Sexta-feira, 23.06.17

RAPublicar, de Soraia Simões

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RAPublicar, de Soraia Simões
 
A micro-história que fez história numa Lisboa adiada
(1986- 1996)
audiolivro inclui 25 entrevistas
 
 
 
à venda a 25 de Junho
 

RAPublicar. A micro-história que fez história numa Lisboa adiada: 1986 - 1996 de Soraia Simões estará a partir desta semana, dia 25, nas livrarias.

Trata-se de um audiolivro com cerca de 18 horas de recolhas de entrevistas dirigidas pela autora e investigadora entre 2012 e 2016 que procura cruzar as principais linhas de discussão neste campo e em torno de disciplinas como a história contemporânea e os estudos de música e cultura populares nestes anos (1986 - 1996) com o discurso e partilha de memórias e testemunhos de alguns dos seus principais sujeitos da história.

Soraia Simões refere acerca deste trabalho "ao usar a oralidade de um modo claro: os dados da minha análise com as experiências vividas pelos protagonistas procurei duas coisas. Em primeiro lugar uma leitura renovada sobre a história da cultura e sociedade portuguesas nestes anos tendo a expressão do RAP como vector principal, por outro lado demonstrar como algumas das principais alíneas temáticas no campo das ciências sociais foram levantadas, no campo da música e cultura populares, nestes anos por, não todos mas, alguns destes actores e actrizes e estão hoje a ser escrutinadas e à procura de respostas.

Achei que eles e elas podiam/deviam fazer parte dessa discussão, especialmente porque as levantaram num período em que as mesmas, por várias razões, que as conversas (a oralidade) explanam foram sendo adiadas. Editar o que foi grande parte do meu trabalho de campo num audiolivro que é também um caderno de notas mesmo sob o ponto de vista do grafismo, homenageando assim o poeta/dizedor/rapper e MC destes anos e as dezenas de cadernos sebenta que me cederam durante estes anos de pesquisa (o qual transcrito serve a minha tese no âmbito académico) foi o modo como achei ser possível devolver essa memória, e a importância do que está inscrito nela, à sociedade e à cultura popular da segunda metade do século XX.

Permitindo que os mesmos contem, através das questões que lhes são colocadas, essa perspectiva histórica e a sua relevância num quadro social em profunda transformação".

Editora Caleidoscópio

 

 

Sobre a autora

Soraia Simões nasceu em Coimbra, em 1976. Radicou-se em Lisboa em 2008. É Pós-Graduada em Estudos de Música Popular e Mestranda em História Contemporânea pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. A sua tese de mestrado reflecte sobre o impacto social e cultural estabelecido pela prática do «rap» e pela «cultura hip-hop» entre os anos de 1986 e 1996 no país.
Investigadora integrada do Instituto de História Contemporânea (IHC-FCSH/UNL), é autora do Projecto de Arquivo e Documentação «Mural Sonoro». Escreveu, em vários órgãos e edições, textos diversos na área musical, sendo autora dos livros Passado–Presente. Uma Viagem ao Universo de Paulo de Carvalho (Lisboa: Chiado Editora, 2012) e RAPublicar – a micro-história que fez história numa Lisboa adiada: 1986 – 1996 (Lisboa: Caleidoscópio, 2017). Foi distinguida com o prémio Megafone da Sociedade Portuguesa de Autores, em 2014 na Categoria Missão, coordenado, actualmente, o projecto «RAPortugal 1986 – 1999».
O seu estudo e trabalhos incidem na cultura popular e movimentos transnacionais, nas práticas musicais em contextos migratórios e de revolução política ou ideológica e nos arquivos digitais sonoros. É a consultora musical do projecto que faz parte dos conteúdos especiais da RTP Extrema-Esquerda: Porque não Fizemos a Revolução? e Coordenadora geral e de investigação no projecto RAPortugal: 1986 – 1999 (projecto financiado em 2015 pela Direcção Geral das Artes).
É autora do programa Conversa ao Correr das Músicas, programa de História da Música, que conta também com a sua apresentação e estreia em Maio de 2017 numa primeira série de 13 episódios na web.
 
