ / Descontos: 4€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível

 

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Quinta-feira, 19.10.17

ACERT - Adiamento da programação de 21 de outubro de 2017

Perante os factos ocorridos, e a situação vivida pela nossa comunidade, a ACERT, estando disponível para toda a colaboração, apela para que todas as ações de solidariedade sejam canalizadas através do Município de Tondela, tendo em conta os comunicados por eles emitidos, uma vez que achamos importante não dispersar os esforços.


 


Adiamento da programação de 21 de outubro de 2017


Informamos que a programação cultural do Novo Ciclo Acert, no dia 21 de Outubro de 2017, foi adiada para as seguintes datas:

  • Cândida Ou o Pessimismo (Teatro) - 13 de janeiro de 2018
  • Cianotipias de Paula Magalhães (Exposição) - 4 de novembro de 2017 
  • Urso Bardo (café-concerto) - 28 de outubro de 2017.

Mantemos a nossa atividade normal, a secretaria/loja, a formação, o Restaurante e o Bar Acert.

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Domingo, 15.10.17

ACERT - Teatro - CÂNDIDA OU O PESSIMISMO Escola de Mulheres

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CÂNDIDA OU O PESSIMISMO 
Escola de Mulheres
Teatro
Uma comédia amarga (seis personagens para uma atriz)

 

Local:  Auditório 2
Data/Hora:  Sáb. 21 outubro de 2017 às 21:45

Cândida, uma atriz luso-angolana na decadência, foi contratada pela Irmandade InterGalactica para pesquisar sinais de vida inteligente no Universo. Ela tem o dom de sintonizar e emitir em direto para o espaço pedaços de vida de várias personagens. Cruzam-se em cena: a velha ama africana, que conta a história das origens da raça branca, o marido da atriz, um gay não assumido que quer ganhar dinheiro à custa da fome em Angola, a amiga, dona de casa que, à falta de stress, se stressa a correr das sevilhanas para o tai-chi e do tai-chi para as compras, a jornalista pseudo-feminista, que escreve textos políticos e é despedida pelo ex-marido, a mãe, muito velhinha e confusa, nascida em África, que conta mil histórias d´Aquém e d’Além Mar e a Maria Parda, personagem emblemática de Gil Vicente.
Em Cândida Ou O Pessimismo, a ficção, a memória e o humor confrontam-nos com um mundo contraditório e um futuro incerto.

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível




Ficha TécnicaTexto: Cucha Carvalheiro 
Autoria: Cucha Carvalheiro 
Encenação e espaço cénico: Fernanda Lapa 
Interpretação: Cucha Carvalheiro 
Assistente de encenação: Marta Lapa 
Desenho de luz: Paulo Santos 
Fotografia: Margarida Dias
Grafismo e cartaz: Manuela Jorge 
Direção de produção e comunicação: Ruy Malheiro
Estagiário: Pedro Monteiro

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Domingo, 08.10.17

ACERT Formação - MÁSCARA NEUTRA

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MÁSCARA NEUTRA 
Formadora: Catarina Santana
Formação

Local:  Sala Orgânica
Data/Hora:  Sáb. 14 outubro de 2017 das 9:00 às 13:00 e das 15:00 às 19:00




Uma viagem em silêncio: da máscara neutra à larvar


O corpo poeta, artesão de narrativas. O corpo empreendedor que cria os contextos e os povoa com ações e reações. O corpo que ama e por isso é infinitamente generoso e suficientemente corajoso para mimar o mundo que o rodeia. O corpo que contém em si todas as paixões do universo. É este o corpo de cada um de nós, igual a todos os outros, único e específico com as suas próprias bossas e fossas. Vamos escutá-lo?

O trabalho organiza-se em três eixos: a consciência do movimento, a análise do movimento e a improvisação. Inspirada no treino de Jacques Lecoq e nomeadamente no trabalho de “observação, identificação e transposição poética” da máscara neutra, a formação espera poder ajudar os participantes na aquisição de ferramentas que poderão servir tanto para apoiar o trabalho físico no teatro de texto como para motivar uma incursão no teatro físico.

