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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

17
Fev14

Teatro - Companhia da Esquina , EM BAIXO E EM CIMA – a propósito de Beckett

olhar para o mundo

Em Baixo, em cima

 

Em Baixo e Em Cima – a propósito de Beckett

 

No próximo dia 27 de Março (Dia Mundial do Teatro) a Companhia da Esquina estreará a sua mais recente produção, o espetáculo EM BAIXO E EM CIMA – a propósito de Beckett, com autoria e encenação de Jorge Gomes Ribeiro. O espetáculo ficará em Cartaz no Teatro Taborda de 27 a 30 de Março, às 21h30.

 

No dia 26 de Março, pelas 19h00, realizar-se-á o lançamento em livro, do texto original da peça, numa edição da Escola Superior de Teatro e Cinema, igualmente no espaço do Teatro Taborda. Este lançamento será aberto ao público e contará com apresentação de Maria do Céu Guerra e da Dra. Maria Helena Serôdio.

 

Ficha Técnica e Artística:

Texto e Encenação: Jorge Gomes Ribeiro

Interpretação: Sérgio Moras; Sérgio Moura Afonso e Ruy Malheiro

Fotografia: Rita Fernandes

Produção: Susana Costa e Ruy Malheiro

 

Sinopse:

Barrabás sempre foi vagabundo, nunca quis ser outra coisa, ape­nas isso, isso e olhar as estrelas.

 

Rostabal, esse, calcula os pormenores, as impossibilidades ínfimas.

 

São duas figuras em situação, dois homens e uma mala, uma sucessão de tentativas falhadas, a alteridade da sua existência, a impossibilidade de sair. Os dois jogam o jogo eterno das pa­lavras, o jogo do reconhecimento, no intuito de sobreviver, no intuito de existir.

 

A propósito de Beckett

 

A um determinado nível este drama de inspiração beckettiana pode ser visto como o prolongamento de uma linha de rejeição da falácia da arte realista.

 

A reforçar esta rejeição reside o facto de que as figuras neste espetáculo são alusivas da condição de vagabundo, de uma quin­ta essência cómica da imagem de Charlie Chaplin.

 

Estas figuras do absurdo, puramente ficcionais, contrariam as personagens do dia a dia que se encontram normalmente no drama mais naturalista e relembram uma semelhança risível à imagem do homem.

 

Em Baixo e Em Cima, alternadamente e simultaneamente, estas figuras interpretam pequenos episódios dentro da peça, elabo­rados apenas sob um tema de passagem no texto ou no humor instalado, em vez de uma acção linear baseada na causa do texto dramático e respectivo efeito.

 

Como a linguagem, na perspectiva do absurdo, é considerada uma ferramenta cénica das mais racionais é subordinada então a efeitos não verbais e a uma inadequação constante.

 

Consegue-se assim chegar a uma estrutura paralela ao caos que é o seu objectivo dramático. A sensação de absurdo é conse­guida e ampliada pela justaposição de factos e acontecimentos incongruentes que estimulam no público sensações irónicas e sério-cómicas.

 

1 Beckett, PROUST, New York, 1970

 

Preços e Reservas:

€ 10 - Público geral

€5 - Menores de 25 e maiores de 65 anos, Desempregados, Estudantes, Residentes, Profissionais do Espetáculo e Grupos (c/ um mínimo de 10 elementos)

 

contactos para reserva são o 218854190, 968015251 e o email jbelo@teatrodagaragem.com

15
Fev14

"El Gato Montes" de Manuel Penella em Março no São Carlos

olhar para o mundo

"El Gato Montes" de Manuel Penella em Março no São Carlos

Em comunicado hoje divulgado, o Teatro Nacional de S. Carlos, em Lisboa (TNSC), apresenta, em Março, a ópera "El gato Montés", do espanhol Manuel Penella, uma "tragédia em três actos, entre o repertório lírico e a zarzuela".

