Domingo, 03.03.13

Sara Moreira campeã da Europa dos 3000m

Sara Moreira campeã da Europa dos 3000m

Portugal conquistou a sua primeira medalha nos Campeonatos da Europa de atletismo em pista coberta e foi logo a de ouro.
A atleta portuguesa Sara Moreira sagrou-se este domingo campeã europeia dos 3000 metros em pista coberta, ao vencer a prova no último dia dos Europeus em Gotemburgo, na Suécia.Na prova mais longa dos campeonatos, a portuguesa andou sempre entre as primeiras, destacando-se da concorrência nas duas últimas voltas e cortando a meta com vários metros de vantagem.

Tendo chegado à final com o melhor tempo das qualificações, Sara Moreira não desejaria uma prova muito lenta, pois isso aumentaria o número de possíveis candidatas ao pódio.

Com um primeiro quilómetro muito lento, o segundo foi mais rápido. Mas Sara Moreira não quis arriscar. Tomou a liderança da corrida nas voltas finais, à frente de um grupo de seis atletas, que se separou das restantes e discutiu entre si os primeiros lugares.

Sem dar hipóteses à concorrência, Sara Moreira isolou-se nos metros finais e terminou com o tempo de 8m58,50s. Atrás da portuguesa ficaram a alemã Corinna Harrer (9m00,50s) e a irlandesa Fiunnuala Britton, campeã europeia de corta-mato (9m00,54s).

Sara Moreira junta agora o ouro à medalha de prata conquistada em 2009, em Turim. Há dois anos, em Paris, foi “obrigada” a correr os 1500 metros devido a um lapso administrativo da Federação Portuguesa de Atletismo, que a inscreveu nessa prova e não nos 3000m, onde teria tido hipóteses de conquistar nova medalha.     

Ao ar livre, a atleta do Maratona, de 27 anos, foi medalha de prata nos Europeus de Barcelona 2010 e bronze nos de Helsínquia 2012, ambos os registos nos 5000 metros. Tem ainda duas presenças olímpicas (2008 e 2012) e foi duas vezes finalista em Campeonatos do Mundo.

Patrícia Mamona última na final do triplo salto

Minutos antes, Patrícia Mamona fora oitava e última na final do triplo salto, com 13,72 metros, marca conseguida no ensaio inicial.

Depois de ter obtido um recorde nacional de 13,99 metros na qualificação - marca que lhe daria o sexto lugar na final -, a atleta portuguesa não esteve feliz na competição decisiva deste último dia dos Europeus.

Depois dos 13,72 iniciais, fez dois nulos e terminou com 13,51m, 13,59m e 13,57m. A prova foi ganha pela ucraniana Olha Saladuha, que abriu o concurso com 14,88m, a melhor marca mundial do ano e que logo resolveu o concurso.
Retirado do Público

publicado por olhar para o mundo às 14:11 | link do post | comentar
Domingo, 24.02.13

A última corrida do "Torpedo de Turbante", o mais velho maratonista do mundo

A última corrida do

O passaporte britânico garante que tem 101 anos de idade. Fauja Singh, nascido na Índia, participou este domingo na sua última prova oficial.

Entre as mais de 72 mil pessoas que correram este domingo a maratona de Hong Kong, era difícil distinguir um homem de longas barbas brancas e um turbante amarelo. Mas o número do dorsal (G0001) indicava que se estaria perante um atleta especial, numa ocasião especial – Fauja Singh, o mais velho maratonista do mundo, completava a sua última corrida, a pouco mais de um mês de comemorar 102 anos de idade.

 

Nem todos os atletas correram os 42,195 quilómetros pelas ruas da cidade de Hong Kong. O evento dividiu-se em várias distâncias – dos três quilómetros em cadeira de rodas à maratona. Singh participou na prova de dez quilómetros, que cumpriu em 1h32m28s. Mas isso não interessa nada.

 

Fauja Singh, o sikh também conhecido como o "Torpedo de Turbante", acabava de cruzar pela última vez a meta de uma corrida oficial e já ouvia o tiro de partida para um futuro de nostalgia. "Nunca esquecerei este dia. Vou ter saudades", disse, citado pela agência Associated Press.

 

Antes do início da corrida, o "torpedo" já previa o que iria acontecer. "Sinto uma mistura de felicidade e tristeza. Estou feliz porque vou retirar-me no máximo das minhas capacidades, mas estou triste por ter chegado a altura de deixar de participar nisto", lamentou, numa entrevista concedida à AP, onde esteve acompanhado pelo seu treinador e intérprete, Harmader Singh.

