Sexta-feira, 11.08.17

Avicii está de volta com novo EP: “AVĪCI”

Avicii está de volta com novo EP: “AVĪCI”

Disco conta com participações de AlunaGeorge, Rita Ora, Billy Raffoul, Sandro Cavazza e Vargas & Lagola

Depois de oito anos intensos de criação de música e em digressão por todo o mundo, Avicii (aka Tim Bergling), anunciou que ia deixar os palcos. Por todo mundo pensou-se que tinha abandonado a música de vez. Pouco depois, Tim iniciou uma viagem pelos EUA com os seus amigos e criativos mais próximos, e esta viagem transformadora levou-o a fazer aquilo que sempre mais gostou de fazer: compor música. Um dos primeiros temas que surgiu deste processo foi “Without You”, uma canção sobre liberdade e empoderamento, com a participação de Sandro Cavazza

Hoje, Avicii lança “AVĪCI”, o seu muito aguardado EP, composto por seis novos temas, sendo a primeiro conjunto de inéditos que lança desde 2015. O EP conta colaborações de AlunaGeorgeRita OraBilly RaffoulSandro Cavazza e Vargas & Lagola, continuando assim a prática de Avicii de trabalhar com grandes vocalistas que conseguem dar uma energia incrível e criar melodias viciantes para a sua música.

 

A autêntica máquina de êxitos que é Rita Ora participa no hino pop “Lonely Together”, tema que cruza a música pop com a música de dança como só Avicii sabe fazer. Os AlunaGeorge, duo natural de Londres, aparecem em “What Would I Change It Yo”, uma reflexão mais suave de alguém que acredita finalmente que o “agora” tem mesmo de ser vivido. Billy Raffoul, cantautor de 22 anos nascido no Canadá, emprega a sua voz poderosa a “You Be Love”, que foi gravada em Nashville. 

O EP abre com “Friend of Mine”, que mistura as fronteiras entre as raízes folk e os sintetizadores mais acutilantes. É uma história de uma amizade perdida cantada pelos suecos Vargas & Lagona, que no passado já trabalharam com Miike SnowMadonnaAxwell /\ IngrossoKaty Perry, entre outros.

O tema bónus final de “AVĪCI” é uma remistura de “So Much Better”, de Sandro Cavazza, por Avicii.

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Programação AMAC setembro

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Programação AMAC | setembro

 

As exposições de Pedro Espanhol e de Marios Stavrou e o Teatro de Revista “Tempestade num Copo d’Água” fazem parte da programação do Auditório Municipal Augusto Cabrita (AMAC) em setembro. Recorde-se que, em agosto, o AMAC está encerrado ao público para a sua manutenção e limpeza.

 

16 setembro a 22 outubro | Exposição de pintura de Pedro Espanhol

Piso 1 | Galeria Branca

Inaugura no dia 16 de setembro, pelas 17h00

 

Nasceu em Cascais em 1980. Obteve Licenciatura em Artes Plásticas pela ESAD das Caldas da Rainha. Fez várias exposições coletivas e individuais. Tem participado em vários projetos de Artes Visuais. Atualmente divide residência entre Borba e Barreiro. É professor e proprietário do Atelier de Artes Visuais Pedro Espanhol, no Barreiro. 

 

16 setembro a 22 outubro | Exposição de Marios Stavrou

Piso 1 | Galeria Amarela

Inaugura no dia 16 de setembro, pelas 17h00

 

Nasceu a 2 maio de 1985, em Limassol no Chipre.

Entre 2003 e 2008 estudou design em França e UK.

Nos últimos 5 meses, viajar, conhecer pessoas, ouvir histórias tem sido a sua prioridade na vida com o seguinte roteiro: da França aos Balcãs, Istambul através do Chipre e de volta ao frio da Europa.

