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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

22
Jan17

AMAC - Programação de Fevereiro

olhar para o mundo

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AMAC | Programação de Fevereiro

 

Além do programa dirigido ao público infantil Palmo e Meio 2017 (http://www.cm-barreiro.pt/frontoffice/pages/792?news_id=6103), o Auditório Municipal Augusto Cabrita irá receber, em fevereiro, exposição de artes plásticas, fotografia e ilustração e o Concerto com Tiago Bettencourt.

 

4 fevereiro | sábado| 16h00 | “A Menina do Mar”, de Sophia de Mello Breyner | Teatro da Terra

Esta é uma história da amizade entre um menino e uma menina que vive no mar e é bailarina da Rainha dos mares, “A Grande Raia”. Esta Rainha proíbe os seus súbditos de se aventurarem em terra firme pelo que a menina anseia por concretizar esse desejo. Por seu lado o menino tem o sonho de conhecer o fundo do mar, e toda a história se desenrola à volta da tentativa dos dois de realizar os seus sonhos.

Peça a partir do livro de Sophia de Mello Breyner, que integra o Plano Nacional de Leitura. Um teatro feito a partir de um universo infantil/juvenil, recorrendo a uma estética contemporânea, pelo uso de novos mídia de autor, permitindo assim que este público específico tome contacto com as novas linguagens tanto dramatúrgicas como plásticas.

https://teatrodaterra.wordpress.com/

Faixa Etária – M/4

Duração  – 60m

Ingresso  – 3,00 €

Iniciativa inserida nas comemorações dos 80 anos do abastecimento público de água no Barreiro e na programação PALMO E MEIO.

 

11 fevereiro | sábado | 22h00 | Concerto com TIAGO BETTENCOURT | MÚSICA

Autor de várias composições de referência da nova música portuguesa, foi há mais de dez anos que embarcou naquela que seria a sua primeira aventura em estúdio, com Toranja, marcando para sempre o panorama musical português.

A riqueza da simplicidade dos seus poemas e melodias depressa captou a atenção do público e se "Esquissos" foi um sucesso de vendas, o álbum "Segundo" também não ficou aquém. Temas inesquecíveis como "Carta" e "Laços" são indissociáveis das suas melodias e da sua voz marcante. Já em 2006 os Toranja anunciam uma pausa prolongada. É então que Tiago Bettencourt parte para o Canadá e tendo como banda de apoio os Mantha, grava o álbum "Jardim", editado em 2007 com o grande êxito "Canção Simples".

Em 2010, é editado "Em fuga" com o single "Só mais uma volta". A mesma edição exclusiva CD DVD contém imagens inéditas de estúdio durante a gravação de «Em Fuga», juntamente com uma filmagem de músicas do primeiro álbum a solo do músico.

No final do ano de 2011 é editado "Tiago na Toca e os Poetas". Neste álbum, que surge acompanhado de um livro, Tiago o músico canta poemas de autores portugueses como Florbela Espanca e José Carlos Ary dos Santos, na companhia de amigos, entre eles, Carminho, Camané, Fernando Tordo, entre outros.

A 26 de Novembro de 2012 chega às lojas “Acústico”. O regresso aos discos é também uma imensa celebração: reunido de convidados (Lura e Jorge Palma) e munido dos melhores momentos de uma carreira exemplar, «Acústico» assinala um percurso de uma década de muitas experiências e sucesso, que não só revelou uma das maiores vozes nacionais como trouxe um dos grandes autores da sua geração.

Em 2014, Tiago Bettencourt apresenta o novo disco “Do Princípio”, contando com três colaborações de luxo (Jacques Morelenbaum, Mário Laginha e Fred Pinto Ferreira) além dos seus músicos habituais. Neste disco Tiago renova-se apresentando, entre outros, os surpreendentes “Aquilo que eu não fiz”, “Morena” e “Maria”, que podem ser ouvidos nas principais rádios nacionais.

Desde então, Tiago Bettencourt tem-se dedicado à apresentação ao vivo do mais recente álbum. Concertos onde não faltarão todos os grandes sucessos da sua carreira.

 

Faixa Etária – M/6

Duração  – aprox. 60 min.

