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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

09
Fev13

Alemanha precisa de 3000 enfermeiros para hospitais e clínicas

olhar para o mundo

Alemanha precisa de 3000 enfermeiros para hospitais e clínicasQuase 40% dos hospitais alemães têm dificuldades em fazer escalas de pessoal DR

A Alemanha precisa de pelo menos 3000 enfermeiros para cobrir as suas necessidades de pessoal nos hospitais e clínicas, segundo dados divulgados neste sábado pelo Instituto Alemão de Centros Hospitalares.

 

Cada hospital ou clínica na Alemanha tem, em média, uma falta de 5,6 postos de trabalho, segundo dados deste organismo.

Os centros hospitalares com mais de 600 camas são os que apresentam maiores dificuldades, com mais de metade (53,1%) a enfrentar problemas sérios para cobrir as suas necessidades.

Nas clínicas e hospitais com 50 a 200 camas, 37,9% têm um grave défice de enfermeiros. Nos centros com 300 até 599 camas, 29,2% enfrentam este problema.

Cerca de 40% dos hospitais revelam problemas em cobrir as escalas de trabalho com pessoal, uma percentagem que, em 2009, era de 16,2%, assinala o estudo, segundo o qual 280 mil pessoas têm emprego neste sector.

 

Retirado do Público

31
Jan13

“Monstro das bolachas” rouba emblema de empresa em troca de biscoitos para crianças

olhar para o mundo

“Monstro das bolachas” rouba emblema de empresa em troca de biscoitos para crianças

Bolacha em ouro foi roubada da empresa Bahlsen. Uma carta assinada por alguém que assumiu a personagem da Rua Sésamo exige entrega de bolachas a hospital pediátrico.
Robin dos bosques? Não. Monstro das Bolachas. É assim que o autor do roubo do emblema em ouro da Bahlsen, uma das maiores empresas da indústria alimentar alemã, se auto-intitula na carta que enviou com um pedido de resgate à companhia para esta poder recuperar o seu símbolo. Na carta, acompanhada por uma fotografia de alguém vestido como a conhecida personagem da série infantil norte-americana Rua Sésamo, é exigido que sejam distribuídas bolachas a crianças internadas num hospital de Hanôver.Da estrutura com o emblema da Bahlsen, composta pelas estátuas de dois homens que seguram um arco com uma bolacha em ouro no centro, foi roubada a peça chave, com cerca de cem anos e 20 quilos de peso colocada a cinco metros de altura na sede da companhia em Hanôver, norte da Alemanha. O roubo ocorreu na semana passada mas só esta quinta-feira o autor se terá manifestado depois das autoridades alemãs terem iniciado uma investigação.

Numa carta escrita com palavras recortadas e enviada ao jornalHannoversche Allgemeine e também à Bahlsen, alguém que se apelida como Monstro das Bolachas reclama a autoria da iniciativa: “Tenho a bolacha! E vocês querem-na”. Fica depois a ameaça: se as exigências não forem respondidas o emblema vai ser deitado no caixote do lixo do Óscar, outra personagem da Rua Sésamo. A acompanhar esta frase está uma fotografia onde a bolacha dourada aparece a ser trincada pela personagem azul.À Bahlsen é pedido que entregue "bolachas de chocolate de leite" a crianças hospitalizadas e que a recompensa oferecida pela empresa em troca de informações sobre o roubo, mil euros, reverta para um abrigo para animais, avança a edição online do Spiegel.A autenticidade da carta está ainda a ser analisada pela polícia mas o verdadeiro Monstro das Bolachas já ofereceu a sua ajuda através do Twitterpara identificar o impostor que usa o seu nome.O presidente do grupo Bahlsen, Werner Bahlsen, está a acompanhar o caso e afirma que tudo fará para recuperar o símbolo da empresa que exporta bolachas e produtos associados para 80 países, Portugal inclusive. Entretanto, a Bahlsen já fez saber que pretende oferecer os seus produtos a 52 instituições de apoio social.Björn-Oliver Bönsc, porta-voz do hospital pediátrico de Hanôver, a instituição que o autor do roubo pretende beneficiar, disse ao Hannoversche Allgemeineque a unidade considera que este se trata de um "caso de extorsão” sem sentido, já que a Bahlsen “já fez muito pelo hospital e não precisa de ser chantageada desta forma”.
Noticia do Público
19
Jan13

Na Alemanha hospitais católicos recusam a atender mulher violada

olhar para o mundo
Joachim Meisner
Meisner deu a ordem para evitar medicação abortiva nas vítimas

Dois hospitais da região de Colônia (Alemanha) administrados pela fundação católica Cellites se recusaram a atender uma mulher que tinha sido violada, para não ter de recomendar a pílula do dia seguinte, que é combatida pela Igreja.


A denúncia é da médica Irmgard Maiworm (na foto abaixo), de um centro publico de emergência, que no dia 15 de dezembro atendeu a mulher de 25 anos que estava desesperada por ter sido sedada e sofrido  abuso sexual. Ela encaminhou a moça para fazer exames, mas os médicos dos hospitais não quiseram assumir o caso.

“Não dar atendimento a uma mulher que provavelmente está traumatizada, que moralidade é essa?”, indignou-se Maiworm. “Isso, para mim, é Igreja da Idade Média.”

Maiworm afirmou que os hospitais estavam orientados por dom Joachim Meisner (foto acima), arcebispo de Colônia, a não realizar exames em vítimas de abuso sexual, para não ter de adotar medidas abortivas. 

