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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

Porque há sempre muito para ver e para contar

As Coisas da Cultura

25
Abr15

SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL - HÉCUBA O SOFRIMENTO DESMEDIDO

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HÉCUBA O SOFRIMENTO DESMEDIDO


a partir de Eurípides encenação FERNANDA LAPA


SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL


de 7 a 17 de Maio Quarta a Sábado às 21h00; Domingo às 17h30 Sala Principal M/14 €12 A €15 (com descontos €5 a €10,50)


Num acampamento de mulheres prisioneiras de guerra, em qualquer lugar do mundo, no passado e no presente, a velha Hécuba perdeu a sua pátria e quase todos os seus filhos. Os senhores da guerra sujeitando-a a um sofrimento desmedido, transformamna de um ser humano bom e justo numa cadela vingadora de olhos de fogo. A violência gera violência e o sofrimento em excesso a degradação. Ontem e hoje.


Hécuba: Carla Galvão Cassandra: Margarida Cardeal Polixena: Filomena Cautela Mulher: Sandra Sousa Serva: Nuna Livhaber Clitemnestra: Fernanda Lapa Coro: Fernanda Lapa, Filomena Cautela, Inês Santos Cruz, Margarida Cardeal, Sandra Sousa, Nuna Livhaber Espectro de Polidoro: Vasco Batista Ulisses: Luís Gaspar Polimestor: Luís Gaspar Taltíbio: Vasco Batista Agamémnon: Afonso Molinar

Escola de Mulheres - Oficina de Teatro Pç. António Baião, nº 4 A, Loja 1500-712 Lisboa Tm: 915 039 568 | Fax: 217 780 987 email: emulheres.oficina@gmail.com Site: www.escolademulheres.com

 

Tradução: José Luís Coelho, Fernanda Lapa e Maria do Céu Fialho Dramaturgia e encenação: Fernanda Lapa Cenografia e figurinos: António Lagarto Coreografia e assistência de encenação: Marta Lapa Cabelos: Sano de Perpessac Desenho de luz: José Nuno Lima Sonoplastia: Pedro Costa e Sérgio Henriques Assistente de António Lagarto: Jesus Manuel Direcção de produção: Ruy Malheiro


Co-produção: Escola de Mulheres e São Luiz Teatro Municipal


Escola de Mulheres é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal - Secretário de Estado da Cultura/ DGArtes
Bilheteira São Luiz: bilheteira@teatrosaoluiz.pt Tel. (+351) 213 257 650 Todos os dias, das 13h às 20h

25
Abr15

THE CHEMICAL BROTHERS - "Born in the Echoes" é o novo álbum e chega a 17 de julho

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THE CHEMICAL BROTHERS

"Born in the Echoes" é o novo álbum e chega a 17 de julho



Beck, St. Vincent e Q-Tip entre convidados do sucessor de "Further"

Os The Chemical Brothers estão de volta. "Born in the Echoes", o 8.º álbum de originais da dupla, é editado a 17 de julho e sucede a "Further", editado em 2010. 

Nome incontornável na música de dança das últimas décadas, os Chemical Brothers - Tom Rowlands e Ed Simons - apresentam o seu novo álbum numa altura em que estão confirmadas atuações em festivais de verão emblemáticos como Glastonbury, Sonar e Bestival. "Borni n the Echoes", a novidade, é composto por 11 novas canções e será antecipado pelo tema "Sometimes I Feel So Deserted", que chega já esta sexta-feira. Este é também o dia que começa a pré-venda do disco nas lojas online e este é o tema que os fãs recebem de imediato ao encomendarem o disco. 

Beck, St. Vincent, Q-Tip, Cate Le Bon e Ali Love são os convidados especiais da dupla no novo disco. Funk robótica e elementos psicadélicos são características vincadas em "Born in the Echoes", que apresenta uns The Chemical Brothers revigorados e a fazer alguma da música mais vanguardista e expansiva da sua carreira.

