Segunda-feira, 10.06.13

Apple redesenha plataforma móvel e lança novo serviço de música

Apple redesenha plataforma móvel e lança novo serviço de música

iTunes Radio está disponível apenas nos EUA. Empresa mostrou também novos computadores e uma nova versão do OS X.

A Apple redesenhou o sistema iOS, que equipa o iPhone, iPod Touch e iPad, e revelou, numa conferência nesta segunda-feira em São Francisco, o já antecipado iTunes Radio, um serviço para ouvir música gratuitamente, que será rentabilizado pela empresa com anúncios publicitários.

 

O iTunes Radio permite ouvir música em streaming, agrupadas em "estações", que se podem ir adaptando ao gosto do utilizador.

 

Apesar do sucesso do iTunes e do impacto que a loja teve na indústria musical, as tentativas da Apple de criar uma funcionalidade de descoberta social de música não têm tido muito sucesso. O iTunes Radio agora apresentado está integrado com o recente serviço de descoberta de música do Twitter e inclui um botão para comprar as canções directamente. Estará apenas disponível nos EUA, mas a empresa tenciona expandi-lo para outros países.

 

Já o iOS 7, uma das novidades mais aguardadas pelos entusiastas da marca, surge com um visual muito diferente e abdica de alguns dos aspectos estéticos que estavam presentes na plataforma desde o lançamento do iPhone, em 2007.

 

Parte da apresentação enfatizou as novidades estéticas, desenvolvidas sob a supervisão de Jonathan Ive, responsável pelo design de alguns dos mais icónicos produtos da marca. Entre as mudanças, estão novos ícones, transparências, uma nova tipografia. Em alguns aspectos, o sistema aproxima-se da estética do Windows Phone.

Também há mais funcionalidades para serem acedidas a partir do ecrã de bloqueio do telemóvel e a Apple estendeu a possibilidade de multi-tarefa a todas as aplicações, o que significa que o utilizador pode deixar qualquer aplicação a funcionar, enquanto usa outra.

 

Ainda antes de mostrar o novo sistema móvel, o director executivo, Tim Cook, passou vários minutos a sublinhar a fragmentação do sistema Android, que lidera o mercado. Cook notou que há várias versões de Android a serem usadas, argumentando que isso é um problema para os criadores de aplicações.

 

As acções da Apple, que caíram cerca de 37% desde Setembro, mês em que foi apresentado o iPhone 5, estiveram em subida ligeira ao longo de toda a apresentação e, no final, a cotação estava nos 445,62 dólares, uma subida de 0,86% face ao preço de sexta-feira. 

 

Antes, Philip Schiller, vice-presidente de marketing, já tinha subido ao palco para apresentar uma nova linha dos ultra-portáteis Macbook Air, afirmando que a bateria é capaz de durar “o dia inteiro”. De acordo com os dados da empresa, o modelo com ecrã de 11 polegadas tem uma bateria com duração de nove horas, e o modelo de 13 polegadas consegue 12 horas de funcionamento antes de ser carregado. Os dois modelos já estão a ser enviados para o retalho.

 

Schiller mostrou também uma nova linha de Mac Pro, a família de computadores destinada a utilizadores profissionais, tipicamente de vídeo e imagem. Para além da melhoria de desempenho, a apresentação sublinhou o novo design do computador, que ocupa um oitavo do volume do anterior Mac Pro e tem o aspecto de um cilindro preto. O executivo notou também que o computador, que estará disponível até ao final do ano, é montado nos EUA - a Apple tem sido criticada tanto pelas condições de trabalho nas fábricas que contrata na China, como pelo facto de não criar empregos na indústria americana.

 

Foi também mostrada a décima versão do sistema operativo OS X. E a Apple parece ter esgotado a lista de felinos cujo nome pode ser dado a um sistema operativo. O novo sistema chama-se Mavericks, numa referência a um local na Califórnia. É a primeira vez que uma versão do OS X não tem o nome de um felino (a versão 10.0 chamava-se Cheetah e a 10.9, Mountain Lion).

 

O novo sistema traz novas funcionalidades para a gestão de ficheiros, incluindo separadores na aplicação de gestão de ficheiros (o Finder) e a possibilidade de lhes atribuir etiquetas (por exemplo, “importante”, “rascunhos”, “trabalho”, “escola”), permitindo o acesso a todos os ficheiros categorizados com etiqueta, independentemente de onde o utilizador os tenha guardado. De acordo com a Apple, o Mavericks inclui melhorias ao nível do desempenho e do consumo de energia.

