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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

12
Mai17

ÚLTIMAS SESSÕES de BOLERO

olhar para o mundo

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de José Carretas e Manuel Cintra 

encenação de Frederico Corado

Centro Cultural do Cartaxo

 

ÚLTIMAS SESSÕES

12 e 13 de MAIO às 21.30 

 

 

Depois do fim de semana de estreia com uma excelente recepção da parte do público e da crítica, "Bolero" faz as suas últimas duas sessões no Centro Cultural do Cartaxo. 

O grande texto de José Carretas e Manuel Cintra sobre Lisboa nos anos 50 e as personagens que a habitavam nos encontros de uma cidade povoada de sombras é a próxima estreia da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo em Maio. 

 

Num Portugal dos anos 50, dominado pelo medo e pela opressão, Cesário hesita entre cumprir o serviço militar obrigatório ou arriscar a fuga para um exílio forçado. No dia em que não pode adiar mais a decisão, Cesário, desde o café da manhã até ao último copo da noite, com os amigos, vai-se cruzando com as personagens que, de um modo ou de outro, fazem parte da sua vida e da sua Lisboa. A cada encontro, Cesário vai ficando mais indeciso: o medo de uma guerra que mata a razão ou o medo de um exílio que mata o coração? Entre dois medos, qual escolher? E será que Cesário ainda vai a tempo de escolher, ou o medo já escolheu por ele?

 

A 20ª produção da Área de Serviço, com encenação de Frederico Corado é este grande texto de José Carretas e Manuel Cintra um texto carregado de força, poesia e História.

 

27
Abr17

BOLERO no Centro Cultural do Cartaxo

olhar para o mundo

bolero.jpg

 

 

BOLERO

de José Carretas e Manuel Cintra 

encenação de Frederico Corado

Centro Cultural do Cartaxo

 

ESTREIA A 5 de MAIO - às 21.30h

Dias 5, 6, 12, 13 de Maio às 21.30 

Dia 7 de Maio às 16.00 

 

20 anos depois da sua estreia absoluta no Centro Cultural de Belém, “Bolero” volta a ser levado à cena, desta vez no Cartaxo!

O grande texto de José Carretas e Manuel Cintra sobre Lisboa nos anos 50 e as personagens que a habitavam nos encontros de uma cidade povoada de sombras é a próxima estreia da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo em Maio. 

 

Num Portugal dos anos 50, dominado pelo medo e pela opressão, Cesário hesita entre cumprir o serviço militar obrigatório ou arriscar a fuga para um exílio forçado. No dia em que não pode adiar mais a decisão, Cesário, desde o café da manhã até ao último copo da noite, com os amigos, vai-se cruzando com as personagens que, de um modo ou de outro, fazem parte da sua vida e da sua Lisboa. A cada encontro, Cesário vai ficando mais indeciso: o medo de uma guerra que mata a razão ou o medo de um exílio que mata o coração? Entre dois medos, qual escolher? E será que Cesário ainda vai a tempo de escolher, ou o medo já escolheu por ele?

 

A 20ª produção da Área de Serviço, com encenação de Frederico Corado é este grande texto de José Carretas e Manuel Cintra um texto carregado de força, poesia e História.

 

Quando em 1997, Frederico Corado acompanhou os ensaios de “Bolero” no Centro Cultural de Belém com a intenção de realizar um documentário sobre o processo de ensaios estava longe de imaginar que 20 anos depois iria ser ele próprio a levar a sua versão a palco no Cartaxo. 

 

Com Gabriel Silva, Vânia Calado, André Diogo,  Carlos Ramos, Carolina Seia Viana,  Ana Rita Oliveira,  João Nunes, João Vitor, Sara Xavier, Frederico Corado, Mauro Cebolo, Tomás Formiga, Sara Margarida, Norberto Nunes, Luis Silva, João Paulo, Mário Júlio, Cátia Nogueira, Sara Inês, Inês Custódio, António Calado, Beatriz Devesa e Daniela Ramos,

 

Encenação: Frederico Corado | Texto: José Carretas e Manuel Cintra | Música Original: Fernando Mota e Gonçalo Pratas | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Desenho ao vivo : Carlos Ouro | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |

 

Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Central de Cervejas | Água de Luso | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros

 

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal

Teatro . M/12

Bilhetes: 5€ 

Info e reservas:

CCC - 243 701 600 

Área de Serviço - 914 338 893 

ou centroculturalcartaxo@gmail.com | areacartaxoreservas@gmail.com

29
Mar17

Centro Cultural do Cartaxo - Morto, mas pouco

olhar para o mundo

mortomaspouco.jpg

 

“Morto, Mas Pouco!” já este sábado!

