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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

05
Dez14

Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros” - TROCA 1 CAFÉ POR 1 LIVRO

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A Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros” em parceria com o Grupo de Jovens Sem Fronteiras de Palmela e da Delta Cafés, lançou a CAMPANHA SOLIDÁRIA “TROCA 1 CAFÉ POR 1 LIVRO” que decorrerá até ao dia 20 de Dezembro de 2014.

Esta Campanha/Projecto tem como objectivo sensibilizar a comunidade para a falta que um simples Livro pode fazer para muitas outras pessoas não só como forma de enriquecimento a nível do saber mas também como forma de as transportar para outros mundos, reais ou mesmo imaginários de uma forma lúdica e descontraída.

A SFP LOUREIROS convida todos os seus associados, amigos e em geral toda a comunidade a colaborar nesta acção de solidariedade. Na troca de 1 livro a SFP LOUREIROS oferece 1 Café DELTA.

A Campanha “TROCA 1 CAFÉ POR 1 LIVRO” pretende obter a doação de 3.000 livros cujo destino será Cabo Verde.

As trocas/entregas decorrem na sede da SFP Loureiros, de 2ª a Sábado das 17h ás 23h.

Contamos com a sua colaboração.

20
Jan14

Nomeados para Cabo Verde Music Awards

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Nomeados para Cabo Verde Music Awards

Foram ontem conhecidos os nomeados para o Cabo Verde Music Awards, onde se destaca a presença de alguns músicos bem conhecidos dos portugueses como Dino d´Santigao ou Nelson Freitas.

 

Para a categoria de "Melhor Funana" estão nomeados "Kenha ki bem ki ta bai" de Eder Monteiro, "Kuda Mundu" de Gaita Ferro e "Zé di Nhinha sem bó" de Zé Espanhol.

"Ka bu Tchora" de Dino d´Santiago, "Nha Balila" de Sando Monteiro e "Se Nomi" de Tó Alves são os nomeados na categoria "Melhor Batuku/Kola Sanjon".

Na categoria de "Melhor Cabo Zouk" os nomeados são "Bo tem Mel" de Nelson Freitas, "Poder d'Amor" de Mika Mendes e "Sem Futuro" de Ló.
Para "Melhor Morna" os nomeados são "Bartolomeu Dias" de Zé Luis, "Coração negro" de Mário Rui, "Flor di Bila" de Neuza.

Neuza que está também nomeada na categoria "Mlhor Coladera" com o tema "Djar Fogo", juntamente com "Nos Coladeira" de Grace Évora e "Ku Nha Kin Bem" de Zé Luis.

Para "Melhor Rap/ Hip Hop" os nomeados são "Bazooka" de Elji Beatzkilla, "Errá pa Prendê" de Elizender DevilZ e "Sabim Remix" de Chachi Carvalho.

Na categoria "Melhor Reggae/ Rnb/ House" lutam pelo prémio "Angel" de Elvis feat Djox, "Elvis feat Djox" de Dodje feat Ferro Gaita, "Undi da ki Panha" de TLDreamz.

Para "Música do Ano" os nomeados são "Bo tem Mel" de Nelson Freitas, "Trabessado" de Neuza feat Michel Montrond e "Um Segundo" de Djodje feat ferro Gaita.

Na categoria "Melhor Voz Masculina" os nomeados são Dino d´Santiago, Ló e Tó Alves, sendo que para "Melhor Voz Feminina" estão nomeadas Ceuzany, Neuza e Sara Alhinho.

Dinod´Santiago, Neuza e Sara Alhinho são os candidatos a "Artista revelação" enquanto Batchart, Ceuzany e Grce É vora são candidatos na categoria "Melhor artista em palco".

Na categoria de "Melhor banda ao Vivo" os nomeados são Domu Afrika Dub Squad, Gaita Ferro e Trio Ricardo / Binga / Ndu.
Para "Melhor álbum electrónico" estão nomeados "Feedback" de Djodje, "Elevate" de Nelson Freitas e "Press Play" de TL Dreamz.