 

23 setembro | sábado | 21h30 | “Tempestade num Copo d’Água”, Marina Mota | TEATRO DE REVISTA

M/12 anos

Duração: 120 min. c/intervalo

Ingressos:

Da Fila B à Fila I – 15,00€

Da Gila J à Q -  12,50€

Venda de ingressos (durante o mês de agosto): Posto de Turismo do Barreiro (21 206 8287).

 

Uma comédia de Roberto Pereira, com Marina Mota, Carlos Cunha, Rui de Sá, Érica Mota e Nuno Pires.

A ação decorre "durante um copo d’água de um casamento. Através de um sem número de personagens, e de um ritmo constante de entradas e saídas, vamos conhecendo a história de vários casais, de várias idades, que, embora apaixonados, escondem terríveis segredos uns dos outros, mas que durante o copo d’água vão sendo revelados.

Passando-se em ambiente casamenteiro, os mesmos casais de várias idades vão desmistificando o casamento, mostrando como este é geralmente entendido nas diferentes fases da vida. Para isso, temos um casal de namorados que ambiciona casar; um casal acabado de casar; um casal casado há quase quarenta anos; e outro casal que já nem se lembra há quantos anos estão casados (o Alzheimer também ajuda…).

Num dia repleto de fotografias, apita o comboio, cascatas de camarão, e muita loucura, o amor vai andar no ar. É preciso é que alguém o faça descer à terra…"

Do elenco constam Marina Mota, que assume também a encenação e direção de atores, Carlos Cunha, Rui de Sá, Érica Mota e Nuno Pires. Já a direção plástica está a cargo de Helena Reis e a direção musical é assinada por Ménito Ramos.

 

Exposições patentes no AMAC até outubro

 

Até 1 outubro | Contos Por um Fio, Petrushka, Exposição de Marionetas de Olga Neves

Piso 0 – Galeria Vermelha

 

A história passa-se durante a celebração do Maslenitsa, uma festa russa que acontece antes da Páscoa e que celebra o regresso do sol.

Nesse dia, na agitação da feira, um baterista anuncia o aparecimento de um Charlatão que encanta o povo com o seu pequeno teatro de três bonecos: Petrushka, a Bailarina e o Mouro. Estes ganham vida quando o charlatão toca a sua flauta. Saltam do pequeno palco e executam as vigorosas danças russas enchendo de espanto e satisfação os curiosos observadores.

Quando o pequeno teatro termina, a vida de Petrushka resume-se a uma vida sombria. Confinado a viver numa pequena sala com cores escuras, decorada com estrelas, uma meia-lua e montanhas cobertas de neve. Petrushka é um boneco que embora seja feito de palha tem emoções, sente-se angustiado por ser aprisionado pelo Charlatão numa caixa pequenina e horrível, mas também sente um grande amor pela Bailarina.

Petrushka tenta expressar o seu amor, mas o Charlatão coloca a Bailarina no quarto do Mouro, impedindo-o de manifestar os seus sentimentos para com a sua amada. Os sentimentos de Petrushka são tão fortes que se consegue libertar da caixa onde vive e irrompe pelo quarto do Mouro, contudo quando entra fica chocado, descobre que o Mouro é um boneco que vive com muitas mordomias, o seu quarto é espaçoso e ricamente decorado com cores alegres e desenhos bonitos. A bailarina sente-se fascinada pela bela aparência do Mouro que tudo faz para a atrair.

Petrushka invade o quarto e inicia uma luta com o seu rival, no entanto cedo descobre que o Mouro é um lutador experiente. Os dois prosseguem numa luta violenta que se prolonga para fora do pequeno teatro, o Mouro trespassa Petrushka com a sua espada e o boneco cai por terra sem vida, às mãos do insensível Mouro. Todos ficam horrorizados.

O Charlatão fica desorientado, afinal aquele boneco era o mais engraçado, o que mais cativava as crianças… e dançava com tanta energia. Era o fim! O Charlatão punha as mãos na cabeça e andava em volta do corpo do boneco.

