Quarta-feira, 29.01.14

Carta de uma filha lésbica ao pai milionário e inconformado

Carta de uma filha lésbica ao pai milionário e inconformado

Cecil Chao, um multimilionário de Hong Kong, oferece 90 milhões de euros ao homem que conseguir conquistar o coração da sua filha.

 

O que faria se fosse uma mulher lésbica e felizmente casada e o seu pai oferecesse dinheiro a um homem para a convencer a casar-se com ele? Gigi Chao escreveu uma carta: “Irei sempre perdoar-te por pensares como pensas porque te conheço e sei que estás a fazer isto a pensar no meu bem. Mas no que diz respeito a relações afectivas, as tuas expectativas não são coerentes com a minha realidade”.

 

A carta aberta ao pai foi publicada na terça-feira nos dois principais jornais de Hong Kong, a região da China onde moram Gigi e o pai, Cecil Chao, o empresário do imobiliário e da construção de navios multimilionário inconformado com a opção sexual da filha. Em Abril de 2012, quando Gigi se casou em França — os casamentos gay não estão legalizados em Hong Kong e só desde 1991 a homossexualidade foi descriminalizada —, com a namorada, Sean Eav, o pai deu um passo arriscado. Ofereceu dinheiro ao homem que conseguisse casar-se com a filha.

 

Na semana passada, Cecil Chao ofereceu 90 milhões de euros, duplicando o valor inicial do que diz ser “um dote”. “Não me interessa se [o homem] é rico ou pobre. A minha única preocupação é que tenha bom coração”, disse o pai aoSouth China Morning Post. Antes, já tinha sugerido que Gigi gostava de mulheres porque não lhe tinha aparecido um homem aceitável. “Do que ela precisa é de um bom marido.”

 

Cecil, de 77 anos, explicou que não quer obrigar a filha a casar-se com um homem escolhido por ele. Os jornais de Hong Kong dizem que chegou a fazer entrevistas a homens candidatos (apareceram 22 mil interessados), e que duplicou o "dote" porque o tempo está a passar sem progressos.

Se nas primeiras declarações Cecil parecia não aceitar a sexualidade da filha, as que fez agora, nas vésperas de aumentar a "recompensa", têm uma leitura dúbia. "Não quero interferir na vida privada da minha filha. Mas desejo que tenha um bom casamento e que tenha filhos e que herde os meus negócios", disse o pai.

Gigi, numa entrevista recente, também levantara a possibilidade de poder existir um homem na vida dela, caso ela se desse bem com ele e este doasse "muito" dinheiro à organização de caridade dela. "E desde que ele não se importasse que eu já fosse casada", disse, revelando ainda que recebeu muitas chamadas telefónicas de homens que resumiam a conversa a uma frase: "Quero tornar-me milionário".

 

Os 90 milhões de euros fizeram Gigi reaparecer nas capas dos jornais chineses, europeus, americanos, pelas razões erradas. E a empresária decidiu que já bastava. Não quer ver o seu casamento tratado como um fait divers e em textos que nem sempre têm o melhor dos tons. A mulher, empresária de 33 anos (e socialite, é figura habitual das festas de Hong Kong e não só), decidiu responder ao pai.

 

Já tinha feito declarações, antes da carta. Esta, por exemplo: “Eu sei que ele me ama, mas é de outro tempo e é-lhe difícil perceber a questão LGBT [lésbicas, gays, bissexuais e transgénero]. Quando estamos a trabalhar, trabalhamos, quando estamos em casa, abraçamo-nos e dançamos... concordamos em discordar na questão do que é um casamento e uma família”, disse Gigi.

 

statu quo que pensara ter atingido, porém, não existia e os 90 milhões de euros vieram provar que Cecil Chao não o aceita e não desiste.

 

Gigi Chao ignorou as opiniões nos media — houve quem acusasse o pai de estar a vender a filha. Ultrapassou a palavra “dote”, de que não gostou: “Estou preocupada com a utilização da palavra num país asiático, quando é sabido que os ‘dotes de morte’ constituem um problema de direitos humanos na Índia”. (Anualmente morrem na Índia centenas de mulheres recém-casadas, assassinadas pelos maridos ou família destes — outras cometem suicídio devido aos maus tratos — que pretendem ficar com os dotes mas não com a mulher.) E, na carta, volta a deixar claro que gosta do pai.