Na categoria de "Melhor álbum Acústico" estão nomeados "Eva" de Dino d´Santiago, "Passadinha" de Amadeu, Braz e Julio e ainda "Perdão Nos Ausência" de Mário Rui.

"Bo tem Mel" de Nelson Freitas, "Trabessado" de Neuza feat. Michel Montrond e "Undi da ki panha" de TLDreamz são os nomeados para "Melhor videoclip".

Dabs Lopes, Ney Miranda e Toy Vieira concorrem pelo "Melhor Produtor" enquanto Kaku Alves, Kim Alves e Totinho concorrem pelo "Melhor Instrumentista".

Na categoria de "Melhor Compositor" os nomeados são Benvindo Cruz, Toy Vieira e Tó Alves e para "Melhor DJ" estão nomeados DJ Brazão, DJ Eleno e Nos Manera.

Por último, na categoria de "Melhor animador Comunicação Social" estão nomeados Bonga Gomes da Rádio Nova, Indira da RCV e Valdir Alves da Cabovideo.

Os Cabo Verde Musica Awards tem como grande objectivo premiar anualmente a música cabo-verdiana em todas as suas vertentes e distinguir músicos, compositores, instrumentistas, performers, intérpretes que, a cada ano, se distingam com os seus trabalhos.

A entrega dos prémios será no dia 08 de Março aquando da realização da Feira Internacional de Cabo Verde no antigo Aeroporto da Praia.

 

Retirado do HardMúsica

08
Mai13

Televisão de Cabo Verde chega a alguns portugueses

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Televisão de Cabo Verde chega a alguns portugueses


Televisão de Cabo Verde chega a alguns portugueses

Uma nova estação de televisão chegou a Portugal através do cabo, a Televisão de Cabo Verde Internacional.

 

A aposta da THEMA, empresa que representa o canal, é oferecer às comunidades de imigrantes Caboverdianos a possibilidade de manterem uma ligação com as suas raízes e de darem a conhecer as suas tradições.

O canal televisivo nacional de Cabo Verde oferece uma programação generalista, com: notícias, desportos, cultura, música, entretenimento, séries e programas infantis…

 

Apenas estará disponível para os clientes Cabovisão (posição 135), Zon (posição 192) e Meo (posição 231). 

Durante o mês de Maio, a comunidade Caboverdiana em Portugal poderá assim passar a desfrutar, de forma gratuita, sendo depois cobrada uma mensalidade de cinco euros.  

 

Retirado do HardMúsica

12
Abr13

Cabo Verde quer ser centro no triângulo atlântico da música

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Cabo Verde quer ser centro no triângulo atlântico da música

Cabo Verde, terra de música, está a acolher a primeira edição do mercado Atlantic Music Expo, que termina no domingo com o Kriol Jazz Festival 

 

Durante três dias, mais de cem profissionais vindos de 40 países transformaram o arquipélago na maior plataforma de negócios da indústria musical entre África e a América

 

Na fase mais negra das relações entre a Europa (vamos pôr-nos neste mapa: onde se lê Europa deve ler-se Portugal), África e a América, Cabo Verde foi o centro de um mundo triangular construído em cima do comércio de escravos. Cinco séculos depois, ainda é esta a história que Cabo Verde tem para contar - uma história bastante "pejorativa", para citar o ministro da Cultura do arquipélago, o músico Mário Lúcio, principal agente da reconversão em curso desde o início desta semana na Cidade da Praia.

 

A história que Cabo Verde quer passar a contar começou na manhã de segunda-feira com a primeira edição do mercado Atlantic Music Expo (AME) e termina na madrugada de domingo com o concerto de encerramento da quinta edição do Kriol Jazz Festival - e também é uma história triangular, mas desta vez construída em cima do negócio da música.

 

Não é palavra de que se fuja aqui: negócio. "O entretenimento não está em crise", disse às televisões Youssou N"Dour, músico e hipermediático ministro da Cultura do Senegal, no final da sessão em que se discutiram vias para ultrapassar o pesadelo da circulação dos artistas em África (ver caixa). O problema é como fazer dinheiro com ele - e quanto a isso esta primeira edição do AME serviu pelo menos para desenhar o mapa do tesouro onde Cabo Verde quer ocupar um lugar assinalado com o X bem no meio do Atlântico, entre dois continentes que parecem só agora começar a conhecer-se, o que faz desta história um passo em frente no processo de autodeterminação de territórios muito deformados pela experiência colonial.

 

"O acesso à música africana continua a ser mediado pelos países que colonizaram o continente. Como podemos passar a aceder a África directamente, sem passar pela Europa?", perguntou, em bom português, a argentina Diana Glusberg, directora de uma sala de espectáculos em Buenos Aires, durante uma mesa-redonda.

 

A resposta que o AME pretende tornar irrecusável é esta: passando por Cabo Verde. Incrível, comentou-se nos corredores do mercado: um país sem água a investir pesadamente na diplomacia cultural (só para o AME terão chegado à Praia, directa ou indirectamente a convite do Ministério da Cultura, mais de cem profissionais da indústria musical, vindos de 40 países). Talvez tenha sido já "o maior mercado do mundo" em número de participantes africanos e latino-americanos, sublinhou Mário Lúcio, que conseguiu convencer o Governo a "centrar a economia cabo-verdiana em torno da criação e da cultura". "Queremos que Cabo Verde seja um novo centro. Aqui sentimo-nos à vontade para falar da Europa, da América e de África", disse aos participantes, sugerindo que o Terceiro Mundo pode ser uma terceira via entre a falência técnica do Primeiro e a decadência do Segundo.

 

Mas porque é que a música africana há-de ter de passar por Cabo Verde para sair (e, reciprocamente, a música americana para entrar)? "Nós é que temos de criar essa necessidade trazendo o mundo dos profissionais até nós - a situação geográfica, o clima, o ambiente e a cultura musical fazem de Cabo Verde o sítio ideal para negociar", responde ao PÚBLICO José (Djô) da Silva, o empresário que se divide entre Paris (fundou a Lusáfrica em 1987 para editar Cesária Évora), Lisboa (Tumbao) e o Mindelo (Harmonia) e que o Governo escolheu como parceiro do AME, juntamente com o fórum mundial Womex, a incubadora do projecto. "Para primeira edição, conseguimos trazer um número muito considerável de profissionais. E aconteceu o que queríamos que acontecesse: trocaram-se ideias e fizeram-se negócios", continua - o que está certo, porque do sítio onde estamos, atrás do palco da Rua Pedonal onde decorreram os showcases nocturnos do AME, vemos Jay, que só anteontem teve convites de três programadores estrangeiros para actuar em Liverpool, Estocolmo e Dakar.

 

A francesa Christine Semba, delegada do Womex, concorda com Djô da Silva: "Despertar nos participantes o desejo de trabalharem juntos é o principal objectivo deste mercado. E acredito que ele possa sobreviver, porque as trocas entre África e a América Latina são um mundo novo e com imenso potencial. Esta primeira edição diz-nos que estávamos certos: era necessário um mercado de vocação transatlântica".

 

Apesar da "grande vontade política" do Governo - que prevê ir-se retirando progressivamente do financiamento do AME até 2016, ano em que o mercado deverá ser já totalmente auto-sustentável, ou seja, pago pelas inscrições dos participantes -, Christine nota que há muito por fazer ainda, nomeadamente ao nível da regulamentação dos direitos de autor e da visibilidade internacional da produção local. Mas também isso está a mudar desde a criação do Bureau Export da Música e Bens Culturais de Cabo Verde, em Abril de 2012: "Nos últimos seis meses apoiámos a ida de artistas cabo-verdianos ao estrangeiro com 89 passagens aéreas. E intervimos directamente na emissão de vistos e até de passaportes diplomáticos quando acreditamos que o artista vai em missão", explica Ana Maia, a directora do novo organismo criado por Mário Lúcio.

 

Num país em que a dimensão real da indústria musical, em grande parte informal, está totalmente por estudar, e com debilidades estruturais que vão muito para além disso, é difícil saber se esta história irá acabar bem (o que, para Djô da Silva, seria mais ou menos isto: um AME capaz de duplicar a sua presença artística e profissional, de diversificar os países representados e de se tornar o mercado de referência para todo o espaço africano). Mas pelo menos, como diz Christine, já não começou nada mal.

 

retirado do Público

27
Jan13

A estreia perfeita de Cabo Verde na CAN

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A estreia perfeita de Cabo Verde na CAN

A selecção cabo-verdiana venceu Angola por 2-1 e está nos quartos-de-final da Taça das Nações Africanas.

 

Primeira participação de sempre numa fase final da Taça das Nações Africanas e primeira passagem aos quartos-de-final da competição. A selecção de Cabo Verde venceu (2-1) Angola e qualificou-se para a próxima fase da CAN, onde vai encontrar o primeiro classificado do Grupo B (composto por Gana, Mali, RD Congo e Níger, e onde ainda todos se podem apurar).

 

Foi uma tarde de sofrimento e incerteza para os adeptos cabo-verdianos. A equipa não entrou bem na partida com Angola, e logo aos 12’ Manucho cabeceou perto do poste da baliza de Vozinha. Aos 33’ a equipa angolana chegou mesmo à vantagem, num lance infeliz do capitão cabo-verdiano Nando. Após uma incursão de Amaro pelo lado esquerdo, o defesa – sob pressão de Mateus – introduziu a bola na própria baliza.

Os palancas negras ficaram confortáveis com a vantagem e geriram o resultado. Até ao final da primeira parte, Cabo Verde ameaçou a baliza angolana por duas vezes, mas sem resultado: Júlio Tavares falhou o alvo (36’) e Platini viu o seu remate ser defendido por Lama (41’).

Descontente com o rumo dos acontecimentos, o seleccionador cabo-verdiano, Lúcio Antunes, lançou Heldon e Djaniny para a segunda parte. E a aposta deu resultado. Logo aos 47’ os tubarões azuis estiveram perto do golo: valeu Manucho Diniz a desviar os remates cabo-verdianos.

Mas, aos 81’, nada travou o golo do empate. Fernando Varela aproveitou uma falha do guarda-redes angolano e restabeleceu a igualdade. Num final emocionante, Heldon vestiu a pele de herói: o avançado do Marítimo fez a recarga a um primeiro remate e, aos 90’, apontou o 2-1 para os tubarões azuis.

Com esta vitória, Cabo Verde soma cinco pontos e qualifica-se para os quartos-de-final da CAN 2013. A equipa de Lúcio Antunes passa à próxima fase da competição com os mesmos pontos que a África do Sul. No outro jogo do Grupo A, os anfitriões da prova empataram (2-2) com Marrocos.

El Adoua, avançado do Vitória de Guimarães, adiantou os marroquinos na primeira parte, mas os bafana bafana responderam no segundo tempo: Mahlangu fez o 1-1, antes de Hafidi voltar a dar vantagem a Marrocos. Na recta final, Sangweni estabeleceu o 2-2 que apura a África do Sul em primeiro lugar no Grupo A.

 

Noticia do Público

27
Jun12

FOTOGALERIA , Cova da Moura ao ritmo de Cabo Verde

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População da Cova da Moura divertiu-se no Festival Kolá San Jon, um momento de grande alegria que reúne cabo-verdianos e não só.

Kolá San Jon é um ritual característico das Festas Juninas, festejos tradicionais das ilhas cabo-verdianas de São Vicente e Santo Antão, em honra de São João Baptista, seu santo padroeiro.

 

Na periferia de Lisboa, no bairro da Cova da Moura, os habitantes cabo-verdianos recuperam a tradição do seu país de origem e reproduzem os ritos e os ritmos desta festa num momento de grande alegria, que juntam os moradores de todas as outras nacionalidades.

 

 Veja as imagens dos festejos deste ano, no dia 23 de junho:



Noticia do Expresso

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