Sexta-feira, 26.04.13

Sexo - Reconquiste o prazer em sete dias

Reconquiste o prazer em sete dias

O plano de uma sexóloga que vai (re)aproximar o casal

Lembra-se da última vez que teve uma noite daquelas com o seu companheiro? Se não, siga o plano de sete dias da sexóloga Vânia Beliz e recupere o desejo sexual numa semana. A Saber Viver testou-o e conta-lhe tudo.

 

«Queres matar-me?!», retorquiu. Foi assim, em jeito de brincadeira, que o meu marido reagiu quando lhe disse que íamos entrar no programa de recuperação da vida sexual traçado pela sexóloga Vânia Beliz, autora do livro «Ponto Quê?» (Objectiva).

 

Um plano que promete, numa semana, levar a satisfação do casal aos píncaros. «Mas temos de fazer todos os dias?», questionou de imediato, denunciando algumas reticências. E, desta forma, sem mais nem menos, tínhamos identificado o que nos desviou do caminho da satisfação sexual, tal como é solicitado no primeiro dia do plano.

 

Dia 1: Refletir


«Cansaço», dissemos em uníssono. Afinal, fomos pais há nove meses e ainda não recuperámos das noites em branco. Longe disso. Ainda hoje dormimos de quatro em quatro horas e estamos sem esperança de voltar a dormir, sem interrupções, nos próximos meses. Os mais otimistas dizem que tudo passa depois do primeiro aniversário. Vamos acreditar. Após apontarmos a fadiga como razão principal por trás deste distanciamento, continuo interessada em apurar mais pormenores.

 

Das tardes inteiras de sexo no sofá da sala passámos a dias, até semanas, sem nos tocarmos. Amuados um com o outro, irritados, até. Porquê? Eu, porque passo o dia inteiro entre fraldas e biberões, ele porque chega do trabalho cansado e eu ainda lhe exijo ajuda. Isto a somar àqueles dias em que quero atenção, como mulher, e ele agarra-se ao comando da televisão.

 

Ele, porque quer sair com os amigos e eu não aprovo ou porque, muitas vezes, chega a casa e o seu lado da cama está ocupado pela filha. Nesta noite, prometi fazer um esforço e não deitei a Madalena (nome fictício) na nossa cama, também decidi controlar a minha fúria com as (poucas) saídas dele. Ele fez o seu papel e tratou dos biberões. Dormi como um anjo.

 

Dia 2: Transformar-se


Acordámos animados, como há muito tempo não acontecia. A decisão de recuperar a nossa vida sexual depressa se tornou numa prioridade. Depois de identificar o problema que, no nosso caso, foi muito fácil, cansaço, empenhei-me a cumprir as ordens da sexóloga («transforme-se») e, ao segundo dia, subi à elíptica e pedalei meia hora, no final do dia, ainda marquei uma esfoliação corporal, uma massagem e troquei o verniz das unhas. Senti-me revigorada. Cheia de vontade de recomeçar.

 

Nesse dia, sentei-me no chão do quarto com a gaveta da roupa interior espalhada. Dividi a lingerie e troquei-lhe os lugares. Para a frente passaram as cuecas de renda, com pérolas e transparências, para trás, ficaram as básicas. E, nesse mesmo dia, esperei-o com o babydoll de renda preta, que me tinha oferecido no aniversário e eu nunca tinha usado. Matámos as saudades e começamos a lidar melhor um com o outro. Afinal, já nem me lembrava da nossa última noite de sexo…

 

Dias 3 e 4: Fantasiar e brincar


O terceiro dia sugere-nos fantasiar. Foi, talvez, a parte mais difícil. A falta de tempo e de imaginação atraiçoaram-me. Lembrei-me, contudo, de um livro, da Natália Correia, que me ofereceram no meu 30.º aniversário, «Poesia Portuguesa Erótica e Satírica» (Antígona). Arrumei-o na mesa de cabeceira, em cima do «O Grande Livro do Bebé» (A Esfera dos Livros) e, depois da casa estar em silêncio, li alguns poemas para ele. Ficámos mais próximos. Ainda nos rimos e viajámos com as rimas.

 

Ao fim do terceiro dia, começámos a falar de sexo como nos velhos tempos. Renasceu a vontade de estarmos a sós e a nossa relação mostrou-se mais sólida. Até parece que a Madalena. Percebeu e começou a dar-nos mais descanso. Contudo, ao fim do terceiro dia, confesso que ainda hesitava entre uma noite de sono e uma noite de sexo. Mesmo assim, no dia 4, fui à sex shop comprar as bolas chinesas, mais conhecidas como as bolinhas do amor.

 

Há muito tempo que falava em experimentar, mas surgiam outras prioridades. Fiquei excitada com a ideia de fazer algo novo. Mais picante. Enviei-lhe uma fotografia minha, em lingerie, com uma mensagem provocadora. Eu sabia que era um dia de stress para ele e foi uma excelente maneira dele descontrair antes de chegar a casa.

