Domingo, 29.09.13

Rui Costa campeão do mundo de ciclismo

Rui Costa

Primeiro português a vencer a prova de fundo dos Mundiais.

Rui Costa sagrou-se campeão do mundo de ciclismo, ao vencer a prova de fundo dos Mundiais de Itália, em Florença.

 

É a primeira vez que um ciclista português ganha o Mundial.

 

O ciclista da Póvoa de Varzim está a viver um ano fenomenal. Depois do triunfo na Volta a Suíça e das duas vitórias em etapas na Volta a França, o atleta da Póvoa de Varzim sagrou-se agora campeão do mundo.

 

Rui Costa ganhou assim o direito a usar a camisola arco-íris durante toda a época de 2014.

 

O português superiorizou-se nos metros finais ao espanhol Joaquim Rodríguez. Tal como há um ano, o espanhol Alejandro Valverde ficou em terceiro, cortando a meta 16 segundos depois de Rui Costa.

 

CLASSIFICAÇÃO
1. Rui Costa (Portugal), 7h25m44s
2. Joaquim Rodríguez (Espanha), m.t.
3. Alejandro Valverde (Espanha), a 16s
4. Vincenzo Nibali (Itália), a 16s
5. Andriy Grivko (Ucrânia), a 31s
6. Peter Sagan (Eslováquia), a 34s
7. Simon Clarke (Austrália), m.t.
8. Maxim Iglinskiy (Cazaquistão), m.t.
9. Philippe Gilbert (Bélgica), m.t.
10. Fabian Cancellara (Suíça), m.t.

 

retirado do Público

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Domingo, 10.03.13

Lance Armstrong, estrela de Hollywood?

Lance Armstrong, estrela de Hollywood?

A Warner Bros. e a Paramount Pictures estão a preparar dois filmes com a história do ciclista norte-americano.

 

Não há história que fuja às atenções de Hollywood. Quando em Janeiro, Lance Armstrong admitiu que venceu, recorrendo ao doping, as sete Voltas à França, quantas pessoas não terão pensado que o caso era digno de um filme? Pois bem, agora vai mesmo chegar aos cinemas. E não será apenas com um filme, mas dois.

 

Os dois grandes estúdios de Hollywood não querem perder a oportunidade de contar a história da ascensão e queda daquele que já foi o herói do ciclismo e, por isso, cada um terá o seu filme. Segundo o Deadline, a Warner Bros. adquiriu os direitos para avançar com o projecto mas a Paramount Pictures já tinha revelado a intenção de adaptar a história de Armstrong ao cinema.

 

A Warner Bros. tem o ciclista norte-americano Tyler Hamilton, colega de equipa de Armstrong e que também admitiu o uso de doping do seu lado; e a Paramount Pictures tem a jornalista Juliet Macur, autora do livro Cycle of Lies: The Fall of Lance Armstrong, do qual comprou os direitos para adaptar ao cinema.

 

Ainda não são conhecidos muitos detalhes de nenhum dos projectos mas, de acordo com o site Deadline, o filme da Warner Bros. será produzido por Charles Roven e Alex Gartner, da Atlas Entertainment, e o argumento vai ser da responsabilidade de Scott Z. Burns, argumentista do novo filme de Steven Soderbergh Efeitos Secundários.

 

A realização vai ficar entregue a Jay Roach, realizador de comédias comoAustin Powers ou Um Sogro do Pior. Além do cinema, o percurso de Roach ganhou destaque também na televisão, tendo vencido três Emmys com os filmes Recount (2008) e Game Change (2012), ambos sobre temas políticos.

 

O estúdio protegeu os direitos de Tyler Hamilton, garantindo assim que este não participará de forma alguma no filme da Paramount.

 

Por seu lado, a Paramount já garantiu o apoio na produção da Bad Robot, produtora de J.J. Abrams. E foi já a pensar neste filme que comprou os direitos do livro de Juliet Macur, jornalista que acompanhou a carreira de Lance Armstrong, especialmente nos últimos anos, desde a recuperação do cancro até à revelação final.

