Quinta-feira, 02.06.16

GOSTAS DE ARTE? – Projeto Odisseia

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“GOSTAS DE ARTE? – Projeto Odisseia”

 

Inscrições abertas até 3 de junho

 

Estão abertas as inscrições até 3 de junho para o projeto “GOSTAS DE ARTE? – Projeto Odisseia”, promovido pela ARTEMREDE e dirigido a jovens, dos 16 aos 25 anos, com ou sem experiência artística. Para fazer parte deste projeto é necessário enviar a ficha de inscrição (em anexo e disponível em http://www.cm-barreiro.pt/frontoffice/pages/694?event_id=495) para odisseia.barreiro@gmail.comou entregar pessoalmente na receção do AMAC.

Esta formação é gratuita, contendo uma grande componente prática, que permitirá a aquisição de conhecimentos e competências úteis para futuros contextos de formação e/ou trabalho.

 

O projeto ODISSEIA, promovido pela Artemrede, foi um dos 16 vencedores do programa PARTIS, um programa da Fundação Calouste Gulbenkian de apoio a projetos artísticos de integração social.

ODISSEIA é constituída por três componentes artísticas, Teatro / Dramaturgia, Artes de Rua e Cinema / Música e tem como público-alvo seis grupos de jovens, entre os 16 e os 25 anos, provenientes de seis municípios associados da Artemrede – Almada, Barreiro, Moita, Oeiras, Santarém e Sesimbra.

Neste projeto, que decorrerá entre 2016 e 2018, pretende-se que os jovens participantes adquiram conhecimentos artísticos e alarguem os seus horizontes através do acesso a formação especializada e à participação em processos de criação artística, desenvolvendo assim as suas competências de autonomia e de decisão.
Os artistas responsáveis pelas diferentes componentes do projeto são o ator e encenador Rui Catalão, a companhia de artes de rua Radar 360 e o realizador e músico António-Pedro. Deste projeto resultarão três objetos artísticos: o espetáculo de teatro E Agora Nós, o espetáculo de artes de rua Histórias em Viagem [título provisório] e um filme musicado constituídos por seis Curtas Migratórias.
Para a concretização deste projeto a Artemrede conta com a parceria da cooperativa de solidariedade social RUMO no acompanhamento social e na avaliação, assim como com uma rede alargada de parceiros locais, com trabalho desenvolvido na área social ou cultural, em cada um dos municípios envolvidos.

 

Calendarização dos dias de formação: 16 de junho; 21 de junho; 23 de junho; 30 de junho; 5 de julho; e 7 de julho

Tratam-se de sessões de 3 horas cada que decorrem das 16h30 às 19h30, no Auditório Municipal Augusto Cabrita. 

 

O projeto contará ainda com duas apresentações finais a decorrerem no AMAC:

. 9 de julho | 21h30 (Apresentação – Agora Faz,tu!)

. 10 de setembro | 21h30 (Apresentação – Agora Nós!) 21h30

 

 

CMB 2016-06-01

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Segunda-feira, 04.04.16

Cine-Teatro de Estarreja, com ARTE

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Cine-Teatro de Estarreja, com ARTE

 Sáb 09 Abr 21H30

 

Traduzida em mais de 30 línguas a peça estreada em 1994, em Paris, e vencedora dos prémios Molière de Melhor Autor, Laurence Olivier de Melhor Comédia, o Evening Standard e do prémio Tony para Melhor Peça.

Em 1998 e 2003, 180.000 espectadores tornaram ARTE, com António Feio, José Pedro Gomes e Miguel Guilherme, num sucesso sem precedentes.   
Em 2016, ARTE  está de regresso ao palco com novo elenco, inigualável na arte de bem representar: Adriano Luz, João Lagarto, Vítor Norte.

Assinado por Yasmina Reza, ARTEé um texto belíssimo e sempre atual sobre a amizade, seus limites e valor, que levanta questões atuais e satiriza as relações humanas.

 

ARTE, ‘entretém, comove, ensina, diverte, numa reflexão sobre o que nos rodeia’.