 

E assim foi, chegou mais cedo do que o habitual e a reivindicar a minha promessa. Mas a nossa filha não nos deu hipótese. Foi uma daquelas noites malvadas, a chorar de hora em hora e quando conseguimos ficar sozinhos só pensámos em dormir. Esquecemos o plano, as bolinhas do amor, o sexo e a lingerie. Dormir foi mesmo a palavra de ordem.

 

Dias 5 e 6: Namorar e surpeender


No dia seguinte, antes dele ir trabalhar, já com o sono recuperado, sugeri sairmos só os dois, nessa noite. Combinei com a minha mãe ficar com a Madalena e fui buscá-lo ao trabalho. Calcei os meus botins pretos de salto alto, vesti a minha minissaia de lantejoulas e apareci pontualmente ao pé dele. Jantámos num dos nossos restaurantes preferidos e fomos dançar. Há muito tempo que não dançávamos e soube tão bem, apesar do cansaço nos ter obrigado a ir para casa mais cedo do que pensávamos.

 

O cansaço impera, é um facto, e continua a trair-nos, apesar de começarem a surgir sinais de mudança na nossa relação. Voltámos a dizer «amo-te» e a ser mais cúmplices, nem que seja pelo facto de querermos passar mais momentos juntos, ainda que, por algum motivo (o cansaço ou o choro da Madalena) não consigamos. Lidamos melhor com o facto de termos menos sexo. Mais do que fazermos amor como fazíamos antes, senti que o diálogo nos aproximou.

 

Pelo menos, para já, acho que nos aproximámos por termos assumido a existência de um problema e, posteriormente, por o termos reconhecido. Mesmo assim, o plano dos sete dias continuou. Com alguns altos e baixos, é verdade, devido à rotina. O cansaço, afinal, não desaparece em sete dias. Na véspera de terminar o programa, escrevi, de manhã, num post it «Vamos fazer o que ainda não foi feito?» e colei-o no espelho da casa de banho.

 

Se me apetecia? Não, mas achei importante. Nessa noite, não nos abraçámos e estávamos de rastos. A noitada acabou por nos alterar a vida e, se por um lado, soube muito bem, por outro, complicou-nos os horários.

 

Dia 7: Entregar-se


Comecei a sentir falta da minha filha, alguns remorsos por, nesta semana, ter passado menos tempo com ela. Deixei-a mais vezes com a avó do que é habitual e insisti para que dormisse no seu quarto sozinha, mesmo quando chorava. Mesmo assim, quis terminar o programa da sexóloga sem falhas e, ao fim dos sete dias, entreguei-me, tal como sugere Vânia Beliz. Mudei, um bocadinho, os horários das refeições da Madalena, de forma a que ela fizesse o sono maior à hora a que ele chega a casa.

 

Correu bem. Enchi a banheira de espuma e esperei-o. Uma boa estratégia para ressuscitar algum desejo adormecido, pois percebi que consigo relaxar antes do sexo e recarregar baterias para entregar-me de corpo e alma. A nossa filha colaborou e, desta vez, dormiu de seguida. Concluí que quando não se tem a mesma disponibilidade para o sexo, com dedicação e empenho a vontade surge naturalmente. E dialogar é, sem dúvida, um grande truque para recuperar o desejo, pois logo após cumprir o ponto um, o problema pareceu menor.

 

Unimo-nos e lidámos melhor com a questão, mesmo sem ter sexo. Só o desejo bastou para nos relacionarmos melhor. Afinal, queremos muito estar um com o outro, o que é bem diferente de acharmos que o outro não nos deseja. Lida-se, assim, melhor um com o outro e com os obstáculos com que nos deparamos no dia a dia.

 

A sexóloga Vânia Beliz concorda que o ponto de partida para recuperar o desejo é mesmo o diálogo. «Muitas vezes não nos apercebemos o que falta ao outro, por isso, é muito importante sair sem filhos, só os dois», para conversar e perguntar-se «Onde está o nós?», sugere a especialista. Simples mas eficaz, eu garanto!

publicado por olhar para o mundo às 23:50 | link do post | comentar

Apresentado projecto do Museu do Aljube

Apresentado projecto do Museu do Aljube


Apresentado projecto do Museu do Aljube

O Museu do Aljube foi usado em finais do Séc. XVII como residência episcopal, sofrendo depois alterações após o terramoto de 1755.

 

Foi usado depois como prisão até 1965, ano em que foi encerrada para obras de remodelação que só terminaram em 1969, sendo entretanto demolidas as 14 celas de isolamento, (curros ou gavetas).

 

Aljube a partir de 1928 foi sendo usado acima de tudo como cadeia politica, dai o programa agora apresentado ser, Museu do Aljube- Resistência e Liberdade.

 

Nesta cerimónia tomaram palavra Catarina Vaz Pinto, Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, Presidente da Câmara de Lisboa e António Borges Coelho, Presidente do Conselho Consultivo, criado para este projecto.

 

António Borges Coelho falou “em nome das vitimas”, pois muitos “foram mortos”, revelando a sua satisfação por este projecto mas que “não apaga a memória” dos que tanto sofreram antes da Liberdade.

 

António Costa, por sua vez referiu que “estamos aqui porque temos o dever de memória mas também devemos ter o dever de gratidão, principalmente aqueles que entre 1928 e 1974 lutaram e resistiram pela liberdade”. O mesmo terminou a sua intervenção com um sentido “Viva o 25 de Abril”.

 

De referir que o projecto arquitectónico está a cargo de Manuel Graça Dias e Egas José Viera.

 

Retirado do HardMúsica

publicado por olhar para o mundo às 23:44 | link do post | comentar

Cicatrizes de Utoya vencem Sony World Photography

Cicatrizes de Utoya vencem Sony World Photography

Série premiada mostra jovens que escaparam do massacre de Utoya - e as marcas com que ficaram.

 

Retratos de sobreviventes do massacre de Utoya deram à norueguesa Andrea Gjestvang, 32 anos o prémio de Fotógrafo do Ano nos Sony World Photography Awards.

 

A norueguesa foi seleccionada entre mais de 122 mil entradas vindas de 170 países representados no concurso. O júri sublinhou a “voz serena e poderosa” da série One Day in History, o massacre levado a cabo num campo de verão organizado pelo Partido Trabalhista (no poder). Morreram 69 pessoas, cerca de 500 sobreviveram, muitas com ferimentos.

 

Uma das sobreviventes, Ylva Helen Schenke, 15 anos, retratada na primeira imagem desta fotogaleria, conta: “Mostro as minhas cicatrizes com dignidade, porque as tenho devido a algo em que acredito. É a minha atitude na vida, é o que me mantém em pé. É como as coisas são, e tenho de lidar com isso. Não ajuda ninguém se eu entrar em depressão, muito menos a mim mesma, por isso mantenho a cabeça erguida e foco-me nas coisas boas da vida”.  

 

Noutras categorias venceram desde cenas de vida quotidiana (Itália) a paisagens (Croácia). O prémio para fotógrafo amador do ano foi para Hoang Hiep Nguyen, um jovem vietnamita de 21 anos que, há um ano, comprou a sua primeira máquina fotográfica.

 

retirado do Público

publicado por olhar para o mundo às 13:30 | link do post | comentar
Quinta-feira, 25.04.13

DOM LA NENA apresenta álbum de estreia 'ELA'

dom la Nena
  Dom de Dominique, la Nena de menina, em castelhano. Assim se apresenta Dominique Pintoalias Dom la Nena.
 
Dom la Nena é antes de mais violoncelista. Pelo ouvido apurado e pela graça com que toca, encanta todos aqueles com quem colabora: de Jane Birkin (que acompanhou numa longa tournée internacional) a Rosemary Standley (vocalista dos Moriarty com quem criou um projecto de violoncelo e voz), passando por parcerias com Camille, Piers Faccini, Sophie Hunger, Comming Soon, os portugueses Danças Ocultas... e tudo isto com apenas 23 anos!

Mas Dom la Nena é também cantora, autora e compositora, e revela já uma maturidade invulgar na arte da canção.
Esta vivaz andorinha forjou-se um espírito errante e bem enérgico, próprio dos apátridas (brasileira de nascimento, Dominique cresceu entre o Brasil, Argentina e França). Encontramos esse espírito nos seus refrões em português e espanhol, de uma musicalidade tão pura que escapam à tirania dos géneros e nos mostram a profundidade que se obtém por ser simples, bem como a riqueza de não se ter apego.

O seu primeiro disco 'Ela', lançado no início deste ano em Portugal, Estados Unidos, França, Canadá e Brasil, foi co-produzido com Piers Faccini, e nele participam convidados como Camille e os brasileiros Kiko Dinucci e Thiago Pethit (Rodrigo Leão, 'A Montanha Mágica').
Segundo as palavras de Piers Faccini, 'as canções de Dom têm alguma coisa de diferente, terno e emocional, uma ingenuidade e uma fragilidade acompanhadas por uma maturidade impressionante. É essa aliança entre a dúvida e a autoridade que faz todo o seu charme e todo o seu talento'.

Site Oficial
Facebook
publicado por olhar para o mundo às 23:14 | link do post | comentar

As Crónicas Portuguesas de Georges Dussaud foram oferecidas a Bragança

As Crónicas Portuguesas de Georges Dussaud foram oferecidas a Bragança

Câmara inaugura hoje o centro de fotografia a que deu o nome do fotógrafo francês

 

No Verão de 2007, o fotógrafo francês Georges Dussaud (n. Brou, Bretanha, 1934) apresentou no Porto, no Centro Português de Fotografia/Cadeia da Relação, uma exposição retrospectiva dos trabalhos que foi fazendo em Portugal desde que visitou o país, pela primeira vez, em 1980. Chamou-lheCrónicas Portuguesas - uma viagem que ficou também registada no livro-catálogo com o mesmo título editado pela Assírio & Alvim. Cento e cinco da colecção de 135 fotografias que compuseram esta exposição foram doadas à Câmara de Bragança, que, com este acervo, criou o Centro de Fotografia Georges Dussaud, que hoje é inaugurado no âmbito do programa de comemoração do 25 de Abril.

