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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

31
Dez12

Sexo após os 50 dá mais prazer, mas precisa de afeto

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Mulheres relataram ter mais prazer atualmente do que quando eram jovens, enquanto outras disseram que companheirismo e carinho se tornam mais importantes com a idade Foto: Getty Images

 

Mulheres relataram ter mais prazer atualmente do que quando eram jovens, enquanto outras disseram que companheirismo e carinho se tornam mais importantes com a idade


Quem pensa que o passar dos anos apaga o fogo das mulheres na cama, pode se enganar. Não dá para generalizar, mas o Terra foi atrás do assunto e encontrou relatos de que a idade só melhora o sexo e que é possível sentir mais prazer depois dos 50 do que no auge da juventude. Esta é a opinião da psicanalista Irene M., 61 anos. “É um tabu pensar que a pessoa mais velha não quer sexo, não pensa nisso ou não tem sonhos eróticos. O sexo é melhor com a idade, quando se tem mais experiência”, contou. 

 
Divorciada desde os 50 anos, ela já teve vários namorados e não tem dúvida de que suas experiências sexuais da meia-idade foram mais “interessantes” do que as vividas durante a juventude. “Você se conhece melhor, conhece o próprio corpo, do que gosta mais e sabe o que quer do outro. O jovem às vezes tem aquele tesão enorme, mas não sabe o que quer direito”, explicou Irene. 
 
A enfermeira Rose F., 53 anos, também enxerga de forma positiva a vida sexual após os 50. “Para mim não mudou nada, não vi diferença da minha vida de quando tinha 20 anos e agora. Estou em plena forma”, contou. Divorciada, ela está prestes a entrar em um novo casamento e disse que sexo não é um problema. “Hoje, com plena experiência, é melhor do que antes”, comparou.
 
Segundo Rose, quando ela era adolescente não podia obter esclarecimentos sobre relações sexuais com a mãe, era um “tema bloqueado” na época. Por isso, não sabia como funcionava e descobriu aos poucos, na prática. “Quando se é adolescente, não se tem informação, hoje tenho uma vivência maior. A gente aprende coisas diferentes e o prazer é maior do que era antigamente”, explicou. 
Tesão e afeto

Para outras mulheres, porém, há uma mudança de ritmo na atividade sexual com a idade. É o caso da assessora política Vera P., 53 anos: “é lógico que com 20 ou 30 anos (a vida sexual) é muito mais ativa, depois o fogo diminui. Mas não tive problema com sexo até agora”, contou. Segundo ela, para a transa rolar é preciso ter bastante estímulo, por isso, não acontece com tanta frequência como entre um casal jovem.
 
Um dos segredos, de acordo com Vera, é não cair da rotina. “Arroz com feijão todo dia cansa”, disse. Programas inusitados sempre tendem a esquentar o clima, sugeriu. Principalmente porque depois dos 50 os valores mudam: “a gente vai aprendendo a dar valor a outras coisas além do sexo, como o companheirismo”. 
 
Aenfermeira Pierangela C., 52 anos, que está no segundo casamento, concorda: “o desejo diminui. Quando se é jovem tem muito tesão, depois começam a importar outras coisas, não precisa de tanto sexo, mas mais de afeto e companheirismo”. “Passo bem sem sexo”, acrescentou.  
 
Uma das razões para a falta de desejo por sexo diário, segundo ela, é o cansaço. “Quando você é jovem nada te cansa. Agora, depois do trabalho, quando deita na cama tudo o que quer é dormir, não quer ficar transando”, disse. Pierangela acredita que a mudança começa a ocorrer aos 40 anos. No entanto, ela ressaltou que os homens não passam por esta fase e continuam a querer “sexo todo o tempo”. “É preciso entrar em um acordo”, contou.
Noticia de Terra
12
Dez12

De onde vem a obsessão pela virgindade?

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De onde vem a obsessão pela virgindade?Angela Bismarchi. (Foto: AgNews)

 

Esses dias vi uma notícia falando sobre o casamento de Angela Bismarchi. Legal, ela vai casar. Mas as coisas não pararam por aí. O texto falava não só sobre o casamento mas dizia que o vestido branco tinha um motivo de ser.

 

Aí lembrei de todo aquele papo de que Angela fez a reconstrução do hímen. Segundo ela, para dar "de presente" ao marido. Segundo a imprensa, ela ainda não estreou a novidade e isso só vai acontecer depois do casamento.

 

E esse é o momento em que a história entra num mundo encantado que não faz sentido nenhum. Por que raios um homem sente tesão em desvirginar uma mulher? E por que uma mulher quer ser virgem mais de uma vez?

 

Essas são só algumas das perguntas que pairam na cabeça, mas o mais assustador é que a perda da virgindade está ligada a dor, sofrimento e, ok, encontro do verdadeiro amor. Mas encontrar o verdadeiro amor não precisa ter essa conotação sexual, precisa?

 

Nossa sociedade está cada vez mais maluca, sem sentido e apega em coisas um tanto quanto estranhas. Na minha cabeça, ser virgem não faz a mulher mais apaixonada, não garante um relacionamento feliz ou um sexo delicioso.

 

A espera pelo sexo depois do casamento pode acontecer — e diversos casais não-virgens apostam numa pausa para apimentar as coisas -, mas pra que burlar as coisas?

 

Além disso, a busca por um hímen, uma aparência cada vez mais jovem, curvas como a de uma criança e o fetiche "menininha sexy" tornam nosso mundo cada vez mais estranho e assustador.

 

Há algum tempo ganhei um hímen artificial de um sex shop. Quando ele rompe, libera uma tinta vermelha. Confesso: ainda não tive coragem de usar.

 

Você reconstruiria seu hímen? Acha que é uma prova de amor?


Retirado de Preliminares

05
Dez12

Cuequinhas é coisa de homens?

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Um assunto que vem me deixando pensativa há alguns dias é a tal calcinha masculina. O que, você nunca ouviu falar? Ah, então você não sabe o que está perdendo, menina! É a última moda. Até Beckham usa, apesar de ele preferir usar as calcinhas da esposa mesmo, sem essa coisa de ter as dele — e isso foi a própria Victoria Beckham quem contou para a imprensa.

Aposto que no primeiro momento em que falei de calcinha masculina você franziu o nariz. E aposto também que assim que falei de Beckham você deu aquela suspirada. Mas, e aí, continua sendo uma calcinha usada por homens, certo?Já existem algumas marcas que produzem os acessórios, mas as melhores são a gringa Xdress e a brasuca Cuelcinha. Ok, a brasileira já começou ganhando por causa do nome, claro!

Mas aí eu tenho certeza que você está se perguntando como são essas 'roupas de baixo'. E eu aviso: são imagens fortes e nada apropriadas para se ver no trabalho. Essa novidade vai muito além das cuecas fio dental que já cruzaram seu caminho. Preparada? 


Cuequinhas é coisa de homens?Agora respire fundo... Já conseguiu superar o choque/riso/desejo? Então vamos lá, continuando.

O que os criadores da novidade dizem é que a intenção é deixar o homem confortável. O site da Cuelcinha explica: "A empresa acredita que beleza, elegância e bem estar podem caminhar juntos. Respeitando a anatomia do seu corpo, oferece aos seus clientes produtos de excelente qualidade, com elegância, beleza, sofisticação, requinte, sedução e principalmente conforto". Segundo eles, a intenção da empresa é ser referência explorando ótima qualidade, autenticidade única e bom gosto.

Já a americana Xdress, que existe — pasmem! — desde 1987, deixa claro na entrada do seu site que ele é sobre crossdressing. Pra quem não sabe, esse é o nome de homens que gostam de se vestir com roupas femininas, mesmo que o hábito não interfira na sua orientação sexual.

Você já entendeu um pouco o conceito, já viu as fotos e teve um tempinho para pensar no assunto. Conta pra gente, então: qual seria sua reação se o gato, na hora h, tirasse as calças e estivesse vestindo uma linda calcinha masculina?


Retirado de Preliminares

01
Dez12

"Treinadores do sexo" cobram para observar e dar dicas nas relações

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Chamados de "treinadores do sexo", especialistas cobram para observar e ensinar homens e mulheres a serem melhores da cama

Você pagaria para alguém assisti-lo durante o sexo e depois apontar defeitos e qualidades em sua relação? Pois essa é uma nova tendência para solucionar problemas de casais insatisfeitos. Chamados de “treinadores do sexo”, especialistas cobram para observar e ensinar homens e mulheres a serem melhores da cama. As informações são do jornal Daily Mail.

 
Aniela McGuinness e seu marido Jourdan, ambos de 29 anos, estavam insatisfeitos com a vida sexual até encontrar Eric Amaranth, um especialista em relações. Por US$ 240 (cerca de R$ 480) por hora, ele observou a intimidade do casal e, a partir disso, deu conselhos para esquentar o clima, com novas posições, brinquedos eróticos e instruções.
 
