Sábado, 30.03.13

Afrodisíacos light

Afrodisíacos light

Alimentos pouco calóricos que proporcionam momentos de intimidade intensos

Existem alimentos e substâncias que têm o condão de potenciar o apetite sexual. Muitas delas, como o chocolate, as bebidas alcoólicas, o abacate e as avelãs, têm contudo a desvantagem de ser demasiado calóricos.

 

 

É extensa a lista de alimentos a que são atribuídas propriedades afrodisíacas. Selecionámos alguns dos menos calóricos. Para que os possa consumir com todo o prazer, mesmo que esteja a fazer dieta.

 

 

O seu poder a este nível é indesmentível. Estes são os mais recomendados, de acordo com Vicki Edgson e Ian Marber, autores do livro «O Nutricionista – O que se deve comer para dormir melhor e ter melhor sexo», publicado em Portugal pela Didáctica Editora:

 

 

- Cogumelos

Contêm apenas 14 calorias por 100 g. São ricos em vitaminas do complexo B e cálcio. Contribuem para a produção de energia, sem a qual não existiria libido. Além disso, despertam a sensibilidade ao tato e ajudam à contração muscular associada à ereção masculina e ao orgasmo feminino.

 

 

- Tomate

Fornece apenas 19 calorias por 100 g. Este fruto, que muitos pensam ser um legume, tal como a abóbora, é rico em betacaroteno, precursor da vitamina A. É ital na produção das hormonas sexuais masculinas e femininas, promove a fertilidade e regula o desenvolvimento das hormonas sexuais.

 

 

- Papaia

Contém 39 calorias por 100 g. Fonte de vitamina C, estimula o impulso sexual, aumenta o volume do sémen e assegura a sua fluidez. Fortalece ainda os órgãos sexuais masculinos e femininos.

 

 

- Espargos

São um alimento hipocalórico que não vai além das 17 kcal por 100 g. Poderosos estimulantes dos rins e do fígado, libertam energia lentamente e têm um efeito laxante. São ricos em vitaminas C e K, betacaroteno, ácido fólico, fósforo, potássio e fibra.

 

 

- Morangos e framboesas

A sua cor estimulante e o seu formato pequeno tornam-nos ideais para brincadeiras apaixonadas. Leve um destes frutos lentamente à boca do seu parceiro, terminando com um beijo apaixonado. Se preferir, ingira um de forma insinuante e sensual, provocando-o e excitando-o. Uma dose de morangos contém apenas 29 calorias por 100 g.

 

 

- Espinafres

Contêm apenas 22 calorias por 100 g. Aumentam os níveis de energia no organismo, intensificando a relação e os movimentos dos músculos, incluindo os sexuais. O seu elevado teor de potássio tem ainda uma função reguladora, equilibrando os níveis de gordura no sangue.

 

Retirado do Sapo

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Sábado, 23.03.13

O que acontece com o corpo da adolescente grávida

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A seguir, explicações para entender o que acontece quando o corpo de uma garota de 10 a 19 anos, que ainda está em desenvolvimento, recebe a tarefa de gerar uma criança

 

1. O número de adolescentes grávidas diminuiu no Brasil?

“Sim, a quantidade de adolescentes grávidas tem diminuído, mas, ainda assim, o número de partos é muito alto. No Amparo Maternal, fazemos 800 partos por mês e um terço deles é em adolescentes. Ou seja, todos os meses, cerca de 250 meninas com menos de 19 anos dão à luz aqui”, observa Eder Viana de Souza, obstetra do hospital Santa Catarina, de São Paulo. Eliane Terezinha Rocha Mendes, ginecologista e coordenadora médica do Hospital Estadual Mário Covas de Santo André (SP), completa: “A gravidez na adolescência está relacionada a fatores como baixa autoestima, dificuldade escolar, abuso de álcool e drogas, comunicação familiar escassa, conflitos familiares, pai ausente ou rejeitador, violência física, psicológica e sexual e rejeição familiar pela atividade sexual”.

 

2. Existe alguma vantagem na gestação de uma adolescente?

“Considerando que a adolescência vai até os 19 anos, não há nenhuma vantagem do ponto de vista médico. Os ossos da bacia não estão bem formados, o que dificulta a passagem do bebê. Além disso, existe a imaturidade comportamental. É difícil que as mães adolescentes façam o pré-natal de maneira correta e responsável. Em resumo, podemos apontar principalmente desvantagens em uma gravidez tão precoce. A única vantagem seria o fato de a adolescente ser muito fértil”, explica Alexandre Pupo, ginecologista do hospital Sírio Libanês, de São Paulo. “Alguns autores sustentam a ideia de que a gravidez pode ser bem tolerada pelas adolescentes desde que elas recebam assistência pré-natal adequada, ou seja, precocemente e de forma regular, durante todo o período gestacional. Isso nem sempre acontece, devido a vários fatores, que vão desde a dificuldade de reconhecimento e aceitação da gestação pela jovem até a dificuldade para o agendamento da consulta inicial do pré-natal. A meu ver, não existe vantagem da gestação na adolescência”, completa Eliane.