 

"Que a Câmara de Bragança tenha decidido atribuir o meu nome a um centro de fotografia, e que tenha ainda decidido inaugurá-lo num dia de tão grande importância para o país deixa-me muito emocionado", comentou para o PÚBLICO Georges Dussaud, num email enviado no início desta semana, no mesmo dia em que partia da sua Bretanha natal para uma viagem de barco e de carro até à cidade de Trás-os-Montes.

 

Trata-se da 86.ª viagem que o fotógrafo e a sua companheira de vida e de trabalho, Christine Dussaud, fazem a Portugal, onde têm realizado sucessivas reportagens e produzido livros - o primeiro dos quais, Trás-os-Montes, foi editado em 1984, com um texto de Miguel Torga - e exposições. Algo que promete continuar a fazer no nosso país, "enquanto tiver saúde e energia".

 

A decisão de doar a Bragança parte da colecção das fotografias de Crónicas Portuguesas tomou-a depois de lhe terem comunicado que a autarquia tinha o projecto de criar um centro de fotografia com o seu nome. E também depois de, durante mais de dois anos, não ter recebido por parte do Centro Português de Fotografia (CPF) nenhuma resposta concreta à sua anterior oferta daquele acervo a esta instituição nacional. "Inicialmente, propus esta doação ao CPF, há mais de dois anos, mas, apesar do interesse e do desejo manifestado em receber a colecção, o centro não avançou com nada de concreto", justifica Dussaud.

 

No arquivo do CPF ficaram, contudo, 30 fotografias das 135 que fizeram a exposição Crónicas Portuguesas - e que entretanto foram também expostas no Museu de Portimão. Às 105 que transitam agora para o novo centro em Bragança, Dussaud acrescentou 43 novos trabalhos realizados para o novo espaço. O centro é hoje inaugurado com uma selecção de 92 imagens desse acervo, comissariada por Jorge da Costa, director do Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, que fica na mesma rua da nova galeria.

Memórias de Trás-os-Montes

 

A decisão da Câmara de Bragança de criar o Centro de Fotografia Georges Dussaud foi tomada, por unanimidade, em Novembro, e registada num protocolo assinado com o fotógrafo em Janeiro. Para acolher a nova colecção - que "representa um relevante valor artístico e documental", diz-se no texto do protocolo -, a autarquia decidiu reconverter quatro salas no Edifício Paulo Quintela, velha sede da câmara no centro histórico da cidade.

 

"A doação de Georges Dussaud é muito importante para Bragança, porque, para além do seu valor estético e documental, as fotografias vão certamente trazer muitas memórias às pessoas da terra e da região de Trás-os-Montes", disse ao PÚBLICO a vereadora da Cultura da autarquia, Fátima Fernandes. "Queremos que o centro seja um espaço de arquivo e de estudo que desafie outros olhares, e não apenas de fotógrafos", acrescenta a responsável autárquica, realçando que a instituição vai ter também "uma função pedagógica" aberta às escolas da região.

 

Das quatro salas que constituem o centro, três estarão destinadas à colecçãoCrónicas Portuguesas, sendo a quarta aberta a exposições temporárias. "O negro e a luz são a matéria com que Georges Dussaud descortina, como um poema visual, a cartografia de um universo visceralmente telúrico, ainda que aparentemente antigo e agreste", escreve Jorge da Costa no texto de apresentação da exposição. "Da sua ampla narrativa de imagens, que convocam simultaneamente as suas vivências, sobressaem histórias de vida, povoadas de homens, mulheres e crianças, mas também de lugares, de olhares, de gestos, de instantes irrepetíveis que congela a cada rigoroso disparo da máquina fotográfica", acrescenta o comissário.

 

Georges Dussaud é um nome de referência na fotografia francesa. Está ligado, desde 1986, à agência Rapho, criada em Paris em 1933 pelo húngaro Charles Rado, e refundada depois da 2.ª Guerra (na época em que Cartier-Bresson e Robert Capa lançavam a Magnum), num momento em que o fotojornalismo se afirmava como veículo privilegiado de comunicação. Com figuras como Robert Doisneau e Edouard Boubat, a Rapho sempre cultivou uma fotografia de pendor humanista. É esta a marca de Dussaud, e Portugal (e a região de Trás-os-Montes) tem nele um dos olhares mais dedicados.

