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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

29
Jan14

Carta de uma filha lésbica ao pai milionário e inconformado

olhar para o mundo

Carta de uma filha lésbica ao pai milionário e inconformado

Cecil Chao, um multimilionário de Hong Kong, oferece 90 milhões de euros ao homem que conseguir conquistar o coração da sua filha.

 

O que faria se fosse uma mulher lésbica e felizmente casada e o seu pai oferecesse dinheiro a um homem para a convencer a casar-se com ele? Gigi Chao escreveu uma carta: “Irei sempre perdoar-te por pensares como pensas porque te conheço e sei que estás a fazer isto a pensar no meu bem. Mas no que diz respeito a relações afectivas, as tuas expectativas não são coerentes com a minha realidade”.

 

A carta aberta ao pai foi publicada na terça-feira nos dois principais jornais de Hong Kong, a região da China onde moram Gigi e o pai, Cecil Chao, o empresário do imobiliário e da construção de navios multimilionário inconformado com a opção sexual da filha. Em Abril de 2012, quando Gigi se casou em França — os casamentos gay não estão legalizados em Hong Kong e só desde 1991 a homossexualidade foi descriminalizada —, com a namorada, Sean Eav, o pai deu um passo arriscado. Ofereceu dinheiro ao homem que conseguisse casar-se com a filha.

 

Na semana passada, Cecil Chao ofereceu 90 milhões de euros, duplicando o valor inicial do que diz ser “um dote”. “Não me interessa se [o homem] é rico ou pobre. A minha única preocupação é que tenha bom coração”, disse o pai aoSouth China Morning Post. Antes, já tinha sugerido que Gigi gostava de mulheres porque não lhe tinha aparecido um homem aceitável. “Do que ela precisa é de um bom marido.”

 

Cecil, de 77 anos, explicou que não quer obrigar a filha a casar-se com um homem escolhido por ele. Os jornais de Hong Kong dizem que chegou a fazer entrevistas a homens candidatos (apareceram 22 mil interessados), e que duplicou o "dote" porque o tempo está a passar sem progressos.

Se nas primeiras declarações Cecil parecia não aceitar a sexualidade da filha, as que fez agora, nas vésperas de aumentar a "recompensa", têm uma leitura dúbia. "Não quero interferir na vida privada da minha filha. Mas desejo que tenha um bom casamento e que tenha filhos e que herde os meus negócios", disse o pai.

Gigi, numa entrevista recente, também levantara a possibilidade de poder existir um homem na vida dela, caso ela se desse bem com ele e este doasse "muito" dinheiro à organização de caridade dela. "E desde que ele não se importasse que eu já fosse casada", disse, revelando ainda que recebeu muitas chamadas telefónicas de homens que resumiam a conversa a uma frase: "Quero tornar-me milionário".

 

Os 90 milhões de euros fizeram Gigi reaparecer nas capas dos jornais chineses, europeus, americanos, pelas razões erradas. E a empresária decidiu que já bastava. Não quer ver o seu casamento tratado como um fait divers e em textos que nem sempre têm o melhor dos tons. A mulher, empresária de 33 anos (e socialite, é figura habitual das festas de Hong Kong e não só), decidiu responder ao pai.

 

Já tinha feito declarações, antes da carta. Esta, por exemplo: “Eu sei que ele me ama, mas é de outro tempo e é-lhe difícil perceber a questão LGBT [lésbicas, gays, bissexuais e transgénero]. Quando estamos a trabalhar, trabalhamos, quando estamos em casa, abraçamo-nos e dançamos... concordamos em discordar na questão do que é um casamento e uma família”, disse Gigi.

 

statu quo que pensara ter atingido, porém, não existia e os 90 milhões de euros vieram provar que Cecil Chao não o aceita e não desiste.

 

Gigi Chao ignorou as opiniões nos media — houve quem acusasse o pai de estar a vender a filha. Ultrapassou a palavra “dote”, de que não gostou: “Estou preocupada com a utilização da palavra num país asiático, quando é sabido que os ‘dotes de morte’ constituem um problema de direitos humanos na Índia”. (Anualmente morrem na Índia centenas de mulheres recém-casadas, assassinadas pelos maridos ou família destes — outras cometem suicídio devido aos maus tratos — que pretendem ficar com os dotes mas não com a mulher.) E, na carta, volta a deixar claro que gosta do pai.

 

Nem sequer lhe pede para aceitar a sua mulher. “Não espero que sejam bons amigos.” Apenas deseja que o pai trate Sean Eav “como um ser humano normal e que merece ser tratado com dignidade” — “Isso significaria tudo para mim.” "Amo a minha parceira, Sean, que me trata bem, cuida de mim, certifica-se de que me alimento, de que tomo banho todos os dias e de que estou confortável, e que em geral faz de mim uma rapariga feliz. Ela é parte da minha vida e eu sou uma pessoa melhor por causa dela."

 

Também pede desculpa ao pai por, de alguma forma, o ter levado a pensar que se casara com uma mulher por não existirem “homens bons e dignos em Hong Kong”. Não é disso que se trata, tenta dizer-lhe. “Irei sempre perdoar-te por pensares como pensas”, escreve Gigi Chao, que por conhecer o pai deixa também a ideia de que um dia, mais longínquo do que próximo, talvez Cecil entenda a homossexualidade e esta filha (tem três, de mulheres diferentes com quem viveu ou namorou mas com quem nunca se casou). Diz que “há muitos bons homens”, só “não são” para ela, e despede-se: “Pacientemente tua”, Gigi.

 

Retirado do Público

23
Mai13

Os meus pais não são gays

olhar para o mundo

Os meus pais não são Gays

Uma criança só quer amor. Não lhes interessa se é de um homem ou uma mulher. O importante é mesmo ser amado. É ter alguém que lhes oriente para a vida

Para começar devo deixar bem claro que sou um indivíduo instável emocionalmente. Algo que, verdade seja dita, não deve estranhar a quem lê os meus artigos. Além disso defendo coisas incrivelmente absurdas como a liberalização das drogas, do aborto ou da adopção de crianças por quem quer que seja independentemente das suas orientações sexuais.

 

Tenho amigos homossexuais. Pior, e como se ainda isso não bastasse — como portuense —, sou um apaixonado pelo Sport Lisboa e Benfica (já agora os parabéns à malta do Futebol Clube do Porto por mais um campeonato). Ou seja, tenho sérios problemas ao nível do foro psicológico.

 

A culpa, essa, é dos meus pais. Eles são, segundo os muitos psiquiatras e psicólogos que tenho consultado, a causa para todos os meus distúrbios mentais. Tudo porque são heterossexuais.

 

Como vocês também eu fiquei confuso. Vou tentar explicar de forma simples o porquê.

 

Pelos vistos o facto de, até à fase adulta, a minha mãe me ter dado demasiado carinho — abraços constantes, beijos e elogios à minha pessoa (físicos e intelectuais) — era visto por mim como uma espécie de “sedução”. Achava eu, na confusão dos meus pensamentos, que ela tinha segundas intenções. Coitado de mim…

 

Depois era a cena com o meu pai. Muitas actividades físicas (agricultura e desporto) com suor à mistura. Gajos em tronco nu a despejarem água pelo corpo… Mas o verdadeiro pânico era quando ele entrava na casa-de-banho como a vida o trouxe ao mundo. Felizmente nunca foi homem de muitos abraços. O que me deixava mais aliviado. Agora penso de outra forma…

 

Para concluir, a resposta de um psiquiatra de renome internacional: “Pá, Jorge, se tivesses sido criado por um casal de gays eras uma pessoa perfeitamente normal (quero dizer gajos e gajas)”. E eu: “Ora então porquê?”. E diz-me ele: “Não é óbvio? Eles e elas já o fazem uns com os outros. Não têm dúvidas. E sabem que se forem demasiado afectuosos com uma criança o mundo lhes cai em cima. Logo controlam as suas emoções (não o deveriam fazer). Ou seja, nunca terias estes problemas. Não te parece lógico?”.

 

Não. Claro que não. Até me soa a pura estupidez.

 

E agora falando a sério. Uma criança só quer amor. Não lhes interessa se é de um homem ou uma mulher. O importante é mesmo ser amado. É ter alguém que lhes oriente para a vida. Que os faça perceber qual a diferença entre bem e mal. Que os ensine a ser uma boa pessoa. A respeitar os outros. A ser íntegro. A amar. A ser correcto. Os meus pais fizeram isso. Mas se ambos fossem homem ou mulher fariam o mesmo. Não tenho dúvidas disso.

 

O que realmente importa é o amor que se dá e a educação. É o criar as condições para que uma criança cresça saudável e feliz. A parte da sexualidade só vem depois. E é sempre detalhe.

 

Eu não sei qual é a história de pessoas como a Isabel Pegado, a Maria Teresa Alves e muitos outros da mesma corrente ideológica. Mas incomoda-me a opinião desta gente. Tanto mais quando estão sempre a falar dos países do Norte da Europa como um exemplo a seguir em termos democráticos, económicos e sociais. Mas será que eles alguma vez pensaram que aqui se copula livremente, aborta e se é LGBT sem problema? Que se tem filhos ou se adoptam crianças independentemente do género? Ou só algumas coisas dos ditos países “desenvolvidos” é que interessam?

 

Ou são eles, como algumas pessoas que conheço, defensores daquele ditado do “olha para o que digo e não para o que faço?”. Pessoas, essas, que votaram contra a Lei da Interrupção Voluntária da Gravidez apesar de terem filhas e filhos que realmente abortaram. Tudo, diziam eles, porque era escolha dos miúdos e não a “nossa convicção”. Mas pagaram e o resto é treta.

 

Resumindo: hipocrisia. Mas é disso que o nosso Portugal social ainda vive. Ainda estamos muito presos à moralidade do antigo regime. Uma pena.

 

A terminar duas questões para quem tem dúvidas sobre escolhas sexuais: os gays nascem de onde? São todos filhos de homossexuais?

 

Retirado do P3

06
Fev13

Deputados britânicos aprovam casamento entre pessoas do mesmo sexo

olhar para o mundo

Deputados britânicos aprovam casamento entre pessoas do mesmo sexo

A Câmara dos Comuns aprovou o casamento gay por 400 votos a favor e 175 contra. A lei é para entrar em vigor na Inglaterra e no País de Gales, uma vez que na Escócia e na Irlanda do Norte os respetivos parlamentos têm autonomia. A proposta ainda voltará a ser debatida na Câmara dos Comuns e terá de ser aprovada pela Câmara dos Lordes.

Poucos dias depois da aprovação do casamento gay em França, a Câmara dos Comuns (câmara baixa do parlamento britânico) aprovou, nesta terça-feira, o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

 

O projeto de lei permite o casamento civil, deixando às diferentes confissões religiosas a opção de o celebrarem ou não, exceto para a Igreja Anglicana em que o casamento gay continuará a ser ilegal.

 

A proposta de casamento gay foi aprovada pelos partidos trabalhista e liberal e dividiu os conservadores – 139 votaram contra e 132 votaram a favor. A proposta contou, no entanto, com o apoio do líder do partido conservador e primeiro-ministro, David Cameron.

 

Nick Robinson, analista de política da BBC, considerou que "Cameron quer que o seu governo seja lembrado por uma grande mudança social” e não apenas pela brutal austeridade.

 

Prevê-se que o casamento gay seja aprovado na Câmara dos Lordes, face à elevada votação na Câmara dos Comuns.

 

Segundo a BBC, a exceção em relação à Igreja Anglicana, em que o casamento gay continuará a ser ilegal, é uma cedência perante a oposição do Arcebispo da Cantuária e o temor de alguns párocos de poderem ser processados por casais homossexuais anglicanos que se sentirem discriminados.

 

Retirado de Esquerda Net

12
Dez12

De onde vem a obsessão pela virgindade?

olhar para o mundo

De onde vem a obsessão pela virgindade?Angela Bismarchi. (Foto: AgNews)

 

Esses dias vi uma notícia falando sobre o casamento de Angela Bismarchi. Legal, ela vai casar. Mas as coisas não pararam por aí. O texto falava não só sobre o casamento mas dizia que o vestido branco tinha um motivo de ser.

 

Aí lembrei de todo aquele papo de que Angela fez a reconstrução do hímen. Segundo ela, para dar "de presente" ao marido. Segundo a imprensa, ela ainda não estreou a novidade e isso só vai acontecer depois do casamento.

 

E esse é o momento em que a história entra num mundo encantado que não faz sentido nenhum. Por que raios um homem sente tesão em desvirginar uma mulher? E por que uma mulher quer ser virgem mais de uma vez?

 

Essas são só algumas das perguntas que pairam na cabeça, mas o mais assustador é que a perda da virgindade está ligada a dor, sofrimento e, ok, encontro do verdadeiro amor. Mas encontrar o verdadeiro amor não precisa ter essa conotação sexual, precisa?

 

Nossa sociedade está cada vez mais maluca, sem sentido e apega em coisas um tanto quanto estranhas. Na minha cabeça, ser virgem não faz a mulher mais apaixonada, não garante um relacionamento feliz ou um sexo delicioso.

 

A espera pelo sexo depois do casamento pode acontecer — e diversos casais não-virgens apostam numa pausa para apimentar as coisas -, mas pra que burlar as coisas?

 

Além disso, a busca por um hímen, uma aparência cada vez mais jovem, curvas como a de uma criança e o fetiche "menininha sexy" tornam nosso mundo cada vez mais estranho e assustador.

 

Há algum tempo ganhei um hímen artificial de um sex shop. Quando ele rompe, libera uma tinta vermelha. Confesso: ainda não tive coragem de usar.

 

Você reconstruiria seu hímen? Acha que é uma prova de amor?


Retirado de Preliminares

26
Nov12

Estava casado há 19 anos quando descobriu que a sua mulher tinha sido um homem

olhar para o mundo

a mulher tinha sido um homem

Imagem de aqui


Ao fim de 19 anos de casado, um belga descobriu que a sua mulher indonésia tinha nascido homem e fizera uma operação para mudar de sexo. Agora quer avançar para o divórcio.


O homem, apenas referido por Jan, casou com Mónica em 1993, mas só há poucas semanas descobriu que a sua mulher indonésia tinha originalmente nascido como homem e mais tarde feito uma operação para mudar de sexo. "Senti-me como se tivesse sido assaltado", contou ao jornal belga "Het Nieuwsblad".

 

"Trouxe-a para a Bélgica e não foi fácil devido às questões legais com a imigração. Os tribunais belgas tiveram grandes dúvidas acerca da autenticidade da sua certidão de nascimento e em relação à sua identificação, mas acabaram por aceitá-los. Eu pensei que ela era uma mulher, muito atraente até, porque não tem qualquer traço masculino que indicasse o contrário", diz Jan, de 64 anos, adiantando que ele e Mónica decidiram não ter filhos porque ele já tinha dois do seu primeiro casamento. Jan afirma que ela o enganou durante todo este tempo, fingindo que estava com a menstruação, como uma mulher normal, e que mesmo durante o ato sexual não notou nada de estranho.

 

Segundo avança o jornal britânico "The Telegraph", durante vários anos viveram uma vida normal e Mónica, de 48 anos, dava-se muito bem com os seus filhos, até que o casamento começou a ter problemas quando ela arranjou um emprego a tempo inteiro. "Monica mudou muito", diz Jan, adiantando que o seu filho mais velho a via muitas vezes "em clubes noturnos" e que começou a usar roupas mais provocantes. "Quando um amigo meu me disse que Monica era um homem que tinha mudado de sexo não quis acreditar, mas o meu filho também tinha ouvido rumores semelhantes", revela.

 

Quando Jan decidiu confrontar Mónica com esses rumores, ela confessou que tinha nascido rapaz e que mais tarde se tinha submetido a uma operação para mudar de sexo, mas como agora era uma mulher, não tinha de estar a falar do seu "outro passado".

 

Com essa confissão, "o meu mundo desabou", lamenta Jan, que passou a ser seguido por um psiquiatra após a descoberta e tenta agora obter o divórcio de Mónica junto dos tribunais belgas.

 

Noticia do DN

03
Jul12

Uma vida sexual nova depois do casamento

olhar para o mundo

Uma vida sexual nova depois do casamento

Algumas pressões psicológicas que tendem a aparecer após a união podem resultar em problemas sexuais para o casal

 

A passagem para uma vida a dois traz consigo algumas modificações na vida sexual de um casal. O matrimónio é um marco, não só em termos afetivos como também sexuais. Nos tempos que correm, muitos pares mantêm uma vida íntima ativa, durante anos, antes de darem este passo. Mas, ainda assim, quando se casam, e já se conhecem bem sexualmente, algumas pressões psicológicas tendem a aparecem e a resultar em problemas sexuais.

 

A pressão de uma boa performance sexual aumenta depois do casamento. Enquanto são solteiros, os membros do casal têm presente que, se algo correr mal, podem sempre terminar o namoro e partir para um novo relacionamento. Após a união, outros valores  – e interesses – se levantam e já é mais complicado dar o assunto por acabado. Depois, há que contar ainda com os pressupostos de lealdade e fidelidade, com que nem todos são capazes de lidar e que podem ser um foco de grande pressão (e tensão) para alguns homens e mulheres.

 

Iniciativa privada


A vontade de se ter relações sexuais num determinado momento não ocorre, de um modo geral, aos dois parceiros em simultâneo. Essa é uma decisão que envolve “negociações” e, na maior parte das vezes, a iniciativa é tomada de forma indireta, por exemplo, com a sugestão de um banho ou uma sesta. Para evitar a rejeição, muitos casais optam por clarificar o momento, combinando dias específicos da semana. Apesar de, hoje em dia, a mulher ter um papel ativo na relação sexual,  é o homem que toma mais vezes a iniciativa: apenas cerca de 20% das mulheres dá o primeiro passo na cama. Estes dados podem significar que o homem compreende melhor a (“tradicional”) rejeição da parceira, ao passo que esta, mais defensiva, encara a recusa do homem como uma ofensa pessoal, ou seja, ele não está interessado nela como mulher.

 

Quantidade e qualidade


Uma das dúvidas que se colocam ao casal é a frequência com que será “normal” fazerem sexo. Com o passar do tempo, é natural que a relação sexual vá sofrendo alterações no capítulo da frequência. Apesar da falta de dados sobre o assunto, sondagens apontam para que, após o casamento, um par na casa dos 20 anos, faça amor, em média, três vezes por semana. Depois, a frequência vai baixando com a idade. Mas atenção: um estudo norte-americano revelou que, entre casais na casa dos 50 anos, a frequência era ainda de uma vez por semana. Existem, obviamente, grandes variações. O mesmo estudo dava conta de uma pequena percentagem de pares que não tinha tido relações sexuais nos 12 meses anteriores. E porque a qualidade também é importante, a mesma sondagem incluía uma pergunta sobre quanto tempo os casais dedicavam ao ato amoroso: apenas 9% fazia amor durante mais de uma hora, contra 16% que não ultrapassava os 15 minutos.

 

Vencer a rotina


Muitas são as razões que podem estar na origem de uma quebra na frequência de relações sexuais entre os casados. É natural que, à medida que a outra pessoa seja mais familiar, seja menor a excitação. E para agravar a situação, com os dois parceiros a trabalharem, não é fácil conjugar a vida familiar – e íntima – com a profissional. Cabe aos casais tomarem medidas para vencerem a rotina e o aborrecimento na cama.

 

Retirada de Activa

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