Mais informação sobre Soraia Simões em Mural Sonoro

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Terça-feira, 18.04.17

Afonso Reis Cabral vence prémio Europa

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Afonso Reis Cabral

vence prémio Europa

 

  • Jovem escritor foi distinguido com o ‘Prémio Europa – David Mourão-Ferreira’ na categoria Promessa, que premeia obras de uma personalidade emergente no campo artístico;

 

Lisboa, 10 de abril de 2017 – O Global Shaper Afonso Reis Cabral acaba de vencer o ‘Prémio Europa – David Mourão-Ferreira’. O jovem escritor foi distinguido na categoria Promessa, que premeia obras de uma personalidade emergente no campo artístico.

 

O anúncio foi feito hoje pelo júri do ‘Prémio Europa David Mourão-Ferreira’, presidido por Eduardo Lourenço, que anunciou os vencedores da edição de 2016. Esta é a 6ª edição dos prémios, lançados em 2006 e atribuídos de dois em dois anos, cuja cerimónia de entrega terá lugar em Itália, na Aula Magna da Universidade de Bari 'Aldo Moro', em data ainda a definir.

 

Este galardão, atribuído pelo Centro Studi Lusofoni - Cátedra David Mourão-Ferreira da Universidade de Bari 'Aldo Moro' e do Camões, I.P., foi criado em homenagem ao consagrado autor de “Um amor feliz” (1927-1996) com o objetivo de contribuir para a divulgação da língua e da cultura portuguesas nos países da União Europeia e do Mediterrâneo.

 

Recorde-se que Afonso Reis Cabral já tinha ganho, em 2014, o Prémio Leya com o romance “O meu Irmão”. O jovem escritor faz parte do Global Shapers Lisbon Hub, uma comunidade de 27 jovens talentosos dedicados a contribuir para a solução de problemas dentro da sua comunidade e região. Este grupo conta com empreendedores, empreendedores sociais, cientistas, docentes universitários, artistas e atletas das mais variadas áreas e sectores

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Segunda-feira, 30.01.17

Biblioteca Municipal do Barreiro apresenta os livros “A Saudade tem um Nome” e “Luar da Serra”

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Biblioteca Municipal apresenta os livros “A Saudade tem um Nome” e “Luar da Serra”

 

“A Saudade Tem um Nome”, de Leandro Peleja, e “Luar da Serra”, de Luísa de Souza, serão os dois livros apresentados em fevereiro, nos dias 4 e 11 respetivamente, pelas 16h00, no Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro.

A entrada é livre.

 

Biografia:

“LEANDRO PELEJA nasceu em 1997 no Hospital do Barreiro. Cresceu e viveu, desde sempre, na Margem Sul. Muitos chamam-no de “sonhador”. E ele admite que nunca deixa de sonhar. Mesmo quando lhe dizem que “quanto maior o sonho, maior a queda”.

Desde pequenino que é apaixonado pela leitura. Gosta de se perder nos livros que lê. Esta obra é o culminar de uma paixão que surgiu mais tarde, em 2009. Sempre foi conhecido por “menino das composições”. Tinha sempre a melhor da turma. Reza a lenda que raramente fazia a gramática dos testes de português; Para ele, só a composição interessava.

É apaixonado pela vida. Diz não ter sentimentos. É um excelente cozinheiro. E gosta de animais. O seu lema é “Fazer Acontecer”. A única razão para ser ele a fazer a sua própria biografia é o facto de gostar de falar de si na 3ª pessoa, sem soar demasiado pretensioso. Para mais informações, podem visitar a sua conta de instagram (@LPELEJA)”.

