Terça-feira, 04.06.13

É uma questão de igualdade: em Nova Iorque as mulheres podem fazer topless

É uma questão de igualdade: em Nova Iorque as mulheres podem fazer topless

Polícia da cidade foi relembrada de uma decisão de 1992.

 

Em Central Park, o enorme espaço verde no coração da cidade de Nova Iorque, EUA, muitas pessoas aproveitam para tomar banhos de sol. Se os homens se podem despir da cintura para cima, as mulheres também podem. Seja em Central Park, seja em qualquer ponto da cidade.

 

Em Fevereiro, a memória dos polícias foi refrescada com um memorando interno e, oralmente, por dez vezes: numa decisão de 7 de Julho de 1992, no estado de Nova Iorque, foi reconhecido o direito às mulheres de fazeremtopless, em nome da igualdade.

 

Os agentes não devem incomodar "os indíviduos, homem ou mulher, que se mostrem em público sem roupa da cintura para cima", diz o memorando a que a AFP teve acesso nesta segunda-feira.

 

Uma regra que, nos últimos anos, tinha sido esquecida pelas autoridades, que o diga Holly Van Voast, 46 anos, uma artista nova-iorquina que já se passeou pelas ruas da cidade em topless e foi presa, segunda ela, "dezenas de vezes". Algemada e levada para a esquadra, detida durante horas e acusada de "exposição indecente", acrescenta.

 

A artista – que é vista com regularidade em manifestações, no metro ou em bares, em topless –, apresentou uma queixa em tribunal, no passado dia 15 de Maio, contra a polícia e a cidade. Acusa-os de "assédio" e, na queixa, diz que já esteve presa num hospital psiquiátrico, durante seis dias, depois de ter sido presa junto a uma escola de 1.º ciclo, em Março de 2012.

 

Na queixa, Holly Van Voast invoca a decisão de 7 de Julho de 1992 e lembra o memorando que foi divulgado em Fevereiro passado. A queixa teve, para já, um resultado imediato: as nova-iorquinas que quiserem fazer topless, poderão fazê-lo com toda a tranquilidade este Verão.

 

Retirado do Público

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Sexta-feira, 26.04.13

Sexo - Reconquiste o prazer em sete dias

Reconquiste o prazer em sete dias

O plano de uma sexóloga que vai (re)aproximar o casal

Lembra-se da última vez que teve uma noite daquelas com o seu companheiro? Se não, siga o plano de sete dias da sexóloga Vânia Beliz e recupere o desejo sexual numa semana. A Saber Viver testou-o e conta-lhe tudo.

 

«Queres matar-me?!», retorquiu. Foi assim, em jeito de brincadeira, que o meu marido reagiu quando lhe disse que íamos entrar no programa de recuperação da vida sexual traçado pela sexóloga Vânia Beliz, autora do livro «Ponto Quê?» (Objectiva).

 

Um plano que promete, numa semana, levar a satisfação do casal aos píncaros. «Mas temos de fazer todos os dias?», questionou de imediato, denunciando algumas reticências. E, desta forma, sem mais nem menos, tínhamos identificado o que nos desviou do caminho da satisfação sexual, tal como é solicitado no primeiro dia do plano.

 

Dia 1: Refletir


«Cansaço», dissemos em uníssono. Afinal, fomos pais há nove meses e ainda não recuperámos das noites em branco. Longe disso. Ainda hoje dormimos de quatro em quatro horas e estamos sem esperança de voltar a dormir, sem interrupções, nos próximos meses. Os mais otimistas dizem que tudo passa depois do primeiro aniversário. Vamos acreditar. Após apontarmos a fadiga como razão principal por trás deste distanciamento, continuo interessada em apurar mais pormenores.

 

Das tardes inteiras de sexo no sofá da sala passámos a dias, até semanas, sem nos tocarmos. Amuados um com o outro, irritados, até. Porquê? Eu, porque passo o dia inteiro entre fraldas e biberões, ele porque chega do trabalho cansado e eu ainda lhe exijo ajuda. Isto a somar àqueles dias em que quero atenção, como mulher, e ele agarra-se ao comando da televisão.

