Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

Porque há sempre muito para ver e para contar

As Coisas da Cultura

26
Set17

Contos d’Avó no Teatro da Didascália

olhar para o mundo

contosdaavó.png

 

Contos d’Avó

 

Começa já esta quinta-feira, 28 de setembro, em Joane, a IV edição do festival de narração Contos d’ Avó, promovido pelo Teatro da Didascália

 

É já nesta quinta-feira que arrancam os Contos d’ Avó, o festival de narração oral que invade espaços privados e públicos para levar a arte da palavra e da escuta a todos os que desejem viajar por umas horas no maravilhoso mundo da memória coletiva. Este ano, o festival realizar-se-á exclusivamente em Joane, visitando espaços icónicos da vila.

Estão todos convocados para a abertura do festival, no Largo 3 de Julho (centro de Joane), onde o público se concentrará, sendo então convidado a percorrer a pé os cerca de 50m que separam o Largo da Casa da Igreja, onde ocorrerá a primeira sessão do evento. O percurso será acompanhado pelos percussionistas da CAISA - Cooperativa de Artes, Intervenção Social e Animação CRL, numa arruada festiva.

A Casa da Igreja, edifício centenário com origem no século XIV, tem um espírito muito próprio, que todos adorarão conhecer, pelo que o público será conduzido num breve percurso por esta casa histórica, ao som de textos ocultistas de Fernando Pessoa, pela voz de Mauro Amaral, já que esta casa tem fortes ligações à Ordem de Cristo, de quem foi pertença. O percurso finalizará no antiquíssimo salão da casa, onde os narradores desta edição (Jorge Serafim, Luzia do Rosário e Cláudia Fonseca) os esperarão para uma sessão de contos mágica.

O festival continua sexta e sábado, nomeadamente na Capela dos Santos Passos e na Quinta da Bemposta. Na Capela poderemos assistir à versão de câmara do espetáculo Prelúdio: a mulher selvagem, um espetáculo inspirado nos Contos d’ Avó e seu repertório, especialmente no que diz respeito à essência feminina. À performance segue-se, naturalmente, uma sessão de contos, que segue o mote Mulher, com os narradores Cláudia Fonseca e Jorge Serafim.

Finalmente, no sábado, dia 30, o festival encerra com uma ode à celebração (porque é de celebração que os Contos d’ Avó são feitos!), na Quinta da Bemposta, com contos na natureza, com Jorge Serafim e Luzia do Rosário, e um arraial a cargo da Rusga de Joane. O início da tarde ficará a cargo de Alberto Fernandes (CAISA) e Ricardo Carneiro (Rusga), que orientarão workshops de percussão e danças tradicionais, respetivamente, para que os espíritos e os corpos se preparem para o bailarico final.

Junte-se a nós nesta caminhada e guarneça a sua memória com mais histórias para contar!

***

www.teatrodadidascalia.com

20
Set17

Estreia do Teatro Zero com a peça A Geada Matou os Narcisos no O'culto da Ajuda

olhar para o mundo

geada.png

 

A Geada Matou os Narcisos 

E S T R E I A

O O’culto da Ajuda abre a temporada 2017/2018 com o acolhimento da primeira criação da companhia Teatro Zero, em cena de 21 de Setembro a 1 de Outubro.

 

A partir de Das Nest, do dramaturgo alemão Franz Xaver Kroetz, que serviu como ponto de partida para a exploração dos conceitos de posse, perda e consciência, e para a especulação sobre as consequências do não-pensamento, do não questionar.

 

Primeira criação do Teatro Zero, A Geada Matou os Narcisos conta com a interpretação de Ana Baptista e Francisco Sales, e encenação de Lília Lopes. Este espectáculo dispõe do apoio da Miso Music Portugal para a sua criação em residência no O’culto da Ajuda e com a co-encomenda da música ao compositor Carlos Brito Dias.