 

"El Gato Montés" de Manuel Penella, é uma ópera em três actos e cinco quadros que estreou em Valência, Espanha, em 1917, que estará em cena no palco lisboeta nos dias 07 e 09 de Março, sob a direcção musical de Cristóbal Soler e encenação de José Carlos Plaza.


Do elenco faz parte a meio-soprano espanhola Marifé Nogales, que integrou "Il Viaggio à Rems" de Rossini, apresentada este mês, em estreia no Teatro Naional de São Carlos.

"El gato Montés", uma produção do Teatro da Zarzuela, de Madrid, conta ainda com outros cantores líricos espanhóis, como Saioa Hernández, Milagros Martín, Ángel Ódena, Andeka Gorrotxategi, Enrique Baquerizo, Luis Cansino e Román Fernández-Cañadas.


O restante elenco é composto pelos líricos portugueses João Merino, Manuel Rebelo, Bruno Almeida, João Oliveira e Carolina Figueiredo, que se desdobra nos papéis de "Lolita" e "Pastorcillo", e ainda o Coro do TNSC e elementos do Coro Juvenil de Lisboa.


Em nota, o TNSC recorda a estreia da ópera de Penella, "na mesma altura dos ofuscantes 'Ballets Russes', de Diaghilev, cuja estrela Nijinski brilhava na altura no Teatro Real" , coincidindo com uma década em que Espanha via "a sua muito própria Belle Époque, marcada pelo crescimento económico e a ascensão social, pautada pela estreia de 'Margarita la tornera' de Chapi, e o sucesso londrino de 'O chapéu dos três bicos', de Manuel de Falla".


Segundo o TNSC, na década de 1910, esta ópera foi "considerada 'popular'" face à "riqueza artística em geral vivida", apesar do seu "valor, dimensão e complexidade".


A ópera de Manuel Penella, filho do compositor Manuel Penella Raga, decorre no ambiente andaluz. O primeiro acto tem por cenário uma propriedade onde se aguarda pelo regresso do toureiro Rafael Ruíz, El Macareno, depois do triunfo em Madrid. 

Dos convivas fazem parte Soleá e Frasquita, respectivamente noiva e mãe do toureiro, e o Padre Antón, que o baptizou. Rafael e Soleá declaram publicamente o seu amor, mas uma cigana lê a mão de Rafael e prevê a sua morte frente aos touros. 

A festa é interrompida quando aparece um bandido chamado Juanillo, El Gato Montés, que afirma que Soleá gosta de si.

 

Estão lançados os dados para uma tragédia lírica, fortemente impregnada do toque trágico da Andaluzia: El Macareno morre depois de colhido na Praça de Sevilha, Soleá morre de desgosto, El gato Montés rouba o seu corpo, enfrenta a raiva popular e morre abraçado à morta.

 

O Teatro Nacioonal de São Carlos tem actualmente, como director artístico, o italiano Paolo Pinamonti, que tinha deixado o teatro lisboeta em 2007, e que, desde 2011, é também director do Teatro da Zarzuela desde 2011.

 

Retirado do HardMúsica

15
Fev14

Manifesto quer obras de Miró expostas em Portugal

olhar para o mundo
Miró
Um manifesto público, criado pelos mesmos organizadores da petição a favor da manutenção das obras de Joan Miró em Portugal, vai ser enviado na próxima semana ao Governo e à Parvalorem, a pedir a exibição dos quadros no país.

De acordo com o galerista Carlos Cabral Nunes, um dos responsáveis pela petição "Manutenção em Portugal das obras de Miró", lançada em Janeiro deste ano, e que reuniu mais de 10.000 assinaturas, o manifesto público vai ser ultimado durante o fim de semana."A ideia é partir da petição, que continua activa, e reunir as pessoas que apoiaram essa iniciativa, um mês depois do seu primeiro encontro", disse o curador e um dos fundadores do Colectivo Multimédia Perve, em Lisboa, que gere a Casa da Liberdade - Mário Cesariny.Foi a petição pública lançada em Janeiro que primeiro suscitou o debate sobre a saída dos 85 quadros de Joan Miró(1893-1983), que faziam parte dos activos financeiros do Banco Português de Negócios (BPN) nacionalizado pelo Estado, e que o Governo decidiu vender em Londres, num leilão internacional.Depois de ter sido rejeitada no parlamento uma proposta de resolução do PS para a suspensão da venda das obras, um grupo de deputados socialistas pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) que requeresse, nesse sentido, uma providência cautelar junto do Tribunal Administrativo de Lisboa.

