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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

07
Out13

Festa da Marioneta abre no Barreiro e Sobral de Monte Agraço

olhar para o mundo

Festa da Marioneta abre no Barreiro e Sobral de Monte Agraço



Festa da Marioneta abre no Barreiro e Sobral de Monte Agraço

Com "Ovelhas Clandestinas" e "Adormecida", respectivamente no Barreiro e em Sobral de Monte Agraço, tem início a quinta Festa da Marioneta, da Artemrede, que se espalha por mais nove concelhos.

Segundo a Artemrede estão previstas mais de 30 apresentações de sete espectáculos que vão subir à cena em treze teatros de um total de onze municípios.

"Os projectos programados demonstram a variedade de técnicas e de linguagens artísticas no campo do teatro de marionetas, objectos e formas animadas e são capazes de atrair crianças e adultos através de propostas que apelam aos sentidos, ao sonho ou ao humor e que são, sobretudo, belas histórias para ver e ouvir", lê-se no comunicado da Artemrede.

"Ovelhas Clandestinas", peça encenada por Madalena Victorino, estará pelas 16:00 no palco do Auditório Augusto Cabrita, no Barreiro, e também em cartaz no Cine-Teatro Joaquim d´Almeida, no Montijo, no Teatro Sá da Bandeira, em Santarém e Alcanena, num espaço "a definir".

A peça é uma criação conjunta de Madalena Victorino e dos intérpretes Miguel Fragata, Tânia Cardoso, Joana Manaças e José Luís Costa.

"Adormecida", sobe à cena também pelas 16:00, mas no Cine-Teatro de Sobral de Monte Agraço. 


Trata-se de uma criação de Filipa Mesquita com interpretação e manipulação de Clara Ribeiro e Filipa Mesquita, e música de Fernando Mota, a partir das recolhas tradicionais feitas pelo etnomusicólogo Michel Giacometti.

Esta criação da companhia Mandrágora irá estar em cena também no Auditório Municipal do Pinhal Novo, em Palmela, no Cineteatro Municipal João Mota, em Sesimbra, no Teatro Sá da Bandeira, em Santarém e no Fórum Municipal Romeu Correia, em Almada.

Segundo, Marta Martins, directora  excutiva da Artemrede, a Festa da Marioneta "é um circuito de espectáculos de qualidade e originalidade, que apresenta algumas das mais interessantes companhias e artistas nacionais que trabalham com marionetas, objectos ou formas animadas e que através destas técnicas contam a espectadores de todas as idades histórias divertidas, trágicas, simples ou fantásticas".

A Artemrede é uma estrutura constituída por uma rede de teatros municipais, que tem como associados várias autarquias, cofinanciada em 60% através do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional).

 

Retirado do HardMúsica

07
Out13

Gregory Porter estreia-se em Portugal esta semana

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Gregory Porter


Gregory Porter estreia-se em Portugal esta semana

Concertos no dia 9 Outubro no CCB e dia 11 na Casa da Música. Encontro dia 9 de Outubro na Fnac do Chiado.

 

Gregory Porter estreia-se em Portugal dia 9 Outubro, no Grande Auditório do CCB, e dia 11 de Outubro na Sala Suggia da Casa da Música. Também no dia 9 de Outubro, o norte-americano marca presença na Fnac do Chiado, pelas 15h30, para uma conversa com João Moreira dos Santos (autor do programa «Jazz a Dois» / Antena 2).


Esta é uma oportunidade única para conhecer ao vivo o “rei” do Jazz contemporâneo e “Liquid Spirit”, o mais recente álbum do músico norte-americano. Dono de uma extraordinária presença em palco, Gregory Porter já é comparado com Joe Williams, Nat King Cole, Donny Hathaway e Marvin Gaye.


Melhor que ninguém, Gregory Porter funde o universo do jazz e da soul. Sincero e desarmante performer, possui um groove que nunca desvanece. Dono de uma das vozes mais cativantes na música de hoje, Porter canta com a alma transmitindo emoção e intelecto com a sua voz. Os altos e baixos do romance, a infância e o mundo que o rodeia são algumas das temáticas abordadas em “Liquid Spirit”.


Os bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais e o preço varia entre os 18€ e os 35€.


