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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

Porque há sempre muito para ver e para contar

As Coisas da Cultura

18
Set17

20 Dizer

olhar para o mundo

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20 DIZER

22 de setembro de 2017, Contanário Contos e Formas de Contar, em Évora


M/12

A palavra com som, cor, corpo e alma. Um duo com muita gente dentro. 

“A palavra falada é imediata, local, geral.”
Fernando Pessoa

José Rui Martins e Luísa Vieira partilham o palco num exercício de comunicação, explorando a musicalidade da palavra e a simplicidade de dar voz a seduções emotivas.
A leitura poética voando em múltiplas geografias com sonoridades que a embalam e impacientam.

“(…) A palavra escrita, ao contrário, não é para quem a ouve, busca quem a ouça; escolhe quem a entenda, e não se subordina a quem a escolhe.”
Fernando Pessoa

A interpretação poético-musical a renovar-se na inspiração da palavra. O poema adquirindo novas matizes, corpos e a humanidade em que respira.
A palavra migrando em sonhos, sobressaltos, pavores e coragens. Insubmissa e irreverente.

“No ofício da verdade, é proibido pôr algema nas palavras.”

Carlos Cardoso

A música em incessantes movimentos, adoçando e resistindo a sentires e sentidos por onde a palavra devaneia.

“Com raiva,
o poeta inicia a escrita
como um rio desflorando o chão.
Cada palavra é um vidro em que se corta.”

Mia Couto

Palavras de sabor poético ditas e musicadas. Momentos íntimos e despretensiosos espalham recados de indignação ou carinho pelos segredos da vida e por uma felicidade de compartilhar desassossegos.

“[Palavra]
Gritado é força
Às vez é fraqueza
Rimado é beleza
Rumado é blá-blá
Xintido é oraçon
Di bô é simplesmente um língua na nha boca"

Mário Lúcio Sousa

Poesia ambulante? Música à solta? Tão somente, palavras e sonoridades cruzadas por um duo que naturalmente teatraliza situações e sentimentos sinceramente expressos.

“A palavra madura é espetáculo.
Canta.
Vive.
E respira. Para tudo isso
basta
uma mão inteligente que a trabalhe,
lhe dê a dimensão do necessário
e do sentido
e lhe amaine sobre o dorso
o animal que nela dorme destemido.”

Eduardo White

Os inúmeros espetáculos realizados não provam mais nada que não seja o prazer de fazer de cada palco um espaço de relação emotiva com audiências que saboreiam um duo com muita gente dentro. Teatros, bares, bibliotecas, escolas, hospitais e espaços não convencionais têm acolhido este espetáculo que se ajusta a audiências distintas, procurando estreitar distâncias entre o público e a declamação teatral musicada.

“Cada palavra é dita para que não se oiça outra palavra. A palavra, mesmo quando não afirma, afirma-se. A palavra não responde nem pergunta: amassa. A palavra é erva fresca e verde que cobre os dentes do pântano. A palavra é poeira nos olhos e olhos furados. A palavra não mostra. A palavra disfarça.”
José Saramago



Se é certo que não há coisa sem nome, também é certo que há recantos da vida que não se podem traduzir por palavras.
Mas até esses têm uma – indizível.
É a palavra que gera convergências e conflitos, lágrimas, sorrisos e gargalhadas, abraços e adversidades; que reflecte reverências e sarcasmos, proximidades e distâncias.
A palavra é sede e sede de criação e liberdade.
Vale dizer que a música, o gesto, a pintura, como formas de expressão e comunicação, terão mais universalidade e menos fronteiras. Mas não são elas igualmente pautadas por códigos, discursos e gramáticas de muito diversas geografias sociais e culturais? Não terão as suas próprias fronteiras?
É que a palavra também não tem pátria. É, ela própria, pátria; uma das muitas pátrias dos nossos afectos.
A palavra tem som, cor, corpo e alma.
É verdade que as palavras às vezes (tantas vezes…) cansam.
Quando nos vêm só falar.
E nada nos vêm dizer…

João Luís Oliva



SESSÕES ESPECIAIS PARA PÚBLICO ESCOLAR


Momentos de maior comunicação e interação com alunos e professores, abordando a importância do humor nos processos de aprendizagem.
Uma ocasião de certificação do sábio pensamento de Millôr Fernandes: “Entre o riso e a lágrima há apenas o nariz”.

