Quinta-feira, 19.10.17

ACERT - Adiamento da programação de 21 de outubro de 2017

Perante os factos ocorridos, e a situação vivida pela nossa comunidade, a ACERT, estando disponível para toda a colaboração, apela para que todas as ações de solidariedade sejam canalizadas através do Município de Tondela, tendo em conta os comunicados por eles emitidos, uma vez que achamos importante não dispersar os esforços.


 


Adiamento da programação de 21 de outubro de 2017


Informamos que a programação cultural do Novo Ciclo Acert, no dia 21 de Outubro de 2017, foi adiada para as seguintes datas:

  • Cândida Ou o Pessimismo (Teatro) - 13 de janeiro de 2018
  • Cianotipias de Paula Magalhães (Exposição) - 4 de novembro de 2017 
  • Urso Bardo (café-concerto) - 28 de outubro de 2017.

Mantemos a nossa atividade normal, a secretaria/loja, a formação, o Restaurante e o Bar Acert.

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Domingo, 15.10.17

ACERT - Teatro - CÂNDIDA OU O PESSIMISMO Escola de Mulheres

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CÂNDIDA OU O PESSIMISMO 
Escola de Mulheres
Teatro
Uma comédia amarga (seis personagens para uma atriz)

 

Local:  Auditório 2
Data/Hora:  Sáb. 21 outubro de 2017 às 21:45

Cândida, uma atriz luso-angolana na decadência, foi contratada pela Irmandade InterGalactica para pesquisar sinais de vida inteligente no Universo. Ela tem o dom de sintonizar e emitir em direto para o espaço pedaços de vida de várias personagens. Cruzam-se em cena: a velha ama africana, que conta a história das origens da raça branca, o marido da atriz, um gay não assumido que quer ganhar dinheiro à custa da fome em Angola, a amiga, dona de casa que, à falta de stress, se stressa a correr das sevilhanas para o tai-chi e do tai-chi para as compras, a jornalista pseudo-feminista, que escreve textos políticos e é despedida pelo ex-marido, a mãe, muito velhinha e confusa, nascida em África, que conta mil histórias d´Aquém e d’Além Mar e a Maria Parda, personagem emblemática de Gil Vicente.
Em Cândida Ou O Pessimismo, a ficção, a memória e o humor confrontam-nos com um mundo contraditório e um futuro incerto.

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível




Ficha TécnicaTexto: Cucha Carvalheiro 
Autoria: Cucha Carvalheiro 
Encenação e espaço cénico: Fernanda Lapa 
Interpretação: Cucha Carvalheiro 
Assistente de encenação: Marta Lapa 
Desenho de luz: Paulo Santos 
Fotografia: Margarida Dias
Grafismo e cartaz: Manuela Jorge 
Direção de produção e comunicação: Ruy Malheiro
Estagiário: Pedro Monteiro

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Domingo, 08.10.17

ACERT Formação - MÁSCARA NEUTRA

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MÁSCARA NEUTRA 
Formadora: Catarina Santana
Formação

Local:  Sala Orgânica
Data/Hora:  Sáb. 14 outubro de 2017 das 9:00 às 13:00 e das 15:00 às 19:00




Uma viagem em silêncio: da máscara neutra à larvar


O corpo poeta, artesão de narrativas. O corpo empreendedor que cria os contextos e os povoa com ações e reações. O corpo que ama e por isso é infinitamente generoso e suficientemente corajoso para mimar o mundo que o rodeia. O corpo que contém em si todas as paixões do universo. É este o corpo de cada um de nós, igual a todos os outros, único e específico com as suas próprias bossas e fossas. Vamos escutá-lo?

O trabalho organiza-se em três eixos: a consciência do movimento, a análise do movimento e a improvisação. Inspirada no treino de Jacques Lecoq e nomeadamente no trabalho de “observação, identificação e transposição poética” da máscara neutra, a formação espera poder ajudar os participantes na aquisição de ferramentas que poderão servir tanto para apoiar o trabalho físico no teatro de texto como para motivar uma incursão no teatro físico.

