Sábado, 13.05.17

Teatro - TEMPORADAS NO PORTO 2017/2018

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TEMPORADAS NO PORTO 2017/2018

QUEM TEM MEDO DE VIRGINIA WOOLF?, MAIS RESPEITO QUE SOU TUA MÃE!, DOIS HOMENS COMPLETAMENTE NUS e AVENIDA Q são os espectáculos estreados este ano pela Força de Produção que chegam ao Porto a partir de Setembro.
Todos os espectáculos estarão em cena no Teatro Sá da Bandeira, de Quinta a Domingo.

 

2017 | 14 a 24 de Setembro
Qui-Sab 21h e Dom-16h30
Bilhetes 8€ a 20€

QUEM TEM MEDO DE VIRGINIA WOOLF?
Com ALEXANDRA LENCASTRE, DIOGO INFANTE, LIA CARVALHO E JOSÉ PIMENTÃO

Alexandra Lencastre e Diogo Infante juntos em palco dão corpo a duas das personagens mais icónicas da história do teatro contemporâneo num espectáculo imperdível.

 

2017 | 28 de Setembro a 22 de Outubro 
Qui-Sab 21h30 e Dom-16h30
Bilhetes 8€ a 20€

MAIS RESPEITO QUE SOU TUA MÃE!
Com JOAQUIM MONCHIQUE, LUÍS MASCARENHAS, JOEL BRANCO, TIAGO ALDEIA, RITA TRISTÃO DA SLVA, RUI ANDRADE, DIOGO MESQUITA, BRUNA ANDRADE E LEONOR BISCAIA

Mais de 45 mil espectadores já viram o espectáculo onde Joaquim Monchique veste a pele de Esmeralda Bartolomeu, a mãe de família e a dona de casa mais desesperada da Baixa da Banheira.

 

2017 | 26 de Outubro a 5 de Novembro 
Qui-Sab 21h30 e Dom-16h30
Bilhetes 8€ a 18€

DOIS HOMENS COMPLETAMENTE NUS
Com MIGUEL GUILHERME, SANDRA FALEIRO, JORGE MOURATO E SUSANA BLAZER

Dois homens acordam completamente nus ao lado um do outro e não se conseguem lembrar de nada. Ao longo de duas horas vamos acompanhando as suas tentativas - que têm tanto de hilariante como de trágico - para tentar encontrar uma explicação para o sucedido.

 

2018 | 11 de Janeiro a 25 de Fevereiro 
Qui-Sab 21h30 e Dom-16h30
Bilhetes 8€ a 18€

AVENIDA Q
Com ANA CLOE, DIOGO VALSASSINA, GABRIELA BARROS, INÊS AIRES PEREIRA, MANUEL MOREIRA, RODRIGO SARAIVA, RUI MARIA PÊGO, SAMUEL ALVES, ARTUR GUIMARÃES, LUÍS NEIVA E ANDRÉ GALVÃO

A Paula Porca, o Trekkie, a Marta Monstro, o Luís, o Joca, o Félix, a Maria, o Tozé, o Pequeno Saúl, a Dona Clamídia e os Ursinhos das Ideias de Me*#$%a começam 2018 no Porto. Não perca a oportunidade de ver o espectáculo surpreendente que encantou os espectadores em Lisboa.

publicado por olhar para o mundo às 13:13 | link do post | comentar
Sábado, 04.01.14

À Espera de Godot entra em cena no Teatro Nacional São João no Porto

à espera de godot

À Espera de Godot, com tradução e dramaturgia de Francisco Luís Parreira, sobe ao palco do Teatro Nacional de São João no Porto a 09 de Janeiro


Carlos Pimenta aborda esta peça de Beckett, uma das mais marcantes do século XX, lembrando que a "inscrição da obra no "tempo do teatro" desliga-a do "tempo da literatura", na medida em que a sujeita a uma leitura partilhada por corpos num tempo comum. Neste contexto, podemos dizer que um espectáculo teatral é, para além do texto que lhe estará na origem, o resultado do trabalho, pensamento e experiências de um conjunto de pessoas num determinado tempo das suas vidas."

