Quinta-feira, 25.07.13

Vídeo do comboio a descarrilar em Santiago de Compostela



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Sexta-feira, 17.05.13

Atlético de Madrid ganhou a Taça em casa do Real de Mourinho

Atlético ganhou a Taça em casa do Real de Mourinho

Atlético não ganhava um derby há quase 14 anos. Mourinho e Ronaldo expulsos.

O Atlético de Madrid conquistou a Taça do Rei, ao vencer na final o Real Madrid, por 2-1, após prolongamento. A jogar em casa, a equipa de Mourinho perdeu a possibilidade de conquistar mais um troféu e vai acabar a época com apenas um título, a Supertaça espanhola, ganha em Agosto.

 

Naquele que pode ter sido um dos últimos jogos de Mourinho pelo Real Madrid, o técnico português foi expulso, em mais um episódio de uma época que não está a correr nada bem.

 

O Real Madrid, que afastara o Barcelona nas meias-finais (com um agregado de 4-2), entrou dominador no encontro, assumindo a posse de bola, mas sem impor grande rapidez. Já o Atlético jogava na expectativa de uma recuperação de bola para lançar rápidos contra-ataques. Nem uma nem outra estratégia criava grande perigo junto das balizas, mas mesmo assim o golo inaugural do encontro surgiu cedo, ainda que inesperadamente. Tudo começou com a cobrança de um canto por Modric, aos 14’, que colocou a bola na cabeça de Cristiano Ronaldo e este endossou-a para as redes adversárias.

 

Sem fazer muito por isso, a equipa de Mourinho adiantava-se no marcador. Para este encontro, o técnico português remeteu o ostracizado Pepe para o banco, optando por Albiol para render o lesionado Varane no eixo defensivo. Fábio Coentrão e Ronaldo foram, assim, os representantes nacionais em campo neste duelo madrileno.

 

Procurando a primeira vitória sobre o Real do século XXI (o último triunfo do Atlético remontava a Outubro de 1999), o conjunto orientado pelo argentino Diego Simeone procurou responder à desvantagem, mas sem grande convicção no ataque. Até que, aos 35, um grande trabalho do ex-portista Falcao no meio-campo acabou por libertar a bola para Diego Costa, que rematou cruzado com o guarda-redes Diego López ainda a tocar, mas sem evitar o empate. Este foi o oitavo golo nesta prova do brasileiro, de 24 anos, que já alinhou em Portugal no Sp. Braga e Penafiel.

 

A resposta do Real surgiu dois minutos antes do intervalo, com um remate forte de Ozil a ser devolvido pelo poste da baliza de Courtois. E o guarda-redes dos “colchoneros” haveria de agradecer por mais duas vezes ao ferro na segunda metade. Aos 61’, numa jogada incrível do Real, iniciada por Cristiano Ronaldo, Benzema acertou mais uma vez no poste, antes de Juanfran evitar sobre a linha de golo a recarga de Ozil. Sete minutos depois, o próprio Ronaldo viu também a base do ferro devolver um livre rasteiro. Tanta pontaria da sua equipa acabou por irritar Mourinho que, aos 76’, foi expulso por protestos com o árbitro.

 

Com as melhores oportunidades no segundo tempo (o Atlético só ameaçou aos 60’, num remate de primeira do defesa esquerdo Filipe Luís, na melhor jogada atacante da equipa na segunda metade), o Real acabou por não conseguir impedir que a final seguisse para prolongamento. A resistência no tempo regulamentar motivou a equipa de Simeone para o tempo extra, onde acabou por confirmar a reviravolta no marcador, com um golo de Miranda, aos 98’.

 

O cenário ficou ainda pior para o Real Madrid, quando Cristiano Ronaldo foi expulso aos 114', por agressão a um adversário.

 

O Atlético cumpriu assim a tradição de vencer a Taça no Bernabéu: foi a quarta vez em outras tantas finais que o fez.

 

Retirado do Público

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Sexta-feira, 07.12.12

Apresentador de televisão espanhola denuncia xenofobia para com Mourinho e Ronaldo

Apresentador de televisão espanhola denuncia xenofobia para com Mourinho e Ronaldo

Em causa está o tratamento negativo que ambos os portugueses têm em muita da comunicação social espanhola.