"Eu estava nervosa no início, é claro. Eu não tinha certeza de que seria capaz de relaxar, mas foi uma experiência incrível. Eu tive orgasmos como nunca antes. Eu sei que eu sou melhor na cama agora e vou ter essas habilidades para o resto da minha vida”, contou Aniela.
 
Após o sucesso do best-seller Cinquenta Tons de Cinza, casais – em especial as mulheres – acreditam que não estão aproveitando tudo o que podem do sexo e procuram “professores” no assunto. Isso explica porque a técnica está cada vez mais comum em países como Estados Unidos e Inglaterra.
 
Para Amaranth, sua profissão pode ser comparada a de “um chef que ensina a fazer comida gourmet”. Seus clientes podem escolher entre “sessões de conversas simples” que ocorrem por internet e custam cerca de R$ 350 ou “sessões guiadas”, que acontecem em quartos de hotéis.
 
Hoje, ele tem 200 clientes em todo o mundo. Desses, 50% são mulheres solteiras que desejam melhorar os orgasmos a partir da masturbação. Há também homens solteiros que buscam dicas para aprimorarem suas habilidades sexuais.
 
Apesar disso, a psicóloga Petra Boynton, da Universidade de Colegge, em Londres, alerta que é preciso ter cuidado, já que “os treinadores do sexo” não são profissionais regulamentados e não existe uma formação para melhorar as relações íntimas dessa maneira.
Retirado de Terra
27
Nov12

Sexo, afinal quem manda nas relações?

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Você acha que os homens são o ‘sexo dominante’ na

Foto: Ocean/Corbis

 

Não tem jeito, por mais que as mulheres já tenham ocupado o seu lugar no mundo, pensamentos machistas como ‘os homens só pensam em sexo’ e ‘as mulheres só sabem pilotar o fogão’ estão arraigados na cabeça das pessoas. E em relação à cama, isso não seria diferente.

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Por incrível que pareça, em pleno século XXI, há ainda aqueles que acreditem que ter ou não uma relação sexual depende exclusivamente deles, e não do casal.

 

Pois é, por mais que, de vez em quando, faça bem para o ego do homem, a expectativa de que ele deve ser o sexo dominante no relacionamento pode atrapalhar a vida a dois. Pelo menos é o que revela o estudo da Universidade de Yale, que analisou 357 mulheres e 126 homens para saber como andava a confiança sexual de jovens sexualmente ativos.

 

Para chegar ao veredito final, os entrevistados tiveram que responder um questionário sobre a suavida sexual em uma sala na qual continha um recipiente com preservativos femininos com uma placa instruindo as pessoas a levarem quantos quisessem e mostrando como usá-los, tudo para, junto com as respostas, analisar também quantos preservativos os voluntários levavam para casa.

 

Segundo o resultado da pesquisa, chegou-se a conclusão que a crença de que o homem é o ser dominante na relação não prejudica apenas as mulheres, mas também eles próprios, uma vez que se veem pressionados a cumprir o papel de "sexo forte", mesmo que isso não corresponda à realidade dos relacionamentos atuais.

 

Retirado de Vila Mulher

21
Nov12

Eles explicam como gostam de ser seduzidos

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Eles gostam de ser seduzidos

De um modo geral, os entrevistados preferem as mulheres que sabem o que querem; segundo eles, isso facilita a aproximação inicial

Foi-se o tempo que os homens dominavam a cena da paquera. As mulheres estão cada vez mais em busca do que querem: no mercado, na vida familiar e, claro, na busca pelo parceiro ideal. Aos homens, restam duas alternativas: aceitar ou fugir. E, para entender um pouco do que eles estão achando disso, o Terra conversou com homens constatando que, não, eles não pretendem fugir. Mulheres com iniciativa, objetividade e voz ativa disparam na frente daquelas que ainda mantêm uma postura mais tímida. Ao que tudo indica, eles estão preparados para lidar com aquelas que sabe o que quer.O estagiário de comunicação Felipe Vinicius Carlos, 22, de Diadema, São Paulo, é solteiro e faz parte do time dos que gostam das mais objetivas. “Não sou muito fã de quem deixa nas entrelinhas ou ‘dá sinais’ de que quer”, observou. Extrovertido, ele prefere as que têm iniciativa. “As tímidas exigem muita mão-de-obra para se quebrar o gelo”, observa.Quanto à melhor forma de aproximação, ele acredita que, na faculdade, o pior tipo de cantada vem das mulheres que buscam algum gancho da aula para a paquera. “Sempre fica bizarro e broxante”. No entanto, ele dá a dica do tom certo para uma boa paquera.  “Uma vez, voltando de um almoço, avisei que ia deixá-la na sala do nosso chefe e voltar para minha porque já tinha um problema ‘me esperando’. E ela respondeu: ‘por que então você não troca? Fica comigo e deixa o problema lá com o chefe’. Essa funcionou legal”, relembra.No time dos casados, o analista de marketing R.V.M, que prefere não se identificar, gosta das mulheres com iniciativa, porém, com cantadas discretas e diretas. “Prefiro as mulheres com iniciativa, pois facilita a conversa e a aproximação para um papo”.Espontaneidade e iniciativa, mas “sem pedreiragem”