 

Sinopse:

“Rodrigo e Ariana tinham uma relação aparentemente feliz. Até que a traição os separou. Para além das memórias, apenas resta a saudade. E um milhão de perguntas na sua cabeça. Deve ele continuar a lutar por uma mulher que já tem outro homem na sua vida?”

 

 

 

Apresentação do livro “Luar da Serra”

 

“Luar da Serra”, da autoria de Luísa de Souza, será a obra apresentada a 11 de fevereiro, às 16h00, no Auditório da Biblioteca Municipal.

Haverá, na ocasião, um momento musical com a cantora Beatriz Ferreira.

 

Biografia:

“Luísa de Souza é Socióloga de formação e Marketeer por vocação, que viu a sua vida mudar drasticamente, tal como acontece a muitos portugueses, devido a um longo período de desemprego. Como tantas vezes sucede, é nos períodos mais conturbados da vida que se descobrem gostos e talentos e, para a autora, o tempo que passa a ter veio desenvolver ainda mais o seu gosto pela escrita, culminando neste “Luar da Serra”. A autora já se encontra neste momento a trabalhar e vive com o seu marido e dois filhos em Palmela, repartindo os seus tempos livres entre a Serra da Arrábida e a Serra de Montemuro”.

           

Sinopse:

“Assim que Laura entra na pequena aldeia de Vila Boa de Cima, perdida no cimo da serra de Montemuro, trazendo no seu carro o pouco que possui e tudo o quanto ama, sente a brisa da esperança encher-lhe a alma e sabe que desde que tenha os seus filhos ao seu lado nada mais importa.

Para Sofia, o primeiro vislumbre desta nova realidade para onde é arrastada pela sua mãe é tudo o que não quer e sabe que se certificará que a estadia neste fim do mundo seja o mais curta possível.

O vento da mudança tinha acabado de empurrar ambas para bem longe da vida segura e confortável a que estavam habituadas, em direção a um tornado de emoções e de descoberta delas mesmas”.

 

 

CMB 2017-01-26

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Segunda-feira, 06.04.15

Livros Viajantes no Barreiro

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LIVROS VIAJANTES NO BARREIRO

 

O conceito Boockrossing já chegou ao Concelho do Barreiro. A Câmara Municipal do Barreiro, através da Biblioteca Municipal do Barreiro, aderiu à iniciativa “para que todos os cidadãos se tornem leitores livres de compromissos de prazos de leitura, que sintam prazer em partilhar as suas leituras e opiniões sobre as obras que leem”.

 

Registe os seus livros em www.bookcrossing.com, coloque-lhes uma etiqueta com um número único (fornecido pelo site) e depois liberte-os numa das zonas oficiais do Barreiro, ou em qualquer outro sítio, para outros o encontrarem, lerem e passarem a novos leitores.

 

As zonas oficiais de libertação no Barreiro são:

» Biblioteca Municipal do Barreiro;

» Centro Hospitalar Barreiro/Montijo;

» Espaço J;

» Piscina Municipal do Barreiro;

» Piscina Municipal do Lavradio

» Santa Casa da Misericórdia do Barreiro;

» Unidade de Saúde Familiar do Lavradio

» Unidade Saúde Familiar de Santo António

 

Quando alguém encontrar o livro que registou e deixar uma mensagem no site sobre ele (journal entry), recebe uma notificação por mail. Assim, pode seguir as viagens dos seus livros pelo mundo.

 

CMB 2015-03-30

 

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Sexta-feira, 05.12.14

Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros” - TROCA 1 CAFÉ POR 1 LIVRO

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A Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros” em parceria com o Grupo de Jovens Sem Fronteiras de Palmela e da Delta Cafés, lançou a CAMPANHA SOLIDÁRIA “TROCA 1 CAFÉ POR 1 LIVRO” que decorrerá até ao dia 20 de Dezembro de 2014.

Esta Campanha/Projecto tem como objectivo sensibilizar a comunidade para a falta que um simples Livro pode fazer para muitas outras pessoas não só como forma de enriquecimento a nível do saber mas também como forma de as transportar para outros mundos, reais ou mesmo imaginários de uma forma lúdica e descontraída.