 

O novo sistema inclui ainda a aplicação iBooks, que a Apple tinha lançado para os dispositivos móveis, e que permite comprar e ler livros. O browser Safari também surge renovado, com o que a empresa diz serem melhorias de desempenho. O Mavericks estará disponível no Outono.

 

A Apple mostrou ainda uma versão do iWorks (o pacote de aplicações de produtividade da Apple para criar documentos de texto, apresentações e folhas de cálculo) que funciona online, através do browser.

 

Retirado do Público

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Domingo, 18.11.12

Windows 8, o difícil equilibrismo da Microsoft

O Windows 8 foi concebido para ser usado com gestosO Windows 8 foi concebido para ser usado com gestos (Mario Tama/Getty Images/AFP)


O novo Windows caminha na linha difícil de querer servir para quase todos os ecrãs, numa altura em que o mercado dos computadores pessoais, que tornou a Microsoft num gigante, está a enfraquecer. A estratégia tem riscos.

 

Numa prática habitual na Microsoft, o Windows 8 desdobra-se em várias versões: a mais simples (que ainda não está à venda), a intermédia (chamada Pro) e uma terceira para empresas. O Pro pode ser comprado em Portugal por 70 euros e os utilizadores de computadores com Windows 7 podem fazer uma actualização por 15 euros, com vários fabricantes de computadores a reembolsarem este valor.

Para além destas, há o Windows RT, à primeira vista igual ao 8. Foi concebido para ser usado em dispositivos com processadores ARM – isto significa que servirá sobretudo para tablets. Contrariamente ao 8, não permite correr programas desenvolvidos para o Windows anterior. Mas traz um bónus com potencial para cativar utilizadores: uma versão gratuita, e mais limitada, do Office. Só pode ser comprado já instalado em aparelhos.

As experiências do PÚBLICO com o Windows 8 foram feitas, ao longo das últimas semanas, num sistema híbrido: um tablet com ecrã de quase 12 polegadas, que, uma vez montando num suporte e ligado a um rato e teclado, poderia servir de computador, mantendo a funcionalidade de ecrã sensível ao toque.

Modo tablet

Usar o novo Windows num tablet é uma experiência eficaz. A interface é intuitiva e não esconde que foi concebida com a preocupação urgente de ter o Windows finalmente a funcionar de forma satisfatória em ecrãs sensíveis ao toque, algo que a Microsoft esteve anos sem conseguir fazer. Bill Gates já mostrara tablets no início da década e a empresa tinha um sistema para telemóveis lançado em 2000 (o Windows Mobile), mas tanto os esforços num campo como no outro redundaram em fracasso (o Mobile durou dez anos e acabou substituído pelo Windows Phone, cuja chegada relativamente tardia ao mercado ajuda a explicar a pouca expressão nas vendas; nos tablets, a Apple tomou uma folgada dianteira graças ao iPad, com o qual só agora a Microsoft começa a concorrer).

Muito semelhante ao Windows Phone, o novo sistema oferece um primeiro ecrã (chamado ecrã Iniciar) onde é possível navegar por grandes mosaicos coloridos e com ícones estilizados, que servem para lançar as aplicações e também para mostrar informação útil (informação meteorológica, as últimas notícias, os compromissos na agenda) sem ter de abrir a respectiva aplicação.

Os poucos utilizadores do Windows Phone sentir-se-ão em casa e é nesta uniformização da experiência de uso entre os vários tipos de aparelhos – telemóveis, tablets, computadores e equipamentos híbridos – que assenta a delicada estratégia da Microsoft.

A legibilidade e grande quantidade de informação dos mosaicos tornam-nos mais eficazes do que os ícones dos sistemas rivais, o iOS e o Android (o Android também tem as widgets, que podem exibir muita informação sem necessidade de abrir uma aplicação). Em regra, a personalização do ecrã Iniciar é mais flexível do que personalizar os ecrãs de um iPad e mais linear do que as múltiplas opções do Android (que, por vezes, surgem com interfaces variadas, consoante o fabricante do aparelho).

Embora as diferenças de utilização de um tablet com o Windows face aos rivais sejam substantivas, optar pela experiência de utilização de uma das três plataformas será sobretudo uma questão de preferência pessoal.

Porém, o Android e o iOS têm o trunfo de um muito maior número de aplicações. Para além disto, o iOS equipa apenas os iPad, enquanto os Android, tal como os tablets com o novo Windows, estão no mercado num leque vasto de marcas.

Como antigamente

O Windows 8 permite alternar entre a nova interface de mosaicos e uma interface tradicional, facilmente acessível a partir do ecrã Iniciar como se de outra aplicação se tratasse.