 

Ele, porque quer sair com os amigos e eu não aprovo ou porque, muitas vezes, chega a casa e o seu lado da cama está ocupado pela filha. Nesta noite, prometi fazer um esforço e não deitei a Madalena (nome fictício) na nossa cama, também decidi controlar a minha fúria com as (poucas) saídas dele. Ele fez o seu papel e tratou dos biberões. Dormi como um anjo.

 

Dia 2: Transformar-se


Acordámos animados, como há muito tempo não acontecia. A decisão de recuperar a nossa vida sexual depressa se tornou numa prioridade. Depois de identificar o problema que, no nosso caso, foi muito fácil, cansaço, empenhei-me a cumprir as ordens da sexóloga («transforme-se») e, ao segundo dia, subi à elíptica e pedalei meia hora, no final do dia, ainda marquei uma esfoliação corporal, uma massagem e troquei o verniz das unhas. Senti-me revigorada. Cheia de vontade de recomeçar.

 

Nesse dia, sentei-me no chão do quarto com a gaveta da roupa interior espalhada. Dividi a lingerie e troquei-lhe os lugares. Para a frente passaram as cuecas de renda, com pérolas e transparências, para trás, ficaram as básicas. E, nesse mesmo dia, esperei-o com o babydoll de renda preta, que me tinha oferecido no aniversário e eu nunca tinha usado. Matámos as saudades e começamos a lidar melhor um com o outro. Afinal, já nem me lembrava da nossa última noite de sexo…

 

Dias 3 e 4: Fantasiar e brincar


O terceiro dia sugere-nos fantasiar. Foi, talvez, a parte mais difícil. A falta de tempo e de imaginação atraiçoaram-me. Lembrei-me, contudo, de um livro, da Natália Correia, que me ofereceram no meu 30.º aniversário, «Poesia Portuguesa Erótica e Satírica» (Antígona). Arrumei-o na mesa de cabeceira, em cima do «O Grande Livro do Bebé» (A Esfera dos Livros) e, depois da casa estar em silêncio, li alguns poemas para ele. Ficámos mais próximos. Ainda nos rimos e viajámos com as rimas.

 

Ao fim do terceiro dia, começámos a falar de sexo como nos velhos tempos. Renasceu a vontade de estarmos a sós e a nossa relação mostrou-se mais sólida. Até parece que a Madalena. Percebeu e começou a dar-nos mais descanso. Contudo, ao fim do terceiro dia, confesso que ainda hesitava entre uma noite de sono e uma noite de sexo. Mesmo assim, no dia 4, fui à sex shop comprar as bolas chinesas, mais conhecidas como as bolinhas do amor.

 

Há muito tempo que falava em experimentar, mas surgiam outras prioridades. Fiquei excitada com a ideia de fazer algo novo. Mais picante. Enviei-lhe uma fotografia minha, em lingerie, com uma mensagem provocadora. Eu sabia que era um dia de stress para ele e foi uma excelente maneira dele descontrair antes de chegar a casa.

 

E assim foi, chegou mais cedo do que o habitual e a reivindicar a minha promessa. Mas a nossa filha não nos deu hipótese. Foi uma daquelas noites malvadas, a chorar de hora em hora e quando conseguimos ficar sozinhos só pensámos em dormir. Esquecemos o plano, as bolinhas do amor, o sexo e a lingerie. Dormir foi mesmo a palavra de ordem.

 

Dias 5 e 6: Namorar e surpeender


No dia seguinte, antes dele ir trabalhar, já com o sono recuperado, sugeri sairmos só os dois, nessa noite. Combinei com a minha mãe ficar com a Madalena e fui buscá-lo ao trabalho. Calcei os meus botins pretos de salto alto, vesti a minha minissaia de lantejoulas e apareci pontualmente ao pé dele. Jantámos num dos nossos restaurantes preferidos e fomos dançar. Há muito tempo que não dançávamos e soube tão bem, apesar do cansaço nos ter obrigado a ir para casa mais cedo do que pensávamos.

 

O cansaço impera, é um facto, e continua a trair-nos, apesar de começarem a surgir sinais de mudança na nossa relação. Voltámos a dizer «amo-te» e a ser mais cúmplices, nem que seja pelo facto de querermos passar mais momentos juntos, ainda que, por algum motivo (o cansaço ou o choro da Madalena) não consigamos. Lidamos melhor com o facto de termos menos sexo. Mais do que fazermos amor como fazíamos antes, senti que o diálogo nos aproximou.

