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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

04
Dez12

Árbitro assistente agredido mortalmente por jogadores na Holanda

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Árbitro assistente agredido mortalmente por jogadores na Holanda

Richard Nieuwenhuizen desfaleceu em campo depois de ter sido esmurrado e pontapeado por jovens futebolistas do Nieuw Sloten. Já no hospital, não resistiu aos ferimentos.

 

Um árbitro assistente de um jogo dos escalões jovens, disputado no domingo na Holanda, morreu esta segunda-feira, na sequência de ferimentos provocados pelas agressões de que foi alvo por parte dos jogadores.

 

"Está num estado de morte clínica", confirmou à agência AFP Bernhard Jens, porta-voz da polícia holandesa, sem avançar com mais informações.

Tudo aconteceu durante uma partida de futebol juvenil, entre o SC Buitenboyse o Nieuw Sloten, equipa de Amesterdão. Logo após o apito final do encontro, Richard Nieuwenhuizen, árbitro de 41 anos, foi abordado e agredido por elementos da equipa visitante. 

 

De acordo com a descrição feita pela AFP, já no chão, o fiscal de linha terá sido esmurrado e pontapeado na cabeça, isto já depois de ter sido várias vezes insultado durante o encontro.

 

Três jogadores do Nieuw Sloten, com idades compreendidas entre os 15 e os 16 anos, foram identificados pela polícia já na noite de domingo e expulsos do clube, que, de acordo com a agência ANP, decidiu entretanto retirar-se das competições.

 

A ministra do Desporto da Holanda, Edith Schippers, mesmo antes de ser conhecida a morte de Nieuwenhuizen, revelou-se chocada com um acontecimento que considerou "absolutamente horrível".  

 

A governante prometeu, a propósito, que a "federação holandesa e a Justiça reagirão de maneira muito dura a este tipo de comportamento". A federação, de resto, já condenou a situação.

 

Noticia do Público

27
Nov12

Ibrahimovic deu baile ao quarto árbitro (com vídeo)

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Ibrahimovic deu baile ao quarto árbitro (com vídeo)
Ibrahimovic deu baile ao quarto árbitro (com vídeo)


Dentro das quatro linhas já se sabe. Ibrahimovic não deixa os seus créditos por mãos alheias e brilha a grande altura, ora com golos, ora com pontapés de bicicleta longe da área. Acrescenta-se a este enorme reportório, uma língua afiada e uma personalidade no mínimo rebelde. 

Na goleada da última frente ao Troyes (4-0), além de marcar dois golos e fazer duas assistências, o avançado sueco protagonizou uma cena do mínimo hilariante com o quarto árbitro. Veja e tire as suas conclusões. 


 
Noticia de A bola
08
Out12

Porto ganha ao Sporting, Quinze minutos de recital e erros arbitrais

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Quinze minutos de recital e erros arbitrais

No Dragão, os golos caíram na baliza do Sporting como folhas no Outono, com cadência regular, um em cada parte. E foram a expressão inequívoca do domínio exercido pelo FC Porto, da impotência dos “Ocean’s Eleven” e de alguns equívocos arbitrais. Com excepcão do período inicial, não houve, no entanto, uma soberba lição futebolística e o jogo acabou por ficar marcado por algumas polémicas e teatros (dois penáltis mais do que duvidosos). À sexta jornada, o “leão” disse adeus ao título, porque ninguém acredita que recupere 21 pontos (oito para o FC Porto e para o Benfica e quatro para o Sp. Braga).


Os primeiros 15 minutos foram marcados por uma superioridade escandalosa do FC Porto, que repetiu a equipa que venceu o PSG, o que aconteceu pela primeira vez esta época. Pelo contrário, no Sporting assistiu-se a uma pequena revolução, com Oceano a efectuar seis alterações. Regressou o 4x3x3 (com o triângulo invertido, porque Elias e Schaars formavam o duplo pivot, já que Rinaudo ficou no “banco” e Gélson nem isso). Pranjic surgiu sobre a esquerda do miolo, algo que o despedido Sá Pinto já tinha experimentado. Mas se alguém esperava um efeito libertador, uma espécie de catarse em resultado da troca do treinador, acabou redondamente enganado.

