Sábado, 05.01.13

7 coisas em que os homens não reparam durante o sexo

Quilos extras, pelos e pequenos defeitos ficam de lado entre quatro paredes Foto: Getty Images

 

Quilos extras, pelos e pequenos defeitos ficam de lado entre quatro paredes

Toda mulher tem inseguranças seja por estar com alguns quilinhos a mais ou o cabelo não estar do jeito que gostaria. Na cama, esses receios aumentam ainda mais, no entanto, especialistas afirmara que os homens não se importam com a maioria destas preocupações femininas. 
 
Cosmopolitan listou sete coisas que o parceiro não repara durante o sexo; veja a seguir:
 
Quilos extras: de acordo com o especialista em sexo, autor do livro Ela Vem em Primeiro Lugar, Ian Kemer, a maioria dos caras não está nem vendo ou pensando em um corpo reto e sem curvas na hora do sexo. Na verdade, eles estão ocupados passando por um mix de sensações hormonais de testosterona, oxitocina e dopamina que aumentam a percepção de sensualidade.
 
Pequenos defeitos: pode parecer nítido para você no espelho, mas o parceiro não perceberá que o seu seio direito é um pouco maior que o esquerdo, por exemplo. A maioria dos homens está muito animada em se aproximar desta parte do corpo feminina e não se importa se um é um pouco maior que o outro, ainda mais se forem volumosos.
 
Pele: quem não quer ter uma pele de bebê? O especialista em sexo Darren Michaels, autor de Flipside Erótica, alertou que a corrida na última hora para melhorar a acne ou estrias não vale à pena. O homem estará tão preocupado em ficar com a parceira que não notará esses detalhes.
 
Suor: embora possa parecer nojento para você, o odor natural do corpo da mulher pode ser um estimulante sexual para os homens. Por isso, Kemer aifmou que se você tomou banho há algumas horas e mesmo assim não pode evitar o suor durante a relação sexual, não se preocupe, o parceiro vai até gostar. 
 
Pelos: não deu tempo de depilar bem as pernas e virilha antes da transa? Não é por isso que o parceiro vai deixar de sentir desejo por você, segundo Kemer. 
 
Cabelo e maquiagem: o parceiro não vai se importar se o seu cabelo está para cima ou para baixo, se seus olhos estão bem delineados e a sombra está combinando com a lingerie. Tenha confiança nos seus atos, aconselhou Kemer, pois a preocupação com coisas como a maquiagem pode cortar todo o clima. 
 
Tamanho da vagina: a maioria dos caras não vai comparar seu órgão sexual com a de parceiras anteriores. No entanto, de acordo com Kegel, se preferir fazer exercícios para tornar o sexo ainda mais prazeroso, não há problema algum.
retirado de Terra
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Quinta-feira, 03.01.13

Sexo ou abraços? Eis a questão!

Sexo ou abraços? Eis a questão!

Novo estudo diz que as mulheres preferem o sexo. Concorda?

 

Investigadores norte-americanos revelam que os homens são mais felizes se recebem carícias, enquanto as mulheres preferem sexo. Será que os portugueses querem o mesmo?

 

Um estudo realizado com casais de meia-idade pelo Instituto Kinsey da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos da América, deita por terra tudo aquilo em que sempre se acreditou sobre comportamento sexual entre géneros.

 

De acordo com a pesquisa, não são as mulheres que valorizam mais os preliminares mas sim os homens. Enquanto eles centram as atenções nas carícias, elas preferem ação. Estaremos perante uma revolução sexual? Com a ajuda da sexóloga Marta Crawford, descubra o que explica este comportamento e o quanto uma relação duradoura pode ser determinante para uma sexualidade satisfatória.

Ternura masculina

«Sempre gostei de sexo com tudo a que tenho direito. Incluindo preliminares. A troca de carinhos é fundamental para que o ato em si corra naturalmente e consiga alcançar o prazer pleno», revela Sónia Ferreira. A confissão desta fisioterapeuta, 42 anos, é a mais comum entre as mulheres.

 

No entanto, após analisar a importância do prazer sexual, dos beijos e dos abraços, em relações de 25 anos (média), o estudo, que envolveu mais de mil casais entre os 40 e os 70 anos de Espanha, Brasil, Alemanha, Japão e EUA, concluiu que os homens que são alvo de carícias por parte das companheiras são três vezes mais felizes do que aqueles que não têm afeto. As mulheres, por sua vez, não consideram que os mimos tenham grande impacto na satisfação sexual.