 

Cycle of Lies: The Fall of Lance Armstrong só chegará às lojas em Junho com o selo da Harper Collins, que em Novembro assegurou o projecto depois de ter pago um adiantamento à jornalista de cem mil dólares (cerca de 77 mil euros).

 

Mas estes não são os únicos projectos em curso. Alex Gibney, que em 2007 venceu o Óscar para o melhor documentário com Taxi to the Dark Side, já estava a trabalhar num documentário sobre o ciclista e as constantes acusações de uso de doping antes de tudo se ter descoberto.

 

A queda de Lance Armstrong aconteceu no início deste ano quando o próprio admitiu o uso de doping, depois de anos a negar. O ciclista contou, numa entrevista a Oprah, como ao longo destes anos conseguiu esconder e enganar toda a gente e pediu desculpa pelas suas acções.

 

Retirado do Público

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Domingo, 20.01.13

Ciclistas exigem “mais respeito” e “modos suaves”

Ciclistas exigem “mais respeito” e “modos suaves”

Em protesto contra atropelamentos e situações de insegurança, foram convocadas concentrações para várias cidades.

 

Ciclistas equipados a preceito em bicicletas de todo-o-terreno enlameadas, jovens com bicicletas imaculadas de design estilizado e muitas pessoas que fazem das duas rodas o veículo do dia-a-dia – largas dezenas reuniram-se esta tarde no Terreiro do Paço, em Lisboa, para apelar ao que chamam “modos suaves” na estrada.

 

Também no Porto, cerca de cem ciclistas concentraram-se em frente à câmara municipal, para protestarem contra os atropelamentos que se têm sucedido nas últimas semanas e para pedirem “mais respeito” pelos peões e ciclistas. As concentrações foram convocadas para várias cidades pela Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicletas (FBCUP).

 

O deputado do PSD Pedro Roque, dirigente da federação, juntou-se ao protesto em Lisboa, numa tarde em que o mau tempo deu algumas tréguas e quase não choveu. Admitiu que “a maior parte dos automobilistas” já é sensível à circulação de bicicletas, mas defendeu serem necessárias alterações ao Código da Estrada para proteger mais quem anda em duas rodas. A perda de prioridade das bicicletas, por exemplo, é uma das regras que considera já não fazer sentido, até porque, argumenta, muitos automóveis já tendem a dar prioridade a um ciclista que se apresente pela direita.

 

Também o duo de comediantes Homens da Luta, numa bicicleta dupla (Falâncio à frente, Neto atrás) circulou pela praça lisboeta. Mas não foram apenas fazer comédia. Dizendo que ia despir o personagem tanto quanto possível, Vasco Duarte (Falâncio) juntou-se a Pedro Roque e ao presidente da FBCUP, José Manuel Caetano, num pequeno palco onde se apelou a “mais respeito” por peões e ciclistas e onde foi lido um manifesto intitulado “Basta de atropelamentos”.

 

Os manifestantes fizeram depois, em marcha lenta e com muitas bicicletas pela mão, o curto percurso até aos Restauradores.

 

Mais dez minutos, menos 240 euros


Ricardo Cruz, professor, foi um dos que esteve presente na concentração no Porto. Há três anos, andava de automóvel e achava os ciclistas “uns cromos”. Agora, do alto do selim da sua bicicleta, acredita que não podia ter feito uma escolha mais certa e garante que só há vantagens neste modo de transporte. Do Carvalhido à Maia demora 30 minutos, “mais dez do que de automóvel”, mas poupa “230 a 240 euros” por mês e anda bem menos stressado. “Tenho uma atitude zen”, brinca Ricardo.