Comédia sobre a morte e os nossos medos de a enfrentar estreia dia 1

Dias 1, 7 e 8 de Abril às 21.30 | Dia 2 e 9 de Abril às 16.00

 

A comédia “Morto, Mas Pouco!” produzida pela Área de Serviço para comemorar o seu quinto ano estreia já este sábado! Este espectáculo de criação colectiva sobre a morte e os nossos medos de a enfrentar promete pôr todos a olhar para a morte e os seus rituais de uma forma que não a mais habitual.


​Perante a evidência de um facto para todos indiscutível: a sua própria morte, Alberto Trocato recusa-se a ocupar o lugar de honra na grande encenação que é o seu funeral - dentro do caixão. Morto, mas pouco, ele insiste em que o seu lugar é neste mundo, deitando por terra todas as convenções, pondo todos loucos à sua volta e instalando o caos em redor de um caixão vazio.

Só que estas coisas não são exactamente como nós queremos e um morto, quer esteja morto, ou não, só tem um lugar: o caixão!

E agora, Trocato, como é?

Baseado nas diversas representações da morte no teatro e no cinema, este espectáculo é uma divertida comédia que celebra os cinco anos de existência da Área de Serviço numa metáfora que nos dá que pensar e que nos faz rir muito.

Frederico Corado leva à cena no Centro Cultural do Cartaxo este espectáculo num ano em que se celebram cinco anos de vida da Área de Serviço e reúne no elenco deste “Morto, Mas Pouco!” elementos dos vários elencos das peças que foram sendo feitas nos últimos cinco anos bem como alguns estreantes. 

Com Gabriel Silva, Vânia Calado, Sara Inês, Maria José Cerqueira, Marta Cabete, Carolina Seia Viana, Virginia Teófilo, João Vitor, Ana Rita Oliveira, Luis Silva, Mário Júlio, Aureliana Campanacho, Amélia Martins, Joana Pinheiro, António Calado, Carolina Parente, Beatriz Devesa, Jeanine Steuve, Sara Margarida, Mauro Cebolo, Cátia Nogueira, Maria Ramalho e Norberto de Sousa

Encenação: Frederico Corado | Texto: Criação colectiva | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |

Apoios: Casa das Peles | Crédito Agricola| J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Central de Cervejas | Água de Luso | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal

Teatro . M/12

Bilhetes: 5€ 

 

16
Mar17

MORTO, MAS POUCO! - encenação de Frederico Corado no Centro Cultural do Cartaxo

olhar para o mundo

mortomaspouco.jpg

 

 

MORTO, MAS POUCO!

encenação de Frederico Corado

Centro Cultural do Cartaxo

 

ESTREIA A 1 de ABRIL - às 21.30h

Dias 1, 7 e 8 de Abril às 21.30 

Dias 2 e 9 de Abril às 16.00 

 

​​Não, não é mentira, é já dia 1 de Abril que a Área de Serviço começa as comemorações do seu quinto ano com a estreia de um espectáculo de criação colectiva sobre a morte e os nossos medos de a enfrentar.

Perante a evidência de um facto para todos indiscutível: a sua própria morte, Alberto Trocato recusa-se a ocupar o lugar de honra na grande encenação que é o seu funeral - dentro do caixão. Morto, mas pouco, ele insiste em que o seu lugar é neste mundo, deitando por terra todas as convenções, pondo todos loucos à sua volta e instalando o caos em redor de um caixão vazio.

Só que estas coisas não são exactamente como nós queremos e um morto, quer esteja morto, ou não, só tem um lugar: o caixão!

E agora, Trocato, como é?

Baseado nas diversas representações da morte no teatro e no cinema, este espectáculo é uma divertida comédia que celebra os cinco anos de existência da Área de Serviço numa metáfora que nos dá que pensar e que nos faz rir muito.

Frederico Corado leva à cena no Centro Cultural do Cartaxo este espectáculo num ano em que se celebram cinco anos de vida da Área de Serviço e reúne neste “Morto, Mas Pouco!” elementos dos vários elencos das peças que foram sendo feitas nos últimos cinco anos bem como alguns estreantes.

 

Com Gabriel Silva, Vânia Calado, Sara Inês, Maria José Cerqueira, Marta Cabete, Carolina Seia Viana, Mena Caetano, Virginia Teófilo, João Vitor, Ana Rita Oliveira, Luis Silva, Mário Júlio, Aureliana Campanacho, Amélia Martins, Joana Pinheiro, António Calado, Carolina Parente, Beatriz Devesa, Jeanine Steuve, Marco Fernandes, Sara Margarida, João Morgado, Cátia Nogueira, Norberto de Sousa

Encenação: Frederico Corado | Texto: Criação colectiva | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |

Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Central de Cervejas | Água de Luso | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal

Teatro . M/12

Bilhetes: 5€ 

Info e reservas:

CCC - 243 701 600 

Área de Serviço - 914 338 893 

ou

 centroculturalcartaxo@gmail.com | areacartaxoreservas@gmail.com

24
Nov16

Últimas Sessões de "Mar" de Miguel Torga no Centro Cultural do Cartaxo

olhar para o mundo

MARDETORGA.jpg

 

Foi de pé que o público aplaudiu a companhia da Área de Serviço na estreia de “MAR”, e foi o mesmo entusiasmo que se repetiu nos dias seguintes. As opiniões não se fizeram tardar chegar. 