 

Nem sequer lhe pede para aceitar a sua mulher. “Não espero que sejam bons amigos.” Apenas deseja que o pai trate Sean Eav “como um ser humano normal e que merece ser tratado com dignidade” — “Isso significaria tudo para mim.” "Amo a minha parceira, Sean, que me trata bem, cuida de mim, certifica-se de que me alimento, de que tomo banho todos os dias e de que estou confortável, e que em geral faz de mim uma rapariga feliz. Ela é parte da minha vida e eu sou uma pessoa melhor por causa dela."

 

Também pede desculpa ao pai por, de alguma forma, o ter levado a pensar que se casara com uma mulher por não existirem “homens bons e dignos em Hong Kong”. Não é disso que se trata, tenta dizer-lhe. “Irei sempre perdoar-te por pensares como pensas”, escreve Gigi Chao, que por conhecer o pai deixa também a ideia de que um dia, mais longínquo do que próximo, talvez Cecil entenda a homossexualidade e esta filha (tem três, de mulheres diferentes com quem viveu ou namorou mas com quem nunca se casou). Diz que “há muitos bons homens”, só “não são” para ela, e despede-se: “Pacientemente tua”, Gigi.

 

Retirado do Público

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Sábado, 18.01.14

Emoções - As amizades coloridas

Amizade Colorida

 

As amizades coloridas

 

 

Luísa, com 42 anos, um dos nomes fictícios, criados para garantir o anonimato dos testemunhos, foi apresentada a Miguel, numa saída à noite com amigos. Ficaram amigos, mas com o tempo, perceberam que havia algo mais do que amizade. «Fomos ficando mais íntimos e, assim, as coisas aconteceram», recorda Luísa. E, apesar da distância física (Miguel trabalha noutro país), ainda se encontraram, durante seis meses.

 

«Hoje, mantemos apenas a relação de amizade. Com a idade, tornamo-nos mais exigentes. Acho que não vale a pena investir em relações que estão condenadas a não resultarem. Neste caso, tínhamos a distância que nos separava. E, além disso, neste momento, tenho um estilo de vida que me deixa livre para fazer o que quero e não me agrada a ideia de perder essa liberdade», confessa Luísa, que há um ano terminou um casamento de dez anos.

 

O psicólogo e investigador Nuno Amado confirma que «com o aumento do divórcio e o adiamento do casamento e/ ou da maternidade, existem mais pessoas que não querem precipitar-se em relações sérias». No entanto, alerta para o perigo deste tipo de relacionamentos.

 

«É sempre um terreno escorregadio porque há uma probabilidade forte de haver um desencontro de expectativas. Qualquer tentativa de separação da vida sexual da afetiva pode falhar», alerta o especialista, aconselhando que «a melhor forma de gerir as expectativas é através de uma conversa franca. Quanto mais fica por dizer, mais espaço fica para o desencontro», realça.

 

O sex buddy

 

As amizades coloridas estão na moda. Existe amizade, intimidade e exclui-se o compromisso. Mas há casos em que só há espaço para a intimidade física. Não são amigos, nem consideram ter algum tipo de relacionamento, encontram-se em busca do prazer físico e nada mais. São encontros pontuais que ocorrem cada vez mais.

 

«Porque além de haver mais pessoas fora de uma relação, quer pelo adiamento do casamento e maternidade, quer pelo aumento crescente do número de divórcios, há uma aceitação social de que o ato sexual não tem que acontecer entre membros de um casal», refere o psicólogo Nuno Amado. «São pessoas que não querem ter um relacionamento sério mas que têm desejo», acrescenta o especialista.

 

É o caso de Carolina, de 33 anos, que assume com clara descontração que nunca teve um relacionamento amoroso e ter um companheiro nunca fez parte dos seus ideais de vida. Ao longo destes anos, tem conhecido homens a quem chama de amantes, com quem foi tendo encontros, meramente sexuais. Alguns casos não passam de um encontro de uma noite, outros mantêm-se durante algumas semanas e, raramente, duram mais do que um mês.