 

Pelo menos, para já, acho que nos aproximámos por termos assumido a existência de um problema e, posteriormente, por o termos reconhecido. Mesmo assim, o plano dos sete dias continuou. Com alguns altos e baixos, é verdade, devido à rotina. O cansaço, afinal, não desaparece em sete dias. Na véspera de terminar o programa, escrevi, de manhã, num post it «Vamos fazer o que ainda não foi feito?» e colei-o no espelho da casa de banho.

 

Se me apetecia? Não, mas achei importante. Nessa noite, não nos abraçámos e estávamos de rastos. A noitada acabou por nos alterar a vida e, se por um lado, soube muito bem, por outro, complicou-nos os horários.

 

Dia 7: Entregar-se


Comecei a sentir falta da minha filha, alguns remorsos por, nesta semana, ter passado menos tempo com ela. Deixei-a mais vezes com a avó do que é habitual e insisti para que dormisse no seu quarto sozinha, mesmo quando chorava. Mesmo assim, quis terminar o programa da sexóloga sem falhas e, ao fim dos sete dias, entreguei-me, tal como sugere Vânia Beliz. Mudei, um bocadinho, os horários das refeições da Madalena, de forma a que ela fizesse o sono maior à hora a que ele chega a casa.

 

Correu bem. Enchi a banheira de espuma e esperei-o. Uma boa estratégia para ressuscitar algum desejo adormecido, pois percebi que consigo relaxar antes do sexo e recarregar baterias para entregar-me de corpo e alma. A nossa filha colaborou e, desta vez, dormiu de seguida. Concluí que quando não se tem a mesma disponibilidade para o sexo, com dedicação e empenho a vontade surge naturalmente. E dialogar é, sem dúvida, um grande truque para recuperar o desejo, pois logo após cumprir o ponto um, o problema pareceu menor.

 

Unimo-nos e lidámos melhor com a questão, mesmo sem ter sexo. Só o desejo bastou para nos relacionarmos melhor. Afinal, queremos muito estar um com o outro, o que é bem diferente de acharmos que o outro não nos deseja. Lida-se, assim, melhor um com o outro e com os obstáculos com que nos deparamos no dia a dia.

 

A sexóloga Vânia Beliz concorda que o ponto de partida para recuperar o desejo é mesmo o diálogo. «Muitas vezes não nos apercebemos o que falta ao outro, por isso, é muito importante sair sem filhos, só os dois», para conversar e perguntar-se «Onde está o nós?», sugere a especialista. Simples mas eficaz, eu garanto!

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Sábado, 16.02.13

Quase um quarto dos homens de Londres já fez ou faria sexo com outro homem

Quase um quarto dos moradores homens de Londres fizeram ou fariam sexo com outro homem

De acordo com uma pesquisa realizada pela revista “Time Out London”, 23% dos homens de Londres já fez ou faria sexo com outro homem.

 

O número de mulheres é ainda maior: 60% das moradoras da capital britânica responderam a mesma coisa.

 

No bairro de Havering, no extremo leste da cidade, 50% dos entrevistados disseram que já transaram com alguém do mesmo sexo.

 

Curiosamente, o mesmo bairro é o campeão em número de relações sexuais por mês (10,2) e onde as pessoas estão mais felizes na cama: 31% disseram estar “orgasmicamente felizes” com sua vida sexual.

 

Retirado de Parou tudo

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Quinta-feira, 14.02.13

Homens: quanto mais barriga menos sexo

 

Mas, espera aí, por que um cara que não tem um corpo perfeito acha que pode cobrar isso de uma mulher? Por que a sociedade acha que tudo bem, que homem não precisa se cuidar e blablablá. Mas sabe o que esqueceram de avisar para ele? Que aquela barriga de chopp ainda vai ser a culpada pela impotência que ele vai enfrentar.

 

Isso mesmo. Gordura abdominal, falta de libido e consequente impotência estão totalmente ligadas. Quer saber como? Eu explico, com a ajuda do clinico geral com Área de Atuação em Obesidade e Diabetes, João Pinheiro.

