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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

01
Mar16

CONVERSAS #ACERT40

olhar para o mundo

conversasacert.jpg

 

 

CONVERSAS #ACERT40

 

Auditório 1
Data/Hora:  Sáb, 5 mar'16 às 15:00


Convidámos Daniel Oliveira, Fernando Paulouro Neves, Manuel Carvalho da Silva e Susana C. Gaspar para uma conversa sobre o fator germinador da ACERT, a participação nas suas diferentes perspetivas, como se participava há 40 anos e como se pode continuar a participar cívica, social e culturalmente nos dias de hoje.


Há 40 anos, um grupo de amigos com vontade de expressar ideias e intervir socialmente, cheios de sonhos e utopias, juntaram-se e formaram um coletivo que tinha na forma como olhavam o mundo a sua forte ligação… a razão da sua união.

Assim nasceu a Acert, com essa gente cheia de pressa de participar na sua comunidade, através do teatro, do associativismo e, sobretudo, da vontade de viver as suas inquietações em conjunto, acreditando que poderiam mudar as coisas em tempos onde se cantava que o mundo era composto de mudança. E agora? Passaram 40 anos, Tondela é diferente, Portugal é diferente, o mundo é diferente, o que é que ainda faz sentido quando se pensa em participação? E quando falamos de participação, falamos de quê?

Será participar à margem dos circuitos habituais a solução?

Como nos situamos neste contexto? Participamos, ou ficamos em casa? E de casa, hoje, também se pode participar?

Este é o mote para uma conversa com Daniel Oliveira, Fernando Paulouro Neves, Manuel Carvalho da Silva e Susana C. Gaspar que a partir das suas experiências de vida nos ajudarão a refletir sobre o tema.

 

Participação, dinâmicas de estímulo a uma cultura de participação, cooperação e decisão colaborativa, que garantam a influência efetiva dos cidadãos na organização de uma comunidade/sociedade. Grupos considerados menos favorecidos (social ou economicamente) têm, assim, a possibilidade de participar nos processos de tomada de decisão e nas ações definidas pelos processos de desenvolvimento local. Este é um princípio fundamental para o funcionamento de um Estado Democrático.

(in: Políticas territoriais participadas - reflexões e recomendações, documento produzido pelo Projecto Cidadania&Território: Desenvolvimento Local Sustentado)

 

DANIEL OLIVEIRA é acima de tudo um ativista cívico.
Por vezes foi dirigente partidário nunca deixando de participar em movimentos políticos. Começou no jornalismo em 1989, é colunista no Expresso e no Record e participa nos programas Eixo do Mal, na SIC Notícias, e Sem Moderação, do canal Q. É autor e fundador do blogue Barnabé e escreveu no Arrastão, blogues que atingiram enorme noto­riedade na blogosfera portuguesa. É considerado um dos portugueses mais influentes nas redes sociais, com cerca 75.000 seguidores no Face­book. É alfacinha apaixonado, português sem orgulho nem vergonha e acredita que isto ainda vai melhorar.

MANUEL CARVALHO DA SILVA Figura incontornável do sin­dicalismo português do Sec. XX. Foi desenvolvendo uma intervenção social e sócio-política cada vez mais intensas na sociedade portuguesa, respondendo a solicitações numa multiplicidade de áreas temáticas, em particular, relacionadas com o sindicalismo, o trabalho, o emprego, a economia, o desenvolvimento.
Coordena a delegação do Centro de Estudos Sociais (Ces) em Lisboa e o Observatório sobre Crises e Alternativas, criado por este centro em abril de 2012. Desde 2011 é Professor Catedrático convidado da Uni­versidade Lusófona.

SUSANA C. GASPAR é presidente da direção da Amnistia Interna­cional Portugal. Associa, frequentemente, o ativismo ao trabalho artís­tico de atriz e encenadora.
É professora de teatro e mediadora cultural, licenciada em Ciências da Cultura e Mestre em Educação Artística pela Escola Superior de Educa­ção de Lisboa. Em 2012 venceu o prémio nacional “Jovens Criadores”, na categoria de teatro, com o espetáculo Lampedusa, dedicado ao drama dos migrantes no Mediterrâneo.
Integra a Mesa da Assembleia da Alagamares - Associação Cultural, e é membro da Dínamo - Associação de dinamização sócio-cultural.

FERNANDO PAULOURO NEVES (Moderador)
Nasceu em 1947. Foi chefe de redação e diretor do Jornal do Fundão.
Tem colaboração diversa em jornais e revistas, participou em obras coletivas sobre questões da realidade transfronteiriça. Dirigiu e cola­borou em suplementos literários e culturais e é autor de livros de ficção.
Pertenceu, por diversas vezes, à direção do Sindicato dos Jornalistas e ao Conselho Deontológico, animou debates e participou em conferên­cias, fez parte da Comissão Organizadora das Jornadas da Beira Interior e da Raia Sem Fronteiras.
Recebeu o Prémio Gazeta de Mérito 2014, do Clube dos Jornalistas.

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