O analista de sistemas Felipe Alves Pedroso Straioto, 27, de São Paulo, diz que sempre gostou de mulheres “que sabem fazer uma conversa desenvolver, que puxam algum assunto meio que sem querer sobre algo que esteja acontecendo no momento ou coisa do tipo”. As pouco pró-ativas não têm chances com ele, pois “são uma incógnita”. “Você nunca sabe se estão realmente olhando para você, para o alface no seu dente ou admirando a cor da parede”, brinca.No entanto, iniciativa não pode se confundir com falta de noção e, como ele define, a cantada só funciona se for “sem pedreiragem". “Nunca me interessei por gente desesperada”, acrescenta. Ele conta que, certa vez, em um barzinho, três garotas juntas no balcão começaram a disparar várias cantadas e perguntas ao mesmo tempo. “Até tentei conversar, mas a situação estava tão bizarra e tão forçada que acabei pegando minha cerveja e saindo dali”, disse.

Já publicitário Calil Ricardo Simões, 26, de São Caetano do Sul, conta que gosta mais das aproximações casuais. “Prefiro as formas mais inesperadas, tipo tropeções, esbarradas ou ainda quando a menina vai gesticular e te dá um ‘tapa’. Acho engraçado e natural”, afirmou. Como é tímido, as mulheres mais atiradas têm mais chance com ele. “Prefiro as com iniciativa, muitas vezes facilita o começo da conversa e fica mais fácil de desenvolver”. No entanto, o “approach” muito escancarado acaba causando o efeito contrário de acordo com o publicitário. “Uma coisa é ter iniciativa, outra coisa é ser fácil. Acho que nenhum homem gosta do que é muito fácil, ou pelo menos não dá o valor devido”, acrescenta.Para ele, as mulheres que sugerem uma aproximação em dupla têm mais chances de evoluir para algo mais sério. “Por mais que pareça coisa de oitava série, é sempre legal vir alguém falar que tem uma amiga a fim de você. Gera aquela ansiedade de saber quem é e acaba motivando, nem que seja pela curiosidade”, pontua.
19
Nov12

O que é que as mulheres mais gostam nos homens?

olhar para o mundo
O que é que as mulheres mais gostam nos homens?
Vestir jeans ou fato e estar barbeado são alguns dos requisitos mais apontados pelas mulheres para um homem ser considerado atraente. As conclusões são de um inquérito realizado pela agência Synovate para a Gillete, que foi procurar conhecer as preferências das mulheres europeias em relação ao sexo masculino.

A típica imagem de um homem de uniforme foi considerada a que mais chama a atenção das mulheres, seguindo-se a imagem de um homem de slips. Entre os aspectos que menos seduzem o sexo feminino lideram as rastas, os piercings e os chinelos.

 

Entre as 425 inquiridas, com idades compreendidas entre os 18 e os 59 anos, 55% acha atraente um homem que tem rotinas diárias de cuidado pessoal. Pelo contrário, a velha fantasia do homem suado parece estar a cair em descrédito, com 76% das inquiridas a considerar ‘pouco ou nada atraente’.

 

Para nove em cada 10 mulheres, os homens são mais atraentes quando são carinhosos com os filhos ou animais de estimação (90%), quando lhes abrem a porta (88%), quando cozinham (78%) e quando arrumam a casa (57%).

 

Quando questionadas sobre as atitudes que estão tradicionalmente associadas ao sexo masculino, os resultados quebram alguns mitos: para 92% das mulheres, dizer palavrões não é ‘nada atraente’, da mesma forma que lutar e discutir com os amigos também são atitudes mal vistas aos olhos das mulheres.