A Arquidiocese de Colônia emitiu nota lamentando haver a “impressão” por parte da população de que os hospitais católicos deixaram de atender vítimas de abuso sexual. Afirmou que as mulheres continuam tendo “todo o tratamento necessário”. 

A Fundação Cellites comunicou que houve um "mal-entendido" e que tinha aberto um inquérito para apurar o caso. Maiworm disse à imprensa que foi informado por colegas de que outras pacientes foram recusadas pelos hospitais.

A denúncia teve forte repercussão na Alemanha, que já se encontra abalada com os casos de padres pedófilos e o seu acobertamento pela hierarquia da Igreja.

 

do The Telegraph.

14
Set12

Angela Merkel diz que jogador homossexual nada tem a temer na Alemanha

olhar para o mundo

Angela Merkel diz que jogador homossexual nada tem a temer na Alemanha

A chanceler Angela Merkel afirmou nesta quinta-feira que o futebolista profissional que revelou ser homossexual, mas invocou ter medo das consequências, nada tem a recear” na Alemanha, intervindo assim neste debate.

“Tenho de ser actor todos os dias e negar-me a mim mesmo”, disse o futebolista em causa, que manteve o anonimato por receio de represálias, na entrevista ao magazine da Agência Federal de Educação Política, uma instituição de utilidade pública.

O entrevistado “vive num país em que não tem motivos para recear um `outing´, e nós só podemos dizer-lhe que não precisa de ter medo”, garantiu, no entanto, a chefe do governo alemão, em conferência de imprensa para apresentar uma iniciativa para melhor integração dos imigrantes, a que aderiram os 18 clubes profissionais de futebol da primeira divisão alemã.

O presidente do Bayern Munique, Uli Hoeness, que também participou no lançamento da iniciativa, procurou igualmente desdramatizar o problema da homossexualidade no futebol profissional. “Mais cedo ou mais tarde, vai haver um jogador a declarar-se publicamente homossexual, mas é injusto atribuir o eventual medo que possam ter ao futebol, que é suficientemente aberto”, garantiu o antigo internacional alemão.

“Não imagino que um futebolista homossexual possa ter problemas com os nossos adeptos, acho que o Bayern está preparado para isso, aliás, toda a sociedade está mais avançada neste domínio do que a comunicação social diz”, acrescentou Hoeness.

O projecto apresentado nesta quinta-feira em Berlim intitula-se “Geh deinen Weg” (Segue O Teu Caminho), e conta com o apoio de conhecidos futebolistas profissionais de origem estrangeira, como Gerald Asamoah ou Mario Gomez, e destina-se a encorajar os 14,7 milhões de estrangeiros e descendentes de estrangeiros que vivem na Alemanha a intensificar a integração na sociedade de acolhimento.

Merkel apadrinhou a iniciativa, e irá assistir, no sábado, ao jogo entre o campeão Borussia Dortmund e o Bayer Leverkusen, em que os jogadores envergarão camisolas com a inscrição “Geh deinen Weg”, tal como acontecerá nas outras partidas desta jornada da “Bundesliga”.


Noticia do Público

11
Jul12

Emprego, Governo alemão cria site para recrutar no mercado global

olhar para o mundo

Governo alemão cria site para recrutar no mercado global

Make it in Germany é um site criado pelo Governo alemão para atrair quadros qualificados para o país e que os ajuda na busca de trabalho, na instalação e na resolução das burocracia.

Querem engenheiros e bons médicos, precisam urgentemente de especialistas em ciência, tecnologia e matemática e têm falta de pessoal com qualificações profissionais. A Alemanha - que, em 2011, cresceu 3% - precisa de profissionais qualificados e está à procura deles em todo o mundo. 

 

Foi a pensar nisso que o Governo alemão criou o Make it in Germany, que convida profissionais do mercado global a entrarem no país e os ajuda na busca de trabalho, na instalação e na resolução das burocracias.

 

O site tem em conta as tendências do mercado alemão, onde o número de empregados – mais de 41 milhões – nunca foi tão alto, mas onde existem também algumas falhas. “Se nada for feito, até 2025 as alterações demográficas terão criado um défice de emprego de seis milhões de pessoas”, lê-se no site.

 

Trabalhar na Alemanha em cinco passos

O portal, disponível em alemão e inglês, é uma espécie de guia em cinco passos para trabalhar na Alemanha, onde se encontram informações práticas sobre o país – desde o visto de trabalho, a organização da vida familiar, a casa e seguros de saúde – e um útil resumo do que mais importante existe para saber sobre o país.

 

Para aliciar os mais hesitantes, existem mesmo vídeos gravados com quem já embarcou nesta experiência. A espanhola Maria estudou na Alemanha e conta que foi em Dresden que encontrou um emprego na sua área e ainda conseguiu juntar a música, uma paixão antiga: “As pessoas fazem-se sentir bem-vinda e sinto-me em casa aqui”, explica no vídeo.

 

Também a bioquímica americana Marie, a viver em Berlim, fala em condições de trabalho “perfeitas” e afirma que, se um dia tiver filhos, gostava que eles crescessem na Alemanha.

 

Com mais de 80 milhões de habitantes, a Alemanha é uma das mais fortes economias mundiais. Actualmente, existem cerca de 11 milhões de pessoas de outras nacionalidades a viver no país. 

 

Noticia do P3

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