Ativo desde 1991, o grupo foi recentemente condecorado com um prémio Ivor Novello pela abrangência, longevidade e qualidade do seu repertório. "Born in the Echoes" devolve os The Chemical Brothers aos originais e promete marcar o ano discográfico. 
23
Abr15

MERCADO ROMANO VAI RECRIAR O PASSADO NO CENÁRIO REAL DAS RUÍNAS ROMANAS DE TROIA

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MERCADO ROMANO VAI RECRIAR O PASSADO

 

NO CENÁRIO REAL DAS RUÍNAS ROMANAS DE TROIA

 

De 1 a 3 de Maio os Ludi Florales, Jogos Florais, chegam a Tróia.

 

Tróia, 23 de Abril de 2014 – É já nos próximos 1, 2 e 3 de Maio, entre as 11h00 e as 20h00, que as Ruínas Romanas de Tróia serão palco do Mercado Romano, uma verdadeira viagem ao passado que terá como objectivo reavivar a história deste que é o maior complexo de salgas de peixe conhecido no mundo romano. Este ano recriam-se os Ludi Florales, Jogos Florais, um conhecido festival romano em honra da deusa Flora.

 

Durante três dias, numa iniciativa organizada pelo TROIA RESORT, os visitantes recuarão dois mil anos no tempo, cruzando-se com vários personagens inspirados na Roma Antiga, e ao longo do dia será possível assistir a vários momentos teatrais associados ao culto da deusa Flora,como o Florifertum, o Mito da Deusa Flora e o nascimento de Marte. Haverá também tabernas romanas onde não faltarão os sabores de época, como o porco no espeto, a sopa de "entulho", os crepes gauleses, hidromel e muito vinho. Vários artesãos e vendedores terão à venda peças em ferro e cerâmica, bijuteria, coroas de flores, frutos secos, vários doces e mel, no meio de muita música, danças e animação.

 

Uma Quinta Romana com animais vivos e passeios de burro e de pónei farão as delícias dos mais novos. Haverá ainda oficinas educativas para fazer coroas de flores, louros e hera e máscaras de teatro clássico inspiradas na figura da deusa Flora e seu esposo Zéfiro, organizadas pelo Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas. As crianças serão ainda convidadas a preparar oferendas para a deusa e diversos jogos tradicionais romanos vão garantir o divertimento de toda a família.

 

A entrada no Mercado Romano de Tróia tem o custo de 3 euros por dia e é gratuita para menores de 5 anos. Para chegar às Ruínas Romanas de Tróia, haverá o serviço de transporte gratuito de visitantes em autocarros a partir dos cais dos ferries e dos catamarans de Tróia.

 

O evento tem a parceria da Câmara Municipal de Grândola, da Câmara Municipal de Setúbal, do Turismo do Alentejo, do Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas, do Pestana Tróia e Infratróia. A animação histórica está a cargo do Passado Vivo e a transportadora oficial é a Atlantic Ferries.

 

Depois de a edição de 2014 ter trazido às Ruínas Romanas de Tróia mais de 4500 visitantes, o Mercado Romano de Tróia regressa agora para promover a dinamização cultural deste importante património histórico e arqueológico da região, classificado como Monumento Nacional desde 1910.

 

22
Abr15

Cine-Teatro de Estarreja - Jovens levantam a mão pelos seus direitos

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Jovens levantam a mão pelos seus direitos


O Teatro do Desassossego prepara-se para mais uma estreia no âmbito do projeto Panos 2015 e, no próximo dia 24 de abril, às 21h30, promete desassossegar a plateia com tudo o que tem para dizer.

 

O texto que marca mais uma incursão do Grupo de Teatro Juvenil do CTE - agora Teatro do Desassossego - ao universo Panos - Palcos Novos, Palavras Novas, promovido pela Culturgest, tem assinatura do autor galego Pablo Fidalgo Lareo. “Só há uma vida e nela quero ter tempo para construir-me e destruir-me” revela que os jovens também sabem o que fazem e que querem ter voz ativa na sociedade.