 

Retirado do Público

publicado por olhar para o mundo às 20:59 | link do post | comentar

«HEROES FALL», O ÁLBUM COM MÚSICA INSPIRADA NO FILME DA MARVEL, «HOMEM DE FERRO 3», TEM EDIÇÃO AGENDADA PARA 6 DE MAIO

«HEROES FALL», O ÁLBUM COM MÚSICA INSPIRADA NO FILME DA MARVEL, «HOMEM DE FERRO 3», TEM EDIÇÃO AGENDADA PARA 6 DE MAIO


«HEROES FALL», O ÁLBUM COM MÚSICA INSPIRADA NO FILME DA MARVEL, «HOMEM DE FERRO 3», TEM EDIÇÃO AGENDADA PARA 6 DE MAIO

O ALINHAMENTO CONTA COM AWOLNATION, IMAGINE DRAGONS, NEON TREES, PASSION PIT, REDLIGHT KING, ENTRE MUITOS OUTROS

 

Doze super-heróis do indie e do rock alternativo reuniram-se para criar «Heroes Fall», a compilação que revela canções que marcam presença ou foram inspiradas pelo aguardado filme da Marvel,«Homem de Ferro 3», que chega às salas portuguesas no dia 25 de Abril. «Heroes Fall» vai ser editado pela Marvel Music/Hollywood Records no próximo dia 6 de Maio.

«Some Kind of Joke», dos Awolnation, pode ser encontrada no filme mas outras canções foram gravadas exclusivamente para o álbum –  entre as quais «Big Bad Wolves», dos Walk The Moon, «Back To The Start», de Mr Little Jeans, e «Redemption», de Redlight King.

Eis o alinhamento de «Heroes Fall»:
1.     «Ready Aim Fire» – Imagine Dragons  
2.     «Some Kind of Joke» – Awolnation
3.     «Some Kind of Monster» – Neon Trees  
4.     «American Blood» – Passion Pit  
5.     «No Time» – Rogue Wave
6.     «One Minute More» – Capital Cities
7.     «Back To The Start»– Mr Little Jeans  
8.     «Keep Moving» – Andrew Stockdale (dos Wolfmother)  
9.     «Redemption» – Redlight King  
10.   «Big Bad Wolves» – Walk The Moon
11.   «Bad Guy» – 3OH!3  
12.   «Let’s Go All The Way» – The Wondergirls, com Ashley Hamilton e Robbie Williams

Protagonizado por Robert Downey Jr., Gwyneth Paltrow, Don Cheadle, Guy Pearce, Rebecca Hall, Stephanie Szostak, James Badge Dale, Jon Favreau e Ben Kingsley, «Homem de Ferro 3» foi realizado por Shane Black, a partir de um argumento de Drew Pearce e Shane Black, baseado no icónico super-herói da Marvel, Homem de Ferro, que surgiu pela primeira vez nas páginas de «Tales of Suspense» (#39), em 1963, e contou com o seu primeiro livro a solo – «The Invincible Iron Man» (#1) – em Maio de 1968.

No novo filme da Marvel, «Homem de Ferro 3», o corajoso e brilhante industrial, Tony Stark/Homem de Ferro, enfrenta um rival que não conhece limites. Quando se depara com a destruição do seu mundo pessoal nas mãos desse inimigo, Stark embarca numa perigosa missão para descobrir o responsável – e, a cada nova esquina, esta viagem vai testar a sua coragem. Encostado à parede, Stark vai contar apenas com a sua ousadia e o seu instinto para proteger aqueles que lhe são mais próximos. Ao mesmo tempo que luta para triunfar, Stark vai acabar por desvendar a resposta à questão que, secretamente, mais o atormentava: é o homem que faz o fato ou é o fato que faz o homem?

Mais informações em http://pt.marvel.com/homem-de-ferro-3

publicado por olhar para o mundo às 19:32 | link do post | comentar
Quarta-feira, 24.04.13

Chapitô celebra 25 de Abril

 

Chapitô celebra 25 de Abril

 

Chapitô celebra 25 de Abril

O Chapitô festeja mais uma madrugada de 25 de Abril às 22:00 na esplanada e Tenda.

Uma festa livre e aberta a todo o público onde os alunos do 1º, 2º e 3º ano da Escola da instituição apresentaram uma peça inspirada na obra de José Saramago – Memorial do Convento.

Uma criação circense com tudo o que nos pode fazer sonhar, voar e transformar a sociedade.

Vitor Rua concebe o espectáculo musical com um grupo que funde a música popular portuguesa com a electrónica e o rock bem como a experimental. 

A cantiga é uma arma fica a cargo do Bartô, que promete ecoar a festa pela madrugada com a poesia e música de intervenção seguido do DJ Set pelos ´T

 

Retirado do HArdMúsica

publicado por olhar para o mundo às 22:11 | link do post | comentar

Reguengos de Monsaraz assinala 25 de Abril com exposição histórica

Reguengos de Monsaraz assinala 25 de Abril com exposição histórica


Reguengos de Monsaraz assinala 25 de Abril com exposição histórica

O 39º aniversário do 25 de Abril vai ser comemorado pelo Município de Reguengos de Monsaraz com música, desporto, a inauguração da Extensão de Saúde de S. Marcos do Campo e a exposição “Tantas Décadas numa História” que estará patente na Praça da Liberdade até 30 de Abril


Pela nota de imprensa ficámos a saber que em 1838, através da Carta de Lei de 17 de Abril, a rainha D. Maria II elevou a Aldeia dos Reguengos a sede de concelho. 