 

«Sou uma mulher de paixões, não gosto da monotonia e da rotina das relações de longo prazo e, normalmente, canso-me dos homens, depois de dois ou três encontros. Talvez nunca tenha conhecido alguém que me despertasse sentimentalmente», desabafa.

 

Retirado do Sapo Mulher

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Sábado, 04.01.14

Aumenta a procura da alma gémea na Internet

Aumenta a procura da alma gémea na Internet

Estudo realizado nos Estados Unidos conclui que muitos internautas visitam sites de relacionamentos

 

Um estudo realizado nos Estados Unidos concluiu que são cada vez mais as pessoas que procuram a sua alma gémea na Internet, nomeadamente em sites dedicados a relacionamentos.

 

O Instituto Pew avança que, no total, 11% dos utilizadores de Internet nos Estados Unidos, ou cerca de 9% dos adultos, disseram ter visitado essas páginas. O estudo mostra que 66% desses utilizadores encontraram par graças a esses sites e 23% deles iniciaram uma relação de longo prazo ou casaram-se com a pessoa que conheceram no ciberespaço.

 

"Há dez anos, quando realizámos o nosso primeiro estudo sobre estes encontros digitais, os utilizadores tinham pouco acesso a este tipo de site e encaravam-nos com uma boa dose de cepticismo", afirmou Aaron Smith, diretor do estudo. "Apesar de ainda persistirem dúvidas, agora é culturalmente mais aceitável sair com alguém que se conheceu na Internet", acrescentou.

 

Cerca de 53% afirmam ainda que encontrar a alma gémea na web é muito mais fácil do que na vida real, porque a Internet permite conhecer melhor as pessoas. Os dados desse estudo coincidem com os de um estudo de junho, feito pela Universidade de Chicago, que indicou que mais de um terço dos casamentos americanos entre 2005 e 2012 teve início em encontros online. 

 

Retirado do Sapo Mulher

 

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Sábado, 23.11.13

O amor está a mudar?

O amor está a mudar?

O amor é uma forma poderosa de estimular as nossas vidas, mas a sua ausência pode motivar diferentes estados de espírito como a tristeza e a depressão. Por isso é importante que haja humildade, diálogo e entendimento e se conheça bem o perfil do seu amado, só assim uma relação terá sucesso. Faça a sua autoavaliação e perceba qual o seu estilo de amar.

 

O amor é um sentimento multifocal. é, segundo a psicologia, uma confluência de paixão, intimidade e união. Está ligado a numerosas emoções e influencia os comportamentos. O amor, ele próprio, combina-se com sentimentos de fundo como a excitação, o bem-estar, o entusiasmo e a harmonia.

 

O amor influencia também o estado do nosso Eu (nas suas dimensões espiritual, psíquica e física) e pode contribuir para o enriquecimento da autoestima. o que quer dizer que, na ausência do sentimento do amor, ou na sua falta de correspondência, o nosso psiquismo pode falhar, sofrer ruturas e provocar sentimentos de frustração, desânimo, tristeza e depressão.

 

O ser humano está predisposto geneticamente para amar e ser amado porque é um animal profundamente social, envolvido em múltiplas redes de relações (familiares, comunitárias, laborais, etc.). Os sentimentos têm servido ao homem para o influenciar na sua perceção de si e do mundo e levá-lo a agir no e sobre o mundo. O amor, em particular, é um estimulante poderoso (motivador) da ação. Já a falta de amor conduz à inação.

 

O desenvolvimento da capacidade de amar depende de fatores históricos, culturais e familiares. O amor, hoje, é diferente do que era em épocas passadas. por exemplo, no período do Romantismo (final do século XVIII e grande parte do século XIX) o amor estava associado à paixão - um sentimento intenso, contemplativo e subversivo. Ele era sentido como emancipador mesmo que trágico, como na história de Romeu e Julieta.

 

Atualmente, o amor é mais dominado pela racionalidade. O amor já não provoca escravidão como antes da época do Romantismo. O sofrimento é mais limitado nas suas consequências e, não amar para toda a vida já não constitui um drama para a maioria das pessoas. O amor romântico, por exemplo, ainda que procurado por muitas pessoas, não passa agora de um mito. «A paixão de hoje é mercadoria de consumo. Não tem nada a ver com o destino, com os riscos, com o enfrentamento» - escreveu Renato Ribeiro, professor titular de ética e filosofia política.

