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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

11
Nov16

A VIAGEM DO ELEFANTE / FOTOGRAFIA DE CENA DE RICARDO CHAVES

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QUA 09 NOV > SÁB 19 NOV 2016 | 21:00 | CAFÉ TEATRO E SALA BRANCA TAGV
FOTOGRAFIA DE CENA DE RICARDO CHAVES :: 40 ANOS DA ACERT
 

SINOPSE

Foi em 2013 que o Trigo Limpo Teatro ACERT estreou o espetáculo de rua “A Viagem do Elefante”, criado a partir do conto homónimo do escritor de livros e de sonhos, José Saramago. São quatro anos de digressão por muitos pontos do país e estrangeiro com uma produção que se estabelece em cada localidade para ensaios com participantes locais.

Fotos de memórias das pegadas do elefante Salomão em itinerários que adaptam as arquiteturas locais para fazer decorrer uma viagem teatral emocionante.

FAIXA ETÁRIA

Todos os públicos

PREÇÁRIO

Entrada livre
Café Teatro :: seg a sáb, feriados 09h00-01h00 / dom 10h00-20h00
Sala Branca :: seg a sex 09h00-22h00
Inauguração Exposição :: 09 nov / 21h00
11
Nov16

Casos do Beco das Sardinheiras Nos Recreios da Amadora*

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Casos do Beco das Sardinheiras


Nos Recreios da Amadora*


Texto: Mário de Carvalho
Encenação: Elsa Valentim
Interpretação: André Nunes, Elsa Valentim, Jorge Silva, José Peixoto, Estagiários ACT: Carolina Serrão; Carolina Campanela, Cláudia Alfaiate, Rui Ferreira Macedo; Estagiários D. João V: Beatriz Sirgado, Tânia Cruz.

11
Nov16

Parques de Sintra inicia requalificação e restauro do Convento dos Capuchos

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Parques de Sintra inicia requalificação e restauro do Convento dos Capuchos

 

- Investimento de 3 milhões de euros

- Princípio norteador da intervenção: a preservação do espírito do local

- Conclusão dos trabalhos prevista para 2018

 

Sintra, 8 de novembro de 2016 – A Parques de Sintra iniciou no final de outubro a requalificação e restauro integral do Convento dos Capuchos, com a empreitada de recuperação de caminhos no interior da cerca conventual e da própria cerca. A intervenção, que terá como princípio norteador a preservação do espírito do local, decorrerá de forma faseada e engloba não só a recuperação da envolvente paisagística e do sistema de águas tradicional, mas também o restauro de todos os elementos construídos. Além da preservação do conjunto monumental de elevado valor patrimonial, pretende-se dotar o Convento dos Capuchos de melhores condições para acolher os visitantes através da revisão e instalação de novos equipamentos de apoio à visita, da introdução de iluminação e da beneficiação das infraestruturas de água, esgotos, energia, comunicações e combate a incêndios. O projeto representa um investimento global de cerca de 3 milhões de euros e deverá estar concluído em 2018.

 

A intervenção foi precedida de um longo e aprofundado estudo da história do local e do estado de conservação dos edifícios e demais elementos construídos. Procedeu-se ao levantamento de soluções técnicas e materiais originais, ao levantamento da flora existente, e à realização de sondagens arqueológicas que permitiram caracterizar e aprofundar o conhecimento sobre o monumento e também fundamentar as soluções a aplicar no projeto de recuperação. Foram analisadas áreas que fornecessem dados sobre os sistemas de condução e abastecimento de águas e saneamento do Convento, sobre pavimentos originais e sobre as fases construtivas do monumento. As sondagens realizadas possibilitaram ainda a recolha de inúmeras peças de barro consentâneas com os utensílios utilizados pelos frades e outros fragmentos de peças, possivelmente resultantes de ofertas ao Convento, como faianças e porcelanas.

 

O projeto de restauro e valorização do Convento dos Capuchos abrange três zonas distintas: o interior da cerca conventual, o exterior da cerca conventual e parte da Tapada de D. Fernando II, onde se situam o parque de estacionamento, as antigas instalações do parque de campismo e a Reserva de Burros.

 

No interior da cerca conventual está já a decorrer a empreitada de recuperação da rede de caminhos e da própria cerca. Os trabalhos contemplam a reabilitação e reposição de pavimentos originais, em saibro e calçada irregular de granito, e a recuperação de remates, canteiros, escadas, muros e muretes.

 

Nesta zona serão ainda recuperados o sistema tradicional de distribuição de águas, tanques e fontanários, as hortas e a mata autóctone da cerca conventual e área envolvente.

 

Já o edifício do Convento e as capelas do Ecce Homo e do Senhor no Horto serão alvo de um restauro cuidado, que visa conter a degradação do monumento, preservando o espírito do local e os materiais existentes, e mantendo a leitura que o conjunto edificado ganhou ao longo dos anos, em perfeita simbiose com a natureza.

 

A intervenção compreenderá a recuperação das coberturas, o restauro dos revestimentos interiores e exteriores e dos elementos decorativos. No edifício do Convento será ainda instalada iluminação no interior e um novo sistema de prevenção de ignição de incêndios por aspersão nas coberturas.

 

Ainda no interior da cerca conventual, serão também intervencionados a Casa da Horta e o Celeiro. O objetivo é preservar as estruturas existentes, adaptando-as de forma a melhorar as condições de acolhimento dos visitantes. No Celeiro será instalado um Centro de Interpretação da história do Convento e na Casa da Horta serão criados uma sala de apoio a atividades pedagógicas e programadas e instalações sanitárias.

 

Com o objetivo de valorizar a zona da entrada do Convento, o Centro de Acolhimento ao Visitante (CAV), que atualmente acomoda a loja e instalações sanitárias, será transferido para a entrada do monumento (onde se encontra atualmente a bilheteira). O novo CAV irá concentrar num único espaço os serviços de bilheteira, loja e instalações sanitárias, oferecendo ainda um novo serviço de cafetaria. O caminho entre a entrada e o Convento será alterado, dando origem a um traçado mais orgânico e de menores dimensões. O pavimento em betuminoso será removido e substituído por calçada irregular de granito. Será ainda recuperado o enquadramento paisagístico do exterior da cerca conventual, recorrendo a plantações de espécies nativas da Serra de Sintra.

 

Já na Tapada de D. Fernando II, a distância resguardada do monumento, o parque de estacionamento será requalificado, de forma a permitir o parqueamento de 4 autocarros de turismo, 29 automóveis e 10 bicicletas. Nas antigas instalações do parque de campismo, será criado um ponto de apoio aos ciclistas que frequentam a zona, suprindo assim uma necessidade da comunidade que procura a Serra de Sintra para as suas atividades, e incentivando o uso deste meio de transporte na visita ao Convento dos Capuchos. A antiga Casa do Guarda, que atualmente acolhe já a Reserva de Burros, irá também ser alvo de melhorias funcionais.

 

Após um longo processo, o Convento dos Capuchos conta desde dia 3 de novembro com ligação permanente à rede elétrica, o que permitiu desativar o gerador a gasóleo que até então abastecia o monumento.

 

Mantendo a política de “Aberto para Obras” da Parques de Sintra, o Convento estará aberto ao público durante o restauro.

 

“Convento da cortiça”

 

O Convento de Santa Cruz da Serra de Sintra, também denominado “Convento dos Capuchos” ou “da cortiça”, foi mandado edificar em 1560 por D. Álvaro de Castro, em cumprimento de um voto do seu pai D. João de Castro, Vice-Rei da Índia e proprietário destas terras. Habitado por frades franciscanos, o monumento funde-se com a natureza e é notável pela sua extrema pobreza e pelo uso extensivo de cortiça na proteção e decoração dos seus espaços. A mata que o rodeia, acarinhada e mantida pelos religiosos que o habitaram, constitui um exemplo notável da floresta primitiva da serra de Sintra.

 

Em 1948, o Convento foi classificado como monumento nacional e, em 1995, integrado na Paisagem Cultural de Sintra, declarada pela UNESCO como Património da Humanidade.

 

Apesar de ser um dos poucos eremitérios remanescentes em Portugal, o monumento nunca foi objeto de intervenções de valorização significativas na segunda metade do século passado. O avançado estado de degradação do Convento levou mesmo ao seu encerramento ao público entre 1998 e 2001.

11
Nov16

Musical “Pinóquio” no Teatro da Luz

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Musical “Pinóquio” no Teatro da Luz

Alda Gomes (“Rainha das Flores”, SIC), André Nunes (“Refrigerantes e Canções de Amor”), Carlos Malvarez (“Amor Impossível” e “Aqui Tão Longe”, RTP) e Marta Andrino (“Câmara Exclusiva” e “A Tua Cara Não Me é Estranha”, TVI) protagonizam “Pinóquio”, o musical infantil que a Companhia da Esquina estreia a 19 de Novembro no Teatro da Luz, em Lisboa.

A adaptação do clássico do italiano Carlo Collodi sobre o boneco de madeira que sonhava ser um menino de verdade é um espectáculo feito a pensar em toda a família e vai ficar em cena até 18 de Dezembro.

 

11
Nov16

FILHO DA TRETA – CONTINUA ATÉ FINAL DO ANO!

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FILHO DA TRETA – CONTINUA ATÉ FINAL DO ANO!

O grande sucesso continua e já pode ter um Natal cheio de gargalhadas

Até 30 de Dezembro! Bilhetes à venda! 


“O bate-bolas, esse, seguindo o bom trilho anterior, …está especialmente apurado
nas suas formulações criativas, feitas de enganos delirantes.”

“Humor sem medo, mas também sem uma óbvia brutalidade
sobre os mais delicados assuntos.”
 Nuno Costa Santos, Sábado

"José Pedro Gomes e António Machado com uma comédia, critica, ironia, simplicidade,
energia, cumplicidade, texto e espaço provocam a alma e a mente do público.”

Ricardo Santos, Hardmúsica

“Abençoada seja a treta. O Filho da Treta é mais um curso impagável
e intensivo de hora e meia de saudável tolice” Miguel Azevedo, CM


“Gostei tanto que não me importo nada de ver novamente!
Gosto muito deles, são muito bons actores”
 Eunice Muñoz, Lux

“É uma forma extraordinária de fazer humor” Júlio Isidro, Lux

Após a temporada de sucesso em Lisboa,
a Treta vai andar pelo país com uma grande digressão, logo a partir de Janeiro.
Datas a anunciar brevemente.



Com José Pedro Gomes e António Machado


Auditório dos Oceanos, Casino Lisboa
Quinta a Sábado às 21h30 I Domingo às 17h
Preços: entre €12 e €16

11
Nov16

Mês da Fotografia 2016 no BArreiro

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Mês da Fotografia 2016

 

O Mês da Fotografia 2016 já teve início. Durante o mês de novembro, o Barreiro volta a acolher encontros, workshops, exposições, entre outras iniciativas fazem parte do programa (http://www.cm-barreiro.pt/frontoffice/pages/792?news_id=5947).

No dia 5 de novembro, foram inauguradas as exposições de fotografia de AUGUSTO BRÁZIO, “VENDE-SE”, e de RUI PALHA, “POR AÍ ...”.

 

No próximo fim-de-semana, a programação é a seguinte:

 

12 novembro a 30 dezembro

Biblioteca Municipal do Barreiro

Inauguração às 16h00

MARATONA FOTOGRÁFICA

Exposição com as fotografias selecionadas durante a Maratona Fotográfica, realizada em outubro, e alusiva ao tema “O Barreiro e a Música”, organizada em parceria com o Clube de Fotógrafos do Barreiro. Esta iniciativa contou com o apoio da Photonatour e da Academia Olhares.com.

 

13 novembro | domingo| 16h00 – 18h00 | Entrada livre

Escola Conde Ferreira

PHOTOBOOK CLUB BARREIRO

Em parceria com a Associação Cultural Hey Pachuco!

Apresentação do livro Vacant: A Diary Of The Punk Years, de Nils Stevenson / Ray Stevenson

 

O fotógrafo Ray Stevenson teve acesso privilegiado a um dos momentos mais revolucionários da história da música: a metamorfose do punk rock - de ethos artístico a cultura reconhecida mundialmente. Pelo caminho acompanhou o nascimento dos Sex Pistols. Um livro que utiliza a fotografia como forma de cristalizar momentos da história do punk em Inglaterra

 

12 e 13 de novembro | sábado e domingo | 10h00 - 16h00 | Atividade Gratuita

Espaço J

LATAS NA CIDADE

Projeto do ateliê Imagerie – Casa de Imagens

 

Durante dois dias, pequenas latas serão espalhadas pelo centro da cidade que, na verdade, são câmaras fotográficas. Convidamos os barreirenses a olhar a sua cidade através do buraco da agulha e a criarem as suas próprias fotografias.

Terá também a oportunidade de assistir ao processo mágico de revelação da sua fotografia, dirigindo-se ao laboratório fotográfico, dentro do seu horário de funcionamento e localizado no Espaço J. A utilização das latas e revelação de fotografias são gratuitas. As latas podem ser encontradas num qualquer banco de jardim.

 

Horário do laboratório de revelação:

12 de novembro | 13h00 às 16h00

13 de novembro | 10h00 às 12h30 - das 13h00 às 16h00

+ informações: imagerieonline.com | latasnacidade.com | facebook.com/latasnacidade

 

 

 

12 novembro | sábado | 10h00 - 12h30 | 5€

Espaço J

 

WORKSHOP DE FOTOGRAFIA PINHOLE

(Integrado no Projeto Latas na Cidade, do ateliê Imagerie – Casa de Imagens)

 

Um workshop onde aprenderá a construir e utilizar a sua própria câmara fotográfica, feita a partir de uma simples caixa. Fotografia estenopeica ou pinhole trata-se de uma imagem obtida através de um dispositivo que não utiliza lente. Imagens que são registadas em material sensível à Luz (filme ou papel fotográfico), através de um orifício criado num dos lados da câmara.

 

Inscrições:

AMAC - 212 068 230 | bilheteira@cm-barreiro.pt

Posto de Turismo 21 206 82 87 | postodeturismo@cm-barreiro.pt

 

CMB 2016-11-07

11
Nov16

Apresentação do Livro “Binta e a Macaca Kiba” na Biblioteca Municipal do Barreiro

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Apresentação do Livro “Binta e a Macaca Kiba” na Biblioteca Municipal

 

O livro “Binta e a Macaca Kiba”, de Jacinta Lopes, será apresentado no próximo dia 19 de novembro, sábado, pelas 16h00, no Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro.

A entrada é livre.

 

A encenação dos textos é da responsabilidade do Professor Luciano Barata, da disciplina de teatro da Universidade da Terceira Idade do Barreiro (UTIB).

 

Sinopse:

“Este livro resulta de uma experiência de quase nove anos por mim vividos, na Guiné-Bissau.

Baseada em relatos de uma amiga, neta dum régulo “mandinga” e outros que iam chegando directamente a Bissau, provindos de todo o lado.

Reuni o necessário material para alinhavar esta história, convicta que “Binta e a macaca Kiba” ilustra o que foram esses tempos conturbados a que o povo guineense e as tropas portuguesas estiveram sujeitos.

Quase todas as personagens são fictícias e as narrativas amorosas são puras invenções. Algumas das histórias são inspiradas em factos que realmente aconteceram e que comprimi, tirando-as do material que me chegou às mãos”.

 

Biografia:

Escritora e Poetisa, nasceu na Freixianda, concelho de Ourém, em 1940.

A autora iniciou a sua atividade literária com a publicação de histórias infantis, ficção teatro e poesia.

Nos anos 90, viu alguns dos seus poemas musicados em registo áudio, sendo um deles dedicado aos 50 anos de carreira artística da Amália.

Participou em diversas coletâneas, ao lado de autores portugueses e brasileiros.

Ao longo da sua vida, tem feito pequenas incursões pelo teatro amador participando em algumas peças. Atualmente, integra o grupo de teatro da UTIB.

 

CMB 2016-11-07

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