 

“O excesso de gordura acumulada no abdômen não afeta apenas a questão estética, mas a saúde sexual do homem. Por ser ainda a responsável pela redução dos níveis de testosterona, o que provoca um desequilíbrio hormonal, é um dos fatores de risco para o surgimento de problemas como a falta de ereção”, explica.

 

Funciona asism: além de todos os problemas que você já conhece - doenças cardíacas, Diabetes, síndrome metabólica, derrame, colesterol elevado e pressão alta -, a gordura abdominal faz com que os hormônios deixem de ser produzidos, o cara deixe de se sentir animadinho para o sexo e a única coisa que ele queria de você se torne uma cerveja gelada. Além disso, ele pode ter uma obstrução das artérias pela gordura e, se o sangue não circula, não existe ereção que resista.

 

Para piorar as coisas, uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) diz que o homem brasileiro está mais barrigudo, sedentário, acima do peso e desatento sua saúde. Os números chegam a ser tristes: 51% acima do peso, 64% nunca realizaram exames para medir os níveis de testosterona, 38% não tem o hábito de ir ao médico e 23% relacionam a obesidade ao envelhecimento, como se fosse algo natural. Além disso, 37% admitem o uso de remédio para ereção.

 

É claro que esse panorama pode mudar, mas é preciso força de vontade. Quando a circunferência da cintura ultrapassa 94 cm há três vezes mais chances de impotência sexual. E o que o bonitão precisa fazer para mudar isso?

  • Mudar a alimentação: inserir frutas e legumes, cortar frituras, diminuir o uso de sal e reduzir bastante a ingestão de doces;

  • Comer peixes como salmão e sardinha, usar azeite extravirgem e comer castanhas;

  • Preferir as versões integrais dos alimentos;

  • Consumir bebidas alcoólicas moderadamente;

  • E malhar. Sim, ele tem que suar a camisa.

Ouro fator que pode atrapalhar quem quer ter um vida sexual interessante é o estresse. “O estresse eleva o nível do hormônio cortisol no sangue, provocando aumento de apetite e consequente ganho de peso. Para prevenir o problema, o indicado é realizar atividade física, ingerir mais frutas e legumes, evitar alimentos gordurosos ao estilo fast food e cultivar bons hábitos”.

 

As mulheres também devem se preocupar com sua circunferência abdominal. Se o número for maior que 80 é importante procurar um médico.

 

Retirado de Preliminares

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Terça-feira, 12.02.13

Sexo, é dos casados que elas gostam mais ...

é dos casados que elas gostam mais

 

Entre centenas de estudos científicos perfeitamente entediantes sobre focas, o fim dos combustíveis fósseis ou se Plutão 'merecia' ou não continuar a ser um planeta, por vezes salta cá para fora um paper que quase revoluciona algumas percepções que já tínhamos sobre o nosso mundinho pessoal.

 

Poucas vezes a Academia consegue ter esse impacto no quotidiano, mas a investigação da Universidade de Oklahoma sobre mate poaching tem, acima de tudo, efeitos retroactivos na vida de muito homem que caiu na desgraça da pós-separação e nunca percebeu porque é que a vida de solteiro não é um harém eterno.

 

Conclui a investigação: as mulheres solteiras têm mais tendência a 'perseguir' homens já comprometidos do que ir atrás de solteirões. Há muito que se suspeitava desta evidência agora a ulular, mas as interpretações ao longo dos tempos têm variado com a posição da mulher na sociedade. O homem, esse tem sido sempre o falso galã, pois só agora se começa a perceber até que ponto ele é apenas um elemento com ou sem carga simbólica na relação com outras mulheres. Ele vale aquilo que as outras dão por ele, não o que ele pensa que vale.

 

Nas últimas décadas, na ascensão para uma posição dominante em varridos sectores da sociedade (tal como a investigação científica em relações amorosas!), com o mesmo modus operandi, essa atitude da mulher passou de "pega ladra de maridos" a "cabra glamourosa dominadora". Ora, esta nuance semântica não é desprezível. Já não é "a amante submissa que quer ser a número uno", mas a bitch de Manolo Blahnik, senhora de seu nariz, que está no jogo de roubar o 'gajo' à melhor amiga.