 

As palavras saíram da boca de Josep Pedrerol, apresentador do programa televisivo Punto Pelota transmitido num canal televisivo em Espanha. Pedrerol denunciou em directo que o tratamento quase sempre negativo que Cristiano Ronaldo e José Mourinho sofrem em Espanha ocorre porque são portugueses.

 

Numa altura em que se discutia a pouca presença de Cristiano Ronaldo nas primeiras páginas dos jornais comparativamente a Lionel Messi, Pedrerol afirmou: “Em 30 primeiras páginas, foi manchete uma vez. Hoje [domingo], Cristiano Ronaldo foi manchete? Era o que faltava que não fosse! Fez um dos melhores jogos da sua história! É que, apesar de marcar muitos golos, Cristiano nunca é manchete, nunca! Sabes o que é que se passa? Estamos a discutir se tratamos Cristiano como ele merece, e a realidade é que Cristiano é português, é português! E Mourinho também é e, como a Mourinho há que massacrá-lo, Cristiano apanha por tabela! Já nos conhecemos todos. Ao Cristiano, deram-lhe a manchete por obrigação, senão não lha davam!”

 

A emissão foi transmitida no passado domingo, dia 2 de Dezembro, após o triunfo do Real Madrid sobre o Atlético de Madrid por 2-0. Um jogo em que Ronaldo fez uma grande exibição, marcou o primeiro golo dos merengues e fez a assistência para o segundo, e que foi ainda marcado pelo gesto de José Mourinho, antes do início do encontro, quando subiu sozinho ao relvado do Santiago Bernabéu para que aqueles que o criticam o fizessem abertamente (acabaram por ser mais os aplausos do que os assobios).

 

 

Noticia do Público

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Sábado, 24.11.12

Barcelona pode jogar no campeonato francês em caso de independência da Catalunha

Barcelona pode jogar no campeonato francês em caso de independência da Catalunha
Barcelona pode jogar no campeonato francês em caso de independência da Catalunha

Numa altura em que a independência da Catalunha está na ordem do dia devido às eleições regionais deste domingo, o presidente da Câmara de Barcelona diz que o principal clube da cidade catalã até pode jogar no campeonato francês, caso a região consiga a independência de Espanha.

«Nós, na Catalunha, não temos a possibilidade de ter uma liga competitiva, que seja interessante do ponto de vista do espetáculo. Haveria muito poucas equipas. O Barcelona teria de aderir a um outro campeonato. Ao campeonato espanhol ou mesmo ao campeonato francês», afirmou Xavier Trias, em declarações à agência de noticias AFP.
Notica de A Bola

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Segunda-feira, 01.10.12

Ronaldo marca três e o Madrid volta a vencer

Ronaldo marca três e o Madrid volta a vencer

O Real Madrid venceu neste domingo o Deportivo da Corunha por 5-1, com três golos de Cristiano Ronaldo. A equipa galega até esteve na frente do marcador, mas a vantagem durou pouco tempo.


Parecia que estaríamos na presença de mais um capítulo do atribulado início de época do Real Madrid, no Santiago Bernabéu, quando Riki fez o 1-0, aos 15', tirando partido da passividade do jovem Varane. Os "merengues" entravam com o pé esquerdo no jogo, mas logo acertariam o passo.

Aos 22', na sequência de um grande penalidade, Cristiano Ronaldo fez o 1-1. E aos 38' Di María surgiu na área, rematou por baixo do corpo de Aranzubia, viu a bola bater no poste e aproveitou o ressalto para atirar de cabeça para a baliza deserta.

Ainda antes do intervalo, e também de cabeça, Ronaldo voltaria a marcar, praticamente sentenciando o rumo dos acontecimentos e encaminhando a terceira vitória do Real na Liga.

Na segunda parte, o Corunha (que começou o jogo com velhos conhecidos do futebol português como Zé Castro, Evaldo, Pizzi e Bruno Gama) não foi capaz de equilibrar a balança e quem aproveitou foi Pepe. Xabi Alonso bateu o livre e o central desviou de cabeça para o 4-1, aos 65'.

Mas o jogo não acabaria sem a costumeira substituição no ataque do Deportivo - entrou Nelson Oliveira aos 55' - e sem mais um golo de Ronaldo (82'), novamente na marcação de um penálti. Estava feito o hat-trick do português. E confirmada a goleada do Real, que soma agora 10 pontos, menos 8 do que o Barcelona.


Notic8ia do Público

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Quarta-feira, 12.09.12

Marcha independentista enche centro de Barcelona

"Catalunha, novo estado da Europa", é o lema desta manifestação (Lluis Gene/AFP)

Os organizadores falam em dois milhões mas ainda é difícil fazer contas. O que se sabe é que a marcha independentista marcada para esta terça-feira em Barcelona já não chegará ao Parlamento porque a multidão tornou impossível avançar pelo percurso previsto.

 

“Catalunha, o novo Estado da Europa” é o lema da manifestação convocada pela Assembleia Nacional Catalã (grupo de defesa da independência da região). A ideia era marchar da Gran Vía até ao Parlamento, mas o protesto ficou bloqueado na Praça Urquinaona, ao cimo da Via Laetana. Perto das 18h00 (em Portugal Continental, uma hora a mais em Espanha), a manifestação ocupava três quilómetros.

“Transformámos a manifestação numa concentração”, disse um porta-voz dos organizadores, citado pelo “El Mundo”, explicando que um pequeno grupo irá até à câmara entregar o manifesto.

O protesto realiza-se no dia nacional da Catalunha, a Diada, que assinala a derrota da região na Guerra da Sucessão e a integração definitiva da região no Estado espanhol. Acontece num contexto de crise económica e com o presidente do governo regional, Artur Mas, decidido a negociar uma nova distribuição da receita dos impostos. A economia da Catalunha representa um quinto do PIB anual de Espanha. No dia 20, Mas estará em Madrid para um encontro com o primeiro-ministro Mariano Rajoy.

Artur Mas não participou na marcha (disse que estaria “em espírito"), mas manifestou de forma aberta o seu apoio. No discurso da cerimónia oficial da Diada afirmou que se Madrid recusar a proposta catalã de pacto fiscal “o caminho da independência está aberto”. “A Catalunha produz recursos suficientes para viver melhor do que nós vivemos”, afirmou ainda Mas, que recentemente se viu obrigado a pedir acesso a um fundo especial criado pelo Governo central para ajudar as regiões a financiarem-se. 

Quem encabeçou o protesto foi a vice-presidente catalã, Joana Ortega. Impressionada pela mobilização, Ortega disse que “nada faz calar” a Catalunha.

Pela primeira vez uma maioria de 51% de catalães apoia a independência, indica uma sondagem realizada em Julho pelo Centro de Estudos de Opinião.

 

Noticia do Público

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Terça-feira, 11.09.12

Terá Cecilia Giménez passado por Beja para 'restaurar' pinturas?

Depois do caso de uma pintura de Jesus Cristo "restaurada" por uma idosa em Espanha, que correu mundo, o Expresso descobriu em Beja uma igreja que também foi "retocada".

A Igreja de Santa Clara, na Boavista, concelho de Beja, foi alvo de uma intervenção em tudo semelhante à da igreja de Borja, Espanha, onde a idosa de 80 anos Cecilia Giménez "recuperou" uma pintura de Jesus Cristo datada do século XIX, no que já foi considerado o "pior restauro de arte sacra de todos os tempos".

 

Em Beja, não foi um quadro a ser restaurado, mas sim pinturas murais representando seis episódios da vida de Santa Clara do Louredo. Em meados dos anos 80, o padre António Moreira decidiu melhorar o aspeto interior da igreja. "Chamei um velhote que dizia que era pintor e que estava aqui no lar", diz agora o padre, já perto dos 80 anos. "Encarreguei-o de retocar as paredes."

 

O resultado... é o que se vê. "Quis melhorar aquilo e foi o que fiz. Não percebo nada disso do património", justifica o padre. 

 

Veja a fotogaleria:
 
Palavras-ch



Noticia do Expresso

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Domingo, 01.07.12

Espanha campeã da Europa ao golear a Itália, 4-0

espanha goleou a itália

Viena, Joanesburgo e Kiev, a história a vermelho e amarelo

 

Em 2008, em Viena, marcou Fernando Torres. Alemanha KO. Em 2010, em Joanesburgo, Iniesta desempatou no prolongamento. Holanda KO. Em Kiev, os espanhóis foram gulosos e escreveram uma história inédita no futebol com uma goleada frente a uma incapaz selecção da Itália. David Silva, Jordi Alba, Fernando Torres e Juan Mata marcaram os golos numa final onde o domínio espanhol não deixou dúvidas a ninguém. O mundo rendeu-se, mais uma vez, à Roja.

 

Há quatro anos e 10 dias, no Ernst-Happel-Stadion, em Viena, Fàbregas marcou a grande penalidade que qualificou a Espanha. O adversário era a Itália, Buffon foi batido e os espanhóis garantiram o acesso às meias-finais do Euro 2008. O resto é o início de uma história de sucesso: meia dúzia de dias depois, a Roja voltou a casa com um título que lhe escapava há 44 anos. Ninguém colocou em causa a justiça do triunfo da equipa de Luis Aragonés, o mundo rendia-se ao “tiqui-taca”. Dois anos depois, na África do Sul, já com uma cara nova no banco (Vicente del Bosque), surgiram as primeiras críticas. Uma derrota contra a Suíça, muitos sofridos 1-0. Mas a Espanha regressou de Joanesburgo com um inédito título mundial. Em Kiev, o ciclo completou-se.

A Itália voltou a estar no caminho da Roja, a selecção que, neste Euro 2012, a imprensa transalpina rotulou de “aborrecida”. A resposta de Xavi, Iniesta, Casillas e companhia foi dada em campo. Há noventa e dois anos que os espanhóis não venciam os italianos em jogos oficiais. Nunca nenhuma selecção tinha conquistado três grandes títulos consecutivos. Dino Zoff detinha o recorde do guarda-redes que mais minutos manteve a sua baliza inviolada num Europeu. Tudo isso passou a ser história no futebol. Uma história escrita a vermelho e amarelo.

No jogo de estreia das duas selecções na prova, na Arena Gdansk, Del Bosque surpreendeu ao colocar Fàbregas como “falso nove”. Do outro lado, Cesar Prandelli também inovou. A Itália estava “pessimista”, carregava nos ombros uma humilhante derrota contra a Rússia, por 0-3, e um cheirinho a catenaccio, com um sistema de três defesas, não podia chocar ninguém. Mas o jogo mostrou uma Squadra Azzurra corajosa e uma Roja presa numa teia bem montada.

Precisamente três semanas depois, Del Bosque, depois de testar Fernando Torres e Negredo, voltou à fórmula inicial e acabou o Euro exactamente com o mesmo “onze” com que começou. As diferenças estavam no campo oposto. Embalados por uma competição sempre em crescendo, os azzurri foram exorcizando os fantasmas que os perseguiam e, após a autoritária exibição frente à laxista selecção alemã, voltaram a defrontar um candidato olhos nos olhos. Mas se na meia-final de Varsóvia a Itália pouco tinha a perder, desta vez era uma final. E as finais não se jogam, ganham-se.

O jogo mostrou uma Espanha que não queria deixar escapar por entre os dedos uma oportunidade única. Nos primeiros cinco minutos os azzurri ainda se mostraram audazes, mas aos nove os adeptos espanhóis já gritavam “olé” e, aos 14’ já estavam a ganhar: Xavi-Iniesta-Fábregas-Silva. Tudo simples, tudo perfeito, bola de cabeça no fundo da baliza. Contra a Alemanha a Itália tinha resistido ao impacto inicial, desta vez não. E nunca tinha estado em desvantagem neste Euro. A reacção até foi boa, mas Casillas estava decidido a tirar o recorde de Zoff (494 minutos sem sofrer golos) e evitou o empate aos 16’, 27’, 29’ e 33’. Ao desperdício azul, a Roja respondeu com cinismo: minuto 41, contra-ataque, assistência à Xavi, golo de Jordi Alba. A Bella Italia estava finitta.