06
Out13

Teatro Universitário de Coimbra estreia às escuras em sinal de protesto

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Teatro Universitário de Coimbra estreia às escuras em sinal de protesto

Num protesto contra os cortes dos subsídios à companhia, o Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra apresentará desde a estreia até ao final da temporada às escuras.

 

Apresentamos o comunicado explicativo, por parte da companhia, sobre esta decisão.

 

"No dia 7 de Outubro o TEUC estreia a sua nova co-produção com o Projecto D - VITRAL.


Ironicamente esta estreia e a respectiva temporada vão realizar-se às escuras. A razão destas circunstâncias prende-se com os cortes que o TEUC tem vindo a sofrer nos apoios por parte da universidade de Coimbra e instituições a ela agregadas (AAC e SASUC). Primeiro cortaram o apoio financeiro, depois o apoio logístico, e finalmente a iluminação.


Não nos restando nenhuma outra hipótese, estreamos às escuras.

 

Percebemos bem as contingências a que todo o país está sujeito. Todavia, não nos conformamos com cortes cegos, não justificados e camuflados em redes de autorizações burocráticas. Assistimos a um estrangulamento que vai levar à extinção do Teatro Universitário.


Neste contexto é importante perceber que o TEUC é o grupo de teatro universitário mais antigo da Europa em actividade contínua, comemorando este ano o seu 75º aniversário, e pelo qual passaram inúmeras figuras do panorama cultural português. A actividade do TEUC e as suas propostas são reconhecidas por toda a parte mas nunca pela sua cidade. As instituições de Coimbra têm progressivamente deixado de apoiar as nossas actividades subsistindo apenas com o apoio anual da Fundação Calouste Gulbenkian.

 

Pensamos ser nosso dever dar conhecimento público desta situação e da nossa indignação.

Pela Direcção do TEUC,


Rafaela Bidarra"

 

O "Vitral" é um espectáculo da responsabilidade de Leonor Barata que reúne em si vários fios que se cruzam e vários encontros que se estabelecem. Desde logo o encontro entre estas duas instituições, o TEUC, organismo emblemático da cidade de Coimbra e que comemora este ano os seus 75 anos de actividade e o Projecto D, companhia de dança de Coimbra que apesar dos seus três anos de existência tem deixado a sua marca no panorama cultural. Este encontro é também o encontro de duas linguagens artísticas diferentes que se interpelam e se complementam na procura de um denominador comum.

 

O desafio é o de explorar, através do movimento, o universo de Gil Vicente. Mais do que revisitar os textos deste autor procuram o movimento que neles se esconde e as danças que pode inspirar. Procuram ainda uma outra época, com outros sons e outras cores, à maneira de um antigo Vitral que em si encerra todas as possibilidades de movimento.

 

A peça estará em cena até dia 13 de Outubro na Associação Académica, excepto dia 11, pelas 22:00.

 

Retirado do HardMúsica

06
Out13

No cinquentenário da morte, o outro lado do mito Edith Piaf

olhar para o mundo

No cinquentenário da morte, o outro lado do mito Edith Piaf

 

A biografia Édith Piaf - Un Mythe Français, de Robert Belleret, mergulha na vida de Édith Piaf e descobre alguém que mitificou toda a sua vida, do nascimento ao papel de resistente durante a ocupação nazi.

 

A 10 de Outubro passarão cinquenta anos desde que Edith Piaf, aquela que a França entronizou como sua cantora, se silenciou para sempre. Que faria La Môme se se erguesse nesse dia do seu túmulo no cemitério de Pére-Lachaise? Naturalmente, veria a França preparada para a homenagear.

 

Le Figaro elencava no final de Setembro as acções preparadas para a celebração. Concertos reunindo a nova geração francesa que a mantém como referência, documentários sobre a sua música e os seus amores, edições em CD com as suas 100 melhores canções ou com as suas obras em inglês. Mas mais que CDs ou DVDs, os 50 anos passados sobre a sua morte serão assinalados em forma de livro. Já existem dezenas de biografias da sua vida mas este ano, em França, será editorialmente o ano Piaf. O Figarorecomendava nove obras lançadas em território gaulês em 2013 e, entre elas, há uma que se destaca: Édith Piaf - Un Mythe Français (ed. Fayard). Se Piaf reaparecesse, calcorreando a sua Pigalle ou a zona de Belleville em que nasceu, e se se deparasse com o livro de Robert Belleret, antigo jornalista do Le Monde e biógrafo de Léo Ferré (Léo Ferré, Une Vie d'Artiste, é considerado uma referência), ver-se-ia como a França não chegou a vê-la.