Relações frustradas

Será que as mulheres maduras estão mais independentes? Segundo Marta Crawford, a resposta é «não». «Regra geral, as mulheres que são muito apressadas para chegar ao sexo não se sentem bem com a sua sexualidade ou relação. Sabem que isso faz parte do casamento, que têm de satisfazer o parceiro, portanto, dão-lhes sexo, mas em doses pequenas. Evitam os preliminares e vão diretamente ao assunto», afirma.

 

Com esta rapidez para chegar à meta, o prazer feminino passa para segundo plano. Nada que as incomode. Prioritário é cumprir a tarefa, evitando abraços e beijos. Ao longo dos anos, «a mulher deixa de se relacionar afetivamente com o companheiro para não dar a ideia de que está disponível para mais. Adota uma atitude centrada em si», acrescenta a sexóloga. Os homens reclamam por uma atenção perdida.

Sexualidade descontraída

Outra das conclusões retiradas do estudo é que, para as mulheres, o sexo melhora com o tempo, com resultados francamente satisfatórios após 15 anos de união. Este ponto de viragem surge numa altura em que elas assumem melhor as suas curvas, tornam-se mais desinibidas e libertas, o que pode ganhar outros contornos quando os filhos saem de casa. Mas nem tudo é linear. Para Marta Crawford, cada caso é um caso.

 

«Se a mulher chega aos 25 anos de casamento com um parceiro interessante, com humor, acredito que se sinta mais liberta e a relação possa ser reinventada», sublinha. O facto de estar na menopausa, sem receio de engravidar, ou numa fase profissional estável também explica uma relação mais descontraída. No entanto, «se houver um esvaziamento em termos de conjugalidade, o relacionamento sexual não melhora. É aquela zona vulnerável a situações extraconjugais», alerta.

 

Retirado de Sapo Mulher

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Terça-feira, 27.11.12

Sexo, afinal quem manda nas relações?

Você acha que os homens são o ‘sexo dominante’ na

Foto: Ocean/Corbis

 

Não tem jeito, por mais que as mulheres já tenham ocupado o seu lugar no mundo, pensamentos machistas como ‘os homens só pensam em sexo’ e ‘as mulheres só sabem pilotar o fogão’ estão arraigados na cabeça das pessoas. E em relação à cama, isso não seria diferente.

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Por incrível que pareça, em pleno século XXI, há ainda aqueles que acreditem que ter ou não uma relação sexual depende exclusivamente deles, e não do casal.

 

Pois é, por mais que, de vez em quando, faça bem para o ego do homem, a expectativa de que ele deve ser o sexo dominante no relacionamento pode atrapalhar a vida a dois. Pelo menos é o que revela o estudo da Universidade de Yale, que analisou 357 mulheres e 126 homens para saber como andava a confiança sexual de jovens sexualmente ativos.

 

Para chegar ao veredito final, os entrevistados tiveram que responder um questionário sobre a suavida sexual em uma sala na qual continha um recipiente com preservativos femininos com uma placa instruindo as pessoas a levarem quantos quisessem e mostrando como usá-los, tudo para, junto com as respostas, analisar também quantos preservativos os voluntários levavam para casa.

 

Segundo o resultado da pesquisa, chegou-se a conclusão que a crença de que o homem é o ser dominante na relação não prejudica apenas as mulheres, mas também eles próprios, uma vez que se veem pressionados a cumprir o papel de "sexo forte", mesmo que isso não corresponda à realidade dos relacionamentos atuais.

 

Retirado de Vila Mulher

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Quinta-feira, 22.11.12

Sexo, 4 mitos sobre as mulheres mais novas

Sexo, 4 mitos sobre as mulheres mais novas

Casais com homem mais velho e mulher mais nova sofrem preconceito

Quando um homem mais velho engata um relacionamento com uma mulher mais nova, o casal já sabe que terá que estar pronto para enfrentar situações desagradáveis, que podem envolver até mesmo certo preconceito. Por isso, o escritor Robbie Dillon listou para o site AskMen 4 mitos sobre relações desse tipo. Confira: 

 

1. Ela está interessada em dinheiro: as mulheres de 20 e poucos anos estão na fase romântica e idealista. E por isso, elas não costumam estar tão preocupadas com situações a longo prazo, como se você será um bom provedor para os filhos. 
 
2. Ele está interessado apenas em sexo: conforme o tempo passa, o sexo deixa de ser a grande prioridade na vida de um homem. Outras coisas, como amizade, a intimidade e uma boa conversa, se tornam mais importantes, o que pode ser o grande ponto de atração para as mulheres mais jovens. 
 