A poética da palavra como ferramenta de animação emotiva na sala de aula.
O imaginário poético e o humor no despertar dos processos criativos de incentivo à escrita e leitura.

“O mundo gira sobre palavras lubrificadas com óleo de paciência. Os cérebros estão cheios de palavras que vivem em boa paz com as suas contrárias e inimigas.”
José Saramago

 

07
Set17

Trigo Limpo teatro ACERT apresenta O Pequeno Grande Polegar em Aguiar da Beira

olhar para o mundo

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Espetáculo de rua baseado na personagem do Polegarzinho, esta é a história de como um sonho pode mudar a vida de qualquer comunidade.

Aguiar da Beira, Campo da Feira
Sábado, 9 de setembro de 2017, às 21:30

O Pequeno Grande Polegar 
Trigo Limpo teatro ACERT na Rede Cultural Viseu Dão Lafões

O TRIGO LIMPO teatro ACERT prossegue, no quadro da Rede Cultural Viseu Dão Lafões, em Aguiar da Beira a digressão pelos territórios da Comunidade Intermunicipal Viseu - Dão Lafões.

Mais um engenho cénico (O Pequeno Grande Polegar) é o mote para um espetáculo de teatro de rua com a participação da comunidade.

 
Uma semana de intenso trabalho artístico com a comunidade de Aguiar da Beira na construção de um espetáculo que ganha singularidades pela adaptação à arquitetura local e pela abordagem narrativa com elementos da história local.


Tudo decorre num processo de formação que, após 5 dias, faz de cada espaço exterior um palco natural mágico que contagia o sempre numeroso público que se identifica com a presença de um novo e gigante morador teatral.


Um texto e música originais que deambulam pelo universo dos contos populares, invocando os malefícios de uma desertificação que pretende por fim ao apego e memórias dos habitantes pelo chão onde nasceram e cresceram. O nascimento de um novo habitante que é pequeno no sentimento, mas que se torna gigante pelo advento de uma nova esperança de felicidade.


O Trigo Limpo teatro ACERT é a companhia portuguesa que cria engenhos cénicos de grandes dimensões, realizando uma itinerância que tem, em cada localidade, os habitantes como protagonistas de um processo que deixa sinais memoráveis, atraindo público que se inteira e valoriza os elementos de identidade de cada localidade.

 

Próximas apresentações:
16 de setembro — Nelas
30 de setembro — São Pedro do Sul

26
Jul17

TRIGO LIMPO teatro ACERT - O Pequeno Grande Polegar em Vila Nova de Paiva

olhar para o mundo

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Espetáculo de rua baseado na personagem do Polegarzinho, esta é a história de como um sonho pode mudar a vida de qualquer comunidade.

 

O Pequeno Grande Polegar 
Rede Cultural Viseu Dão Lafões

Vila Nova de Paiva, Praça do Município
Sábado, 29 de julho de 2017, às 21:30

 

TRIGO LIMPO teatro ACERT prossegue, no quadro da Rede Cultural Viseu Dão Lafões, em Vila Nova de Paiva a digressão pelos territórios da Comunidade Intermunicipal Viseu - Dão Lafões.


Mais um engenho cénico (O Pequeno Grande Polegar) é o mote para um espetáculo de teatro de rua com a participação da comunidade.

Uma semana de intenso trabalho artístico com a comunidade de Vila Nova de Paiva na construção de um espetáculo que ganha singularidades pela adaptação à arquitetura local e pela abordagem narrativa com elementos da história local.


Tudo decorre num processo de formação que, após 5 dias, faz de cada espaço exterior um palco natural mágico que contagia o sempre numeroso público que se identifica com a presença de um novo e gigante morador teatral.