O jogo era então um monólogo, com o FC Porto a exercer o seu jogo circular, feito de triangulações. Um jogo de memória que levou o Sporting ao limite da impotência, sem respostas individuais ou colectivas. O que se advinhava quase desde o apito inicial aconteceu ao minuto 10, numa jogada que poderia fazer parte de qualquer boa enciclopédia de bom futebol. Lançamento magnífico de Danilo e Jackson a dominar primeiro com a coxa e, depois, a aplicar de costas um toque de calcanhar que deixou Patrício sem reacção. Um golo que foi um hino ao futebol. Antes, Moutinho, Jackson (excelente defesa de Patrício) e James também já tinham visado a baliza “leonina” com perigo. E, depois, Lucho também tentou a sua sorte de longe. Nesse período, o FC Porto desgastou o sistema nervoso do Sporting, que atingiu uma cota insuportável.

O jogo de pares em que apostou Oceano (Elias e Schaars seguiam, respectivamente, Moutinho e Lucho) resultava confuso e o Sporting mostrava-se uma nulidade com a bola. Defendia mal, atacava pior — nada funcionava. Era uma equipa invertebrada, excessivamente contemplativa, nada protagonista. O seu futebol pecava pelo absentimo e melancolismo.

De facto, nunca teve verdadeiramente um plano ou se o tinha não o aplicou. Melhorou um pouco após o primeiro quarto de hora, quando Maicon se lesionou (entrou Mangala). Mas isso resultou principamente de uma quebra na coerência do futebol portista, que baixou de intensidade e perdeu fiabilidade. Pouco a pouco, os portistas foram retomando o comando do jogo. A boa ocupação dos espaços permitia-lhe ser uma equipa que retira vantagem do caos que produz nos adversários. Fá-lo muito à custa da inteligências de Moutinho, que tem o condão de impor um governo discreto que só se vislumbra com inteira justiça das bancadas.

O Sporting demorou muito a chegar ao jogo e raramente conseguiu jogar com critério e ofício. Tentava fazer um exercício profissional, mas nunca conseguia governar o jogo. Era uma equipa plana, indigesta, sem garbo. E faltava-lhe remate — o primeiro (por Carrillo) aconteceu apenas aos 17’, e sem perigo. Nada de surpreendente num clube à beira de um ataque de nervos e numa equipa cujo autocarro teve de voltar para trás depois de ter arrancado para o estádio, porque se tinham esquecido do técnico adjunto Porfírio.

A segunda parte foi um exercício geométrico, muitas idas e voltas, muita pólvora seca, mas com saldo nulo. O Sporting surgiu mais afoito, mas o FC Porto podia ter rsolvido tudo se Lucho não tivesse disparado ao poste, aos 55’, na marcação de um penálti duvidoso (ficou a ideia que Cédric não teve a intenção de tocar a bola com a mão).

O final do jogo foi eléctrico, mas não teve transcendência por aí além. Oceano abdicou de Izmailov, perdendo a sua única fonte de inspiração. O jogo estava mais repartido, mas ficou mais fácil para o FC Porto após a expulsão de Rojo, vítima do segundo amarelo. Os portistas também ficariam reduzidos a dez, após a lesão de Alex Sandro, numa altura em que as substituições estavam esgotadas. Helton ainda teve de se aplicar (remate de Pranjic), mas tudo ficou decidido quando James fez o 2-0, em mais um penálti duvidoso (não ficou claro o agarrão de Boulahrouz a Jackson).

Um bom general deve não apenas conhecer o modo de vencer, mas também saber quando a vitória é impossível. Ontem, Oceano não teve tropas e ainda teve contra si o árbitro.

POSITIVO

João Moutinho
Nao é um jogador para as estatísticas, mas voltou a ser a extensão do treinador no relvado. Está em todo o lado, movimentando-se com uma inteligência e com uma qualidade de jogo diametralmente opostas à sua estatura.

Otamendi
Esteve imperial lá atrás e ainda tentou o golo por diversas vezes.

Golo e Jackson
A jogada foi magnífica, a começar pelo lançamento de Danilo, mas a execução final de Jackson foi à altura de um Zeus com botas.

POSITIVO
Entrada do Sporting
A equipa de Alvalade nunca esteve à altura do desafio, mesmo quando melhorou na segunda parte, mas no primeiro quarto de hora assumiu uma atitude dócil imprevista. O jogo podia ter ficado resolvido logo ali.


Noticia do Público

29
Jun12

Pedro Proença apita final do Europeu

olhar para o mundo
Pedro Proença apita final do Europeu 

Pedro Proença arbitrou a final da Liga dos Campeões

Árbitro português foi o escolhido pela UEFA para dirigir o derradeiro jogo do Campeonato da Europa entre a Espanha e a Itália.