A Christie´s, leiloeira contratada pela empresa Parvalorem, encarregada de gerir a dívida do banco, acabaria por cancelar o leilão, a 04 de Fevereiro - o primeiro dia previsto para a venda -, na mesma data em que o Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa anunciava ter indeferido uma providência cautelar interposta pelo Ministério Público a pedir a suspensão da venda.Apesar de ter rejeitado a providência cautelar, o Tribunal apontou ilegalidades no processo de expedição das obras."A petição representa um movimento cívico com todo o tipo de pessoas, desde artistas, estudantes, deputados conhecidos e pessoas anónimas que defendem a manutenção das obras no país", sublinhou Cabral Nunes em declarações à Lusa.

Apontou ainda que "o Governo já disse publicamente que mantém a decisão de venda dos quadros, mas, se assim for, é um processo que vai durar pelo menos um ano, devido à entrada de processos nas instâncias judiciais"."Entretanto, o Governo poderia exibir as obras publicamente, durante uns quatro meses, em museus de Lisboa e do Porto, dando finalmente a possibilidade do público português de apreciar essas obras. Com o mediatismo entretanto alcançado, seria possível obter um retorno financeiro significativo", sugeriu o galerista.

Carlos Cabral Nunes fez um esboço de um texto do manifesto público que vai apresentar à apreciação do movimento peticionário, numa sessão que decorrerá no sábado, às 18:00, na Casa da Liberdade, em Lisboa, de entrada livre, "para todos os que o quiserem assinar".Indicou ainda que, pelas 16:00 do mesmo dia, está prevista uma intervenção no Museu Berardo, no Centro Cultural de Belém, pelo historiador de arte Rui Mário Gonçalves, inserida no ciclo "As Escolhas dos Críticos", sobre uma tela de Joan Miró existente na colecção do empresário.

O movimento cívico defende "uma avaliação competente das obras para se fazer uma análise mais substantiva do impacto deste conjunto artístico no país". "Só depois se deve decidir o seu destino, eventualmente o que vale a pena ficar em Portugal, e o que deve ser vendido".

Nas últimas décadas, destacam-se duas exposições exclusivamente dedicadas ao artista catalão, em Portugal, nomeadamente "Os Mirós de Miró", na Fundação de Serralves, em 1990, e as "Constellations de Joan Miró", na Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, em Lisboa, em 1998.Na altura, a fundação considerou importante apresentar ao público português estas obras em guache, porque nelas tiveram origem algumas das mais conhecidas telas de Miró.
retirado do HardMúsica
13
Fev14

Caetano Veloso - Multishow Ao Vivo Abraçaço no Coliseu dos recreios

olhar para o mundo

Caetano Veloso

 

Multishow Ao Vivo - Caetano Veloso - Abraçaço"

Ao vivo no Coliseu dos Recreios, dia 28 de Abril

 

"Abraçaço" foi um disco que me surpreendeu e intrigou. Recebo com alegria as reações positivas que ele provoca mas sigo pensando que não o conheço direito. Ou não o entendo. Quando fizemos o show de lançamento, no Circo Voador, a intimidade da plateia com as novas canções me comoveu. Eu próprio não sabia quase nada de seus possíveis encantos. Mas há coisas claras. A naturalidade com que Pedro Sá, Ricardo Dias Gomes e Marcelo Callado tratam as canções é perceptível mesmo para mim.