 

O Porto não parece uma cidade feita para andar de bicicleta, mas a arquitecta Ana Brütt não concorda. O problema “não são os declives da cidade, mas sim os buracos e a falta de civismo”, retorque Ana, que lamenta que ainda haja tantos automobilistas a mandá-la subir para o passeio no seu circuito diário entre Francos e o Bolhão.

 

A concentração foi rápida, até porque o tempo não estava de feição, e os ciclistas começaram a dispersar depois de Sérgio Moura ter lido o manifesto da FPCUB, que defende “ o direito à estrada para todos os modos de transporte” e alerta para o problema dos atropelamentos. “Quem vai ao volante deve ter consciência de que está a conduzir o que pode ser uma arma letal”, rematou.

 

Retirado do Público

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Quarta-feira, 16.01.13

Confissão de Armstrong coloca em risco futuro do ciclismo como desporto olímpico

Confissão de Armstrong coloca em risco futuro do ciclismo como desporto olímpico

Antigo ciclista pode enfrentar acusações de fraude e perjúrio nos Estados Unidos.

 

A admissão de que se dopou durante a carreira é um encontro com a verdade para Lance Armstrong. Mas a confissão do mítico ciclista pode deixá-lo a contas com a justiça americana e coloca mesmo em risco o lugar do ciclismo como modalidade olímpica.

 

“Podemos dizer: ‘olhem, vocês [ciclismo] têm um problema. Por que não sair [dos Jogos Olímpicos] durante quatro ou oito anos”, disse à Reuters Dick Pound, membro do Comité Olímpico Internacional (COI) e antigo presidente da Agência Mundial Antidopagem: “E quando pensarem que estão preparados para voltar, veremos se é boa ideia recolocar-vos no programa [olímpico].”

 

As declarações de Pound surgem depois de terem sido levantadas algumas dúvidas sobre a actuação da União Ciclista Internacional (UCI) no combate ao “doping” e de se ter sabido que a organização recebeu um donativo de 100 mil dólares de Lance Armstrong, em 2002 – a UCI negou que esse dinheiro tenha servido para esconder testes positivos do ciclista norte-americano.

 

Dick Pound disse mesmo que a única forma de o ciclismo se tornar “limpo” é saber que já não integra os Jogos Olímpicos e que tem ganhar o seu lugar de volta.

 

Além das possíveis implicações no ciclismo – Armstrong era o grande nome das últimas décadas –, o ciclista norte-americano fica agora à mercê da justiça norte-americana.

 

Os termos exactos da confissão de Armstrong na entrevista a Oprah Winfrey não são ainda conhecidos – o programa só é emitido na quinta-feira à noite nos EUA –, mas até a apresentadora já deu a entender que o ex-ciclista confessou ter recorrido a substâncias dopantes.

 

“Estou sentada aqui, porque já foi confirmado”, disse Oprah, numa entrevista ao programa matinal da CBS.

 

A apresentadora tinha um acordo com Armstrong para não revelar pormenores da entrevista realizada em Austin (Texas). No entanto, quando regressou a Chicago já grande parte dos órgãos de comunicação social americanos davam conta da confissão do ex-ciclista.

 

“As perguntas importantes que toda a gente no mundo inteiro queria ouvir foram feitas e respondidas. Fiquei satisfeita com as respostas”, contou Oprah que se confessou “atordoada” com algumas das respostas dadas por Armstrong na entrevista de duas horas e meia. “Foi certamente a entrevista mais importante que alguma vez fiz em termos de exposição”, acrescentou Oprah, dizendo que ambos ficaram esgotados. “Ele foi sério e preparou-se para este momento. E no fim, ficámos ambos exaustos.”

 

No plano pessoal, Armstrong pode vir a enfrentar diversas acusações judiciais nos Estados Unidos. O ciclista, que já foi banido do desporto e perdeu todos os títulos conquistados, já testemunhou, sob juramento, tendo negado sempre o recurso à dopagem.