 

O amor em tempos de divórcios


As transformações sociais modificaram um pouco a forma como o amor é percebido, sentido e gerido. O modo de amar depende muito das aprendizagens sociais nos primeiros anos de vida. Num mundo em que aumentam os divórcios entre casais, os filhos ficam menos preparados para relacionamentos amorosos duradouros.


Por outro lado, nas escolas, ensina-se mais sobre as relações sexuais do que sobre as relações amorosas. Os jovens sabem mais sobre sexo do que sobre amor. E isto influência o seu comportamento no mundo.

 

Como é que o ser humano ama?


Data dos anos 70 o primeiro estudo sobre os diferentes estilos de amor. As conclusões do sociólogo John Alan Lee, ainda hoje são consideradas válidas. Homens e mulheres podem amar-se de forma diferente e não complementar. As pesquisas mostram que os relacionamentos amorosos entre eles assentam em estilos diferentes e que essa não complementaridade pode explicar o fracasso de muitas ligações sentimentais. A falta de recompensa mútua devido às diferenças de estilo pode pôr em risco uma relação, criando conflitos frequentes e, finalmente, rupturas.

 

A forma como uma pessoa ama o seu parceiro depende de muitos fatores: personalidade, autoconceito, cultura, educação, etc. Dessa confluência resulta um estilo preferencial de amar. Alguns são compatíveis com o estilo do parceiro. Outros não.

 

O sucesso da relação vai depender de como os dois amantes forem capazes de superar as lacunas e as diferenças. O egoísmo pode ser, porém, um fator impeditivo de uma relação bem-sucedida se ambos não abdicarem das suas exigências e posturas.

 

O amor bem sucedido depende também da humildade e da franqueza. Conversar sobre as diferenças e as expetativas de cada um em relação ao outro pode facilitar o sentimento.

 

Retirado do Sapo Mulher

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Segunda-feira, 28.10.13

Por que traímos? As razões para o crescente aumento da infidelidade nas relações amorosas

Por que traímos?

«Já não confiava no meu namorado e acabei por traí-lo», assume Raquel, 35 anos. «Um dia, conheci um amigo de uma amiga por quem senti uma química muito forte. Ele convidou-me para sair, jantámos algumas vezes juntos e acabámos por trocar alguns beijos. Namorava há quatro anos mas já não confiava no meu namorado nem acreditava no futuro da nossa relação», admite hoje.

 

«Ele mentia-me em várias circunstâncias e, mais tarde, vim mesmo a confirmar que ele me traía. Não me orgulho do que fiz e, na altura, deixei-me envolver porque estava muito carente e não me sentia amada. Mas, hoje, sei que mesmo que volte a passar pelo mesmo, não quero repetir este comportamento», considera, contudo, Raquel.

 

Um especialista revela as causas que estão na origem da infidilidade e afirma que é possível superar e até mesmo evitar uma traição. Rotina. Perda de intimidade. Desilusão. E, mais tarde, o foco excessivo nos filhos. Estes são, segundo Manuel Peixoto, presidente da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, os principais motivos que levam homens e mulheres a trair.

 

No entanto, estudos recentes têm mostrado que a prática de infidelidade pode estar relacionada com determinadas características da personalidade e, até, com uma pré-disposição genética. O especialista explica que há «um permanente conflito entre a determinante biológica, a psíquica e a cultural. Afinal, a monogamia não está na essência biológica do ser humano, é uma imposição cultural e social». Ainda assim, não deixa de alertar que prevenir uma traição é possível e encara a infidelidade como uma decisão do casal.

 

O mito de que os homens traem mais


Estudos recentes provam que entre a percentagem de homens e mulheres que admitem já terem traído, a diferença é, na verdade, muito pequena. Num estudo da Universidade de Guelph (Canadá), 19% das mulheres confessou já ter traído, face a 23% dos homens. No entanto, tanto no caso feminino como masculino, os números reais podem ser muito superiores.