 

No próximo fim de semana serão as duas últimas sessões, dia 26 de Novembro às 21h30 e 27 de Novembro às 16h00.

 

O grande clássico do notável autor português Miguel Torga tem, com esta produção, o digno e merecedor regresso aos palcos nacionais numa produção da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo com encenação de Frederico Corado. 

 

“Mar” é a 17ª produção da Área de Serviço, depois de “Um Marido Ideal”, "O Crime De Aldeia Velha”, “As Alegres Comadres De Windsor”, “Nápoles Milionária”, “Pânico”, “Trisavó De Pistola À Cinta”, “O Inspector Geral”, “8 Mulheres”, “O Dinheiro Não é Tudo na Vida”, “Pouco Barulho”, “Autópsia de Um Crime”, ou “A Princesa de Galochas”. 

 

“Mar” encenado por Frederico Corado, que encenou também as anteriores produções da Área de Serviço no C.C.C., é uma história de pescadores que lutam diariamente pela sua subsistência contra um mar que lhe dá a sobrevivência mas lhe tira a vida.  

 

Esta produção da Área de Serviço reúne o elenco fixo da companhia, assim como um elenco composto por pessoas do concelho do Cartaxo e arredores selecionadas numa audição no espirito já bem enraizado em algumas das nossas produções do chamado “teatro comunitário”, bem como vontades e a colaboração de empresas, lojistas e particulares do Concelho e é o regresso do teatro comunitário que desde “O Escândalo nas Notícias da Noite” não subia ao palco do Centro Cultural do Cartaxo..

 

Quando conhecemos o Domingos, reconhecemos de imediato nele a marca de alguém que é diferente, que transporta em si todas as esperanças daqueles homens de quem Torga diz que “é o mar que os cria é o mar que os leva”. Com Domingos, sentimos que pode ser diferente. E, no entanto, ele é apenas mais um pescador dos que se reúnem na taberna a contar histórias do mar e da vida. Só que Domingos conta histórias diferentes, de sereias e marinheiros que, enfeitiçados pelo seu canto, partiram para não mais voltar. Mas para que quer Domingos saber de sereias e feitiços, se o prende à terra o amor para sempre de Rita? Com casamento marcado para quando regressar de campanha na Terra Nova, Domingos faz-se uma vez mais ao mar. Será a lenda mais forte do que o amor?

 

Ao longo da História do Teatro Português, o “Mar” teve duas produções absolutamente históricas. Em 1958, com estreia no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, a 29 de Abril foi apresentado pelo Teatro Experimental do Porto, numa encenação e arranjo cénico de António Pedro com Dalila Rocha, Alda Rodrigues, Fernanda Gonçalves, Cândida Lacerda, Cândida Maria, João Guedes, Baptista Fernandes, José Pina, Madalena Braga, Ruy Furtado e Vasco de Lima Couto. Anos mais tarde, em 1966, a 5 de Maio, estreava no Teatro Gil Vicente pelo Teatro Experimental de Cascais numa encenação de Carlos Avilez com Luísa Neto, António Feio, na sua estreia no teatro com apenas onze anos, Zita Duarte, Fernanda Coimbra, Mirita Casimiro, Filipe La Féria, Rui Anjos, Manuel Cavaco, Santos Manuel, Serge Farkas, João Vasco, Glicínia Quartin, João Coimbra e Marília Costa.

 

Um grande texto de um dos mais brilhantes autores portugueses a não perder no Cartaxo!

 

SPOT VIDEO: https://www.youtube.com/watch?v=beToHA0kx30 

 

Com Carolina Seia Viana, Mário Júlio, Vânia Calado, Rosário Narciso, Ana Ribeiro, Sara Xavier, Gabriel Silva, Tomás Formiga, Carlos Ramos, António Calado, Miguel Viegas, João Paulo, José Falagueira, Sara Inês, Marta Cabete, Luis Silva, João Vitor, Carolina Parente, Joana Pinheiro, Jeanine Steuve, Maria José Cerqueira.