A SFP LOUREIROS convida todos os seus associados, amigos e em geral toda a comunidade a colaborar nesta acção de solidariedade. Na troca de 1 livro a SFP LOUREIROS oferece 1 Café DELTA.

A Campanha “TROCA 1 CAFÉ POR 1 LIVRO” pretende obter a doação de 3.000 livros cujo destino será Cabo Verde.

As trocas/entregas decorrem na sede da SFP Loureiros, de 2ª a Sábado das 17h ás 23h.

Contamos com a sua colaboração.

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Terça-feira, 26.11.13

Prémio APE de romance para Alexandra Lucas Coelho

Alexandra Lucas Coelho é a vencedora do Prémio APE de Romance e Novela 2012, com E A Noite Roda (ed. Tinta-da-China), atribuído, por unanimidade, por um júri composto por José Correia Tavares, Ana Marques Gastão, Clara Rocha, Isabel Cristina Rodrigues, Luís Mourão e Manuel Gusmão.


Jornalista e autora de vários livros de reportagens e viagens (Viva México, Caderno Afegão, Oriente Próximo e Tahrir! – Os Dias da Revolução), foi com E A Noite Roda, uma história de amor entre uma jornalista catalã e um jornalista belga de origem italiana, que Alexandra Lucas Coelho se estreou na ficção, num romance cuja acção percorre várias geografias, desde Jerusalém à Catalunha.

 

No valor de 15 mil euros, ao longo de 31 anos este prémio já distinguiu 27 autores, como António Lobo Antunes, Agustina Bessa-Luís e Gonçalo M. Tavares. De acordo com a Associação Portuguesa de Escritores, nesta edição registou-se uma das mais altas participações de sempre: foram admitidas a concurso 80 obras (escritas por 52 homens e 28 mulheres).

 

Eram finalistas, além de Alexandra Lucas Coelho, Afonso Cruz (com Jesus Cristo Bebia Cerveja), Jaime Rocha (com A Rapariga Sem Carne), Mário de Carvalho (com O Varandim seguido de Ocaso em Carvangel) e Patrícia Portela (com O Banquete).

 

Retirado do Sol

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Quinta-feira, 10.10.13

Nobel da Literatura para canadiana Alice Munro

Nobel da Literatura para canadiana Alice Munro
Alice Munro é a vencedora do prémio Nobel da Literatura 2013, hoje anunciado em Estocolmo.

O galardão, no valor de oito milhões de coroas suecas (925 mil euros) foi anunciado pelo secretário da Academia de Ciências Sueca no histórico edifício da Bolsa, na baixa de Estocolmo.

 

Nos últimos 10 anos, o Nobel da Literatura distinguiu nomes como o chinês Mo Yan (2012), o sueco Tomas Tranströmer (2011), o peruano Mario Vargas Llosa (2010), a alemã de origem romena Herta Müller (2009), o francês Jean-Marie Gustave Le Clézio (2008), a britânica Doris Lessing (2007), o turco Orhan Pamuk (2006), o britânico Harold Pinter (2005), a austríaca Elfriede Jelinek (2004) e o sul-africano J.M. Coetzee (2003).

 

A língua portuguesa foi laureada uma única vez, em 1998, com a atribuição do prémio ao escritor José Saramago, justificada pela Academia sueca com o facto de ele, "com parábolas sustentadas em imaginação, compaixão e ironia, permitir mais uma vez apreender uma realidade evasiva".

 

Retirado do Sol

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Quinta-feira, 23.05.13

Feira do Livro regressa a Lisboa dia 23 de Maio

Feira do Livro regressa a Lisboa dia 23 de Maio

São muitas as novidades para esta 83ª edição da Feira do Livro, no Parque Eduardo VII. 


