Sexta-feira, 02.06.17

O ESPETÁCULO SOY LUNA LIVE CHEGA A PORTUGAL

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O ESPETÁCULO SOY LUNA LIVE CHEGA A PORTUGAL EM JANEIRO DE 2018

Depois do sucesso da série, Soy Luna, no Disney Channel e da tournée de 2017, Soy Luna Live, esgotada na América Latina, a Disney anuncia a tournée europeia, que passará por várias cidades em 2018, incluindo Lisboa, no dia 20 de Janeiro. 

O espetáculo em Lisboa terá lugar no MEO Arena e os bilhetes serão postos à venda ao público às 10h00 de dia 03 de Junho.

Este concerto dará aos fãs europeus de Soy Luna a oportunidade de verem as suas estrelas favoritas, Karol Sevilla e Ruggero Pasquarelli (que interpretam Luna e Matteo, respetivamente) a interpretarem muitos êxitos da série, ao vivo.

Estarão acompanhados por Valentina Zenere, Michael Ronda, Carolina Kopelioff, Katja Martínez, Malena Ratner, Chiara Parravicini, Jorge López, Ana Jara, Lionel Ferro e Gastón Vietto, uma equipa de enérgicos bailarinos e uma sensacional banda. O espetáculo Soy Luna Live vai cativar o público de toda a Europa, com cenários, coreografias e um guarda-roupa incríveis que farão com que seja um concerto e uma experiência imperdíveis para os fãs.

A tournée de Soy Luna começou no início deste ano na América Latina e esgotou no Chile, Uruguai, Paraguai, Equador, Colômbia e México.

A série Soy Luna alcançou inúmeros fãs em toda a Europa, Médio Oriente e África desde março de 2016. Só no território de EMEA, a primeira temporada da série conquistou 29 milhões de telespectadores*. Para além do sucesso televisivo, a série é um êxito em livros, música, apps, revistas e produtos de consumo. A música de Soy Luna também é um sucesso: os álbuns lançados, Soy Luna e Música en Tí, já foram ouvidos mais de 32 milhões de vezes no Spotify, têm 205 milhões de visualizações no VEVO e ganharam discos de Platina e Ouro.

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Quinta-feira, 01.06.17

Beja traja-se a rigor para mais uma edição do Festival Beja Romana

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Beja traja-se a rigor para mais uma edição do Festival Beja Romana

De 2 a 4 de junho, Beja revive a grandeza e imponência de Pax Julia no centro histórico da cidade com um programa repleto de atividades, música, cortejos com cavalos, mercado, falcoaria, acepipes e espetáculos de fogo.
 
 
 

Este ano sob o tema da CONVIVÊNCIA MULTICULTURAL NO CONVENTUS PACENSIS, Beja volta a trajar-se para receber nos dias 2 a 4 de junho de 2017 mais uma edição do Festival Beja Romana.

A grandeza e imponência de Pax Julia revive-se, durante 3 dias, no Centro Histórico da cidade. Mas, é na Praça da República, local onde se situava o forum romano e onde estão identificados dois templos romanos, um dos quais, o maior e mais monumental descoberto até hoje em território português, que acontece o grande bulício desta recriação.

Os mercados faziam parte da vida quotidiana das cidades na época, por isso, poderá encontrar neste mercado romano, mercadores a vender produtos baseados ou inspirados naqueles que existiam na época e experimentar alguns pratos recriados, com base nos alimentos disponíveis naquele período.
Outro dos momentos altos do programa são os cortejos que percorrem o Centro Histórico numa verdadeira manifestação do esplendor da época romana. Este é um momento aberto à participação de todos os que se pretendam juntar a esta festa.
 

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Parques de Sintra inaugura Jardim Botânico do Palácio Nacional de Queluz

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Parques de Sintra inaugura Jardim Botânico do Palácio Nacional de Queluz

 

- Reabilitação do Jardim Botânico integra projeto global de recuperação dos Jardins e do Palácio Nacional de Queluz

- Inauguração conta com a presença da secretária de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza

- Intervenção representou um investimento de 815 mil euros

 

Sintra, 30 de maio de 2017 – A Parques de Sintra inaugura no próximo dia 5 de junho, pelas 16h00, o Jardim Botânico do Palácio Nacional de Queluz, numa cerimónia que contará com a presença da secretária de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza, Célia Ramos.

 

A reabilitação deste espaço faz parte do projeto global de recuperação dos Jardins e do Palácio Nacional de Queluz e tinha como premissa restituir o traçado da cartografia de 1865, sendo que a construção original remonta ao século XVIII. A obra representou um investimento de 815 mil euros.