 

Iria ver-se assim: Como alguém que construiu uma lenda à volta da sua vida, recheada de episódios que engrandeciam a sua aura, mas que, defende Belleret, não sobrevivem à verdade dos factos. Em Édith Piaf - Un Mythe Français, o biógrafo desmistifica o nascimento da cantora de La vie en rosenas ruas de Belleville, a cegueira na infância, curada por intervenção de Santa Teresa de Lisieux, a paixão pelo pugilista Marcel Cerdan, "o único amor da sua vida", para quem terá escrito L'hymne de l'amour, ou, matéria mais sensível, a sua actuação heróica durante a ocupação nazi.

 

Em entrevista ao site C'est Une Chanson, Belleret afirma que "Edith não construiu a sua lenda premeditadamente, ela deixou que dissessem ou escrevessem histórias frequentemente rocambolescas sem jamais as desmentir". Belleret conta que, quando da primeira digressão em Nova Iorque, em 1947, a sua chegada foi antecedida pela distribuição de completíssimo dossier de imprensa que, naturalmente, incluía toda as mistificações ("marketing antes de existir marketing", classifica).

 

As quase 800 páginas de Édith Piaf - Un Myhe Français não nasceram de grandes descobertas, da revelação de documentação inédita. Belleret afirma ter-se limitado a escavar mais fundo, trabalhando como repórter de investigação, que foi, de resto, durante duas décadas no Le Monde, e confrontando a historiografia oficial com os factos registados nas cartas que Piaf escreveu, nos jornais de época, nos arquivos policiais.

 

Exemplo paradigmático, o seu papel durante a Ocupação Nazi. Belleret afirma que a sua dimensão de resistente é uma efabulação criada para "escapar a represálias depois da guerra". "Não tenho por objectivo colocar Piaf em tribunal, mas a sua história é pura fantasia", disse ao Sunday Times. "Primeiro disse que ajudou 118 prisioneiros a escapar, depois 147, depois mais de 200. Mas nem um deles surgiu para lhe agradecer publicamente e defender que ela merecia uma medalha". Édith Piaf viveu dois anos, entre 1942 e 1944, no terceiro andar de um prédio na rua Villejust (actualmente rua Paul Valéry, no XVI bairro). Abaixo de sua casa, funcionava o Étoile de Kléber, um bordel de luxo. A cerca de 200 metros de distância encontrava-se instalada a sede da Gestapo francesa e os seus altos quadros eram presença habitual no estabelecimento. O terceiro andar ocupado por Piaf permitia-lhe, dizia, receber apenas "quem quisesse, quando quisesse". Mas permitiu-lhe também, afirma Belleret, escapar às restrições do racionamento em tempo de guerra. A rua Villejust, pela sua localização um centro muito activo do mercado negro, providenciava que o champanhe e caviar estivessem disponíveis no menu dos clientes do Étoile de Kleber. "Mas também dos residentes [do prédio]", acrescenta Belleret.

 

As revelações agora surgidos não devem, porém, enquadrar-se na lógica sensacionalista de tantas biografias que procuram o lado negro de figuras míticas impolutas. O Figaro, por exemplo, escrevia que Un Mythe Françaiscomeça a ganhar o estatuto de referência entre os especialistas na vida e obra de Edith Piaf. E é Robert Belleret quem afirma na entrevista supracitada que "a complexidade e as zonas de sombra de uma personalidade e especialmente de uma artista aumentam a riqueza e o interesse do seu percurso e da sua obra".

 

Lida a biografia, sabidos os factos, mudará alguma coisa na nossa relação com Édith Piaf, a cantora de Un legionnaireLes bleuses blanchesLa vie en roseou Non, je ne regrette rien? Aquela que Jean Cocteau, que sucumbiu seis horas depois de a morte dela ser anunciada, nos exortava a ver verdadeiramente: "Vejam esta pequena pessoa com cujas mãos são as do lagarto das ruínas. Vejam a sua a fronte de Bonaparte, os seus olhos de cego que acaba de recuperar a visão..."

 

Mudará saber que não nasceu sob a calçada de Belleville, mas no Hospital de Tenon? Que a suposta cegueira na infância, enquanto vivia no bordel dirigido pela sua avó paterna, não terá passado, no máximo, de uma infecção de algumas semanas? Que sob a imagem propagada de mulher sofredora às mãos dos homens que amou se escondia "uma sedutora insaciável" que coleccionava amantes como "vingança pelos seus anos de miséria e submissão"? Que quando morre Marcel Cerdan num acidente de aviação nos Açores, ela estaria a preparar-se para o abandonar e que L'hymne de l'amour, a canção que imortalizou a paixão entre os dois foi primeira oferecida a Yvette Giraud e só recuperada por Piaf depois da morte do seu amante?

 

"Ela consumiu a sua vida pela sua arte, a chanson", afirma Robert Belleret. No seu vestido preto, obrigatório em concerto, só lhe víamos a cabeça e as mãos. O corpo desaparecia no negro e toda ela era expressão: as mãos que se agitavam crescentemente enquanto a canção se encaminhava para o clímax, o rosto que ia revelando o sentimento que a canção escondia. E, depois, a voz que dizia mais do que as palavras podiam dizer. É esta Edith Piaf. Esta a sua biografia.

 

retirado do Público

05
Out13

Miley Cyrus continua imparável: a polémica agora é com Sinead O’Connor

olhar para o mundo

Miley Cyrus continua imparável: a polémica agora é com Sinead O’Connor

Sinead O'Connor afirmou que Cyrus está a ser prostituída pela indústria mediática. Esta respondeu com alusões a um desiquilíbrio psiquiátrico de O'Connor.

Miley Cyrus disse à Rolling Stone que o vídeo de Wrecking ball, o seu novo single, foi inspirado no famoso teledisco da Nothing compares 2 you cantada por Sinead O’Connor. E eis então O’Connor a ver-se também atraída para o furacão Miley. Foi o início da mais recente polémica envolvendo a cantora de We can’t stop. Realmente, ela não pára.


Para aqueles que a criticam, está com a sua nova imagem hiper-sexualizada a prostituir o seu talento e a legitimar a visão do corpo feminino enquanto mero objecto sexual. Para os defensores que se têm erguido recentemente e a que o New York Times dava voz num artigo publicado a 2 de Outubro, está a expor a sua sexualidade de uma forma sincera e a chocar de frente com o puritanismo social em relação ao sexo e à nudez. Sinead O’Connor está, claramente, do lado dos primeiros.

 

No início da semana, a cantora irlandesa escreveu uma carta aberta na sua conta do Facebook em que alertava para os perigos de Miley Cyrus estar a usar a sua sexualidade em benefício de uma indústria mediática que não a protegerá. “Irão prostituir-te em tudo o puderem, e habilmente fazer-te pensar que era isso que querias”, escreveu. Miley, aparentemente, não apreciou os conselhos. Respondeu repescando tweets de Sinead O’Connor de há dois anos, quando a cantora atravessava uma crise psiquiátrica. Sob os tweets citados, a frase “Antes de existir Amanda Bynes [jovem celebridade televisiva americana actualmente internada para tratamento psiquiátrico]… havia O’Connor”. Algumas trocas de palavras pelas redes sociais depois, Sinead O’Connor ameaça agora Miley Cyrus com um processo judicial se não lhe forem apresentadas desculpas públicas. Miley Cyrus não liga nenhuma: tweetou estar demasiado ocupada a trabalhar como anfitriã do histórico programa Saturday Night Live para continuar a conversa. Demasiado ocupada com o programa mas não só. Esta semana protagonizou nova sessão de fotos, da autoria de Terry Richardson, que, pela quase nudez e pose soft-porn, certamente alimentarão a controvérsia, o debate, o falatório, nas próximas semanas.