Escrita propositadamente para o Panos, a obra de Pablo Fidalgo Lareo recebe em Estarreja encenação de Teresa Arcanjo, que prefere classificar a peça como uma “performance” já que se trata de “um texto” sem personagens e demais elementos que caracterizam a estrutura típica de uma peça de teatro. Segundo Teresa Arcanjo, o texto escolhido pelos 9 jovens do Teatro do Desassossego, mostra “a revolta que esta geração tem de ter herdado um país defeituoso, uma europa defeituosa.

Esta é a quarta estreia do Teatro do Desassossego. “Só há uma vida e nela quero ter tempo para construir-me e destruir-me”, de Pablo Fidalgo Lareo, segue-se a “Os Anjos Tossem Assim” (2014), de Sandro William Junqueira, “Ester” (2013), de Rui Catalão, e “The Grandfathers” (2012), de Rory Mullarkey. Com a apresentação da peça do ano passado, o Teatro do Desassossego mereceu distinção e, entre 35 grupos participantes, foi um dos 6 selecionados para mostrar todo o trabalho desenvolvido no Festival Panos, que decorreu em maio de 2014 na Culturgest, em Lisboa. Fazer parte do Festival Panos 2015 é uma ambição, mas a aprendizagem é a verdadeira prioridade. Teresa Arcanjo não esconde a vontade de voltar a Lisboa: “Claro que era fabuloso se nós conseguíssemos ir este ano outra vez, mas o importante é que eles aprendam com tudo isto.”

Com idades entre os 12 e os 18 anos, Bianca Oliveira, Cátia Azevedo, Gabriela Garcia da Silva, Henrique Rainho, Lucília Anjos, Mariana Ribeiro, Mariana Rodrigues, Sofia de Brito Tavares e Sofia Valente Bastos são os 9 adolescentes que dão corpo e voz a este manifesto. Dia 24 de abril, a partir do auditório do Cine-Teatro de Estarreja, o passado, o presente, a educação, o dinheiro, o capitalismo, a crise, o conformismo serão questionados, motivando o pensamento crítico face ao mundo atual. Quando o assunto é o futuro, estes jovens são os primeiros a levantar a mão.

Bilhetes à venda na Bilheteira do CTE, no site da Bilheteira Online, lojas CTT, Fnac e El Corte Inglés.

SEX 24 ABR 21H30
Só há uma vida e nela quero ter tempo para construir-me e destruir-me

Pablo Fidalgo Lareo texto original
Teresa Arcanjo 
encenação
Bianca Oliveira, Cátia Azevedo, Gabriela Garcia da Silva, Henrique Rainho, Lucília Anjos, Mariana Ribeiro, Mariana Rodrigues, Sofia de Brito Tavares, Sofia Valente Bastos 
interpretação
Cine-Teatro de Estarreja 
produção

Espetáculo inserido no Projeto PANOS 2015/Culturgest
[TEATRO] 3€

+

http://www.cineteatroestarreja.com
http://www.facebook.com/cinestarreja
http://twitter.com/CTE__

21
Abr15

25 de Abril na Acert - Teatro - MARX NO SOHO De Howard Zinn, Adaptação de Pepe Sendón

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MARX NO SOHO
De Howard Zinn, Adaptação de Pepe Sendón
Teatro

Local:  Auditório 2
Data/Hora:  Sex, 24 abr'15 às 21:45



Um monólogo a partir de Marx, confirmando que o passado não perde utilidade quando se trata de olhar para o futuro

Hoje, no século XXI, a humanidade só atende os desígnios de um único oráculo: a economia. O responsável por colocar a economia no centro do pensamento do ser humano sobre si próprio foi Karl Marx. As suas análises do modo de produção capitalista marcaram a evolução de um ramo do saber a que se chamou economia política. Agora, a “economia política” já é só “economia”. O adjetivo ‘política’ implicava que a economia podia ser modificada em beneficio da polis, da comunidade. Mas agora a economia quer ser uma ciência “pura” sem condicionantes humanos, que só responde a uma lógica matemática indiferente às condições de vida das pessoas.