E a segunda parte acabou por ser penosa para os italianos. Aos 61’, com a lesão de Motta, os italianos ficaram reduzidos a 10 jogadores (Prandelli já tinha feito as três substituições) e a Espanha aproveitou para banquetear-se. Aos 84’ Torres, que tinha entrado aos 75’, fez o 3-0 — mais uma assistência de Xavi — e, quatro minutos depois, foi a vez de o avançado do Chelsea oferecer um presente a Juan Mata. Tudo simples, tudo fácil, nada aborrecido, numa história escrita a vermelho e amarelo.


Positivo

Xavi
A UEFA atribuiu a Iniesta o prémio de melhor jogador em campo, mas Xavi merecia sair da final de Kiev com essa distinção. Aos 32 anos, o médio do Barcelona teve altos e baixos — contra Portugal não foi tão influente como é hábito —, mas frente aos italianos, num confronto particular com Pirlo, o número 8 da Roja esteve ao seu nível. Preponderante na batalha a meio-campo, Xavi estendeu a passadeira para Alba e Torres, que frente a Buffon não tiveram dificuldades para marcar.Iniesta
O prémio de melhor jogador do Euro 2012 não lhe vai escapar. Foi considerado em três partidas o “homem do jogo” e fez um grande Europeu.

Jordi Alba
O golo que marcou é um prémio merecido. Foi uma das revelações da prova e resolveu de vez o problema que a Espanha tinha no lado esquerdo da defesa. Agora segue-se o Barcelona.

Casillas
Apenas sofreu um golo, no primeiro jogo contra a Itália, e muito do mérito da vitória da Espanha no Euro 2012 é do guarda-redes do Real Madrid.


Negativo

Cassano
Contra a Alemanha desequilibrou, desta vez desiludiu. O avançado do AC Milan passou ao lado do jogo e acabou substituído ao intervalo. Ameaçou calar os espanhóis que lhe tinham chamado “gordo”, mas deu-se mal.

UEFA
Uma final com bastantes cadeiras vazias é apenas mais uma prova de que, ao contrário do que afirmou Michel Platini, nem tudo foi “perfeito” neste Europeu. Na Polónia tudo correu relativamente bem, mas na Ucrânia os adeptos depararam-se com inúmeros problemas.


Ficha de jogo:

Espanha: Iker Casillas, Piqué, Sergio Ramos, Arbeloa, Jordi Alba; Iniesta (Juan Mata 87'), Xavi Hernández, Cesc Fàbregas (Fernando Torres 75'), Xabi Alonso, Busquets, David Silva (Pedro Rodriguez 59').

Suplentes: Valdés, Reina, Albiol, Martínez, Juanfran, Cazorla, Navas, Rodríguez, Torres, Negredo, Mata, Llorente.

Itália: Buffon, Chiellini (Balzaretti 21'), Abate, Barzagli, Bonucci; Marchisio, De Rossi, Montolivo (Thiago Motta 57'), Pirlo; Balotelli, Cassano (Di Natale 46'). 

Suplentes: Sirigu, De Sanctis, Maggio, Ogbonna, Balzaretti, Motta, Giaccherini, Diamanti, Nocerino, Di Natale, Borini, Giovinco.

Golos: David Silva (14'), Jordi Alba (41'), Fernando Torres (84'), Juan Mata (88')

Árbitro: Pedro Proença (Portugal)

Acção disciplinar: Amarelo para Piqué (25'), Barzagli (45')

Estádio: Olímpico de Kiev (Ucrânia)

Assistência: 63.170 espectadores

 

Noticia do Público

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Quarta-feira, 27.06.12

Portugal perde (2-4) meia-final nos penáltis

Cristiano Ronaldo à espera do resultado dos penalties

Portugal perdeu (2-4) com a Espanha nas grandes penalidades e falha a final do Euro 2012.


Em Donetsk, na Ucrânia, depois de 120 minutos sem golos, a formação espanhola acabou por vencer nas grandes penalidades, enquanto Portugal caiu pela quinta vez em seis meias-finais de grandes competições, depois dos desaires nos Europeus de 1984 e 2000 e nos Mundiais de 1966 e 2006.

Na final, marcada para domingo, a Espanha, campeã europeia e mundial em título, vai defrontar o vencedor do encontro entre a Alemanha e a Itália, que jogam na quinta-feira, em Varsóvia, na Polónia.