 

A bandaCê. Nossa colaboração foi miraculosamente direta desde o "Cê". Mas, com o tempo, tudo o que era entendido e realizado passou a ser produzido de modo tão orgânico que o que se capta é só a beleza, nunca as intenções. Sempre gostei de "A bossa nova é foda", mas aprendi a gostar de "Quero ser justo" e de "Quando o galo cantou" - e de "Um abraçaço"! - depois que os três caras as traduziram para mim. Suponho que eles gostavam mais de todas essas do que eu. Mais importante: Moreno gostava mais de tudo o que estávamos fazendo do que eu conseguiria. É a certeza dele que, tendo feito do disco algo auto-afirmado, responde pela limpidez do som que se pode ouvir nas gravações ao vivo que estão no DVD e no CD que saem agora.

 

Perto de Vavá Furquim na análise da acústica do Vivo Rio (onde fizemos as apresentações que foram gravadas) e de Daniel Carvalho nas mesas de captação, mixagem e masterização dos sons, Moreno fez do "Multishow Ao Vivo - Caetano Veloso - Abraçaço" um trabalho relevante. Mágica foi a chegada de Hélio Eichbauer. Eu o tinha convidado para fazer a capa de um caderninho em que eu leria a letra de "Alexandre". Ele veio ao ensaio e, aceitando que tivéssemos apenas um fundo preto (mas dizendo que há pretos e pretos), fez a capa do caderno (que afinal saiu de cena, já que deixei de cantar "Alexandre", canção que adoro, pois não gosto de cantar lendo) e um pano de fundo composto de diferentes texturas e graus de transparência, chegando à lembrança de que o "Quadrado negro" de Malevich completava 100 anos em 2013 - e pediu a Igor Perseke para fazer reproduções, não só do "Quadrado negro", mas também dos outros três quadros mais radicais do pintor russo, pontilhando o palco com quatro cavaletes.

 

A luz, planejada por Hélio e Gabriel Farinon, seguiu as sugestões visuais dos pretos e dos quadros e as sugestões sonoras e poéticas das canções. A combinação de tudo isso foi captada com cuidado e energia por Paulinha Lavigne e Fernando Young. Para celebrar o fato de termos conseguido registrar tão bem o show (que, apesar de minha ignorância do sentido central do CD "Abraçaço", sempre nos deu alegria e comoção), vamos fazer apresentações especiais.

 

De certa forma, o lançamento do DVD e do CD ao vivo também celebra as premiações do Grammy Latino obtidas pelo CD feito em estúdio. O fato de a inventiva e elegante capa criada por Quinta-Feira e Fernando Young ter recebido prêmio de melhor projeto gráfico (além de o refinamento sonoro com que a bandaCê, Daniel e Moreno enriqueceram meu enigmático trabalho de composição) me encheu de alegria, tanto que a parceria com a dupla é repetida na capa deste novo trabalho.

 

Com o passar do tempo e com as revelações feitas por esses companheiros todos (e pelas plateias), canções como "Quando o galo cantou", "Quero ser justo" e "Estou triste" passaram a me parecer amáveis. Tenho muito orgulho de conseguir atenção e respeito por "Um comunista", música que dura 10 minutos e tem na letra certas dicções meio didáticas algo irregulares. Acho que muita gente pode gostar de ver e ouvir o que foi gravado num Vivo Rio lotado e participante. Sinto algum prazer em ter esse objeto para exibir.

 

Caetano Veloso

Janeiro de 2014

 

Caetano Veloso vai passar pelo Coliseu dos Recreios no próximo dia 28 de Abril. Os bilhetes já estão à venda nos locais habituais.

12
Fev14

O Meu Pai É Um Homem Pássaro - TEATROESFERA

olhar para o mundo

O meu pai é um pássaro

 

O Meu Pai É Um Homem Pássaro 
TEATROESFERA
Teatro

 


A eleição do onírico e do humor num espetáculo surpreendente.

 

Um texto de um dos escritores britânicos contemporâneos mais aclamados na escrita infanto-juvenil, tendo sido premiado com o Carnegie Medal e o Whitebread Children´s Book Award.