Um texto e música originais que deambulam pelo universo dos contos populares, invocando os malefícios de uma desertificação que pretende por fim ao apego e memórias dos habitantes pelo chão onde nasceram e cresceram. O nascimento de um novo habitante que é pequeno no sentimento, mas que se torna gigante pelo advento de uma nova esperança de felicidade.


O Trigo Limpo teatro ACERT é a companhia portuguesa que, cria engenhos cénicos de grandes dimensões, realizando uma itinerância que tem, em cada localidade, os habitantes como protagonistas de um processo que deixa sinais memoráveis, atraindo público que se inteira e valoriza os elementos de identidade de cada localidade.

 

Acompanhe a digressão no site do Polegar

 

Apresentação seguinte:
5 de Agosto de 2017 o pequeno grande Polegar em Penalva do Castelo

29
Jun17

O Pequeno Grande Polegar em Mangualde pelo Trigo Limpo teatro ACERT

olhar para o mundo

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O Pequeno Grande Polegar 
Início da digressão 2017

Mangualde, Largo Dr. Couto
Sábado, 1 de julho de 2017, às 21:30

 

Espetáculo de rua baseado na personagem do Polegarzinho, esta é a história de como um sonho pode mudar a vida de qualquer comunidade.

 

O pequeno grande Polegar conta a sua história nos concelhos da Comunidade Intermunicipal Viseu - Dão Lafões.

De terça-feira, 27 a sexta-feira, 30 de junho a equipa do Trigo Limpo teatro ACERT está em Mangualde a coordenar os ensaios para a integração comunitária. O pequeno grande Polegar é um espetáculo de teatro de rua, com música ao vivo e a participação de elementos da localidade onde se apresenta.


A história do pequeno grande Polegar baseia-se na narrativa popular e conta a vida de uma pequena aldeia apenas com cinco habitantes e que, por falta de nascimento de nova gente, se vê em risco de ser excluída do mapa. Em desespero a aldeia deseja que nasça um bebé, nem que seja tão pequenino que caiba na palma da mão. O menino nasce, salva a aldeia, mas…
Mas, depois do nascimento, uma nova série de peripécias vão acontecer, desde a dificuldade em alimentar “o pequeno”, até à chegada do circo à aldeia…

 

Uma gigantesca aventura a ter lugar sábado em Mangualde, no âmbito da Rede Cultural Viseu Dão Lafões.

Acompanhe a digressão no site do Polegar

 

Apresentação seguinte:
29 de Julho de 2017 o pequeno grande Polegar em Vila Nova de Paiva

21
Jun17

TRIGO LIMPO teatro ACERT estreia mais um espetáculo de teatro de rua "JOÃO BRANDÃO TEATRAL CIRCUS"

olhar para o mundo

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João Brandão teatral circus

Coprodução: Trigo Limpo teatro ACERT + Eptoliva
+ Academia Artística do Município de Tábua + Teatro Perro

 
Sábado 24 de julho de 2017 às 23:00
Domingo 25 de julho de 2017 às 22:00
Apresentações junto à Câmara Municipal de Tábua
 
João Brandão, personalidade icónica e habitante ilustre de Midões (Tábua), celebrado num espetáculo comunitário de teatro de rua. Este espetáculo parte de um desafio da Câmara Municipal de Tábua ao Trigo Limpo teatro ACERT para a criação de um espetáculo de teatro de rua com os alunos da EPTOLIVA do “Curso de Artes do Espetáculo – Interpretação” da Escola Profissional de Oliveira do Hospital, Tábua e Arganil,  em contexto de trabalho.

Este acontecimento resulta de uma forte conjugação de vontades para projetar o trabalho cultural realizado em Tábua pelas organizações artísticas que dinamizam o tecido associativo local e sustentam o dinamismo de uma programação que faz do Centro Cultural um espaço de eleição para um melhor serviço público para os habitantes e espectadores.

