Gregory Porter lança “Nat King Cole & Me” amanhã

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Gregory Porter lança “Nat King Cole & Me” amanhã

Oiça o tema “Smile” e veja aqui o trailer deste álbum de tributo a Nat King Cole

Esta sexta-feira o cantor, vencedor de dois Grammys, Gregory Porter lança o seu terceiro álbum pela Blue Note, “Nat King Cole & Me”, um tributo emotivo ao seu ídolo, o lendário cantor e pianista Nat King Cole. Com a ajuda de Vince Mendoza, arranjador que já venceu 6 Grammys, da London Studio Orchestra e de uma banda constituída pelo pianista Christian Sands, pelo contrabaixista Reuben Rogers e pelo baterista Ulysses Owens, Porter revisita alguns dos maiores clássicos de Cole, como “Mona Lisa”, “L-O-V-E”, “Nature Boy”, “The Christmas Song” ou “Smile”.

Para Gregory Porter, a influência de Nat King Cole na sua vida é muito profunda, fazendo parte das suas primeiras memórias de infância. “Ele era único. Deixou tanta música incrível, temas lindíssimos que se tornou impossível não ser influenciado pelo seu timbre extraordinário e pelo seu estilo”, Porter afirma. “É natural que vá às raízes da minha inspiração. E essas raízes seriam a minha mãe, a música gospel e Nat King Cole”.

 

Para Gregory Porter, a influência de Nat King Cole na sua vida é muito profunda, fazendo parte das suas primeiras memórias de infância. “Ele era único. Deixou tanta música incrível, temas lindíssimos que se tornou impossível não ser influenciado pelo seu timbre extraordinário e pelo seu estilo”, Porter afirma. “É natural que vá às raízes da minha inspiração. E essas raízes seriam a minha mãe, a música gospel e Nat King Cole”.

No início da carreira de Porter – depois do seu papel no musical “It Ain’t Nothin’ But the Blues”, nomeado para os Tony, mas antes de atingir aclamação crítica enquanto artista a solo – Poter dramatizou o seu profundo apreço por Cole num musical semiautobiográfico “Nat King Cole & Me”, que estreou em 2004.

 

“O musical foi a forma que encontrei de tentar chegar ao meu pai”, explica. “Escrevi-a depois do meu pai [Rufus Porter] ter morrido. O musical era do Nat King Cole; e metade da música eram composições originais minhas. Mas a história era sobre como cheguei à música de Nat devido à ausência do meu pai. Por isso, de certo modo, foi uma terapia e uma medicina emocional auto-prescrita e escrita por mim e para mim.”

O musical acaba por acompanhar “Nat King Cole & Me”, sucessor de “Liquid Spirit” (2013) e
Take Me To the Alley”, dois álbuns vencedores de Grammys que afirmaram Porter como uma superestrela global e um dos maiores cantautores jazz da sua geração.

“Comecei por selecionar as músicas como faço sempre, primeiro de uma forma muito emotiva", diz Porter. "Escolhi as músicas que ao longo dos anos foram significando algo para mim. Houve um período na faculdade, em que tive uma lesão no ombro e precisava de música para me acalmar. Nesse momento, acabei por voltar aos discos de Nat. Fiz o mesmo durante a morte da minha mãe. De certa forma, existe uma certa familiaridade na música de Nat. Gravar a música de Nat foi um processo muito pessoal porque era como se ouvisse e sentisse a minha mãe. E ainda sinto que estou à procura do meu pai.”

publicado por olhar para o mundo às 22:13 | link do post | comentar