Yasmina Reza texto António Feio tradução Adriano Luz e Carla de Sá encenação
Rui Francisco cenografia e figurinos João Loio música Paulo Sabino desenho de luz
Joana Saboeiro assistente de cenografia Maria Luz assistente de figurinos Adriano Luz, João Lagarto e Vítor Norte interpretação

Serviço de Babysitting

[Auditório] 12,5€ / 10€ (Cartão Amigo, Cartão Sénior e Jovem Municipal)
90min | m/12 [espetáculo promovido pelo Cine-Teatro de Estarreja]

 

 

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Quinta-feira, 14.05.15

Barreiro - EXPOSIÇÃO DE AMÉLIA MILITÃO NA BIBLIOTECA

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DE 23 DE MAIO A 20 DE JUNHO

 

EXPOSIÇÃO DE AMÉLIA MILITÃO NA BIBLIOTECA

 

No próximo dia 23 de maio, pelas 16h00, irá inaugurar a exposição de pintura de Amélia Militão, na sala multiusos da Biblioteca Municipal do Barreiro. 

A mostra ficará patente ao público até 20 de junho. Criatividade e imaginação, duas palavras que se conjugam num vasto leque de riqueza emocional e que se projetam em dois verbos: o viver e o amar que se refletem nas cores que são afinal o Universo que nos rodeia.

Amélia Militão nasceu a 2 de junho de 1955, na Vila do Lavradio, Concelho do Barreiro. Vê na pintura o reflexo da sua criatividade e da sua imaginação a par com a escrita.

A Biblioteca Municipal do Barreiro está situada na Rua da Bandeira, Urbanização do Palácio do Coimbra, 2830-330 Barreiro.

Telemóvel: 21 206 86 56 (Receção) e email: biblioteca.municipal@cm-barreiro.pt

 

CMB 2015-05-13

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Terça-feira, 24.02.15

ACERT - CORPO INVERSO Oficina de Técnica Circense

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CORPO INVERSO
Oficina de Técnica Circense
Novo Circo


Preço: 1 €
Duração: 120 minutos

Reconhecendo o potencial artístico e pedagógico do Novo Circo, disciplina pouco explorada em Portugal, a oficina Corpo Inverso, promovida no âmbito do projeto Circus Lab, pretende sensibilizar o público escolar para as técnicas circenses.

Recorrendo ao malabarismo e à suspensão, entre outras técnicas, os alunos são desafiados a explorar os limites e os movimentos do corpo e a desenvolverem um sentido de autoconfiança e concentração, consciência do risco e trabalho em equipa.


Ficha Técnica


ORIENTAÇÃO Juliana Moura (br), Vilde Broen (no) e Dídac Gilabert (es)
CIRCUS LAB é um projeto do Teatro Viriato
DESENVOLVIDO COM Giacomo Scalisi e Sverre Waage
CIRCUS LAB É UMA INICIATIVA Teatro Viriato
PROJETO COFINANCIADO POR Governo de Portugal / Secretário de Estado da Cultura, Direção-Geral das Artes e Eea Grants (Islândia, Liechtenstein e Noruega)
MECENAS DO PROJETO Patinter e Norge - bacalhau
da noruega


ter a sex 10h30 | 14h30
3º ciclo do ensino básico
Lotação 1 turma por sessão

 

 

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Domingo, 18.01.15

BIBLIOTECA MUNICIPAL DO BARREIRO - EXPOSIÇÃO DE ANDRÉ NEVES

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DE 24 DE JANEIRO A 22 DE FEVEREIRO | BIBLIOTECA MUNICIPAL DO BARREIRO

 

EXPOSIÇÃO DE ANDRÉ NEVES

 

No próximo dia 24 de janeiro, sábado, pelas 16h00, inaugura a Exposição de Pintura “Lixutópico”, de André Neves, na sala multiusos. Ficará patente ao público até ao dia 22 de fevereiro.

A entrada é livre.

 

Biografia

André Silva Neves nasce a 13 de julho de 1994, no Barreiro.

Frequenta o curso de Escultura da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.

Desenhar sempre foi um dos seus passatempos desde criança.

Desde que começa a estudar Artes Visuais na ES de Casquilhos, inicia algumas formações e exposições, das quais salientamos:

2011

- Participação em exposição coletiva dos alunos da Escola Secundária de Casquilhos;

2012

- Exposição de artes plásticas (Pintura e Desenho) no Espaço J, inserido na 15ENA DA JUVENTUDE da C.M. Barreiro;

- Participação no projeto “Oficina Saramago”, como aluno selecionado para representar a ES de Casquilhos nas exposições “NOUTROS LUGARES” no Fórum Barreiro, e na sessão de encerramento do projeto no Fórum Cultural José Figueiredo (ilustração do livro “A Maior Flor do Mundo”);

2013

- Exposição individual de Pintura, Escultura e Desenho na sociedade “Os Penincheiros”, Barreiro;

2014

- Work in Progress de escultura no “Grande Arraial” na Escola Conde Ferreira, Barreiro;

Conhece o jazz, em 2006, ao começar a frequentar a Escola de Jazz do Barreiro e mais tarde, em 2010, entra para o Hot Clube de Portugal.