 

Enfim... um bocejo... o assunto já tem muita crónica e muito livreco apenso - aliás, existe nas livrarias toda uma secção dedicada ao género "Descubra a Cabra Secreta Que Há em Si" (Elizabeth Hilts, Bizâncio). Desde aquela teoria em que as mulheres seleccionam os machos pela qualidade e os homens têm pulsão cega quantitativa de espalhar a sementinha sem critério e com o arrependimento da manhã seguinte que a bio-sociologia parece dar à mulher o papel gourmet na evolução.

 

Mas é no mundo dos homens que se resolve um grande mistério com esta investigação.

 

Tirando os melgas abandonados e os cornuti em prantos que rapidamente são ostracizados, os homens pouco falam de relações. É sabido. Mas um dos poucos lamentos (verdadeiros) que trocam há décadas sem resposta plausível era este: "Quando estava com a minha miúda, elas não me largavam... parecia que tinha mel... era impressionante! Agora estou solteiro e nada... não me ligam peva... as mulheres só olham para um tipo para se lixarem umas às outras."

 

É assim crucial que se retirem ilações deste estudo do ponto de vista da sobrevivência da dignidade masculina. O que importa reter é que se voltar para o mercado sem antes ter acautelado o presente vai ter uma grande surpresa. Ai, vai ter vai. Foram anos a repetir aquela bazófia imbecil "ai se eu não fosse casado..." e depois quando finalmente está 'livre' elas desaparecem, esfumam-se de um momento para o outro, as mesmas que ainda ontem deitavam olhares dengosos dão-lhe agora sobrancelha em arco. O que provoca um choque da realidade, e por vezes tem o condão de fazer muito homem voltar com o rabinho entre as pernas para de onde saiu e - ironia - já ter à sua espera o x para assinar o cheque da pensão de alimentos antes de regressar para o hotel.

 

Mas a Ciência não pára e o que interessa é perceber como é que ela nos pode ajudar a ser felizes. Ainda esta semana o Presidente da República vetou a lei da união de facto. Não terá sido por acaso. O casamento é um 'teste de qualidade' que um homem tem que passar... Há, pois, que perceber os sinais. Já sabe: mesmo que não seja casado. Mesmo que esteja só desde sempre. Mesmo que seja um solteirão empedernido, se quer ter algumas hipóteses na sua noitada, não se esqueça de colocar uma aliança no dedo. E boa sorte.

 

Via Expresso

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Domingo, 10.02.13

Sexo - O que eles querem e o que elas acham

Eles não sabem o que querem na hora da verdade

 

O facto de estar sentada aqui, não me converte numa simples espectadora do que se passa lá fora, nem me deixa alapada à espera que a vida passe. Daqui ouço desabafos, faço leituras, tiro conclusões, analiso, aprendo e sobretudo não faço questão de limitar a minha prosa a determinados assuntos...deixo que se soltem ideias, emoções e sentimentos e já me posso dar ao luxo de dizer tudo aquilo que quero e que isso não me importe. Esta introdução mais ou menos banal serve para justificar uma das minhas incursões revisteiras que me levaram a encontrar um título que me chamou à atenção..."O testemunho de cinco homens acerca do que odeiam na cama..." no caso referiam-se ao aspecto de alguns pequenos nadas que os incomodavam nas suas parceiras fixas ou ocasionais.

 

 

Inevitavelmente lembrei-me de alguns desabafos de amigas que me confidenciaram alguns comportamentos de potenciais pretendentes a uma vida em comum, não sem antes e ainda bem, testarem a performance sexual dos candidatos.

 

 

Recordei o desânimo da que contrariamente ao que tudo fazia supor, dado o aspecto físico bem apessoado e transpirando virilidade do parceiro, o viu estatelado na cama de barriga para o ar, encostado ao espaldar da cama, como se estivesse numa esplanada, e ela que se mexesse, só faltava o cigarro e o prato de tremoços na mesinha de cabeceira.

 

 

Do bem falante, culto, com sentido de humor, boa formação académica e comportamento exemplar, do senhor que  julgava ser o "tal", apesar da enorme diferença de idades, o que aparentemente não constituía problema. O senhor ficou tão contente com o desempenho da sua parceira que julgou ter ali algum futuro, mas...há sempre um mas, o dito cujo ressonou toda a noite e ela não pregou olho.

 

De manhã levantou-se e enquanto ele fazia a sua higiene matinal, ela foi preparar-lhe o pequeno almoço enquanto à cozinha chegavam todos os sons menos agradáveis de se ouvir, só porque a porta do wc. não se fechava sozinha.

 

 

Podia continuar a desenrolar uma série de confidências mais ou menos hilariantes, e de comportamentos que não abonam a favor do sexo oposto e isso deixava-me com a incómoda sensação de que meço tudo pela mesma bitola.

 

 

Felizmente são mais as coisas boas que vão sendo motivo de desabafo aqui neste assento do que as menos lisonjeiras e o certo é que todos, homens ou mulheres têm sempre queixas, ou não, há ainda por aí muita gente que vive as suas relações com o muito prazer e equilíbrio...valha-nos isso!

 

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Segunda-feira, 04.02.13

Quer apimentar a sua vida sexual?, afrodisíacos naturais

Afrodisíacos naturais

Está interessado em apimentar sua vida sexual?

 

Tente adicionar ginseng e açafrão à sua dieta.

 

Os dois alimentos provaram ser aceleradores do desempenho sexual, de acordo com uma nova revisão científica de afrodisíacos naturais.

 

A pesquisa foi realizada por cientistas da Universidade de Guelph, no Canadá.

 

Afrodisíacos com comprovação científica


Você pode também deliciar-se com vinho e chocolate, mas seus efeitos amorosos documentados cientificamente estão todos na sua cabeça.

 

Fique longe dos mais obscuros mosca espanhola e sapo Bufo. Apesar de supostamente serem reforçadores sexuais, eles na verdade produziram o resultado oposto e podem até ser tóxicos.

 

Estas são algumas das conclusões do estudo realizado por Massimo Marcone e John Melnyk. Os resultados serão publicados na revista Food Research International.


"Os afrodisíacos têm sido usados há milhares de anos em todo o mundo, mas a ciência por trás das alegações nunca foi bem compreendida ou claramente documentada," disse Marcone. "A nossa é a revisão científica mais aprofundada feita até hoje. Nada havia sido feito com este nível de detalhe até agora."

 

Sem libido


Há uma grande demanda por produtos naturais que melhorem o sexo, sem efeitos secundários negativos.

 

Atualmente, condições como a disfunção erétil são tratadas com drogas sintéticas

 

"Mas essas drogas podem produzir dor de cabeça, dor muscular e visão turva, e podem ter interações perigosas com outros medicamentos. Elas também não aumentam a libido, por isso não ajudam as pessoas que estejam com baixo desejo sexual," disse ele.

 

Os pesquisadores analisaram centenas de estudos sobre afrodisíacos naturais para investigar as alegações de que eles aumentariam o desejo sexual - psicológica e fisiologicamente.

 

Para manutenção da qualidade da pesquisa, eles incluíram apenas estudos que usaram controles mais rigorosos.

 

Afrodisíacos naturais mais eficazes


Os resultados?

 

Eles descobriram que o ginseng panax, o açafrão e a ioimbina, um produto químico natural extraído da árvore ioimbe, nativa da África Ocidental, melhora a função sexual humana.

 

As pessoas também relataram aumento do desejo sexual após a ingestão de muira puama, uma planta com flores encontrada no Brasil; raiz de Maca, uma planta da família da mostarda, encontrada nos Andes, e chocolate.

 

Contudo, apesar de seu suposto efeito afrodisíaco, o chocolate não foi relacionado com maior excitação sexual ou satisfação, segundo o estudo.

"Pode ser que algumas pessoas sintam um efeito de determinados ingredientes do chocolate, principalmente a feniletilamina, que pode afetar os níveis de serotonina e endorfina no cérebro", disse Marcone.

 

Já o álcool aumenta a excitação sexual, mas inibe o desempenho sexual.

 

Noz-moscada, cravo, gengibre, alho e âmbar cinza, ou âmbar de baleia - formado no trato intestinal do cachalote - estão entre as substâncias relacionadas ao aumento do comportamento sexual em animais.

 

Afrodisíacos eficazes


Embora seus resultados deem suporte ao uso de alimentos e plantas para aumentar o desejo sexual, os autores sugerem cautela.

 

"Atualmente, não há evidência suficiente para apoiar o uso generalizado destas substâncias como afrodisíacos eficazes," disse Marcone. "Mais estudos clínicos são necessários para compreender melhor seus efeitos sobre os seres humanos."

