Quinta-feira, 03.03.16

LION BABE Estreiam-se em Portugal

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LION BABE

Estreiam-se em Portugal dia 15 de julho



Primeiro álbum do duo nova-iorquino, "Begin", foi editado em fevereiro

A cantautora e performer Jillian Hervey e o produtor e instrumentalista Lucas Goodman formam os Lion Babe, duo nascido em Nova Iorque que foi, indiscutivelmente, uma das estreias mais entusiasmantes de 2015. O projeto continua a dar que falar, na altura em que lançaram o primeiro álbum, "Begin", a 5 de fevereiro. 
 
Esta noite, foram um dos nomes anunciados para atuar na edição deste ano do festival Super Bock Super Rock, a 15 de julho. A estreia ao vivo entre nós deverá ser baseada em “Begin”.
 
O disco conta com 14 canções com uma sensibilidade soul e colaborações com artistas como Pharrell Williams, Childish Gambino (no já conhecido single "Jump Hi"), Andrew Wyatt e Al Shux. Além do já referido "Jump Hi", farão ainda parte do álbum temas já bastante aclamados pela crítica como "Wonder Woman", "Impossible", "Jungle Lady" ou a primeira canção composta pelo duo, "Treat Me Like Fire", lado a lado de algumas novidades que serão futuros clássicos, entre eles "Stressed OUT!", "Satisfy My Love" ou "On the Rocks".
 
Nos últimos meses os Lion Babe têm também apresentado a sua música em alguns dos mais importantes festivais europeus e dos Estados Unidos, tendo atuado no Lollapalooza, Lovebox, Bestival, Parklife ou Wild Life. O duo foi também convidado pelos britânicos Disclosure para participar no single "Hourglass" e para atuar nos concertos que os irmãos Lawrence deram no Madison Square Garden, em Nova Iorque, e no Alexandra Palace, em Londres. 
 
Somando mais de 15 milhões de streams em diversas plataformas de streaming áudio e visuais, como o Spotify e o canal Vevo, em 2015 todos os olhos estiveram postos nos Lion Babe. 2016 prepara-se para ser mais um ano estelar para estas estrelas em ascensão.
 

 

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Todos os Musicais de Chico Buarque

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Todos os Musicais de Chico Buarque
em 90  Minutos

 

8 E 9 DE MARÇO NO COLISEU  PORTO

11 E 12 DE MARÇO NO CAMPO PEQUENO

 

Com estreia em 2014, no Brasil, Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos é o espetáculo oficial da celebração do 70º aniversário de Chico Buarque,entusiasticamente aclamado pelo público e crítica.
 
Dez anos depois do grande sucesso da Ópera do Malandro, a dupla de criadores brasileiros, Charles Möeller e Cláudio Botelho, regressa a Portugal com esta nova e grandiosa encenação que nos proporciona uma sumptuosa viagem pelas mais belas canções de Chico Buarque, escritas para produções musicais como Gota d’Água, Ópera do Malandro, O Corsário do Rei, Calabar, Quando o Carnaval Chegar, O Grande Circo Místico, Dona Flor e Seus Dois Maridos, entre tantas outras.
 
Produzido e encenado por Möeller e Botelho, o espectáculo Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos canta a história de uma companhia de teatro, seus sucessos, encontros e desencontros, através das memórias, já comprometidas pela idade, do seu director.
 
Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos: uma história comovente interpretada por um elenco e uma banda de luxo, através das inesquecíveis canções de Chico Buarque. Um espetáculo único e imperdível!

 

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Quarta-feira, 02.03.16

Fértil Cultural - Notícias férteis

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Caros Amigos,

 

Bem-vindos àquele que é conhecido como o mês do teatro. Desta vez vamos celebrá-lo como nunca, com um mês repleto de actividades.