No último ano do século XX, quando a doutrina neoliberal reinava triunfante e prefigurava a realidade social que estamos a viver; quando a queda dos regimes do socialismo estatista marcava o “fim da história” e a chegada do pensamento único, o historiador norte-americano Howard Zinn escreveu o monólogo teatral “Marx no Soho”, que devolve à vida a figura de Karl Marx, tentando avaliar a atualidade do seu pensamento, deslindando o Marx do que se conheceu como marxismo e, sobretudo, recuperando a dimensão humana de uma pessoa que, a partir de uma mesa num frio apartamento do Soho, modificou o mapa ideológico do planeta Terra.

EVENTO FACEBOOK

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€



VER TODA A PROGRAMAÇÃO DAS COMEMORAÇÕES DE ABRIL

21
Abr15

Nova Biblioteca de Arte Equestre no Palácio de Queluz

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inauguração - 22 de abril

Nova Biblioteca de Arte Equestre no Palácio de Queluz

 

- Biblioteca D. Diogo de Bragança, VIII Marquês de Marialva

- Única biblioteca de Arte Equestre aberta ao público

- 1.400 títulos impressos e manuscritos, e 165 gravuras e estampas originais

- Coleção inclui alguns exemplares raros

- Temporariamente em exposição: 2 retratos a óleo, 1 casaca de cavaleiro tauromáquico e adereços de cavalo ajaezado

- Investimento total: aproximadamente 500.000 Euros

 

Sintra, 21 de abril de 2015 – A Parques de Sintra (PSML) inaugura, a 22 de abril, no Palácio Nacional de Queluz, a única biblioteca nacional dedicada exclusivamente à Arte Equestre e aberta ao público: a “Biblioteca de Arte Equestre D. Diogo de Bragança, VIII Marquês de Marialva”. No local, além da consulta das publicações, será também possível observar 165 gravuras, duas pinturas (um retrato da família dos 3ºs Duques de Lafões e um de D. Pedro Vito de Meneses Coutinho, 6º Marquês de Marialva), uma casaca de cavaleiro tauromáquico e uma réplica de cavalo ajaezado com gualdrapas e xairel de finais do século XVIII.

 

Com a aquisição e abertura desta biblioteca, que representa um investimento total da Parques de Sintra na ordem dos 468.750 Euros, o público em geral, e em particular os académicos e investigadores, passam a ter acesso a 1.400 títulos (cerca de 2.000 publicações), alguns bastante raros, relacionados com a Arte Equestre. A coleção foi inventariada pela casa leiloeira Cabral Moncada e inclui 800 títulos europeus (entre os quais 16 manuscritos), desde o século XVI ao XX; 294 livros e folhetos dos séculos XIX e XX; 322 livros ilustrados da 2ª metade do século XX; e cerca de 165 gravuras.

Entre estes, destacam-se um exemplar raro da obra de Johannes Stradanus, de ca. 1578; dois títulos de autores portugueses (António Galvão de Andrade, Arte da cavallaria de gineta, e estardiota, bom primor de ferrar, & alueitaria, 1678; e Manuel Carlos de Andrade, Luz da Liberal e Nobre Arte de Cavalaria, Lisboa, 1790); e uma das 23 edições monumentais habitualmente consideradas como parte do Cabinet du Roi, que celebram os feitos do reinado de Luís XIV.

  1. Diogo de Bragança (1930-2012) era um exímio cavaleiro, especialista em Arte Equestre, que toda a vida adquiriu documentos sobre este tema, que ele próprio abordou em diversas publicações. Os herdeiros propuseram a venda da coleção à Parques de Sintra, por desejarem que se mantivesse associada à Escola Portuguesa de Arte Equestre (EPAE) e ao estudo da Arte Equestre.

A empresa, responsável pela gestão do Palácio e Jardins de Queluz e da Escola Portuguesa de Arte Equestre (EPAE), pretende fomentar a investigação sobre os fundamentos e a evolução da tradição equestre portuguesa, bem como sobre as qualidades e características do património equino que protege e divulga. O exame dos documentos que integram a biblioteca permitiu facilmente concluir que mantê-la como um todo, disponibilizando-a à investigação sobre Arte Equestre, era quase um dever nacional. Nesta perspetiva, com a concordância dos seus acionistas, e apoios da Fundação Calouste Gulbenkian e do Banco Português de Investimento (BPI), a Parques de Sintra adquiriu esta Biblioteca, desconhecida do público em geral, em fevereiro de 2014, pelo valor de 380.000 Euros.