 

 

 

 

Retirado do Sapo Mulher

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Domingo, 12.05.13

Sexo - Paixões de verão

Paixões de verão

Saiba quais os melhores locais para fazer amor

O verão é tempo de férias, de descontração, de calor, as pessoas sentem-se mais livres, mais despreocupadas o que se torna propício a novos relacionamentos. As férias para locais distantes dispertam a curiosidade de conhecer pessoas novas, de ter aventuras e experiências diferentes, surgem os olhares atrevidos, a sedução, as paixões intensas e tórridas, as peles bronzeadas, os corpos menos cobertos e tudo isto é o cenário perfeito para encontrar o seu amor de verão!

 

Vale a pena viver uma paixão assim, poder encontrar alguém que a atraia em diversos lugares: na praia, na esplanada, no restaurante, num passeio, numa discoteca,… Todos estes sítios são certos para encontrar a sua aventura. O importante é divertir-se, não pensar no futuro, e desfrutar todos os momentos como um casal, ver o pôr-do-sol, passear numa praia deserta, dar longas caminhadas pela praia à noite...

 

Seja ele fugaz ou duradouro, o melhor é aproveitar os dias ao máximo com total liberdade, sem criar expectativas, sem compromissos, criando uma história de verão inesquecível e vivendo-a intensamente ao sabor deste momentos únicos. Já dizia o poeta: “ Que seja infinito enquanto dure.”

 

Inspire-se nas nossas sugestões sobre os locais ideais para fazer amor e aproveite os últimos dias de calor das mais variadas maneiras, loucas e curiosas.

 

No mar: Alugue um barco a remos e vá até ao meio do mar, num local sossegado, aproveite a adrenalina e o medo de serem apanhados como estímulo sexual.

 

Num parque de diversões: Para quem gosta de aventura, nada melhor do que criar outra aventura dentro da cabine da roda gigante, desfrutando do tempo da “viagem” e vivendo um dos melhores momentos sobre uma paisagem incrível.

 

Num estádio de futebol: Depois de ele a convencer a assistir a um jogo de futebol ao vivo, convença-o a fazer amor consigo nesse mesmo local. Aproveite a altura em que o jogo está a decorrer e leve-o para um sítio escondido.

 

Numa cascata: Se tiver de férias num local repleto de lagos e cascatas, escolha uma hora menos movimentada ou até mesmo uma pequena cascata que não seja frequentada e leve a sua paixão de verão para trás da queda de água, mais romântico e excitante não poderia ser.

 

Na praia: É o local mais comum mas não deixa de ser entusiasmente, leve uma tenda ao fim da tarde para uma praia e combine passar lá a noite. Prepare uma cesta com comida afrodisíaca, desfrute do pôr-do-sol e de uma noite de amor.

 

No teleférico: Se tiver numa cidade com teleférico e se as cabines forem individuais, é um local perfeito para fazer amor. Tendo em conta que está suspenso e com muito cuidado por causa do balanço, sejam discretos e aproveitem.

 

No chuveiro: Mais um local que não deixa de ser comum mas depois de um dia quente de praia, leve-o para casa e prepare-lhe uma surpresa. Seja na banheira ou no chuveiro, viva momentos de paixão.

 

Num campo de golfe: Se ele gosta de golfe pode desafiá-lo para uma partida e vencedora ou vencida, escolha um local seguro no descampado, de dia ou de noite, e aproveite.

 

No Spa: Se está hospedada num hotel com Spa, veja uma hora que a sauna esteja vazia e aproveitem para aquecer ainda mais o ambiente.

 

No parque: Durante um passeio à noite, escolha um parque de merendas fora da cidade que, normalmente têm parque de diversões para crianças e tranforme o baloiço numa brincadeira de adultos.

 

Numa casa abandonada: Com muito cuidado com o estado da casa e de serem vistos, escolha umas ruínas e façam o vosso reconhecimento do território.

 

Num miradouro: Estacionados num miradouro, estendam uma manta no capot do carro, desfrutem do luar e das estrelas e entreguem-se ao prazer.

 

No campo: Organize um piquenique no meio do campo de flores selvagens em comunhão com a natureza e transforme a sesta da tarde num momento de amor.

 

Na montanha: Numa caminhada, suba a montanha, reconheça a paisagem magnífica e aprecie o pôr-do-sol da melhor forma.