Ingressos – 12,50 €

 

4 fevereiro a 25 março | Aventura modernista, Exposição de Tapeçaria de Delei | EXPOSIÇÃO DE ARTES PLÁSTICAS

Piso 1 | Galeria Amarela

Inauguração: 11 fevereiro | Sábado – 17h00

(Inauguração conjunta com a exposição de Fotografia de Flávio Andrade)

Artista Plástico brasileiro.

 

Variações em tapetes de grandes formatos sobre o tema da pintura Abaporu / 1928, de Tarsila do Amaral. Os desenhos transpostos para as tapeçarias são estudos do ícone do Grupo Antropofágico e do modernismo brasileiro iniciado com a Semana de arte em 1922 / São Paulo.

No quadro original o personagem é apresentado em primeiro plano, de perfil e com proporções agigantadas, em posição estática e central sobre fundo plano. A pose é “clássica”, mas o tratamento plástico é antiacadêmico e tem gerado, ao longo de seus quase 90 anos, uma gama de interpretações para além das recorrentes alusões à escultura: O Pensador (1904) de Rodin,  ou à síntese do universo primitivo da arte indígena.  

Represento a grande figura solar ao abandonar sua postura fixa pela movimentada curiosidade da Aventura Modernista em busca de fontes da Arte Universal. Os tapetes retratam o roteiro da viagem do Abaporu pelos continentes: América do sul e central, África, Europa e Ásia. Revelam encontros com o ideal de beleza personificado por figuras femininas em diferentes paisagens culturais.

A arte propaga sua presença acima das fronteiras geo-ideológicas. Esta apropriação da imagem Tarsiliana coloca o Abaporu como obra-signo que alimenta o imaginário no  polêmico território das resignificações artísticas.

 

Entrada Livre

 

 

4 fevereiro a 25 março | Split, Fotografias Flávio Andrade | EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA

Piso 1 | Galeria Branca

Inauguração: 11 fevereiro | Sábado – 17h00

(Inauguração conjunta com a exposição de Tapeçaria de DELEI)

Flávio Andrade é formado em Fotografia pelo Ar.co - Centro de Arte e Comunicação Visual. Tem também formação específica em foto reportagem, pós-produção digital de imagem fotográfica, web design, teoria e gestão prática da cor e produção de vídeo HD para a web com DSLR.

Como artista dedica-se exclusivamente à realização de projetos pessoais tendo como suporte a fotografia. Expõe com regularidade desde 1999.

É formador no Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas (CENJOR), onde leciona cursos de fotografia e fotojornalismo.

Colaborou na área do fotojornalismo durante vários anos para várias instituições, jornais e entidades públicas e privadas, tanto nacionais como estrangeiras onde ainda mantém ligação.

Foi professor assistente na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa durante dez anos, onde co-lecionou a cadeira de Teoria e Prática da Fotografia, no Curso de Comunicação Social e Cultural.

 

SPLIT Em Split, proponho uma visão sobre despojos que poderiam ser de um qualquer ambiente apocalíptico, como se tratassem de estruturas de um pós-guerra. A luz direta na maioria das fotografias serve como reforço, realçando os aspectos primários dos materiais/instalações, dando-lhes uma impressão táctil, textural. São rasgos de luz, cisões na paisagem, contrapontos. Procurei com a cor, criar ambiências lumínicas, quer pelo espaço organizado - enquadramento, quer pela ausência - sombra, criar momentos psicológicos e estéticos, que garantissem um olhar mais íntimo e pormenorizado sobre o espaço de trabalho. É também uma referência/saudação ao primeiro momento em que a aldeia viu energia elétrica. Certamente um momento sublime e mágico. Projeto realizado tendo como base a Mina de São Domingos no concelho de Mértola e distrito de Beja em Portugal. Ano 2016. Fotografia digital. História da Mina: A tradição mineira na zona de São Domingos remonta aos Fenícios e Cartagineses e, depois destes aos romanos, cujo trabalho mineiro se estendeu desde o inicio do séc. l até aos finais do séc. lV, sendo o seu principal objetivo a extração de cobre, ouro e prata. A exploração mineral no local de São Domingos é anterior à invasão romana da península Ibérica, período em que os trabalhos se intensificaram com a exploração do "chapéu de ferro" que cobria a massa piritosa, para a exploração de cobre, ouro e prata. Em 1858 tem início a moderna exploração da mina, por iniciativa da companhia de mineração "Mason & Barry". Os trabalhos prolongaram-se até 1965, ano em que esgotou o minério e encerrou a mina. Neste período, a lavra foi feita a céu aberto até aos 120 metros de profundidade, tendo os trabalhos continuado por meio de poços e galerias até aos 400 metros. Como curiosidade a aldeia de Mina de São Domingos foi a primeira aldeia do país a ter luz elétrica.