A formação termina com uma experimentação com a máscara larvar, utilizada no espetáculo Sítio, fazendo assim uma ligação do público com o processo criativo e com a criadora da obra que irão ver.

Preço: 12,50€

FAÇA AQUI O DOWNLOAD DA FICHA DE INSCRIÇÃO

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Sábado, 07.10.17

ACERT - Teatro - SÍTIO pela Companhia da Chanca

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SÍTIO 
Companhia da Chanca
Teatro


Preço: 7,5/5 €
Duração: 50 minutos
Classificação: M/6

Local:  Auditório 2 
Data/Hora:  Sex. 13 outubro de 2017 às 21:45

Um lugar-reflexo feito de liberdade e beleza para pensar os caminhos da ruralidade.

  

Um casal de idosos que vive numa aldeia, no interior de Portugal, recebe um postal anunciando o nascimento do seu neto. Os dois decidem juntar numa encomenda algumas prendas para lhe enviar e partem numa longa caminhada. Com o embrulho debaixo do braço, vão experimentar uma série de aventuras, partilhar memórias e até apagar um incêndio. No final da epopeia, conseguem chegar… à estação de correios da vila mais próxima!

Espetáculo de teatro físico, sem texto, com recurso à manipulação de objetos e à expressividade do corpo através do uso da máscara larvar, uma adaptação da máscara do Carnaval de Basileia, feita pelo pedagogo Jacques Lecoq nos anos 60. São máscaras grandes e simples que ainda não conseguiram definir-se com um verdadeiro rosto humano. São seres que ainda não estão totalmente formados ou que já estão a perder os seus traços, a retornar a um estado larvar.

Sitío apresenta-se como um espelho da vida de alguns no interior desertificado, envelhecido e isolado, convidando idosos, crianças, jovens e população ativa a refletir sobre o problema da desertificação humana.

 

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível

 

Ver oficina de formação em Máscara Neutra com Catarina Santana 




Ficha Técnica


Criação e Interpretação: André Louro e Catarina Santana 
Máscaras e Espaço Cénico: António Jorge
Apoio Artístico: Sílvia Brito e Caroline Bergeron 
Desenho de Luz e Direção Técnica: Mafalda Oliveira 
Figurinos: Maria Ribeiro 
Fotografia: Daniela Haudek 
Vídeo: Pedro Homem 
Coprodução Companhia da Chanca e Razões Poéticas

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Segunda-feira, 18.09.17

UM URSO COM POUCOS MIOLOS

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UM URSO COM POUCOS MIOLOS

 

23 de setembro de 2017, 16:30, Casa das Artes, em Miranda do Corvo

Uma estreia do Trigo Limpo nos 40 anos da ACERT. Diálogos e situações bem-humoradas que nos mostram uma nova forma de olhar o habitual, o quotidiano e a poesia


“Todas as pessoas têm um herói e o herói do Senhor Pina é o ursinho Puff, personagem do seu livro preferido: As aventuras de Joanica Puff (de A. Milne)… Mas como é que um poeta com muitos miolos admirava um urso com poucos miolos? Só vendo, não é?”… Este espetáculo trata um bocadinho disso.

A partir do livro de Álvaro Magalhães, O Senhor Pina, escrito em homenagem ao poeta Manuel António Pina, o Trigo Limpo teatro Acert irá criar um novo espetáculo que nos revela o autor Álvaro Magalhães e o homenageado Manuel António Pina através da relação criada entre as duas personagens: Urso e Senhor Pina.

As duas personagens encerram em si dois mundos: o mundo dos adultos – complicado e cheio de responsabilidades - e o mundo das crianças – simples e desprovido de preconceitos. Desta diferença resultam diálogos e situações bem-humoradas que nos mostram uma nova forma de olhar o habitual, o quotidiano e, até, a poesia.

