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19
Dez14

HOZIER "Take me to Church" é a canção mais viral de 2014 para o Spotify

olhar para o mundo

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HOZIER

"Take me to Church" é a canção mais viral de 2014 para o Spotify

Videoclip tem mais de 40 milhões de visualizações no YouTube

"Take me to Church", do irlandês Hozier, foi a canção mais partilhada do ano pelos utilizadores da plataforma Spotify, revelou o serviço de ‘streaming’. O tema, que integra o homónimo álbum de estreia do músico, foi escutado mais de 87 milhões de vezes no Spotify, marca que confere a Hozier o estatuto de maior revelação de 2014.

O single em questão está também no n.º 1 da tabela mundial do serviço Shazam e o seu teledisco superou já a marca das 40 milhões de visualizações no YouTube.

A revista Clash comparou-o a Jeff Buckley. O Sunday Times definiu-o como um poderoso intérprete e compositor. Hozier, músico irlandês de 24 anos, estreou-se em Março de 2014, com o EP "From Eden", o qual lhe abriu as portas para o Reino Unido. O homónimo álbum de estreia, esse, surgiu, em setembro. O disco inclui o tema "Take Me To The Church", o qual tem levado o nome Hozier a todo o mundo.

O ano de 2014 foi recheado de feitos para o irlandês: este mês, por exemplo, foi nomeado para um prémio Grammy, na categoria de canção do ano, e o seu álbum de estreia chegou ao segundo lugar na tabela norte-americana da Billboard, ao quinto posto no Reino Unido, e está há semanas consecutivas no número um das vendas no seu país natal.

Hozier atuou este verão em festivais importantes como o Glastonbury, Latitude ou Longitude. O músico tem agora duas datas marcadas em janeiro para o mítico Shepherds Bush Empire, em Londres, pouco mais de um ano volvido sobre atuações para cem pessoas na mesma cidade, no Troubador.

As músicas de Hozier são intemporais mas contemporâneas na forma como juntam o melhor de uma voz rica e crua a influências instrumentais próximas do blues e de alguma soul. Tão íntimas quanto vastas e para grandes audiências, são canções que começaram por ser elogiadas em blogues de referência até chegarem às rádios e televisões. É impossível comparar Hozier a um qualquer nome do presente – comparações, a existirem, só podem ser feitas com os vultos maiores do passado.
 

 

 

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