No mesmo documento era assinalado que o actual concelho seria incorporado na Comarca de Évora. 
Mais tarde, por Decreto, datado de 25 de Abril de 1840, a rainha confirma tal privilégio e eleva a Aldeia dos Reguengos a vila, com a designação de Vila Nova dos Reguengos. 


A sede de concelho iria ainda mudar várias vezes para Monsaraz, até que em 1851, por Decreto de 06 de Outubro, se fixa definitivamente em Reguengos.

 

Desta mostra “Tantas Décadas numa História” constam imagens com a descrição dos principais acontecimentos históricos do concelho em cada década, entre 1838 e 2013, com imagens do Alvará de D. Maria II, a inauguração da iluminação eléctrica e da linha de caminho-de-ferro, as primeiras projecções cinematográficas.

 

Estão também assinaladas as construções dos principais edifícios, como os Paços do Concelho, a Igreja Matriz, as escolas, o mercado municipal, as piscinas municipais, o quartel dos bombeiros voluntários, o centro de saúde, o Tribunal Judicial ou o Cine Monsaraz.

 

No Auditório Municipal realiza-se, pelas 22:00 de 24 de Abril, o espectáculo comemorativo da “Revolução dos Cravos”, denominado “Musicando Abril”. 


Em palco estarão Hugo Soft, José Farinha, Luis Marques, Manuel Sérgio, Telma Sérgio e o grupo Phillarmonic Talk.

 

Para o dia 25 de Abril, consta do programa integra, pelas 09:30, a Cerimónia do Içar das Bandeiras do Município, de Portugal e da União Europeia, com interpretação dos hinos pela Banda da Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense, que meia hora mais tarde realizará uma arruada pelas principais ruas da cidade. 

Pelas 10:00 terá lugar a cerimónia do Dia do Combatente e do 95º aniversário da Batalha de La Lys, com uma romagem ao Largo dos Combatentes numa homenagem aos soldados mortos na Grande Guerra e na Guerra Colonial. 
Também pelas 10:00 S. Pedro do Corval vê partir a Estafeta dos Cravos.

 

Pelas 10:40, a Secção de Ginástica e Trampolins da Sociedade Artística Reguenguense vai apresentar o novo trampolim e fazer uma demonstração na Praça da Liberdade. 


A partir das 11:00 terá lugar no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a Sessão Solene da Assembleia Municipal comemorativa do 25 de Abril.

A Extensão de Saúde da Freguesia de Campo, em S. Marcos do Campo, será inaugurada pelas 16:00, havendo uma homenagem à memória de Jorge Ramalho, presidente da Junta de Freguesia de Campo, recentemente falecido.

 

Trata-se de uma infraestructura com gabinete médico, gabinete de enfermagem, sala de tratamentos, sala de espera, área técnica, receção, arquivo, vestiários e uma área para paragem de ambulâncias.

 

Retirado de HardMúsica

publicado por olhar para o mundo às 22:10 | link do post | comentar

Depois do Barcelona, foi o Real Madrid a ser goleado na Alemanha

Depois do Barcelona, foi o Real Madrid a ser goleado na Alemanha

A equipa de José Mourinho perdeu com o Borussia Dortmund por 4-1, nas meias-finais da Champions, numa noite inesquecível para o polaco Lewandowski.

 

O Borussia Dortmund goleou esta quarta-feira o Real Madrid por 4-1, no jogo da primeira mão das meias-finais da Liga dos Campeões, e está com um pé e meio na final da competição. A figura da noite foi o polaco Robert Lewandowski, autor dos quatro golos da equipa da casa.

 

Depois do descalabro do Barcelona em Munique (derrota por 4-0), o Real Madrid seguiu-lhe as pisadas. O jogo começou a desmoronar-se para José Mourinho aos 8 minutos, quando Lewandowski, na pequena área, respondeu da melhor forma a um cruzamento de Mario Götze.

O Borussia estava por cima no jogo e mais perto do 2-0, quando sofreu o empate num erro grosseiro de Hummels. O central alemão falhou o atraso para o guarda-redes e isolou Higuaín, que assistiu Cristiano Ronaldo para o seu 12.º golo na Liga dos Campeões.

O golo dos espanhóis, porém, não serviu de tónico para a segunda parte e foi novamente o Borussia a superiorizar-se. Aos 50 minutos, Lewandowski recebeu a bola de costas na área, rodou e bateu Diego López sem problemas. Pepe ficou a ver jogar.


E cinco minutos depois, o central português voltou a perder o duelo com o ponta-de-lança polaco. Lewandowski recebeu, puxou a bola para o seu pé direito e disparou com classe para o 3-1.

Com muitas dificuldades em parar o meio-campo alemão, o Real foi permitindo novas investidas a Reus e Gundogan e ainda sofreria um quarto golo, na sequência de uma grande penalidade. Chamado a marcar? Lewandowski, naturalmente, para fechar uma noite que recordará para o resto da vida.