Para além disso, durante os verões tem feito alguns workshops de férias, tais como Lisbon Jazz Summer School (CCB), workshops de verão da JB Jazz.

Gosta de teatro e cinema. Frequentou o teatro na Escola de Teatro Arteviva, Barreiro e participou na curta-metragem “O Jogo”, de Júlio Alves.

 

Contacto:

artedepensar94@gmail.com

https://www.facebook.com/andrenevesart

 

A Biblioteca Municipal do Barreiro está situada na Rua da Bandeira, Urbanização do Palácio do Coimbra, 2830-330 Barreiro, Telemóvel: 21 206 86 56 (Receção), E-mail: biblioteca.municipal@cm-barreiro.pt

 

CMB 2015-01-16

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Sexta-feira, 21.06.13

Smurfs vão invadir Cova da Moura

Smurfs vão invadir Cova da Moura


Smurfs vão invadir Cova da Moura

Em comemoração do aniversário de Peyo, o criador dos Smurfs, dia 22 de junho celebra-se o Dia Mundial dos Smurfs. Em Portugal, este evento serve também para revelar um pouco do muito antecipado filme “Smurfs 2”  que tem estreia marcada para 01 de Agosto.

 

Para assinalar a data os "Smurfs 2" vão deixar a sua marca azul nas fachadas das casas da Rua do Moinho, na Cova da Moura, Amadora. As casas serão pintadas de “azul Smurf” e coloridas com graffitis de conhecidos artistas locais. Para além da nova cor o bairro vai ganhar muita alegria.

 

Com o objectivo de integrar todos os habitantes deste Bairro nesta acção, e em particular as crianças, a Associação Cultural Moinho da Juventude, juntou-se a esta iniciativa e vai desenvolver várias actividades paralelas, de forma a proporcionar uma manhã cheia de alegria e diversão a todos os que estiverem presentes.

 

Das 10:00 às 14:00 vão decorrer várias actividades dos Smurfs com as crianças do Bairro da Cova da Moura, entre elas: demonstrações de dança hip-hop, capoeira, desfiles, para além da presença de um bolo azul gigante, para comemorar o aniversário de Peyo.


Retirado do HardMúsica

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Quarta-feira, 05.06.13

O Banksy desaparecido em Fevereiro foi vendido por um milhão

O Banksy desaparecido em Fevereiro foi vendido por um milhão

Stencil foi retirado da parede de um prédio na zona norte de Londres e proprietários do edifício levaram-no a leilão.

Provavelmente o artista de rua mais conhecido do mundo, o britânico Banksy está a assistir à valorização crescente da sua obra – mas não é ele que está a lucrar com ela. O agora famoso mural do writer de grafitti que desapareceu de Wood Green, no norte de Londres, em meados de Fevereiro, já terá sido vendido em leilão por um milhão de euros. Os seus proprietários serão os donos do prédio em cuja parede foi pintado o stencil de uma criança que costura bandeiras do Reino Unido.

 

Slave Labour (Bunting Boy) foi à praça no domingo através da empresa de serviços Sincura Group, tendo esta sido a segunda investida do seu proprietário no mercado. Poucas semanas depois de ter desaparecido de Wood Green, o stencil que já foi interpretado como uma crítica ao Jubileu da rainha Isabel II ou como um comentário sobre o trabalho infantil, surgiu para venda em Miami. Mas, na altura, a população de Wood Green estava mobilizada contra o desaparecimento de Slave Labour da parede exterior de uma das suas lojas e os protestos chegaram a Miami.