 

Esta parece-nos ser a forma certa de encarar a dramatização de obra literária, fazendo-a passar do indivíduo e dos indivíduos, que a sustentam em palco, para a Humanidade.

 

A cena abre numa estrada deserta, junto a uma árvore, onde dois homens sem eira nem beira: Didi e Gogo estão entretidos em jogos e picardias aguardando alguém que nunca chegará.

 

"À Espera de Godot", por vezes encarada com uma farsa ou até mesmo uma parábola bíblica, sublinhava a forte turbulência política, económica e social, do início dos anos 50, consequência da Segunda Guerra Mundial, esperando-se alguém ou alguma coisa que desse uma esperança depois da derrocada sofrida.

 

"À Espera de Godot" traduz em dois personagens que fingem que não esperam, o acto de esperar, sem esperança, de toda a Humanidade que vai fazendo coisas tentando entreter essa espera que não termina porque nada chega.


Godot existe na imaginação dos desesperados.


Carlos Pimenta transpõe o seu "À espera de Godot" para a actual situação política e económica: "Vivemos hoje uma situação equivalente: a ruína de pressupostos que não se concretizaram, a espera de qualquer coisa, ou de alguém que está para vir, não se sabendo se esse alguém será um deus ou um clown.


Enquanto nada acontece, esperamos: mais ligados à terra como Gogo ou mais atraídos pela dimensão simultaneamente racional e cósmica de Didi".


"À espera de Godot" foi a primeira peça de teatro escrita por Samuel Beckett (1906-1989), um dramaturgo irlandês.


Escrita originalmente em francês, foi publicada pela primeira vez em 1952 e apresentada no pequeno Théâtre Babylone em Paris, com direcção de Roger Blin (1907-1984).
É considerado um das principais textos do teatro do absurdo e a principal obra de Samuel Beckett.


"À Espera de Godot", com tradução e dramaturgia de Francisco Luís Parreira, é uma co-produção de Ensemble – Sociedade de Actores e do São Luiz Teatro Municipal, com a colaboração do Teatro Nacional São João.


Estará de 09 a 19 de Janeiro, de quarta a sábado, às 21:30, e aos domingos pelas 16:00. O preço dos bilhetes varia entre os 7,5 euros e os 16 euros.

 

retirado do HardMúsica

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Sexta-feira, 15.11.13

Polémica em torno da espionagem norte americana no Teatro Carlos Alberto

Polémica em torno da espionagem norte americana no Teatro Carlos Alberto


Polémica em torno da espionagem norte americana no Teatro Carlos Alberto

O grupo de teatro "Visões Úteis" apresenta "Ficheiros Secretos", no Teatro Carlos Alberto, no Porto, que não busca inspiração na série televisiva, mas sim na polémica em torno da espionagem norte-americana.

 

Não são os ficcionais Fox Mulder ou Dana Scully que são evocados no texto criado por Ana Vitorino e Carlos Costa, mas antes personagens bem reais como o Edward Snowden, que revelou a dimensão da vigilância electrónica norte-americana, ou Bradley Manning, a fonte no caso Wikileaks.

Segundo Carlos Costa, o universo destes "Ficheiros Secretos", em cena até dia 24, é "o desejo revelado pela nova espionagem de ultrapassar a espionagem mais humana e de controlar o mundo todo, de vigiar tudo, de ouvir tudo".

 

Na peça, o cenário estende-se pela plateia e os espectadores sentam-se em redor do palco, no centro do qual há uma mesa com vários objectos. À volta da mesa, três personagens de bata branca vão tentando tirar sentido de várias informações e ligar factos desconexos.

 

"Estas três personagens são como três analistas que estão no seu trabalho rotineiro que constantemente recebem cápsulas com informação, os sinais, e estão obrigados a encontrar-lhe um sentido", explicou Carlos Costa, actor como Ana Vitorino, com quem partilha a direcção da peça. O terceiro actor é Pedro Carreira.