 

“O meu Pai é um Homem-Pássaro” de David Almond é, segundo o BookBrowse, uma história [...] sobre uma rapariga perspicaz, cujo pai, que crê ser um pássaro, tenta voar acima do sofrimento terrestre, elevará o espírito dos leitores jovens e adultos. Almond escreveu uma fábula, e a linguagem é poética, até mesmo delicada. As crianças gostarão de ler sobre os crescidos patéticos e crianças perspicazes. Os adultos [...] reconhecerão o impulso do pai da Lizzie [...] para fugir da Terra e voltar para começar de novo.

 

João Ricardo, cofundador do Teatroesfera, que assina este espetáculo “O meu Pai é um Homem-Pássaro” é conhecido do grande público não só pelas personagens divertidas de reflexão social que nos divertem, como também pelas suas encenações, criação de imagens oníricas e pela sensibilidade com que cruza o sentimento e o humor. O universo cenográfico de Ana Sofia Gonçalves desperta a nossa memória de infância enquanto desafia a dos mais jovens.

 

O Teatroesfera é uma companhia profissional, fundada em 1995, sedeada em Monte-Abraão – Queluz, que produz também regularmente espetáculos para crianças que têm como principal preocupação divulgar a carta dos Direitos Humanos e o respeito e o equilíbrio entre o Homem e a Natureza. Elege o humor como veículo primordial na relação com o público e estimula a vontade de aprender a crescer e ser feliz.

 

Preço: 5/7,5 * €
Duração: 80 minutos
Classificação: M/4
*Preço Desempregado 2,50€ (mediante apresentação de comprovativo do Centro de Emprego ou Segurança Social).

Preço Família 15€ (até ao máximo de 4 elementos).




Ficha Técnica


Autor – David Almond

Encenação – João Ricardo

Cenografia, Figurinos E Cartaz – Ana Sofia Gonçalves

Interpretação – Carolina Salles, José Graça, Paula Sousa, Pedro Filipe Mendes E Tiago Ortis

Tradução – Tiago Ortis

Iluminação – El Duplo

Execução Do Cenário – José Graça

Execução Do Guarda-Roupa – Maria Dos Prazeres

Cabeleiras – Pessoa Júnior

Operação De Luz E Som – João Oom

Direção De Produção – Tiago Ortis

Assistente De Produção – Ana Pestana

Co-Produção – Teatroesfera E Teatro Da Terra

12
Fev14

MARIAH CAREY REVELA «YOU’RE MINE (ETERNAL)»

olhar para o mundo

MARIAH CAREY REVELA «YOU’RE MINE (ETERNAL)»

 

MARIAH CAREY REVELA «YOU’RE MINE (ETERNAL)»

SINGLE APRESENTA O NOVO ÁLBUM
DA MEGA-ESTRELA

«You’re Mine (Eternal)» já está disponível

Novo registo de Mariah Carey
vai ser editado dia 5 de Maio


«You’re Mine (Eternal)» é o novo single de Mariah Carey e a mais recente amostra para o 14º álbum da multi-platinada cantora. O novo registo de Mariah Carey vai ser editado no dia 5 de Maio, ao passo que «You’re Mine (Eternal)» já está disponível. Veja aqui a apresentação do single.

 

As primeiras pistas para o aguardado longa-duração de Mariah Carey foram dadas no ano passado, quando a cantora revelou«#Beautiful», que conta com a participação de Miguel. De acordo com declarações de Mariah Carey à revista Billboard, «o novo álbum tem muito mais baladas cruas do que as pessoas estão à espera». Produzido por uma equipa de luxo, que inclui Jermaine Dupri, Bryan-Michael Cox, Big Jim Wright, Hit-Boy, The-Dream, Mike Will e Rodney Jerkins, o registo vai suceder a «Memoirs of An Imperfect Angel», o multi-platinado disco editado em Setembro de 2009.