3. O relacionamento não vai durar: estatisticamente, relacionamentos entre homens mais velhos e mulheres mais novas são mais estáveis. Os homens tendem a se tornar mais pacientes e menos egocêntricos, o que ajuda a manter uma relação saudável. 
 
4. Eles podem não ter muitas coisas em comum: é claro que isso pode acontecer, mas não apenas por conta da idade. Além disso, a parte divertida é comparar experiências e aprender um com o outro. E, como o homem está mais maduro e experiente, é possível "discutir a relação" com muito mais facilidade. 
Retirado de Terra
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Quarta-feira, 21.11.12

Eles explicam como gostam de ser seduzidos

Eles gostam de ser seduzidos

De um modo geral, os entrevistados preferem as mulheres que sabem o que querem; segundo eles, isso facilita a aproximação inicial

Foi-se o tempo que os homens dominavam a cena da paquera. As mulheres estão cada vez mais em busca do que querem: no mercado, na vida familiar e, claro, na busca pelo parceiro ideal. Aos homens, restam duas alternativas: aceitar ou fugir. E, para entender um pouco do que eles estão achando disso, o Terra conversou com homens constatando que, não, eles não pretendem fugir. Mulheres com iniciativa, objetividade e voz ativa disparam na frente daquelas que ainda mantêm uma postura mais tímida. Ao que tudo indica, eles estão preparados para lidar com aquelas que sabe o que quer.O estagiário de comunicação Felipe Vinicius Carlos, 22, de Diadema, São Paulo, é solteiro e faz parte do time dos que gostam das mais objetivas. “Não sou muito fã de quem deixa nas entrelinhas ou ‘dá sinais’ de que quer”, observou. Extrovertido, ele prefere as que têm iniciativa. “As tímidas exigem muita mão-de-obra para se quebrar o gelo”, observa.Quanto à melhor forma de aproximação, ele acredita que, na faculdade, o pior tipo de cantada vem das mulheres que buscam algum gancho da aula para a paquera. “Sempre fica bizarro e broxante”. No entanto, ele dá a dica do tom certo para uma boa paquera.  “Uma vez, voltando de um almoço, avisei que ia deixá-la na sala do nosso chefe e voltar para minha porque já tinha um problema ‘me esperando’. E ela respondeu: ‘por que então você não troca? Fica comigo e deixa o problema lá com o chefe’. Essa funcionou legal”, relembra.No time dos casados, o analista de marketing R.V.M, que prefere não se identificar, gosta das mulheres com iniciativa, porém, com cantadas discretas e diretas. “Prefiro as mulheres com iniciativa, pois facilita a conversa e a aproximação para um papo”.Espontaneidade e iniciativa, mas “sem pedreiragem”

O analista de sistemas Felipe Alves Pedroso Straioto, 27, de São Paulo, diz que sempre gostou de mulheres “que sabem fazer uma conversa desenvolver, que puxam algum assunto meio que sem querer sobre algo que esteja acontecendo no momento ou coisa do tipo”. As pouco pró-ativas não têm chances com ele, pois “são uma incógnita”. “Você nunca sabe se estão realmente olhando para você, para o alface no seu dente ou admirando a cor da parede”, brinca.No entanto, iniciativa não pode se confundir com falta de noção e, como ele define, a cantada só funciona se for “sem pedreiragem". “Nunca me interessei por gente desesperada”, acrescenta. Ele conta que, certa vez, em um barzinho, três garotas juntas no balcão começaram a disparar várias cantadas e perguntas ao mesmo tempo. “Até tentei conversar, mas a situação estava tão bizarra e tão forçada que acabei pegando minha cerveja e saindo dali”, disse.

Já publicitário Calil Ricardo Simões, 26, de São Caetano do Sul, conta que gosta mais das aproximações casuais. “Prefiro as formas mais inesperadas, tipo tropeções, esbarradas ou ainda quando a menina vai gesticular e te dá um ‘tapa’. Acho engraçado e natural”, afirmou. Como é tímido, as mulheres mais atiradas têm mais chance com ele. “Prefiro as com iniciativa, muitas vezes facilita o começo da conversa e fica mais fácil de desenvolver”. No entanto, o “approach” muito escancarado acaba causando o efeito contrário de acordo com o publicitário. “Uma coisa é ter iniciativa, outra coisa é ser fácil. Acho que nenhum homem gosta do que é muito fácil, ou pelo menos não dá o valor devido”, acrescenta.Para ele, as mulheres que sugerem uma aproximação em dupla têm mais chances de evoluir para algo mais sério. “Por mais que pareça coisa de oitava série, é sempre legal vir alguém falar que tem uma amiga a fim de você. Gera aquela ansiedade de saber quem é e acaba motivando, nem que seja pela curiosidade”, pontua.
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Domingo, 04.11.12

Gordinha que aprende a aceitar o corpo tem vida sexual melhor,

gordinha que aprende a aceitar o corpo tem vida sexual melhor,

Antes de apresentar o estudo, permita-me iniciar este post com meu atrevido comentário sobre o título acima: "E como!" 

