Sexta-feira, 20.10.17

FADA JUJU EM CENA NO TEATRO VILLARET

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FADA JUJU
EM CENA NO TEATRO VILLARET A PARTIR DE DIA 22 DE OUTUBRO

DEPOIS DE UMA TEMPORADA DE SUCESSO,
O ESPECTÁCULO VOLTA A LISBOA!

Fada Juju é uma jovem fada, iniciante nas artes dos sonhos. Apesar da sua vontade e dedicação ela não consegue descobrir qual a sua verdadeira vocação e, consequentemente, qual a sua verdadeira função na comunidade das fadas. Ela é muito alegre e bem disposta... mas também muito distraída, o que só dificulta a dita tarefa. Ela só consegue ser vista por quem acredita em fadas e a Noa, a sua melhor amiga, acredita, e por isso já passaram grandes e bons momentos juntas a magicar.
Por obra do destino Juju vai conhecer também a Margarida, o Tomás e o Gaspar. A Margarida não consegue andar. Ela tem uma cadeira de rodas. A mais gira das redondezas! E tem também o sorriso mais bonito do mundo! O Tomás nasceu cego e um dos seus maiores desejos é descobrir como são as cores do arco-íris. E o Gaspar, que é surdo, sente-se muitas vezes sozinho e sem amigos e o seu maior sonho é um dia ser ator.


Este quinteto vai derrubar barreiras, medos e preconceitos. Juntos vão celebrar a vida e as diferenças, numa verdadeira festa dos sentidos. Esta é uma aventura cheia de emoções que envolverá o público numa teia mágica de amor e igualdade. Um espetáculo inclusivo, com muita música, que saberá tocar o coração de todos!

Elenco Paula Teixeira | Daniel Cerca Santos | Filipa Duarte | Rebeca Reinaldo | Tony Weaver

Domingo 11h | 10€ - Sessões abertas ao público
2ª a 6ª Feira Sessões exclusivas para escolas às 11h00 e às 14h30 (mediante pré-marcação
pelo telefone 213 304 152 ou para carolina.venancio@plano6.pt)
Audio-Descrição 22 de Outubro, 26 Novembro, 17 Dezembro e 4 Fevereiro
M/3

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Quarta-feira, 18.10.17

Teatro - Marlene Barreto estreia REFLEXO, dia 20 de Outubro no Auditório da Biblioteca de Marvila

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Marlene Barreto estreia REFLEXO, dia 20 de Outubro no Auditório da Biblioteca de Marvila. Encenada por Lucinda Loureiro e com movimento de Félix Lozano, a peça conta com o desempenho da própria actriz e do actor Hugo Sequeira. E ainda, com a música ao vivo da cantora e atriz brasileira, Brina Ribeiro que juntamente com o também músico brasileiro, Marcelo Scafi, compôs toda a banda sonora do espectáculo.

"Reflexo" surgiu durante uma viagem de avião entre Rio de Janeiro - Lisboa. Uma história que começou quase em formato de sonho, com imagens que foram aparecendo como flashes na mente da autora, Marlene Barreto (actriz, apresentadora, escritora). Imagens essas que, inicialmente, apareceram quase sem nexo e/ou ligação mas que, com o passar das horas, dias, meses foram-se ligando numa história que tinha urgência em ser contada. Daí, foi preciso algum tempo para construir uma linha de raciocínio que fizesse jus à história que surgia, como um acto de magia, acreditando que ela era tão mais bela do que qualquer coisa que se escrevesse sobre ela. Mesmo assim, Marlene, arriscou pegar na ideia, criando a oportunidade, e o que considera, o privilégio, de contar a história de Alice e Gabriel, acreditando que as ideias têm uma espécie de vida própria e que procuram um corpo e uma mente que as possa concretizar. No entanto, diz-nos, "elas não ficam para sempre à espera de serem desenvolvidas. Se aquele corpo não estiver à altura, outro estará e assim passam as ideias de corpo para corpo, de mente para mente".

"Querendo a todo o custo que esta história, não se farte de mim, decidi, pura e simplesmente, escrevê-la e pedir ajuda para colocá-la em cima do palco."confessa Marlene. 

Alice e Gabriel são dois estranhos que se encontram, diariamente, no mesmo lugar: o café – livraria “A Travessia”. Alice é uma jovem escritora, muito comprometida com os seus textos e com a sua rotina de escrita. Gabriel, um homem cheio de charme, um bon vivant que frequenta todos os dias aquele lugar, não consegue ficar indiferente à jovem que parece ignorar tudo e todos à sua volta, apenas tendo olhos para uma simples máquina de escrever. 
Gabriel, confiante dos seus atributos, acredita que, com algum glamour, chamará a atenção da jovem. Tarefa nada bem sucedida quando ela o expulsa, argumentando que este está a atrapalhar a sua atenção. O jovem não desiste da escritora e convence-a a ler um dos seus textos. Inicialmente, Alice resiste, desculpando-se com todos os argumentos, mas a tamanha insistência do jovem, fá-la render-se com a condicionante de que Gabriel se vire de costas sempre que ela ler um texto seu.
Os dias vão passando e os dois passam a ter encontro reservado, todos os dias, à mesma hora, no mesmo lugar. A cumplicidade torna-se inevitável e a paixão vai cercando todos os limites. Um amor imenso que será ameaçado pela verdadeira identidade de Alice.
Uma história de amor, onde só o amor, não é suficiente.

Dias 20, 21, 22, 23 e 24 de Outubro no Auditório da Biblioteca de Marvila. Sex., Sab., Seg. e Terça-feira – 21h30 | Dom – 16:30.

RESERVAS DE BILHETES ATRAVÉS DO NÚMERO: 933 313 982

Ficha Técnica: 

Autoria: Marlene Barreto
Encenação: Lucinda Loureiro
Actores: Hugo Sequeira e Marlene Barreto
Música original: Brina Ribeiro e Marcelo Scafi
Coreografia: Félix Lozano
Produção : Filipa Faria e Marlene Barreto
Desenho de Luz : João Cachulo
Cenografia : Paulo Oliveira
Vídeo : Colmeia

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Domingo, 15.10.17

ACERT - Teatro - CÂNDIDA OU O PESSIMISMO Escola de Mulheres

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CÂNDIDA OU O PESSIMISMO 
Escola de Mulheres
Teatro
Uma comédia amarga (seis personagens para uma atriz)

 

Local:  Auditório 2
Data/Hora:  Sáb. 21 outubro de 2017 às 21:45

Cândida, uma atriz luso-angolana na decadência, foi contratada pela Irmandade InterGalactica para pesquisar sinais de vida inteligente no Universo. Ela tem o dom de sintonizar e emitir em direto para o espaço pedaços de vida de várias personagens. Cruzam-se em cena: a velha ama africana, que conta a história das origens da raça branca, o marido da atriz, um gay não assumido que quer ganhar dinheiro à custa da fome em Angola, a amiga, dona de casa que, à falta de stress, se stressa a correr das sevilhanas para o tai-chi e do tai-chi para as compras, a jornalista pseudo-feminista, que escreve textos políticos e é despedida pelo ex-marido, a mãe, muito velhinha e confusa, nascida em África, que conta mil histórias d´Aquém e d’Além Mar e a Maria Parda, personagem emblemática de Gil Vicente.
Em Cândida Ou O Pessimismo, a ficção, a memória e o humor confrontam-nos com um mundo contraditório e um futuro incerto.

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível




Ficha TécnicaTexto: Cucha Carvalheiro 
Autoria: Cucha Carvalheiro 
Encenação e espaço cénico: Fernanda Lapa 
Interpretação: Cucha Carvalheiro 
Assistente de encenação: Marta Lapa 
Desenho de luz: Paulo Santos 
Fotografia: Margarida Dias
Grafismo e cartaz: Manuela Jorge 
Direção de produção e comunicação: Ruy Malheiro
Estagiário: Pedro Monteiro

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Quarta-feira, 11.10.17

Companhia de Teatro do Barreiro 6ª Festa de Teatro da Cidade do Barreiro

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Associação Projéctor – Companhia de Teatro do Barreiro
6ª Festa de Teatro da Cidade do Barreiro

 

A Associação Projéctor – Companhia de Teatro do Barreiro, por ocasião do seu 21.º Aniversário, está a promover a 6.ª Festa de Teatro da Cidade do Barreiro, durante os meses de outubro e novembro.

 

Os próximos espetáculos são os seguintes:


Dia 14 de outubro | 21h30
“Aqui há Gato”, de Henrique Santana
TESFAL - Lavradio
Encenadora Lurdes Sales
SIRB «Os Penicheiros»


Dia 20 de outubro | 21h30
“Crime de Aldeia Velha”, de Bernardo Santareno
UTIB Teatro
Encenador Luciano Barata
SIRB «Os Penicheiros»


Dia 28 de outubro | 21h30
“A Casa de Bernarda Alba”, de Federico Garcia Lorca
TIL Loures
Encenador Luís Paniágua
SIRB «Os Penicheiros»


Dias 4, 11, 18 e 25 de novembro | 21h30
Dia 26 de novembro- 16h30
“Estrelas no céu da manhã”, de Aleksandr Galine
Teatro Projéctor
Encenador Luciano Barata
Auditório da Freguesia da Verderena

 

