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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

10
Jul12

Lisboa é a 25ª melhor cidade do mundo para se viver. Hong Kong lidera ranking.

olhar para o mundo

Lisboa é a 25ª melhor cidade do mundo para se viver. Hong Kong lidera ranking.

 

Lisboa é a 25ª melhor cidade do mundo para se viver, de acordo com o mais recente ranking doEconomist Intelligence Unit, o braço de pesquisa e inteligência do grupo Economist. O ranking, que tem uma periodicidade anual, coloca a capital portuguesa à frente de cidades como Buenos Aires, Moscovo, São Paulo, Rio de Janeiro ou Xangai.

 

O EIU avaliou 70 cidades em áreas como espaços verdes, extensão dos subúrbios, activos naturais, activos culturais, conectividade, isolamento e poluição, e chegou à conclusão que Hong Kong é a melhor cidade para se viver no globo.

 

A capital portuguesa arrecadou 3.0 pontos em espaços verdes (tendo em conta que 1 seria o melhor resultado e 5 o pior), 3.7 em extensão dos subúrbios, 3.7 em activos naturais, 3 em activos culturais, 3.3 em conectividade, 4.8 em isolamento e 2 em poluição.

 

O Economist analisou também aspectos relacionados com a estabilidade, saúde, cultura e ambiente, educação, infra-estruturas, e características espaciais. Nestas, e num ranking de 0 a 100, Lisboa arrecadou 85 em estabilidade (sendo 0 a pior nota e 100 a melhor), 91.7 em saúde, 90 em cultura e ambiente, 100 em educação, 83.9 em infra-estruturas e 43 em características espaciais.

 

O ranking é liderado por Hong Kong, à qual se seguem Amesterdão (Holanda), Osaka (Japão), Paris (França), Sydney (Austrália), Estocolmo (Suécia), Berlim (Alemanha), Toronto (Canadá), Munique (Alemanha) e Tóquio (Japão).

 

Fazem ainda parte do top 20 cidades como Roma (Itália), Londres (Inglaterra), Madrid (Espanha), Washington DC, Chicago, Nova Iorque, Los Angeles, São Francisco e Boston (Estados Unidos) e Seul (Coreia do Sul).

 

Por outro lado, São Paulo pode ser encontrada na 36ª posição, à frente de Kuala Lumpur, Joanesburgo ou Cidade do México, enquanto Rio de Janeiro está no 42º posto, à frente de Bucareste, Kiev, Nova Deli e Belgrado.

 

Este novo ranking foi desenvolvido de acordo com uma interpretação dos dados do EIU por parte do arquitecto e planeador urbano Filippo Lovato, que criou a expressão “ajustamento espacial” (e daí as características “espaciais” de que falámos em cima). O arquitecto incluiu dados que não costumam ser relevantes neste tipo de rankings, o que prejudicou cidades como Vancouver (Canadá), Melbourne (Austrália) e Viena (Áustria).

 

Por outro lado, e apesar dos seus altos níveis de poluição, Hong Kong surge agora no primeiro lugar. É um ranking sujeito a críticas, é certo, mas tem o reputado selo do EIU.

 

Retirado de GreenSavers

06
Jul12

Alex Sandro, Danilo e Hulk nos Jogos Olímpicos

olhar para o mundo

Alex Sandro, Danilo e Hulk nos Jogos Olímpicos

Os jogadores do FC Porto Alex Sandro, Danilo e Hulk estão nos 18 eleitos do seleccionador Mano Menezes, para os Jogos Olímpicos, em Londres, e por isso, vão falhar a primeira fase da época do FC Porto.


Os três jogadores acima dos 23 anos escolhidos pelo treinador brasileiro foram Hulk, Marcelo (Real Madrid) e Thiago Silva (AC Milan).

A selecção brasileira está inserida no Grupo C com o Egipto (defrontam-se a 26 de Julho), Bielorrússia (29 de Julho) e Nova Zelândia (1 de Agosto) e jogará em Cardiff, Manchester e Newcastle, respectivamente.

No caso dos “canarinhos” se qualificarem para a segunda fase da competição, vão defrontar uma selecção proveniente do Grupo D, onde está a bicampeã europeia Espanha, Japão, Honduras e Marrocos. 