 

Depois de mudar, de forma indelével, a trajectória da música pop,Mariah Carey é a artista feminina mais bem sucedida de todos os tempos, com mais de 200 milhões de álbuns vendidos. Nas várias tabelas da Billboard – singles, álbuns, vendas e airplay –, foi líder por 224 vezes, desde a sua estreia, com «Vison of Love», e incluindo 18 nº1 no top de singles Hot 100 (17 dos quais a solo). Com o seu timbre único, imparável criatividade e impressionante talento,Mariah Carey mudou o rumo da história da pop. Cantora, compositora e produtora, foi galardoada com cinco Grammys e nove American Music Awards, foi considerada Artista da Década pela Billboard e recebeu o World Music Award para a Artista Com Mais Vendas no Milénio – apenas para referir alguns dos seus muitos feitos!

 

O 14º álbum de Mariah Carey vai ser editado no dia 5 de Maio, pelo Island Def Jam Music Group.

11
Fev14

Festival de Teatro de Almada distinguido com o Prémio da Crítica 2013

olhar para o mundo
Festival de Teatro de Almada distinguido com o Prémio da Crítica 2013

A Associação Portuguesa de Críticos de Teatro atribuiu o Prémio da Crítica, relativo ao ano passado, ao Festival de Teatro de Almada, apontado como "um caso exemplar do teatro português", divulgou hoje o júri.

 

O júri, constituído por Emília Costa, João Carneiro, Maria Helena Serôdio, Rui Monteiro e Samuel Silva, decidiu ainda atribuir três Menções Especiais aos espectáculos "Ah, os dias felizes", pelo Teatro Nacional São João, "Os meus sentimentos", por Mónica Calle, e "Rei Lear", pelo Teatro Oficina.

 

O Festival de Teatro de Almada celebrou no passado 30 anos de existências, e segundo o júri do Prémio, "reuniu muito daquilo que de melhor e de mais interessante foi sendo produzido em Portugal e fora dele".

 

Na justificação do prémio, o júri salienta que, no Festival, "a qualidade tem estado em incessante progressão, e a relação com o público é um modelo de funcionamento social das práticas artísticas".

 

"Tudo tem sido feito, contudo, sem concessões a populismo e gigantismo megalómano, e sem recurso à legitimação social e política que, em muitas das actuais políticas culturais, assenta essencialmente em pressupostos mercantilistas e quantitativos", afirma o júri.

 

"O Festival de Almada é, assim, um caso exemplar do teatro português", remata o júri.

 

Relativamente às menções especiais, sobre "Ah, Os dias felizes", de Samuel Beckett, pelo Teatro Nacional São João, no Porto, o júri justifica-a "pela exigência artística que o espectáculo revelava em todos os planos do seu conseguimento".

 

O júri sublinha a "singular exuberância cenográfica e de figurino, de Nuno Carinhas", a "brilhante iluminação de cena, de Nuno Meira, e uma exigente e calculada vivacidade na interpretação, de Emília Silvestre, inscrevendo nesta revisitação ao mundo de Beckett um sentido de possível desinquietação face ao esvaziamento da vida que nos cabe hoje viver".

 

Quanto a "Os meus sentimentos", afirma o júri que "Mónica Calle construiu um espectáculo admirável onde uma única actriz, com o movimento do seu corpo e a entoação da sua voz nas poéticas palavras de Dulce Maria Cardoso, coadjuvada por uma magistral selecção musical e por um irrepreensível jogo de luzes, seduziu o público durante cerca de sete horas".

 

"No mais minimalista dos cenários, a essência mágica do teatro", rematam os jurados.

 

A escolha de "Rei Lear", pelo Teatro Oficina, é justificada "pela reflexão sobre o papel do teatro nos nossos dias feita a partir de um texto clássico que assumia um lugar central em todo o espectáculo, apesar da actualidade com que se apresentavam espaço cénico, figurinos e modos de elocução".

 

Os jurados salientam "a encenação de Marcos Barbosa, que utilizava de forma inteligente o dispositivo cénico de Ricardo Preto para interpelar o lugar dos espectadores e dos atores, expondo-se estes de forma simples e próxima, e provando, assim, a maturidade da companhia".

