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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

20
Out16

Barreiro - Novembro, Programação AMAC

olhar para o mundo

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Novembro

Programação AMAC

 

Além da programação inserida no âmbito do Mês da Fotografia 2016 (http://www.cm-barreiro.pt/frontoffice/pages/792?news_id=5947), o Auditório Municipal Augusto Cabrita recebe, em novembro o Teatro de Marionetas “Habia Una Vez Dos Pies” e o espetáculo de Dança “DanceUp Ballet”.

 

 

AMAC JÚNIOR | ARTES PERFORMATIVAS

 

6 novembro | domingo | 16h00 | Habia Una Vez Dos Pies | TEATRO DE MARIONETAS
Atividade inserida na Festa da Marioneta, promovida pela ARTEMREDE

Verónica González tem dois pés como quase todas as personagens deste mundo… Mas, os seus pés são especiais: interpretam personagens grotescas que vivem, sonham, riem e choram em pequenas histórias, onde o absurdo e a poesia se fundem de uma forma mágica.

Estas “marionetas” de carne e osso não utilizam palavras, uma vez que se expressam através de uma linguagem gestual convincente da atriz, acompanhada por uma banda sonora muito particular.

Fantasia, humor, ritmo e cor são as chaves do êxito deste espetáculo que tem recebido as melhores criticas em Itália, Espanha, Bélgica, Holanda, Suíça, França, Alemanha, Bulgária, Roménia, Grécia, Chipre, Croácia, Inglaterra, Andorra, Japão, Singapura, Rússia, Argentina, Canadá e Chile.

Um espetáculo que vai emocionar dos pés à cabeça!

Faixa Etária – M/4

Duração – aprox. 60 min.

Ingresso – 3,00 €

 

ARTES PERFORMATIVAS

 

13 novembro | domingo | 16h00 | DanceUp Ballet | DANÇA

Coordenado por Ana Nascimento

Faixa Etária – M/6

Duração  – aprox. 60 min.

Ingresso  – 2,00 €

 

Bilheteira AMAC – 21 206 82 30 | Horário: 3ª a domingo, das 14h00 às 20h00
Posto de Turismo – 21 206 82 87 | Horário: 3ª a sábado, das 9h30 às 13h00 e das 14h30 às 18h00

 

 

 

CMB 2016-10-19

20
Out16

FRANCES - Álbum de estreia, “Things I’ve Never Said”, nas lojas a 17 de março

olhar para o mundo

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FRANCES  

Álbum de estreia, “Things I’ve Never Said”, nas lojas a 17 de março

Em janeiro de 2017 será lançada uma nova versão do single “Grow”

A cantautora britânica Frances anunciou ontem o lançamento do seu muito aguardado álbum de estreia, “Things I’ve Never Said”. O disco inclui os singles “Let It Out”, “Say It Again” e a já conhecida balada “Grow” e será lançado a 17 de março do próximo ano. 

Dificilmente Frances esperaria que “Grow”, canção que gravou pela primeira vez no seu próprio quarto, quando ainda estava a dar os primeiros passos humildes no mundo da música, se tornaria uma das suas canções mais adoradas. 

Avançando no tempo até hoje, a cantora de 23 anos conta agora com artistas como Greg Kurstin (Adele), Jimmy Napes (Sam Smith, Alicia Keys) e Howard Lawrence (Disclosure) como colaboradores do seu primeiro álbum de estúdio. Aclamada pela crítica e nomeada para prémios como o BBC Sound of 2016 e os BRITs Critics Choice Awards, ao longo deste período Frances também deu atuações surpreendentes no Festival de Glastonbury, em Coachella, no SXSW, Lollapalooza, entre outros. Entre nós, estreou-se ao vivo, num concerto especial na edição deste ano do EDP Cooljazz.

Com mais de 30 milhões de streams do seu catálogo no Spotify e 5 milhões de visualizações dos seus vídeos, a base de fãs global de Frances cresceu exponencialmente desde que lançou os primeiros EPs pela Kitsuné e Communion.

 

“Things I’ve Never Said” é um conjunto de canções profundamente emotivas que retratam os últimos dois anos da história de Frances. Desde baladas tocantes e honestas como “Let It Out” e “Cry Like Me”, a produções pop clássicas e inventivas como “Say It Again”, o álbum acaba por representar o alcance impressionante desta jovem artista. Isso reflete-se no seu single, “Grow”, tema com o qual lançou a carreira e que a revelou ao público e à indústria. Uma nova mistura da canção estará disponível para compra e escuta a partir de janeiro de 2017. 

Uma performer que ao vivo é subtilmente talentosa, Frances vai ainda interpretar o seu novo single “Don’t Worry About Me” na campanha de recolha de fundos contra o cancro Stand Up To Cancer, no Channel 4, esta sexta-feira, dia 21. “Grow” fará ainda parte da banda sonora do filme “Mum’s List”, de Niall Johnson.

O álbum “Things I’ve Never Said” estará disponível nos formatos standard (11 canções) e deluxe (15 canções).

 

 

20
Out16

Parques de Sintra assinala bicentenário do nascimento de D. Fernando II com exposição no Palácio da Pena

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“Fernando Coburgo fecit: a atividade artística do rei-consorte”

Parques de Sintra assinala bicentenário do nascimento de D. Fernando II com exposição no Palácio da Pena

 

- Exposição inaugura a 29 de outubro

- A mostra é dedicada à obra artística do monarca e revela acervo nunca exposto

- A exposição vai estar patente até 30 de abril de 2017, nos Aposentos de D. Manuel II

 

Sintra, 19 de outubro de 2016 – A Parques de Sintra inaugura no próximo dia 29 de outubro, às 19h00, nos Aposentos de D. Manuel II, no Palácio Nacional da Pena, a exposição “Fernando Coburgo fecit: a atividade artística do rei-consorte”. A mostra assinala o bicentenário do nascimento de D. Fernando II, criador do Parque e Palácio da Pena, e é dedicada à obra artística do monarca.

 

A exposição tem a curadoria de Hugo Xavier, conservador do Palácio, e revela um numeroso conjunto, nunca exposto, de desenhos, gravuras e documentos manuscritos adquiridos em 2012 pela Parques de Sintra, e outros objetos entretanto incorporados, com destaque para uma moldura com pratos em cerâmica pintados pelo rei. “A exposição que agora se apresenta ao público permite revelar um acervo recentemente adquirido do legado artístico do rei e que se insere num investimento mais vasto de aquisições de objetos históricos destinadas a enriquecer as coleções daquele monumento”, destaca o presidente do Conselho de Administração da Parques de Sintra, Manuel Baptista.

 

A mostra conta ainda com algumas doações efetuadas por descendentes da Condessa d’Edla, segunda mulher do monarca, e com peças cedidas por particulares e instituições, como o Museu Nacional de Arte Antiga, Palácio Nacional da Ajuda, Museu-Biblioteca da Casa de Bragança e, dentro do universo da PSML, o Palácio Nacional de Queluz.

 

O rei-artista

Homem culto, elegante, melómano, grande colecionador e mecenas das artes, D. Fernando II, rei-consorte de Portugal pelo seu casamento com D. Maria II, ficou conhecido pelo cognome de “rei-artista”. Hábil desenhador, gostava acima de tudo de experimentar, destacando-se essencialmente na área da gravura, numa primeira fase, e na pintura sobre cerâmica, numa fase mais tardia.

 

Vários foram os temas desenhados e gravados pelo rei, da vida familiar com os filhos, a cenas do meio social que frequentava. Dedicou também atenção ao reino animal, onde revela a sua predileção por cavalos, passando pelos costumes, mitos e heróis, representando tradições populares portuguesas, figuras associadas a mitos heroicos húngaros e personagens históricas.

 

A atividade artística do monarca, que assinava as suas peças com o característico monograma/assinatura F e C sobrepostos (Fernando Coburgo) seguidos do f. de fecit (do latim fez), manteve-se uma constante até ao ano da sua morte, ocorrida em 1885, aos 69 anos de idade.

 

Aposentos de D. Manuel II reintegrados no circuito de visita

A exposição “Fernando Coburgo fecit: a atividade artística do rei-consorte” apresenta-se nos antigos aposentos de D. Manuel II, situados no piso nobre do Torreão do Palácio Nacional da Pena, recentemente restaurados. Em 2010, estes compartimentos foram encerrados, não só devido à contínua degradação originada pelo clima, mas também para servirem de apoio ao grande restauro do Salão Nobre, que decorreu de 2011 a 2013.

 

Em 2016, os aposentos foram alvo de intervenção. Foram recuperados os estuques dos tetos, assim como as paredes, janelas e pavimentos. Foi dada particular atenção aos vestígios de cor que ainda se puderam encontrar nas paredes, assim como portas e ombreiras. Serão estas cores que se utilizarão, de resto, na musealização permanente das salas.

 

Terminada a exposição, estes compartimentos serão musealizados e reintegrados na lógica discursiva do Palácio. “Deste modo, o interregno causado pela exposição terá um desenlace muito positivo no contexto deste grande investimento de investigação, restauro e re-musealização que a PSML tem vindo a fazer no Palácio Nacional da Pena”, destaca o diretor do Palácio, António Nunes Pereira.

 

A mostra vai estar patente até 30 de abril de 2017.

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