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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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09
Mar16

Exposição de arte contemporânea “Point of View” no Parque da Pena

olhar para o mundo

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De 25 de maio de 2016 a 25 de maio de 2017

Exposição de arte contemporânea “Point of View” junta artistas nacionais e internacionais de renome no Parque da Pena

 

- Exposição de arte contemporânea site specific no Parque da Pena, Património Mundial da UNESCO

- Dez artistas de renome internacional e diferentes nacionalidades

- Projeto assinala bicentenário de D. Fernando II, criador do Parque da Pena

- Diálogo entre Homem e Natureza

 

 

Sintra, 7 de março de 2016 – A Parques de Sintra inaugura a 25 de maio a exposição de arte contemporânea “Point of View”, no Parque da Pena. Esta exposição coletiva, site specific, com direção artística de Paulo Arraiano, reúne dez artistas de diferentes nacionalidades, reconhecidos internacionalmente: Alberto Carneiro(Portugal), Alexandre Farto/Vhils (Portugal), Antonio Bokel (Brasil), Bosco Sodi (México), Gabriela Albergaria (Portugal), João Paulo Serafim (Portugal),NeSpoon (Polónia), Nils-Udo (Alemanha), Paulo Arraiano (Portugal) e Stuart Ian Frost (Reino Unido).

 

O projeto pretende assinalar o bicentenário de D. Fernando II, o “rei-artista”, criador do Parque da Pena. Pretende-se enriquecer a experiência dos visitantes ao levá-los a “perderem-se” no Parque, explorando as suas diferentes perspetivas e “pontos de vista”. Desta forma, “a relação entre Homem e Natureza é sentida, numa total simbiose, tal como o rei D. Fernando II pretendeu”, refere a Diretora do Projeto, Sofia Barros. O nome “Point of View” advém, precisamente, da expressão francesa Point de Vue, utilizada na arquitetura paisagista, e que se relaciona com o conceito de perspetiva.

 

A exposição implica a criação de uma série de instalações específicas, estrategicamente colocadas em diferentes pontos do Parque da Pena, para as quais serão utilizados sobretudo materiais naturais existentes no próprio Parque. Durante o ano em que estarão expostas, as obras não serão alvo de manutenção, uma vez que o amadurecimento natural de cada peça faz parte do conceito da exposição.

 

Neste contexto, o Diretor Artístico, Paulo Arraiano, explica que “dez artistas trabalham como agentes de reconexão e diálogo entre o binómio Homem/Terra, através de um processo de acupuntura geográfica, criando, assim, diferentes diálogos in situ com um organismo vivo. ‘Point of View’ pretende celebrar e relembrar essa correlação e colaboração iniciada por D. Fernando II em 1838, após a criação de um ponto nevrálgico para património cultural da humanidade”.

 

Os artistas

Para a seleção dos dez artistas foi tido em consideração o facto de estes trabalharem a relação Homem-Natureza nas suas obras - denominador comum ao grupo - o currículo de cada artista, e a diversidade cultural (de acordo com a história de Sintra e o ecletismo presente no próprio Parque da Pena).

 

Alberto Carneiro (Portugal)

Nascido em 1937, é um dos artistas mais importantes da sua geração. Desenvolve dentro da arte minimal e concetual em Londres uma progressiva desmaterialização da obra de arte com uma visão antropológica e assente na relação Homem-Natureza.

 

Alexandre Farto/Vhils (Portugal)

Um dos artistas portugueses contemporâneos da sua geração com maior visibilidade internacional e um dos mais representados em projetos site specific, galerias e museus. Vhils começou como artista de graffiti nos anos 2000 e desde essa altura que a sua arte interage com a paisagem urbana.

www.alexandrefarto.com

 

Antonio Bokel (Brasil)

É um dos mais importantes artistas da sua geração no Brasil, estando representado na Coleção Chateaubriand no MAM (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro). Bokel tem o graffiti como base do seu trabalho, que nasce na rua, e rompe com as formas tradicionais de o apresentar.

www.antoniobokel.com.br

 

Bosco Sodi (México)