 

Carlos Costa admite que a peça tem traços de sátira mas acrescenta que "quando se conhecem os dados não é tanto uma paródia quanto isso".

 

O elemento do grupo "Visões Úteis" evoca o caso do responsável pela agência de vigilância norte-americana NSA, Keith Alexander, que "começou por destacar-se na sua carreira por avançar com a ideia dos sinais, das relações, explicando aos seus colegas que se reunissem muitos dados era possível cruzá-los e eles revelariam alguma coisa".

 

Esta tendência, recorda Carlos Costa, reforçou-se "na sequência do 11 de Setembro de 2001, quando os americanos descobriram que tinham todos os dados para ter impedido o que aconteceu só que não os relacionaram".

 

Ao longo da peça, os três analistas lidam simultaneamente "com o problema de um sujeito que na verdade são quatro histórias reais" explicou Carlos Costa. E essas histórias são as de Edward Snowden, a Bradley Manning, a Alan Turing o "pai da computação gráfica" e Nelson Mandela.

 

Os analistas vieram de férias e descobrem que as suas "narrativas lhes fugiram ao controlo", como aconteceu aos escritores da peça. "Em Julho julgávamos ter o espectáculo estruturado em volta de determinadas ideias, quando em Agosto acontecerem uma série de coisas à volta dos nossos tópicos principais".

 

Durante a peça, os espectadores são chamados a participar numa série de testes que incluem a exibição de fotografias, óculos de visão nocturna, um inquérito e um aloquete.

A estreia está marcada para dia 14 de Novembro às 21:30.


Retirado do HardMúsica

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Quinta-feira, 03.10.13

Invicta recebe o festival gastronómico "Francesinha na Baixa"

Invicta recebe o festival gastronómico


Invicta recebe o festival gastronómico "Francesinha na Baixa"

A segunda edição do festival gastronómico “Francesinha na Baixa” entre os dias 03 e 13 de Outubro, na praça D. João I, no Porto, com a participação de cinco estabelecimentos de restauração da cidade.

O evento, que teve a sua primeira edição em Novembro do ano passado, ocorrerá num espaço coberto e os cinco restaurantes apresentarão propostas de francesinhas a oito, 10 e 12 euros.

A organização, a cargo da empresa Essência do Vinho e da cervejeira Unicer, com o apoio da Câmara Municipal do Porto, disse à agência Lusa que o acesso ao recinto custa três euros, "para haver o mínimo de triagem".

 

Esta edição apresenta uma mão cheia de cervejarias emblemáticas da cidade, novas cervejas artesanais, cozinha e música ao vivo.


O "Francesinha na Baixa" funcionará ao ritmo de 12 horas diárias, do meio-dia à noite, onde os visitantes poderão optar entre cerca de 20 propostas de francesinhas: de carne assada, com bife, de linguiça de porco preto, com vitela fumada, com camarão, de carnes brancas, vegetariana, com e sem ovo, “especial”, em “pão de cruz”, entre outras opções, sempre a 8€, 10€ e 12€. Entradas e sobremesas completam o menu.

 

Será no evento que a Super Bock fará o novo lançamento das cervejas artesanais Selecção 1927, a Munich Dunkel.

 

Em comunicado explica que esta cerveja foi "elaborada a pensar na harmonização com pratos de sabor intenso, já a pensar no outono, a nova cerveja artesanal é produzida com malte especial de Munique. Revela uma tonalidade castanha e brilhante, espuma cremosa e notas frutadas e fumadas, a chocolate, malte e alfarroba, com final frutado e tostado". 


A Munich Dunkel, tem uma produção limitada a 6.000 garrafas numeradas.   

 

No festival os visitantes poderão ainda presenciar sessões de cozinha ao vivo com os chefes Hélio Loureiro e Nuno Inverneiro, desafiados a reinterpretar a famosa iguaria tripeira que o portal “AOL Travel” elegeu como uma das dez melhores sanduíches do mundo.      


Retirado do HardMúsica

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Sábado, 28.09.13

Porto volta a vencer ... sem convencer

FC Porto derrotou o Vitória de Guimarães com penálti controverso

O líder regressou às vitórias no campeonato. Minhotos contestaram a grande penalidade que deu origem ao único golo da partida.

 

Paulo Fonseca juntou pela primeira vez de início Lucho González e Quintero, mas acrescentou outra novidade pois também Josué alinhou de início. Varela e Defour começaram no banco de suplentes. O central Abdoulaye, habitual titular nos minhotos desde que foi cedido pelo FC Porto, não jogou nem esteve no banco, ao contrário de Tiago Rodrigues, o outro jogador que pertence aos quadros portistas.

 

Para o FC Porto, que comemora hoje o 120.º aniversário e inaugura o seu museu, a aposta nos três médios criativos — com o capitão a ser o mais recuado — não começou mal. Só inaugurou o marcador na segunda metade, mas foi nos primeiros 30 minutos que mais fez para marcar. Foi também no primeiro terço do encontro que o V. Guimarães pareceu mais liberto e conseguiu estender mais o seu jogo até à área de Helton. Nesse período destacou-se Quintero, capaz de descobrir rotas que os outros não vêem. Aos 8’, enganou quase todos e meteu em Danilo, com o lance a ser cortado por um defesa; e mais tarde, deixou Jackson em boa posição, mas o seu compatriota rematou fraco. Mas o primeiro a destacar-se no passe foi Mangala, que serviu Jackson para o primeiro lance de perigo do jogo, mas este atirou ao poste.

 

Douglas também teve tempo para brilhar, pois negou o golo a Otamendi e Lucho na mesma jogada (16’). A melhor oportunidade do Vitória aconteceu num remate de longe de Leonel Olímpio que Helton defendeu (10’).

 

Mas o jogo acalmou depois disso, e a segunda parte não foi melhor. O golo de Josué aconteceu aos 51 minutos. E, até aos últimos minutos, mais nada de relevante se passou. Maazou rematou ao lado aos 88’, num lance que Helton parecia ter controlado, e dois minutos depois foi Josué a obrigar Douglas a aplicar-se.

 

Retirado do Público

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Quarta-feira, 25.09.13

Palmilha Dentada entra em cena no Porto

Palmilha Dentada entra em cena no PortoPalmilha Dentada entra em cena no Porto

Palmilha Dentada, um grupo de teatro do Porto, começa a 25 de Setembro, uma temporada de cerca de dois meses no Teatro Estúdio Latino, com a apresentação de duas peças em ligação directa com a realidade política actual.

Em “Gene do Corvo”, que estará em cena de 25 Setembro a 27 Outubro, relata-se a história de um homem que espera um telefonema do primeiro-ministro para saber se entrará no elenco governativo, enquanto que  ”Empreendedoriza-te”, a apresentar entre 31 de Outubro a 22 de Novembro, é um “guia para a sobrevivência no século XXI”.

As peças são escritas por Ricardo Alves que também tem a seu cargo a encenação dos dois trabalhos do Palmilha Dentada, o primeiro uma coprodução com o TIPAR – Teatro Independente de Paranhos e “Empreendedoriza-te”, uma peça já estreada no ciclo “Corrente Alterna”, do Teatro Nacional de São João.

Ricardo Alves afirma que o “Gene do Corvo era uma coisa que já queria escrever há muito tempo”. 
Uma forma de “tentar perceber quem são os senhores que nos governam, o que é que vai na cabeça dos jovens políticos que basicamente foram criados nas juventudes partidárias”.

É gente que, segundo o dramaturgo, “de repente são poder sem nunca terem passado por uma profissão estável, por uma profissão paralela à sua actividade política, sem terem construído uma realidade sua”.

A pergunta que faz é “como é que essas pessoas chegam à política e que valores e que dinâmicas levam para a política” traduzida num monólogo, protagonizado por Nuno Preto, em que “um senhor está à espera que lhe ligue o primeiro-ministro, porque ele está na esperança de ser ministro, secretário de Estado ou até adjunto”.