A formação termina com uma experimentação com a máscara larvar, utilizada no espetáculo Sítio, fazendo assim uma ligação do público com o processo criativo e com a criadora da obra que irão ver.

Preço: 12,50€

FAÇA AQUI O DOWNLOAD DA FICHA DE INSCRIÇÃO

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Sábado, 07.10.17

ACERT - Teatro - SÍTIO pela Companhia da Chanca

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SÍTIO 
Companhia da Chanca
Teatro


Preço: 7,5/5 €
Duração: 50 minutos
Classificação: M/6

Local:  Auditório 2 
Data/Hora:  Sex. 13 outubro de 2017 às 21:45

Um lugar-reflexo feito de liberdade e beleza para pensar os caminhos da ruralidade.

  

Um casal de idosos que vive numa aldeia, no interior de Portugal, recebe um postal anunciando o nascimento do seu neto. Os dois decidem juntar numa encomenda algumas prendas para lhe enviar e partem numa longa caminhada. Com o embrulho debaixo do braço, vão experimentar uma série de aventuras, partilhar memórias e até apagar um incêndio. No final da epopeia, conseguem chegar… à estação de correios da vila mais próxima!

Espetáculo de teatro físico, sem texto, com recurso à manipulação de objetos e à expressividade do corpo através do uso da máscara larvar, uma adaptação da máscara do Carnaval de Basileia, feita pelo pedagogo Jacques Lecoq nos anos 60. São máscaras grandes e simples que ainda não conseguiram definir-se com um verdadeiro rosto humano. São seres que ainda não estão totalmente formados ou que já estão a perder os seus traços, a retornar a um estado larvar.

Sitío apresenta-se como um espelho da vida de alguns no interior desertificado, envelhecido e isolado, convidando idosos, crianças, jovens e população ativa a refletir sobre o problema da desertificação humana.

 

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível

 

Ver oficina de formação em Máscara Neutra com Catarina Santana 




Ficha Técnica


Criação e Interpretação: André Louro e Catarina Santana 
Máscaras e Espaço Cénico: António Jorge
Apoio Artístico: Sílvia Brito e Caroline Bergeron 
Desenho de Luz e Direção Técnica: Mafalda Oliveira 
Figurinos: Maria Ribeiro 
Fotografia: Daniela Haudek 
Vídeo: Pedro Homem 
Coprodução Companhia da Chanca e Razões Poéticas

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Segunda-feira, 18.09.17

UM URSO COM POUCOS MIOLOS

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UM URSO COM POUCOS MIOLOS

 

23 de setembro de 2017, 16:30, Casa das Artes, em Miranda do Corvo

Uma estreia do Trigo Limpo nos 40 anos da ACERT. Diálogos e situações bem-humoradas que nos mostram uma nova forma de olhar o habitual, o quotidiano e a poesia


“Todas as pessoas têm um herói e o herói do Senhor Pina é o ursinho Puff, personagem do seu livro preferido: As aventuras de Joanica Puff (de A. Milne)… Mas como é que um poeta com muitos miolos admirava um urso com poucos miolos? Só vendo, não é?”… Este espetáculo trata um bocadinho disso.

A partir do livro de Álvaro Magalhães, O Senhor Pina, escrito em homenagem ao poeta Manuel António Pina, o Trigo Limpo teatro Acert irá criar um novo espetáculo que nos revela o autor Álvaro Magalhães e o homenageado Manuel António Pina através da relação criada entre as duas personagens: Urso e Senhor Pina.

As duas personagens encerram em si dois mundos: o mundo dos adultos – complicado e cheio de responsabilidades - e o mundo das crianças – simples e desprovido de preconceitos. Desta diferença resultam diálogos e situações bem-humoradas que nos mostram uma nova forma de olhar o habitual, o quotidiano e, até, a poesia.

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