 

Travessa das Zebras, n.º 25/27
(à Calçada da Ajuda)
1300-589 Lisboa
19
Set17

TEATRO DA DIDASCÁLIA - Contos d’Avó

olhar para o mundo

contosdaavo.png

 

Contos d’Avó

de 28 a 30 de Setembro, a freguesia de Joane em Vila Nova de Famalicão, será palco de uma viagem sensorial pelos caminhos da sua memória coletiva

Os Contos

O segundo dia de festival (29/09) – o caminho da intuição – levará o público até ao cimo do monte, onde podemos encontrar a Capela dos Santos Passos, uma capela que andou de local em local, até se fixar definitivamente na parte alta da vila de Joane. No adro da capela teremos a maravilhosa oportunidade de assistir à versão de câmara do espetáculo «Prelúdio: a mulher selvagem», dirigido por Bruno Martins, onde as delicadas, mas potentes vozes das atrizes Catarina Gomes, Cláudia Berkeley e Daniela Marques nos transportarão para o mundo interior feminino. Ao espetáculo segue-se uma sessão de narração, com Cláudia Fonseca e Jorge Serafim, que explorarão este universo feminino tão apetecível quanto belo e, por vezes, tenebroso.

O festival termina em festa, na esplêndida Quinta da Bemposta (Joane), no sábado, 30 de setembro – o caminho da celebração. As actividades começarão às 15h, com um workshop de danças tradicionais, por Ricardo Carneiro, diretor da Rusga de Joane, seguido por um workshop de percussão (às 16h), por Alberto Fernandes, coordenador da CAISA. Após os workshops, o público será convidado para um passeio pela quinta, onde encontrarão, pelo caminho, contadores de histórias que darão uma outra cor à paisagem verde. A viagem terminará num arraial, animado pelos joviais membros da Rusga de Joane, com baile e cantigas. O público é desafiado a trazer a sua merenda, para que se possa fazer um piquenique partilhado, entre cantos, contos e danças.

O festival sai, assim, da esfera exclusiva do espaço privado, como foi usual nas três primeiras edições, e entra num misto de espaço privado e espaço público. Dinamizar espaços icónicos de Joane, estimular a viagem metafórica dos sentidos e da imaginação, promover o sonho, o riso e a partilha, continuam a ser os grandes objetivos deste evento.

Uma viagem sensorial, onde a narração se alia a espaços não convencionais, na busca dessa partilha maior que se chama memória coletiva. Este ano os Contos d’ Avó prometem!

Para informações adicionais consultar
www.teatrodadidascalia.com
18
Set17

UM URSO COM POUCOS MIOLOS

olhar para o mundo

umurso.jpg

 

UM URSO COM POUCOS MIOLOS

 

23 de setembro de 2017, 16:30, Casa das Artes, em Miranda do Corvo

Uma estreia do Trigo Limpo nos 40 anos da ACERT. Diálogos e situações bem-humoradas que nos mostram uma nova forma de olhar o habitual, o quotidiano e a poesia


“Todas as pessoas têm um herói e o herói do Senhor Pina é o ursinho Puff, personagem do seu livro preferido: As aventuras de Joanica Puff (de A. Milne)… Mas como é que um poeta com muitos miolos admirava um urso com poucos miolos? Só vendo, não é?”… Este espetáculo trata um bocadinho disso.

A partir do livro de Álvaro Magalhães, O Senhor Pina, escrito em homenagem ao poeta Manuel António Pina, o Trigo Limpo teatro Acert irá criar um novo espetáculo que nos revela o autor Álvaro Magalhães e o homenageado Manuel António Pina através da relação criada entre as duas personagens: Urso e Senhor Pina.

As duas personagens encerram em si dois mundos: o mundo dos adultos – complicado e cheio de responsabilidades - e o mundo das crianças – simples e desprovido de preconceitos. Desta diferença resultam diálogos e situações bem-humoradas que nos mostram uma nova forma de olhar o habitual, o quotidiano e, até, a poesia.

18
Set17

20 Dizer

olhar para o mundo

20dizer.jpg

 

20 DIZER

22 de setembro de 2017, Contanário Contos e Formas de Contar, em Évora


M/12

A palavra com som, cor, corpo e alma. Um duo com muita gente dentro. 