 

“Tendo testemunhado sob juramento e negado todas as acusações, a confissão de Armstrong torna relativamente fácil provar acusações de perjúrio e obstrução da justiça”, disse à Reuters Andrew Stoltmann, um advogado de Chicago.

 

O mesmo advogado acrescentou que os antigos patrocinadores do ciclista podem processá-lo por danos à sua imagem.

 

A CBS, por outro lado, adiantou que Armstrong estará em conversações para devolver parte do dinheiro dos contribuintes americanos – a US Postal, onde correu durante anos, era a equipa dos correios dos EUA – e para testemunhar com outros envolvidos naquilo que a Agência Antidopagem dos Estados Unidos qualificou como “o mais sofisticado, profissionalizado e bem-sucedido programa de doping alguma vez montado no desporto”.

 

Outro advogado contactado pela AFP, Brian Socolow, diz que o Estado norte-americano pode reabrir o processo por fraude, arquivado no ano passado.

 

E Peter Keane, professor do Direito na Universidade de Golden State, acrescenta que o antigo campeão enfrenta grandes riscos. “Falo de dinheiro, de muito dinheiro, mas também de liberdade”, disse este especialista à AFP.

 

O Estado norte-americano patrocinou a US Postal com 30 milhões de dólares – adianta o Wall Street Journal – e, segundo peritos citados pela AFP, o Governo pode tentar recuperar o triplo deste montante.

 

Brian Socolow, por outro lado, considera provável que Armstrong e o Governo cheguem a um acordo, até porque “não teve muito sucesso em anteriores processos de perjúrio contra desportistas que confessaram o uso de doping”.

 

Retirado do Público

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Segunda-feira, 22.10.12

Armstrong o não campeão

Lance Armstrong perde as sete vitórias na Volta à França

O ciclista Lance Armstrong ficou sem as sete vitórias na Volta à França em bicicleta e nunca mais poderá voltar a participar em provas oficiais, decidiu nesta segunda-feira a União Internacional do Ciclismo (UCI, na sigla original).


O presidente da UCI, Pat McQuaid, foi muito duro com o norte-americano, afirmando que Armstrong "não tem lugar no ciclismo" e que o nome dele "merece ser esquecido".

Na prática, a decisão da UCI – que validou o processo da agência norte-americana de antidopagem – significa que Lance Armstrong perdeu todos os títulos desde 1 de Agosto de 1998 e não poderá voltar a participar em provas oficiais para o resto da vida.

O responsável da UCI pediu desculpa pelo facto de o organismo não ter conseguido "apanhar cada um deles em flagrante e expulsá-los do desporto naquela época" e reafirmou que não vai pedir a demissão.

"Quando assumi o cargo, em 2005, fiz da luta contra o doping a minha prioridade. Reconheci que existia uma cultura de doping no ciclismo. O desporto já percorreu um longo caminho desde então. Não tenho qualquer intenção de me demitir da presidência da UCI", afirmou Pat McQuaid.


Noticia do Público

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Quinta-feira, 11.10.12

Armstrong fez parte do "programa de doping mais sofisticado de sempre"

Armstrong fez parte do

Tem mais de 1000 páginas o relatório sobre Lance Armstrong e a sua antiga equipa que a Agência Antidopagem Norte-Americana (USADA) entregou ontem à União Ciclista internacional (UCI) e à Agência Mundial Antidopagem (WADA). Segundo aquela organização, os dados reunidos no extenso documento provam, "sem margem para dúvidas", que o antigo ciclista norte-americano e a US Postal "montaram o mais sofisticado, profissional e bem-sucedido programa de doping da história do desporto".


Esta conclusão foi anunciada num comunicado assinado por Travis Tygart, director da USADA, que acrescenta que as provas da culpa de Armstrong, que sempre negou as acusações, e da US Postal são "esmagadoras" e incluem depoimentos de 26 pessoas com conhecimento de causa, incluindo 15 ciclistas. Desse grupo, 11 são antigos companheiros de equipa do homem que venceu sete edições seguidas da Volta a França, de 1999 a 2005. 