Quando a polícia aparece e indaga sobre o pequeno cadáver, o Charlatão justifica que é apenas uma marioneta e toca em vão a flauta encantadora na esperança de restaurar a vida do boneco.

Quando a noite cai e a multidão dispersa, o Charlatão carrega o corpo inerte de Petrushka, de repente, o fantasma de Petrushka aparece no telhado do teatro e grita sob a forma de desafio. O Charlatão tem pavor de ver o fantasma de Petrushka e foge olhando assustado por cima do ombro.

 

Até 15 de outubro | ÁGUAS SONORAS - Exposição 80 Anos de Abastecimento de Agua no Barreiro – Associação Out.ra

Piso 0 | Galeria Azul

 

Por ocasião das comemorações do 80º Aniversário da Água Pública no Barreiro, “mergulhámos” durante alguns meses na complexa rede que sustenta o abastecimento e saneamento de águas na cidade, à procura dos sons que a caracterizam – dos locais, dos processos e da maquinaria, das pessoas.

O resultado desta documentação sonora é um amplo arquivo que ilustra uma dimensão quase toda ela oculta, um retrato feito de sons de estruturas invisíveis das quais conhecemos quase só o resultado final – quando abrimos a torneira lá de casa e a água, esse bem supremamente essencial a todos aparece, como por magia, à medida das nossas necessidades.

Esta exposição ilustra esse processo de documentação e coloca em evidência as relações possíveis entre a Água e o Som, enquanto paisagem auditiva, enquanto retrato daquilo que não se vê, e enquanto matéria para a música.

 

 

CMB 2017-08-10

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Quinta-feira, 10.08.17

Tribalistas anunciam novo álbum com apresentação surpresa online

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Tribalistas anunciam novo álbum com apresentação surpresa online

Os inéditos “Diáspora”, “Um Só”, “Fora da Memória” e “Aliança" já estão disponíveis no Spotify

Numa apresentação surpresa na noite de quarta-feira, 9 de agosto, no Live do FacebookArnaldo AntunesCarlinhos Brown e Marisa Monte revelaram, em primeira mão, quatro das dez canções do novo álbum dos Tribalistas.

A transmissão simultânea ao vivo aconteceu na fan page dos três artistas e na página do Spotify no Facebook e foi realizada a partir de um estúdio no Rio de Janeiro. A apresentação de 60 minutos começou às 23h00 e foi acompanhada por 5,62 milhões de seguidores em 52 países, incluindo Brasil, toda a América Latina, Estados Unidos, França, Espanha, Japão, Rússia e até Paquistão. 

Ao lado dos músicos DadiCézar Mendes e Pedro Baby, os Tribalistas interpretaram os inéditos Diáspora”, “Um Só”, “Fora da Memória” e “Aliança”. O trio ainda respondeu a várias perguntas do público e explicou por que levaram 15 anos a lançar um novo trabalho.

“Desde que fizemos o primeiro álbum, nunca deixámos de estar próximos nem parámos de compor em parceria. Mas, desta vez, sentimos que tínhamos em mãos uma coleção de canções que soavam mais potentes quando cantadas pelos três em conjunto, daí surgiu o desejo de gravar um novo álbum”, resumiu Marisa Monte.

Os seguidores do Instagram também puderam acompanhar nas stories dos artistas imagens dos bastidores desta apresentação.

A partir de hoje, quinta-feira, 10 de agosto, os quatro singles já estão disponíveis no Spotify e em todas as plataformas digitais. Os vídeos das quatro canções, realizados por Dora Jobim, já podem ser vistos no Facebook e no iTunes/Apple Music.

Facebook – em parceria com os Tribalistas e o Spotify – desenvolveu especialmente para o lançamento do projeto uma ferramenta interativa exclusiva para telemóveis que inova o consumo de música no meio digital, o Hand Album. Quem aceder a esta rede social pelo smartphone encontrará todo o conteúdo relacionado com as canções: lyric videos, partituras, ficha técnica, fotografias de bastidores e excertos dos vídeos. A ferramenta também permite que o utilizador aceda ao Spotify para ouvir as músicas e ver os vídeos completos.