 

De seguida, procedeu à recuperação de três salas no Palácio Nacional de Queluz, para a albergar da forma mais apropriada, com um investimento de 57.250 Euros (incluindo recuperação das salas e aquisição de mobiliário). Deste modo a Biblioteca ficará próxima das instalações da EPAE e constituirá também mais um motivo de atração de visitantes ao Palácio. Representará igualmente uma mais-valia para a missão da Escola na divulgação da Arte Equestre Portuguesa e do cavalo lusitano, bem como na formação regular de cavaleiros.

 

Encontram-se já em curso ações de conservação e restauro de muitos títulos e gravuras, bem como o tratamento documental com vista à elaboração de um catálogo informatizado que em breve estará disponível online no website da Parques de Sintra (restauros de gravuras/molduras, e software implicaram um investimento de 31.500 Euros). Posteriormente, o catálogo da coleção será integrado no maior catálogo coletivo das Bibliotecas portuguesas, coordenado pela Biblioteca Nacional.

 

Em paralelo com a disponibilização da Biblioteca de Arte Equestre, também o acervo bibliográfico do Palácio Nacional de Queluz ficará disponível para consulta, bem como os cerca de 20 exemplares cedidos pela Companhia das Lezírias.

 

A biblioteca estará a partir de agora disponível de segunda a sexta-feira, para qualquer visitante. Para consulta e leitura é necessária marcação prévia.

 

Biblioteca de Arte Equestre D. Diogo de Bragança, VIII Marquês de Marialva

Palácio Nacional de Queluz

Horário: Segunda-feira – Sexta-feira, 9h30 - 13h00 e 14h00 - 17h30

Tarifário: Investigadores e académicos: gratuito (marcação prévia: sandra.oliveira@parquesdesintra.pt) / Restantes: bilhete para o Palácio Nacional de Queluz

 

Sobre D. Diogo de Bragança, 8º Marquês de Marialva (1930-2012)

Nasceu em Lisboa, no Palácio do Grilo, sendo o quarto filho varão dos 8 filhos dos 5os Duques de Lafões e 6os Marqueses de Marialva. Foi educado num ambiente austero e cosmopolita, de grande exigência cultural. Jurista e músico de formação – licenciou-se em Direito na Universidade de Lisboa e fez o curso geral de composição do Conservatório Nacional – foi lavrador e ganadeiro, atividades onde soube conjugar a teoria com a prática e o passado com o presente.

Os que com ele privaram descrevem-no como alegre e expansivo, e um excelente conversador, dotado de grande erudição e de um fino sentido de humor. Solteiro, bon vivant, e gourmet de mérito, era grande apreciador de fado e de literatura portuguesa, citando de cor a poesia de Fernando Pessoa, autor que muito apreciava. Exímio equitador, D. Diogo de Bragança foi um digno sucessor do 4º Marquês de Marialva, Estribeiro-Mor do Rei D. José e seu antepassado, conhecido pelo seu papel decisivo no aperfeiçoamento da Picaria Real e da Arte Equestre em Portugal na segunda metade do século XVIII.

Muito eclético nas amizades que granjeou ao longo da vida, cultivou, no entanto, sempre alguma reserva e discrição em relação à sua biblioteca pessoal, em particular ao núcleo de Arte Equestre, agora disponível a todos.

 

Sobre a Escola Portuguesa de Arte Equestre

A Escola Portuguesa de Arte Equestre, sediada nos jardins do Palácio Nacional de Queluz, foi fundada em 1979 com a finalidade de promover o ensino, a prática e a divulgação da Arte Equestre tradicional portuguesa. Recupera a tradição da Real Picaria, academia equestre da corte portuguesa do século XVIII, que usava o Picadeiro Real de Belém, hoje Museu Nacional dos Coches, e monta exclusivamente cavalos lusitanos da Coudelaria de Alter.