No “Empreendeoriza-te”, Ricardo Alves diz que o grupo “abraça definitivamente o teatro útil”, num momento em que “o empreendedorismo é a pedra de toque, a grande mensagem que este Governo quer passar às pessoas” que “basicamente é "desenrasquem-se como puderem que a gente tem mais que fazer que vos aturar"”.

Com ironia, Ricardo Alves que dirige uma companhia não subsidiada, diz que ficaram “um pouco angustiados” e acharam que deviam “ajudar as pessoas a empreendedorizar-se ou, pelo menos, a dizer-lhes que há alternativas”.

O espectáculo é uma espécie de curso, que “lhe ensinará o essencial para viver feliz sem Xanax”, em que se vão seguindo histórias de pessoas que se estão a tentar “empreendedorizar”com os actores Ivo Bastos, Nuno Preto e Rodrigo Santos, música original de Rodrigo Santos, direcção plástica de Sandra Neves, figurinos de Inês Mariana.

 

Retirado do HardMúsica

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Festa da Francesinha na Baixa do Porto

Festa da Francesinha na Baixa do Porto

Durante 11 dias, os portuenses e visitantes da Invicta poderão apreciar a iguaria tripeira, acompanhada por uma cerveja especial. Marquem na agenda o dia 3 de Outubro, data em que começa o festival gastronómico Francesinha na Baixa.

A sande de bife, salsicha e linguiça frescas, envolvida em queijo derretido e com um molho especial que lhe dá o toque final, é a estrela do festival gastronómico que regressa à Praça D. João I, entre 3 e 13 de Outubro. Este ano, o Francesinha na Baixa reúne cinco das mais emblemáticas cervejarias do Porto: BB Gourmet, Café Santiago, Capa Negra, Cufra e Porto Beer. Todas apresentarão propostas de francesinhas, a €8, €10 e €12, com entradas e sobremesas para quem ainda ficar com fome.

À semelhança da primeira edição, foi lançado o desafio a alguns conceituados chefes de cozinha para que apresentem uma francesinha de assinatura pessoal. Haverá também sessões de "showcooking", para que os presentes possam aprender a confeccionar o prato que o site “AOL Travel” elegeu como uma das 10 melhores sanduíches do mundo.

E porque a francesinha e a cerveja formam um par ideal, a marca de cerveja Super Bock vai lançar no festival uma nova cerveja artesanal da colecção “Super Bock Selecção 1927”, mais dedicada aos sabores de Outono.

De acordo com Nuno Pires, director da Essência do Vinho, que organiza o evento em parceria com a Super Bock e a Câmara do Porto, em 2012 passaram pelo Francesinha na Baixa 15.000 visitantes.

Música ao vivo e animação completam a programação do Francesinha na Baixa, que funciona no primeiro dia entre as 19h00 e as 24h00, às sextas-feiras e sábados das 12h00 às 24:00, e de domingo a quinta-feira das 12h00 às 23h00. A entrada tem um consumo obrigatório de €3, com oferta de uma cerveja.
Retirado de Vou Sair

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Segunda-feira, 03.06.13

João Moutinho: “Fui do Benfica, mas passou-me”

João Moutinho

Internacional português diz que só foi do Benfica até começar a pensar pela própria cabeça.

O futebolista João Moutinho admitiu ter sido adepto do Benfica, até ter começado a pensar pela sua própria cabeça. “Já fui do Benfica, mas passou-me completamente”, disse o jogador numa conversa informal com o humorista Luís Borges, durante a apresentação das botas da Adidas.

 

Moutinho, de 26 anos, admitiu que a simpatia pelo Benfica foi motivada por questões familiares: “O meu pai sempre foi do Benfica, jogou no Benfica. Eu e os meus irmãos torcíamos pelo Benfica. Mas depois cresci, comecei a pensar pela minha cabeça e decidi mudar”.

 

João Moutinho, que após dez anos em Alvalade se transferiu para o FC Porto, admitiu que vai continuar a torcer pelos “dragões”, agora que vai representar os franceses do Mónaco.