Lançado em 2002, o primeiro CD/DVD dos Tribalistas alcançou a marca de mais de três milhões de cópias e logo se tornou um fenómeno de popularidade não apenas no Brasil, mas também em vários países do mundo – notadamente em França, Itália, Espanha, Portugal e Argentina.

O novo trabalho do trio deve chegar às lojas físicas e virtuais no início de setembro, em CD e DVD.

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II CONTAR – Festival de Contos do Mundo em Beja

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II CONTAR –  Festival de Contos do Mundo | 22 a 27 de agosto | Beja

Quando as palavras chegam a Beja vindas de toda a parte!
 
 
 

Entre 22 e 27 de agosto de 2017, o CONTAR – Festival de Contos do Mundo faz-se “andarilho”. Parte da Biblioteca, percorre a mouraria, o Pax Julia e instala-se no edifício do Antigo Hospital da Misericórdia. Na segunda edição, a parceria entre a Câmara Municipal de Beja e a Ouvir e Contar – Associação de Contadores de Histórias alarga-se ao Centro Unesco para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial e à Santa Casa da Misericórdia de Beja, que abre as portas da sua CASA - o Antigo Hospital da Misericórdia – para acolher todos os que gostam de ouvir e contar histórias.

 O II CONTAR -  Festival de Contos do Mundo começa devagar, como convém a um festival que tem o TEMPO como pano de fundo.

A 22 de Agosto marcámos encontro com um dos primeiros Artífices do Tempo pelas 18h30. O Mestre Torrão – o homem do Cante como tantas vezes o ouvimos chamar -  vai estar à nossa espera para, em amena cavaqueira, falar sobre essa arte sem TEMPO. 

 

Os contos e o Jantar Narrado – a decorrer no átrio da Biblioteca Municipal -  convidam a ficar por ali e depois seguir em grupos para o Centro Histórico. É que dia 22 de Agosto, pelas 21h30 e Há contos na Mouraria!

A 23 e 24 de Agosto, Jorge Serafim e Ana Sofia Paiva vão partilhar Histórias que se contam por aí, dando o pontapé de saída a duas residências que decorrerão até às Palavras Andarilhas de 2018.

Ao longo de todo o festival, as Histórias para brincar com o tempo assomam às manhãs e fins de tarde, dirigidas a pais e filhos, e osContos para enganar o tempo percorrem algumas IPSSs do concelho, levando jogos de dizer e de contar.

No Antigo Hospital da Misericórdia, as noites frescas convidam a usar um abafo e a escutar as Histórias à margem do tempo, pelas das duplas de narradores que contando se completam: Nicolás Buenaventura, Maria Morais, Maurício Corrêa Leite, Ana Griot, Michèle Nguyen, Antonella Gilardi, Celso Sanmartín, Carles Garcia Domigo e  Clare Murphy. São eles que,  entre 25 e 27 de Agosto, nos levam pela mão numa viagem por Portugal, Espanha, Itália, Bélgica, Irlanda, Colômbia e Brasil.

Entre 25 e 27 de agosto, O Mercadinho de Coisas Miúdas serve de pretexto para passar o tempo entretidos(as) com conversas dinamizadas à volta de objetos (livros e brinquedos), olhares e memórias. António Parrinha, Rogério Fialho, Armando Horta, Manuel Paula, José Barbieri, Rui Arimateia, Idalina Cacito, Mariana Bicho, Mariana Lopes, Mestre Pica e Joaquim Gonçalves são alguns dosArtífices do Tempo desta edição. 

 A reflexão sobre o papel da narração e das narrativas na construção e no entendimento do mundo e do outro volta a marcar presença com o programa Narrare Humanum Est, desta vez, oferecendo tertúlias entre narradores que vêm cruzar experiências, certezas e dúvidas sobre isto que nos torna humanos – a capacidade de nos narrarmos.