Tão natural como a vida, logo se impôs João Brandão — personalidade icónica e habitante famoso de Midões (Tábua) — como personagem misterioso para desenvolver uma narrativa teatral ficcional capaz de capitanear um argumento que se prolongasse para além da realidade que, no fim de contas, tem versões ainda tão contraditórias. Cada vivente acrescenta mais um ponto a uma história que, a priori, é tão epopeica e tão fantástica no imaginário popular. Enganem-se aqueles que procurarão neste espetáculo a verdade histórica, pois a dramaturgia explorará a vida misteriosa de um personagem à deriva por esse mundo fora.

O envolvimento da comunidade como protagonista coletivo da narrativa fantasista e dos músicos da Academia Artística do Município de Tábua como acompanhantes da viagem ficcional asseguram uma odisseia onde uma aventura sem limites geográficos será guiada por aquilo que poderia ser um sonho de cárcere do João Brandão.

Durante meses, um intenso trabalho de escrita narrativa que conduziu à versão teatral que irá ser apresentada. Os ensaios apaixonantes com o elenco de atrizes e atores, a criação poética e musical e o juntar de novelo protagonizado pela um coletivo de entusiásticos participantes amadores (que amam o que fazem), representam um cativante investimento artístico que perdurará certamente na memória das grandes realizações culturais de Tábua.
 
A encosta do jardim em frente do Município será o palco gigante e natural que será transformado por uma cenografia onde viajarão as aventuras dum João Brandão que nos transportará por episódios imaginários da história portuguesa e de muitas outras paragens.

Ficha artística e técnica

 

Direção artística, guião dramatúrgico, versão teatral de José Rui Martins, sobre texto original de R.M. Ribeiro
Assistência de encenação: Gi da Conceição, Pedro Sousa, Raquel Costa e Sandra Santos

Intérpretes do curso da EPTOLIVA: Carina Mendes, Carlos Ribeiro, Diogo Gonçalves, Inês Loureiro, Inês Nunes, Marco Faria, Marta Mesquita e os alunos de outros cursos da EPTOLIVA: Ana Sofia Costa, Cátia Correia, Leandro Araújo e Tiago Santos

Intérpretes locais: Alexandre Brito, André Neves, Beatriz Fernandes, Beatriz Nunes, Elisabete Almeida, Fátima Rosa, Filipa do Vale, Filipe Caetano, Gonçalo Fernandes, Guiomar Pedroso, Jikke Otte, Joana Gomes, Mariana Santos, Noé Silva, Odete Claro, Paula do Vale, Pedro Nunes e Sílvia Nunes

Poemas e canções: Ricardo Fonseca Mota
Cenografia: José Rui Martins
Figurinos e adereços: Cláudia Ribeiro
Interpretação e direção musicais: Academia Artística do Município de Tábua, sob a direção do Maestro Pedro Carvalho
Compositor e instrumentista de cavaquinhos: Luís Pedro Madeira
Direção de montagem: Natália Rodrigues
Desenho e operação de luz: Paulo Neto
Desenho e operação de som: Luís Viegas
Assistente de montagem: Rui Sérgio Henriques
Coordenação de implantação de palcos: António Eliseu
Apoio à produção: Daniel Marques, Maria José Costa e Sónia Garcia (Centro Cultural de Tábua)
Assistentes de cena, interpretação e apoio à montagem: António Gonçalves, António Rebelo, Ilda Teixeira, Natália Rodrigues, Pompeu José, Raquel Silva e Sandra Santos
Assistentes de produção: Luís Branquinho, Marta Costa e Rui Coimbra
Design gráfico: Carlos Mesquita

07
Jun17

ACERT - Apresentação do Livro JOGO, CORPO E TEATRO

olhar para o mundo

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JOGO, CORPO E TEATRO: a arte de fazer amor com o tempo
De João Maria André, Com fotografias de Susana Paiva
Apresentação do Livro

Local:  Galeria ACERT
Data/Hora:  Sáb. 10 de junho de 2017 às 18:00


Preço: 0 €

Um habitante literário e teatral da Acert apresenta uma obra preciosa de reflexão sobre teatro.
 