 

Via Diário Saúde

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Quarta-feira, 30.01.13

Sexo - Os homens também tem dores de cabeça

Homens também dão desculpas para evitar sexo; saiba mais

Cerca de 60% dos entrevistadis disseram a suas parceiras que estavam cansados demais e, quase metade, que não estava no clima Foto:  / Getty Images

 

 

Cerca de 60% dos entrevistadis disseram a suas parceiras que estavam cansados demais e, quase metade, que não estava no clima

Ao contrário do que muitos pensam, homens parecem ser tão propensos quanto mulheres a dar desculpas para não fazer sexo, segundo uma pesquisa do serviço médico online Lloyds Pharmacy, do Reino Unido. E os especialistas temem que alguns evitem os momentos íntimos para esconder problemas de disfunção erétil. Os dados são do jornalDaily Mail.  

 
O levantamento contou com dados de 2 mil homens. Constatou que 60% deles disseram a suas parceiras que estavam cansados demais e, quase metade, que não estava no clima. Entre as desculpas também estão ter de levar o cachorro para passear e fazer suas necessidades, estar ocupado jogando videogame ou vendo um seriado, ter comido muito no jantar. 
 
Quase um em quatro afirmou que já não faz sexo, um número que aumenta para 42% para aqueles com idade superior a 55. Do total, 7% admitiram não ter mais ereções. Embora 47% tenham comentado que recorreriam a um médico caso enfrentassem problemas e 24% contariam para a parceira, 21% não se sentiriam à vontade para comentar sobre disfunção erétil.
 
“A disfunção erétil pode afetar qualquer homem, em qualquer estágio da vida, mas não tem que significar o fim da intimidade”, disse o médico Tom Brett, do serviço online Lloyds Pharmacy. “É importante que se sintam à vontade para falar com um profissional de saúde sobre a sua capacidade de obter e manter uma ereção. Não só há uma variedade de tratamentos eficazes, mas a disfunção erétil pode ser sintoma de um problema de saúde mais grave, como diabetes ou
Retirado de Terra

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Sexta-feira, 18.01.13

Manias ousadas durante o sexo

Manias ousadas durante o sexo

 

 

O que ninguém nega, principalmente nós mulheres, é que as preliminares são peças-chave para uma boa relação sexual. Há quem não se contente com carinhos e beijinhos.

 

Tem gente que pede uma pegada mais forte, ou então recebe sem pedir, e quando vai ver o queridão já estalou um tapinha. E nesse quesito manias na hora do sexo

 

A especialista em autoestima e prazer da mulher, Lu Riva, conta que já ouviu casos para lá de inusitados. "Tem homens que gostam que suas mulheres pisem neles com salto. Casais que gostam de "bater" e de "apanhar", tem as pessoas que gostam de vestir fantasias sensuais como uma colegial, com direito a meia-calça 7/8, que chega à sala mordendo o lápis e dizendo: - ‘Professor me ensina’".

 

" variedade é o que não faltar.

 

Parece que a ideia de dominar ou ser dominado predomina. Fátima Moura, personal sexy trainer, conta que já ouviu muitas histórias de suas alunas. Entre as mais inusitadas está a do casal que teve um grande prejuízo em um motel. "O marido sempre dizia à esposa que gostaria que ela pisasse nele usando salto alto. Em uma bela noite, ela resolveu realizar a vontade dele e subiu na cama com um salto fino. O que eles não haviam notado é que o colchão era d’água! Logo, o plástico se rompeu. Imagine só a bagunça!". Isso sim é um banho de água fria na relação.

 

Lu conta que conhece pessoas que gostam de recitar mantra antes do sexo. Agora imagine, você está lá toda linda e sexy, ansiosa pelo que está por vir e, de repente, o cidadão começa a cantarolar. Ainda nesse assunto, Fátima revela que uma de suas alunas preparou todo o clima à luz de velas e rosas vermelhas para o novo namorado. O que ela não imaginava é que o rapaz era seguidor o candomblé. Sem a menor desconfiança ele chegou a perguntar a ela se aquilo seria um trabalho religioso para ele. Pode?!