O Grupo A é composto pela Grã-Bretanha, Senegal, Emirados Árabes Unidos e Uruguai. Finalmente, o Grupo B vai colocar em confronto o México, Coreia do Sul, Gabão e Suíça.

Convocatória brasileira para as Olimpíadas:

Guarda-redes: Neto (Fiorentina) e Rafael (Santos). 

Defesas: Alex Sandro (FC Porto), Bruno Uvini (São Paulo), Rafael (Manchester United), Danilo (FC Porto), Marcelo (Real Madrid), Thiago Silva (AC Milan) e Juan (Inter Milão). 

Médios: Ganso (Santos), Lucas (São Paulo), Oscar (Internacional), Rômulo (Vasco da Gama) e Sandro (Tottenham). 

Avançados: Alexandre Pato (AC Milan), Hulk (FC Porto), Leandro Damião (Internacional) e Neymar (Santos) 

Suplentes (entram na lista caso alguém se lesione): Casemiro (São Paulo), Marquinhos (Corinthians), Giuliano (Dnipro) e Gabriel (AC Milan). 

 

Noticia do Público

04
Jul12

O FUTEBOL «MORREU» FAZ AMANHÃ TRINTA ANOS

olhar para o mundo

«Acabou o futebol». A frase foi guardada e repetida por Valdir Moraes, adjunto de Telê Santana, o «arquiteto» da fabulosa seleção do Brasil de Zico, Falcão e Sócrates, no momento em que esta caía aos pés do futebol defensivo da «Squadra azzurra» e da frieza dos golos de Paolo Rossi, em pleno Estádio Sarriá, em Barcelona. 


A data de 5 de julho de 1982 marca o início de uma nova era. Até então, o «escrete» encantava, com uma defesa permeável, mas com um ataque que demolia os adversários com toques de fantasia. As vitórias sucessivas sobre a União Soviética (2-1), Escócia (4-1), Nova Zelândia (4-0) e, particularmente, sobre a Argentina (3-1), deram corpo à lenda do «futebol-arte», com um total de treze golos, cada um mais bonito do que o outro.

O Brasil chegava ao jogo com a Itália como grande favorito, mas, a 5 de julho, uma segunda-feira, «fatídica» para a história, acabou desarmado pelo pragmatismo da equipa de Enzo Bearzot. Bastava um empate para a equipa de Telê Santana chegar às meias-finais, mas foi a Itália que marcou primeiro, com uma cabeçada de Rossi, um nome que os brasileiros não vão esquecer. 

Com a derrota do Brasil diante da Itália no Mundial-82 (2-3)Sócrates, um tributo à arte do futebol

Zico e Sócrates construíram o empate, com conclusão do doutor, mas a Itália chegaria ao intervalo em vantagem, com Rossi, outra vez ele, a aproveitar uma falha de Toninho Cerezo. O empate só chegou a vinte minutos do final, com uma «bomba» de Falcão. O 2-2 chegava, mas não durou mais de cinco minutos, o tempo que Rossi, na sequência de um canto, demorou para chegar ao seu terceiro golo. Foi nesse momento que Valdir Moraes ouviu a simbólica frase: «Olhávamos perplexos para o campo e os espanhóis ao meu lado não acreditavam naquilo. Eles comentavam entre si: "Acabou o futebol"». 

Sócrates, uma das grandes figuras desta equipa, faleceu a 4 de dezembro de 2011, vítima de um choque-séptico. No decorrer do Mundial-82, o «doutor» escrevia um «diário da Copa» que era publicado na revista «Placar». Fica aqui a última, que dá conta da frustração da derrota diante da Itália: «Estou profundamente triste, sem forças para explicar nada, para escrever... Agora, nesta última página do meu diário da Copa, deixo apenas dois momentos que vivo: a frustração intensa, talvez a maior da minha vida, por não conquistar o título que eu, no íntimo, alimentava tanto. E também a frustração de não ter mais uma semana de trabalho neste diário, que eu queria que terminasse com a seguinte frase: "Obrigado, torcida. Somos campeões"». 

Veja o resumo de um dos jogos mais comentados da história do futebol: 
 

 

Retirado do Push

 

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