 

Apesar das dúvidas em relação à sua verdadeira idade – o passaporte britânico diz que nasceu a 1 de Abril de 1911, mas as autoridades indianas garantem que nessa época não eram guardados registos de nascimentos –, Fauja Singh é reconhecido como o maratonista mais velho do mundo. Tenha ou não nascido na data que aparece no seu passaporte, o mais surpreendente na carreira de Singh é que ela começou há apenas pouco mais de 12 anos. Para quem prefere acreditar nos dados do passaporte, tinha 89 anos de idade.

 

Segundo a história contada pelo próprio, o vício da corrida começou após a morte da sua mulher e de um dos seus filhos, em 1994. “Ele achava que não valia a pena viver sem o seu filho”, disse à AP o treinador.

Depois de os seus outros cinco filhos terem emigrado, Singh decidiu juntar-se a um deles, em Inglaterra.

O resto é História do desporto: ao todo, foram nove maratonas, e a primeira não poderia ter sido mais emblemática. No ano 2000, Fauja Singh corria pelas ruas de Londres a primeira de nove maratonas. O seu melhor tempo foi estabelecido em Toronto, no Canadá, em 2003: 5h40m a correr, aos 92 anos de idade. Em 2012, foi um dos atletas que transportou o facho olímpico, para os Jogos de Londres.

Termina a carreira como detentor de vários recordes mundiais de atletismo na sua faixa etária (mais de 100 anos de idade), todos alcançados em 2011:

– 100m (23,40) O japonês Hidekichi Miyazaki tinha feito 28,83 um ano antes

– 200m (52,23) O sul-africano Philip Rabinowitz conseguira 77,59 em 2004

– 400m (2m13s48) A anterior marca era de 3m41s e pertencia ao austríaco Erwin Jaskulski, estebelecida em 2003

– 800m (5m32s18) Não havia recorde anterior

– 1500m (11m27s81) O australiano Leslie Amey fizera 16m46s41 no ano 2000

– Milha (11m53s45) Não havia recorde anterior

– 3000m (22m52s47) Não havia recorde anterior)

– 5000m (49m57s39) Não havia recorde anterior)

– Maratona (8h25m17s) para pessoas com mais de 100 anos – o máximo de 5h40m01s foi alcançado aos 92 anos de idade.

 

 

 

Retirado do Público

publicado por olhar para o mundo às 19:56 | link do post | comentar
Terça-feira, 24.07.12

Há quem não precise de medalhas para ser campeão

Pedro Isidro ao centro com a bandeira de Portugal nas mãos (Ivo Ferreira acompanha-o)Tudo o que é normal para os outros é um obstáculo para Pedro Isidro

 

O atleta soube na segunda-feira que vai estar em Londres, onde irá representar Portugal na prova dos 50km marcha. Ele será o primeiro português portador de deficiência cognitiva a competir em Jogos Olímpicos.


A maior parte dos atletas que vão estar em Londres precisaram "apenas" de obter o mínimo olímpico na sua respectiva modalidade para garantir um lugar na elite mundial e representar o seu país em mais uns Jogos Olímpicos. Mas não foi esse o caso de Pedro Isidro. Para este marchador, que só ontem viu confirmada a sua presença na competição, o passaporte para Londres obrigou a um esforço redobrado.

Pedro Isidro, nascido a 17 de Julho de 1985, na Azambuja, herdou deficiências cognitivas que o levam a ter grandes dificuldades em manter a atenção e em matéria de memorização, com tudo que isso implica na gestão do quotidiano. Problemas que se avolumam por causa de grandes dificuldades de expressão.

Ana Oliveira, coordenadora do atletismo do Benfica, clube que o atleta representa a nível federado, salienta as dificuldades acrescidas que Pedro Isidro teve que superar para conseguir tornar-se um atleta olímpico. "Trata-se de uma enorme recompensa para um atleta que trabalha imenso e com total dedicação", afirmou. "Tudo o que é normal para os outros gera para ele acrescidas dificuldades. A marcação de reuniões, encontros, horas de treino e outros tarefas rotineiras semelhantes tornam-se muito mais difíceis para ele e temos de o fazer recorrendo acrescidamente ao pai ou ao seu técnico, Luís Dias. Tudo é mais difícil, mas consegue-se, e o factor da enorme força de vontade que ele empresta a toda a sua carreira é neste particular decisivo", sublinhou.