Esta interface é semelhante aos anteriores Windows, embora com a já muito notada (e frequentemente lamentada) ausência do menu Iniciar, a que os utilizadores se foram habituando desde o Windows 95 – na verdade, quem não dispensar esta funcionalidade, pode fazer um clique direito no canto inferior esquerdo para fazer surgir um menu com acesso a muitas das funcionalidades do antigo menu.No ambiente de trabalho continua a haver a metáfora das pastas para guardar ficheiros, janelas dos vários programas que podem ser minimizadas numa barra e locais bem conhecidos de quem está habituado ao Windows, como o painel de controlo.

Ao ligar o computador, o utilizador depara-se sempre com o ecrã de mosaicos e nunca com o ambiente de trabalho. É uma das mudanças mais radicais, mas há poucas razões para que a adaptação seja difícil, até porque qualquer aplicação, independentemente da interface em que corra, pode ser lançada a partir de um mosaico.

Por vezes, a convivência entre os dois ambientes é surpreendentemente bem conseguida. Por exemplo, usar o Internet Explorer na nova interface para descarregar uma aplicação que só corre na interface tradicional é um processo simples (já as aplicações para a nova interface têm de ser descarregadas de uma loja própria).

Noutros casos, contudo, os riscos de ter duas interfaces em paralelo fazem-se sentir. Por exemplo, se um utilizador descarregar um browser (como o Chrome, que corre apenas na interface tradicional) e decidir torná-lo o browser padrão, o Internet Explorer da nova interface desaparece estranhamente.

Outros solavancos na experiência surgem porque muitos dos menus e funcionalidades a que se acede com um gesto não estão acessíveis exactamente da forma correspondente quando se usa um rato, o que exige alguma paciência para um processo de tentativa e erro – e, em regra, recorrer aos gestos é mais simples do que utilizar o rato, tornando o sistema menos atractivo quando usado num dispositivo sem ecrã sensível ao toque. Quem pretender apenas a experiência clássica de utilização de um computador e não estiver disposto a passar por uma fase de adaptação, encontrará poucas razões para avançar para o 8.

Curiosamente, usar um sistema misto de tablet e computador significou estar, por vezes, de braço estendido a traçar gestos no ecrã enquanto se usava o rato ou o teclado com a outra mão. No quotidiano, torna-se menos estranho do que a descrição possa fazer crer – o que é um sinal encorajador para o equilíbrio que a Microsoft está a tentar fazer na adaptação a um mundo em que o PC perde importância.

 

Noticia do Público

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Segunda-feira, 22.10.12

Microsoft Windows 8 chega esta semana

O novo Windows é a resposta da Microsoft ao desafio dos tablets

O novo Windows é a resposta da Microsoft ao desafio dos tablets (David McNew/Reuters)

A Microsoft lança esta semana a nova versão do sistema operativo Windows, bem como os tablet Surface, desenhados para concorrer com o iPad. O sistema traz mudanças radicais e a aposta é crítica para a empresa.

Na sexta-feira, o Windows 8 passará a estar disponível para compra. Nesse mesmo dia, a Microsoft fará chegar os Surface às mãos dos primeiros compradores. Já para quinta-feira, a empresa agendou uma grande conferência de lançamento em Nova Iorque.

Em Portugal, a Microsoft tem prevista, também para quinta-feira, uma apresentação em que irá mostrar o sistema operativo, os novos tablets e ainda algumas aplicações portuguesas para o novo Windows (o que inclui uma aplicação do PÚBLICO). Retalhistas como a FNAC, a Worten e a Staples já avançaram este mês com uma campanha de pré-encomenda online do Windows 8.

O Windows 8 traz uma interface completamente redesenhada, com um ecrã inicial de grandes mosaicos coloridos, semelhantes ao que a Microsoft tem no Windows Phone, o sistema que equipa telemóveis. É o primeiro sistema operativo da empresa concebido para ser usado tanto em tablets como em computadores e inclui suporte para toques e gestos, o que abriu caminho para alguns fabricantes desenvolverem computadores com ecrãs que suportam esta funcionalidade.

A mudança é radical face aos anteriores Windows e desaparecem muitos dos menus e lógicas de uso com que os utilizadores do sistema estavam familiarizados. Isto faz com que esta seja uma aposta com riscos para a Microsoft, apesar de o Windows 8 permitir também o uso de uma interface semelhante à tradicional e que é capaz de correr os programas desenvolvidos para a anterior versão do sistema.

Uma “nova era”
Na semana passada, o CEO da Microsoft, Steve Ballmer, classificou a mudança como uma “nova era” e os novos produtos chegarão ao mercado poucos dias depois de a empresa ter comunicado resultados trimestrais abaixo das expectativas, ressentindo-se da quebra da procura de computadores pessoais, que foi provocada pela crise financeira e pela procura de dispositivos móveis.