 

Nos provadores de uma loja: Numa ida às compras enquanto supostamente vai experimentar a roupa, muito discretamente, pode conseguir a rapidinha mais curta do mundo, mas também a mais inesquecível.

 

Retirado de Sapo Mulher

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Sábado, 02.03.13

Sexo é saúde, 5 bons motivos para ter mais

Sexo é saúde 5 bons motivos para transar mais

 

Que sexo é bom todo mundo sabe, mas será que é só isso? De acordo com pesquisas, e vira e mexe sempre tem uma sobre o assunto, não. Muito mais do que ‘ser gostoso’, a atividade sexuallibera diversos hormônios capazes de reduzir o estresse e a dor de cabeça, aumentar a imunidade, rejuvenescer a pele e, inclusive, fazer você viver mais.

 

Até mesmo as mulheres que estão no banco reserva e não tem praticado com tanta frequência podem tirar proveito desses benefícios. Não acredita? Saiba que só pensar em sexo já faz bem. Sim, isso mesmo, pensar. E muito! Segundo os especialistas não existe nada mais agradável do que isso para o seu cérebro.

 

E não é só isso, o pesquisador Jens Förster, da Universidade de Amsterdã, descobriu que as pessoas que têm o hábito de pensar em sexo têm um desempenho melhor em tarefas que envolvem o raciocínio e pensamento crítico.

 

Mas, calma lá, não estamos falando de sexo mecânico, já que para garantir os benefícios o sexo precisa estar ligado ao prazer. Não adianta nada praticar com alguém que você não gosta, não sente atração física ou nem mesmo te faz ter orgasmo. Na verdade, o fato de ir para a cama com alguém que não te satisfaz pode ocasionar problemas físicos e psicológicos, sem falar da frustração.

 

Melhor que creme anti-idade - Uma pesquisa realizada pelo neuropsicólogo David Weeks, do hospital escocês Royal Edinburgh, ainda mostra que praticar sexo de forma ativa, em média três vezes por semana, rejuvenesce a aparência em até 12 anos.

 

Sem dor - Graças a oxitocina, hormônio liberado durante o sexo e que funciona com um ‘analgésico natural’, você vai recorrer a sua caixinha de remédios com menos frequência. Um estudo realizado pela sexóloga Beverly Whipple, em 1985, descobriu que, depois do orgasmo, a tolerância das mulheres à dor aumentou de forma significante.

 

Combate a insônia - De acordo com Laura Berman, diretora do Berman Center for Women’s Sexual Health, a endorfina liberada durante o sexo relaxa o corpo e mente, o que ajuda as pessoas a dormirem melhor.

 

Menos resfriado - Pesquisadores da Wilkes University descobriram que pessoas que têm relações sexuais uma ou duas vezes por semana apresentam níveis mais altos de imunoglobulina - anticorpo que protege o corpo contra doenças - do que aqueles que possuíam uma vida sexual menos ativa.

 

Efeito ‘capa de revista’ - O sexo aumenta a produção de testosterona, hormônio responsável pelo desejo sexual, tanto em homens como em mulheres, o que ativa a resposta do sistema límbico, parte do cérebro que controla as emoções. Ou seja, você vai se sentir muito mais bonita e poderosa. Fora isso, o sexo também ajuda a fortalecer os músculos, principalmente se ficar ‘por cima’.

 

retirado de Vila dois

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Sábado, 23.02.13

Michael Haneke volta a vencer com "Amor" ao receber cinco César

Michael Haneke volta a vencer com


Michael Haneke volta a vencer com "Amor" ao receber cinco César

O filme de Michael Haneke, "Amor" voltou a ser considerado o melhor filme do ano, desta vez na cerimónia dos prémios César (Academia de cinema francesa). Conquistou também os galardões de melhor realizador, melhor actor, melhor actriz e melhor argumento original.

 

"Amor", Palma de Ouro na última edição do Festival de Cannes, aborda a decadência, a velhice e a doença através do relato de um casal idoso cuja vida muda quando a mulher sofre um ataque e uma posterior paralisia.