 

“Torço pelo FC Porto. Vou continuar a ser adepto do FC Porto e espero que continue a ganhar títulos como é natural, como foi feito comigo e como foi feito anteriormente”, afirmou o jogador que no final de Maio um contrato válido por cinco anos com os franceses do Mónaco.

 

Retirado do Público

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Domingo, 19.05.13

FC Porto é o terceiro campeão sem derrotas

FC Porto é o terceiro campeão sem derrotas

“Dragões” venceram o Paços de Ferreira por 2-0 e conquistaram o 27.º título. Triunfo sem derrotas iguala feitos de Benfica de Jimmy Hagan e de FC Porto de Villas-Boas.

O FC Porto conquistou neste domingo o seu 27.º título de campeão nacional de futebol, e o terceiro consecutivo, com a particularidade de ser a terceira vez que uma equipa ganha o campeonato português sem sofrer qualquer derrota. Depois do Benfica de Jimmy Hagan (1972-73) e do FC Porto de Villas-Boas (2010-11), também este FC Porto de Vítor Pereira se sagra campeão de forma invicta.

 

O técnico portista, cuja continuidade à frente da equipa é ainda uma incógnita, sagrou-se bicampeão no FC Porto, igualando treinadores como Mihaly Siska, José Maria Pedroto, Artur Jorge, Carlos Alberto Silva, Bobby Robson, António Oliveira, José Mourinho e Jesualdo Ferreira.

O FC Porto partiu para a última jornada com um ponto de vantagem sobre o Benfica e o título nunca pareceu em risco. Na Mata Real, frente ao Paços de Ferreira, a equipa de Vítor Pereira adiantou-se no marcador aos 23’, com um golo de Lucho González na transformação de uma grande penalidade. O lance foi entre James Rodríguez e Ricardo, mas a haver falta seria fora da área. Porém, o árbitro Hugo Miguel assinalou penálti e expulsou o defesa pacense. Já no segundo tempo, Jackson Martínez ampliou a vantagem dos “dragões”. Danilo seria expulso, mas o marcador não sofreu alterações.

Os portistas nem precisar de prestar muita atenção ao que se passava na Luz, onde o Benfica foi para o intervalo em desvantagem (golo de Vinícius), antes da dupla Cardozo/Lima ter dado a volta ao resultado (3-1). O Benfica terminou o campeonato com menos um ponto que o FC Porto.

No final dos jogos, Vítor Pereira foi parco em declarações. Recusou falar sobre o futuro, agradeceu à sua equipa técnica e defendeu que a sua equipa é campeã "com todo o mérito".

Já Jorge Jesus não quis dar os parabéns ao rival, mas disse que "quem ganha é um justo vencedor".

Estoril na Europa, Moreirense e Beira-Mar descem


A última jornada serviu também para confirmar o apuramento do Estoril para a Liga Europa. A equipa de Marco Silva foi a Barcelos vencer o Gil Vicente, por 3-1, e segurou o quinto lugar na classificação, terminando à frente do Sporting (que venceu em Aveiro por 4-1) e do Rio Ave (a quem de nada valeu o triunfo por 1-0 em Guimarães).

A derrota com o Sporting atira o Beira-Mar para a II Liga, acompanhado pelo Moreirense, para quem o desaire na Luz também foi fatal. Beira-Mar e Moreirense são assim despromovidos, cabendo ao Belenenses e ao Arouca ocupar as vagas na I Liga.

Resultados da 30.ª jornada

V. Guimarães-Rio Ave, 0-1
Olhanense-Marítimo, 0-0
Beira-Mar-Sporting, 1-4
Gil Vicente-Estoril, 1-3
P. Ferreira-FC Porto, 0-2
Nacional-Académica, 2-1
V. Setúbal-Sp. Braga, 0-1
Benfica-Moreirense, 3-1

 

Retirado do Público

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Segunda-feira, 06.05.13

Estoril empata na Luz abre a porta ao Porto para o campeonato

Estoril empata na Luz e Benfica vai ao Dragão só com dois pontos de vantagem

Equipa de Jorge Jesus foi travada (1-1) em casa pelo Estoril.