 

Começamos por Ponte de Lima onde vamos circular com a nossa última criação Morro de Amores. O espectáculo vai passar por cinco freguesias do concelho e termina no dia 19 de Março no Teatro Diogo Bernardes. Esta itinerância pretende a descentralização da cultura e do teatro em Ponte de Lima, um trabalho que há muito a Fértil Cultural anseia e agora começa.

 

No dia 13 de Março, a convite da Junta de Freguesia de Vila do Conde, iremos apresentar a Companha de Mulheres, um projecto comunitário com as mulheres de Caxinas e Poça da Barca, que irão fazer uma reflexão sobre as suas vidas. Este espectáculo insere-se nas comemorações Dia Internacional da Mulher.

 

Para finalizar o mês, mais um vez iremos participar na Queima do Judas de Vila do Conde. Um espectáculo comunitário e de rua que envolve várias associações locais. Esta é já a 11ª edição deste evento. Este ano será apresentado no Mercado Municipal de Vila do Conde com a temática ligada ao local: Mercados e Feiras de Vila do Conde. A apresentação está marcada para o Sábado de Aleluia, conforme manda a tradição e desta vez calha no dia 26 de Março, dia que antecipa o Dia Mundial do Teatro. Queimemos o Judas e celebremos o Dia Mundial do Teatro todos juntos.

 

Contamos convosco.

Abraços da Fértil Cultural

 
Fértil . Associação Cultural
Casa da Pedreira . Rua do Barroco, 195 . 4760-496 Gondifelos [VN Famalicão]
fertilcultural.org . +351 918 224 697
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ACERT - PRINCIPEZINHO NO SÉC. XXI

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PRINCIPEZINHO NO SÉC. XXI
Projeto Gerações xxi aLer+
Leitura Encenada
Diferentes gerações trabalham o “Principezinho” em oficina de escrita e leitura encenada


Trigo Limpo Teatro Acert Universidade Sénior do Rotary Club de Tondela e Escola Secundária de Tondela

 

No ano letivo passado, teve início o projeto Gerações xxi aLer+, uma iniciativa que contou com Oficinas de Escrita Criativa e uma Oficina de Comunicação Intergeracional realizadas pelo Trigo Limpo Teatro Acert. O trabalho durante o presente ano letivo incidiu na construção e apresentação de uma leitura encenada que tem como base o texto O Principezinho no século xxi e os textos produzidos nas oficinas mencionadas. Este projeto será trabalhado com alunos da Escola Secundária de Tondela e com a Universidade Sénior de Tondela, sendo o Trigo Limpo Teatro Acert o responsável pela encenação desta produção que juntará diferentes gerações à volta de um mesmo texto, trabalhando a partilha, a aprendizagem mútua e o reconhecimento da intemporalidade das palavras.

 

Local:  Auditório 1
Data/Hora:  Sex, 18 mar'16 às 10:30 e às 14:30

Coordenação das Oficinas de Escrita Criativa e encenação: Ilda Teixeira
Participação: Alunos da Escola Secundária de Tondela e elementos do Rotary Club de Tondela

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Agenda cultural de Beja, Março de 2016

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Em março, mês que os Romanos dedicaram a Marte, Deus da Guerra, chega a primavera, enaltece-se o papel da Mulher, homenageia-se a juventude, a criatividade e a cultura; reconhece-se a importância dos Centros Históricos.


No contínuo propósito de promover a parceria e a qualidade do trabalho dos agentes culturais locais, do gosto pela nossa história e cultura, do convívio familiar e geracional, do contacto com a beleza natural do nosso concelho, o Município propõe uma programação variada.


Destaca-se a 3.ª edição do FITA – Festival Internacional de Teatro do Alentejo, organizado pela Associação Lendias d´Encantar, de Beja, que trará à cena, no Pax Julia, diferenciadas performances de várias companhias de teatro internacionais.
A Poesia será festejada, na Biblioteca Municipal José Saramago: musicalmente, recordando Martinho Marques, e com oficinas e performances, por Gisela Cañamero. 