 

No comunicado enviado à agência Lusa, a Associação Portuguesa de Críticos de Teatro afirma que "em breve" será divulgado "o local, dia e hora em que se realizará a cerimónia da entrega destes prémios".

 

Retirado do Sol

11
Fev14

Morreu actriz norte-americana Shirley Temple

olhar para o mundo
Morreu actriz norte-americana Shirley Temple

A actriz norte-americana Shirley Temple morreu na segunda-feira aos 85 anos, em Woodside, Califórnia, revelou hoje a família. Em comunicado, citado pela BBC, a família explica que a actriz morreu de causas naturais.

 

Nascida a 23 de Abril de 1928, em Santa Mónica (Califórnia), Shirley Jane Temple começou muito cedo na representação, aos três anos, e rapidamente se tornou numa estrela do cinema norte-americano nos anos da Grande Depressão nos Estados Unidos, com um ar doce e caracóis dourados em filmes como "Bright Eyes" (1934) e "A princesinha" (1939).

 

Trabalhou com John Ford, John Wayne, Henry Fonda, Cary Grant e Ginger Rogers, entre outros, e o sucesso em Hollywood extravasou o grande ecrã, com a sua imagem a ser reproduzida em dezenas de produtos comerciais, como acessórios, canecas e bonecas.

 

Em 1935, quando Shirley Temple tinha sete anos, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas atribuiu-lhe um Óscar em reconhecimento pelo contributo para o mundo do entretenimento.

 

Nos anos 1950 e 1960 - já depois de ter feito mais de 40 longas-metragens e de ter abdicado do cinema - protagonizou alguns programas televisivos, nomeadamente "Shirley Temple's Storybook" e "Shirley Temple Show", ao mesmo tempo que tentava uma carreira política, candidatando-se ao Congresso norte-americano pelo Partido Republicano.

 

Apesar de não ter conseguido ser eleita, Shirley Temple manteve-se ligada à política e à diplomacia nas décadas seguintes.

 

A convite do presidente Richard Nixon, trabalhou na Organização das Nações Unidas e foi embaixadora no Gana, com o presidente Gerald Ford foi chefe de protocolo e, entre 1989 e 1992, foi embaixadora na antiga Checoslováquia, a convite de George Bush.

 

Depois de um primeiro casamento, aos 17 anos, que durou cinco anos, Shirley Temple voltou a casar em 1950 e teve dois filhos.

 

Em 1972, a actriz teve cancro da mama e tornou-se numa das primeiras figuras públicas a falar abertamente da doença.

 

Em 1988 publicou uma autobiografia, "Child Star", e, segundo a página oficial da actriz na Internet, estaria actualmente a preparar um novo volume biográfico.

 

Retirado do Sol

10
Fev14

Os escândalos de Bieber, num video igual ao que o Facebook criou para os seus utilizadores

olhar para o mundo

Os escândalos de Bieber, num video igual ao que o Facebook criou para os seus utilizadores

Aproveitando o video que o Facebook criou, numa retrospectiva da sua vida ao longo dos anos, alguns utilizadores criaram a "Versão de Bieber", onde mostra episódios como a prisão do cantor em Miami. Veja o video.

 

Aproveitando o sucesso do "Look Back", uma espécie de retrospectiva em vídeo do Facebook que mostra momentos marcantes dos utilizadores na rede social, como as fotos mais "curtidas" e as primeiros partilhas feitas no site, os utilizadores criaram paródias retratando a vida do cantor pop Justin Bieber, dando bastante ênfase às polémicas em que o artista canadense se envolveu.

 

Num dos vídeos mais vistos, a gravação mostra Bieber numa foto antiga e como se tivesse entrado na maior rede social do mundo em 2009, data que marca o início de sua carreira profissional, seguido de imagens quando começou a ter sucesso.

 

No entanto, em vez de o vídeo mostrar as "publicações mais curtidas", como acontece com a ferramenta do Facebook, a gravação coloca a mensagem "os erros que tu cometeste", e dá destaque a uma série de episódios controversos envolvendo o jovem cantor.