 

Noticia do Público

publicado por olhar para o mundo às 21:55 | link do post | comentar | ver comentários (2)

39 anos do 25 de Abril: há festa em todo o país

39 anos do 25 de Abril: há festa em todo o país e começa já hoje

As comemorações do 39º aniversário do 25 de Abril já estão agendadas. A Revolução dos Cravos volta a ser lembrada com manifestações, fogo-de-artifício, exposições e concertos. O PÚBLICO fez um roteiro para que se possa juntar aos festejos.

 

Pinhal Novo e Palmela

23 a 29 de Abril

Exposição “25 de Abril um cravo vivo do sonho” – Apresentação de onze painéis que ilustram o período fascista de 1926 a 1974.

Avenida da Liberdade (Pinhal Novo) e Largo de São João (Palmela)

 

Almada

24 de Abril


22h00: Concerto de Sérgio Godinho

00h00: Fogo-de-artifício seguido do concerto de Boss AC  

Praça da Liberdade

25 de Abril

21h30: Espectáculo Canções ao Serão

Auditório Municipal Fernando Lopes-Graça

 

Grândola

24 de Abril 


21h00: Corrida da Liberdade
21h30: Arruada da Banda da SMFOG
22:45 - Concerto com músicas de intervenção dos “contracorrente”

 

25 de Abril
00h00: Fogo-de-artifício

11h00: Hastear da bandeira e sessão solene
Paços do Concelho
15h00: Festa Popular
Jardim 1º de Maio

 

Lisboa

24 de Abril


11h30: Presidente da Câmara Municipal de Lisboa apresenta o projecto “Museu do Aljube – Resistência e Liberdade”

Antiga Cadeia do Aljube

20h00: Interpretação da canção “O que faço aqui” por, entre outros, Afonso de Melo, Anabela Teixeira e Catarina Wallenstein.

20h00 - 22h00: Microfone Aberto - O microfone estará aberto a comunicações, poemas, discursos e palavras de ordem.

Largo Camões

 

25 de Abril

9h00 – 4h00:Mensajódromo - O que falta para se cumprir Abril hoje? Espaço aberto à participação de todos por mensagem (910778121) ou por e-mail (abrilagora@25abril35.com)

Largo Camões

10h00: Projecto“De l´autre côté de l´Atlantique”Deslocação a Portugal de alunos caribenhos estudantes de português. Associação do movimento cívico “Não Apaguem a Memória” organizou um roteiro denominado “da ditadura à democracia” para dar a conhecer a jovens da ilha Martinica como foi o período anterior ao 25 de Abril

Antiga Cadeia do Aljube

15h00: Tradicional desfile com partida da Praça Marquês de Pombal, para onde seguirá até ao Rossio.

16h00: Apresentação da “Enciclopédia da Constituição Portuguesa”, coordenada pelos Professores Doutores Jorge Bacelar Gouveia e Francisco Pereira Coutinho

Biblioteca da Assembleia da República.

16h00: “Encontros à esquina” Percurso, orientado por Guilherme Oliveira Martins, director do Centro Nacional de Cultura, entre o Largo do Carmo e a Rua António Maria Cardoso.

Quartel do Carmo (necessária pré-inscrição)

18h30: Assembleia Popular

Largo do Carmo

18h30: Associação 25 de Abril convida à participação de todos para cantar Grândola Vila Morena, à hora a que Marcelo Caetano foi detido por Salgueiro Maia.

Largo do Carmo

00h20: Associação 25 de Abril convida à participação de todos para cantar Grândola Vila Morena, à hora em que a Rádio Renascença emitiu a segunda senha do 25 de Abril, em 1974.

Junto às instalações da Rádio Renascença

18h00 – 22h00: Teen Garage Venham + 5 - Convite aberto aos músicos mais jovens de Lisboa e às suas bandas de garagem para se apresentarem publicamente. Participação de Kimo Ameba, Outword, The Sirrian, Brain Dance, Os Passos em Volta e ATM.

Jardim de São Pedro de Alcântara

19h00: Chuva de Cravos- Um helicóptero da Força Aérea Portuguesa lançará uma chuva de cravos sobre o Largo Camões.

21h30 - Comício organizado pelo Bloco de Esquerda (BE) que contará com a presença deAlexis Tsipras, líder da coligação grega Syriza, Marisa Matias, eurodeputada e João Semedo, coordenador do BE.

Fórum Lisboa

A Assembleia da República estará de portas abertas para comemorar o aniversário do 25 de Abril  

10h00: Sessão Solene Comemorativa do XXXIX Aniversário do 25 de Abril no hemiciclo da Assembleia da República  (condicionado à lotação das galerias)

14h30 - 17h00: Visitas livres 

15h00 - 16h00: Visitas guiadas

14h30 - 17h00: Oficinas pedagógicas: "Concerto da Papelada" e "Jogo da História”
16h00:  Lançamento da "Enciclopédia da Constituição Portuguesa"
Coordenada por Jorge Bacelar Gouveia e Francisco Pereira Coutinho, apresentada por Marcelo Rebelo de Sousa e José João Abrantes

Biblioteca da Assembleia da República

 

Porto

24 de Abril


18h00: Sessão evocativa da Câmara Municipal do Porto - homenagem à Universidade do Porto com a medalha de honra.

Salão Nobre dos Paços do Concelho


25 de Abril

14h00: Desfile com partida junto ao Museu Militar (Rua do Heroísmo), de onde seguirá para a Praça da Liberdade.

 

28 de Abril

16:00 - Palestra do Capitão de Abril Vasco Lourenço sobre os 40 anos do 25 de Abril
Museu Nacional da Imprensa

 

Matosinhos

24 de Abril


Exposição de fotografia da autoria de Alfredo Cunha sobre o 25 de Abril. Patente até 3 de Maio.
Átrio da Câmara Municipal
10h00: Apresentação do Livro "Flor de Abril", de Pedro Simões
Biblioteca Municipal Florbela Espanca
21h30: Concerto do Coro Misto de Orfeão de Matosinhos com participação da Escola de Ballet de Leça da Palmeira
Salão Nobre

 

25 de Abril


11h00: Hastear de bandeira junto aos Paços do Concelho
00h00: Fogo-de-artifício
Parque Basílio Teles

 

Braga

25 de Abril


10h00: Marcha Solidária

Escola Secundária de Maximinos

 

Coimbra

15h00 – Manifestação “Cumprir Abril com a Força do Povo”, com partida da Praça da República, de onde seguirá para o Pátio da Inquisição

 

Aveiro

24 de Abril


22h00: Concerto com Adelino Sobral
Auditório do Círculo Experimental de Teatro de Aveiro

00h20: “Vamos cantar a Grândola”
Bar Posto 7

 

Dia 25 de Abril
16h00: "Audácia da Contemporaneidade" - Acervo Avenida de Arte Contemporânea de Aveiro
Museu de Aveiro

 

Guarda
24 de Abril


10h00: Representação das crianças do Dia da Liberdade com poemas, canções e apresentações multimédia.
Escola Básica do Bonfim

 

25 de Abril
09h00: Hastear da bandeira com participação dos Bombeiros Voluntários Egitanienses e da Banda Filarmónica de Famalicão.
Praça do Município

 

Seixal


24 de Abril

22h00: Concerto de Carlos do Carmo e Sinfonieta de Lisboa

 

25 de Abril

00h00: Fogo-de-artifício

00h30: Concerto de Pedro Abrunhosa

 

Faro

24 de Abril


22h00: "Vamos cantar Grândola Vila Morena, pela demissão do Governo, para cumprir Abril"

Largo de S. Pedro

 

Leiria

25 de Abril


Inauguração da exposição "Álvaro Cunhal - Vida, pensamento e luta: exemplo que se projecta na actualidade e no futuro.
Foyer do Teatro José Lúcio da Silva

09h30: Hastear da bandeira nacional
Salão Nobre do edifício dos Paços do Concelho

21h30: Pedro Barroso com o espectáculo "Antes que seja tarde"
Teatro José Lúcio da Silva

 

Santarém

25 de Abril


11h00: Cravos para Salgueiro Maia. Habitual cerimónia com animação de rua.
Jardim dos Cravos
12h30:Almoço comemorativo do 25 de Abril, com a presença de várias entidades oficiais e militares de Abril
Antiga Escola Prática de Cavalaria de Santarém.
17h00: Encontro de Coros na Igreja da Graça
Igreja da Graça

 

Setúbal
25 de Abril


09h00: Hastear da bandeira

Paços do Concelho

11h00: Actuação da Banda Filarmónica da Sociedade Musical Capricho Setubalense
11h30: Cerimónia evocativa com deposição de flores no Monumento à Resistência, iniciativa organizada pela Autarquia em conjunto com a União de Resistentes Antifascistas Portugueses.
18h00: Concerto "AJA Sempre", a cargo da Associação José Afonso. Participam os músicos Chullage, Francisco Fanhais, Titina Rodrigues.
Fórum Municipal Luísa Todi

 

Évora
Noite de 24 para 25 de Abril


Évora em defesa da Cultura pelos Valores de Abril – Construção de um muro de papel que procura expressar a indignação pela situação de ruptura social do país

Praça do Giraldo

 

Retirado do Público

publicado por olhar para o mundo às 08:36 | link do post | comentar

mais sobre mim

pesquisar neste blog

 

posts recentes

últ. comentários

  • Comigo acontece do mesmo jeito mas quem dorme sou ...
  • Minha esposa dorme durante a relacao eu viro chego...
  • Minha esposa as vezes dorme , aí eu paro viro de l...
  • hmmm fixe! Será uma daquelas edições para colecion...
  • Interessante
  • gosto do suave tom da sua voz :)
  • Vou procurar para ouvir =)Beijinhos
  • Neste Natal só te desejo duas coisas: TUDO e NADA!...
  • Recomendadíssimo!!Para quem não conhece a sonorida...

Posts mais comentados

arquivos

tags

favoritos

subscrever feeds

blogs SAPO