Pedro Isidro iniciou-se na marcha em 2003 e o ano de 2008 foi aquele em que atingiu resultados de valia internacional. Estreou-se na Taça do Mundo em Cheboksari (Rússia), estabelecendo um recorde pessoal de 1h25m22s que ainda se mantém vigente e que o coloca como oitavo melhor português de sempre. Acabou então em 50.º lugar nesse certame e voltaria dois anos mais tarde à Taça do Mundo, desta vez em Chihuahua (México), onde subiu de posição, com um 29.º lugar com 1h27m55s.

Os anos a partir de 2008 significaram, no entanto, alguma estagnação nos 20km marcha e o passo mais importante foi dado por Pedro Isidro e pelo seu técnico com a abordagem aos 50km marcha, a mais longa das provas olímpicas, desde o ano passado. O benfiquista participou nos campeonatos nacionais disputados na Batalha, a 19 de Fevereiro, e acabou em segundo com um tempo de 4h10m45s.

A terceira presença na Taça do Mundo, este ano realizada de novo na Rússia, em Saransk, mostrou-se decisiva para o atleta. Terminou os 50km a 13 de Maio em 27.º lugar com 3h58m00s, um recorde pessoal e que o torna o nono português de todos os tempos. Esta marca não era mínimo A federativo (pedia-se 3h56m) para ir a Londres e João Vieira já tinha esse mínimo principal, pelo que Pedro Isidro ficava de fora. Mas a reconsideração da sua situação (e a de Luís Feiteira, na maratona) face aos mínimos menos exigentes da Federação Internacional abriu-lhe as portas olímpicas e fará companhia a João Vieira nos 50km marcha.

O sucesso de Pedro Isidro foi devidamente sublinhado pela APD-Amadora, organização filiada na ANDDI (Associação Nacional do Desporto para Deficiência Intelectual) e à qual o marchador está ligado. "Pedro Isidro consegue o enorme feito de ser o primeiro atleta com deficiência intelectual, a nível mundial, a qualificar-se para uns Jogos Olímpicos. Tratou-se de uma feito a todos os níveis assinalável e uma enorme conquista de integração", refere a associação em comunicado.

Tal como Pedro Isidro, também Luís Feiteira que, ao contrário do seu colega, já tinha integrado uma comitiva olímpica (Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996, nos 1500m), será um olímpico português de última hora. Alinhará ao lado de Rui Pedro Silva na maratona.


Os raros casos de atletas com deficiência

A APD - Amadora refere em comunicado que Pedro Isidro será o primeiro atleta a nível mundial a estar presente, com deficiência intelectual, em Jogos Olímpicos. E são, de facto, escassos os dados referentes a atletas que tenham situações semelhantes. 

De atletas portadores de deficiências cognitivas ou intelectuais o caso mais notável foi o do corredor de 400m barreiras da União Soviética Vyacheslav Skomorokhov que, em 1969, se tornou campeão europeu - além de recordista nacional com 49,17s -, sendo surdo e mudo de nascença. 

No caso de atletas com deficiência física, alguns têm conseguido a sua participação em grandes provas internacionais. 

Oscar Pistorius, o blade runner sul-africano, é o caso mais conhecido e este quatrocentista amputado abaixo dos joelhos em tenra idade conseguiu a qualificação para os próximos Jogos Olímpicos já depois de ter estado em acção nos Mundiais de Daegu do ano passado. 

Já antes a norte-americana Marla Runyan, uma excelente especialista de 5000m, tinha estado presente nessa prova nos Mundiais de Edmonton em 2001 e nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, curiosamente nos dois eventos eliminada em nono lugar nas eliminatórias. Runyan tinha um deficiência visual superior a 70%. 

Também deficiência visual em grande escala tem o sprinter irlandês Jason Smyth, que participou nos Mundiais de Daegu de 2011 e nos recentes Europeus de Helsínquia - tendo ficado em sétimo nas meias finais dos 100m -, e até ao fim lutou por uma qualificação olímpica para Londres.

 

Noticia do Público

publicado por olhar para o mundo às 19:19 | link do post | comentar
Segunda-feira, 23.07.12

Guor Marial, O maratonista sem pátria nos Jogos Olímpicos

Guor Marial  O maratonista sem pátria nos Jogos Olímpicos

Guor Marial estava num beco sem saída. Nascido no que é hoje o Sudão do Sul, o maratonista viu o Comité Olímpico Internacional (COI) recusar a participação do seu país nos Jogos de Londres, por ainda não ter um comité olímpico nacional reconhecido. A alternativa seria competir pelo Sudão, algo que o atleta sempre recusou. Marial vive nos Estados Unidos há 11 anos, mas também não tem nacionalidade americana, o que o impedia de representar os EUA. Como fazer? A solução chegou no sábado, quando o COI autorizou Marial a ir a Londres como atleta independente.