 

Entre as imagens, há flagrantes como o cantor a vomitar durante uma apresentação, quando foi filmado a urinar num balde nas trazeiras de um restaurante, além de quando foi filmado por uma fã com quem teria dormido e ao ser preso após falhar em um teste de alcool em Miami, na Flórida (EUA).

 

No fim do vídeo, feito para parecer exactamente com a retrospectiva do Facebook, aparece um símbolo de "curtir" ao contrário, demonstrando desaprovação pelos episódios de Justin Bieber.

Vídeo:

 

Retirado do HardMúsica
10
Fev14

Festival de Teatro de Almada, apontado como "um caso exemplar do teatro português"

olhar para o mundo

Festival de Teatro de Almada, apontado como "um caso exemplar do teatro português"

A Associação Portuguesa de Críticos de Teatro atribuiu o Prémio da Crítica, relativo ao ano passado, ao Festival de Teatro de Almada, apontado como "um caso exemplar do teatro português", divulgou hoje o júri.

 

O júri, constituído por Emília Costa, João Carneiro, Maria Helena Serôdio, Rui Monteiro e Samuel Silva, decidiu ainda atribuir três Menções Especiais aos espectáculos "Ah, os dias felizes", pelo Teatro Nacional São João, "Os meus sentimentos", por Mónica Calle, e "Rei Lear", pelo Teatro Oficina.

 

O Festival de Teatro de Almada celebrou o ano passado 30 anos de existência, e segundo o júri do Prémio, "reuniu muito daquilo que de melhor e de mais interessante foi sendo produzido em Portugal e fora dele".

Na justificação do prémio, o júri salientou que, no Festival, "a qualidade tem estado em incessante progressão, e a relação com o público é um modelo de funcionamento social das práticas artísticas".

"Tudo tem sido feito, contudo, sem concessões a populismo e gigantismo megalómano, e sem recurso à legitimação social e política que, em muitas das atuais políticas culturais, assenta essencialmente em pressupostos mercantilistas e quantitativos", afirmou o júri.

"O Festival de Almada é, assim, um caso exemplar do teatro português", rematou o júri.

 

Relativamente às menções especiais, sobre "Ah, Os dias felizes", de Samuel Beckett, pelo Teatro Nacional São João, no Porto, o júri justifica-a "pela exigência artística que o espectáculo revelava em todos os planos do seu conseguimento".

O júri sublinhou a "singular exuberância cenográfica e de figurino, de Nuno Carinhas", a "brilhante iluminação de cena, de Nuno Meira, e uma exigente e calculada vivacidade na interpretação, de Emília Silvestre, inscrevendo nesta revisitação ao mundo de Beckett um sentido de possível desinquietação face ao esvaziamento da vida que nos cabe hoje viver".

 

Quanto a "Os meus sentimentos", afirma o júri que "Mónica Calle construiu um espetáculo admirável onde uma única atriz, com o movimento do seu corpo e a entoação da sua voz nas poéticas palavras de Dulce Maria Cardoso, coadjuvada por uma magistral seleção musical e por um irrepreensível jogo de luzes, seduziu o público durante cerca de sete horas".

 

"No mais minimalista dos cenários, a essência mágica do teatro", remataram os jurados.

 

A escolha de "Rei Lear", pelo Teatro Oficina, é justificada "pela reflexão sobre o papel do teatro nos nossos dias feita a partir de um texto clássico que assumia um lugar central em todo o espectáculo, apesar da actualidade com que se apresentavam espaço cénico, figurinos e modos de elocução".

 

Os jurados salientam "a encenação de Marcos Barbosa, que utilizava de forma inteligente o dispositivo cénico de Ricardo Preto para interpelar o lugar dos espectadores e dos actores, expondo-se estes de forma simples e próxima, e provando, assim, a maturidade da companhia".

 

No comunicado enviado à agência Lusa, a Associação Portuguesa de Críticos de Teatro afirmou que "em breve" será divulgado "o local, dia e hora em que se realizará a cerimónia da entrega destes prémios".

 

retirado do HardMúsica

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