O Benfica regressou à Luz depois de garantir a presença na final da Liga Europa, mas o regresso revelou-se amargo para os “encarnados”. A equipa de Jorge Jesus esteve a perder frente ao Estoril, mas acabou por conseguir restabelecer a igualdade. No entanto, jogou a parte final do encontro em inferioridade numérica, e não conseguiu ir além do empate, interrompendo uma série de nove vitórias consecutivas na I Liga.

 

A duas jornadas do final da I Liga, o Benfica viu diminuir de quatro para dois pontos a vantagem sobre o FC Porto na classificação. E, na próxima jornada, as duas equipas defrontam-se no Dragão. Um jogo que assume ainda maior importância nas contas do título.

Não houve surpresas nas escolhas de Jorge Jesus: jogaram os 11 que têm sido normalmente titulares, embora o treinador “encarnado” tenha sido obrigado a fazer uma alteração na equipa logo aos 32’. Enzo Pérez, lesionado, teve de sair, cedendo o lugar a Carlos Martins. Mas o internacional português não esteve em campo até ao final: foi expulso aos 78’, por acumulação.

 

Por essa altura já o Estoril tinha equilibrado os acontecimentos na Luz. O Benfica entrou melhor na partida, com Lima a levar perigo à baliza de Vagner logo aos dez segundos. O avançado brasileiro rematou de cabeça, mas o guarda-redes estorilista segurou a bola. Aos 22’, após um livre, Lima surgiu sozinho na área mas, com tudo para fazer golo, rematou de pé esquerdo para fora.

Se, numa fase inicial, o domínio pertenceu ao Benfica, a equipa de Marco Silva melhorou consideravelmente e começou a ameaçar a baliza de Artur. Luís Leal, lançado em velocidade pelo lado esquerdo, caiu na área (25’) e nas imagens televisivas viu-se uma ligeira pisadela do guarda-redes “encarnado” ao avançado do Estoril. O árbitro Paulo Baptista nada assinalou. Aos 29’ Luís Leal voltou a estar em destaque: rematou de longe, para defesa apertada de Artur, quando Licá já surgia para fazer a recarga.

 

Lima ainda dispôs de dois lances antes do intervalo, mas não houve golos. Aos 33’ acertou no poste da baliza do Estoril, e aos 45’, após cruzamento de Cardozo, não conseguiu fazer o desvio e Vagner segurou a bola.

 

O segundo tempo começou com outra oportunidade de golo para o Benfica. Maxi Pereira recebeu a bola na área, passou pelo guarda-redes e atirou para a baliza, mas surgiu Jefferson a evitar o golo (55’).

 

Porém, foi o Estoril que fez o marcador funcionar. Depois de evitar o golo do Benfica, Jefferson foi ao outro lado do campo dar vantagem aos visitantes. O lateral esquerdo marcou um livre directo, Licá surgiu na área (e em aparente posição irregular) mas não tocou na bola e o seu movimento ludibriou Artur, que deixou a bola passar-lhe por baixo. Logo a seguir o Estoril quase voltava a marcar: Licá, isolado por Carlos Eduardo, rematou por cima (62’).

 

Mas o Benfica conseguiu reagir e restabelecer a igualdade aos 68’: Maxi Pereira recebeu a bola na área e rematou forte, sem hipóteses para Vagner. Foi o terceiro golo do uruguaio na I Liga.

 

Porém, o Benfica sofreu uma contrariedade com a expulsão de Carlos Martins, aos 78’, que viu o segundo cartão amarelo. Em inferioridade numérica, os “encarnados” continuaram a procurar o golo, mas sem o discernimento necessário.

 

Este empate deixa o Benfica com 74 pontos na classificação, mais dois que o FC Porto. Na próxima jornada as duas equipas defrontam-se no Dragão. Já o Estoril passa a somar 39 pontos e segue na sexta posição da tabela, a última que pode dar uma participação nas competições europeias. A equipa de Marco Silva tem mais três pontos que o Sporting.

 

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