 

O Jardim Botânico do Palácio Nacional de Queluz foi construído entre 1769 e 1780, sendo contemporâneo das grandes realizações setecentistas do período barroco-rococó nos Jardins de Queluz. De pequena escala, quando comparado com outros jardins botânicos desta época, Queluz assume uma natureza de entretenimento e recreio.

 

Sucessivamente destruído por fenómenos naturais e abandonado, o Jardim Botânico perdeu a sua função original, tendo sido transformado em roseiral em 1940. Em 1984, na sequência das cheias de 1983 que afetaram fortemente esta zona, o jardim foi desmontado e transformado numa área ampla para picadeiro da Escola Portuguesa de Arte Equestre.

Já em 2012, a Parques de Sintra iniciou um processo de investigação histórica e sondagens arqueológicas que possibilitou o restauro deste Jardim. Suportado por um vasto conjunto documental, onde ganha particular relevo a listagem da coleção botânica original, o projeto ganhou ânimo com a descoberta e identificação de diversas cantarias - das fundações das estufas, do lago central e de estatuária - que tinham sido desmontadas em 1984 e entretanto integradas, ou esquecidas, noutros pontos dos Jardins de Queluz.

 

Trabalhos de recuperação

 

A recuperação do Jardim Botânico consistiu na reposição das quatro estufas, de acordo com a interpretação dos desenhos históricos, dos resultados das sondagens arqueológicas realizadas no local e dos regulamentos atualmente em vigor, incluindo a incorporação das cantarias originais das fundações.

 

A intervenção contemplou ainda o restauro dos elementos pré-existentes, nomeadamente as balaustradas que delimitam os diferentes espaços do Jardim, os alegretes e respetivos bancos e painéis azulejares, as cantarias do lago central e a estatuária, com vista à restituição do desenho oitocentista do Jardim.

 

Foram também executados caminhos em saibro granítico, sob os quais foram instaladas as infraestruturas de abastecimento de água, drenagem, energia e comunicações, que dão resposta às necessidades funcionais das estufas e jardins, tendo sido igualmente adaptada e reformulada a drenagem superficial.

 

Esta rede de caminhos delimita 24 canteiros, representando os espaços necessários às plantações representativas das 24 ordens de plantas de Carlos Lineu (botânico, zoólogo e médico sueco que classificou hierarquicamente as espécies de seres vivos). Nas bordaduras dos canteiros foram plantadas aproximadamente 10 mil plantas de murta.

 

O Index de Manuel de Moraes Soares datado de 1789, que reúne as espécies existentes na época no Jardim Botânico de Queluz, serviu de base para a constituição da coleção botânica. A partir desta listagem foram contactadas várias instituições a nível mundial que forneceram plantas e sementes para o local.

 

No interior das estufas, e de acordo com os registos históricos encontrados, foram plantados ananases, produzidos em tempos para os banquetes de Queluz.

 

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Inauguração do novo Teatro Raul Solnado com “Olívia e Eugénio” de Filipe La Féria

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Inauguração do novo Teatro Raul Solnado

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“Olívia e Eugénio” de Filipe La Féria

 Finalmente o Parque Mayer vai abrir novas portas com o Teatro Raul Solnado. O Edifício do Capitólio foi totalmente remodelado pela Câmara Municipal de Lisboa e Quinta-Feira dia 1 de Junho às 21h30 abrirá as portas ao público. A Peça de Herbert Morote “Olívia e Eugénio” que tem como protagonista Rita Ribeiro e dois actores com Síndrome de Down, Tomás de Almeida e Nuno Rodrigues. Este espectáculo tem percorrido Portugal com o maior êxito e vai inaugurar no Teatro Raul Solnado no Parque Mayer. Raul Solnado foi quem transformou o velho Cinema Capitólio em Teatro com a Revista “A Vida é Bela” sendo aí actor e pela primeira vez empresário em 1960, associado a Carlos Coelho e Humberto Madeira. Os três actores aventuraram-se a dar ao Parque Mayer um novo Teatro. A Câmara Municipal de Lisboa em homenagem à memória de Raul Solnado, pôs o nome do grande comediante no novo espaço do Parque Mayer.

Dia 1 de Junho Lisboa terá mais um novo Teatro!

         Em “Olívia & Eugénio”, mãe e filho enfrentam uma situação extrema onde se questionam valores que surgem em tempo de crise. Olívia recorda o seu passado fazendo um sincero ajuste de contas com todos os que passaram pela sua vida. Sobre eles, Olívia interroga-se se são mais normais que o seu filho Eugénio, um jovem com Síndrome de Down.

Afinal, quem é normal?

Olívia, que sofre de uma doença terminal, vê-se obrigada a tomar a maior decisão da sua vida. 