CMB 2017-10-10

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Terça-feira, 10.10.17

Teatro - Escola de Mulheres - CÂNDIDA OU O PESSIMISMO

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CÂNDIDA OU O PESSIMISMO 
Escola de Mulheres
Teatro
Uma comédia amarga (seis personagens para uma atriz)

Cândida, uma atriz luso-angolana na decadência, foi contratada pela Irmandade InterGalactica para pesquisar sinais de vida inteligente no Universo. Ela tem o dom de sintonizar e emitir em direto para o espaço pedaços de vida de várias personagens. Cruzam-se em cena: a velha ama africana, que conta a história das origens da raça branca, o marido da atriz, um gay não assumido que quer ganhar dinheiro à custa da fome em Angola, a amiga, dona de casa que, à falta de stress, se stressa a correr das sevilhanas para o tai-chi e do tai-chi para as compras, a jornalista pseudo-feminista, que escreve textos políticos e é despedida pelo ex-marido, a mãe, muito velhinha e confusa, nascida em África, que conta mil histórias d´Aquém e d’Além Mar e a Maria Parda, personagem emblemática de Gil Vicente.


Em Cândida Ou O Pessimismo, a ficção, a memória e o humor confrontam-nos com um mundo contraditório e um futuro incerto.

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível




Ficha TécnicaTexto: Cucha Carvalheiro 
Autoria: Cucha Carvalheiro 
Encenação e espaço cénico: Fernanda Lapa 
Interpretação: Cucha Carvalheiro 
Assistente de encenação: Marta Lapa 
Desenho de luz: Paulo Santos 
Fotografia: Margarida Dias
Grafismo e cartaz: Manuela Jorge 
Direção de produção e comunicação: Ruy Malheiro
Estagiário: Pedro Monteiro

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Segunda-feira, 09.10.17

Estreia no Teatro Turim, o espectáculo O King vai Nu

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Ele é King - O Rei da Moda! A maior estrela mundial do mundo da moda prepara-se para um grande dia, em que estará com todos os olhares postos em si. Vaidoso e excêntrico, exige à sua assessora uma roupa totalmente nova, original e única para aparecer em grande, perante todos os seus fãs. Dois burlões acidentalmente acabam por saber desta vontade do King e preparam um golpe, disfarçando-se de designers de moda. Trazem um tecido muito especial, que só pode ser visto por pessoas… inteligentes. Com isto, criam um jogo para que cada um se engane a si próprio, não querendo assumir que nada vêem, sob o risco de serem considerados nada inteligentes, ou seja, ignorantes. O dia chega e a roupa especial também. Resta ao King vesti-la, isto, se a conseguir ver.

 

E tu, será que também vais conseguir ver a nova roupa do King?

 

Inspirado no clássico conto "O Rei vai nu", de Hans Christian Andersen, recontamos esta história, trazendo-a a um contexto atual, moderno e identificável, mantendo a base original do conto, a qual nos leva à moral desta narrativa.

 

Ficha Artística/Técnica

Inspirado no clássico conto "O Rei vai nu" de Hans Christian Andersen

Texto: rogério paulo

Encenação: rogério paulo

Elenco: Joana Rodrigues, Margarida Barata, Ricardo Barceló e rogério paulo

Cenografia: rogério paulo

Imagem gráfica: roger

Produção: Resto de Nada - Associação Cultural

Duração: 60 minutos aprox

 

Teatro Turim

Morada: Estrada de Benfica (Em frente à Igreja de Benfica) nº 723 - A

1500- 088 Lisboa

Reservas: geral@teatroturim.com | 217 606 666

 

 

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Sábado, 07.10.17

ACERT - Teatro - SÍTIO pela Companhia da Chanca

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SÍTIO 
Companhia da Chanca
Teatro


Preço: 7,5/5 €
Duração: 50 minutos
Classificação: M/6

Local:  Auditório 2 
Data/Hora:  Sex. 13 outubro de 2017 às 21:45

Um lugar-reflexo feito de liberdade e beleza para pensar os caminhos da ruralidade.

  

Um casal de idosos que vive numa aldeia, no interior de Portugal, recebe um postal anunciando o nascimento do seu neto. Os dois decidem juntar numa encomenda algumas prendas para lhe enviar e partem numa longa caminhada. Com o embrulho debaixo do braço, vão experimentar uma série de aventuras, partilhar memórias e até apagar um incêndio. No final da epopeia, conseguem chegar… à estação de correios da vila mais próxima!

Espetáculo de teatro físico, sem texto, com recurso à manipulação de objetos e à expressividade do corpo através do uso da máscara larvar, uma adaptação da máscara do Carnaval de Basileia, feita pelo pedagogo Jacques Lecoq nos anos 60. São máscaras grandes e simples que ainda não conseguiram definir-se com um verdadeiro rosto humano. São seres que ainda não estão totalmente formados ou que já estão a perder os seus traços, a retornar a um estado larvar.