 

Digo isso com experiência de causa. Dos quase seis anos em que sou casado com a Rafa Coelho, uma das modeletes que estampa o cabeçalho do DasPlus , em cinco deles ela esteve gordinha. Como nos dias atuais. E durante essa trajetória, a vida "entre quatro paredes" foi se tornando melhor e mais intensa à medida em que ela aprendeu não apenas a se aceitar, já que essa palavra traz, em si, algo de negativo (como se a pessoa apenas tolerasse algo). Não. É mais do que isso. Passa pelo reconhecer-se belo (bela, no caso), mesmo não estando dentro dos ainda opressores padrões de beleza atuais. 

 

Bem, mas vamos ao tal estudo, publicado recentemente em um site norte-americano de notícias e estudos científicos, o LiveScience . A socióloga

Jeannine Gailey, da Texas Christian Universtity , entrevistou 36 mulheres entre 98 e 227 quilos, recrutadas a partir de listas de organizações voltadas para a aceitação do peso (comuns nos EUA). Aqui, algo com que muitas de nossas leitoras provavelmente irão se identificar: quase todas as entrevistadas relataram ter sofrido em relacionamentos do passado, em função da vergonha do próprio corpo, da auto-ridicularização e, claro, das inúmeras tentativas de emagrecer, que só aumentam a tensão consigo mesma e com o(a) parceiro(a).

 

Aí vem a parte boa dessa história: das 36 mulheres, 26 (72%) disseram ter aprendido a conviver melhor com as avantajadas formas, e que isso resultou em vida amorosa e sexual mais... quente. No entanto, sete delas ainda se mostravam descontentes com o peso, relatando tanto experiências sexuais negativas quanto a própria abstenção ao sexo (triste, hein?). As outras três tiveram resultados distintos (plena aceitação desde sempre ou satisfação sexual mesmo com visão ainda negativa do corpo).

 

Segundo Gailey, os resultados sugerem que mulheres que se envolvem em movimentos de auto-aceitação tendem a ter uma auto-imagem e uma vida sexual mais positiva. "Passar da vergonha à aceitação pode encorajar as mulheres a ir além da tentativa de mudar seus corpos, mas também focar na satisfação tanto nas relações com os parceiros quanto consigo mesmas, apesar do imenso estigma social sobre a gordura", afirmou a socióloga.

 

Outro ponto bacana: o estudo mostrou também que essas mulheres passam a ter confiança inclusive para sair de relacionamentos destrutivos e investir em novas histórias, baseadas em amor, sexo e, sobretudo, respeito mútuo.

 

E, para terminar, um rápido comentário: na minha humilde opinião, o que você leu aqui nada tem a ver com fechar os olhos a eventuais malefícios de se estar acima do peso. A busca pela saúde (inclusive pelo emagrecimento saudável) e o ato de se ver bonita com uns quilinhos a mais não são, definitivamente, tendências excludentes. Podem conviver em plena harmonia, aumentando a quantidade de sorrisos. Em casa, na rua... e na cama (no chão, no sofá, em cima do lustre...).

 

Retirado de Mundo Ela

publicado por olhar para o mundo às 18:12 | link do post | comentar
Quarta-feira, 24.10.12

Não importa se o sexo é raro,não pode é ser em modo automático

Com a rotina que se estabelece na vida do casal, o sexo tende a cair na mesmice, ficar sem graça e rarear, certo? Erradíssimo! Caso esse seja o retrato da vida de algum casal, dificilmente terá sido na sexualidade que nasceu o conflito. O mais provável é que o declínio nesse setor da vida a dois seja resultado de falhas do casal na avaliação das bases da união, antes de consolidá-la, ou nos cuidados com a intimidade conjugal, posteriormente.

 

O sexo não anda sozinho, da mesma forma como a despensa não volta a ficar suprida sem que providências sejam tomadas ou o vaso não volta a ter flores, se alguém não as coloca lá. O que quero dizer é que, tomada isoladamente, a assiduidade das relações sexuais não é termômetro para medir o sucesso ou o fracasso de uma relação.

 

No “período quente”, de intenso envolvimento emocional, comum nos primórdios de uma relação, a sexualidade de fato ocupa enorme espaço. É, muitas vezes, a principal forma de contato entre os amantes. Natural. Nessa fase, ainda paira certo “mistério” entre eles, pois não se conhecem direito. Disso resulta, inclusive, que as pessoas reais acabam por ser sobrepostas ou “preenchidas” pelas projeções e idealizações do outro.

 

O enlevo que costuma acompanhar tais idealizações cria uma aura de magia, que dificilmente sobrevive depois que os parceiros passam a se conhecer bem. O que entra no lugar dessa magia, porém, é algo ainda melhor: a consistência, o chão seguro, a chance mais certeira de que a paixão se transforme em amor. O sexo, como modalidade de contato, deixa de ser um veículo “que leva ao paraíso” e passa a ser uma maneira de se abrir para o outro e para si mesmo, aproxima-se da verdade e afasta-se da ficção. Vencida essa etapa, a preservação da motivação sexual será a prova de que a relação está destinada ao sucesso. Daí a importância de se avaliar com calma o terreno antes de um casamento, dando o tempo necessário para que as bases mais sólidas da relação tenham sido checadas. Garantido o chão, uma redução na assiduidade das relações sexuais não será indício de perda de motivação, desde que os parceiros tenham tido o cuidado de substituir a quantidade pela qualidade. Amores maduros trazem sexo melhor, mais intenso, mais degustado — ainda que mais raro.

 

Que o sexo caia na mesmice também não é necessariamente uma má notícia. Onde não se preserva “o mesmo”, não se tem noção de identidade. Não falo de cristalização, mas de um processo em movimento e evolução, embora conhecido. O problema é quando a mesmice se traduz por “ausência de alma”. O corpo comparece à cena feito um autômato, sem que a pessoa inteira esteja presente. Mesmice com alma é vida pulsante. Mesmice sem alma é morte. 

 

Por fim, não faz sentido dizer que “o sexo ficou sem graça”, porque ele não é um sujeito, não pode ficar ou deixar de ficar bom ou ruim. O sexo é função do relacionamento e só existe quando colocado em movimento pelas pessoas nele interessadas. A graça é algo que se imprime a ele, da mesma forma que se confere graça à decoração de uma casa, quando se investe energia psíquica nessa empreitada. A cor de uma residência, o alimento nela servido, a vida cultural da família, a qualidade da sexualidade de um casal — tudo isso expressa a visão de conjugalidade dos parceiros. Há que se cuidar dessa visão com carinho, para que se mantenha consistente e cheia de graça.

Retirado da Caras
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Sexta-feira, 05.10.12

Alimentos e hábitos que melhoram o seu desempenho na cama

alimentos e hábitos que melhoram seu rendimento na cama

Estresse, cansaço físico, desgaste emocional, monotonia e doenças são apenas alguns dos motivos para uma possível queda de libido ou de rendimento sexual, mas alguns alimentos e hábitos podem ajudar a solucionar esse problema 

Culturalmente se espera que o homem sempre esteja pronto para pular na cama e desejando sexo o tempo todo. Porém, sabemos que nem sempre é assim que funciona. Estresse, cansaço físico, desgaste emocional, monotonia e doenças são apenas alguns dos motivos para uma possível queda de libido ou de rendimento sexual. “Podemos dizer que o cotidiano conspira contra o sexo, pois conciliar família, amigos, trabalho e interesses pessoais é muito difícil”, defende o urologista, sexólogo e terapeuta sexual Celso Marzano. Com o passar do tempo e o envelhecimento inevitável do corpo a situação fica ainda mais complicada. Porém, alguns alimentos e hábitos podem ajudar e muito a melhorar sua performance sexual. Confira 15 dicas de especialistas:

 

Confie no zinco


O que você come pode aumentar ou diminuir sua libido. “Uma má alimentação pode gerar uma baixa produção de alguns neurotransmissores relacionados ao bem-estar e prazer. Essas alterações podem prejudicar o desempenho sexual e até a fertilidade”, afirma Flávia Morais, coordenadora de nutrição da rede Mundo Verde. Alguns alimentos podem melhorar sua vida sexual. Esse é o caso das ostras que, segundo a especialista, são boas fontes de zinco, mineral necessário para a maturação o esperma e fertilização. “Na falta de zinco temos diminuição na produção de testosterona, diminuindo a libido. A recomendação diária de zinco para homens é de 11 mg, em 100 g (quatro unidades) de ostra temos 90 mg desse mineral”, diz Flávia. Outro alimento rico em zinco é o fígado de boi, porém pode conter algumas toxinas.