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Benjamin Clementine de volta com novo tema: “Phantom of Aleppoville”

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Benjamin Clementine de volta com novo tema: “Phantom of Aleppoville”

Músico atua a 16 de agosto em Portugal, no festival Vodafone Paredes de Coura

O cantor, compositor e poeta Benjamin Clementine acaba de revelar uma nova música desde que em 2015 foi premiado com o Mercury Music Prize para o seu álbum de estreia, “At Least For Now”. Intitulada “Phantom of Aleppoville”, a canção foi escrita, gravada e produzida por Clementine e sucede-se à recente com os Gorillaz no tema “Hallelujah Money”. Clementine também anunciou uma série de novos concertos até ao final do ano, sendo que este verão atuará em Portugal, no festival Vodafone Paredes de Coura, a 16 de agosto.

Acompanhado de um vídeo realizado pelo fotógrafo Craig McDean e pela cineasta Masha Vasyukova, Clementine compôs “Phantom of Aleppoville” depois de ler vários artigos do pioneiro psicanalista britânico Donald Winicott. Winicott escreveu extensamente sobre crianças que sofreram bullying em casa e na escola, descobrindo que, apesar do trauma não ser naturalmente comparável em escala com o que as crianças em clima de guerra sofrem, os seus efeitos seguem padrões semelhantes. Vendo na escrita de Winicott um espelho para as experiências que teve durante a sua infância, Clementine escolheu o título – “a pequena cidade de Aleppo” – por simbolizar um local onde as crianças enfrentam este nível de bullying. Clementine diz: “Aleppoville é um local onde muitos, se não todos, sofrem de bullying, mas ninguém compreende porquê – Phantom [‘Fantasma’].”.

Benjamin Clementine lançou o seu álbum de estreia, “At Least For Now”, em janeiro de 2015. O álbum garantiu a Clementine o Mercury Prize, o prémio Artista Revelação nos Les Victories de la Musique, enquanto nos EUA fez capa do “New York Times”, numa entrevista feita por David Byrne. Clementine é especialmente aclamado pelos seus concertos muito emotivos. O “The Guardian”, numa crítica de 5 estrelas, descreveu o artista como “um verdadeiro original… as suas canções intensas, autobiográficas e elípticas não podiam ser de mais ninguém.”

 

 

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ACERT - ÓSCAR E A SENHORA COR-DE-ROSA Cooperativa Bonifrates

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ÓSCAR E A SENHORA COR-DE-ROSA
Cooperativa Bonifrates
TeatroPreço: 7,5 / 5 €
Duração: 70 minutos
Classificação: M/6

 

Local:  Auditório 1
Data/Hora:  Sáb. 3 de junho de 2017 às 21:45

Um convite para celebrar a vida até à morte, associando‑se à Unidade de Cuidados Paliativos de Tondela
 
Óscar e a Senhora cor-de-rosa conta uma história de amizade entre um rapazinho de 10 anos, que está internado num hospital, e uma senhora de uma certa idade, que passa parte do seu tempo a fazer companhia aos doentes. Nada de especial até aqui, não fora o facto de a medicina já não ter esperança para Óscar… Neste espetáculo teatral, com uma preocupação educativa, procura-se abrir caminhos para falar do que não podemos calar: a doença, a morte e um sentido para tudo isto que nos dói.
Neste projeto com os nossos juniores, agarrámos uma história difícil e um tema tabu, a partir de um texto de Éric‑Emmanuel Schmitt, escritor e dramaturgo nascido em França, em 1960. A história de vida do pequeno Óscar com a sua amiga Avó Rosa é um hino de humanidade, uma chamada de atenção radical para a importância de bem viver, da coragem, da autenticidade e da escolha.

Sobre a bonifrates júnior
A Bonifrates é uma cooperativa de teatro com 36 anos de atividades. Em 2006, iniciou o projeto Bonifrates-júnior. Esta é a quarta criação, a primeira de uma nova geração de juniores.

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível


Ficha TécnicaTexto: Éric-Emmanuel Schmitt
Tradução: Julieta Monginho
Versão cénica: João Paulo Janicas (com a colaboração dos atores juniores)
Encenação: João Paulo Janicas
Elenco Júnior: Afonso Silva, Beatriz Janicas, Carolina Cardoso, Filipa Paz, Gustavo Ventura, João Pinto, Matilde Paz, Miguel Pinto, Pedro Afonso Salvador e Pedro Seabra
Elenco Sénior: Ana Paula Santos, Alexandre Ventura, Ofélia Libório e Rui Damasceno

A ACERT associa-se ao 6º aniversário da Unidade de Cuidados Paliativos do CHTV.

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