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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

08
Jan16

Mágico Hélder Guimarães - Campeão Mundial de Magia, pela primeira vez em Portugal!

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CAMPEÃO MUNDIAL DE MAGIA

HELDER GUIMARÃES

APRESENTA

"VERSO" NO TEATRO DA TRINDADE

 

Mágico Helder Guimarães | Campeão Mundial de Magia, pela primeira vez em Portugal!
 
Helder Guimarães, Campeão Mundial de Magia apresenta “Verso”, o seu novo espetáculo, em estreia mundial no Teatro do Bolhão, no Porto, de 14 a 17 de Janeiro e de 20 a 23, no Teatro da Trindade em Lisboa.


O mágico que arrecadou dois Óscares da Magia, é o único português com o título de campeão mundial, em mais de 70 anos de história da Federação Internacional de Sociedades Mágicas.


«Verso» é um ensaio artístico com uma forte componente teatral e humorística, para lá da magia, onde Helder Guimarães constrói uma espécie de zona cinzenta, entre o real e o irreal, que nos leva a questionar a realidade do passado. Será este resultado de uma construção mental? E quanto ao que se acredita ser real? Será totalmente científico ou, por vezes, um ato de fé?


Tudo isto é possível, num espetáculo que promete grande interação com o público, o qual é sempre chamado a intervir, tornando tangível o irreal mágico. Ficção e histórias reais constroem um protagonista invisível denominado mistério.


Concebido para entrar em cena primeiramente em Nova Iorque, “Verso” será apresentado ao público português em primeira mão, já que é este o trabalho que Helder Guimarães constrói vincando as suas raízes. Quanto à estreia na Broadway está já marcada para o final do ano.
 
A viver nos Estados Unidos há alguns anos, Helder Guimarães mantém uma forte ligação à cidade que o viu nascer e a estreia deste espetáculo no Porto é a cereja no topo do bolo.


Com 32 anos, Helder Guimarães, vive em Los Angeles e venceu, por duas vezes o Prémio de Mágico do Ano, na categoria de Magia de Salão. Um galardão atribuído pela Academia de Artes Mágicas de Hollywood,


«Nothing to Hide», o seu último espetáculo, recebeu rasgados elogios da crítica especializada e conquistou espectadores como Eva Mendes, Maria Sharapova, Barbara Streisand, Steve Martin, Aziz Ansari, Ryan Gosling, JJ Abrahams, Zack Galafinakis, Jimmy Kimmel, Woody Allen ou Aimee Mann. Após inúmeras repetições, salas lotadas e recordes de bilheteria na Geffen Playhouse, em Los Angeles, o espetáculo entrou nos trilhos da Broadway. Lugar onde o mágico português enche as salas de espetáculos, batendo recordes de assistência e bilheteira.

08
Jan16

Até 31 de janeiro | 3ª edição do Concurso para Atribuição do Ateliê Municipal do Barreiro

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Até 31 de janeiro | 3ª edição do Concurso para Atribuição do Ateliê Municipal do Barreiro

 

O prazo para a entrega de candidaturas para o Concurso de Atribuição do Ateliê Municipal do Barreiro prolonga-se até 31 de janeiro. Trata-se de um concurso aberto a todos os artistas do Concelho do Barreiro. As candidaturas deverão ser enviadas para a Divisão de Promoção Cultural, no Auditório Municipal Augusto Cabrita (AMAC), Avenida Escola dos Fuzileiros Navais, Parque da Cidade, 2830-150 Barreiro, ou entregues em mão na receção do AMAC.


O Ateliê Municipal integra-se no Plano Estratégico de Desenvolvimento das Artes Visuais no Barreiro e tem como objetivo dinamizar e promover a criação artística no Concelho, oferecer condições de trabalho a artistas locais visando uma crescente profissionalização, desenvolver a descentralização cultural pelas freguesias, incentivar os artistas a desenvolver trabalho no âmbito das Artes Visuais e dinamizar o contacto entre os artistas e a comunidade.

 

Mediante marcação prévia, através do endereço eletrónico cultura@cm-barreiro.pt, podem ser efetuadas visitas ao espaço do Ateliê Municipal, em horário a acordar com ambas as partes.

 

O Ateliê Municipal do Barreiro situa-se na Rua de Bissau, nº 4, cave, na Freguesia de Santo André.

Mais informações: 212 068 232 ou cultura@cm-barreiro.pt.