 Se eu quiser falar com Deus e Histórias Bendictas serão o tema das sessões realizadas na capela, enquanto, no Museu da Farmácia, a conversa se faz Entre Mesinhas e Rezas.

Entretanto, no teatro Pax Julia, o festival propõe uma programação de espetáculos narrativos e poéticos que abarca todas as idades: dos mais pequenos, com  A Balada das 20 meninas friorentas, de Margarida Mestre; passando pelo jovens, com Vy, de Michèle Nguyen; aos adultos, com Dar à Luz – A aventura do Pensamento. Já a torre de Menagem do Castelo de Beja será o palco do espetáculo The king of Lies, de Clare Murphy.

Mas não só de palavras se faz este festival! Nos jantares narrados confirma-se o lema: No comer e no “contar” o pior é começar, já que serão animados pelos narradores presentes no encontro. Para os dias 22 e 27, inscreva-se através do número de telefone 284311900. Para o dia 23, deverá fazer a sua inscrição diretamente nos restaurante Henry Bar e D. Maria.

Entre 23 e 27 de Agosto, as noites são rematadas com pequenos concertos cantados e/ou dançados com Eduardo Ramos, que nos traz o som do alaúde e da herança árabe em Portugal, os Parapente 700, com músicas e danças europeias, as Moçoilas, com os cantares das serras algarvias, e os Samba sem Fronteira, cujo nome diz tudo.

Fora da cidade de Beja, as Noites d’ir ao fresco acontecerão nas freguesias rurais do concelho. Aqui uma praça, além uma escadaria, acolá um largo, dinamizadas por  José Craveiro, Cláudia Fonseca, Ana Santos, Thomas Bakk , entre outros.

O programa do festival dirige-se a público de todas as idades e é completamente gratuito.

Algumas atividades necessitam de inscrição prévia .

Consulte o programa em www.contar-festivaldecontosdomundo.com

Inscreva-se através do telf. 284311900 / contar.festival@cm-beja.pt

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Sexta-feira, 04.08.17

FEST e Coca-Cola levam cinema a Paredes de Coura

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FEST – Coca-Cola Cool Down

13 – 15 de Agosto de 2017

Praia Fluvial do Tabuão | Festival Vodafone Paredes de Coura

 

O FEST – Coca Cola Cool Down, a jeito de pós-fest, sobe ao palco Jazz na Relva durante os dias 13, 14 e 15 de Agosto, com actividades que começam às 19h e permitem à população e campistas já instalados participarem em actividades cinematográficas entre concertos. O programa inclui ambiciosos filmes do universo FEST, bem como conversas descontraídas com convidados FEST: profissionais nacionais e internacionais do mundo do cinema.
As actividades vão de encontro àquele que foi o lema do festival de cinema, que terminou em Junho: “Stop Oppression, Stop Regression, Stop Agression”. Os filmes exibidos abordam temas como a sobrepopulação, o direito à manifestação pacífica, bem como as consequências da austeridade económica. Documentário, drama e comédia garantem um início de noite irreverente, com olhares frescos de realizadores que não baixam os braços face à adversidade.
Não faltará diversão, introspecção e, claro, pipocas, neste evento apoiado pela Coca-Cola, que assim destaca os novos realizadores e se alia à promoção do cinema independente.