 

Noticia do Sol

24
Out12

Não importa se o sexo é raro,não pode é ser em modo automático

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Com a rotina que se estabelece na vida do casal, o sexo tende a cair na mesmice, ficar sem graça e rarear, certo? Erradíssimo! Caso esse seja o retrato da vida de algum casal, dificilmente terá sido na sexualidade que nasceu o conflito. O mais provável é que o declínio nesse setor da vida a dois seja resultado de falhas do casal na avaliação das bases da união, antes de consolidá-la, ou nos cuidados com a intimidade conjugal, posteriormente.

 

O sexo não anda sozinho, da mesma forma como a despensa não volta a ficar suprida sem que providências sejam tomadas ou o vaso não volta a ter flores, se alguém não as coloca lá. O que quero dizer é que, tomada isoladamente, a assiduidade das relações sexuais não é termômetro para medir o sucesso ou o fracasso de uma relação.

 

No “período quente”, de intenso envolvimento emocional, comum nos primórdios de uma relação, a sexualidade de fato ocupa enorme espaço. É, muitas vezes, a principal forma de contato entre os amantes. Natural. Nessa fase, ainda paira certo “mistério” entre eles, pois não se conhecem direito. Disso resulta, inclusive, que as pessoas reais acabam por ser sobrepostas ou “preenchidas” pelas projeções e idealizações do outro.

 

O enlevo que costuma acompanhar tais idealizações cria uma aura de magia, que dificilmente sobrevive depois que os parceiros passam a se conhecer bem. O que entra no lugar dessa magia, porém, é algo ainda melhor: a consistência, o chão seguro, a chance mais certeira de que a paixão se transforme em amor. O sexo, como modalidade de contato, deixa de ser um veículo “que leva ao paraíso” e passa a ser uma maneira de se abrir para o outro e para si mesmo, aproxima-se da verdade e afasta-se da ficção. Vencida essa etapa, a preservação da motivação sexual será a prova de que a relação está destinada ao sucesso. Daí a importância de se avaliar com calma o terreno antes de um casamento, dando o tempo necessário para que as bases mais sólidas da relação tenham sido checadas. Garantido o chão, uma redução na assiduidade das relações sexuais não será indício de perda de motivação, desde que os parceiros tenham tido o cuidado de substituir a quantidade pela qualidade. Amores maduros trazem sexo melhor, mais intenso, mais degustado — ainda que mais raro.

 

Que o sexo caia na mesmice também não é necessariamente uma má notícia. Onde não se preserva “o mesmo”, não se tem noção de identidade. Não falo de cristalização, mas de um processo em movimento e evolução, embora conhecido. O problema é quando a mesmice se traduz por “ausência de alma”. O corpo comparece à cena feito um autômato, sem que a pessoa inteira esteja presente. Mesmice com alma é vida pulsante. Mesmice sem alma é morte. 

 

Por fim, não faz sentido dizer que “o sexo ficou sem graça”, porque ele não é um sujeito, não pode ficar ou deixar de ficar bom ou ruim. O sexo é função do relacionamento e só existe quando colocado em movimento pelas pessoas nele interessadas. A graça é algo que se imprime a ele, da mesma forma que se confere graça à decoração de uma casa, quando se investe energia psíquica nessa empreitada. A cor de uma residência, o alimento nela servido, a vida cultural da família, a qualidade da sexualidade de um casal — tudo isso expressa a visão de conjugalidade dos parceiros. Há que se cuidar dessa visão com carinho, para que se mantenha consistente e cheia de graça.

Retirado da Caras
21
Out12

Perder a virgindade tarde pode ser positivo para a vida sexual no futuro

olhar para o mundo

Perder a virgindade tarde pode ser positivo para a vida sexual no futuro



Você lembra quando teve a primeira relação sexual? Segundo estudo realizado pela psicóloga Paige Harden, da Universidade do Texas, e publicado na revista Psychological Science, o momento da primeira vez pode influenciar na qualidade e na estabilidade das relações afetivas no futuro.

 

Para descobrir se a idade da primeira vez na adolescência pode prever o futuro romântico dos jovens --ou seja, se ele irá se casar, se viverá com o parceiro, quantos relacionamentos terá e se se sentirá satisfeito na fase adulta--, Paige usou os dados de uma pesquisa que acompanhou 1659 pares de irmãos do mesmo sexo dos 16 aos 29 anos. Cada irmão foi classificado de acordo com a idade em que teve a primeira relação sexual: precoce (mais novo do que 15 anos), em período mediano (entre 15 e 19) ou tardiamente (maiores de 19 anos).