 

A comunidade, que encarou a subtracção deste Banksy como um roubo de um presente que o street artist teria dado ao bairro, protestou mesmo nas ruas contra a perda da obra e o concelho de Haringey, onde fica Wood Green, apoiou essa campanha, levando-a aos palcos internacionais, visando a devolução da obra. Sem apresentar explicações e, segundo a BBC, já quando o leilão de Slave Labour tinha começado, a Fine Art Auctions Miami cancelou a venda em Fevereiro – as suas expectativas do valor da venda chegavam aos 517 mil euros

 

Em Maio, novo desenvolvimento: o Sincura Group, que se apresenta como “porta de entrada para uma vida VIP” que “começou como uma organização secreta” que “conseguia acesso ao inacessível”, anunciava que iria vender a peça, bem como outros trabalhos de artistas  como Damien Hirst, Andy Warhol ou o fotógrafo Mario Testino. O evento, que juntaria exposição e leilão, estava agendado para dia 2, sendo Slave Labour uma das suas peças centrais. Num comunicado datado de 11 de Maio, o Sincura Group afirmava ter investigado a proveniência do mural, que diz ter sido “legalmente resgatado”, frisando que “os actuais proprietários e o seu representante estão a agir de boa fé”.

 

Esses proprietários, confirmou à Bloomberg Robin Barton, marchand de arte especializado em Banksy e que representa os vendedores do mural, são Robert Alan Davis e Leslie Steven Gilbert, os donos da imobiliária Wood Green Investments, que detém o edifício onde o artista pintou a obra e que - sendo uma questão legal em aberto - considera ser a legal detentora da obra.

 

A obra “sofreu um extenso restauro” desde “a sua remoção”, lê-se na mesma nota de Maio do Sincura, assinada pelo seu director, Tony Baxter. Nela, o grupo dizia ainda que esta seria “mostrada pela primeira e única vez no Reino Unido antes de ser devolvida aos Estados Unidos onde fará parte de uma importante colecção privada de obras de Banksy”. A 30 de Maio, segundo disse à Bloomberg Robin Barton, já existia uma oferta de cerca de 765 mil euros por parte de um colecionador privado norte-americano. Mas a peça iria ainda assim a leilão com o Sincura Group, na expectativa de atingir valores mais elevados.

 

Barton detalhou, sobre o evento à porta fechada, que no final da noite de domingo o grupo recebera três licitações acima das 881 mil euros, e que iria reunir-se com os proprietários para avaliar as ofertas em cima da mesa. 

 

Banksy não confirmou nunca a autoria da peça, embora os peritos na sua obra estejam seguros da sua proveniência, e citou apenas, em resposta a uma pergunta sobre a venda de arte de rua em leilões no seu site, o impressionista Matisse: "Senti-me muito envergonhado quando as minhas telas começaram a alcançar preços elevados, vi-me condenado a um futuro de pintar nada mais que obras-primas." 

 

Retirado do Público
 

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Sexta-feira, 31.05.13

Cacilheiro "Trafaria Praia" já está em Veneza

"Trafaria Praia" já está em Veneza 

O projecto "Trafaria Praia", de Joana Vasconcelos, que representa Portugal na Bienal de Veneza deste ano, abre ao público de 01 de Junho a 24 de Novembro. 


Comissariado por Miguel Amado, "Trafaria Praia" é um simples cacilheiro que se trnsformou em pavilhão flutuante e obra de arte.

 

O "Trafaria Praia" estará ancorado na Riva dei Partigiani, junto à paragem de vaporetto, o autocarro de Veneza, dos Giardini, e circulará na Lagoa de Veneza duas vezes por dia, pelas 10:30 e e nas tardes pelas 16:00.

 

Estará aberto ao público de terça a domingo, das 10:00 às 18:00.

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Sexta-feira, 10.05.13

Cascais vai ter uma feira internacional de arte contemporânea

Cascais vai ter uma feira internacional de arte contemporânea

A Est Art Fair decorrerá de 8 a 11 de Maio no Centro de Congressos do Estoril. Conta receber 50 galerias

 

É uma iniciativa do empresário Luís Mergulhão a que a Câmara de Cascais dará apoio logístico. De 8 a 11 de Maio a partir de 2014 o Centro de Congressos do Estoril passa a receber a Est Art Fair, a decorrer num vazio do calendário das artes plásticas europeias, um mês antes da feira de Basileia, na Suíça, e da Bienal de Veneza, em Itália.

 

Apresentada ontem em Cascais, na sua primeira edição a feira pretenderá Angola, Brasil, China, Espanha e Moçambique como interlocutores privilegiados na "constituição de um mercado".

 

"Fazer uma feira não é juntar galerias e ter uns stands, é ter um mercado, ter quem venha, aprecie e compre", disse Mergulhão. Esclarecendo: "Para que esse mercado exista temos que recuperar os compradores que, dada a situação europeia, diminuíram o volume das suas compras e atrair novos compradores."

 

CEO do Omnicom Media Group Portugal e antes ligado à Cultura, nomeadamente através da Tobis e do Instituto do Cinema e Audiovisual, Mergulhão explicou que a feira deverá funcionar a vários níveis, prevendo-se eventos paralelos como uma residência de artistas, seminários e exposições dedicada a jovens artistas e novos media. Sem um director artístico, a feira constituirá comités de selecção com os membros da Associação Portuguesa de Galerias de Arte.

 

Carlos Carreiras, presidente da Câmara de Cascais, explicou que ao apoiar iniciativas como esta, o objectivo da CMC é "substituir linhas de montagem por cadeias de valor": "Nestes tempos turbulentos, como o do tsunami social que se abateu sobre o país, precisamos de âncoras para não sermos levados na corrente." Arte e cultura "são o expoente máximo daquilo em que nos podemos elevar." Quanto à viabilidade do projecto, face à dificuldade da homóloga Arte Lisboa em captar expositores e coleccionadores internacionais, num percurso em perda que culminou com a não realização da 12.ª edição, em Novembro último, Mergulhão foi lacónico: "Não sei responder. Só saberemos responder no encerramento da primeira edição. Esta feira vai acontecer e tem um projecto bem definido."

 

Retirado do Público

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Domingo, 28.04.13

Bandeira de Portugal a Preto e Branco censurada no Edifício Axa

 

Uma bandeira de Portugal gigante a preto e branco. Foi este símbolo, pensado por Paulo Mendes e colocado a meia haste no Edifício Axa, junto à Câmara Municipal do Porto no dia 25 de Abril, que indignou os próprios programadores daquele espaço que deram o dito pelo não dito, convidando o artista plástico a retirar a instalação.

 

"A 'Portuguesa Monochrome', hasteada a meia haste na Avenida dos Aliados no Porto. Contra o vento e contra certas vozes de ordens superiores. Sobre estas, a história continua dentro de minutos...", escreveu Paulo Mendes na sua página de Facebook perante as primeiras pressões da Porto Lazer e dos responsáveis do projecto 1.ª Avenida. Numa primeira instância, o artista, segundo apurou o P3, ter-se-á recusado a retirar a bandeira (parte de uma instalação que também incluía seis vídeos), alegando censura sobre a obra.

 

A Porto Lazer, contactada pelo P3, confirmou que a bandeira esteve hasteada e foi recolhida, argumentando desta forma: "A exposição exigia determinadas condições de produção que não estavam devidamente asseguradas".

 

Durante o feriado, a bandeira manteve-se hasteada e foi fotografada pelas pessoas que passeavam pela Avenida dos Aliados. Manteve-se contra a vontade dos responsáveis por este projecto cultural da cidade do Porto que no dia seguinte voltaram à carga. Paulo Mendes, convidado a participar com a instalação "Portuguesa Monochrome", resistiu ao braço de ferro até ao dia 26.

 

"... a história continuou e hoje, 26 de Abril, retirei a minha instalação, que não vai poder inaugurar em conjunto com as outras exposições no projecto 1ª Avenida", escreveu no seu mural. Segundo foi possível apurar, o artista terá retirado a totalidade do seu trabalho sob pena de prejudicar os trabalhos dos restantes artistas instalados no piso 3 do edifício que seria encerrado no caso de o projecto da bandeira não "cair".

 

Recorde-se que uma bandeira semelhante foi roubada da exposição "Sem Título", de Paulo Mendes para o Laboratório das Artes em Guimarães, que decorreu entre os meses de Fevereiro e Março.

 

Paulo Mendes explicava assim a sua proposta: "Micro histórias de uma macro história política, de utopias interrompidas, entre a incoerência e a demagogia, de uma classe política irresponsável e impune, o país move-se entre a vulgaridade da sua decadência e as histórias menores dos seus protagonistas anónimos. Um país nostalgicamente sem memória, sem projecto de futuro, que procura um rumo, uma nova narrativa para o seu futuro, mais uma vez adiado. A realidade é um facto ruidoso com consequências dissonantes".

 

Retirado do P3

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