Os seus trabalhos não têm título com a intenção de remover qualquer predisposição ou conclusão para além da imediata existência da obra. O trabalho em si transforma-se numa memória e relíquia simbólica do diálogo entre o artista e a matéria crua. Sodi é famoso pelas suas pinturas de grandes dimensões, com cores vivas e texturas ricas.

www.boscosodi.com

 

Gabriela Albergaria (Portugal)

Trabalha entre Lisboa, Berlim e Nova Iorque.  Artista portuguesa representada este ano na mais importante feira de Arte em Nova Iorque - “Armory Show”, Gabriela é membro representante da ELAN (European Land Art Network). Usa fotografia, desenho, instalações e escultura para desenvolver uma linha de trabalho que utiliza os jardins e sua história como ponto de partida para desenvolver o seu trabalho.

www.gabrielaalbergaria.com

 

João Paulo Serafim (Portugal)

Desenvolve, desde 2005, o projeto MIIAC – Museu Improvável de Imagem e Arte Contemporânea, museu ficcionado baseado numa pesquisa iconográfica de um acervo pessoal e documental, construído ao longo do percurso do artista. Pretende, agora, desenvolver essa pesquisa do arquivo numa aplicação site specificrelacionada com a paisagem, constituindo uma proposta de atlas para o território natural de Sintra, partindo do fenómeno de observação a partir de um determinado ponto de vista.

www.miiac.com

 

NeSpoon (Polónia)

NeSpoon trabalha entre instalações site specific e arte pública bem como em museus e galerias, utilizando técnicas como a cerâmica, a pintura, e rendas. O seu trabalho tem como objetivo fazer arte positiva para lidar com emoções positivas. NeSpoon debruça-se ainda, nos seus trabalhos, sobre o comentário social e político.

www.behance.net/NeSpoon

 

Nils-Udo (Alemanha)

Artista da Baviera, Nils-Udo passou de pintura da Natureza para a criação de peças site specific, utilizando materiais orgânicos. O artista trabalha no local utilizando elementos lá encontrados e cada peça é uma resposta à paisagem e aos materiais que encontra à sua volta, criando um mundo sedutor de “potenciais utopias”, utilizando a Natureza como inspiração.

 

Paulo Arraiano (Portugal)

O trabalho de Paulo Arraiano debruça-se sobre o território imaterial e a sua ligação com o território físico: cartografias emocionais onde o corpo age como uma extensão da Natureza, através de um registo assente no movimento e na fluidez dos materiais utilizados em instalações site specific de grandes dimensões.

www.pauloarraiano.com

 

Stuart Ian Frost (Reino Unido)

Stuart Ian Frost trabalha em projetos site specific e escultura caracterizados pelo interesse pela natureza física dos objetos e a sua relação específica com o meio ambiente e cultura, mitos e história. Trabalha internacionalmente entre a Land Art e escultura.

www.stuartianfrost.com

 

Esta exposição conta com o apoio do Sintra Bliss House.

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Mais informações sobre a exposição:

Website: www.penapointofview.com 
Facebook: www.facebook.com/penapointofview  

Instagram: www.instagram.com/penapointofview

 

Ficha técnica:

Comissariado: Parques de Sintra – Monte da Lua, S.A.

Diretor Artístico: Paulo Arraiano

Diretora de Projeto: Sofia Barros

Diretor Técnico para o Património Natural (Parques de Sintra): Nuno Oliveira

09
Mar16

Spaceheads pela primeira vez em Portugal

olhar para o mundo

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Spaceheads pela primeira vez em Portugal - 10 e 12 de março - Guimarães e Porto

 

Numa iniciativa conjunta dos Plazianos e da Comunidade James Portugal, os Spaceheads, a banda de Andy Diagram (também conhecido como o trompetista dos aclamados James) actuará pela primeira vez em Portugal nos dias 10 e 12 de Março. Na quinta-feira, dia 10, em Guimarães e no sábado no Porto, no Rádio FM. No Porto, o concerto integra uma noite organizada em parceria com a Sister Ray, que incluirá também um concerto dos portugueses Plaza e seguirá até às 06h00 da manhã com uma das Bitch Parties, as festas que já são míticas na noite do Porto.