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20 Dizer

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20 DIZER

22 de setembro de 2017, Contanário Contos e Formas de Contar, em Évora


M/12

A palavra com som, cor, corpo e alma. Um duo com muita gente dentro. 

“A palavra falada é imediata, local, geral.”
Fernando Pessoa

José Rui Martins e Luísa Vieira partilham o palco num exercício de comunicação, explorando a musicalidade da palavra e a simplicidade de dar voz a seduções emotivas.
A leitura poética voando em múltiplas geografias com sonoridades que a embalam e impacientam.

“(…) A palavra escrita, ao contrário, não é para quem a ouve, busca quem a ouça; escolhe quem a entenda, e não se subordina a quem a escolhe.”
Fernando Pessoa

A interpretação poético-musical a renovar-se na inspiração da palavra. O poema adquirindo novas matizes, corpos e a humanidade em que respira.
A palavra migrando em sonhos, sobressaltos, pavores e coragens. Insubmissa e irreverente.

“No ofício da verdade, é proibido pôr algema nas palavras.”

Carlos Cardoso

A música em incessantes movimentos, adoçando e resistindo a sentires e sentidos por onde a palavra devaneia.

“Com raiva,
o poeta inicia a escrita
como um rio desflorando o chão.
Cada palavra é um vidro em que se corta.”

Mia Couto

Palavras de sabor poético ditas e musicadas. Momentos íntimos e despretensiosos espalham recados de indignação ou carinho pelos segredos da vida e por uma felicidade de compartilhar desassossegos.

“[Palavra]
Gritado é força
Às vez é fraqueza
Rimado é beleza
Rumado é blá-blá
Xintido é oraçon
Di bô é simplesmente um língua na nha boca"

Mário Lúcio Sousa

Poesia ambulante? Música à solta? Tão somente, palavras e sonoridades cruzadas por um duo que naturalmente teatraliza situações e sentimentos sinceramente expressos.

“A palavra madura é espetáculo.
Canta.
Vive.
E respira. Para tudo isso
basta
uma mão inteligente que a trabalhe,
lhe dê a dimensão do necessário
e do sentido
e lhe amaine sobre o dorso
o animal que nela dorme destemido.”

Eduardo White

Os inúmeros espetáculos realizados não provam mais nada que não seja o prazer de fazer de cada palco um espaço de relação emotiva com audiências que saboreiam um duo com muita gente dentro. Teatros, bares, bibliotecas, escolas, hospitais e espaços não convencionais têm acolhido este espetáculo que se ajusta a audiências distintas, procurando estreitar distâncias entre o público e a declamação teatral musicada.

“Cada palavra é dita para que não se oiça outra palavra. A palavra, mesmo quando não afirma, afirma-se. A palavra não responde nem pergunta: amassa. A palavra é erva fresca e verde que cobre os dentes do pântano. A palavra é poeira nos olhos e olhos furados. A palavra não mostra. A palavra disfarça.”
José Saramago



Se é certo que não há coisa sem nome, também é certo que há recantos da vida que não se podem traduzir por palavras.
Mas até esses têm uma – indizível.
É a palavra que gera convergências e conflitos, lágrimas, sorrisos e gargalhadas, abraços e adversidades; que reflecte reverências e sarcasmos, proximidades e distâncias.
A palavra é sede e sede de criação e liberdade.
Vale dizer que a música, o gesto, a pintura, como formas de expressão e comunicação, terão mais universalidade e menos fronteiras. Mas não são elas igualmente pautadas por códigos, discursos e gramáticas de muito diversas geografias sociais e culturais? Não terão as suas próprias fronteiras?
É que a palavra também não tem pátria. É, ela própria, pátria; uma das muitas pátrias dos nossos afectos.
A palavra tem som, cor, corpo e alma.
É verdade que as palavras às vezes (tantas vezes…) cansam.
Quando nos vêm só falar.
E nada nos vêm dizer…

João Luís Oliva



SESSÕES ESPECIAIS PARA PÚBLICO ESCOLAR


Momentos de maior comunicação e interação com alunos e professores, abordando a importância do humor nos processos de aprendizagem.
Uma ocasião de certificação do sábio pensamento de Millôr Fernandes: “Entre o riso e a lágrima há apenas o nariz”.