 

O segundo filme mais premiado foi "Ferrugem e Osso", de Jacques Audiard, que levou o César de melhor actor revelação (Mathias Schoenaerts), melhor edição e banda sonora. Este filme tem estreia marcada em Portugal a 14 de Março.

 

Foi também premiado o filme "Adeus minha Rainha" de Benoit Jacquo nas categorias de melhor fotografia, melhor guarda-roupa e melhor direcção artística.

 

retirado do HardMúsica

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Sexta-feira, 18.01.13

Manias ousadas durante o sexo

Manias ousadas durante o sexo

 

 

O que ninguém nega, principalmente nós mulheres, é que as preliminares são peças-chave para uma boa relação sexual. Há quem não se contente com carinhos e beijinhos.

 

Tem gente que pede uma pegada mais forte, ou então recebe sem pedir, e quando vai ver o queridão já estalou um tapinha. E nesse quesito manias na hora do sexo

 

A especialista em autoestima e prazer da mulher, Lu Riva, conta que já ouviu casos para lá de inusitados. "Tem homens que gostam que suas mulheres pisem neles com salto. Casais que gostam de "bater" e de "apanhar", tem as pessoas que gostam de vestir fantasias sensuais como uma colegial, com direito a meia-calça 7/8, que chega à sala mordendo o lápis e dizendo: - ‘Professor me ensina’".

 

" variedade é o que não faltar.

 

Parece que a ideia de dominar ou ser dominado predomina. Fátima Moura, personal sexy trainer, conta que já ouviu muitas histórias de suas alunas. Entre as mais inusitadas está a do casal que teve um grande prejuízo em um motel. "O marido sempre dizia à esposa que gostaria que ela pisasse nele usando salto alto. Em uma bela noite, ela resolveu realizar a vontade dele e subiu na cama com um salto fino. O que eles não haviam notado é que o colchão era d’água! Logo, o plástico se rompeu. Imagine só a bagunça!". Isso sim é um banho de água fria na relação.

 

Lu conta que conhece pessoas que gostam de recitar mantra antes do sexo. Agora imagine, você está lá toda linda e sexy, ansiosa pelo que está por vir e, de repente, o cidadão começa a cantarolar. Ainda nesse assunto, Fátima revela que uma de suas alunas preparou todo o clima à luz de velas e rosas vermelhas para o novo namorado. O que ela não imaginava é que o rapaz era seguidor o candomblé. Sem a menor desconfiança ele chegou a perguntar a ela se aquilo seria um trabalho religioso para ele. Pode?!

 

Outro caso inusitado: "Minha aluna resolveu sair da rotina, vestiu uma roupa para lá de atrevida e pediu que seu marido a deixasse em um ponto na Rua Augusta. Ela mandou que ele fosse dar uma volta e que retornasse para buscá-la. Após a volta, ele apareceu aflito e pediu para que ela entrasse no carro. Ela toda altiva se negou e só entrou no veículo após ele ter pago o ‘programa’", conta Lu. Essa foi corajosa, ela poderia ter apanhado. Ficar em um ponto que não lhe pertence na Augusta pode ter consequências terríveis e irreparáveis.

 

Fátima riu ao se lembrar de outro caso: "O homem pediu à mulher que vestisse uma fantasia e que lhe fizesse uma surpresa. Ela, então, comprou uma roupa de policial. Quando o rapaz viu a mulher vestida daquela maneira teve uma crise de riso". "Mas você pensa que ela perdeu o domínio? Não. Ela acabou prendendo-o por desacato à autoridade", completa.

 

Brincadeiras à parte é importante lembrar que este tipo de atitude faz bem quando ambos querem participar. "Às vezes é bom tentar novidades, pois se pode abrir uma gama de opções para o casal, mas sem que isso seja algo forçado ou mecânico para uma das partes", afirma Lu Riva. Fátima Moura lembra que essas ousadias não servem para salvar casamentos e recomenda: "Você deve analisar a situação, perguntar como foi o dia do parceiro, para que não haja frustração, caso ele não esteja animado."