 

Entretanto será editado dia 8 de Outubro um novo álbum, Bangerz. Porque Miley Cyrus é, afinal, uma cantora. E uma marca que está a saber construir-se na perfeição, como defendeu no New York Times a directora editorial do Hollywood Reporter, Janice Min. “Ela quer horrorizar as mães em toda a América. Essa é a sua marca. Ela tem estado numa campanha incessante para deixar de ser Hannah Montana [a personagem que primeiro a celebrizou na Disney] e para se tornar um símbolo de rebeldia e tumulto”. Até a artista Martina Abramovic, apesar de considerar a sua actuação nos últimos MTV Video Awards “vulgar e não original”, considera que Cyrus “capta algo sobre ser jovem e rebelde”, declarou ao New York Times. “Há ali energia, e consigo ver um talento”.

 

Tudo isto começou, recordemos, com a supracitada aparição nos MTV Video Awards, no final de Agosto, mas essas imagens em que Miley Cyrus, 20 anos, a antiga celebridade pré-adolescente adorada pelos pré-adolescentes chamada Hannah Montana, simulava masturbação com um dedo de borracha e dançava, de língua de fora e rabo bamboleante na pélvis do cantor Robin Thicke (o já conhecido mas agora mui célebre movimento de dança chamado twerking), parecem coisa distante na era da informação ao tweet. Desde essa altura que a discussão em torno de Miley Cyrus tem sido incessante. Ela ocupa agora o lugar da última polemizadora pop da era das redes sociais, Lady Gaga. Sexta-feira, o site Entertainment News, adiantava que, nas 24 horas anteriores, na sequência da exibição na MTV do documentário Miley: The Movement, a cantora tinha sido objecto de 900 mil tweets. Se já era uma campeã de receitas enquanto Hannah Montana (o documentário Hannah Montana & Miley Cyrus, de 2008, por exemplo, está em nono na lista dos mais lucrativos de sempre nos Estados Unidos), a sua nova imagem e a polémica associada multiplicou o interesse que suscita. We can’t stop, o primeiro single do novo álbum, bateu com cem milhões de visualizações o recorde da plataforma online Vevo. Wrecking ball , o segundo, contabilizou os mesmos cem milhões em meros seis dias, levando Cyrus a bater o seu próprio recorde.

 

No meio de tudo isto, a cantora, capa recente da Rolling Stone, omnipresente na imprensa e redes sociais, confessava à revista: “Julgo que este não é o melhor momento para me googlar”.

 

Retirado do Público

04
Out13

Filmagem de “Os Maias” começa este mês

olhar para o mundo

Filmagem de “Os Maias” começa este mês


Filmagem de “Os Maias” começa este mês

João Botelho começará a rodagem de "Os Maias - (Alguns) episódios da vida romântica", a partir do romance de Eça de Queirós a 14 de Outubro.

O filme será uma co-produção luso-brasileira e contará no elenco com os actores Miguel Guilherme, João Perry, Graciano Dias, Pedro Inês, Maria João Pinho, a atriz brasileira Maria Flor, entre outros.

 

De acordo com a produtora, a rodagem contará com filmagens em Lisboa, Ponte de Lima e Guimarães.

 

João Botelho tinha anunciado no final do ano passado, no Rio de Janeiro, a intenção de adaptar para cinema o romance de Eça de Queirós, uma vez que a realidade portuguesa relatada na obra literária, que permanece actual.

 

"Depois de Eça escrever “Os Maias”, Portugal entrou numa bancarrota que levou mais de cem anos para ser quitada. Só a acabámos de pagar em 2001. O que dizem os políticos em “Os Maias” é igual ao que dizem agora. É só tirar um pouco dos bigodes e dos “frufrus” todos, não mudou nada", afirmou na altura João Botelho no Brasil.

 

"Os Maias", um dos clássicos da literatura portuguesa, foi publicado em 1888 e relata a história de três gerações da família Maia, em particular o romance incestuoso entre Carlos da Maia e Maria Eduarda, irmãos.

 

Eça de Queirós traça ainda, com ironia, um fresco da sociedade portuguesa no final do século XIX, que João Botelho considera actual.

 

A cinematografia de João Botelho, de 64 anos, tem uma longa ligação com a literatura portuguesa. O cineasta já adaptou textos Agustina Bessa-Luís (em "A corte do norte"), Almeida Garrett ("Quem és tu?") ou, mais recentemente, Fernando Pessoa (em "Filme do Desassossego").