João Maria André tem brindado a programação da Acert com a apresentação dos seus livros que, pelos conteúdos, constituem obras de reflexão cultural preciosas de grande interesse para os agentes culturais, criadores artísticos e, de forma mais abrangente, para o público que procura mais informação e conhecimento sobre as dinâmicas culturais.

Sobre o livro
Quando se fala de jogo, de corpo e de teatro, fala-se naturalmente de espaço: o espaço cénico, nas suas infinitas potencialidades, como espaço do jogo teatral. Mas a articulação entre jogo, corpo e teatro reclama, como categoria fundamental, o tempo. Nas infinitas potencialidades do espaço, o jogo dos corpos no jogo do teatro é a arte de trabalhar o tempo, no tempo e com o tempo. Ou, para ser mais fiel à sua riqueza e à sua abertura, de trabalhar os tempos, nos tempos e com os tempos. Simples ou complexos, fugazes na duração de cada instante ou eternos na plenitude da sua experiência intensa, é no tempo ou nos tempos que se modulam os corpos no teatro e se faz o teatro dos corpos. Daí que o teatro e a dança sejam as mais efémeras de todas as artes: são artes de fazer amor com o tempo, de o habitar e nele morar num jogo impossível e continuamente recomeçado.

João Maria André


Ficha Técnica


Editora: Angelus Novus

02
Jun17

GAP YEAR - Conversas ACERT

olhar para o mundo

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GAP YEAR
Conversas ACERT

Local:  Auditório 2
Data/Hora:  Sáb. 3 de junho de 2017 às 16:00


Preço: 0 €

Descobrir e saber mais sobre a Associação Gap Year Portugal
 
Inovar o Sistema Educativo Português, promovendo o Gap Year como forma de desenvolvimento pessoal, académico e profissional.
Será que um(a) estudante do Concelho de Tondela não irá partir para a aventura internacional proximamente?
Para acompanharem Gonçalo Azevedo Silva (Fundador da Associação) na conversa estarão: André Alves e Diogo Pedrosa
E outros estudantes de Tondela que querem viver este desafio…

André Alves

Com o João e o Tomás, optou por fazer uma pausa de um ano nos estudos, adiando assim a entrada na universidade. Ao longo do seu Gap Year, viveram inúmeras experiências: ir à boleia até Marrocos, viver no deserto do Sahara, passar o Natal com uma família desconhecida na África do Sul, tomar banho no Oceano Índico, viver sem água canalizada e eletricidade em Moçambique, contactar com o luxo do Qatar, viajar de comboio pela Europa, entre muitas outras.

Entrada Gratuita

Diogo Pedrosa

Durante este Gap Year percorremos 5 ilhas do arquipélago dos Açores, 5 países da América do Sul e 5 Cidades dos Estados Unidos da América, tudo isto durante 215 dias. Fizemos ainda 5 trabalhos voluntários e visitámos duas maravilhas do mundo, entre muitas outras coisas.





Ficha Técnica


Como se formou
Em 2011, o Gonçalo, com 17 anos, foi convidado para palestrar sobre Educação na Fundação Lapa do Lobo. Sem ter definido um tema até ao dia da apresentação, decidiu falar sobre o Gap Year. Em jeito de remate, no final da apresentação, o Gonçalo perguntou aos pais: «e agora, mãe, pai, deixam-me fazer um Gap Year?». Passado um mês, o Gonçalo recebia um telefonema do Presidente da Fundação Lapa do Lobo, Dr. Carlos Torres, dizendo que queria dar a oportunidade ao Gonçalo e a um amigo de fazer o Gap Year, patrocinado pela mesma Fundação.
Foi durante o Gap Year, com o amigo Tiago Marques, em 2012, num programa de voluntariado na Índia, que o Gonçalo se confrontou com a forma como a sua vida estava a mudar com a viagem. Era assim que surgia a ideia de criar uma organização que promovesse o Gap Year em Portugal. Após a apresentação do projeto ao Dr. Carlos Torres, ficou decidido que os três iriam constituir a agyp - Associação Gap Year Portugal, de forma a que todos os estudantes pudessem ponderar a realização de um Gap Year após a conclusão do Ensino Secundário.