A poética da palavra como ferramenta de animação emotiva na sala de aula.
O imaginário poético e o humor no despertar dos processos criativos de incentivo à escrita e leitura.

“O mundo gira sobre palavras lubrificadas com óleo de paciência. Os cérebros estão cheios de palavras que vivem em boa paz com as suas contrárias e inimigas.”
José Saramago

 

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Quinta-feira, 07.09.17

Trigo Limpo teatro ACERT apresenta O Pequeno Grande Polegar em Aguiar da Beira

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Espetáculo de rua baseado na personagem do Polegarzinho, esta é a história de como um sonho pode mudar a vida de qualquer comunidade.

Aguiar da Beira, Campo da Feira
Sábado, 9 de setembro de 2017, às 21:30

O Pequeno Grande Polegar 
Trigo Limpo teatro ACERT na Rede Cultural Viseu Dão Lafões

O TRIGO LIMPO teatro ACERT prossegue, no quadro da Rede Cultural Viseu Dão Lafões, em Aguiar da Beira a digressão pelos territórios da Comunidade Intermunicipal Viseu - Dão Lafões.

Mais um engenho cénico (O Pequeno Grande Polegar) é o mote para um espetáculo de teatro de rua com a participação da comunidade.

 
Uma semana de intenso trabalho artístico com a comunidade de Aguiar da Beira na construção de um espetáculo que ganha singularidades pela adaptação à arquitetura local e pela abordagem narrativa com elementos da história local.


Tudo decorre num processo de formação que, após 5 dias, faz de cada espaço exterior um palco natural mágico que contagia o sempre numeroso público que se identifica com a presença de um novo e gigante morador teatral.


Um texto e música originais que deambulam pelo universo dos contos populares, invocando os malefícios de uma desertificação que pretende por fim ao apego e memórias dos habitantes pelo chão onde nasceram e cresceram. O nascimento de um novo habitante que é pequeno no sentimento, mas que se torna gigante pelo advento de uma nova esperança de felicidade.


O Trigo Limpo teatro ACERT é a companhia portuguesa que cria engenhos cénicos de grandes dimensões, realizando uma itinerância que tem, em cada localidade, os habitantes como protagonistas de um processo que deixa sinais memoráveis, atraindo público que se inteira e valoriza os elementos de identidade de cada localidade.

 

Próximas apresentações:
16 de setembro — Nelas
30 de setembro — São Pedro do Sul

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Quarta-feira, 26.07.17

TRIGO LIMPO teatro ACERT - O Pequeno Grande Polegar em Vila Nova de Paiva

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Espetáculo de rua baseado na personagem do Polegarzinho, esta é a história de como um sonho pode mudar a vida de qualquer comunidade.

 

O Pequeno Grande Polegar 
Rede Cultural Viseu Dão Lafões

Vila Nova de Paiva, Praça do Município
Sábado, 29 de julho de 2017, às 21:30

 

TRIGO LIMPO teatro ACERT prossegue, no quadro da Rede Cultural Viseu Dão Lafões, em Vila Nova de Paiva a digressão pelos territórios da Comunidade Intermunicipal Viseu - Dão Lafões.


Mais um engenho cénico (O Pequeno Grande Polegar) é o mote para um espetáculo de teatro de rua com a participação da comunidade.

Uma semana de intenso trabalho artístico com a comunidade de Vila Nova de Paiva na construção de um espetáculo que ganha singularidades pela adaptação à arquitetura local e pela abordagem narrativa com elementos da história local.