O novo sistema tem várias versões. O Windows 8 é a versão mais básica e destina-se à generalidade dos consumidores domésticos. O Windows 8 Pro é para os entusiastas de tecnologia e para utilizadores profissionais. Há ainda uma versão Enterprise, destinada ao mercado empresarial e que tem de ser comprada através de um canal de vendas para empresas. 

Para além destas, há o Windows RT, que apenas tem a nova interface e não permite correr programas desenvolvidos para o anterior Windows. Esta é a versão concebida para processadores ARM, que tipicamente equipam tablets e smartphones, e inclui uma versão gratuita e mais limitada do Office. Numa primeira abordagem, o RT e o 8 são muito semelhantes, o que já levou a que surgissem na Internet críticas sobre a confusão que os dois sistemas poderão gerar nos consumidores.

A Microsoft desenvolveu duas linhas de tablets Surface com base nestes dois sistemas. A que chegará na sexta-feira aos consumidores é a versão equipada com RT, que é mais fina, mais leve e mais barata, mas tem especificações técnicas inferiores (menor resolução de ecrã e menor capacidade de armazenamento, por exemplo). Nos EUA, a versão mais barata do Surface com RT (que não inclui a capa protectora que é um teclado quando aberta) foi disponibilizada para pré-encomenda por 499 dólares. Segundo a Microsoft, as pré-encomendas deste modelo esgotaram as reservas.

Na sexta-feira, a única versão disponível será a Pro. A Microsoft ainda não anunciou datas e preços para a versão mais básica e o Windows RT não pode ser comprado em separado dos equipamentos.

Quem tiver um computador com Windows 7 comprado entre 2 de Junho e o final de Janeiro do próximo ano poderá fazer a actualização para o Windows 8 Pro a um preço promocional de 15 euros. Em Portugal, e à semelhança do que também fizeram noutros países, várias marcas de computadores comunicaram que vão reembolsar este valor aos consumidores.

Já na terça-feira, a Apple prepara-se para tentar roubar algum protagonismo à rival. Está agendada uma conferência sobre a qual não são conhecidos pormenores, como habitual, mas é amplamente esperado que seja apresentada uma versão mais pequena do iPad. 

 

Noticia do Público

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Sexta-feira, 20.07.12

Windows 8 posto à venda a 26 de Outubro

Uma das imagens do vídeo de promoção do Windows 8
Uma das imagens do vídeo de promoção do Windows 8 (Microsoft)
A Microsoft anunciou esta quarta-feira que o seu Windows 8 será oficialmente lançado no mercado no próximo dia 26 de Outubro.

Os novos computadores pessoais com o novo sistema operativo serão colocados à venda no mesmo dia, anunciou o porta-voz da Microsoft Brandon LeBlanc, num post colocado online no blogue oficial da empresa.

O Windows 8 foi desenvolvido para ser usado tanto em computadores convencionais como em tablets e é o primeiro sistema da Microsoft desenhado para se adaptar a este género de aparelhos – a interface tanto suporta o uso de rato e teclado como toques e gestos no ecrã.

O novo sistema operativo da Microsoft permitirá igualmente ao utilizador armazenar e partilhar informações entre vários dispositivos, graças ao serviço de cloud-computing SkyDrive, funcionalidade já oferecida pelas concorrentes Apple e Google. 

A empresa lançara no fim de Maio a versão release preview do Windows 8 – uma última versão de teste do novo sistema antes do seu lançamento oficial – que representa a maior reformulação daquele sistema operativo da Microsoft desde o lançamento do Windows 7.

O novo Windows terá uma versão optimizada para aparelhos com ecrãs tácteis, na tentativa de competir com a Apple e respectivos iPad. 

A linha Surface, de marca própria, apresentada há cerca de um mês, quer precisamente disputar mercado com o iPad e competir com laptops de menor porte. 

Os tablets Microsoft Surface têm um ecrã de 10,6 polegadas (um pouco maior do que o do iPad) e estão equipados com portas USB. Há dois modelos. Uma versão é mais fina e leve e está equipada com o Windows RT (a versão do Windows 8 para os processadores ARM, que tipicamente são usados em dispositivos móveis) – será vendida com 32GB e 64GB. 

Um modelo superior oferece um ecrã de mais qualidade, mais conectividade (três portas USB em vez de duas), surge em 64GB e 128GB e está equipado com o Windows 8 Pro e processador Intel. A Microsoft não deu detalhes sobre a câmara que equipa os aparelhos. Os preços também não foram divulgados.

 

Noticia do Público

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