A gestão da Escola Portuguesa de Arte Equestre foi entregue pelo Governo à Parques de Sintra em setembro de 2012, juntamente com a gestão dos Palácios Nacionais de Sintra e de Queluz.

 

Sobre a Parques de Sintra - Monte da Lua

A Parques de Sintra - Monte da Lua, S.A. (PSML) é uma empresa de capitais exclusivamente públicos, criada em 2000, no seguimento da classificação pela UNESCO da Paisagem Cultural de Sintra como Património da Humanidade. Não recorre ao Orçamento do Estado, pelo que a recuperação e manutenção do património que gere são asseguradas pelas receitas de bilheteiras, lojas, cafetarias e aluguer de espaços para eventos.

Em 2014, as áreas sob gestão da PSML (Parque e Palácio Nacional da Pena, Palácios Nacionais de Sintra e de Queluz, Chalet da Condessa d’Edla, Castelo dos Mouros, Palácio e Jardins de Monserrate, Convento dos Capuchos e Escola Portuguesa de Arte Equestre) receberam aproximadamente 1.928.000 visitas, cerca de 86% das quais por parte de estrangeiros. Recebeu, em 2013 e 2014, o World Travel Award para Melhor Empresa em Conservação.

São acionistas da PSML a Direção Geral do Tesouro e Finanças (que representa o Estado), o Instituto da Conservação da Natureza e Florestas, o Turismo de Portugal e a Câmara Municipal de Sintra.

www.parquesdesintra.pt ou www.facebook.com/parquesdesintra

20
Abr15

Barreiro - “DO FILME À MÚSICA”

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9 MAIO | SÁBADO | 17H00

“DO FILME À MÚSICA”

 

 

A iniciativa “Do Filme à Música”, que engloba a apresentação da curta-metragem “Regresso”, tem lugar, no Auditório Municipal Augusto Cabrita, no dia 9 de maio, pelas 17h00.

 

De salientar que o filme “Regresso” foi produzido no âmbito de uma oficina que incluiu a escrita, rodagem e montagem de uma curta-metragem muda e a composição e performance da sua banda sonora ao vivo.

Esta é uma iniciativa Artemrede, realizada pela Companhia Caótica.

 

Os bilhetes são gratuitos, mas requerem o levantamento prévio no AMAC ou Posto de Turismo da CMB.

 

CMB 2015-04-20

20
Abr15

Dia Mundial da Dança - "Workshop O Corpo é"

olhar para o mundo
 
[WORKSHOP] + [DANÇA]  / De 24 a 29 de Abril / Sala Estúdio d’ A Filantrópica / Inscrição gratuita / No âmbito da Comemoração do Dia Mundial da Dança / Com espectáculo de apresentação (29 de Abril, às 22h00, entrada 3€) / Com participação dos bailarinos de Pedras da Calçada e o apoio de From The Core – Pilates Studio, Póvoa de Varzim
 
… é um espectáculo de dança sobre a dança, com conceção e direção coreográfica de Pedro Carvalho, que pretende explorar o dançar de cada participante, numa perspetiva da pesquisa do movimento orgânico, desenvolvido em comunidade e apresentado como um evento/partilha/celebração.
… parte da questão Como a tua dança muda com a idade? colocada a Julyen Hamilton por Iztok Kovac, diretor de En Knaf, Eslovénia. E assim ser hoje um corpo que dança, diferente do corpo de ontem e prelúdio do corpo que há-de vir (Entrevista a Julyen Hamilton).
… resulta da pesquisa de Pedro Carvalho com bailarinos do projecto Pedras da Calçada – formação em dança e de um trabalho com a comunidade, resultante de um workshop.
… tem como suporte estético/técnico o percurso/pesquisa de Pedro Carvalho na dança, num movimento contemporâneo assente na organicidade, num corpo com sentido e a dar sentidos ao que faz (Body-Mind Centering, Contacto-Improvisação, Fly Low, composição em dança contemporânea, entre outras).
 