A primeira novidade é a participação da CPLP que, com um pavilhão próprio, contará com uma mostra de livros oriundos dos Países de Língua Portuguesa. 

Ao mesmo tempo, os grandes editores aumentarão também o seu espaço de exposição e intensificarão a programação, para um aprofundar da sua presença nesta edição da Feira do Livro. 

Segundo João Alvim, presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), será reforçada a programação também em termos de “actividades dedicadas aos mais pequenos”, o que para a organização é “motivo de orgulho, é sinal que conseguimos atrair famílias inteiras” ao recinto da Feira. 


Foi também aumentado o número de "lounges", “onde as pessoas podem estar, ler, sentirem-se à vontade”, num convite a uma passagem mais longa pela Feira. 

Outro dos objectivos da organização é, neste ano, conseguir que a Feira do Livro seja um local de convívio e não apenas um espaço de passagem para quem procura determinadas obras ou promoções. 

Quanto à Hora H, de acordo com edições anteriores, vai manter-se: na última hora de cada dia da semana, os vários editores oferecem descontos a partir dos 50% em diversas obras. 


João Alvim reforça que a organização gostaria de “ultrapassar o meio milhão de pessoas”, batendo de novo o recorde de visitantes. 

Segundo Eduardo Boavida, director da Feira em Lisboa, estarão presentes mais de sessenta editores; as actividades programadas rondam a centena. Inseridas na conferência de Edimburgo, um dos mais importantes eventos da literatura mundial, terão lugar duas sessões de discussão com alguns dos mais famosos autores europeus, subordinadas a dois temas: o romance e a questão “a literatura pode ter um papel político?”. 

Estarão presentes também autores portugueses como José Rodrigues dos Santos ou João Tordo, para duas conferências no dia 25 de Maio que prometem ser um grande espaço de discussão sobre questões fulcrais da literatura actual. 


Quanto às Bibliotecas Municipais, que desde 2010 colaboram neste evento, participarão organizando sessões de leitura, mais uma vez, reforçando o papel da literatura para jovens e crianças. 

Alguns museus da cidade estarão também envolvidos, como o Museu da Cidade e o Museu da Marioneta, para actividades que prometem dinamizar a Feira do Livro de Lisboa. 


Segundo Susana Silvestre, coordenadora da Rede de Bibliotecas de Lisboa, é urgente “perceber o que as pessoas querem e como as bibliotecas podem ser uma mais valia”. 

Este objectivo prende-se também com a presença no recinto de um Clube da Leitura, promovido por várias Comunidades de Leitura como o grupo Paisagens Literárias de Lisboa ou a livraria Bulhosa. 


Pretende-se, com esta iniciativa, fazer ouvir a voz dos leitores neste evento – leitores esses sem os quais a Feira do Livro não faria sentido.

 

Retirado do Hardmúsica

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Segunda-feira, 22.04.13

Mulheres dominam lista dos 20 Melhores Jovens Romancistas Britânicos 2013 da Granta

Mulheres dominam lista dos 20 Melhores Jovens Romancistas Britânicos 2013 da Granta

Para John Freeman, editor da revista Granta e presidente do júri desta edição, os 20 nomes escolhidos mostram que “o romance tem um futuro brilhante no Reino Unido”.

 

Pela primeira vez desde 1983 – data em que foi lançada – a lista dos Melhores Jovens Romancistas Britânicos com menos de 40 anos da revista Granta é composta maioritariamente por mulheres.

 

Zadie Smith e Adam Thirlwell que estiveram na lista dos Melhores Jovens Romancistas Britânicos da revista Granta em 2003, voltam a figurar, uma década depois na lista dos 20 Melhores Jovens Romancistas Britânicos 2013, divulgada hoje no British Council, em Londres.