Ficha de jogo

Donbass Arena, em Donetsk
Assistência: 50 mil espectadores

Portugal 0 - Espanha 0 (após prolongamento)
2-4 no desempate por grandes penalidades

Penáltis
0-0, Xabi Alonso (defesa de Rui Patrício)
0-0, João Moutinho (defesa de Casillas)
0-1, Iniesta
1-1, Pepe 
1-2, Piqué
2-2, Nani
2-3, Sergio Ramos
2-3, Bruno Alves (remate à trave)
2-4, Cesc Fàbregas

Portugal Rui Patrício, João Pereira, Pepe, Bruno Alves, Fábio Coentrão, Miguel Veloso (Custódio, 106'), Raul Meireles (Varela, 113'), João Moutinho, Nani, Hugo Almeida (Nelson Oliveira, 81') e Cristiano Ronaldo

Espanha Iker Casillas, Álvaro Arbeloa, Sergio Ramos, Gerard Piqué, Jordi Alba, Xabi Alonso, Sergio Busquets, Xavi Hernández (Pedro Rodríguez, 87'), Andrés Iniesta, David Silva (Jesús Navas, 60') e Álvaro Negredo (Cesc Fàbregas, 54')

Árbitro: Cuneyt Çakir (Turquia)
Acção disciplinar: cartão amarelo para Sergio Ramos (40'), Fábio Coentrão (45'+1'), Busquets (60'), Pepe (61'), João Pereira (64'), Arbeloa (84'), Bruno Alves (86'), Miguel Veloso (90'+3'), Xabi Alonso (113')

 

Noticia do Público

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Terça-feira, 26.06.12

Portugal desconfia de escolha de árbitro turco para jogo com Espanha

Portugal desconfia de escolha de árbitro turco para jogo com Espanha 

 

A UEFA escolheu o árbitro turco Cuneyt Çakir para a meia-final do Euro 2012 entre Portugal e Espanha. Uma escolha que caiu mal entre os responsáveis portugueses, porque as relações entre espanhóis e turcos causam suspeitas de falta de imparcialidade.


O pomo da discórdia, segundo os jornais desportivos A Bola e Record, é o facto de esta nomeação ser encarada do lado luso como reflexo da proximidade entre Angel Villar, presidente da federação espanhola de futebol e do Comité de Árbitros da UEFA, e Senes Erzik, turco e vice-presidente desse mesmo comité. Com base nesta relação próxima, acendeu-se a desconfiança entre responsáveis federativos que, a coberto do anonimato, fizeram passar para a praça pública as suas dúvidas sobre a justeza desta escolha.

O jornal A Bola vai mais longe na análise à nomeação de um árbitro turco, acrescentando que Senes Erzik é director de marketing da Unicef, tendo sido ele a estabelecer o acordo de patrocínio que liga esta entidade a um dos principais emblemas espanhóis, o Barcelona, que fornece de resto diversos jogadores à selecção espanhola.

Neste Euro 2012, o árbitro turco apitou até agora dois encontros: o Ucrânia-Suécia (2-1) e o Itália-Rep. Irlanda (2-0), ambos da fase de grupos. Foi criticado após esta última partida, pelo menos do lado irlandês, que não gostou da actuação de Çakir. Nos quartos-de-final ficou apenas como quarto árbitro do Inglaterra-Itália, que os italianos ganharam no desempate por pontapés da marca de grande penalidade.

Cuneyt Çakir, 35 anos, apitou na última época a meia-final da Liga dos Campeões entre Barcelona e Chelsea, que terminou com um empate a dois golos. O turco mostrou nessa partida um cartão amarelo a Raúl Meireles, que assim falhou a final, ganha pela equipa inglesa. 

O jornal Record recorda outras participações de Çakir em encontros que envolveram portugueses, como o FC Porto-Manchester City, da Liga dos Campeões, que os "dragões" perderam em casa por 2-1; o Manchester United-Benfica, que terminou com um empate (2-2), e o Portugal-Noruega, em 2011, no estádio da Luz, em Lisboa, que terminou com um triunfo português, por 1-0.

 

Noticia do Público

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