 

3. Quais são os perigos de uma gravidez na adolescência? Elas têm mais chance de ter um parto prematuro?

“A gravidez na adolescência gera impacto físico, emocional, familiar e social. Do ponto de vista médico, existe maior chance de parto prematuro, além de baixo peso ao nascer. Comparada a uma adulta, a adolescente tem maior incidência de anemia e infecção urinária ao longo da gestação”, alerta Eduardo Zlotnik, obstetra do hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo. Além desses, Eliane Terezinha Rocha Mendes, ginecologista do Hospital Estadual Mário Covas, conta que essas meninas podem ter problemas relacionados a pressão arterial, complicações no parto, como lesões no canal do parto e hemorragias, o bebê pode ter sofrimento fetal e elas costumam ter ainda dificuldade para amamentar e maior incidência de infecções, especialmente no endométrio.

 

Para Alexandre Pupo, ginecologista do hospital Sírio Libanês, de São Paulo, a dificuldade está em conseguir o comprometimento das pacientes: “São mulheres ainda meninas. É difícil que assumam o compromisso de fazer o pré-natal direitinho. A maioria não tem responsabilidade. Pedimos exames e elas não fazem, tentamos controlar a alimentação e elas engordam muito além do planejado, faltam às consultas. Além disso, outro problema grave é quanto à imaturidade do corpo, que ainda não está pronto – o fato de a menina menstruar não significa que o corpo esteja preparado para uma gravidez. Existem órgãos que ainda estão em desenvolvimento, como o útero. Uma das consequências dessa imaturidade é que o parto normalmente precisa ser cesariano porque os ossos são muito estreitos”.

 

4. Adolescentes grávidas precisam de cuidados especiais ou são os mesmos de qualquer gravidez?

“A gravidez na adolescência deve ser considerada uma gravidez de risco. Deve ser atendida por uma equipe multidisciplinar, composta de obstetra, psicóloga, assistente social e outras especialidades quando se faz necessário”, indica a ginecologista Eliane Terezinha Rocha Mendes, do hospital Mário Covas. Alexandre Pupo, ginecologista do hospital Sírio Libanês, enfatiza a importância de a adolescente ter acompanhamento psicológico, “principalmente para manter a paciente na linha”.

 

5. O que muda no corpo de uma menina que teve uma gravidez aos 16 anos?

“As mudanças no corpo são as mesmas de uma mulher adulta, porém as marcas que ficam costumam ter maior impacto na adolescente. Marcas como espinhas, estrias e dificuldade de voltar ao peso habitual. Existe o impacto de sobrecarregar um corpo ainda em crescimento, o que poderia justificar, por exemplo, menor peso do recém-nascido. Porém ainda não se mostrou a relação entre causa e efeito em todas as gestantes”, alerta Eduardo Zlotnik, obstetra do hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo. O aparecimento de estrias é realmente preocupante, como explica Alexandre Pupo, ginecologista do hospital Sírio Libanês: “A pele da adolescente é mais firme do que a de uma mulher de 30 anos, por exemplo, por isso a pele rasga mesmo enquanto a barriga e as mamas crescem. Além das estrias, que são para sempre, muda também a distribuição de gordura no corpo e os mamilos escurecem e não voltam ao que eram”.

 

6. Quem cuida da criança quando ela nasce?

“Na grande maioria dos casos, depois que o bebê nasce, quem cuida são os pais da menina (a mãe)”, informa o obstetra Eder Viana de Souza, do hospital Santa Catarina, de São Paulo.

 

7. As meninas que engravidam durante a adolescência param de estudar?

“Posso falar sobre a minha impressão pessoal graças ao contato com essas adolescentes no Amparo Maternal e no consultório particular. As pacientes do consultório, que são das classes A e B, continuam estudando porque a família normalmente apoia. As meninas de classes mais baixas param de estudar e muitas já nem estudam mais quando engravidam”, conta Eder Viana de Souza, obstetra do hospital Santa Catarina, de São Paulo.

 

8. Hoje em dia os adolescentes – meninos e meninas – têm acesso à informação. Por que continuam tendo filhos tão cedo?

“Existem fatores próprios da idade, como enfrentamento e rebeldia, que são normais na adolescência. Além disso, eles têm mais informações sobre prevenção, mas, na mesma medida, têm mais informações sobre sexo. Eu diria que o adolescente de hoje é mais precoce na atividade sexual e isso desencadeia outros fatores”, diagnostica o obstetra Eder Viana de Souza, do hospital Santa Catarina. Para Alexandre Pupo, ginecologista do hospital Sírio Libanês, a gravidez na adolescência está, muitas vezes, ligada a questões sociais: “Para algumas meninas, engravidar é uma fuga, pois elas saem da casa dos pais. Para outras, dá status. Ela é promovida de menina a mulher, ganha responsabilidades de dona e casa e, consequentemente, mais respeito”.