 

Explore seu corpo


O autoconhecimento e a masturbação estão sempre em foco quando o assunto é sexualidade feminina. Porém, isso também vale para melhorar a vida sexual dos homens. “A masturbação deve ser encarada como uma forma alternativa de exprimir a própria sexualidade, Ela é usada há muito tempo pelos terapeutas sexuais como parte das técnicas de tratamento para disfunções”, diz Celso. Apesar de quase todos os homens praticarem a masturbação ao longo da vida, em muitos casos, essa prática ainda vem acompanhada de alguns sentimentos negativos. No entanto, essa é uma ótima forma de despertar o corpo para a sexualidade e conhecer os toques e movimentos que proporcionam mais prazer.

 

Evite bebida em excesso


Uma boa taça de vinho pode ajuda-lo a relaxar e criar um clima, mas fique atento para não exagerar. De acordo com Flávia, o álcool favorece o relaxamento, prejudicando a circulação e, em consequência, a ereção. “A bebida em excesso bloqueia a resposta sexual e prejudica o efeito de medicamentos para ereção. A medida certa é individual”, complementa Celso. De acordo com o sexólogo, o alcoolismo destrói as respostas nervosas e vasculares, do que depende o desempenho sexual.

 

Não se entregue ao sedentarismo


A atividade física é ótima para o corpo, mente e para sua vida sexual também. “Os exercícios promovem uma resposta física melhor a tudo que fazemos”, defende Celso. Pesquisas demonstram até que a prática de atividades físicas pode estar relacionada a um aumento da produção de testosterona, hormônio responsável pelo desejo sexual, além de melhorar o rendimento na cama. E quando se trata de homens acima dos 40 anos a atividade física faz ainda mais diferença. Um estudo feito por médicos de Dublin mostrou que a perda de peso e aumento de massa magra reduz em 50% o risco de queda nos níveis de testosterona nessa fase. A pesquisa também indicou uma contagem mais alta de espermatozoides e ereções mais vigorosas nos homens mais ativos.

 

Consuma alimentos afrodisíacos


Alguns alimentos conhecidos por serem afrodisíacos como pimenta, ginseng e canela são temperos que melhoram a circulação, afetando positivamente a ereção. O amendoim e o ovo de codorna também são boas apostas. “O amendoim é fonte de vitamina B3, que colabora para a vasodilatação sanguínea, melhorando a circulação na região do órgão sexual masculino. Já o ovo, contém vitamina E, que participa da produção de hormônios sexuais, estando relacionado ao aumento da libido e do apetite sexual”, explica Flávia. Alimentos com tirosina como leguminosas, nozes, castanhas, tofu, cereais integrais e leite aumentam a produção de dopamina e noradrenalina, que também melhorar o rendimento sexual.

 

Esqueça o cigarro


Segundo um estudo da Universidade do Texas, em Austin, EUA, homens que pararam de fumar conseguem ficar excitados cinco vezes mais rápido do que aqueles que não abandonaram o vício. Outras pesquisas também apontam que a nicotina atrapalha a ereção. Por isso, se você quer manter uma boa potência sexual é melhor evitar o cigarro. “O cigarro afeta a microcirculação arterial e venoso dos corpos cavernosos do pênis e a bomba cardiovascular, que prejudica a chegada do sangue no órgão sexual”, afirma Celso Marzano. Segundo o especialista, parar de fumar pode ser um passo importante até para a redução ou mesmo eliminação total da impotência sexual.

 

Invista na acupuntura


Para a medicina oriental a função sexual é um reflexo da saúde geral. Por isso, quando a energia do corpo não vai bem isso pode causar impacto na cama. “Para os chineses a potência sexual está ligada aos rins, enquanto a libido tem relação com o funcionamento do fígado”, explica o fisioterapeuta e acupunturista Márcio Luna, presidente regional da Associação Brasileira de Acupuntura. Segundo o especialista, a relação é uma via de duas mãos, a saúde dos órgãos afeta o estado emocional e vice e versa.

 

A acupuntura pode ajudar a melhorar a performance sexual, aumentar a libido e tratar problemas como ejaculação precoce e impotência. “O primeiro passo é uma avaliação profunda do pulso e da língua para detectar qualquer alteração, mesmo que sutil, da energia do corpo”, afirma Luna. A partir daí começa a intervenção com o estimulo de pontos ligados aos órgãos que serão trabalhados. Em casos de distúrbios o ideal, segundo o especialista é trabalhar em conjunto com um urologista. “Costumo recomendar sessões duas vezes por semana no início. Depois de 10 sessões já há uma melhora significativa. Em geral, 30 sessões são suficientes, mas o tratamento vai depender muito de cada caso”, conta Luna.

 

Tome suco de romã


Um estudo da Queen Margaret University, em Edinburgo, mostrou que o consumo de um copo de suco de romã pode melhorar a libido. “O estudo mostrou que os voluntários que beberam um copo por dia durante duas semanas tiveram um aumento entre 16 e 30% dos níveis de testosterona”, conta Flávia. A pesquisa, realizada com 58 homens entre 21 e 64 anos, ainda indicou que a fruta é rica em antioxidantes e ajuda a melhorar a circulação sanguínea. 

 

Não pule as preliminares


“As preliminares são importantes porque desencadeiam a resposta sexual, a química do sexo se inicia e a excitação vai aumentando. Qualquer toque, visão ou odor tem uma interpretação no cérebro, que processa as informações direcionando a resposta sexual pela liberação de neurotransmissores, que agem nos diferentes receptores periféricos”, explica Celso. Então, esse momento para entrar no clima é necessário não apenas para as mulheres, que normalmente precisam de mais tempo para excitação, mas também para que o corpo masculino possa experimentar diferentes sensações, levando a uma relação mais prazerosa.

 

Fique de olho na andropausa

 

A idade também influencia os hormônios masculino levando os homens à andropausa após os 50 anos. “Ela é uma síndrome clínica caracterizada pelo declínio dos níveis de vários hormônios no sangue, principalmente a testosterona”, explica Celso. Com a andropausa podem surgir fadiga muscular, insônia, alterações do humor e raciocínio, perda de memória, depressão, diminuição de massa corpórea e força muscular, osteoporose, perda de pelos, alterações na pele, aumento de gordura na barriga, perda de libido e disfunção erétil (impotência sexual). Segundo o especialista, nessa fase da vida geralmente é necessário mais tempo para ereção, sendo está menos rígida, e para a ejaculação e há uma maior dificuldade para recuperar a ereção quando perdida.

 

“Hoje podemos pensar em reposição hormonal, mas antes o urologista deve avaliar outras possibilidades clínicas”, afirma Celso. Para melhorar a sexualidade depois dos 50 anos é preciso cuidar do estado geral de saúde, conhecer seu corpo e se adaptar às mudanças fisiológicas e manter uma prática sexual contínua e equilibrada durante a vida. Segundo o urologista, o homem deve dar mais valor às carícias antes e durante o sexo, variar posições e fugir da monotonia na cama e usar a imaginação ao seu favor, investindo em fantasias sexuais etc.

 

Recorra a medicamentos só em casos de necessidade


Existem diversos tratamentos para problemas de ereção e falta de libido como medicamentos hormonais, terapia sexual, dispositivos de vácuo, injeções, prótese peniana e remédios orais. “Além do Viagra temos no Brasil outros medicamentos como o Cialis e o Levitra. Porém, um acompanhamento da terapia sexual também é necessário para ter um resultado mais completo”, afirma Celso. O uso desse tipo de medicamento sem prescrição e acompanhamento médico oferece riscos sérios à saúde.

 

Aposte nas ervas medicinais


Segundo o fitoterapeuta e naturopata, André Resende, autor do livro Sexo mais Caliente, algumas ervas naturais podem dar uma forcinha melhorando o desempenho sexual. Confira algumas sugestões de receitas do especialista:

 

Pasta afrodisíaca

 

Ingredientes


2 colheres (sopa) de tribulus terrestres em pó

2 colheres (sopa) de maca em pé

2 colheres (sopa) de catuaba em pó

2 colheres (sopa) de noz de cola em pó

2 colheres (sopa) de gengibre em pó

2 colheres (sopa) de guaraná em pó

500 g de mel

 

Modo de fazer


Em uma vasilha, coloque as ervas e o mel e misture bem até virar uma pasta. Coloque em um vidro com tampa e tome uma colher de sopa duas vezes ao dia. Evite tomar a noite. Não utilize o guaraná em caso de hipertensão

Chá afrodisíaco masculino

 

Ingredientes


Nó de cachorro

Marapuama

Casca de catuaba

Raiz de ginseng

Noz-de-cola

Hortelã

1 litro de água

Mel

 

Modo de fazer


Coloque a água para ferver. Depois, coloque um punhado de cada erva e deixe ferver. Desligue o fogo e deixe esfriar. Em seguida coe e adoce com mel. Tome uma xícara (chá) cinco vezes ao dia.