 

Retirado do HardMúsica

04
Out13

Secção de música do DocLisboa começa com filme sobre Ney Matogrosso

olhar para o mundo

Secção de música do DocLisboa começa com filme sobre Ney Matogrosso

O documentário de Joel Pizzini mostra como o carácter libertário e político do cantor brasileiro sempre influenciou o seu reportório.

 

A secção Heart Beat do festival DocLisboa, dedicada a documentários sobre música e artes performativas, vai abrir, a 25 de Outubro, no cinema São Jorge, com Olho Nu de Joel Pizzini.

 

O filme parte de um conjunto de imagens e sons reunidos pelo cantor brasileiro Ney Matogrosso. Ao todo, foram mais de 300 horas de material cedidas pelo artista e três anos de pesquisa do realizador brasileiro para chegar ao trabalho final. No fim de contas, segundo a organização do festival, trata-se de um retrato da vida e obra do cantor, das suas motivações artísticas, mas também do seu carácter libertário e político que sempre influenciou o seu reportório.


O programa Heart Beat regressará também ao espaço do Lux Frágil, depois de em 2012 aí ter sido apresentado Shut up and play the Hits: o Fim dos LCD Soundsystem. Desta vez, a 31 de Outubro, às 23h, será mostrado The Stone Roses: Made of Stones, realizado por Shane Meadows, sobre aquele grupo pop inglês que marcou os anos 1990. O filme revela materiais exclusivos da banda e o testemunho de pessoas cujas vidas foram inspiradas pela sua actividade.


Outros destaques da secção são: Mistaken for Strangers, realizado por Tom Berninger, irmão do líder e vocalista dos The National, Matt Berninger, ePussy Riot – A Punk Prayer, de Mike Lerner e Maxim Pozdorovkin, um documentário sobre o julgamento dos membros da banda punk rock feminista russa.


Com o contexto de Angola em fundo existem dois filmes: I Love Kuduro eDeath Metal Angola. O primeiro, realizado por Mário Patrocínio, retrata a nova cultura urbana em torno do kuduro, com epicentro em Luanda. O segundo, da autoria do realizador americano Jeremy Xido, mostra-nos como Angola se tornou no centro do metal africano.


Em homenagem ao reconhecido cineasta norte-americano Les Blank, falecido em Abril do presente ano, será programada uma sessão que inclui Dizzy GillespieThe Blues Accordin’ to Lightin’ Hopkins e Chulas Fronteras.

No total, a secção Heart Beat reúne 17 filmes que, ao longo do festival, serão apresentados nas salas da Culturgest, Cinema São Jorge e Cinema City Alvalade.
 

 

Retirado do Público
 

03
Out13

Invicta recebe o festival gastronómico "Francesinha na Baixa"

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Invicta recebe o festival gastronómico


Invicta recebe o festival gastronómico "Francesinha na Baixa"

A segunda edição do festival gastronómico “Francesinha na Baixa” entre os dias 03 e 13 de Outubro, na praça D. João I, no Porto, com a participação de cinco estabelecimentos de restauração da cidade.

O evento, que teve a sua primeira edição em Novembro do ano passado, ocorrerá num espaço coberto e os cinco restaurantes apresentarão propostas de francesinhas a oito, 10 e 12 euros.

A organização, a cargo da empresa Essência do Vinho e da cervejeira Unicer, com o apoio da Câmara Municipal do Porto, disse à agência Lusa que o acesso ao recinto custa três euros, "para haver o mínimo de triagem".

 

Esta edição apresenta uma mão cheia de cervejarias emblemáticas da cidade, novas cervejas artesanais, cozinha e música ao vivo.


O "Francesinha na Baixa" funcionará ao ritmo de 12 horas diárias, do meio-dia à noite, onde os visitantes poderão optar entre cerca de 20 propostas de francesinhas: de carne assada, com bife, de linguiça de porco preto, com vitela fumada, com camarão, de carnes brancas, vegetariana, com e sem ovo, “especial”, em “pão de cruz”, entre outras opções, sempre a 8€, 10€ e 12€. Entradas e sobremesas completam o menu.

 

Será no evento que a Super Bock fará o novo lançamento das cervejas artesanais Selecção 1927, a Munich Dunkel.