PROGRAMA


13 de Agosto
19h – Conversa com Ruth Llopis | Actriz e Produtora
21h – Exibição “The One Eyed King” | Marc Cruhuet | ES | 85’


14 de Agosto
19h – Conversa com Peter Webber | Realizador
21h – Exibição “10 Billion” | Peter Webber | UK | 83’


15 de Agosto
19h – Conversa com Ricardo Leite (Prémio da Audiência FEST 2017)
21h – Exibição “A Instalação do Medo” | Ricardo Leite | PT | 14´
         “São Jorge” | Marco Martins | PT | 112’


 

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Quinta-feira, 27.07.17

Mona e Outros Mares lança seu primeiro videoclipe - "Lounge"

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"Lounge" é o primeiro videoclipe do projeto Mona e Outros Mares, que conta com Alice Marcolino nos vocais, nas composições e na performance cênica e corporal em palco, Camilla Merlot com arranjos de baixo e Leonardo Fazio com arranjos de guitarra. A música do clipe é faixa do EP "Entre Espelhos", lançado virtualmente pelo Lezma Records.

 

Para começar a falar desse vídeo, não dá para não tocar no assunto que é tema da letra da música e que atravessou todo o processo criativo e de produção: a união entre pessoas para transformar o mundo em sua sala de estar. Em “Lounge”, 4 garotas - Alice Marcolino, Camilla Merlot, Gabrielle Joie e Marina Cortes Calle - se reúnem em sua sala de estar para realizar um ritual pagão e invocar uma entidade - Alma Negrot - que lhes conduz ao êxtase e ao gozo de seus corpos, de sua arte, de sua sexualidade e de sua potência perante o mundo. As roupas que vestem todas essas bruxas nas cenas internas foram emprestadas pelo Brechó Itinerante, que tem um acervo maravilhoso e que ajuda com frequência artistas LGBT de São Paulo. Todas essas artistas trabalharam em parceria, pois acreditavam no que estava sendo feito. A união entre artistas é capaz de resultados incríveis, e esse videoclipe não teria sido nada do que foi sem a união entre essas pessoas. Quando todos estão inspirados e tocados por uma ideia, a magia acontece: e o clipe é justamente sobre isso. Tínhamos um orçamento contadíssimo, e foram gastos um total de R$250,00 para a realização do videoclipe com cenografia, alimentação e deslocamentos. As locações foram a casa da própria artista, o terraço de uma amiga e a rua.

 

Ainda falando em união, não podemos não citar o nome de Sillas Henrique. Desde 2015, quando a faixa “Lounge” ficou pronta, Sillas e Alice conversaram e trocaram ideias sobre o clipe. Sonharam e sonharam, gestaram tudo por dois anos, e apenas em 2017 é que conseguiram disposição, tempo, energia e recursos para realizar a tal ideia. Acrescentou-se ao projeto Tom Custódio, outro cantor da cena paulistana, que tem um estilo bastante diferente de Mona e Outros Mares. A ideia é que os dois fizessem clipes cíclicos, de modo que um terminasse onde o outro começa e vice-versa: um não necessariamente viria antes do outro, estariam encadeados pelas imagens e mensagens que transmitem, gerando um ciclo que nunca acaba. “Pânico” e “Lounge” são dois lados de uma mesma moeda que não para de girar.

 

Ou seja, para além de estar na temática da letra, da narrativa do vídeo e da estética escolhida, a união é a base fundamental que sustenta “Lounge”. Agora que o vídeo está no mundo, esperamos que ele inspire novas salas de estar. Pois é essa a nossa principal razão de fazer arte.

 

 

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Quarta-feira, 26.07.17

TRIGO LIMPO teatro ACERT - O Pequeno Grande Polegar em Vila Nova de Paiva

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Espetáculo de rua baseado na personagem do Polegarzinho, esta é a história de como um sonho pode mudar a vida de qualquer comunidade.

 

O Pequeno Grande Polegar 
Rede Cultural Viseu Dão Lafões

Vila Nova de Paiva, Praça do Município
Sábado, 29 de julho de 2017, às 21:30

 

TRIGO LIMPO teatro ACERT prossegue, no quadro da Rede Cultural Viseu Dão Lafões, em Vila Nova de Paiva a digressão pelos territórios da Comunidade Intermunicipal Viseu - Dão Lafões.


Mais um engenho cénico (O Pequeno Grande Polegar) é o mote para um espetáculo de teatro de rua com a participação da comunidade.