 

Naomi Alderman, Tahmima Anam, Ned Beauman, Jenni Fagan, Adam Foulds, Xiaolu Guo, Sarah Hall (ver edição do PÚBLICO de 15 de Abril de 2013), Steven Hall, Joanna Kavenna, Benjamin Markovits, Nadifa Mohamed, Helen Oyeyemi, Ross Raisin, Sunjeev Sahota, Taiye Selasi, Kamila Shamsie (que é paquistanesa mas irá ter nacionalidade britânica nos próximos meses, segundo o jornal The Guardian), David Szalay e Evie Wyld são os outros escolhidos. Para John Freeman, editor da revista Granta e presidente do júri desta edição, os 20 nomes escolhidos mostram que “o romance tem um futuro brilhante no Reino Unido”.

 

O júri que era ainda composto por Ellah Allfrey (editora da Granta, que trabalhou na Random House), pelos escritores Romesh Gunesekera e A. L. Kennedy, pelos críticos literários Stuart Kelly e Gaby Wood e pela editora Sigrid Rausing, salientou o trabalho de linguagem dos autores e a forma como sabem contar histórias.

 

Retirado do Público

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Sexta-feira, 19.04.13

APEL cancelou a edição deste ano da Feira do Livro do Porto

APEL cancelou a edição deste ano da Feira do Livro do Porto

Associação Portuguesa de Editores e Livreiros explicou à Câmara do Porto não ter verba suficiente para realizar a feira

 

A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) suspendeu a edição de 2013 da Feira do Livro no Porto por “falta de condições financeiras”, informou esta quinta-feira a câmara, que “lamenta” tal decisão e garante que vai organizar uma alternativa de animação dos Aliados em Julho.

 

A APEL “optou pela suspensão da feira no ano em curso, alegando falta de condições financeiras para a sua realização, tanto mais que admite a possibilidade de se vir a registar um avultado prejuízo por força da forte quebra nas vendas, que facilmente se adivinha neste dramático cenário económico-social em que estamos mergulhados”, refere comunicado da Câmara do Porto.

 

A autarquia recorda o acordo feito em 2009 com a APEL para “o regresso da Feira do Livro à Av. dos Aliados”, tendo para o efeito celebrado um protocolo no valor de 300 mil euros, repartidos ao longo de quatro anos, destinados ao investimento em novos equipamentos.

 

Tal apoio, explica, “correspondia ao valor das prestações para amortização do investimento feito no ‘leasing’ operacional dos novos stands, que ficariam liquidados no final dos quatro anos de vigência do contrato, pelo que restaria agora, em cada feira, apenas o custo correspondente à sua manutenção, montagem e desmontagem”.

 

Contudo, “ainda em 2012, a APEL solicitou o apoio do município para a realização da Feira do Livro 2013, assente naqueles que foram os pressupostos do protocolo anterior, reforçando a insuficiência da verba anual de 75 mil euros a que correspondeu o apoio anual decorrente do protocolo atrás referido, invocando o desdobramento por mais um ano do ‘leasing operacional’ dos stands, em razão da necessidade de recuperação de parte daquele equipamento por se encontrar em deficientes condições de utilização”.

 

“O Município do Porto viu-se assim confrontado com uma situação inesperada, tendo comunicado à APEL que era inviável o apoio financeiro excecional nos mesmos moldes e valores do que fora pago nas últimas quatro edições da Feira do Livro”, acrescenta o comunicado.

 

A câmara garante ter manifestado à APEL “disponibilidade para continuar a apoiar tão importante iniciativa, nomeadamente a ceder gratuitamente, para o efeito, a plataforma central da Avenida dos Aliados, isentando a organização de todas as taxas e licenças, e assegurando apoio logístico na segurança e na limpeza dos espaços de circulação”, apoios que a associação considerou insuficientes.

 

“A Câmara do Porto compreende e lamenta a decisão da APEL” e assegura ter “já em preparação uma iniciativa que permita, no próximo mês de julho, proporcionar aos portuenses um evento de lazer e cultura que colmate, na Avenida dos Aliados, esta suspensão da Feira do Livro”, remata.

 

Retirado do Público

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