 

A primeira relação sexual tardia foi associada à maior escolaridade e renda familiar. Aqueles que tiveram a primeira relação sexual após os 19 também eram menos propensos a se casar e tiveram menos parceiros na vida adulta. Entre os participantes que eram casados ou viviam com seus parceiros, a iniciação sexual após os 19 anos foi associada a baixos níveis de insatisfação conjugal na fase adulta.

 

Para Paige, essa relação pode ser explicada, por exemplo, porque as pessoas que têm a primeira relação sexual tardiamente também têm certas características que podem refletir na qualidade do relacionamento. Elas podem ser mais exigentes para escolher um parceiro sexual e afetivo, o que causa certa relutância a entrar em relações a menos que estejam muito satisfeitas.

 

Paige explica que é possível que aqueles que primeiro acumularem maturidade cognitiva e emocional e depois entrarem em relações íntimas possam aprender habilidades de relacionamento mais eficazes do que aqueles que têm relações sexuais enquanto ainda são adolescentes.

 

Retirado de Cenário MT

18
Out12

Ganhos e perdas do sexo a três

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CGanhos e perdas do sexo a trêsConheça ganhos e perdas do sexo a três
Incluir uma terceira pessoa na transa pode ser prazeroso, mas a prática precisa ser consensual e não deve ser usada para 'salvar' relacionamentos

Curiosidade, vontade de sair da rotina, saudade do frio na barriga: os motivos que levam um casal a procurar uma terceira pessoa para uma experiência de sexo em conjunto são os mais diversos. Fantasia sexual recorrente, tanto para homens quanto para mulheres, a prática pode gerar perdas e ganhos no relacionamento. Mas para o ménage à trois dar certo, alguns cuidados têm de ser tomados. 

De acordo com o psicólogo Diego Henrique Viviani, pesquisador do Instituto Paulista de Sexualidade, é fundamental que haja acordo entre as duas partes antes de incluir a terceira pessoa. "Se o casal realmente busca uma nova prática sexual e ambos sentem-se à vontade com isso, a brincadeira será saudável". Se não há conversa nem acordo, a aventura fatalmente vai gerar um grande desencontro na cama – e depois fora dela. 

Especialistas alertam que os problemas do sexo a três aparecem quando uma das partes decide experimentar apenas para atender às necessidades do outro. Por não estar completamente à vontade com a situação, a pessoa se sente agredida e passa a achar que seu companheiro sentiu mais prazer com a terceira pessoa, sente ciúme. 

O sexo a três feito só para agradar pode gerar mágoas, ressentimentos, desconfianças e uma série de questionamentos, como achar que você não é mais suficiente para ele, que ele gosta mais de fazer sexo com outras mulheres ou que ele só faz isso para conseguir sexo fora da relação de maneira consentida. 

Além disso, a prática não deve ser feita para "salvar" relações ou provar capacidade de performance na cama, alerta o psicólogo. 

Amiga ou desconhecida? 

Na hora de escolher quem será a terceira pessoa que vai para a cama, mais uma vez, é essencial haver muita conversa entre os dois. Não há regras preestabelecidas, a melhor opção varia de acordo com o perfil de cada casal. 

Em geral as mulheres têm problemas em se entregar para desconhecidos. Apesar disso, há mulheres que preferem não levar uma pessoa conhecida para a cama, evitando assim possíveis constrangimentos. 

O tabu aumenta quando o terceiro é um homem, seja pelo fato da mulher estar na posição de detentora do seu desejo ou simplesmente pela tradicional competição masculina (tamanho do pênis, performance sexual, etc). Mas se essa é a sua fantasia, vale negociar com o companheiro por direitos iguais. 

Ganhos 

Segundo psicólogos, depois de alguns anos de relacionamento o sexo tende a cair na rotina, e uma terceira pessoa pode apresentar novidades. Além disso, ela pode ajudar a quebrar constrangimentos entre o casal, fazendo coisas e trazendo novidades para a relação que, muitas vezes, a mulher não tem coragem de pedir para o companheiro fazer. 

Mas para que realmente haja ganhos nesse tipo de relação, é preciso que ambos estejam seguros e confiantes na parceria. Afinal, essa é só mais uma forma de avivar o sexo, não a única.
Retirado de Bond

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