“O facto de ir aos Jogos Olímpicos significa muito, não só para mim, mas também para o meu país, que passou por muito”, disse Guor Marial, em declarações à CNN. “Mesmo sem levar a bandeira do meu país, vou ser a bandeira do meu país. O Sudão do Sul vai estar no meu coração”, acrescentou o atleta de 28 anos, que conseguiu a qualificação em Outubro passado.

A solução mais fácil teria sido o maratonista representar o Sudão, uma hipótese de que ele nunca quis ouvir falar. “Nunca”, disse Marial à CNN. “Só pensar nisso já é uma traição. Morreram 28 pessoas da minha família na guerra com o Sudão. Milhões de pessoas do meu povo foram mortos por forças do Sudão. Eu até posso perdoar, mas nunca poderia honrar e glorificar um país que matou a minha própria gente”, justificou o atleta, que abandonou o Sudão em 1993 e passou pelo Egipto, antes de ser acolhido pelos Estados Unidos.

O COI autorizou a participação de Guor Marial como independente, justificando que ele é “residente permanente”, com estatuto de refugiado, nos Estados Unidos, mas não um “cidadão” americano. “Não pode competir pelos Estados Unidos, Sudão do Sul nem Sudão”, diz o comunicado da entidade que supervisiona os Jogos Olímpicos.

Marial vai, assim, competir sob a bandeira olímpica, vestir um equipamento sem alusão a qualquer país e se conquistar uma medalha será tocado o hino olímpico. Se for autorizado, o atleta tentará usar uma pulseira com o seu nome e as cores do Sudão do Sul.

Esta situação, no entanto, não é inédita, até porque este sudanês do sul se vai juntar em Londres a três atletas das Antilhas holandesas, que recusaram competir pela Holanda, após a dissolução do seu país em Outubro de 2010. Em Sydney 2000, também houve quatro atletas timorenses a competir sem pátria, o mesmo tendo acontecido em 1992 com 58 atletas da Jugoslávia e da Macedónia.

A aprovação do COI, no entanto, não resolveu todos os problemas deste maratonista sem pátria. Para poder viajar para Londres, Marial precisa de arranjar um passaporte e um visto a tempo de chegar à cerimónia de abertura, que se realiza na sexta-feira. Ou, na pior das hipóteses, de estar na capital inglesa a 12 Agosto, dia em que decorre a maratona masculina e terminam os Jogos.

A torcer por ele estarão cerca de dez milhões de habitantes do Sudão do Sul, a mais jovem nação do mundo – é independente desde Julho do ano passado. E entre eles os pais de Guor Marial, que não vêem o filho desde 1993. “Espero que eles me vejam a correr nos Jogos Olímpicos”, contou o maratonista à CNN. “Eles vivem numa aldeia sem electricidade e televisões. Mas planeiam ir a pé até à cidade mais próxima, a 40 milhas [64 quilómetros], para me verem na televisão.” 

 

Noticia do Público

publicado por olhar para o mundo às 18:45 | link do post | comentar
Segunda-feira, 02.07.12

PORTUGAL CONQUISTOU 11 MEDALHAS DE OURO EM EUROPEUS EM ATLETISMO

Ana Dulce Félix venceu a 11ª este domingo nos 10.000 metros femininos

 

Ana Dulce Félix venceu a 11ª este domingo nos 10.000 metros femininos


Ana Dulce Félix conquistou este domingo em Helsínquia a 11.ª medalha de ouro de Portugal em Europeus de atletismo, a segunda na prova de 10.000 metros femininos.

O historial português ainda é dominado por Rosa Mota e Francis Obikwelu, com três títulos cada, seguindo-se Manuela Machado, com duas medalhas de ouro, e Fernanda Ribeiro, António Pinto e agora Ana Dulce Félix, com uma cada.

No total, Portugal tem já 27 medalhas, nas 20 edições em que participou, sendo que três foram conseguidas agora, em Helsínquia - também conquistaram medalhas na Finlândia Patrícia Mamona (prata) e Sara Moreira (bronze).

Os 11 títulos portugueses de atletismo em pista:

Rosa Mota - maratona - Atenas82.

Rosa Mota - maratona - Estugarda86.

Rosa Mota - maratona - Split90.

Manuela Machado - maratona - Helsínquia94.

Fernanda Ribeiro - 10.000 metros - Helsínquia94.

António Pinto - 10.000 metros - Budapeste98.

Manuela Machado - maratona - Budapeste98.

Francis Obikwelu - 100 metros - Munique2002.

Francis Obikwelu - 100 metros - Gotemburgo2006.

Francis Obikwelu - 200 metros - Gotemburgo2006.

Ana Dulce Felix - 10.000 metros - Helsínquia2012.

 

Noticia do Push

publicado por olhar para o mundo às 08:32 | link do post | comentar
Domingo, 01.07.12

Ana Dulce Félix ganhou o ouro em Helsínquia

Ana Dulce Félix ganhou o ouro em Helsínquia


A atleta portuguesa Ana Dulce Félix sagrou-se neste domingo campeão europeia de 10.000m, ao vencer a final directa da distância no último dia dos Europeus de atletismo, que se estão a disputar em Helsínquia.


A atleta do Maratona foi para a frente pouco depois do meio da prova e comandou sozinha até ao fim, cumprindo a prova em 31m44,75s. A britânica Jo Pavey foi segunda, com 31m49,03s, enquanto a ucraniana Olga Skrypak foi terceira, com 31m51,32s.

Quanto às outra portuguesas em prova, Ana Dias foi sétima, com 32m35,82s, enquanto Leonor Carneiro foi décima, com 33m05,92s.

Foi a terceira medalha portuguesa na capital finlandesa, depois do bronze de Sara Moreira nos 5000 m e de Patrícia Mamona no triplo salto.

 

Noticia do Público

publicado por olhar para o mundo às 19:36 | link do post | comentar

Pistorius, o "Blade Runner", falha os Jogos olimpicos

Pistorius, o


Oscar Pistorius, o atleta que corre com duas próteses, não conseguiu os mínimos para os Jogos Olímpicos, em Londres.


O atleta sul-africano, que também é conhecido por Blade Runner, ganhou a medalha de prata nos 400 metros (45.52s) no Campeonato Africano de Atletismo em Porto Novo (Benim), mas a marca foi insuficiente para estar presente nos Jogos Olímpicos. Resta-lhe os Paralímpicos, onde vai defender os seus três títulos (100, 200 e 400 metros).

“Estou obviamente desapontado. Sentia-me muito forte para esta competição porque a minha condição física e velocidade estavam a melhorar.”, lamentou Pistorius.

Oscar Pistorius, de 25 anos, nasceu sem as duas fíbulas – osso na face lateral da perna que suporta os músculos – e, por isso, teve de amputar as duas pernas quando era ainda uma criança.

 

Noticia do Público

 

publicado por olhar para o mundo às 10:29 | link do post | comentar
Sexta-feira, 29.06.12

Patrícia Mamona conquista medalha de prata em Helsínquia

Patrícia Mamona conquista medalha de prata em Helsínquia


A saltadora portuguesa Patrícia Mamona sagrou-se nesta sexta-feira vice-campeã europeia do triplo-salto na final dos Europeus de atletismo, que estão a decorrer em Helsínquia.


Logo no primeiro salto da final, a atleta do Sporting fez 14,52m, o seu melhor da final e novo recorde nacional, mais dez centímetros que a anterior marca, que já lhe pertencia desde 2011.

Com o decorrer do concurso, Mamona já não conseguiu melhorar e apanhar no primeiro lugar a atrás da ucraniana Olha Saladuha, que saltou, também no primeiro ensaio, 14,99m, a melhor marca mundial do ano.

Foi a segunda medalha portuguesa nestes Europeus que terminam neste domingo, depois de, na última quinta-feira, Sara Moreira ter sido terceira nos 5000m.

“Estou muito, muito contente e só quero agradecer ao meu treinador [José Uva], aos meus pais, à minha família, aos meus amigos”, começou por dizer a atleta portuguesa. “Sabia que se conseguisse melhorar a minha marca, bater o recorde nacional [que era de 14,42m, do ano passado], poderia conseguir uma boa classificação, mas não imaginava o pódio. Foi uma grande surpresa”, reconheceu Patrícia Mamona.

A atleta do Sporting, que em ano olímpico interrompeu os estudos nos Estados Unidos para se dedicar apenas ao atletismo, reconheceu que teve uma prestação atípica: “Eu nem costumo ser muito forte logo no primeiro ensaio, o normal é ir em crescendo. Mas já no apuramento consegui logo o salto de qualificação a abrir e hoje aconteceu o mesmo. Estou muito contente, não esperava nada...”, concluiu Patrícia Mamona, que agora quer repetir a marca nos Jogos Olímpicos de forma a “poder chegar à final”.

Classificação final: triplo salto
1. Olha Saladuha (Ucrânia), 14,99m
2. Patrícia Mamona (Portugal), 14,52m
3. Yana Borodina (Rússia), 14,36m
4. Simona La Mantia (Itália), 14,25m
5. Dana Veldáková (Eslováquia), 14,24m
6. Níki Panéta (Grécia), 14,23m
7. Athanasía Pérra (Grécia), 14,23m
8. Françoise Mbango (França), 14,19m
9. Svetlana Bolshakova (Bélgica), 14,07m
10. Marija Sestak (Eslovénia), 14,01m
11. Paraskeví Papahrístou (Grécia), 13,89m
12. Kseniya Dziatsuk (Bielorrússia), 13,87m

 

Noticia do Público

publicado por olhar para o mundo às 22:03 | link do post | comentar | ver comentários (3)

Atletismo, Marcos Chuva apurado para final do comprimento

Marcos Chuva apurado para final do comprimento


O saltador português Marcos Chuva conseguiu nesta sexta-feira o apuramento para a final do comprimento dos Europeus de atletismo Helsínquia 2012, graças a um terceiro ensaio de 7,96 metros, a sua melhor marca do ano.


Chuva, que tinha efectuado saltos de 7,79 e 7,81 metros, garantiu no derradeiro salto o oitavo lugar entre os 32 concorrentes, segundo posto do Grupo B, liderado pelo sueco Michel Tornéus (8,07 metros).

O atleta de Oeiras, vice-campeão europeu sub-23 em 2010, vai assim participar na final de domingo, para a qual o alemão Sebastian Mayer parte como favorito, após vencer o Grupo A, com 8,34 metros.

O benfiquista tem como recorde pessoal precisamente 8,34 metros, a segunda melhor marca lusa de todos os tempos, a dois centímetros do recordista nacional Carlos Calado (8,36 metros)

 

Noticia do Público

publicado por olhar para o mundo às 18:45 | link do post | comentar
Quinta-feira, 28.06.12

Sara Moreira conquista medalha de bronze nos Europeus

Sara Moreira conquista medalha de bronze nos Europeus


A atleta portuguesa foi terceira classificada na prova dos 5000m nos Europeus de atletismo que decorrem em Helsínquia, na Finlândia.


Sara Moreira ocupou a liderança da prova durante quase todo o tempo, mas perdeu a hipótese de subir aos dois primeiros lugares do pódio nos derradeiros metros da corrida.

A atleta portuguesa cortou a meta em terceiro lugar, repetindo assim o resultado obtido há dois anos nos Europeus de Barcelona. Sara Moreira fez um tempo de 15m12,05s, apenas dois centésimos atrás da ucraniana Lyudmyla Kovalenko (15m12,03s).

A russa Olga Golovkina conquistou a medalha de ouro nos 5000m, com um registo de 15m11,70s.

Classificação: 5000m
1.- Olga Golovkina (Rússia), 15m11,70s
2. Lyudmyla Kovalenko (Ucrânia), 15m12,03s
3. Sara Moreira (Portugal), 15m12,05s
4. Julia Bleasdale (Reino Unido), 15m12,77s
5. Roxana Bârca (Roménia), 15m13,40s
6. Nadia Ejjafini (Itália), 15m16,54s
7. Svetlana Kireyeva (Rússia), 15m19,55s
8. Almensh Belete (Bélgica), 15m22,15s
9. Elena Romagnolo (Itália), 15m24,38s
10. Judith Plá (Espanha), 15m27,62s

 

Noticia do Público

publicado por olhar para o mundo às 17:28 | link do post | comentar

mais sobre mim

pesquisar neste blog

 

First Class Radio 

posts recentes

últ. comentários

  • Minha esposa dorme durante a relacao eu viro chego...
  • Minha esposa as vezes dorme , aí eu paro viro de l...
  • hmmm fixe! Será uma daquelas edições para colecion...
  • Interessante
  • gosto do suave tom da sua voz :)
  • Vou procurar para ouvir =)Beijinhos
  • Neste Natal só te desejo duas coisas: TUDO e NADA!...
  • Recomendadíssimo!!Para quem não conhece a sonorida...
  • Great article!

Posts mais comentados

arquivos

tags

favoritos

subscrever feeds



blogs SAPO