Tudo decorre num processo de formação que, após 5 dias, faz de cada espaço exterior um palco natural mágico que contagia o sempre numeroso público que se identifica com a presença de um novo e gigante morador teatral.


Um texto e música originais que deambulam pelo universo dos contos populares, invocando os malefícios de uma desertificação que pretende por fim ao apego e memórias dos habitantes pelo chão onde nasceram e cresceram. O nascimento de um novo habitante que é pequeno no sentimento, mas que se torna gigante pelo advento de uma nova esperança de felicidade.


O Trigo Limpo teatro ACERT é a companhia portuguesa que, cria engenhos cénicos de grandes dimensões, realizando uma itinerância que tem, em cada localidade, os habitantes como protagonistas de um processo que deixa sinais memoráveis, atraindo público que se inteira e valoriza os elementos de identidade de cada localidade.

 

Acompanhe a digressão no site do Polegar

 

Apresentação seguinte:
5 de Agosto de 2017 o pequeno grande Polegar em Penalva do Castelo

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Quinta-feira, 29.06.17

O Pequeno Grande Polegar em Mangualde pelo Trigo Limpo teatro ACERT

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O Pequeno Grande Polegar 
Início da digressão 2017

Mangualde, Largo Dr. Couto
Sábado, 1 de julho de 2017, às 21:30

 

Espetáculo de rua baseado na personagem do Polegarzinho, esta é a história de como um sonho pode mudar a vida de qualquer comunidade.

 

O pequeno grande Polegar conta a sua história nos concelhos da Comunidade Intermunicipal Viseu - Dão Lafões.

De terça-feira, 27 a sexta-feira, 30 de junho a equipa do Trigo Limpo teatro ACERT está em Mangualde a coordenar os ensaios para a integração comunitária. O pequeno grande Polegar é um espetáculo de teatro de rua, com música ao vivo e a participação de elementos da localidade onde se apresenta.


A história do pequeno grande Polegar baseia-se na narrativa popular e conta a vida de uma pequena aldeia apenas com cinco habitantes e que, por falta de nascimento de nova gente, se vê em risco de ser excluída do mapa. Em desespero a aldeia deseja que nasça um bebé, nem que seja tão pequenino que caiba na palma da mão. O menino nasce, salva a aldeia, mas…
Mas, depois do nascimento, uma nova série de peripécias vão acontecer, desde a dificuldade em alimentar “o pequeno”, até à chegada do circo à aldeia…

 

Uma gigantesca aventura a ter lugar sábado em Mangualde, no âmbito da Rede Cultural Viseu Dão Lafões.

Acompanhe a digressão no site do Polegar

 

Apresentação seguinte:
29 de Julho de 2017 o pequeno grande Polegar em Vila Nova de Paiva

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Quarta-feira, 21.06.17

TRIGO LIMPO teatro ACERT estreia mais um espetáculo de teatro de rua "JOÃO BRANDÃO TEATRAL CIRCUS"

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João Brandão teatral circus

Coprodução: Trigo Limpo teatro ACERT + Eptoliva
+ Academia Artística do Município de Tábua + Teatro Perro

 
Sábado 24 de julho de 2017 às 23:00
Domingo 25 de julho de 2017 às 22:00
Apresentações junto à Câmara Municipal de Tábua
 
João Brandão, personalidade icónica e habitante ilustre de Midões (Tábua), celebrado num espetáculo comunitário de teatro de rua. Este espetáculo parte de um desafio da Câmara Municipal de Tábua ao Trigo Limpo teatro ACERT para a criação de um espetáculo de teatro de rua com os alunos da EPTOLIVA do “Curso de Artes do Espetáculo – Interpretação” da Escola Profissional de Oliveira do Hospital, Tábua e Arganil,  em contexto de trabalho.