 

Os SPACEHEADS são um duo de Trompete, Bateria e Eletrónica do Reino Unido. O trompetista é Andy Diagram – que também integra os James, a aclamada banda de Manchester. O seu trompete eletrizante produz loops harmonizados ao vivo e amostras irreverentes que controla através de um telemóvel instalado em cima do seu trompete com um fish slice. Os estratos fortes do bronze são propulsionados pela bateria, percussão e folhas de metal dobradas de Richard Harrison. Os Spaceheads formaram-se em 1990, percorreram o mundo e editaram onze álbuns até à data. O novo álbum “A Short Ride on the Arrow of Time” acabou de ser lançado pela sua própria etiqueta, Electric Bass Records, seguindo o lançamento do “Sun Radar EP” em 2013 e o “Trip to the Moon EP” em 2014. Durante mais de 25 anos Andy e Richard adquiriram uma intuição sobre o que cada um vai fazer a seguir, o que torna os seus concertos semi-improvisados num regalo para a assistência.
Esta é a sua primeira vez em Portugal e serão acompanhados pela mistura visual em direto de Rucksack Cinema.

Os PLAZA são uma banda pop futurista formada por grandes nomes da música portuguesa como, Quico Serrano, Simão Praça e Paulo Praça. Com dois álbuns de originais editados ("Meeting Point" e "All together") a banda encontra-se a trabalhar em estúdio e a preparar novos e excitantes concertos ao vivo.

Os Bitch Boys são uma dupla de djs formada por Simão Praça e Paulo Praça e que têm levado o Porto à loucura com as suas inimagináveis Bitch Parties.

 

Os Spaceheads chegam a Portugal a 9 de Março e estarão disponíveis (de acordo com agenda), para entrevistas, sessões fotográficas e outros meios com finalidade de divulgação e promoção da sua vinda.


Este é o vídeo promocional da Tour em Portugal:

 

 

09
Mar16

Os The 1975 lideram as tabelas de vendas simultaneamente no Reino Unido e EUA

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The 1975

Novo álbum dos The 1975 lidera tops de vendas nos EUA e Reino Unido

 

1.º lugar do iTunes em 37 países, incluindo Portugal. Grupo volta a Portugal a 7 de julho, no festival NOS Alive.

 

O novo álbum dos The 1975, "I like it when you sleep, for you are so beautiful yet so unaware of it", entrou diretamente no primeiro lugar da tabela de vendas do Reino Unido e do top Billboard Hot 200, dos Estados Unidos. O quarteto de Manchester junta-se assim a nomes como os Beatles, Radiohead ou David Bowie, que no passado também lideraram, simultaneamente, os tops de vendas dos dois lados do Atlântico.
 
Este segundo álbum dos The 1975 também chegou ao 1.º lugar de vendas no Canadá, Austrália e Nova Zelândia, além de liderar os tops do iTunes em 37 países, incluindo o português.
 
Este tão antecipado disco do grupo de Manchester tem também conquistado a crítica especializada. ANME deu 4 estrelas e definiu-o como "essencial". O The Guardian deu uma pontuação semelhantee escreveu que o álbum está "repleto de canções pop fantásticas e letras inteligentes". O Sunday Times Culture referiu-se ao disco como "assombroso", a GQ como "heroicamente ambicioso", oEvening Standard como "um triunfo extravagante". O The Times, que deu ainda 4 estrelas ao álbum, disse que "este é o ano deles" e a Q descreve os The 1975 como "a jovem banda mais entusiasmante do Reino Unido".
 
"I like it when you sleep…" segue os passos que o quarteto deu no álbum de estreia, homónimo, que também entrou diretamente em 1.º lugar do top de vendas do Reino Unido na semana de lançamento. 
 
Os The 1975 embarcam hoje uma esgotada digressão de 15 datas pelo Reino Unido e Irlanda, incluindo uma série de cinco concertos na O2 Brixton Academy, em Londres, e quatro noites no O2 Apollo, em Manchester. A 7 de julho regressam a Portugal, para um concerto no festival NOS Alive.
 

 

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