Uma semana de intenso trabalho artístico com a comunidade de Vila Nova de Paiva na construção de um espetáculo que ganha singularidades pela adaptação à arquitetura local e pela abordagem narrativa com elementos da história local.


Tudo decorre num processo de formação que, após 5 dias, faz de cada espaço exterior um palco natural mágico que contagia o sempre numeroso público que se identifica com a presença de um novo e gigante morador teatral.


Um texto e música originais que deambulam pelo universo dos contos populares, invocando os malefícios de uma desertificação que pretende por fim ao apego e memórias dos habitantes pelo chão onde nasceram e cresceram. O nascimento de um novo habitante que é pequeno no sentimento, mas que se torna gigante pelo advento de uma nova esperança de felicidade.


O Trigo Limpo teatro ACERT é a companhia portuguesa que, cria engenhos cénicos de grandes dimensões, realizando uma itinerância que tem, em cada localidade, os habitantes como protagonistas de um processo que deixa sinais memoráveis, atraindo público que se inteira e valoriza os elementos de identidade de cada localidade.

 

Acompanhe a digressão no site do Polegar

 

Apresentação seguinte:
5 de Agosto de 2017 o pequeno grande Polegar em Penalva do Castelo

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TAPE FACE: O FENÓMENO DO AMERICA'S GOT TALENT CHEGA A PORTUGAL EM SETEMBRO

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Distinguido nos mais relevantes festivais de artes e cultura, acumula audiências em televisão e no YouTube com a mesma facilidade com que coleciona reviews de cinco estrelas pela crítica. Eis Tape Face: silêncio com barulho. Stand up sem conversa. Teatro sem palavras. É ver para crer.

Vindo de uma temporada esgotada em Las Vegas, uma tour pelos Estados Unidos e representações no West End de Londres, Tape Face está agora de olhos postos em Lisboa, para duas noites surpreendentes no Teatro Tivoli BBVA, com data marcada para os dias 25 e 26 de setembro. Com início pelas 21:30, os espetáculos são para maiores de 16 anos. Os bilhetes já se encontram disponíveis e estão à venda nos locais habituais.

Autor do silêncio que move plateias e das travessuras que surpreenderam o America’s Got Talent, Sam Wills é um fenómeno consensual da comédia silenciosa. Reconhecido pelos pares e premiado em diversas competições e festivais de artes e de comédia, este mimo neozelandêé também o homem cujo espetáculo é partilhado na internet vezes sem conta em todo o mundo, tendo sido o artista mais viral do YouTube no ano de 2016.

Com um show inspirado no cinema mudo, na mímica, na magia, no teatro de fantoches, na Motown e nos filmes de Patrick Swayze, Tape Face é uma alma melancólica e curiosa que encara cada objeto e membro da plateia como um potencial amigo ou alvo de brincadeira. Desde sapatos que cantam, vestidos vazios que dançam, a fita adesiva que se transforma em rosas, Wills cria todo um mundo de possibilidades onde a única certeza do público é o riso. Toda a informação sobre Tape Face pode ser consultada no site oficial do artista: http://www.gagreflex.co.uk/clients/tapeface/64/ ou na sua página de Facebook: www.facebook.com/tapefaceboy .

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CMB acaba de colocar à venda a 2ª edição do catálogo “O Regresso das Bandeiras”

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CMB acaba de colocar à venda a 2ª edição do catálogo “O Regresso das Bandeiras”

 

A Câmara Municipal do Barreiro acaba de colocar à venda a 2ª edição do catálogo “O Regresso das Bandeiras”, publicação de suporte à exposição temporária com o mesmo nome, realizada em parceria com o Arquivo Nacional/Torre do Tombo que, durante o ano de 2016, levou ao Espaço Memória perto de 3 milhares de visitantes, num evento que deu relevo a um acontecimento da história do Barreiro e hoje, sabemo-lo, da história nacional, até então pouco estudado e conhecido. Tratou-se da “Jornada de Agitação e Luta contra a Ditadura Salazarista, a Guerra e o Fascismo”, que culminou com a colocação de várias bandeiras vermelhas em vários pontos da Vila do Barreiro no dia 28 de Fevereiro de 1935.