Este acontecimento resulta de uma forte conjugação de vontades para projetar o trabalho cultural realizado em Tábua pelas organizações artísticas que dinamizam o tecido associativo local e sustentam o dinamismo de uma programação que faz do Centro Cultural um espaço de eleição para um melhor serviço público para os habitantes e espectadores.

Tão natural como a vida, logo se impôs João Brandão — personalidade icónica e habitante famoso de Midões (Tábua) — como personagem misterioso para desenvolver uma narrativa teatral ficcional capaz de capitanear um argumento que se prolongasse para além da realidade que, no fim de contas, tem versões ainda tão contraditórias. Cada vivente acrescenta mais um ponto a uma história que, a priori, é tão epopeica e tão fantástica no imaginário popular. Enganem-se aqueles que procurarão neste espetáculo a verdade histórica, pois a dramaturgia explorará a vida misteriosa de um personagem à deriva por esse mundo fora.

O envolvimento da comunidade como protagonista coletivo da narrativa fantasista e dos músicos da Academia Artística do Município de Tábua como acompanhantes da viagem ficcional asseguram uma odisseia onde uma aventura sem limites geográficos será guiada por aquilo que poderia ser um sonho de cárcere do João Brandão.

Durante meses, um intenso trabalho de escrita narrativa que conduziu à versão teatral que irá ser apresentada. Os ensaios apaixonantes com o elenco de atrizes e atores, a criação poética e musical e o juntar de novelo protagonizado pela um coletivo de entusiásticos participantes amadores (que amam o que fazem), representam um cativante investimento artístico que perdurará certamente na memória das grandes realizações culturais de Tábua.
 
A encosta do jardim em frente do Município será o palco gigante e natural que será transformado por uma cenografia onde viajarão as aventuras dum João Brandão que nos transportará por episódios imaginários da história portuguesa e de muitas outras paragens.

Ficha artística e técnica

 

Direção artística, guião dramatúrgico, versão teatral de José Rui Martins, sobre texto original de R.M. Ribeiro
Assistência de encenação: Gi da Conceição, Pedro Sousa, Raquel Costa e Sandra Santos

Intérpretes do curso da EPTOLIVA: Carina Mendes, Carlos Ribeiro, Diogo Gonçalves, Inês Loureiro, Inês Nunes, Marco Faria, Marta Mesquita e os alunos de outros cursos da EPTOLIVA: Ana Sofia Costa, Cátia Correia, Leandro Araújo e Tiago Santos

Intérpretes locais: Alexandre Brito, André Neves, Beatriz Fernandes, Beatriz Nunes, Elisabete Almeida, Fátima Rosa, Filipa do Vale, Filipe Caetano, Gonçalo Fernandes, Guiomar Pedroso, Jikke Otte, Joana Gomes, Mariana Santos, Noé Silva, Odete Claro, Paula do Vale, Pedro Nunes e Sílvia Nunes

Poemas e canções: Ricardo Fonseca Mota
Cenografia: José Rui Martins
Figurinos e adereços: Cláudia Ribeiro
Interpretação e direção musicais: Academia Artística do Município de Tábua, sob a direção do Maestro Pedro Carvalho
Compositor e instrumentista de cavaquinhos: Luís Pedro Madeira
Direção de montagem: Natália Rodrigues
Desenho e operação de luz: Paulo Neto
Desenho e operação de som: Luís Viegas
Assistente de montagem: Rui Sérgio Henriques
Coordenação de implantação de palcos: António Eliseu
Apoio à produção: Daniel Marques, Maria José Costa e Sónia Garcia (Centro Cultural de Tábua)
Assistentes de cena, interpretação e apoio à montagem: António Gonçalves, António Rebelo, Ilda Teixeira, Natália Rodrigues, Pompeu José, Raquel Silva e Sandra Santos
Assistentes de produção: Luís Branquinho, Marta Costa e Rui Coimbra
Design gráfico: Carlos Mesquita

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