 

Outro caso inusitado: "Minha aluna resolveu sair da rotina, vestiu uma roupa para lá de atrevida e pediu que seu marido a deixasse em um ponto na Rua Augusta. Ela mandou que ele fosse dar uma volta e que retornasse para buscá-la. Após a volta, ele apareceu aflito e pediu para que ela entrasse no carro. Ela toda altiva se negou e só entrou no veículo após ele ter pago o ‘programa’", conta Lu. Essa foi corajosa, ela poderia ter apanhado. Ficar em um ponto que não lhe pertence na Augusta pode ter consequências terríveis e irreparáveis.

 

Fátima riu ao se lembrar de outro caso: "O homem pediu à mulher que vestisse uma fantasia e que lhe fizesse uma surpresa. Ela, então, comprou uma roupa de policial. Quando o rapaz viu a mulher vestida daquela maneira teve uma crise de riso". "Mas você pensa que ela perdeu o domínio? Não. Ela acabou prendendo-o por desacato à autoridade", completa.

 

Brincadeiras à parte é importante lembrar que este tipo de atitude faz bem quando ambos querem participar. "Às vezes é bom tentar novidades, pois se pode abrir uma gama de opções para o casal, mas sem que isso seja algo forçado ou mecânico para uma das partes", afirma Lu Riva. Fátima Moura lembra que essas ousadias não servem para salvar casamentos e recomenda: "Você deve analisar a situação, perguntar como foi o dia do parceiro, para que não haja frustração, caso ele não esteja animado."

 

Via Vila Dois

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Sábado, 05.01.13

7 coisas em que os homens não reparam durante o sexo

Quilos extras, pelos e pequenos defeitos ficam de lado entre quatro paredes Foto: Getty Images

 

Quilos extras, pelos e pequenos defeitos ficam de lado entre quatro paredes

Toda mulher tem inseguranças seja por estar com alguns quilinhos a mais ou o cabelo não estar do jeito que gostaria. Na cama, esses receios aumentam ainda mais, no entanto, especialistas afirmara que os homens não se importam com a maioria destas preocupações femininas. 
 
Cosmopolitan listou sete coisas que o parceiro não repara durante o sexo; veja a seguir:
 
Quilos extras: de acordo com o especialista em sexo, autor do livro Ela Vem em Primeiro Lugar, Ian Kemer, a maioria dos caras não está nem vendo ou pensando em um corpo reto e sem curvas na hora do sexo. Na verdade, eles estão ocupados passando por um mix de sensações hormonais de testosterona, oxitocina e dopamina que aumentam a percepção de sensualidade.
 
Pequenos defeitos: pode parecer nítido para você no espelho, mas o parceiro não perceberá que o seu seio direito é um pouco maior que o esquerdo, por exemplo. A maioria dos homens está muito animada em se aproximar desta parte do corpo feminina e não se importa se um é um pouco maior que o outro, ainda mais se forem volumosos.
 
Pele: quem não quer ter uma pele de bebê? O especialista em sexo Darren Michaels, autor de Flipside Erótica, alertou que a corrida na última hora para melhorar a acne ou estrias não vale à pena. O homem estará tão preocupado em ficar com a parceira que não notará esses detalhes.
 
Suor: embora possa parecer nojento para você, o odor natural do corpo da mulher pode ser um estimulante sexual para os homens. Por isso, Kemer aifmou que se você tomou banho há algumas horas e mesmo assim não pode evitar o suor durante a relação sexual, não se preocupe, o parceiro vai até gostar. 
 
Pelos: não deu tempo de depilar bem as pernas e virilha antes da transa? Não é por isso que o parceiro vai deixar de sentir desejo por você, segundo Kemer. 
 
Cabelo e maquiagem: o parceiro não vai se importar se o seu cabelo está para cima ou para baixo, se seus olhos estão bem delineados e a sombra está combinando com a lingerie. Tenha confiança nos seus atos, aconselhou Kemer, pois a preocupação com coisas como a maquiagem pode cortar todo o clima. 
 
Tamanho da vagina: a maioria dos caras não vai comparar seu órgão sexual com a de parceiras anteriores. No entanto, de acordo com Kegel, se preferir fazer exercícios para tornar o sexo ainda mais prazeroso, não há problema algum.
retirado de Terra

publicado por olhar para o mundo às 22:28 | link do post | comentar

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