CMB 2016-01-05

 

08
Jan16

QUEM FEIO AMA - ESPECTÁCULO DE HOMENAGEM A ANTÓNIO FEIO

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QUEM FEIO AMA
ESPECTÁCULO DE HOMENAGEM A ANTÓNIO FEIO

A RECEITA DESTE ESPECTÁCULO REVERTE A FAVOR
DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE CUIDADOS PALIATIVOS

COM

ALDO LIMA
AMOR ELECTRO
ANA BOLA
ANTÓNIO JORGE GONÇALVES
ANTÓNIO MACHADO
BANDA FEIO & FRIENDS
BRUNO NOGUEIRA
CLÁUDIA CADIMA
COMPANHIA OLGA RORIZ
EDUARDO MADEIRA
FERNANDA SERRANO
FILIPE HOMEM FONSECA
JORGE MOURATO
JOSÉ PEDRO GOMES
MARCO HORÁCIO
MARIA RUEFF
MARIZA
MIGUEL GUILHERME
NUNO LOPES
SÓNIA ARAGÃO
VIRGÍLIO CASTELO

 

CENTRO CULTURAL DE BELÉM - GRANDE AUDITÓRIO
TERÇA-FEIRA, 26 JANEIRO, 21H
Bilhetes à venda na Fnac e na Ticketline
Preços: a partir de 10€

08
Jan16

Palácio Nacional da Pena: Gabinete da Rainha D. Amélia recuperado

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Palácio Nacional da Pena: Gabinete da Rainha D. Amélia recuperado

 

- Recuperação celebra o 150º aniversário da Rainha D. Amélia

- Reconstituição de acordo com três épocas da história do Palácio

- Restaurados mobiliário e peças decorativas expostas

 


Sintra, 5 de janeiro de 2016 – A Parques de Sintra terminou a recuperação do Gabinete da Rainha D. Amélia, no Palácio Nacional da Pena, em dezembro, com um investimento de cerca de 35.000 euros, repartido por 4 anos. A recuperação está finalizada após um profundo trabalho de estudo, restauro e reorganização com vista à reconstituição possível dos interiores de acordo com a vivência do Palácio, com enfoque para o período de D. Fernando II, de forma a obter um equilíbrio entre os objetos e o contexto arquitetónico. O mobiliário e as peças decorativas expostas no local foram restaurados, assim como a pintura mural. O pavimento do espaço foi alvo de uma limpeza profunda, procedendo-se ainda à sua estabilização. Também as coberturas e os pavimentos foram reparados e foi renovada a instalação elétrica.

 

A reorganização do gabinete pretende ser uma síntese de três épocas determinantes para o Palácio Nacional da Pena: o período de habitação de D. Fernando II e da Condessa d’Edla, entre cerca de 1860 até 1890; o período de 1890 a 1910, que correspondeu à ocupação destes aposentos pela rainha D. Amélia; e por fim, o período da Primeira República, justificada pela pintura mural deste compartimento, datada de 1917.

 

A forma e dimensão do antigo Gabinete da Rainha D. Amélia resultam da adaptação do antigo convento manuelino de 1511, efetuada pelo rei D. Fernando II, a partir de 1839. O piso em questão apresentava 14 celas, conforme a planta publicada por José Teixeira em 1986. Aquando da transformação, a sala foi remodelada e dividida em tramos de abóbadas fingidas com nervuras, simulando uma construção em pedra, mas sendo efetivamente construída em estrutura de madeira rebocada.

 

A conceção da organização do interior do Gabinete da Rainha D. Amélia apresentou alguns desafios, relacionados com a necessidade de conjugação dos três períodos diferentes e com a ausência de algumas peças.

 

Por um lado, desconhece-se o paradeiro do mobiliário original que foi retirado após a morte de D. Fernando II. Por outro lado, o mobiliário do tempo da monarquia não se conjugava com a pintura mural, criada apenas em 1917. Assim, foi desenvolvido um projeto de interiores que conjuga opções de reintrodução de objetos históricos no compartimento, assim como de outros em substituição dos originais, ausentes.

 

Da reorganização do gabinete, destaca-se a recuperação da secretária com alçado da rainha, assim como as estantes de pau-santo e um contador hispano-árabe do século XIX que foi transferido para o Palácio Nacional de Sintra em 1939, e que regressa agora ao local original. O estirador da rainha, que não se encontrava neste local, mas que demonstra a atividade artística de D. Amélia, completa o conjunto.

 

A Condessa d’Edla é também personagem fundamental na história deste espaço e surge representada por diversos elementos que foram mantidos no gabinete pela rainha D. Amélia: uma mesa de torneados abertos e duas colunas torsas e a sua coleção de porcelana de Meissen.