“A palavra falada é imediata, local, geral.”
Fernando Pessoa

José Rui Martins e Luísa Vieira partilham o palco num exercício de comunicação, explorando a musicalidade da palavra e a simplicidade de dar voz a seduções emotivas.
A leitura poética voando em múltiplas geografias com sonoridades que a embalam e impacientam.

“(…) A palavra escrita, ao contrário, não é para quem a ouve, busca quem a ouça; escolhe quem a entenda, e não se subordina a quem a escolhe.”
Fernando Pessoa

A interpretação poético-musical a renovar-se na inspiração da palavra. O poema adquirindo novas matizes, corpos e a humanidade em que respira.
A palavra migrando em sonhos, sobressaltos, pavores e coragens. Insubmissa e irreverente.

“No ofício da verdade, é proibido pôr algema nas palavras.”

Carlos Cardoso

A música em incessantes movimentos, adoçando e resistindo a sentires e sentidos por onde a palavra devaneia.

“Com raiva,
o poeta inicia a escrita
como um rio desflorando o chão.
Cada palavra é um vidro em que se corta.”

Mia Couto

Palavras de sabor poético ditas e musicadas. Momentos íntimos e despretensiosos espalham recados de indignação ou carinho pelos segredos da vida e por uma felicidade de compartilhar desassossegos.

“[Palavra]
Gritado é força
Às vez é fraqueza
Rimado é beleza
Rumado é blá-blá
Xintido é oraçon
Di bô é simplesmente um língua na nha boca"

Mário Lúcio Sousa

Poesia ambulante? Música à solta? Tão somente, palavras e sonoridades cruzadas por um duo que naturalmente teatraliza situações e sentimentos sinceramente expressos.

“A palavra madura é espetáculo.
Canta.
Vive.
E respira. Para tudo isso
basta
uma mão inteligente que a trabalhe,
lhe dê a dimensão do necessário
e do sentido
e lhe amaine sobre o dorso
o animal que nela dorme destemido.”

Eduardo White

Os inúmeros espetáculos realizados não provam mais nada que não seja o prazer de fazer de cada palco um espaço de relação emotiva com audiências que saboreiam um duo com muita gente dentro. Teatros, bares, bibliotecas, escolas, hospitais e espaços não convencionais têm acolhido este espetáculo que se ajusta a audiências distintas, procurando estreitar distâncias entre o público e a declamação teatral musicada.

“Cada palavra é dita para que não se oiça outra palavra. A palavra, mesmo quando não afirma, afirma-se. A palavra não responde nem pergunta: amassa. A palavra é erva fresca e verde que cobre os dentes do pântano. A palavra é poeira nos olhos e olhos furados. A palavra não mostra. A palavra disfarça.”
José Saramago



Se é certo que não há coisa sem nome, também é certo que há recantos da vida que não se podem traduzir por palavras.
Mas até esses têm uma – indizível.
É a palavra que gera convergências e conflitos, lágrimas, sorrisos e gargalhadas, abraços e adversidades; que reflecte reverências e sarcasmos, proximidades e distâncias.
A palavra é sede e sede de criação e liberdade.
Vale dizer que a música, o gesto, a pintura, como formas de expressão e comunicação, terão mais universalidade e menos fronteiras. Mas não são elas igualmente pautadas por códigos, discursos e gramáticas de muito diversas geografias sociais e culturais? Não terão as suas próprias fronteiras?
É que a palavra também não tem pátria. É, ela própria, pátria; uma das muitas pátrias dos nossos afectos.
A palavra tem som, cor, corpo e alma.
É verdade que as palavras às vezes (tantas vezes…) cansam.
Quando nos vêm só falar.
E nada nos vêm dizer…

João Luís Oliva



SESSÕES ESPECIAIS PARA PÚBLICO ESCOLAR


Momentos de maior comunicação e interação com alunos e professores, abordando a importância do humor nos processos de aprendizagem.
Uma ocasião de certificação do sábio pensamento de Millôr Fernandes: “Entre o riso e a lágrima há apenas o nariz”.