Além destes testemunhos, o relatório inclui e-mails, cópias de pagamentos e resultados de testes de laboratório que, segundo a USADA - que também enviou o documento para a Federação Internacional do Triatlo, órgão que rege a modalidade a que Armstrong se dedicou nos últimos anos -, confirmam que o texano se dopou sistematicamente ao longo da sua carreira profissional.

Entre os 11 ex-colegas que admitem ter-se dopado e que também disseram que Armstrong se dopou, encorajou o uso de doping e administrou ele mesmo substâncias dopantes aos colegas estão alguns dos mais destacados corredores da sua geração, como Levi Leipheimer, Tyler Hamilton, Floyd Landis e George Hincapie. Os outros são Frankie Andreu, Michael Barry, Tom Danielson, Stephen Swart, Christian Vande Velde, Jonathan Vaughters e David Zabriskie. 

De resto, Hincapie, que nunca tinha admitido ter recorrido ao doping, confessou ontem que usou substâncias ilícitas para melhorar o rendimento. "Cedo na minha carreira profissional tornou-se claro que, devido ao uso generalizado de substâncias proibidas, não era possível competir ao mais alto nível sem elas", disse o único homem que acompanhou Armstrong em todas as suas sete vitórias no Tour, sublinhando, no entanto, que o uso de doping já não está impregnado na cultura actual do ciclismo.

"Lance Armstrong teve a mesma oportunidade de confessar e ser parte da solução", referiu Travis Tygart. "Mas rejeitou-a". No passado dia 23 de Agosto, Armstrong anunciou que não iria combater mais as acusações e a USADA rapidamente lhe retirou os resultados e títulos obtidos a partir de 1998, além de o ter afastado para toda a vida de qualquer competição oficial.

O castigo da USADA, contudo, só é válido para o território norte-americano e cabe à UCI privar ou não Armstrong, recordista de triunfos na Volta a França, dos seus sucessos na prova mais famosa do ciclismo. Há cerca de um mês, o presidente da UCI, Pat McQuaid, afirmou que não tinha intenção de contrariar a decisão da USADA, a não ser que o relatório oferecesse razões para o fazer.

Agora que o documento - do qual foram tornadas públicas 202 páginas - chegou finalmente às mãos da UCI tudo aponta para que, mais cedo ou mais tarde, Armstrong perca oficialmente os seus títulos. Um dos advogados do antigo ciclista, Timothy J. Herman, disse ontem ao New York Times que o relatório está baseado em "mentirosos em série, testemunhos coagidos e histórias motivadas por ameaças".


noticia do Público

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Domingo, 26.08.12

Ciclismo , Blanco já é o ciclista com mais vitórias na história da Volta

Ciclismo  Blanco já é o ciclista com mais vitórias na história da Volta

David Blanco confirmou na tarde deste domingo o triunfo na 74.ª edição da Volta a Portugal, o quinto do seu currículo na prova rainha do mapa velocipédico nacional. Com este título, o galego da Efapel-Glassdrive ultrapassa Marco Chagas, vencedor da prova em quatro ocasiões.


A etapa que ligava Sintra a Lisboa serviu apenas para consagrar Blanco, que depois do triunfo na Torre deixou escancaradas as portas de mais uma vitória na Volta a Portugal. No contra-relógio de sábado, o espanhol alargou para 22 segundos a vantagem sobre Hugo Sabido, o concorrente directo, e na capital limitou-se a gerir a margem de que dispunha.

A etapa, essa, foi ganha ao sprint pelo sul-africano Van Rensburg (MTN Qhubeka), com 3h58m45s, curiosamente o mesmo ciclista que tinha vencido a primeira etapa desta Volta a Portugal. Hugo Sabido, segundo da classificação geral, ainda discutiu o triunfo em Lisboa, terminando com o mesmo tempo de Rensburg mas na sexta posição.