Sitío apresenta-se como um espelho da vida de alguns no interior desertificado, envelhecido e isolado, convidando idosos, crianças, jovens e população ativa a refletir sobre o problema da desertificação humana.

 

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível

 

Ver oficina de formação em Máscara Neutra com Catarina Santana 




Ficha Técnica


Criação e Interpretação: André Louro e Catarina Santana 
Máscaras e Espaço Cénico: António Jorge
Apoio Artístico: Sílvia Brito e Caroline Bergeron 
Desenho de Luz e Direção Técnica: Mafalda Oliveira 
Figurinos: Maria Ribeiro 
Fotografia: Daniela Haudek 
Vídeo: Pedro Homem 
Coprodução Companhia da Chanca e Razões Poéticas

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Teatro - Companhia da Esquina INTIMIDADES no Recreios da Amadora

INTIMIDADES

Em Outubro estaremos com a peça Intimidades a partir de Woody Allen, com Encenação de Jorge Gomes Ribeiro, nos Recreios da Amadora a 6, 7 às 21h30 e 8 de Outubro às 16h.

Sinopse

O fenómeno da infidelidade e as reflexões e neuroses da escrita de Woody Allen refletidas num brilhante espectáculo de comédia. Dois casais e uma amante que são produto da má comunicação, da insatisfação e das aspirações deste mundo cada vez mais moderno. Um tipo de relação histérica que procura um sentido de vida, uma sustentação de uma existência cada vez mais precária nas relações, na idade da infidelidade e numa ideia primária de vulgarização de relações sociais, da vida, da morte e do amor.

Afinal qual a origem do amor? E há quanto tempo anda às voltas? E onde é que está a ciência ou a psicologia quando alguém pensa nos enigmas eternos? O amor começou com uma explosão ou com a palavra de Deus? Se foi com a palavra de Deus será que foi sussurrada ou com um grito que ecoou até ao infinito do Cosmos. Só pode ter sido um grito…!!

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Quinta-feira, 28.09.17

REVIST' Ó FADO - TEATRO DE REVISTA no Cineteatro Municipal D. João V

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REVIST' Ó FADO
 
TEATRO DE REVISTA
20 OUT| 21:30H |12,5€
Classificação Etária M14

 

Na REVIST'Ó FADO, podemos assitir a divertidas rábulas humorísticas, confiadas aos actores Paulo OliveiraAna Paula MotaLuis Viegas e Filipa Giovanni, intercaladas com actuações de temas sempre cantados ao vivo (de que são nossa proposta preferencial os nomes de António Pinto Basto e Manuela Bravo). Uma produção que faz as delícias dos apreciadores de bom Teatro no Género Comédia e/ou de revista, com a presença de dois tão populares e conhecidos nomes de nossa Canção Popular Portuguesa e do Fado.

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CTE - TEATRO - QUEM TEM MEDO DE VIRGINA WOOLF?

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SÁB 30 SET 21H30

TEATRO

QUEM TEM MEDO DE VIRGINA WOOLF?

C/ ALEXANDRA LENCASTRE E DIOGO INFANTE
 

 

 

AUDITÓRIO 15€


TEATRO | 120 MIN / 10 MIN INTERVALO | M/12


Publicado em 1962, Quem tem medo de Virginia Woolf? esbate-se no espaço entre a realidade e a ilusão, explorando esta matéria no contexto doméstico de um casal de meia-idade armadilhado numa relação amargurada. Alexandra Lencastre e Diogo Infante são Martha e George, nesta versão de um dos maiores clássicos contemporâneos da dramaturgia norte-americana, assinado por Edward Albee.


George e Martha regressam a casa, de madrugada, vindos de uma festa na universidade onde George dá aulas.  O pai de Martha, director da universidade, apresenta o novo corpo docente, do qual faz parte um novo professor (José Pimentão), que está acompanhado pela sua mulher (Lia Carvalho). É assim que Martha os convida a ir a sua casa. Quando os convidados chegam, George e Martha discutem. No início o jovem casal manifesta algum desconforto, mas à medida que a noite avança, e o álcool começa a surtir efeito, deixam-se envolver no mundo tumultuoso e perturbador dos anfitriões. O que começa como uma noite de Jogos e Brincadeiras transforma-se num monstruoso duelo psicológico entre George e Martha, com inevitáveis repercussões nos convidados.



Alexandra Lencastre, Diogo Infante, Lia Carvalho, José Pimentãointerpretação, Edward Albee texto, João Perry versão, Ana Luísa Guimarães e de Miguel Granja  tradução, Diogo Infante direção ,Catarina Amaro cenografia Luís Duarte desenho de luz , Maria Gonzaga figurinos, Rui Rebelo banda sonora, Leonor Buescu assistência de direção, Força de Produção produção 

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