SESSÕES DO WORKSHOP

24 de Abril, sexta
19h30 – 23h30
25 de Abril, sábado
10h00 – 13h00 e 14h00 – 19h00
26 de Abril, domingo
10h00 – 13h00 e 14h00 – 19h00
27 de Abril, segunda
19h30 – 23h30
28 de Abril, terça
19h30 – 23h30
(com ensaio geral às 21h30)
29 de Abril, quarta
19h30 – 23h30
(com apresentação ao público às 22h00)

19
Abr15

CONCURSO DE IDEIAS TRANSGRESSÕES URBANAS: INTERVIR NOS TEATROS ASSOCIADOS DA ARTEMREDE

olhar para o mundo

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CONCURSO DE IDEIAS

 

TRANSGRESSÕES URBANAS: INTERVIR NOS TEATROS ASSOCIADOS DA ARTEMREDE

 

A Artemrede abriu as candidaturas para o concurso de ideias Transgressões Urbanas: Intervir nos Teatros Associados da Artemrede, no âmbito do novo Plano Estratégico e Operacional para o período 2015-2020. O prazo de candidaturas termina a 30 de abril. Recorde-se que o Município do Barreiro integra a ARTEMREDE, um projeto de cooperação cultural que tem como missão promover a qualificação e o desenvolvimento dos territórios onde atua.

 

“Transgressões Urbanas” pretende eleger a melhor proposta de dinamização e intervenção nos Teatros Associados da Artemrede nas suas diferentes dimensões - física, arquitetónica, simbólica, comunicacional, incluindo o espaço público envolvente - com o intuito de promover o espaço teatro no contexto urbano, reforçando laços entre ambas as realidades e estimulando novas perspetivas e vivências da cidade a partir da cultura. Pretende-se, desta forma, que o espaço teatro passe a ser olhado e vivido de uma forma contínua e aberta à comunidade e ao território.

As propostas devem possuir um carácter original e serem exequíveis dentro do orçamento proposto (até 10 000 €), bem como integrar-se e responder aos desafios específicos do território envolvente. O concurso tem em vista a contratualização e a implementação da proposta vencedora (até 30 de junho de 2015). Nesta primeira edição, o concurso contempla apenas os teatros associados da Artemrede que se situam na região de Lisboa (Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Oeiras, Palmela e Sesimbra)”,refere a organização.

O concurso Transgressões Urbanas tem como parceiro estratégico a ADDICT - Agência para o Desenvolvimento das Indústrias Criativas.

Mais informações podem ser obtidas em www.artemrede.pt.

O Regulamento pode ser consultado emhttp://www.artemrede.pt/share/regulamento_concurso.pdf.

CMB 2015-04-14

19
Abr15

Workshop - Um ponto de vista sobre os Viewpoints por Nicolau Antunes

olhar para o mundo

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Workshop - Um ponto de vista sobre os Viewpoints
por Nicolau Antunes
 
Um olhar introdutório sobre os Viewpoints enquanto treino de ator, prática de ensemble e também como pesquisa de material de criação. Os Viewpoints são uma filosofia traduzida numa técnica de improvisação e criação que permite uma expansão da consciência da relação com o espaço e o tempo pelo performer / ator, permitindo-lhe que funcione ao mesmo tempo de forma intuitiva e espontânea mas também consciente e corresponsável pelo processo criativo a decorrer momento a momento. Criados na dança pós-moderna, os Viewpoints foram adaptados e desenvolvidos por Anne Bogart para o teatro, possibilitando uma exploração dos limites e fronteiras das artes cénicas contemporâneas.
 
 
Clube Estefânia (espaço Escola de Mulheres)
Rua Alexandre Braga, no 24 A, Lisboa
(entre o Largo da Estefânia e o Hospital da Estefânia)
 
2 e 3 de Maio 2105
Horário intensivo: das 10h às 19h 
 
Máximo de participantes: 20
cada participante deverá trazer roupa confortável.
 
Preço: 60 €
 
Informações e Inscrições: 915039568

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