Na classificação geral, Hugo Sabido (LA-Antarte) ocupou a segunda posição do pódio, a 22s,
enquanto Rui Sousa (Efapel-Glassdrive) foi terceiro, a 57s. Mas quem centrou todas as atenções foi Blanco, naturalmente. "Esta foi a vitória mais saborosa [das cinco], porque era algo que o meu coração me pedia para tentar", afirmou o vencedor à RTP, no final da prova. "Às vezes os sonhos tornam-se realidade". 


Noticia do Público

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Quarta-feira, 18.07.12

Ciclismo, Frank Schleck abandona Tour após controlo antidoping positivo

Ciclismo  Frank Schleck abandona Tour após controlo antidoping positivo

Foi detectada a presença de um diurético num controlo antidoping realizado ao ciclista luxemburguês Frank Schleck (RadioShack) durante a Volta à França.


“Após sermos informados pela União Ciclista Internacional (UCI) da presença de xipamida na amostra de urina recolhida a Frank Schleck a 14 de Julho, a equipa decidiu que Frank Schleck deveria abandonar imediatamente o Tour”, pode ler-se num comunicado da equipa RadioShack.

De acordo com um comunicado da UCI, foi detectada a presença de xipamida, um fármaco utilizado como diurético, numa amostra de urina de Schleck, recolhida a 14 de Julho, durante o Tour. “Frank Schleck tem o direito de requerer e assistir à análise da amostra B”, pode ler-se no comunicado da UCI.

O ciclista luxemburguês poderia continuar a competir, uma vez que, de acordo com os regulamentos antidoping da UCI, não se aplica a possibilidade de suspensão provisória dada a natureza da substância detectada. Mas a decisão da equipa RadioShack invalida a continuidade de Schleck na prova.

 

Notícia do Público

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Terça-feira, 10.07.12

Ciclismo, Ciclista francês detido por suspeita de “doping” no Tour

Ciclismo  Ciclista francês detido por suspeita de “doping” no Tour

Rémy Di Gregorio, ciclista da Cofidis, foi detido nesta terça-feira, no âmbito de uma investigação sobre “doping”.


A notícia foi avançada pela agência AFP e pelo jornal L´’Équipe, no dia em que a polícia francesa fez uma rusga ao hotel da equipa, em Bourg-en-Bess.

Segundo o "L’Équipe", Rémy Di Gregorio (ex-ciclista da Astana) estava sob escuta no âmbito de uma investigação à equipa cazaque e terá sido “traído” por uma chamada telefónica para um suposto fornecedor de substâncias proibidas.

Além de Di Gregorio, foram também detidos mais dois homens.

Estas detenções surgem no primeiro dia de folga da edição deste ano da Volta à França.

A equipa Cofidis, entretanto, anunciou a suspensão imediata do ciclista.

“Rémy Di Gregorio está agora provisoriamente suspenso, à espera de mais informações relativas aos factos de que é acusado (…) “Nós acreditamos que este incidente isolado não deverá afectar a participação da equipa na Volta à França e penalizar aqueles que não fizeram nada de errado", pode ler-se no comunicado da equipa.

 

Noticia do Público

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Terça-feira, 03.07.12

Tour de France, Sagan venceu pela segunda vez

Sagan venceu pela segunda vez


O ciclista eslovaco Peter Sagan (Liquigas) venceu nesta terça-feira a terceira etapa na Volta a França, que continua a ser liderada pelo suíço Fabian Cancellara (Radioshack).


No final dos 197 quilómetros, que ligaram Orchies a Boulogne-sur-Mer, Sagan foi o mais forte, concluindo a prova em 04h42m58s, com um segundo de avanço sobre o resto do pelotão, num dia em que Cancellara manteve a liderança. 

O ciclista português Rui Costa (Movistar) terminou a tirada na 46.ª posição, integrado no pelotão.

 

Noticia do Público

 

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