Depois de ter arbitrado a final da Liga dos Campeões entre o Bayern e o Chelsea esta temporada, Pedro Proença foi agora nomeado pela UEFA para arbitrar a final do Campeonato da Europa, entre a Espanha e a Itália, no próximo domingo, avança a edição da noite da SIC Notícias.

O português era um dos três candidatos a arbitrar a final do Euro 2012, juntamente com o inglês Howard Webb, que apitara a final do Mundial 2010, e o italiano Nicola Rizzoli, todos colocados de prevenção para o jogo decisivo, marcado para 1 de Julho, em Kiev.

Habitualmente, a UEFA retira de prova os árbitros dos países que se apuram para as meias-finais do torneio, o que não sucedeu agora com Pedro Proença e Nicola Rizzoli, naturais de dois países que vão discutir a presença na final. Mas o português ganhou a corrida ao italiano depois de Portugal ter sido eliminado (perdeu com a Espanha) e Rizzoli ter visto a Itália garantir um lugar na final ao afastar a Alemanha, na quinta-feira, na outra meia-final.

Pedro Proença já dirigiu três jogos da fase final, o último no domingo, entre a Itália e a Inglaterra, dos quartos-de-final, que os italianos venceram no desempate por grandes penalidades.

O árbitro português, de 41 anos, estreou-se na fase final do Euro 2012 a 14 de Junho, na goleada por 4-0 da Espanha, campeã europeia e mundial, sobre a República da Irlanda, na segunda jornada do Grupo C. 

A 19 de Julho, orientou o encontro entre a França e a Suécia, jogo da terceira e última jornada do Grupo D, que os escandinavos, já eliminados na altura, venceram por 2-0.

O lisboeta tem cumprido a melhor época desde que recebeu as insígnias da FIFA, em 1993, num percurso coroado, até ao momento, com a final da Liga dos Campeões, ganha pelo Chelsea ao Bayern de Munique, nas grandes penalidades.

 

Noticia do Público

26
Jun12

Portugal desconfia de escolha de árbitro turco para jogo com Espanha

olhar para o mundo
Portugal desconfia de escolha de árbitro turco para jogo com Espanha 

 

A UEFA escolheu o árbitro turco Cuneyt Çakir para a meia-final do Euro 2012 entre Portugal e Espanha. Uma escolha que caiu mal entre os responsáveis portugueses, porque as relações entre espanhóis e turcos causam suspeitas de falta de imparcialidade.


O pomo da discórdia, segundo os jornais desportivos A Bola e Record, é o facto de esta nomeação ser encarada do lado luso como reflexo da proximidade entre Angel Villar, presidente da federação espanhola de futebol e do Comité de Árbitros da UEFA, e Senes Erzik, turco e vice-presidente desse mesmo comité. Com base nesta relação próxima, acendeu-se a desconfiança entre responsáveis federativos que, a coberto do anonimato, fizeram passar para a praça pública as suas dúvidas sobre a justeza desta escolha.

O jornal A Bola vai mais longe na análise à nomeação de um árbitro turco, acrescentando que Senes Erzik é director de marketing da Unicef, tendo sido ele a estabelecer o acordo de patrocínio que liga esta entidade a um dos principais emblemas espanhóis, o Barcelona, que fornece de resto diversos jogadores à selecção espanhola.

Neste Euro 2012, o árbitro turco apitou até agora dois encontros: o Ucrânia-Suécia (2-1) e o Itália-Rep. Irlanda (2-0), ambos da fase de grupos. Foi criticado após esta última partida, pelo menos do lado irlandês, que não gostou da actuação de Çakir. Nos quartos-de-final ficou apenas como quarto árbitro do Inglaterra-Itália, que os italianos ganharam no desempate por pontapés da marca de grande penalidade.

Cuneyt Çakir, 35 anos, apitou na última época a meia-final da Liga dos Campeões entre Barcelona e Chelsea, que terminou com um empate a dois golos. O turco mostrou nessa partida um cartão amarelo a Raúl Meireles, que assim falhou a final, ganha pela equipa inglesa. 

O jornal Record recorda outras participações de Çakir em encontros que envolveram portugueses, como o FC Porto-Manchester City, da Liga dos Campeões, que os "dragões" perderam em casa por 2-1; o Manchester United-Benfica, que terminou com um empate (2-2), e o Portugal-Noruega, em 2011, no estádio da Luz, em Lisboa, que terminou com um triunfo português, por 1-0.

 

Noticia do Público

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