Texto de Miguel Torga | Encenação: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Apoios: Câmara Municipal da Nazaré | Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré| Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

 

Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal

Teatro . M/12

Bilhetes: 5€ 

Info e reservas:

CCC - 243 701 600 (quarta a domingo das 15.00 às 22.00)

Área de Serviço - 914 338 893 (segunda a segunda das 9.00 às 23.00) 

ou centroculturalcartaxo@gmail.com | areacartaxoreservas@gmail.com

12
Nov16

"MAR” de Miguel Torga no Centro Cultural do Cartaxo

olhar para o mundo

mardetorga.jpg

 

 

MAR”

 

de Miguel Torga

encenação de Frederico Corado

Centro Cultural do Cartaxo

 

ESTREIA A 18 de NOVEMBRO - às 21.30h

Dias 18, 19 e 28 de Novembro às 21.30 

Dias 20 e 27 de Novembro às 16.00 

 

“MAR”, o grande clássico do notável autor português Miguel Torga regressa aos palcos nacionais como a próxima estreia da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo a 18 de Novembro numa encenação de Frederico Corado. 

 

A 17ª produção da Área de Serviço depois de “Um Marido Ideal”, "O Crime De Aldeia Velha”, “As Alegres Comadres De Windsor”, “Nápoles Milionária”, “Pânico”, “Trisavó De Pistola À Cinta”, “O Inspector Geral”, “8 Mulheres”, “O Dinheiro Não é Tudo na Vida”, “Pouco Barulho”, “Autópsia de Um Crime”, ou “A Princesa de Galochas”, será “Mar”, uma história de pescadores numa aldeia piscatória de Portugal, num texto extraordinário desse grande poeta que é Miguel Torga. 

 

“Mar” encenado por Frederico Corado, que encenou também as anteriores produções da Área de Serviço no C.C.C., é uma história de pescadores que lutam diariamente pela sua subsistência contra um mar que lhe dá a sobrevivência mas lhe tira a vida.  

Esta produção da Área de Serviço reúne o elenco fixo da companhia, assim como um elenco composto por pessoas do concelho do Cartaxo e arredores selecionadas numa audição no espirito já bem enraizado em algumas das nossas produções do chamado “teatro comunitário”, bem como vontades e a colaboração de empresas, lojistas e particulares do Concelho e é o regresso do teatro comunitário que desde “O Escândalo nas Notícias da Noite” não subia ao palco do CCC.

 

Quando conhecemos o Domingos, reconhecemos de imediato nele a marca de alguém que é diferente, que transporta em si todas as esperanças daqueles homens de quem Torga diz que “é o mar que os cria é o mar que os leva”. Com Domingos, sentimos que pode ser diferente. E, no entanto, ele é apenas mais um pescador dos que se reúnem na taberna a contar histórias do mar e da vida. Só que Domingos conta histórias diferentes, de sereias e marinheiros que, enfeitiçados pelo seu canto, partiram para não mais voltar. Mas para que quer Domingos saber de sereias e feitiços, se o prende à terra o amor para sempre de Rita? Com casamento marcado para quando regressar de campanha na Terra Nova, Domingos faz-se uma vez mais ao mar. Será a lenda mais forte do que o amor?

 

Ao longo da História do Teatro Português, o “Mar” teve duas produções absolutamente históricas. Em 1958, com estreia no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, a 29 de Abril foi apresentado pelo Teatro Experimental do Porto, numa encenação e arranjo cénico de António Pedro com Dalila Rocha, Alda Rodrigues, Fernanda Gonçalves, Cândida Lacerda, Cândida Maria, João Guedes, Baptista Fernandes, José Pina, Madalena Braga, Ruy Furtado e Vasco de Lima Couto. Anos mais tarde, em 1966, a 5 de Maio, estreava no Teatro Gil Vicente pelo Teatro Experimental de Cascais numa encenação de Carlos Avilez com Luísa Neto, António Feio, na sua estreia no teatro com apenas onze anos, Zita Duarte, Fernanda Coimbra, Mirita Casimiro, Filipe La Féria, Rui Anjos, Manuel Cavaco, Santos Manuel, Serge Farkas, João Vasco, Glicínia Quartin, João Coimbra e Marília Costa.

 

Um grande texto de um dos mais brilhantes autores portugueses a não perder no Cartaxo!

 

Com Carolina Seia Viana, Mário Júlio, Vânia Calado, Rosário Narciso, Ana Ribeiro, Sara Xavier, Gabriel Silva, Tomás Formiga, Carlos Ramos, António Calado, Miguel Viegas, João Paulo, José Falagueira, Sara Inês, Marta Cabete, Luis Silva, João Vitor, Carolina Parente, Joana Pinheiro, Jeanine Steuve, Maria José Cerqueira.

Texto de Miguel Torga | Encenação: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Apoios: Câmara Municipal da Nazaré | Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré| Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros

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Bilhetes: 5€ 

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