O que é e o que faz?
A Associação Gap Year Portugal (agyp) é uma organização portuguesa, sem fins lucrativos, responsável pela promoção do Gap Year em Portugal e, em simultâneo, pelo apoio a todos os jovens viajantes.
O nosso objetivo principal é despertar os jovens para as vantagens da prática do Gap Year, usualmente feito imediatamente após o Ensino Secundário ou o Ensino Superior. Sair da zona de conforto, conhecer outras realidades, visitar outros países, aprender uma língua, abraçar projetos de voluntariado, estudar ou trabalhar, para explorar opções.
É para inovar o sistema educativo português que a Gap Year Portugal trabalha. Porquê? Porque acreditamos que um Gap Year transforma os jovens em cidadãos mais tolerantes, ativos e participativos, tornando-os futuros profissionais mais completos. E competitivos.
O nosso público-alvo são os jovens, dos 16 aos 25 anos. Todas as nossas atividades são direcionadas para esta faixa etária.
Em relação a dados estatísticos, 90% dos jovens escolhem o Sudeste Asiático, seguido da América do Sul para realizarem o seu Gap Year.
A agyp tem como estimativa que, em 2017, haja 500 jovens a partirem à descoberta no seu ano sabático.

01
Jun17

ACERT - ÓSCAR E A SENHORA COR-DE-ROSA Cooperativa Bonifrates

olhar para o mundo

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ÓSCAR E A SENHORA COR-DE-ROSA
Cooperativa Bonifrates
TeatroPreço: 7,5 / 5 €
Duração: 70 minutos
Classificação: M/6

 

Local:  Auditório 1
Data/Hora:  Sáb. 3 de junho de 2017 às 21:45

Um convite para celebrar a vida até à morte, associando‑se à Unidade de Cuidados Paliativos de Tondela
 
Óscar e a Senhora cor-de-rosa conta uma história de amizade entre um rapazinho de 10 anos, que está internado num hospital, e uma senhora de uma certa idade, que passa parte do seu tempo a fazer companhia aos doentes. Nada de especial até aqui, não fora o facto de a medicina já não ter esperança para Óscar… Neste espetáculo teatral, com uma preocupação educativa, procura-se abrir caminhos para falar do que não podemos calar: a doença, a morte e um sentido para tudo isto que nos dói.
Neste projeto com os nossos juniores, agarrámos uma história difícil e um tema tabu, a partir de um texto de Éric‑Emmanuel Schmitt, escritor e dramaturgo nascido em França, em 1960. A história de vida do pequeno Óscar com a sua amiga Avó Rosa é um hino de humanidade, uma chamada de atenção radical para a importância de bem viver, da coragem, da autenticidade e da escolha.

Sobre a bonifrates júnior
A Bonifrates é uma cooperativa de teatro com 36 anos de atividades. Em 2006, iniciou o projeto Bonifrates-júnior. Esta é a quarta criação, a primeira de uma nova geração de juniores.

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível


Ficha TécnicaTexto: Éric-Emmanuel Schmitt
Tradução: Julieta Monginho
Versão cénica: João Paulo Janicas (com a colaboração dos atores juniores)
Encenação: João Paulo Janicas
Elenco Júnior: Afonso Silva, Beatriz Janicas, Carolina Cardoso, Filipa Paz, Gustavo Ventura, João Pinto, Matilde Paz, Miguel Pinto, Pedro Afonso Salvador e Pedro Seabra
Elenco Sénior: Ana Paula Santos, Alexandre Ventura, Ofélia Libório e Rui Damasceno

A ACERT associa-se ao 6º aniversário da Unidade de Cuidados Paliativos do CHTV.