A poética da palavra como ferramenta de animação emotiva na sala de aula.
O imaginário poético e o humor no despertar dos processos criativos de incentivo à escrita e leitura.

“O mundo gira sobre palavras lubrificadas com óleo de paciência. Os cérebros estão cheios de palavras que vivem em boa paz com as suas contrárias e inimigas.”
José Saramago

 

17
Set17

A ILHA DESCONHECIDA - Coprodução: Fundação José Saramago e Trigo Limpo teatro ACERT

olhar para o mundo

a ilha desconhecida.jpg

 

 

A ILHA DESCONHECIDA
Espetáculo de teatro a partir de “O Conto da Ilha Desconhecida” de José Saramago


M/6

Coprodução: Fundação José Saramago e Trigo Limpo teatro ACERT

“Gostar é provavelmente a melhor maneira de ter, ter deve ser a pior maneira de gostar” *

Como é que uma ilha poderá ser a utopia que há em cada um de nós?

Imagine-se um pensamento de uma Mulher da Limpeza: “Se não sais de ti, não chegas a saber quem és”. Imagine-se que um Homem que Queria um Barco sonhou com a Mulher da Limpeza e lhe segredou: “Gostar é provavelmente a melhor maneira de ter, ter deve ser a pior maneira de gostar”. Agora, imagine-se que estamos no lugar deste homem e desta mulher; que temos diante de nós três portas: a dos obséquios, a das petições e a das decisões. Qual delas seremos tentados a abrir?

No seu conto, José Saramago convida-nos a uma viagem em “que é necessário sair da ilha para ver a ilha, que não nos vemos se não saímos de nós”. Habitar teatralmente esta aventura onde a metáfora se espraia na areia das palavras é desafiante. Parabolizar teatral e musicalmente uma narrativa que, sendo complexa, não se pode desligar da singeleza do pensamento que a originou, constitui um desafio artístico aliciante. A palavra teatral e musicada é o roteiro para a construção de personagens oníricas, fantasiosa e poético-amorosas. A música, território de eleição dos intérpretes, pisca o olho sedutor ao argumento, deixando-o fluir encantatoriamente. A cenografia e os figurinos são enxertias de uma só planta.

José Rui Martins

 

Uma ilha que navega até nós

O maior mistério com que nos confrontamos radica em nós mesmos. Não importa em que condição vivamos, género, idade ou profissão, estamos sempre acompanhados por perguntas inquietantes que parecem não ter resposta. A não ser que embarquemos na aventura de procurar a ilha desconhecida e descubramos que cada um de nós é o maior achado, diferente e poderoso, capaz de romper a monotonia que por vezes parece asfixiar-nos.

José Saramago escreveu um conto sobre o esforço humano quando lhe pediram que reflectisse sobre a utopia. Para ele nada é maior que a consciência activa da nossa personalidade. Activa, claro, porque o contrário seria a letargia e nesse estado ninguém entra no mar, apetrechado de pão, queijo, vinho e azeitonas negras, para ver florescer, no barco que somos, o amor e árvores de frutos. Para esta viagem até nós mesmos também é precisa a força da decisão, a que trazem consigo os criadores do Trigo Limpo Teatro ACERT para inventar oceanos e reis com os materiais mais simples e a poesia mais depurada. E a música: como poderia faltar a música numa viagem de um homem e uma mulher até ao máximo conhecimento e ao maior dos respeitos?

É sobre tudo isto a peça de teatro que a ACERT apresenta e oferece, a história do homem que quer um barco e se encontra com ele mesmo e com o amor possível, numa cerimónia mágica e entranhável que faz aflorar as lágrimas aos espectadores, belos entre contemporâneos que os dignificam na arte. Ninguém deveria perder «A Ilha Desconhecida» porque seria perder-se a si mesmo.

Pilar del Río

 

O Trigo Limpo teatro ACERT, após ter compartilhado com a Fundação José Saramago a criação do espetáculo teatral de rua A Viagem do Elefante, trilha, em coprodução, mais esta envolvente aventura guiada por o nosso escritor de livros e de sonhos.

* SARAMAGO, José. O Conto da Ilha Desconhecida

 

14
Set17

ORIENTE-SE – Festival de Teatro Amador

olhar para o mundo

oriente-se.jpg

 

Pedro Górgia é o Padrinho de ORIENTE-SE

 

Zona oriental da cidade de Lisboa

recebe festival de teatro

 

A primeira edição de Oriente-se – Festival de Teatro Amador tem início no dia 30 de Setembro e, durante seis sábados, recebe seis grupos oriundos de várias zonas do País. O anfitrião deste Festival é o Teatro Contra-Senso, grupo de teatro amador, sediado em Marvila, que este ano celebra duas décadas. A criação desta festa do teatro é a forma de comemorar o seu vigésimo aniversário. O actor Pedro Górgia é o Padrinho desta primeira edição de Oriente-se.

O Festival Oriente-se, que acontece todos os sábados no Auditório Fernando Pessa, prolonga-se até ao dia 4 de Novembro e recebe os grupos Contacto (de Ovar), Teatro Cale Estúdio (de Vila Nova de Gaia), Teatro Renascer (de Esmoriz), Teatro Vitrine (de Fafe), Kaspiadas (de Pontével, Cartaxo) e Juventude Unida de Mosteiró (de Vila do Conde). O Teatro Contra-Senso já participou nos festivais de todos estes grupos e, para esta primeira edição de Oriente-se, convida aqueles que tão bem o acolheram nestes 20 anos.

Oriente-se é o primeiro festival de teatro da zona oriental de Lisboa e é um evento cultural único nesta zona da cidade.

 

ORIENTE-SE – Festival de Teatro Amador

Sábados | 30 de Setembro a 4 de Novembro de 2017

Auditório Fernando Pessa

Rua Ferreira de Castro

1900-697 Lisboa

 

Metro: Bela Vista

Autocarros: 755, 794

Coordenadas GPS: N 38.7504466 W -9.1202096

 

Bilhetes: 3€ | Grátis até aos 3 anos

Peça infantil do dia 21 de Outubro: grátis até aos 12 anos

 

PROGRAMA

ORIENTE-SE – Festival de Teatro Amador

 

30 de Setembro, 21h30

O Cavaleiro da Triste Figura

Contacto

(Ovar)

 

 

7 de Outubro, 21h30

El Rei Seleuco

 Juventude Unida de Mosteiró 

(Vila do Conde)

 

14 de Outubro, 21h30

O Mais Longo Verão

Teatro Vitrine

(Fafe)

 

21 de Outubro, 16h00

Farruncha

Kaspiadas - Grupo Cénico da Casa do Povo de Pontével

(Cartaxo)

 

28 de Outubro, 21h30

Como estamos de amores?

Cale Estúdio Teatro

(Vila Nova de Gaia)

 

4 de Novembro, 21h30

Flor Alma Espanca

Grupo Teatro Renascer

(Esmoriz)

12
Set17

Teatro - A GEADA MATOU OS NARCISOS no O'culto da Ajuda

olhar para o mundo

ageada.jpg

 De 21 de setembro a 1 de outubro 

No 

O'culto da Ajuda

 

O O’culto da Ajuda abre a temporada 2017/2018 com o acolhimento da primeira criação da companhia Teatro Zero, em cena de 21 de Setembro a 1 de Outubro.

 

A partir de Das Nest, do dramaturgo alemão Franz Xaver Kroetz, que serviu como ponto de partida para a exploração dos conceitos de posse, perda e consciência, e para a especulação sobre as consequências do não-pensamento, do não questionar. Primeira criação do Teatro Zero,

 

A Geada Matou os Narcisos conta com a interpretação de Ana Baptista e Francisco Sales, e encenação de Lília Lopes. Este espectáculo dispõe do apoio da Miso Music Portugal para a sua criação em residência no O’culto da Ajuda e com a co-encomenda da música ao compositor Carlos Brito Dias.

12
Set17

O Pequeno Grande Polegar em Nelas

olhar para o mundo

opequenograndepolegar.jpg

 

 

Espetáculo de rua baseado na personagem do Polegarzinho, esta é a história de como um sonho pode mudar a vida de qualquer comunidade.

 

Nelas, Praça do Município
Sábado, 16 de setembro de 2017, às 21:30

O Pequeno Grande Polegar 
Trigo Limpo teatro ACERT na Rede Cultural Viseu Dão Lafões

 

"O pequeno grande Polegar" está armado em Gato das Botas, tem palmilhado centenas de quilómetros para cumprir a digressão promovida pela CIM Viseu Dão-Lafões no âmbito da rede cultural. Já contou a sua história, em Mangualde, Vila Nova De Paiva, Penalva do Castelo, Vouzela, Sátão, Tondela e Aguiar da Beira, para cerca de 10.000 espetadores e com o envolvimento de 206 participantes, repetindo em cada localidade:

Eu só quero é ser personagem de história.
E quero que a minha história seja feita de pedaços do meu viver.
Não tenham pena do meu partir.
O que escreverem sobre mim, me irá fazer estar sempre perto de vocês.
Deixem-me partir para a terra da escrita.
Pois eu quero entrar num outro lugar onde os livros sejam casa e chão.
Não tenham saudades, meus pais, eu vou para a terra do "era uma vez"...

 
A partir de amanhã estará em Nelas, frente à Câmara Municipal, pronto para ensaiar e fazer o espetáculo no sábado, 16 de setembro, às 21:30h.

Acompanhe a digressão do Pequeno Grande Polegar

 

Última apresentação de 2017:
30 de setembro — São Pedro do Sul

11
Set17

HISTÓRIA DO CERCO DE LISBOA a partir de José Saramago nos Recreios da Amadora

olhar para o mundo

cerco.jpg

 

HISTÓRIA DO CERCO DE LISBOA a partir de José Saramago 


21 a 24 de Setembro nos Recreios da Amadora
(qui. 21h30, sex 15h* e 21h30, sáb. 21h30, dom.16h)


Uma co-produção: Acta – A Companhia de Teatro do Algarve, Companhia de Teatro de Almada, Companhia de Teatro de Braga e Teatro dos Aloés.
 

Esta criação é uma adaptação do romance História do Cerco de Lisboa de José Saramago, no ponto de partida desta história encontra-se um acto de rebeldia criativa: o revisor Raimundo Silva escreve um “não” nas provas de um livro de História onde se afirmava que em 1147 os cruzados tinham ajudado os portugueses na conquista de Lisboa aos mouros. O transtorno causado na editora por este acto “inexplicável” serve de pretexto para que a gestora Maria Sara lance um desafio ao revisor: a escrita de um romance no qual a ficção se imponha à verdade histórica, isto é, no qual D. Afonso Henriques conquiste Lisboa sem a ajuda dos cruzados.E é à escrita desse novo romance que o público irá assistir: Raimundo Silva, que receberá a visita em cena do próprio José Saramago, será confrontado com os problemas da criação literária. Tal qual um encenador, convocará as personagens históricas (D. Afonso Henriques, o Cavaleiro Henrique, Mogueime e Ouroana) para montar um espectáculo – que é a escrita de um romance, diante dos nossos olhos.
 
Ficha Artística: Dramaturgia José Gabriel Antuñano  | Encenação Ignacio García  | Intérpretes Ana Bustorff, Elsa Valentim, João Farraia, Jorge Silva, José Peixoto, Luís Vicente, Pedro Walter, Rui Madeira e Tânia Silva  | Cenografia José Manuel Castanheira, assistido por Pedro Silva e pelos estagiários Filipe Fernandes, Francisca Castro, Inês Carrillo, Maria Luís e Sofia Lacerda  | Figurinos Ana Paula Rocha  | Música Ignacio García  | Luz Guilherme Frazão  | Som Miguel Laureano 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub