Sábado, 30.03.13

Afrodisíacos light

Afrodisíacos light

Alimentos pouco calóricos que proporcionam momentos de intimidade intensos

Existem alimentos e substâncias que têm o condão de potenciar o apetite sexual. Muitas delas, como o chocolate, as bebidas alcoólicas, o abacate e as avelãs, têm contudo a desvantagem de ser demasiado calóricos.

 

 

É extensa a lista de alimentos a que são atribuídas propriedades afrodisíacas. Selecionámos alguns dos menos calóricos. Para que os possa consumir com todo o prazer, mesmo que esteja a fazer dieta.

 

 

O seu poder a este nível é indesmentível. Estes são os mais recomendados, de acordo com Vicki Edgson e Ian Marber, autores do livro «O Nutricionista – O que se deve comer para dormir melhor e ter melhor sexo», publicado em Portugal pela Didáctica Editora:

 

 

- Cogumelos

Contêm apenas 14 calorias por 100 g. São ricos em vitaminas do complexo B e cálcio. Contribuem para a produção de energia, sem a qual não existiria libido. Além disso, despertam a sensibilidade ao tato e ajudam à contração muscular associada à ereção masculina e ao orgasmo feminino.

 

 

- Tomate

Fornece apenas 19 calorias por 100 g. Este fruto, que muitos pensam ser um legume, tal como a abóbora, é rico em betacaroteno, precursor da vitamina A. É ital na produção das hormonas sexuais masculinas e femininas, promove a fertilidade e regula o desenvolvimento das hormonas sexuais.

 

 

- Papaia

Contém 39 calorias por 100 g. Fonte de vitamina C, estimula o impulso sexual, aumenta o volume do sémen e assegura a sua fluidez. Fortalece ainda os órgãos sexuais masculinos e femininos.

 

 

- Espargos

São um alimento hipocalórico que não vai além das 17 kcal por 100 g. Poderosos estimulantes dos rins e do fígado, libertam energia lentamente e têm um efeito laxante. São ricos em vitaminas C e K, betacaroteno, ácido fólico, fósforo, potássio e fibra.

 

 

- Morangos e framboesas

A sua cor estimulante e o seu formato pequeno tornam-nos ideais para brincadeiras apaixonadas. Leve um destes frutos lentamente à boca do seu parceiro, terminando com um beijo apaixonado. Se preferir, ingira um de forma insinuante e sensual, provocando-o e excitando-o. Uma dose de morangos contém apenas 29 calorias por 100 g.

 

 

- Espinafres

Contêm apenas 22 calorias por 100 g. Aumentam os níveis de energia no organismo, intensificando a relação e os movimentos dos músculos, incluindo os sexuais. O seu elevado teor de potássio tem ainda uma função reguladora, equilibrando os níveis de gordura no sangue.

 

Retirado do Sapo

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Domingo, 28.10.12

Posso comer alimentos fora de prazo?

Posso comer alimentos fora de prazo?

O fundamental é que se perceba a diferença entre as duas indicações que aparecem nas etiquetas (Foto: Paulo Pimenta)

 

Alimentos fora do prazo de validade não aparecem habitualmente nas lojas em Portugal, diz a DECO-Proteste. Mas, depois de a Grécia ter anunciado que os supermercados vão poder vender alimentos não perecíveis fora do prazo a preços mais baixos, é importante saber que nem todos os alimentos fora de prazo representam riscos para a saúde.

 

A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), em resposta ao PÚBLICO, diz que cumpre rigorosamente a lei, não vendendo produtos fora do prazo, mas acrescenta que “se o Governo entender flexibilizar a legislação, garantindo a segurança alimentar, o sector está disponível para encontrar soluções que ajudem o consumidor nesta conjuntura tão adversa”.

O fundamental, explicou ao PÚBLICO Dulce Ricardo, engenheira alimentar daquela organização de defesa dos direitos dos consumidores, é que se perceba a diferença entre as duas indicações que aparecem nas etiquetas: “consumir até” ou “consumir preferencialmente antes de”. No primeiro caso, o consumo depois da data indicada pode ter riscos para a saúde. No segundo, pode haver alteração das características dos alimentos, mas não um risco para a saúde.

No primeiro grupo estão os alimentos perecíveis, como a carne picada, as salsichas frescas, o queijo fresco, o leite do dia, os bolos com creme. Aí, diz Dulce Ricardo, “a data deve ser rigorosamente cumprida”, caso contrário corre-se o risco de uma toxinfecção alimentar. A lei proíbe claramente a venda depois da data indicada, e se os produtos não forem retirados dos estabelecimentos ficam em “incumprimento legal”. A técnica deixa um aviso: “Um alimento contaminado pode ter um aspecto perfeitamente normal”. A presença de salmonelas, por exemplo, não é detectável nem pelo aspecto nem pelo cheiro do alimento.

Lei omissa

Quanto aos alimentos não perecíveis, a decisão cabe sobretudo ao consumidor. “Se a data indicada em ‘consumir preferencialmente antes de’ for ultrapassada pode haver implicações a nível nutricional que fazem com que o alimento não esteja em condições perfeitas – pode, por exemplo, ter ranço se for um produto com gordura, ou podem verificar-se alterações na coloração ou na textura. Nestes casos, “a lei é omissa”, explica a técnica da DECO. “O produto não deve estar à venda, mas poderá estar”. 

Em Portugal, não é prática da distribuição pôr alimentos à venda depois do prazo, quer num caso quer no outro. “Há um respeito por essas datas”, diz Dulce Ricardo. O que pode é haver promoções quando os produtos estão já próximos do fim do prazo, e o que a DECO aconselha é que os consumidores estejam atentos às datas nessas promoções e “não comprem para além da quantidade necessária”. As informações recolhidas pela DECO indicam que em Portugal os consumidores estão bastante atentos aos prazos de validade e distinguem entre o “consumir até” e o “consumir preferencialmente antes de”. 

A revista da Tetra Pak, que publicou recentemente um número dedicado ao desperdício de alimentos, cita um estudo da Food Standarts Agency (FSA) britânica segundo a qual “apenas 36 % das pessoas sabem que os alimentos cujo prazo de validade expirou podem, na maior parte dos casos, ser consumidos”. Os mais jovens revelam “mais confiança nessas indicações [das embalagens] do que no seu próprio julgamento e deitam fora produtos sem primeiro os cheirar ou provar”.

Data definida pelo produtor

A data colocada na embalagem é definida pelo produtor. Mas, diz ainda a revista, “não é incomum que o fabricante coloque uma determinada data sabendo que o produto se manterá em perfeitas condições de consumo durante muito mais tempo sem se deteriorar”. Isto pode levar a um enorme desperdício de produtos em bom estado – dados da FAO (a Agência para a Alimentação e Agricultura das Nações Unidas) indicam que a quantidade de alimentos desperdiçados na Europa e Estados Unidos é de 95 a 115 quilos per capita por ano. 

Uma medida como a que foi tomada na Grécia (e que abrange apenas os produtos não perecíveis) seria ou não possível em Portugal? “Não podemos dizer que há um risco”, afirma Dulce Ricardo. Mas a posição da DECO é a de que o cliente “tem o direito de consumir o produto nas condições devidas”. A organização dos direitos dos consumidores defende que para estes “é mais vantajoso que o produto seja à partida colocado à venda a um preço mais baixo”, o que permitira um escoamento mais rápido e evitaria que se chegasse perto dos prazos de validade. António Salvador Barreto, coordenador do mestrado em Segurança Alimentar da Universidade Técnica de Lisboa, lembra também que “a indicação do tempo de vida útil é da responsabilidade do agente económico”, ou seja, do produtor, e que este não está interessado em correr riscos dando prazos muito alargados. Mas, reconhecendo que em muitos casos há produtos que se mantêm em boas condições depois do prazo, Barreto admite a eventualidade de poderem ser usados desde que sujeitos a supervisão até serem consumidos.

Servir em cantinas?

Isto significa que poderiam ser servidos por exemplo em cantinas (onde seria possível inspectores sanitários verificarem o seu estado até ao prato) mas não serem vendidos aos consumidores para que estes os levem para casa e avaliem, sem terem os conhecimentos técnicos necessários, as condições desses alimentos. 

A FSA britânica disse recentemente que a crise está a fazer com que no Reino Unido haja cada vez mais pessoas a consumir alimentos passada a data, correndo riscos para a saúde. Um terço das pessoas ouvidas num inquérito disse estar a recorrer mais à análise cheiro/aspecto para decidir se consumia ou não um alimento. Para ajudar nessa decisão, a FSA tinha já, em Dezembro de 2011, indicado que os ovos podem ser consumidos até dois dias depois da data da embalagem, “desde que devidamente cozinhados”. 

Em Portugal, sublinha ainda a APED, a distribuição tem tomado medidas para tentar reduzir o desperdício alimentar, investindo “na eficiência da cadeia de frio, num controlo rigoroso da gestão de stocks e das validades dos produtos e em técnicas avançadas de conservação”. 

 

Noticia do Público

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Sexta-feira, 05.10.12

Alimentos e hábitos que melhoram o seu desempenho na cama

alimentos e hábitos que melhoram seu rendimento na cama

Estresse, cansaço físico, desgaste emocional, monotonia e doenças são apenas alguns dos motivos para uma possível queda de libido ou de rendimento sexual, mas alguns alimentos e hábitos podem ajudar a solucionar esse problema 

Culturalmente se espera que o homem sempre esteja pronto para pular na cama e desejando sexo o tempo todo. Porém, sabemos que nem sempre é assim que funciona. Estresse, cansaço físico, desgaste emocional, monotonia e doenças são apenas alguns dos motivos para uma possível queda de libido ou de rendimento sexual. “Podemos dizer que o cotidiano conspira contra o sexo, pois conciliar família, amigos, trabalho e interesses pessoais é muito difícil”, defende o urologista, sexólogo e terapeuta sexual Celso Marzano. Com o passar do tempo e o envelhecimento inevitável do corpo a situação fica ainda mais complicada. Porém, alguns alimentos e hábitos podem ajudar e muito a melhorar sua performance sexual. Confira 15 dicas de especialistas:

 

Confie no zinco


O que você come pode aumentar ou diminuir sua libido. “Uma má alimentação pode gerar uma baixa produção de alguns neurotransmissores relacionados ao bem-estar e prazer. Essas alterações podem prejudicar o desempenho sexual e até a fertilidade”, afirma Flávia Morais, coordenadora de nutrição da rede Mundo Verde. Alguns alimentos podem melhorar sua vida sexual. Esse é o caso das ostras que, segundo a especialista, são boas fontes de zinco, mineral necessário para a maturação o esperma e fertilização. “Na falta de zinco temos diminuição na produção de testosterona, diminuindo a libido. A recomendação diária de zinco para homens é de 11 mg, em 100 g (quatro unidades) de ostra temos 90 mg desse mineral”, diz Flávia. Outro alimento rico em zinco é o fígado de boi, porém pode conter algumas toxinas.

 

Explore seu corpo


O autoconhecimento e a masturbação estão sempre em foco quando o assunto é sexualidade feminina. Porém, isso também vale para melhorar a vida sexual dos homens. “A masturbação deve ser encarada como uma forma alternativa de exprimir a própria sexualidade, Ela é usada há muito tempo pelos terapeutas sexuais como parte das técnicas de tratamento para disfunções”, diz Celso. Apesar de quase todos os homens praticarem a masturbação ao longo da vida, em muitos casos, essa prática ainda vem acompanhada de alguns sentimentos negativos. No entanto, essa é uma ótima forma de despertar o corpo para a sexualidade e conhecer os toques e movimentos que proporcionam mais prazer.

 

Evite bebida em excesso


Uma boa taça de vinho pode ajuda-lo a relaxar e criar um clima, mas fique atento para não exagerar. De acordo com Flávia, o álcool favorece o relaxamento, prejudicando a circulação e, em consequência, a ereção. “A bebida em excesso bloqueia a resposta sexual e prejudica o efeito de medicamentos para ereção. A medida certa é individual”, complementa Celso. De acordo com o sexólogo, o alcoolismo destrói as respostas nervosas e vasculares, do que depende o desempenho sexual.

 

Não se entregue ao sedentarismo


A atividade física é ótima para o corpo, mente e para sua vida sexual também. “Os exercícios promovem uma resposta física melhor a tudo que fazemos”, defende Celso. Pesquisas demonstram até que a prática de atividades físicas pode estar relacionada a um aumento da produção de testosterona, hormônio responsável pelo desejo sexual, além de melhorar o rendimento na cama. E quando se trata de homens acima dos 40 anos a atividade física faz ainda mais diferença. Um estudo feito por médicos de Dublin mostrou que a perda de peso e aumento de massa magra reduz em 50% o risco de queda nos níveis de testosterona nessa fase. A pesquisa também indicou uma contagem mais alta de espermatozoides e ereções mais vigorosas nos homens mais ativos.

 

Consuma alimentos afrodisíacos


Alguns alimentos conhecidos por serem afrodisíacos como pimenta, ginseng e canela são temperos que melhoram a circulação, afetando positivamente a ereção. O amendoim e o ovo de codorna também são boas apostas. “O amendoim é fonte de vitamina B3, que colabora para a vasodilatação sanguínea, melhorando a circulação na região do órgão sexual masculino. Já o ovo, contém vitamina E, que participa da produção de hormônios sexuais, estando relacionado ao aumento da libido e do apetite sexual”, explica Flávia. Alimentos com tirosina como leguminosas, nozes, castanhas, tofu, cereais integrais e leite aumentam a produção de dopamina e noradrenalina, que também melhorar o rendimento sexual.

 

Esqueça o cigarro


Segundo um estudo da Universidade do Texas, em Austin, EUA, homens que pararam de fumar conseguem ficar excitados cinco vezes mais rápido do que aqueles que não abandonaram o vício. Outras pesquisas também apontam que a nicotina atrapalha a ereção. Por isso, se você quer manter uma boa potência sexual é melhor evitar o cigarro. “O cigarro afeta a microcirculação arterial e venoso dos corpos cavernosos do pênis e a bomba cardiovascular, que prejudica a chegada do sangue no órgão sexual”, afirma Celso Marzano. Segundo o especialista, parar de fumar pode ser um passo importante até para a redução ou mesmo eliminação total da impotência sexual.

 

Invista na acupuntura


Para a medicina oriental a função sexual é um reflexo da saúde geral. Por isso, quando a energia do corpo não vai bem isso pode causar impacto na cama. “Para os chineses a potência sexual está ligada aos rins, enquanto a libido tem relação com o funcionamento do fígado”, explica o fisioterapeuta e acupunturista Márcio Luna, presidente regional da Associação Brasileira de Acupuntura. Segundo o especialista, a relação é uma via de duas mãos, a saúde dos órgãos afeta o estado emocional e vice e versa.

 

A acupuntura pode ajudar a melhorar a performance sexual, aumentar a libido e tratar problemas como ejaculação precoce e impotência. “O primeiro passo é uma avaliação profunda do pulso e da língua para detectar qualquer alteração, mesmo que sutil, da energia do corpo”, afirma Luna. A partir daí começa a intervenção com o estimulo de pontos ligados aos órgãos que serão trabalhados. Em casos de distúrbios o ideal, segundo o especialista é trabalhar em conjunto com um urologista. “Costumo recomendar sessões duas vezes por semana no início. Depois de 10 sessões já há uma melhora significativa. Em geral, 30 sessões são suficientes, mas o tratamento vai depender muito de cada caso”, conta Luna.

 

Tome suco de romã


Um estudo da Queen Margaret University, em Edinburgo, mostrou que o consumo de um copo de suco de romã pode melhorar a libido. “O estudo mostrou que os voluntários que beberam um copo por dia durante duas semanas tiveram um aumento entre 16 e 30% dos níveis de testosterona”, conta Flávia. A pesquisa, realizada com 58 homens entre 21 e 64 anos, ainda indicou que a fruta é rica em antioxidantes e ajuda a melhorar a circulação sanguínea. 

 

Não pule as preliminares


“As preliminares são importantes porque desencadeiam a resposta sexual, a química do sexo se inicia e a excitação vai aumentando. Qualquer toque, visão ou odor tem uma interpretação no cérebro, que processa as informações direcionando a resposta sexual pela liberação de neurotransmissores, que agem nos diferentes receptores periféricos”, explica Celso. Então, esse momento para entrar no clima é necessário não apenas para as mulheres, que normalmente precisam de mais tempo para excitação, mas também para que o corpo masculino possa experimentar diferentes sensações, levando a uma relação mais prazerosa.

 

Fique de olho na andropausa

 

A idade também influencia os hormônios masculino levando os homens à andropausa após os 50 anos. “Ela é uma síndrome clínica caracterizada pelo declínio dos níveis de vários hormônios no sangue, principalmente a testosterona”, explica Celso. Com a andropausa podem surgir fadiga muscular, insônia, alterações do humor e raciocínio, perda de memória, depressão, diminuição de massa corpórea e força muscular, osteoporose, perda de pelos, alterações na pele, aumento de gordura na barriga, perda de libido e disfunção erétil (impotência sexual). Segundo o especialista, nessa fase da vida geralmente é necessário mais tempo para ereção, sendo está menos rígida, e para a ejaculação e há uma maior dificuldade para recuperar a ereção quando perdida.

 

“Hoje podemos pensar em reposição hormonal, mas antes o urologista deve avaliar outras possibilidades clínicas”, afirma Celso. Para melhorar a sexualidade depois dos 50 anos é preciso cuidar do estado geral de saúde, conhecer seu corpo e se adaptar às mudanças fisiológicas e manter uma prática sexual contínua e equilibrada durante a vida. Segundo o urologista, o homem deve dar mais valor às carícias antes e durante o sexo, variar posições e fugir da monotonia na cama e usar a imaginação ao seu favor, investindo em fantasias sexuais etc.

 

Recorra a medicamentos só em casos de necessidade


Existem diversos tratamentos para problemas de ereção e falta de libido como medicamentos hormonais, terapia sexual, dispositivos de vácuo, injeções, prótese peniana e remédios orais. “Além do Viagra temos no Brasil outros medicamentos como o Cialis e o Levitra. Porém, um acompanhamento da terapia sexual também é necessário para ter um resultado mais completo”, afirma Celso. O uso desse tipo de medicamento sem prescrição e acompanhamento médico oferece riscos sérios à saúde.

 

Aposte nas ervas medicinais


Segundo o fitoterapeuta e naturopata, André Resende, autor do livro Sexo mais Caliente, algumas ervas naturais podem dar uma forcinha melhorando o desempenho sexual. Confira algumas sugestões de receitas do especialista:

 

Pasta afrodisíaca

 

Ingredientes


2 colheres (sopa) de tribulus terrestres em pó

2 colheres (sopa) de maca em pé

2 colheres (sopa) de catuaba em pó

2 colheres (sopa) de noz de cola em pó

2 colheres (sopa) de gengibre em pó

2 colheres (sopa) de guaraná em pó

500 g de mel

 

Modo de fazer


Em uma vasilha, coloque as ervas e o mel e misture bem até virar uma pasta. Coloque em um vidro com tampa e tome uma colher de sopa duas vezes ao dia. Evite tomar a noite. Não utilize o guaraná em caso de hipertensão

Chá afrodisíaco masculino

 

Ingredientes


Nó de cachorro

Marapuama

Casca de catuaba

Raiz de ginseng

Noz-de-cola

Hortelã

1 litro de água

Mel

 

Modo de fazer


Coloque a água para ferver. Depois, coloque um punhado de cada erva e deixe ferver. Desligue o fogo e deixe esfriar. Em seguida coe e adoce com mel. Tome uma xícara (chá) cinco vezes ao dia.

Suco ‘levanta moral’

 

Ingredientes


2 xícaras (chá) de melancia (parte branca)

2 rodela de gengibre

1 colher (café) de guaraná em pó

1 colher (café) de ginseng em pó

1 colher (sopa) de mel

1 copo de água

 

Modo de fazer


Bata todos os ingredientes no liquidificador e beba em seguida.

 

Retirado de ExpressoMT

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