14
Mai17

ACERT - 13 Peripécia Teatro

olhar para o mundo

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13
Peripécia Teatro
TeatroPreço: 7,5 / 5 €

 

Local:  Auditório 1
Data/Hora:  Sáb. 20 de maio de 2017 às 21:45

"A Ciência não é mais do que a investigação de um Milagre inexplicável, e a Arte, a interpretação desse milagre.” Ray Bradbury
 
Em 2017 celebra-se o 100º aniversário das aparições de Fátima. Estas celebrações coincidem com 13º aniversário da Peripécia Teatro e a sua criação de 2017 será a 13ª produção. Os três pastorinhos são personagens da primeira criação desta companhia, estreada em maio de 2004: IBÉRIA - A Louca História de uma Península. Tendo em conta estes sinais, o espetáculo terá o título 13 e estreará em maio de 2017, a 40 Km da Cova de Iria: Benedita, Concelho de Alcobaça. Dá para ir a pé.

O espetáculo 13 não segue uma linha narrativa próxima ao thriller bíblico, nem uma linha cómica sobre a fé paranormal. Também não segue uma linha satírica sobre o fanatismo milagreiro, nem uma linha dramática sobre três crianças num Portugal profundo, em plena Primeira Grande Guerra, à procura do amor e da proteção que lhes faltou.
13 é um nó cego entre todas estas linhas.
Uma Co-produção: Peripécia Teatro / Município de Alcobaça / Teatro do Avesso


PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível




Ficha TécnicaCriação e Interpretação: Ángel Fragua, Noelia Domínguez e Sérgio Agostinho
Iluminação: Paulo Neto
Espaço cénico: Zétavares
Produção: Sara Casal
Co-Criação e Direção: José Carlos Garcia

Peripécia Teatro
13ª Produção
13 anos de criação
100º aniversário das aparições da virgem de Fátima
Estreia: maio de 2017.

Sáb. 20 de maio de 2017 às 21:45

13
Mai17

ACERT - UM SONO QUALQUER - Exposição de Rui Effe

olhar para o mundo

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UM SONO QUALQUER
Rui Effe
Exposição

Local:  Galeria ACERT
Data/Hora:  de 20 de maio até 2 de julho


Preço: 0 €

O mais recente trabalho deste criador que depois da mostra em Sines chega à galeria da Acert
 
Um Sono Qualquer surge em consequência do projeto já apresentado no Centro Cultural Emmérico Nunes, Sines, Entre o Céu e Outras Loucuras. Trata-se de um projeto que aborda uma relação espaço-sujeito, os diálogos, a distração e as loucuras. Fala do acontecimento poético, do corpo do sujeito, do tempo e da espera. Fala de um quarto e do corpo ausente. Rui Effe e o seu pai fizeram a selecção dos materiais que aqui são apresentados. Materiais, imagens e áudios que permitem uma reflexão, sobre o pai em forma de sujeito, de corpo e condição, do seu tempo e espaço. Neste projeto, Rui Effe sublinha a dor e as gargalhadas, os caminhos e a sequência de reações na apropriação do espaço e ainda outros fenómenos vistos pelo coração. Lembra-se Agustina Bessa-Luís, “Não vale a pena andar de bloco na mão e lápis afiado se o coração não vê o que lhe pertence em qualquer lugar do mundo” , e … aquele quarto, aquele cinzento espaço foi o único e último lugar do Mundo onde tudo podia acontecer…

Rui Effe (Portugal) vive e trabalha entre Braga e Lisboa. Vai atuando como artista visual, professor e curador.
Formado pela Faculdade de Belas Artes do Porto, pela Escola Superior Artística do Porto e também pela Universidade do Minho, vem desenvolvendo trabalhos de Direcção Artística, de ilustração para poetas e escritores portugueses, organizando conferências e planos de trabalho dentro da temática do “corpo e do espaço”. É um escritor que dá a ler os seus textos a atores dos grandes palcos portugueses e, como artista visual, vem expondo individual e colectivamente desde 1999. Rui Effe está representado em inúmeras colecções Nacionais e Internacionais.

Entrada Gratuita

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