Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

Porque há sempre muito para ver e para contar

As Coisas da Cultura

03
Nov16

A TERNURA DOS 40, COM A JOVIALIDADE DA ADOLESCÊNCIA - Conversas #ACERT40

olhar para o mundo

acert.jpg

 

A TERNURA DOS 40, COM A JOVIALIDADE DA ADOLESCÊNCIA
Conversas #ACERT40

Local:  Novo Ciclo ACERT
Data/Hora:  Sáb, 5 nov'16 às 21:45

 

Como é que se apresentam pessoas da “família” que todos tão bem conhecemos?

Os participantes (que dispensam apresentação), desta conversa têm vastos curriculos que poderiam encher muitas páginas desta agenda, mas são sobretudo ACERTinos dos sete costados.

Maria do Céu Guerra, José Paiva e Nuno (Cash) Santos são parceiros das muitas histórias de que é feita a nossa história, e é assim que os queremos nesta conversa. O convite foi-lhes feito exatamente por isso, para connosco partilhar esses momentos, e em conjunto, continuarmos a construir o futuro.

O quarto elemento da conversa é José Rui Martins. Pelo seu emocionante percurso ao longo dos 40 anos, dispensa qualquer consideração adicional que não seja: o Zé Rui da ACERT. Para ele e para o colectivo da ACERT este é o seu perfil decididamente mais valioso.

Será forçosamente uma conversa parcial e sentimental sobre 40 anos de alegrias e sonhos construídos em conjunto.

 

Como todas as coisas essenciais, o Novo Ciclo nasceu de um sonho, ou de muitos sonhos, mas também do trabalho, da vontade de derrubar barreiras, da certeza de que era possível – tinha de ser possível – erguer um espaço que fosse casa de muitas ideias e projetos. Com uma programação variada, que inclui teatro, música, conversas, exposições, desporto, formação e tantas outras coisas, o Novo Ciclo é também a casa da ACERT e de todos quantos por aqui passam e se juntam à festa.

 

Maria do Céu Guerra

Mais do que uma grande senhora do teatro português, Maria do Céu Guerra é uma mestra e companheira com quem aprendemos e que é indissociável do historial da ACERT pelo comovente envolvimento generoso. A sua “A Barraca” é domicílio inigualável de acolhimento da ACERT. Este convite é também um imprescindível tributo da sua casa de Tondela.

José Paiva

Mais do que atual Diretor da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, José Paiva é o companheiro solidário cujos sinais cúmplices de todos os momentos, ampliaram os distintos domínios de atuação do colectivo da ACERT. As artes plásticas, os intercâmbios internacionais e a militância de acertino comprometido, são um património humano ímpar na vida da sua ACERT.

Nuno (cash) Santos

Criador da TKNT (Televisão K Não é Televisão). Jornalista e homem das letras com gente dentro.

Demonstra prazer de ter a ACERT como seu primeiro ninho para os voos que tão bem realiza em diversos domínios das artes e da comunicação.

O nosso Cash, quando escreve sobre o que acontece na ACERT demonstra sentimentalmente o seu apego à casa mãe.

José Rui Martins

Diretor da ACERT

03
Nov16

InShadow na vanguarda do vídeo-dança em Lisboa

olhar para o mundo

Cartaz InShadow 2016.web.jpg

 

InShadow na vanguarda do vídeo-dança em Lisboa


InShadow é certificado pelo EFFE – Europe for Festivals, Festivals for Europe (2015-2016)

 

De 10 de Novembro a 11 de Dezembro 2016, serão várias as iniciativas para todos os que procuram o encontro imprevisível entre cinema e dança. A programação do Festival InShadow revela o melhor na área da criação artística transdisciplinar, fragmentada nas áreas do vídeo, performance, instalações e exposições.

 

A sessão de apresentação do InShadow terá lugar no dia 4 de Novembro, na Fnac do Chiado, com a presença de alguns artistas convidados. A moderação fica a cargo de Pedro Senna Nunes e Ana Rita Barata, directores artísticos e responsáveis pela programação.

O tema da sombra estende-se por Lisboa num ano de estreias e mudanças. Na sua 8ª edição, o mapa do InShadow transforma-se para chegar a novos lugares. Teatro Camões, Museu do Oriente, Cinemateca Portuguesa, Museu da Marioneta, Fundação Portuguesa das Comunicações, Teatro do Bairro, Espaço Santa Catarina, Espaço Cultural das Mercês, Galeria das Salgadeiras, RA7 Gallery e Galeria da Faculdade de Belas-Artes, são os espaços de acolhimento do Festival InShadow.

Inshadow começa no Teatro Camões de 10 a 13 de Novembro com a estreia absoluta de Turbulência, uma nova co-produção Vo'Arte / Companhia Nacional de Bailado. A CNB volta a colaborar com a Vo’Arte num desafio dirigido à equipa de coreógrafos composta por António Cabrita, São Castro, Henriett Ventura, e Xavier Carmo.

A 18 de Novembro, o festival apresenta no Museu do Oriente a estreia nacional da performance Live Cinema Show, uma viagem imersiva pelo universo fantástico de Usagininen (dupla de artistas do Japão), onde a imaginação se cruza com a tecnologia. A 19 Novembro, ainda no Museu do Oriente, Usagininen promove um workshop de vídeo no qual os participantes podem reinventar o espectáculo do dia anterior.

De 21 a 25 Novembro seguindo o percurso do fantástico, LittleShadow desafia o sentido criativo e crítico de crianças das escolas de Lisboa com o LAC (Laboratório de Actividades Criativas) e a Competição Internacional de Filmes de Animação, na Fundação Portuguesa das Comunicações e no Museu da Marioneta.

Este ano as Sessões de Competição Internacional de Documentário realizam-se, pela primeira vez, na Cinemateca Portuguesa, local privilegiado para a reflexão e debate. De 24 a 26 de Novembro serão projectados 13 filmes de 13 países, com a presença de alguns realizadores. O Melhor Documentário será distinguido com o prémio Luna Andermatt, patrocinado pela Conserveira de Lisboa.

As Sessões de Competição Internacional de Vídeo-Dança estreiam-se no Teatro do Bairro, local de forte expressão artística e presença contínua no festival, com 44 filmes de 21 países. O corpo move-se no ecrã de 29 Novembro a 2 de Dezembro e estende-se ao palco no dia 3 de Dezembro com uma performance.

A noite de 3 de Dezembro encerra com a Cerimónia de Entrega de Prémios e Dj Set Le Cirque du freak. O Melhor Vídeo-Dança é patrocinado pela Schweeps Portugal.

O itinerário do Festival InShadow segue de 20 Novembro a 11 de Dezembro pelas instalações e exposições na Faculdade das Belas Artes, Espaço Santa Catarina, Espaço Cultural das Mercês, RA Lisboa e Galeria Salgadeiras onde o desenho e a fotografia acompanham instalações "holográficas" (IN VITRO, Itália e BOX, Portugal) e interactivas que desafiam conceitos de genética, e outras que questionam o lugar do corpo e a sua intervenção com o espaço envolvente.

Destaque para a estreia das obras de João de Goes e José Carlos Neves.

03
Nov16

ABBA reúnem-se para uma nova experiência digital

olhar para o mundo

abba.jpg

 

ABBA reúnem-se para uma nova experiência digital

Projeto resulta da colaboração dos membros dos ABBA com Simon Fuller e o Universal Music Group

Quase 35 anos depois da última atuação pública em conjunto, os membros dos ABBA preparam-se para dar aos seus fãs de todo o mundo o que milhares deles sonhavam, mas consideravam impossível: uma nova experiência de entretenimento.

O empresário Simon Fuller, criador do “American Idol”, os elementos dos ABBA, e o Universal Music Group estão a trabalhar juntos numa aventura inovadora que irá recorrer às mais recentes tecnologias digitais e de realidade virtual. O objetivo é criar uma experiência digital original com estas superestrelas da música pop sueca, permitindo assim a uma nova geração de fãs ver, ouvir e sentir os ABBA de uma forma que até então era impensável.

Simon Fuller tem estado na vanguarda da mudança social e tecnológica durante três décadas, usando os seus conhecimentos para transformar a cultura popular. Nos seus negócios tem vindo a investir discretamente na tecnologia de realidade virtual, desenvolvendo há vários anos seres humanos digitais hiper-realistas no campo do entretenimento. A colaboração com os quatro membros dos ABBA, que se formaram em Estocolmo em 1972 e que permanecem como um dos grupos mais icónicos e talentosos da história da música, assinala um momento chave para concretizar plenamente as várias possibilidades da realidade virtual que estão ao virar da esquina, e, neste processo, transformar a cultura popular.

Os membros dos ABBA estarão envolvidos em todo o processo criativo, mantendo a autenticidade e integridade da visão original da banda dentro de um novo campo de possibilidades entusiasmantes ligadas ao mundo do entretenimento. 

Frida Lyngstad, uma das vozes dos ABBA, disse: “Os nossos fãs em todo o mundo estão sempre a pedir-nos para nos reunirmos. Espero que esta nova criação dos ABBA os entusiasme tanto como a mim!”

As restantes novidades quanto a esta colaboração inovadora serão anunciadas em 2017.

03
Nov16

Ciclo de Conferências “Conhecer a Guerra Defender a Paz”

olhar para o mundo

Cartaz 5ª Conferência - Dia 17.jpg

 

Ciclo de Conferências “Conhecer a Guerra Defender a Paz”

 

“A Guerra e Propaganda na ilustração portuguesa 1914 a 1918”

 

No âmbito do Projeto “Conhecer a Guerra Defender a Paz” e do ciclo de Conferências “A Problemática da Guerra e da Propaganda no Século XX”, serão realizadas duas conferências, a 10 e 17 de novembro, pelas 18h00, no Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro.   

A entrada é livre.

 

“Guerra e Propaganda na ilustração portuguesa 1914 a 1918” será o tema da conferência agendada para o dia 10 de novembro.

A sessão terá como convidado o professor Júlio Joaquim Silva, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa (FCSH/UNL), enquanto que a moderação estará a cargo da professora Helena Pereira.

 

“A Resistência à Guerra Colonial em Portugal, 1961-1974: desconstruir uma ideia de País” terá lugar a 17 de novembro.

A professora Alice Samara (FCSH/UNL) será a convidada, e a moderadora será a professora Leonor Inácio.

 

O evento é promovido pela Comissão Coordenadora do Projeto, constituída pelo Agrupamento de Escolas de Casquilhos, a Câmara Municipal do Barreiro, o Centro de Formação das Escolas do Barreiro e Moita, a Cooperativa Cultural Popular Barreirense e a RBE - Rede de Bibliotecas Escolares.

 

 

CMB 2016-10- 31

03
Nov16

"Mumford & Sons: Live from South Africa — Dust & Thunder" nos cinemas a 8 de novembro

olhar para o mundo

mumumum.png

 

"Mumford & Sons: Live from South Africa — Dust & Thunder" nos cinemas a 8 de novembro

Filme que documenta a tour da banda na África do Sul pode ser visto no UCI El Corte Inglés e UCI Arrábida.

O documentário, realizado pelo aclamado Dick Carruthers, retrata a primeira viagem dos Mumford & Sons pelo país africano, culminando com o concerto final da digressão, em Pretória, onde estiveram cerca de 50.000 pessoas a assistir.  

Filmado ao vivo, este concerto é a prova de como o público sul-africano ansiava ver um espetáculo da banda — a ideia inicial era os Mumford & Sons tocarem apenas em alguns sítios pequenos. Contudo, a demanda foi tão grande que deu início a esta aventura. 

Durante a sua estadia na África do Sul, os Mumford & Sons gravaram "Johannesburg", um EP feito em colaboração com Baaba Maal, The Very Best and Beatenberg e lançado em junho deste ano.  

Universal Music Portugal e os Cinemas UCI estão a oferecer 20 bilhetes — 10 para o UCI El Corte Inglés e 10 para o UCI Arrábida — para a estreia no dia 8 de novembro, através de um passatempo que pode ser consultado aqui.

 

 

03
Nov16

ACERT 40 Anos - EXTRATO D’O POVO ACORDOU

olhar para o mundo

acert.jpg

 

EXTRATO D’O POVO ACORDOU
Leitura Encenada
Extrato do primeiro espetáculo do Trigo Limpo “O Povo Acordou” pelos atores da companhia, seguido de lanche e convívio.

 

Local:  SMIR - Molelos
Data/Hora:  Sáb, 5 nov'16 às 17:00

O primeiro espetáculo, “O Povo Acordou”, escrito coletivamente, limitou-se a projetar num texto as realidades de que cada um tinha conhecimento, e que se tornava urgente denunciar. As sessões decorriam como um comité de bairro, discutindo os problemas que a todos afligiam. Distribuíam-se personagens segundo a fisionomia e a proximidade real com o papel. O cenário era dividido - de um lado o campo, do outro a fábrica. No segundo ato, o largo da aldeia onde todos se juntavam para discutir os seus problemas… As personagens eram tratadas, ora com realismo, ora como caricaturas. O texto contrastava com diálogos da vida comum, com tiradas poéticas do universo do que se lia e gostava—Jorge Amado, Gorki, Soeiro Pereira Gomes… a estética do espetáculo representava um desconhecimento de referências técnicas, antes se situando num conhecimento empírico do que se desejava.

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub