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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

05
Dez14

Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros” - TROCA 1 CAFÉ POR 1 LIVRO

olhar para o mundo

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A Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros” em parceria com o Grupo de Jovens Sem Fronteiras de Palmela e da Delta Cafés, lançou a CAMPANHA SOLIDÁRIA “TROCA 1 CAFÉ POR 1 LIVRO” que decorrerá até ao dia 20 de Dezembro de 2014.

Esta Campanha/Projecto tem como objectivo sensibilizar a comunidade para a falta que um simples Livro pode fazer para muitas outras pessoas não só como forma de enriquecimento a nível do saber mas também como forma de as transportar para outros mundos, reais ou mesmo imaginários de uma forma lúdica e descontraída.

A SFP LOUREIROS convida todos os seus associados, amigos e em geral toda a comunidade a colaborar nesta acção de solidariedade. Na troca de 1 livro a SFP LOUREIROS oferece 1 Café DELTA.

A Campanha “TROCA 1 CAFÉ POR 1 LIVRO” pretende obter a doação de 3.000 livros cujo destino será Cabo Verde.

As trocas/entregas decorrem na sede da SFP Loureiros, de 2ª a Sábado das 17h ás 23h.

Contamos com a sua colaboração.

14
Mar13

Dia 2 de Abril - DIA MUNDIAL PARA A CONSCIENCIALIZAÇÃO DO AUTISMO

olhar para o mundo

Azul contra o autismo

 

Neste DIA MUNDIAL PARA A CONSCIENCIALIZAÇÃO DO AUTISMO a Vencer Autismo e a Vencer Autismo Espanha em sinergia com a associação americana AUTISM SPEAKS vamos fazer do mundo um lugar mais azul! =)

Movimento "Ligh It Up Blue" / "Iluminar de Azul" está presenta em todo mundo e consiste em iluminar Câmaras Municipais de azul, monumentos históricos, casas, mas não só edifícios. Deixamos algumas ideias que podem utilizar para ajudar nesta causa de sensibilização do tema autismo:

- Usar roupa azul e perguntar aos seus amigos, colegas de trabalho e escolas para vestir azul também;

- Compre lâmpadas azuis para substituir a iluminação exterior de sua casa ou mais barato compre filtros iluminação azul para cobrir iluminação existente;

- Coloque o seu Facebook e Blog com cores azuis e faça um comentário no seu status "Azul para brilhar uma luz sobre o autismo.";

NA ESCOLA (se é professor ou trabalha numa escola ou faz parte dos encarregados de educação lance o desafio):

- Iluminar a escola de azul!É fácil, basta colocar uma película azul sob as lâmpadas que já iluminam a escola;

- Organizar um concurso de arte sobre o autismo e os melhores desenhos ficarem expostos na escola num lugar de honra;

- Organizar uma festa de beneficência em favor do autismo;

- Pedir a alunos e professores para se vestirem de azul neste dia.

Têm mais ideias? Vamos tornar o dia 2 de Abril ainda mais azul? Aceitam o desafio? 

Com amor,
Vencer Autismo


Retirado do Facebook 

05
Dez12

Isabel Jonet: um caso de subnutrição comunicacional

olhar para o mundo

Acho louvável o trabalho desenvolvido pelo Banco alimentar e por Isabel Jonet. É notável o esforço de pessoas que dedicam parte da sua vida a ajudar quem precisa. Igualmente notável é a generosidade de quem responde ao apelo e, na medida das suas possibilidades, contribui para reduzir a velocidade a que esta chaga social tem alastrado. Não consigo conceber que alguém, podendo contribuir, consiga ignorar os sacos de plástico a abanar nas mãos dos voluntários, virando a cara ou inventando uma desculpa. Mesmo que a desculpa seja Isabel Jonet.

 

Não fui dos que acorreu a queimar na fogueira a senhora Jonet quando esta decidiu falar de bifes, copos de lavar os dentes, concertos de rock e radiografias. Achei o discurso algo apatetado mas, para ser sincero, não ouvi nada que pudesse justificar a verdadeira intifada que se iniciou contra a senhora. Tudo espremido, na minha modesta opinião, até tinha algum sumo de verdade. Acho mesmo que durante muito tempo nos habituámos todos enquanto país, a viver acima das nossas possibilidades.

 

Todavia, não posso concordar com a resposta que a senhora Jonet deu ontem ao jornal Correio da Manhã quando lhe foi pedida uma análise aos muitos "casos de crianças que chegam à escola com fome". Disse: " É inexplicável. Deve-se, em parte,  à não responsabilização e falta de tempo dos pais. Sem o pequeno almoço, os alunos não podem ter rendimento escolar (...)"

 

Pois, sem usar a cabeça também não vale a pena abrir a boca e responder seja ao que for. Normalmente corre mal. E quer-me parecer que, apesar das muitas virtudes da senhora Jonet, é um caso de subnutrição ao nível comunicacional. Concedo-lhe o facto de existirem, certamente, casos como os que aponta. Há gente para tudo. Mas generalizar, apontando a irresponsabilidade dos pais pela fome que os filhos sentem é, no mínimo, indecoroso.  Pais que 'não têm tempo' para alimentar os filhos dificilmente pode ser considerados pais. Progenitores, talvez.

 

O que sentirão os PAIS (aqueles que dariam a vida para que os filhos tivessem sempre o que comer) ao lerem uma coisa deste género? Será que a senhora Jonet não consegue levantar voo do 'poleiro' e ver a floresta? No meio de tantas toneladas de arroz, massa e enlatados, não consegue perceber que preside uma instituição que luta contra a fome precisamente porque a fome e miséria são uma triste realidade? Não andamos aqui todos a ajudar os donos dos hipermercados, certo? Há crianças com fome, ou não?

 

Segundo li, a recolha do Banco Alimentar foi um "sucesso extraordinário". Óptimo, fico feliz por ter corrido bem e espero que sempre assim seja (e sempre com o meu contributo, com ou sem declarações infelizes). Mas devo confessar que para mim "um sucesso extraordinário" seria, num país dito desenvolvido, não ser necessário a tantos portugueses dependerem da existência de uma recolha de alimentos para sobreviver.O êxito desta campanha é um sinal claro de fracasso da nossa sociedade. 


PS: E se o Estado entregasse ao Banco Alimentar a totalidade do valor do IVA cobrado sobre os produtos que compramos para ajudar nesta recolha, não seria interessante? De quantos milhões estariamos a falar? E se os proprietários dos hipermercados doassem ao Banco Alimentar parte dos lucros obtidos na venda destes produtos? Fica a sugestão.

 

Retirado de 100 Reféns

09
Out12

Trabalho sexual é trabalho

olhar para o mundo
“Trabalho sexual é trabalho” é o mote do vídeo da campanha que é apresentada esta terça-feira
“Trabalho sexual é trabalho” é o mote do vídeo da campanha que é apresentada esta terça-feira (DR)

É apresentada como sendo a primeira campanha anti-discriminação sobre trabalho sexual em Portugal e foi concebida por associações e pessoas que trabalham na chamada indústria do sexo.

 

Um vídeo mostra depoimentos de homens e mulheres — uma prostituta, um stripper, uma operadora de linha erótica... Falam da sua actividade, do que valorizam, do que lamentam. O que lamentam? Não ter reforma, diz uma.

“Trabalho sexual é trabalho” é o mote do vídeo da campanha que é apresentada esta terça-feira em conferência de imprensa, em Lisboa, pela Rede sobre Trabalho Sexual, da qual fazem parte uma série de organizações. Entre elas, estão a Obra Social das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor, que trabalha com prostitutas em Lisboa, o Grupo Português de Activistas sobre Tratamentos de VIH/SIDA (GAT), ou a Liga Portuguesa Contra a Sida. 

O PÚBLICO falou com Sara Trindade, 28 anos, coordenadora da campanha, membro do GAT, e com Rodrigo, 26 anos, acompanhante — é assim que Rodrigo define o que faz quando vai ao centro de saúde, mas nem sempre corre bem: “Se chego a uma consulta e digo que sou trabalhador sexual dizem-me que não pode ser, não podem pôr lá isso [no impresso] e tenho que inventar.”

Rodrigo sente-se discriminado. Por ter que “inventar”. Por não ter acesso a uma baixa se for preciso. Mostra-se ofendido quando se lhe pergunta se está consciente de que ver a sua profissão reconhecida implicaria perder parte do rendimento para o Estado. “Alguém se sente prejudicado por pagar Segurança Social sabendo que vai ter direito a uma reforma?”

Este é apenas um exemplo de como a falta de reconhecimento do trabalho sexual como trabalho tem impacto na vida das pessoas, explica Sara Trindade. “Se muitas trabalhadores do sexo não assumem, não dizem que o são, no centro de saúde, ao seu médico, o acompanhamento que estas pessoas têm não corresponderá, provavelmente, às suas necessidades.”

A campanha “Trabalho sexual é trabalho” pretende contribuir para contrariar “o estigma que recai sobre quem faz trabalho sexual”, continua — porque o estigma tem “um impacto negativo nas condições de trabalho, na saúde, na segurança”.

É também preciso que quem trabalha na indústria do sexo deixe de ser visto como vítima, defende ainda Sara Trindade: “O que queremos mostrar é que há, no universo de pessoas que fazem trabalho sexual, muitas que seguem o seu livre arbítrio, sem estarem sujeitas a coacção.”

Mesmo no meio da prostituição, é isso que as associações que trabalham no terreno encontram? “Há muito o estereótipo do proxeneta mas não é isso que encontramos no terreno, esses casos são residuais.”

Rodrigo, que colabora com o GAT dando formação na área da prevenção a outros trabalhadores do sexo, não sabe se ser acompanhante é o que quer fazer para o resto da vida, mas garante que, neste momento, é uma escolha.

Para já, a Rede não reclama alterações à legislação. Mas até ao final do ano emitirá recomendações. Sara Trindade fala de alguns modelos que considera interessantes. “Na Nova Zelândia, por exemplo, as pessoas estão inscritas como profissionais, podem negociar com os donos dos bordéis questões relacionadas com o assédio sexual — quais os limites do que fazem e do que não fazem. E podem aceder a serviços de mediação governamentais. Em Portugal, apesar da não criminalização da prostituição, existe uma relação pouco favorável com as autoridades. O reconhecimento de profissão por parte das diferentes entidades públicas facilitará o reporte de situações de violência sobre os trabalhadores do sexo e a sua protecção legal.” 

O vídeo, no qual participam actores e pessoas que trabalham na indústria do sexo, circulará nas redes sociais e em sites de Internet. Em curso, diz, estão negociações com uma estação de televisão. Constituída por organizações não governamentais, falta-lhe verbas para suportar os custos da publicidade.

 

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