 

Entrada Livre

 

19 fevereiro | domingo | Photobook Club Barreiro – Apresentação de Flávio Andrade | ENCONTRO DE FOTOGRAFIA

Conversa em torno de um livro fotográfico.

Entrada Livre

 

25 fevereiro até 21 maio | VAGA MENTE | EXPOSIÇÃO DE ILUSTRAÇÃO de ANDRÉ LETRIA | Piso 0, Galeria Azul

Inauguração no dia 25, às 17h00

Nasceu em Lisboa, em 1973. Trabalha como ilustrador desde 1992. Ganhou o Prémio Gulbenkian, o Prémio Nacional de Ilustração, um Award of Excellence for Illustration, atribuído pela Society for News Design (EUA), medalhas de prata e bronze do Children’s Book Annual, da revista americana 3×3, entre outros. Tem livros publicados em diversos países, como EUA, Brasil, Espanha ou Itália. Participou em exposições como a Bienal de Bratislava, a Exposição de Ilustradores da Feira de Bolonha, Sarmede ou Ilustrarte. Realizou filmes de animação e fez cenários para teatro. Foi membro do Júri do Prémio Digital da Feira do Livro Infantil de Bolonha. Em 2010, criou o Pato Lógico. O livro MAR, com ilustrações suas e texto de Ricardo Henriques, recebeu em 2014 uma menção dos Bologna Ragazzi Awards, na categoria Não Ficção.

Iniciativa inserida na programação PALMO E MEIO

 

26 fevereiro | domingo | 15h00 e 16h30 | CONCHAS | d´Orfeu AC, Marionetas de Mandrágora, Franzisca Aarflot | Teatro de Marionetas

“Conchas” é uma coprodução internacional para bebés, resultante do projeto «Hands full of Shells and Feet full of Flowers», um processo criativo colaborativo desenvolvido entre Portugal e Noruega.

Partindo da memória coletiva de ambos os países (Portugal e Noruega), misturou-se a música, a expressão dramática e corporal, o movimento e as marionetas e encontrou-se um compromisso cultural identitário. Um espetáculo icónico onde a abordagem não-verbal ganha forma através da fusão fonética das duas línguas, criando novas palavras e sons, aliada à musicalidade e à linguagem corporal. "Conchas" conta a história de viajantes, pintados na tela, reais e imaginários, privilegiando os bebés e as suas famílias, porque este público é a semente que germina.

www.dorfeu.pt/conchas

 

FICHA TÉCNICA: Encenação | Filipa Mesquita

Elenco Portugal: Clara Ribeiro - interpretação e manipulação-Ricardo Falcão - interpretação e música

Elenco Noruega: Idun Losnegård - interpretação e dança Lenka Rozenahl - interpretação e manipulação Apoio à Dramaturgia- Franziska Aarflot Criação musical- Manuel Maio e Ricardo Falcão|Marionetas, cenário e adereços - enVide neFelibata Produção Executiva - Tiago Castro|Coordenação do Projeto - Luís Fernandes

 

Faixa Etária – Dos 0 aos 5 anos

Duração  – 35´aprox.

Ingresso  – 7,50 € (Bebé e adulto)

Iniciativa inserida na programação PALMO E MEIO

 

De salientar que, ainda durante o mês de janeiro, o AMAC acolhe, até dia 29, a Exposição VENDE-SE, com fotografias de Augusto Brázio, e, até março, a Exposição de Escultura de Carlos Ribeiro.

 

No âmbito do AMAC JUNIOR, tem lugar, no dia 22 de janeiro, pelas 10h30, a Oficina de Dança para Famílias “Na Barriga do Mar”, na Sala de Ensaios do AMAC.

 

Reserva e venda de ingressos: AMAC - 21 206 82 30; Posto de Turismo - 21 206 82 87

 

CMB 2017-01-19

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