 

9. Adolescente grávida precisa de acompanhamento psicológico?

“O acompanhamento psicológico é importante para qualquer gestante, mas no caso da adolescente é necessário, pois a gravidez muda o destino dela. É uma gravidez indesejada – na maioria dos casos – e traz muitas sequelas, como punição dentro de casa, o grupo de amigos se afasta, elas correm mais risco de ter doenças sexualmente transmissíveis e o pré-natal já começa tarde porque elas escondem enquanto podem. Já tive, inclusive, uma paciente que deu à luz e a mãe dela nem sabia que a menina estava grávida”, relata o obstetra Eder Viana de Souza, do hospital Santa Catarina, de São Paulo.

 

10. O que o governo, as escolas e a sociedade deveriam fazer para diminuir o número de grávidas adolescentes?

“Muito. A sociedade tem de trabalhar juntamente com as escolas e educar, buscando novas formas de atingir o jovem. Não apenas fazê-los receber as mensagens ou ter conhecimento, mas assumir as responsabilidades próprias da expressão da sexualidade de cada um, em cada idade. O governo tem estimulado os programas de saúde da família a enfrentar esse problema como uma de suas prioridades”, analisa Eduardo Zlotnik, obstetra do hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo. Eder Viana de Souza, obstetra do hospital Santa Catarina, de São Paulo, diz que a orientação nas escolas é feita, normalmente, por meio de palestras, mas isso não é suficiente. “É muito pouco. As escolas deveriam ter um médico lá dentro, orientando no dia a dia, falando sobre como se prevenir, o que fazer, o que não fazer”, completa.

 

Retirado de Bebe.com

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Terça-feira, 12.02.13

Sexo, é dos casados que elas gostam mais ...

é dos casados que elas gostam mais

 

Entre centenas de estudos científicos perfeitamente entediantes sobre focas, o fim dos combustíveis fósseis ou se Plutão 'merecia' ou não continuar a ser um planeta, por vezes salta cá para fora um paper que quase revoluciona algumas percepções que já tínhamos sobre o nosso mundinho pessoal.

 

Poucas vezes a Academia consegue ter esse impacto no quotidiano, mas a investigação da Universidade de Oklahoma sobre mate poaching tem, acima de tudo, efeitos retroactivos na vida de muito homem que caiu na desgraça da pós-separação e nunca percebeu porque é que a vida de solteiro não é um harém eterno.

 

Conclui a investigação: as mulheres solteiras têm mais tendência a 'perseguir' homens já comprometidos do que ir atrás de solteirões. Há muito que se suspeitava desta evidência agora a ulular, mas as interpretações ao longo dos tempos têm variado com a posição da mulher na sociedade. O homem, esse tem sido sempre o falso galã, pois só agora se começa a perceber até que ponto ele é apenas um elemento com ou sem carga simbólica na relação com outras mulheres. Ele vale aquilo que as outras dão por ele, não o que ele pensa que vale.

 

Nas últimas décadas, na ascensão para uma posição dominante em varridos sectores da sociedade (tal como a investigação científica em relações amorosas!), com o mesmo modus operandi, essa atitude da mulher passou de "pega ladra de maridos" a "cabra glamourosa dominadora". Ora, esta nuance semântica não é desprezível. Já não é "a amante submissa que quer ser a número uno", mas a bitch de Manolo Blahnik, senhora de seu nariz, que está no jogo de roubar o 'gajo' à melhor amiga.

 

Enfim... um bocejo... o assunto já tem muita crónica e muito livreco apenso - aliás, existe nas livrarias toda uma secção dedicada ao género "Descubra a Cabra Secreta Que Há em Si" (Elizabeth Hilts, Bizâncio). Desde aquela teoria em que as mulheres seleccionam os machos pela qualidade e os homens têm pulsão cega quantitativa de espalhar a sementinha sem critério e com o arrependimento da manhã seguinte que a bio-sociologia parece dar à mulher o papel gourmet na evolução.

 

Mas é no mundo dos homens que se resolve um grande mistério com esta investigação.

 

Tirando os melgas abandonados e os cornuti em prantos que rapidamente são ostracizados, os homens pouco falam de relações. É sabido. Mas um dos poucos lamentos (verdadeiros) que trocam há décadas sem resposta plausível era este: "Quando estava com a minha miúda, elas não me largavam... parecia que tinha mel... era impressionante! Agora estou solteiro e nada... não me ligam peva... as mulheres só olham para um tipo para se lixarem umas às outras."

 

É assim crucial que se retirem ilações deste estudo do ponto de vista da sobrevivência da dignidade masculina. O que importa reter é que se voltar para o mercado sem antes ter acautelado o presente vai ter uma grande surpresa. Ai, vai ter vai. Foram anos a repetir aquela bazófia imbecil "ai se eu não fosse casado..." e depois quando finalmente está 'livre' elas desaparecem, esfumam-se de um momento para o outro, as mesmas que ainda ontem deitavam olhares dengosos dão-lhe agora sobrancelha em arco. O que provoca um choque da realidade, e por vezes tem o condão de fazer muito homem voltar com o rabinho entre as pernas para de onde saiu e - ironia - já ter à sua espera o x para assinar o cheque da pensão de alimentos antes de regressar para o hotel.

 

Mas a Ciência não pára e o que interessa é perceber como é que ela nos pode ajudar a ser felizes. Ainda esta semana o Presidente da República vetou a lei da união de facto. Não terá sido por acaso. O casamento é um 'teste de qualidade' que um homem tem que passar... Há, pois, que perceber os sinais. Já sabe: mesmo que não seja casado. Mesmo que esteja só desde sempre. Mesmo que seja um solteirão empedernido, se quer ter algumas hipóteses na sua noitada, não se esqueça de colocar uma aliança no dedo. E boa sorte.

 

Via Expresso

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Domingo, 10.02.13

Sexo - O que eles querem e o que elas acham

Eles não sabem o que querem na hora da verdade

 

O facto de estar sentada aqui, não me converte numa simples espectadora do que se passa lá fora, nem me deixa alapada à espera que a vida passe. Daqui ouço desabafos, faço leituras, tiro conclusões, analiso, aprendo e sobretudo não faço questão de limitar a minha prosa a determinados assuntos...deixo que se soltem ideias, emoções e sentimentos e já me posso dar ao luxo de dizer tudo aquilo que quero e que isso não me importe. Esta introdução mais ou menos banal serve para justificar uma das minhas incursões revisteiras que me levaram a encontrar um título que me chamou à atenção..."O testemunho de cinco homens acerca do que odeiam na cama..." no caso referiam-se ao aspecto de alguns pequenos nadas que os incomodavam nas suas parceiras fixas ou ocasionais.

 

 

Inevitavelmente lembrei-me de alguns desabafos de amigas que me confidenciaram alguns comportamentos de potenciais pretendentes a uma vida em comum, não sem antes e ainda bem, testarem a performance sexual dos candidatos.

 

 

Recordei o desânimo da que contrariamente ao que tudo fazia supor, dado o aspecto físico bem apessoado e transpirando virilidade do parceiro, o viu estatelado na cama de barriga para o ar, encostado ao espaldar da cama, como se estivesse numa esplanada, e ela que se mexesse, só faltava o cigarro e o prato de tremoços na mesinha de cabeceira.

 

 

Do bem falante, culto, com sentido de humor, boa formação académica e comportamento exemplar, do senhor que  julgava ser o "tal", apesar da enorme diferença de idades, o que aparentemente não constituía problema. O senhor ficou tão contente com o desempenho da sua parceira que julgou ter ali algum futuro, mas...há sempre um mas, o dito cujo ressonou toda a noite e ela não pregou olho.

 

De manhã levantou-se e enquanto ele fazia a sua higiene matinal, ela foi preparar-lhe o pequeno almoço enquanto à cozinha chegavam todos os sons menos agradáveis de se ouvir, só porque a porta do wc. não se fechava sozinha.

 

 

Podia continuar a desenrolar uma série de confidências mais ou menos hilariantes, e de comportamentos que não abonam a favor do sexo oposto e isso deixava-me com a incómoda sensação de que meço tudo pela mesma bitola.

 

 

Felizmente são mais as coisas boas que vão sendo motivo de desabafo aqui neste assento do que as menos lisonjeiras e o certo é que todos, homens ou mulheres têm sempre queixas, ou não, há ainda por aí muita gente que vive as suas relações com o muito prazer e equilíbrio...valha-nos isso!

 

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Segunda-feira, 04.02.13

Quer apimentar a sua vida sexual?, afrodisíacos naturais

Afrodisíacos naturais

Está interessado em apimentar sua vida sexual?

 

Tente adicionar ginseng e açafrão à sua dieta.

 

Os dois alimentos provaram ser aceleradores do desempenho sexual, de acordo com uma nova revisão científica de afrodisíacos naturais.

 

A pesquisa foi realizada por cientistas da Universidade de Guelph, no Canadá.

 

Afrodisíacos com comprovação científica


Você pode também deliciar-se com vinho e chocolate, mas seus efeitos amorosos documentados cientificamente estão todos na sua cabeça.

 

Fique longe dos mais obscuros mosca espanhola e sapo Bufo. Apesar de supostamente serem reforçadores sexuais, eles na verdade produziram o resultado oposto e podem até ser tóxicos.

 

Estas são algumas das conclusões do estudo realizado por Massimo Marcone e John Melnyk. Os resultados serão publicados na revista Food Research International.


"Os afrodisíacos têm sido usados há milhares de anos em todo o mundo, mas a ciência por trás das alegações nunca foi bem compreendida ou claramente documentada," disse Marcone. "A nossa é a revisão científica mais aprofundada feita até hoje. Nada havia sido feito com este nível de detalhe até agora."

 

Sem libido


Há uma grande demanda por produtos naturais que melhorem o sexo, sem efeitos secundários negativos.

 

Atualmente, condições como a disfunção erétil são tratadas com drogas sintéticas

 

"Mas essas drogas podem produzir dor de cabeça, dor muscular e visão turva, e podem ter interações perigosas com outros medicamentos. Elas também não aumentam a libido, por isso não ajudam as pessoas que estejam com baixo desejo sexual," disse ele.

 

Os pesquisadores analisaram centenas de estudos sobre afrodisíacos naturais para investigar as alegações de que eles aumentariam o desejo sexual - psicológica e fisiologicamente.

 

Para manutenção da qualidade da pesquisa, eles incluíram apenas estudos que usaram controles mais rigorosos.

 

Afrodisíacos naturais mais eficazes


Os resultados?

 

Eles descobriram que o ginseng panax, o açafrão e a ioimbina, um produto químico natural extraído da árvore ioimbe, nativa da África Ocidental, melhora a função sexual humana.

 

As pessoas também relataram aumento do desejo sexual após a ingestão de muira puama, uma planta com flores encontrada no Brasil; raiz de Maca, uma planta da família da mostarda, encontrada nos Andes, e chocolate.

 

Contudo, apesar de seu suposto efeito afrodisíaco, o chocolate não foi relacionado com maior excitação sexual ou satisfação, segundo o estudo.

"Pode ser que algumas pessoas sintam um efeito de determinados ingredientes do chocolate, principalmente a feniletilamina, que pode afetar os níveis de serotonina e endorfina no cérebro", disse Marcone.

 

Já o álcool aumenta a excitação sexual, mas inibe o desempenho sexual.

 

Noz-moscada, cravo, gengibre, alho e âmbar cinza, ou âmbar de baleia - formado no trato intestinal do cachalote - estão entre as substâncias relacionadas ao aumento do comportamento sexual em animais.

 

Afrodisíacos eficazes


Embora seus resultados deem suporte ao uso de alimentos e plantas para aumentar o desejo sexual, os autores sugerem cautela.

 

"Atualmente, não há evidência suficiente para apoiar o uso generalizado destas substâncias como afrodisíacos eficazes," disse Marcone. "Mais estudos clínicos são necessários para compreender melhor seus efeitos sobre os seres humanos."

 

Via Diário Saúde

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Domingo, 27.01.13

Sexo - a importância dos preliminares

Tornar as preliminares parte do sexo pode deixar a experiência ainda mais agradável para ambos Foto:  / Getty Images

Tornar as preliminares parte do sexo pode deixar a experiência ainda mais agradável para ambos

Nem todos os homens gostam de preliminares, mas alguns acabam colocando-as em prática porque sabem que são importantes para estimular as mulheres. No entanto, o que muitos não sabem é que tornar as preliminares parte do sexo pode deixar a experiência ainda mais agradável para ambos. Abaixo, entenda por que colocá-las em ação é uma boa ideia. As informações são do site Female First.

 

O que são preliminares? As preliminares não são algo específico e, sim, uma combinação de inúmeras atitudesl. Abraçar, tocar, beijar e despir são algumas das "etapas" das preliminares e que deveriam ser usadas com mais frequência.

 

Comunicação é imporante: não existe certo ou errado quando o assunto é sexo, no entanto, algumas coisas que agradam a você podem não agradar ao sua parceira e vice-versa. Por isso, é importante se comunicar, contando quando ela faz algo que te satisfaz. Também siga as direções que ela dita, ouça ao que ela diz e sinta como seu corpo reage.

 

Nunca é demais: não se apresse. Experts dizem que um casal só deve fazer sexo quando estiverem no auge da excitação.  Não tente adiantar coisas, seja paciente e você vai descobrir que os dois irão ter uma experiência melhor.

Retirado de Terra
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Sexta-feira, 18.01.13

Manias ousadas durante o sexo

Manias ousadas durante o sexo

 

 

O que ninguém nega, principalmente nós mulheres, é que as preliminares são peças-chave para uma boa relação sexual. Há quem não se contente com carinhos e beijinhos.

 

Tem gente que pede uma pegada mais forte, ou então recebe sem pedir, e quando vai ver o queridão já estalou um tapinha. E nesse quesito manias na hora do sexo

 

A especialista em autoestima e prazer da mulher, Lu Riva, conta que já ouviu casos para lá de inusitados. "Tem homens que gostam que suas mulheres pisem neles com salto. Casais que gostam de "bater" e de "apanhar", tem as pessoas que gostam de vestir fantasias sensuais como uma colegial, com direito a meia-calça 7/8, que chega à sala mordendo o lápis e dizendo: - ‘Professor me ensina’".

 

" variedade é o que não faltar.

 

Parece que a ideia de dominar ou ser dominado predomina. Fátima Moura, personal sexy trainer, conta que já ouviu muitas histórias de suas alunas. Entre as mais inusitadas está a do casal que teve um grande prejuízo em um motel. "O marido sempre dizia à esposa que gostaria que ela pisasse nele usando salto alto. Em uma bela noite, ela resolveu realizar a vontade dele e subiu na cama com um salto fino. O que eles não haviam notado é que o colchão era d’água! Logo, o plástico se rompeu. Imagine só a bagunça!". Isso sim é um banho de água fria na relação.

 

Lu conta que conhece pessoas que gostam de recitar mantra antes do sexo. Agora imagine, você está lá toda linda e sexy, ansiosa pelo que está por vir e, de repente, o cidadão começa a cantarolar. Ainda nesse assunto, Fátima revela que uma de suas alunas preparou todo o clima à luz de velas e rosas vermelhas para o novo namorado. O que ela não imaginava é que o rapaz era seguidor o candomblé. Sem a menor desconfiança ele chegou a perguntar a ela se aquilo seria um trabalho religioso para ele. Pode?!

 

Outro caso inusitado: "Minha aluna resolveu sair da rotina, vestiu uma roupa para lá de atrevida e pediu que seu marido a deixasse em um ponto na Rua Augusta. Ela mandou que ele fosse dar uma volta e que retornasse para buscá-la. Após a volta, ele apareceu aflito e pediu para que ela entrasse no carro. Ela toda altiva se negou e só entrou no veículo após ele ter pago o ‘programa’", conta Lu. Essa foi corajosa, ela poderia ter apanhado. Ficar em um ponto que não lhe pertence na Augusta pode ter consequências terríveis e irreparáveis.

 

Fátima riu ao se lembrar de outro caso: "O homem pediu à mulher que vestisse uma fantasia e que lhe fizesse uma surpresa. Ela, então, comprou uma roupa de policial. Quando o rapaz viu a mulher vestida daquela maneira teve uma crise de riso". "Mas você pensa que ela perdeu o domínio? Não. Ela acabou prendendo-o por desacato à autoridade", completa.

 

Brincadeiras à parte é importante lembrar que este tipo de atitude faz bem quando ambos querem participar. "Às vezes é bom tentar novidades, pois se pode abrir uma gama de opções para o casal, mas sem que isso seja algo forçado ou mecânico para uma das partes", afirma Lu Riva. Fátima Moura lembra que essas ousadias não servem para salvar casamentos e recomenda: "Você deve analisar a situação, perguntar como foi o dia do parceiro, para que não haja frustração, caso ele não esteja animado."

 

Via Vila Dois

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Quarta-feira, 16.01.13

Peixe-zebra, VIH e bactéria que dá energia valem prémios a três mulheres

Peixe-zebra, VIH e bactéria que dá energia valem prémios a três mulheres

Ana Ribeiro, Leonor Morgado e Ana Abecasis (da esquerda para a direita) DR

 

Investigadoras ganharam as Medalhas de Honra L’Oréal Portugal para as Mulheres na Ciência. Os 20 mil euros do prémio vão para trabalhos que podem ter influência na medicina e nas energias renováveis.

 

Há uma diferença na capacidade regenerativa entre os peixes-zebras, estudados por muitos cientistas, e mamíferos como nós. Se ocorrer uma lesão na coluna, os peixes-zebra ficam aleijados e não conseguem logo nadar, mas passado um mês regeneram-se e voltam a movimentar-se. Um acidente parecido numa pessoa resulta numa paralisia definitiva. Ana Ribeiro está a estudar as características desta regeneração nos peixes, o que pode dar pistas para tratamentos futuros no homem.

 

Por este projecto, a investigadora de 32 anos recebe nesta quarta-feira uma das três Medalhas de Honra L’Oréal Portugal para as Mulheres na Ciência, entregues às 17h30 de hoje no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa. Ao seu lado estará Ana Abecasis, que vai avaliar as mutações do vírus da sida que resistem aos fármacos. Esta cientista de 33 anos quer definir terapias mais apropriadas consoante os vírus em cada pessoa. Leonor Morgado, a terceira vencedora da nona edição do prémio, tem estudado proteínas importantes de uma bactéria que dá electricidade e agora vai tentar alterar a sua maquinaria celular para melhorar o rendimento.

 

Cada investigadora receberá 20 mil euros. O prémio é uma parceria entre a L’Oréal Portugal, a Comissão Nacional da UNESCO e a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e pretende incentivar jovens investigadoras a realizarem projectos na área da saúde e do ambiente. O júri, presidido por Alexandre Quintanilha, escolheu entre 70 candidaturas.

 

Ana Ribeiro está interessada na forma como funcionam as células estaminais adultas, capazes de se diferenciarem noutras. Em laboratório, aquelas células dos mamíferos conseguem dar origem a várias células do tecido nervoso, como neurónios, astrócitos e oligodendrócitos.

 

Mas quando há uma lesão na espinal medula origina uma paralisia, as células estaminais adultas dos mamíferos só se diferenciam em astrócitos. “Já as do peixe-zebra conseguem gerar todas as outras. A nossa ideia é caracterizar o processo que acontece na medula do peixe”, explica Ana Ribeiro, do Instituto de Medicina Molecular, em Lisboa.

 

Para isso, vai criar peixes transgénicos, onde se pode detectar a diferenciação das células estaminais adultas nos vários tipos de células nervosas. Assim, poderá compreender os mecanismos ocorridos no peixe, mas não nos mamíferos. “O prémio reconhece o potencial do projecto e ajuda à sua manutenção.”

 

Já para Leonor Morgado, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, a medalha representa “o reconhecimento do trabalho” que tem feito. No doutoramento, já tinha estudado proteínas da respiração celular da Geobacter sulfurreducens, uma bactéria que vive em sedimentos onde não há oxigénio. Nesse processo, esta bactéria lança para o exterior electrões, que podem ligar-se a materiais perigosos — e assim ajudar a removê-los do ambiente — ou podem ser usados para gerar corrente eléctrica.

 

“No laboratório, [esta bactéria] consegue pôr calculadoras a funcionar”, conta Leonor Morgado. A ideia do projecto é alterar o funcionamento das proteínas envolvidas na respiração celular para optimizar a corrente eléctrica. “Submeti este projecto à FCT e não foi aprovado. Se não fosse o prémio, não poderia avançar com ele.”

 

Também Ana Abecasis, do Instituto de Higiene e Medicina Tropical, em Lisboa, se candidatou sem sucesso a fundos da FCT para estudar as mutações do vírus da sida. “O prémio dá uma enorme ajuda. Estou muito contente.” Agora vai poder comprar servidores para gerir muitos dados e que permitam identificar mutações importantes.

 

O VIH tem um material genético que tolera muitas mutações, que permitem ao vírus resistir aos fármacos antirretrovirais. Mas quando o vírus é transmitido a um novo hospedeiro que não está em tratamento, uma parte das mutações reverte e não se mantém nos hospedeiros. Mas outra parte fixa-se.

 

Um estudo de 2007 em Portugal concluiu que 8% dos novos infectados têm estirpes resistentes aos antirretrovirais. Ana Abecasis analisará as mutações do VIH em pessoas infectadas para identificar as que se mantiveram. Os resultados possibilitarão escolher os melhores fármacos para evitar essas resistências.

 

Noticia do Público

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Sábado, 05.01.13

7 coisas em que os homens não reparam durante o sexo

Quilos extras, pelos e pequenos defeitos ficam de lado entre quatro paredes Foto: Getty Images

 

Quilos extras, pelos e pequenos defeitos ficam de lado entre quatro paredes

Toda mulher tem inseguranças seja por estar com alguns quilinhos a mais ou o cabelo não estar do jeito que gostaria. Na cama, esses receios aumentam ainda mais, no entanto, especialistas afirmara que os homens não se importam com a maioria destas preocupações femininas. 
 
Cosmopolitan listou sete coisas que o parceiro não repara durante o sexo; veja a seguir:
 
Quilos extras: de acordo com o especialista em sexo, autor do livro Ela Vem em Primeiro Lugar, Ian Kemer, a maioria dos caras não está nem vendo ou pensando em um corpo reto e sem curvas na hora do sexo. Na verdade, eles estão ocupados passando por um mix de sensações hormonais de testosterona, oxitocina e dopamina que aumentam a percepção de sensualidade.
 
Pequenos defeitos: pode parecer nítido para você no espelho, mas o parceiro não perceberá que o seu seio direito é um pouco maior que o esquerdo, por exemplo. A maioria dos homens está muito animada em se aproximar desta parte do corpo feminina e não se importa se um é um pouco maior que o outro, ainda mais se forem volumosos.
 
Pele: quem não quer ter uma pele de bebê? O especialista em sexo Darren Michaels, autor de Flipside Erótica, alertou que a corrida na última hora para melhorar a acne ou estrias não vale à pena. O homem estará tão preocupado em ficar com a parceira que não notará esses detalhes.
 
Suor: embora possa parecer nojento para você, o odor natural do corpo da mulher pode ser um estimulante sexual para os homens. Por isso, Kemer aifmou que se você tomou banho há algumas horas e mesmo assim não pode evitar o suor durante a relação sexual, não se preocupe, o parceiro vai até gostar. 
 
Pelos: não deu tempo de depilar bem as pernas e virilha antes da transa? Não é por isso que o parceiro vai deixar de sentir desejo por você, segundo Kemer. 
 
Cabelo e maquiagem: o parceiro não vai se importar se o seu cabelo está para cima ou para baixo, se seus olhos estão bem delineados e a sombra está combinando com a lingerie. Tenha confiança nos seus atos, aconselhou Kemer, pois a preocupação com coisas como a maquiagem pode cortar todo o clima. 
 
Tamanho da vagina: a maioria dos caras não vai comparar seu órgão sexual com a de parceiras anteriores. No entanto, de acordo com Kegel, se preferir fazer exercícios para tornar o sexo ainda mais prazeroso, não há problema algum.
retirado de Terra
publicado por olhar para o mundo às 22:28 | link do post | comentar
Segunda-feira, 31.12.12

Sexo após os 50 dá mais prazer, mas precisa de afeto

Mulheres relataram ter mais prazer atualmente do que quando eram jovens, enquanto outras disseram que companheirismo e carinho se tornam mais importantes com a idade Foto: Getty Images

 

Mulheres relataram ter mais prazer atualmente do que quando eram jovens, enquanto outras disseram que companheirismo e carinho se tornam mais importantes com a idade


Quem pensa que o passar dos anos apaga o fogo das mulheres na cama, pode se enganar. Não dá para generalizar, mas o Terra foi atrás do assunto e encontrou relatos de que a idade só melhora o sexo e que é possível sentir mais prazer depois dos 50 do que no auge da juventude. Esta é a opinião da psicanalista Irene M., 61 anos. “É um tabu pensar que a pessoa mais velha não quer sexo, não pensa nisso ou não tem sonhos eróticos. O sexo é melhor com a idade, quando se tem mais experiência”, contou. 

 
Divorciada desde os 50 anos, ela já teve vários namorados e não tem dúvida de que suas experiências sexuais da meia-idade foram mais “interessantes” do que as vividas durante a juventude. “Você se conhece melhor, conhece o próprio corpo, do que gosta mais e sabe o que quer do outro. O jovem às vezes tem aquele tesão enorme, mas não sabe o que quer direito”, explicou Irene. 
 
A enfermeira Rose F., 53 anos, também enxerga de forma positiva a vida sexual após os 50. “Para mim não mudou nada, não vi diferença da minha vida de quando tinha 20 anos e agora. Estou em plena forma”, contou. Divorciada, ela está prestes a entrar em um novo casamento e disse que sexo não é um problema. “Hoje, com plena experiência, é melhor do que antes”, comparou.
 
Segundo Rose, quando ela era adolescente não podia obter esclarecimentos sobre relações sexuais com a mãe, era um “tema bloqueado” na época. Por isso, não sabia como funcionava e descobriu aos poucos, na prática. “Quando se é adolescente, não se tem informação, hoje tenho uma vivência maior. A gente aprende coisas diferentes e o prazer é maior do que era antigamente”, explicou. 
Tesão e afeto

Para outras mulheres, porém, há uma mudança de ritmo na atividade sexual com a idade. É o caso da assessora política Vera P., 53 anos: “é lógico que com 20 ou 30 anos (a vida sexual) é muito mais ativa, depois o fogo diminui. Mas não tive problema com sexo até agora”, contou. Segundo ela, para a transa rolar é preciso ter bastante estímulo, por isso, não acontece com tanta frequência como entre um casal jovem.
 
Um dos segredos, de acordo com Vera, é não cair da rotina. “Arroz com feijão todo dia cansa”, disse. Programas inusitados sempre tendem a esquentar o clima, sugeriu. Principalmente porque depois dos 50 os valores mudam: “a gente vai aprendendo a dar valor a outras coisas além do sexo, como o companheirismo”. 
 
Aenfermeira Pierangela C., 52 anos, que está no segundo casamento, concorda: “o desejo diminui. Quando se é jovem tem muito tesão, depois começam a importar outras coisas, não precisa de tanto sexo, mas mais de afeto e companheirismo”. “Passo bem sem sexo”, acrescentou.  
 
Uma das razões para a falta de desejo por sexo diário, segundo ela, é o cansaço. “Quando você é jovem nada te cansa. Agora, depois do trabalho, quando deita na cama tudo o que quer é dormir, não quer ficar transando”, disse. Pierangela acredita que a mudança começa a ocorrer aos 40 anos. No entanto, ela ressaltou que os homens não passam por esta fase e continuam a querer “sexo todo o tempo”. “É preciso entrar em um acordo”, contou.
Noticia de Terra
publicado por olhar para o mundo às 18:31 | link do post | comentar

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