 

Em comunicado explica que esta cerveja foi "elaborada a pensar na harmonização com pratos de sabor intenso, já a pensar no outono, a nova cerveja artesanal é produzida com malte especial de Munique. Revela uma tonalidade castanha e brilhante, espuma cremosa e notas frutadas e fumadas, a chocolate, malte e alfarroba, com final frutado e tostado". 


A Munich Dunkel, tem uma produção limitada a 6.000 garrafas numeradas.   

 

No festival os visitantes poderão ainda presenciar sessões de cozinha ao vivo com os chefes Hélio Loureiro e Nuno Inverneiro, desafiados a reinterpretar a famosa iguaria tripeira que o portal “AOL Travel” elegeu como uma das dez melhores sanduíches do mundo.      


Retirado do HardMúsica

02
Out13

Portugueses criaram uma curta em vários locais europeus

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Portugueses criaram uma curta em vários locais europeus


Portugueses criaram uma curta em vários locais europeus

O projecto designado “3D Europe Tour”, desenvolvido por André Figueiredo, antigo aluno Escola das Artes, e Sara Matos, formada em Comunicação Empresarial, pretende dar a conhecer o mundo da animação 3D através da realização de uma curta-metragem em espaços públicos e museus de algumas cidades europeias.

 

Em cada local será produzida uma parte da curta-metragem, sendo apresentado a quem se cruze com o projeto todo o processo de criação, desde a fase de pré-produção, passando pela modelação de objetos até à forma como se dá vida às personagens.

 

A apresentação do projecto, que conta com a parceria da Escola das Artes/Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes (CITAR)/ Centro de Criatividade Digital (CCD), irá ocorrer no dia 02 de Outubro, no Edifício AXA, na Avenida dos Aliados, no Porto, pelas 22:00, podendo ser visto, no mesmo local, de 03 a 06 de Outubro, entre as 15:00 e as 20:00. 

Segue-se a exibição no Metro do Porto e no MIBA - Museu d´Idees i Invents de Barcelona, estando previsto seguir para Praga, Estocolmo e outros destinos ainda a definir.

 

No final, os dois jovens formarão a obra final que, além da arte do 3D, pretende também aliar na curta-metragem elementos de cada local”, referiu a instituição de ensino.

 

A ideia que deu origem ao "3D Europe Tour" surgiu numa viagem dos mentores do projecto em 2010. Contudo foi a partir de Junho deste ano que começaram a dar-lhe vida.

 

Veja aqui o vídeo de apresentação deste projecto.


Retirado do HardMúsica

01
Out13

Rota do Petisco, um percurso gastronómico para seguir em Portimão

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Rota do Petisco, um percurso gastronómico para seguir em Portimão


Rota do Petisco, um percurso gastronómico para seguir em Portimão

A Rota do Petisco, que tem o seu iníco a 06 de Setembro na cidade algarvia de Portimão, e se prolonga até 13 de Outubro, conta com a participação de 70 estabelecimentos

 

São 70 diferentes propostas para degustar nesta rota, 58 na modalidade petisco e 12 na modalidade doce regional, distribuídos em sete diferentes zonas.

A Ementa do Petisco é composta por um prato com uma bebida, com o preço unitário de 02.50 euros. Por sua vez a Ementa do Doce Regional, composta por uma sobremesa e também por uma bebida tem um preço unitário de 02.00 euros.


Segundo a organização, os passaportes da Rota do Petisco de Portimão poderão ser adquiridos, a partir de 06 de Setembro, nos estabelecimentos aderentes da Rota 2013, bem como nos Postos de Informação da Rota: Museu Municipal de Portimão, Posto de Turismo de Portimão, Casa Manuel Teixeira Gomes em Portimão, Posto de Turismo da Praia da Rocha, Posto de Turismo de Alvor e Posto de Correios de Ferragudo.

Para além do centro de Portimão (zonas azul, verde, amarela e vermelha com 37 estabelecimentos) e da Praia da Rocha (zona laranja com 16 estabelecimentos), em 2013 a Rota vai também chegar a Alvor (zona castanha com 08 estabelecimentos), com o apoio fundamental da Associação Alvorecer, que dinamizou a criação desta nova zona da Rota do Petisco. 

Outra das novidades é a inclusão de uma Zona Convidada fora do concelho de Portimão que, em 2013, será Ferragudo (zona rosa com 09 estabelecimentos).


Retirado de HardMúsica

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