 

Via Vila Dois

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Domingo, 13.01.13

Amor,sexo, e internet em 2013

O que esperar do próximo ano em questões que envolvem comportamento, saúde e sexualidade dos jovens, temas frequentes desta coluna? Quando se trata desses assuntos, é importante lembrar que é difícil fazer previsões de curto prazo. Novos padrões se estabelecem de forma gradual, e as mudanças, quando acontecem, tendem a ser processos prolongados. De qualquer forma, vamos arriscar alguns palpites do que esperar em 2013.

Sexo: a tendência a um início precoce deve continuar. Há alguns anos, trabalha-se com a perspectiva de que metade dos garotos e um terço das garotas iniciam a sua vida sexual antes dos 15. Ao encerrar o ensino médio, três em cada quatro jovens já fazem sexo. O diálogo sobre o tema, em casa e na escola, deveria ser reforçado. Que pais conseguem conversar sobre isso com os filhos?

Aids: apesar de a epidemia estar, segundo o Ministério da Saúde, sob controle, foram notificados 39 mil casos novos em 2011, o maior número de registros dos últimos anos. Mais da metade em jovens de 15 a 24 anos. Isso acentua a necessidade de reforçar a prevenção nessa faixa etária. Se o garoto faz sexo com outros homens, o risco é ainda maior. A maioria dos casos novos em jovens acontece entre homo e bissexuais.

Gravidez precoce: embora haja uma tendência de queda da gestação na adolescência em praticamente todo o país, muitas garotas de nível social mais baixo ainda enxergam na maternidade um projeto de vida. Sem perspectivas de crescimento pessoal, muitas copiam o modelo das mães e avós e engravidam cedo. A nova gestação, em geral, reforça um ciclo de abandono por parte do parceiro e de distanciamento da educação e do sucesso profissional. Se houver uma manutenção da estabilidade econômica no país e de projetos sociais eficazes, essa situação pode melhorar.

O vazamento de fotos e vídeos com conteúdo íntimo na internet continuará  

Prevenção: se dá para remediar, por que prevenir? No universo de vida do jovem, onde o tempo é curto e a pressa é grande, tudo acontece rápido. As preocupações estão muito mais voltadas para aqui e agora, do que para um incerto futuro distante. Para que perder tempo se protegendo e se prevenindo, quando pode haver uma solução mais rápida e imediata se algum problema aparecer? Não é à toa que o consumo de anticoncepcional no país ainda é baixo entre os jovens e que o uso consistente da camisinha tem caído ano após ano. Em contrapartida, a pílula do dia seguinte, um método de emergência, é tomada cada vez mais. Essas tendências devem se manter no próximo ano.

Internet: cada vez mais jovens passarão mais tempo na rede. Com o crescimento da banda larga e do Wi-Fi em casa e com a profusão da venda de tablets, PCs e smartphones, não deve causar espanto se um jovem trocar almoço, jantar e televisão pela internet. Menos horas de sono e de estudo pela frente! Em compensação, maior risco de exposição na rede e de invasão e evasão da privacidade. Episódios de vazamento de fotos e vídeos de conteúdo mais íntimo devem continuar a pipocar. É fundamental discutir a questão da conduta na rede para evitar riscos e exageros.

Bebida: da mesma forma que sexo começa cedo, o contato com a bebida também. Na geração em que tudo é precoce, é importante o cuidado para evitar que problemas maiores apareçam. Pressionado a tomar decisões, muitas vezes nos momentos em que a maturidade ainda não deu as caras em sua vida, o jovem pode se expor a riscos. Pesquisas mostram que um em cada sete jovens que começam a beber terá complicações como abuso e dependência. Sem contar os riscos de acidentes de trânsito associados ao consumo de álcool. Houve uma explosão de casos em 2012. A lei promete vir mais dura em 2013, mas será que os jovens entenderão o impacto que isso pode ter em sua vida?

Consumo: cada vez mais o jovem pressionará seus pais para ganhar tecnologia. E essa pressão pode começar muito cedo. Se consumir é importante para essa geração, o que dizer, então, de produtos que agreguem a possibilidade de conexão com o mundo, uma das razões de existir para eles. Tablets, smartphones, netbooks e tudo o que seja fácil de carregar e rápido de conectar será motivo de muito choro, pedido insistente e chantagem emocional. 

 

Retirado de Época

publicado por olhar para o mundo às 22:48 | link do post | comentar

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