 

Um dos dois armários entalhados que a Condessa d’Edla tinha nesta sala, recentemente adquirido, encontra-se agora em exposição, embora mais tarde, no tempo da rainha D. Amélia, não pertencesse a este espaço.

 

A representação do período da República está aqui, sobretudo, patente na pintura mural de Eugénio Cotrim, de 1917. Sabe-se que o presidente Sidónio Pais investiu no Palácio Nacional da Pena, que utilizou para promoção turística do país e com fins sociais, festejando ali o Dia da Criança.

 

A referida pintura mural foi alvo de uma intervenção de recuperação para a estabilização das superfícies, limpeza profunda dos resíduos de cola - utilizados numa outra intervenção de recobrimento das paredes com tecido -, preenchimento de fissuras e lacunas e ainda a reposição do esquema decorativo, ausente numa área significativa do teto.

 

Os trabalhos em causa não implicaram, em nenhum momento, a interrupção dos percursos de visita, de acordo com a política habitual de “Aberto para Obras” da Parques de Sintra, em que é permitido aos visitantes acompanharem o progresso das intervenções.

 

Funções do Gabinete da Rainha D. Amélia

 

O compartimento serviu diversas funções ao longo do período de ocupação doméstica do Palácio Nacional da Pena. Numa fatura da Casa Barbosa e Costa, de 1866, referente a aquisições de D. Fernando II, o gabinete aparece denominado como “Sala da Música”, enquanto que no inventário orfanológico de D. Fernando II (inventário dos bens que constituíam a herança do monarca, por altura do seu falecimento), elaborado 20 anos depois, lê-se a designação “Sala da Senhora Condessa”. A partir de 1890 as funções da sala alteram-se e passa a designar-se “Gabinete de Trabalho da Rainha Senhora D. Amélia”, designação que se manteve até meados da década de 1980, altura em que o compartimento ficou conhecido como “Sala de Estar da Família Real”, por vezes também informalmente denominado de “Sala Íntima”.

 

Além das diversas funções, o agora chamado de Gabinete da Rainha, foi também alvo de diversas configurações. Uma fotografia antiga de Carlos Relvas mostra-o com um revestimento de tecido, cobrindo paredes, abóbadas, nervuras, o fogão de sala e inclusivamente alguns móveis de assento. A fotografia de uma publicação de 1905 mostra-o como sala de estudo e desenho, com as paredes revestidas com tecido ou papel de padrões. Os objetos expostos – pratos, armas e até a secretária de D. Amélia – permitem reconhecer o gabinete da última rainha de Portugal, de acordo com os inventários de 1897, 1907 e 1910. A pintura mural atual foi efetuada em 1917 por Eugénio Cotrim, conforme a assinatura em cima à esquerda, na parede norte junto à porta de entrada. Desconhece-se o contexto da execução desta pintura mural, já em plena República e numa altura em que o Palácio já estava aberto ao público.

 

Segundo o Diretor do Palácio Nacional da Pena, Arquiteto António Nunes Pereira, “o Gabinete da Rainha D. Amélia apresenta-se assim como um testemunho das diferentes gerações que no Palácio deixaram a sua herança, mantendo, no entanto, como figura tutelar a rainha D. Amélia, cujo 150º aniversário se celebrou em 2015 e que ficou assinalado com esta recuperação”.

08
Jan16

TRÊS É DEMAIS CHEGA AO CASINO LISBOA

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A PARTIR DE DIA 7 DE JANEIRO,
HÁ TRÊS HUMORISTAS À SOLTA NO CASINO LISBOA

É stand-up? É teatro? É improviso? Tudo isto, ou nada disto, ou serão drogas?

É talvez uma batalha ideológica entre 3 humoristas, só dois chegam ao fim!

Ser pai ou… não ter filhos, ser casado ou… divorciado, seduzir ou… acasalar, treinar ou… comer, ter amigos ou… seguidores, fazer amor ou… ter sexo, estes e outros temas serão abordados em 3 perspectivas diferentes, por 3 amigos que vão estar juntos em palco, pela 1ª vez.

Um espectáculo com drama, acção, suspense, porcarias que os homens inevitavelmente sempre fazem e com alguma sorte, se tivermos tempo...comédia?

Uma sala, três humoristas, tantos temas...mas somente dois chegam ao fim e quem decide é você!


Com: ANTÓNIO RAMINHOS, LUÍS FILIPE BORGES E MARCO HORÁCIO

Auditório dos Oceanos, Casino Lisboa  I  7 a 31 de Janeiro
5ª a Sábado às 21h30 e Domingos às 17h
Preços: a partir de 10€

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