 

No Pax Julia - Teatro Municipal atuarão, entre outros, os Deolinda e os bejenses Tango Paris. As exposições “Amor com Humor” e o ”Prémio Fotojornalismo 2014” são imperdíveis. “Correr e Caminhar na Ponte” 25 de Abril, “Na Rota dos Cheiros”, Trindade, e a Idade do Bronze, em Santa Clara do Louredo, são as propostas para aliar conhecimento, história, atividade física e natureza.
Bons motivos para não ficar em casa!

 

Para informações adicionais consultar
https://issuu.com/camaramunicipaldebeja/docs/agenda_de_beja_mar__o_2016_issuu_

 

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JAKE BUGG Anuncia novo álbum, 'On My One'

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JAKE BUGG

Anuncia novo álbum, 'On My One', a 17 de junho



"Gimme the Love" é o primeiro single

A 17 de junho Jake Bugg lança o seu muito aguardado novo álbum, "On My One”, o qual será apresentado pelo explosivo primeiro single, "Gimme the Love", uma mistura viciante entre a guitarra característica de Bugg com batidas funky.
 
O título deste álbum é um ditado que se diz na cidade natal de Jake Bugg, Nottingham, e que quer dizer fazer as coisas por si próprio, o que vai ao encontro da natureza deste disco. "Vi isto como o passo lógico no meu desenvolvimento enquanto compositor. Foi um desafio, mas era algo que sentia que tinha de ser feito", diz o músico. 
 
Jake Bugg compôs as 11 canções deste novo álbum, tocou quase todos os instrumentos e produziu a sua maioria (Jacknife Lee produziu três temas). Os resultados são surpreendentes. Depois do grande sucesso dos seus dois primeiros álbuns, o duplamente platinado "Jake Bugg" (2012) e o seu sucessor, "Shangri La" (2013), chega agora este novo "On My One", que afirma Jake Bugg como um dos mais entusiasmantes talentos do Reino Unido da atualidade.  
 
Gravado entre Londres, Los Angeles e Nottingham, são muitos os destaques deste novo álbum, como a comovente "Love Hope and Misery", com o seu refrão impactante, "Bitter Salt" ou a soulful "Never Wanna Dance" e, claro, o tema que dá título ao disco.
 
Em toda a sua diversidade, o "coração" deste "On My One" está na música blues. "Os blues são o meu género preferido", admite Jake. "Quer seja soul ou hip hop, tudo vem dos blues. Para mim os blues significam somente poder cantar as minhas emoções e expressar a minha dor, para que outros também possam sentir algo. Essa é a beleza da música. Gostaria de pensar que consegui fazer isso neste disco."
 
Gravar três álbuns com apenas 21 anos não é um feito banal. Mas conseguir criar sozinho um álbum como "On My One", atravessando com naturalidade géneros como os blues, a pop, o rap, a folk, a soul e a música country é prova de um talento para a composição de canções verdadeiramente notável.
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Terça-feira, 01.03.16

CONVERSAS #ACERT40

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CONVERSAS #ACERT40

 

Auditório 1
Data/Hora:  Sáb, 5 mar'16 às 15:00


Convidámos Daniel Oliveira, Fernando Paulouro Neves, Manuel Carvalho da Silva e Susana C. Gaspar para uma conversa sobre o fator germinador da ACERT, a participação nas suas diferentes perspetivas, como se participava há 40 anos e como se pode continuar a participar cívica, social e culturalmente nos dias de hoje.


Há 40 anos, um grupo de amigos com vontade de expressar ideias e intervir socialmente, cheios de sonhos e utopias, juntaram-se e formaram um coletivo que tinha na forma como olhavam o mundo a sua forte ligação… a razão da sua união.

Assim nasceu a Acert, com essa gente cheia de pressa de participar na sua comunidade, através do teatro, do associativismo e, sobretudo, da vontade de viver as suas inquietações em conjunto, acreditando que poderiam mudar as coisas em tempos onde se cantava que o mundo era composto de mudança. E agora? Passaram 40 anos, Tondela é diferente, Portugal é diferente, o mundo é diferente, o que é que ainda faz sentido quando se pensa em participação? E quando falamos de participação, falamos de quê?

Será participar à margem dos circuitos habituais a solução?

Como nos situamos neste contexto? Participamos, ou ficamos em casa? E de casa, hoje, também se pode participar?

Este é o mote para uma conversa com Daniel Oliveira, Fernando Paulouro Neves, Manuel Carvalho da Silva e Susana C. Gaspar que a partir das suas experiências de vida nos ajudarão a refletir sobre o tema.

 

Participação, dinâmicas de estímulo a uma cultura de participação, cooperação e decisão colaborativa, que garantam a influência efetiva dos cidadãos na organização de uma comunidade/sociedade. Grupos considerados menos favorecidos (social ou economicamente) têm, assim, a possibilidade de participar nos processos de tomada de decisão e nas ações definidas pelos processos de desenvolvimento local. Este é um princípio fundamental para o funcionamento de um Estado Democrático.

(in: Políticas territoriais participadas - reflexões e recomendações, documento produzido pelo Projecto Cidadania&Território: Desenvolvimento Local Sustentado)

 

DANIEL OLIVEIRA é acima de tudo um ativista cívico.
Por vezes foi dirigente partidário nunca deixando de participar em movimentos políticos. Começou no jornalismo em 1989, é colunista no Expresso e no Record e participa nos programas Eixo do Mal, na SIC Notícias, e Sem Moderação, do canal Q. É autor e fundador do blogue Barnabé e escreveu no Arrastão, blogues que atingiram enorme noto­riedade na blogosfera portuguesa. É considerado um dos portugueses mais influentes nas redes sociais, com cerca 75.000 seguidores no Face­book. É alfacinha apaixonado, português sem orgulho nem vergonha e acredita que isto ainda vai melhorar.

MANUEL CARVALHO DA SILVA Figura incontornável do sin­dicalismo português do Sec. XX. Foi desenvolvendo uma intervenção social e sócio-política cada vez mais intensas na sociedade portuguesa, respondendo a solicitações numa multiplicidade de áreas temáticas, em particular, relacionadas com o sindicalismo, o trabalho, o emprego, a economia, o desenvolvimento.
Coordena a delegação do Centro de Estudos Sociais (Ces) em Lisboa e o Observatório sobre Crises e Alternativas, criado por este centro em abril de 2012. Desde 2011 é Professor Catedrático convidado da Uni­versidade Lusófona.

SUSANA C. GASPAR é presidente da direção da Amnistia Interna­cional Portugal. Associa, frequentemente, o ativismo ao trabalho artís­tico de atriz e encenadora.
É professora de teatro e mediadora cultural, licenciada em Ciências da Cultura e Mestre em Educação Artística pela Escola Superior de Educa­ção de Lisboa. Em 2012 venceu o prémio nacional “Jovens Criadores”, na categoria de teatro, com o espetáculo Lampedusa, dedicado ao drama dos migrantes no Mediterrâneo.
Integra a Mesa da Assembleia da Alagamares - Associação Cultural, e é membro da Dínamo - Associação de dinamização sócio-cultural.

FERNANDO PAULOURO NEVES (Moderador)
Nasceu em 1947. Foi chefe de redação e diretor do Jornal do Fundão.
Tem colaboração diversa em jornais e revistas, participou em obras coletivas sobre questões da realidade transfronteiriça. Dirigiu e cola­borou em suplementos literários e culturais e é autor de livros de ficção.
Pertenceu, por diversas vezes, à direção do Sindicato dos Jornalistas e ao Conselho Deontológico, animou debates e participou em conferên­cias, fez parte da Comissão Organizadora das Jornadas da Beira Interior e da Raia Sem Fronteiras.
Recebeu o Prémio Gazeta de Mérito 2014, do Clube dos Jornalistas.

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