 

O catálogo tem o preço de 7,5 € e pode ser adquirido no Espaço Memória, na Biblioteca Municipal do Barreiro, no Auditório Municipal Augusto Cabrita e no Posto  de Turismo da Câmara Municipal do Barreiro. 

Recorde-se que este catálogo - cujo trabalho de investigação histórica e conteúdos foi da responsabilidade técnica municipal Rosalina Carmona, com conceção, design e logótipo criado pela empresa WeenOne - foi lançado pela primeira vez a 19 de novembro de 2016 no Espaço Memória, tendo esgotado rapidamente. Na ocasião, Carlos Humberto de Carvalho, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, disse que a Autarquia cumpria “uma obrigação, um dever, uma homenagem à nossa Terra que tanto admiramos. O Barreiro não esquece o terror do período de ditadura e os que lutaram pela liberdade, democracia e pelo futuro”.

Neste sentido, “O Regresso das Bandeiras” visa homenagear e destacar todos os que lutaram. “É função dos poderes públicos preservar essa memória”, considerou.

“Queremos assumidamente tomar partido pela Democracia, pela Liberdade”, salientou o Autarca, considerando que “é preciso não desistir, é necessário definir estratégias de defesa dos Direitos e da Liberdade, semear a esperança, construir um tempo novo. Os povos merecem bem-estar, desenvolvimento, Paz e Liberdade”.

 

CMB 2017-07-25

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Pela 1º vez, Ana Muller disponibiliza canções antigas para streaming

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Pela 1º vez, Ana Muller disponibiliza canções antigas para streaming
Faixas como “Fragmentar” e “Roseira” fazem parte da coletânea “2012-2016”

 

Após alcançar os seus primeiros dois milhões de audições nas plataformas de streaming apenas com seu EP de estreia, a capixaba Ana Muller lança a coletânea “2012-2016”, contendo as faixas mais pedidas pelos fãs e que ainda não haviam sido distribuídas digitalmente, como “Fragmentar”, “Roseira”, “Me Olha” (com participação de Rodrigo Alarcon) e “Sorte”.

Todas as canções já faziam parte de seus shows e podiam ser ouvidas apenas no Youtube e no Soundcloud, as primeiras plataformas usadas pela cantora para se divulgar no início da carreira, e onde alcançou 13 milhões de audições nos primeiros anos. As dez faixas selecionadas para o registro foram compostas pela própria cantora e estão disponíveis pela primeira vez no Spotify, Deezer, Napster, Tidal, Apple Music, iTunes e Google Play, com edição e masterização especial assinada por Rodrigo Miguez no Estúdio Mira, no Rio de Janeiro, respeitando as limitações das gravações caseiras e originais feitas em equipamentos rudimentares.

“Eu vivi com depressão por treze anos e finalmente consegui vence-la ao fim de 2016. Estas músicas fazem parte de um período diferente não só da minha carreira, mas do que eu entendia de mim mesma. Olho para elas com carinho e fico muito feliz de poder dividir essa superação com meus fãs”, revela a cantora de 25 anos.

Apesar disso, este trabalho não constitui um álbum e nenhuma destas canções está descartada para fazer parte do tracklist do primeiro long play da artista, previsto para meados de 2018 pelo selo Garimpo, braço fonográfico da página Brasileiríssimos, que conta até o momento com nove milhões de fãs no Facebook.

Ainda para este ano, Ana pretende lançar um clipe e continuar com a turnê de divulgação do EP auto intitulado lançado no início de 2017, que já passou por 16 estados e deverá investir no interior do país e em capitais ainda não visitadas no primeiro semestre do ano.

 

 

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