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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

26
Mai16

20 DIZER Trigo Limpo teatro ACERT Café-concerto

olhar para o mundo

20tedizer.jpg

 

 

20 DIZER
Trigo Limpo teatro ACERT
Café-concerto

 

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sex, 27 mai'16 às 22:30



Nos 40 anos da ACERT, partilhar o prazer de mais de cem espetáculos realizados no aconchego da palavra dita e musicada

 

A leitura poética voando em múltiplas geografias com sonoridades que a embalam e impacientam. A palavra migrando em sonhos, sobressaltos, pavores e coragens. Terna e insubmissa. Irreverente e encantadora.


Palavras de sabor poético, ditas e musicadas. Momentos íntimos e despretensiosos espalham recados de indignação ou carinho pelos segredos da vida e por uma felicidade de compartilhar desassossegos.


Poesia ambulante? Música à solta? Tão somente palavras e sonoridades cruzadas por um duo que naturalmente teatraliza situações e sentimentos sinceramente expressos.


José Rui Martins e Luísa Vieira partilham o palco num exercício de comunicação, explorando a musicalidade da palavra e a simplicidade de dar voz a seduções emotivas.


Os mais de uma centena de espetáculos realizados para audiências distintas, ampliando continuamente repertório, não provam mais nada que não seja o prazer de fazer de cada palco um espaço de relação emotiva com audiências que saboreiam um duo com muita gente dentro.

Se é certo que não há coisa sem nome, também é certo que há recantos da vida que não se podem traduzir por palavras.
Mas até esses têm uma – indizível.


É a palavra que gera convergências e conflitos, lágrimas, sorrisos e gargalhadas, abraços e adversidades; que reflecte reverências e sarcasmos, proximidades e distâncias.


A palavra é sede e sede de criação e liberdade.


Vale dizer que a música, o gesto, a pintura, como formas de expressão e comunicação, terão mais universalidade e menos fronteiras. Mas não são elas igualmente pautadas por códigos, discursos e gramáticas de muito diversas geografias sociais e culturais? Não terão as suas próprias fronteiras?


É que a palavra também não tem pátria. É, ela própria, pátria; uma das muitas pátrias dos nossos afectos.
A palavra tem som, cor, corpo e alma.
É verdade que as palavras às vezes (tantas vezes…) cansam.
Quando nos vêm só falar.
E nada nos vêm dizer…

João Luís Oliva, a propósito do “20 Dizer”

Entrada gratuita




Ficha Técnica


Direção Artística, declamação - José Rui Martins
Voz, flautas e mbira – Luísa Vieira
Som – Luís Viegas
Luz – Paulo Neto
Desenho gráfico – ZéTavares
Fotografia  –   Ricardo Chaves
Produção – Trigo Limpo teatro ACERT

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