Suco ‘levanta moral’

 

Ingredientes


2 xícaras (chá) de melancia (parte branca)

2 rodela de gengibre

1 colher (café) de guaraná em pó

1 colher (café) de ginseng em pó

1 colher (sopa) de mel

1 copo de água

 

Modo de fazer


Bata todos os ingredientes no liquidificador e beba em seguida.

 

Retirado de ExpressoMT

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Quinta-feira, 04.10.12

O sexo não é para velhos? Quem disse!

Suspeito que só os mais novos conseguem ir ao cinema ver Terapia a Dois, e rir às gargalhadas. Pelo menos não vi um único adulto com mais de 30 com a menor vontade de rir, e desconfio, a avaliar por mim mesma, que muitos dos que estavam na sala não resistiram às lágrimas – é angustiante ver um grande amor arruinado.

 

Meryl Streep desempenha de forma fantástica, aliás como sempre, o papel de Kay, uma mulher de 60 anos ou um pouco mais que quer salvar um casamento mais do que moribundo da morte certa. Dorme há anos num quarto separado do marido Arnold, Tommy Lee Jones, que é um daqueles homens casmurros, que embora zangado com tudo e com todos, se conforma a uma rotina, seguro de que a vida já não tem nada para lhe oferecer. Um dia Kay decide investir todas as suas poupanças numa terapia de casal. Quer um casamento verdadeiro, com tudo a que tem direito, e esse tudo inclui uma vida sexual activa.

 

Não é fácil falar da vida sexual dos mais velhos. As cenas de cama não são entre dois corpos esculturais, acariciados pelo photoshop, e há um preconceito alargado de que a partir de certa idade os casais se deviam conformar a dar a mão e, na melhor das hipóteses, recordar as noites fogosas do passado.

 

Mesmo um beijo na boca, incomóda. Mas é contra essas ideias feitas que o filme batalha, numa terapia que é quase em tempo real, e que inevitavelmente envolve o espectador. Não se trata só de recuperar o que está perdido, mas de incentivar à descoberta. No mundo real tudo deve ser muito mais difícil, mas fica o desafio.

 

Noticia do Destak.pt

publicado por olhar para o mundo às 21:11 | link do post | comentar
Terça-feira, 02.10.12

Posso fazer amor grávida?

Posso fazer amor grávida?

 

Magoa o bebé? Acelera o trabalho de parto? Tire as suas dúvidas para que não deixe de ter prazer

Quando descobrem que vão ter um bebé, mais da metade dos casais que procuram o médico quer saber se sexo e gravidez combinam. A orientação geral é que, caso não existam problemas diagnosticados, como sangramentos e risco de parto prematuro, os momentos de intimidade só fazem bem. “Não há limites estabelecidos ou práticas não aceites. Aconselha-se, apenas, que ambos mantenham a mesma sintonia em relação aos seus desejos e que respeitem o corpo e a mente um do outro, sempre prevalecendo o bom senso”, explica Mariana Torres, ginecologista e obstetra. “A mulher está a passar por mudanças físicas, emocionais e hormonais e espera-se que o parceiro tente compreendê-las, sendo cúmplice.”

Bebé protegido

Durante a gravidez, o bebé fica isolado dentro das membranas da placenta e da bolsa, além de estar entre as paredes do útero, que são formadas por músculo. “E o colo do útero, que é a parte mais baixa do órgão e está em contacto com a vagina, permanece fechado, como um estreito canal que deve abrir-se apenas no momento do parto”, diz a médica.

No fim da gestação

As mudanças do corpo neste período preparam o útero para iniciar as contrações. No fim da gestação, o sexo é benéfico. O sémen possui prostaglandina, substância que, quando a mãe e o bebé estão prontos para o parto, favorece as contrações e o relaxamento do colo do útero.

As 3 melhores posições

No início da gravidez, não existem restrições. Mas, conforme a gestação vai evoluindo, o crescimento do útero e o aumento de peso pedem posições mais confortáveis e seguras. “São aquelas que não forçam a barriga nem a coluna da mulher”, esclarece a médica.

Eis algumas ideias de posições:

  1. Ela fica por cima, controlando a profundidade da penetração.
  2. Ele coloca-se por cima, na posição de missionário, mas não deixa cair  o peso sobre ela.
  3. Ela deita-se de lado, na posição “conchinha”, e ele fica atrás, também de lado.
Noticia de Actíva
publicado por olhar para o mundo às 19:14 | link do post | comentar

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