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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

22
Out17

ANTÓNIO BRITO GUTERRES - Conversas ACERT

olhar para o mundo

brito guterres.jpg

 

 

ANTÓNIO BRITO GUTERRES 
Conversas ACERT

 

Ter, 31 outubro de 2017 às 21:45
Data/Hora:  Galeria ACERT



Continuam as “conversas ACERT” sobre temáticas de reflexão que merecem a atenção da sociedade civil 

O nosso conversador gere e coordena projetos de intervenção e desenvolvimento em diversas instituições e territórios, participando na atividade de associações, umas locais, outras internacionais, para a reflexão e publicitação sobre cidades e urbanismo: participação cívica, commons, regeneração urbana, arte e cultura no desenvolvimento da cidade.


É também membro do Inura – International Network for Urban Research and Action.


Nesta conversa, rodeado de outros intervenientes, apresentar‑se‑á de um modo que, para além da pertinência das temáticas, tem um sentido quase teatral, no sentido da interatividade com que se relaciona com a audiência. Ele apresenta assim, de forma genérica o que vem partilhar: 


“A aplicação de políticas públicas, como garante da consagração dos direitos, tem sofrido de manifesta desfiliação com as populações. Nesta apresentação, pretendo desocultar as dimensões que têm afastado as populações de participar em programas de desenvolvimento e como podemos lograr novas políticas, construídas de base, que façam parte de um exercício quotidiano de cidadania.”

Entrada gratuita

02
Jun17

GAP YEAR - Conversas ACERT

olhar para o mundo

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GAP YEAR
Conversas ACERT

Local:  Auditório 2
Data/Hora:  Sáb. 3 de junho de 2017 às 16:00


Preço: 0 €

Descobrir e saber mais sobre a Associação Gap Year Portugal
 
Inovar o Sistema Educativo Português, promovendo o Gap Year como forma de desenvolvimento pessoal, académico e profissional.
Será que um(a) estudante do Concelho de Tondela não irá partir para a aventura internacional proximamente?
Para acompanharem Gonçalo Azevedo Silva (Fundador da Associação) na conversa estarão: André Alves e Diogo Pedrosa
E outros estudantes de Tondela que querem viver este desafio…

André Alves

Com o João e o Tomás, optou por fazer uma pausa de um ano nos estudos, adiando assim a entrada na universidade. Ao longo do seu Gap Year, viveram inúmeras experiências: ir à boleia até Marrocos, viver no deserto do Sahara, passar o Natal com uma família desconhecida na África do Sul, tomar banho no Oceano Índico, viver sem água canalizada e eletricidade em Moçambique, contactar com o luxo do Qatar, viajar de comboio pela Europa, entre muitas outras.

Entrada Gratuita

Diogo Pedrosa

Durante este Gap Year percorremos 5 ilhas do arquipélago dos Açores, 5 países da América do Sul e 5 Cidades dos Estados Unidos da América, tudo isto durante 215 dias. Fizemos ainda 5 trabalhos voluntários e visitámos duas maravilhas do mundo, entre muitas outras coisas.





Ficha Técnica


Como se formou
Em 2011, o Gonçalo, com 17 anos, foi convidado para palestrar sobre Educação na Fundação Lapa do Lobo. Sem ter definido um tema até ao dia da apresentação, decidiu falar sobre o Gap Year. Em jeito de remate, no final da apresentação, o Gonçalo perguntou aos pais: «e agora, mãe, pai, deixam-me fazer um Gap Year?». Passado um mês, o Gonçalo recebia um telefonema do Presidente da Fundação Lapa do Lobo, Dr. Carlos Torres, dizendo que queria dar a oportunidade ao Gonçalo e a um amigo de fazer o Gap Year, patrocinado pela mesma Fundação.
Foi durante o Gap Year, com o amigo Tiago Marques, em 2012, num programa de voluntariado na Índia, que o Gonçalo se confrontou com a forma como a sua vida estava a mudar com a viagem. Era assim que surgia a ideia de criar uma organização que promovesse o Gap Year em Portugal. Após a apresentação do projeto ao Dr. Carlos Torres, ficou decidido que os três iriam constituir a agyp - Associação Gap Year Portugal, de forma a que todos os estudantes pudessem ponderar a realização de um Gap Year após a conclusão do Ensino Secundário.

O que é e o que faz?
A Associação Gap Year Portugal (agyp) é uma organização portuguesa, sem fins lucrativos, responsável pela promoção do Gap Year em Portugal e, em simultâneo, pelo apoio a todos os jovens viajantes.
O nosso objetivo principal é despertar os jovens para as vantagens da prática do Gap Year, usualmente feito imediatamente após o Ensino Secundário ou o Ensino Superior. Sair da zona de conforto, conhecer outras realidades, visitar outros países, aprender uma língua, abraçar projetos de voluntariado, estudar ou trabalhar, para explorar opções.
É para inovar o sistema educativo português que a Gap Year Portugal trabalha. Porquê? Porque acreditamos que um Gap Year transforma os jovens em cidadãos mais tolerantes, ativos e participativos, tornando-os futuros profissionais mais completos. E competitivos.
O nosso público-alvo são os jovens, dos 16 aos 25 anos. Todas as nossas atividades são direcionadas para esta faixa etária.
Em relação a dados estatísticos, 90% dos jovens escolhem o Sudeste Asiático, seguido da América do Sul para realizarem o seu Gap Year.
A agyp tem como estimativa que, em 2017, haja 500 jovens a partirem à descoberta no seu ano sabático.

07
Mar17

Conversas ACERT - O TEATRO E A COMUNIDADE

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O TEATRO E A COMUNIDADE
Conversas ACERT
Há um processo químico que gere a relação da comunidade com o teatro e do teatro com a comunidade.

 

Local:  Auditório 2
Data/Hora:  12 mar'17 às 15:30

 

Convidados Pompeu José, Madalena Vitorino, Giacomo Scalisi e Hugo Cruz (PELE Associação Cultural) numa conversa com moderação de Nuno (Cash) Santos

Território, liberdade, cidadania, coletivo, humildade, prazer, são algumas das palavras associadas a esse processo.

Um conjunto de criadores é um dos elementos químicos desse processo e é também a equipa enquadradora de todos os outros elementos.

A partir do momento em que se dá início ao processo, tudo se altera… (como em todos os processos químicos). Até as palavras ganham novos sentidos, as pessoas novas vidas, os espaços novas ocupações. Tudo se transforma. A poesia invade a comunicação, o medo desaparece, ser humano passa a ser habitar por inteiro o nosso corpo e o nosso mundo e a felicidade é servida com o pão fresco ao pequeno-almoço.

Entrada Gratuita

01
Mar16

CONVERSAS #ACERT40

olhar para o mundo

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CONVERSAS #ACERT40

 

Auditório 1
Data/Hora:  Sáb, 5 mar'16 às 15:00


Convidámos Daniel Oliveira, Fernando Paulouro Neves, Manuel Carvalho da Silva e Susana C. Gaspar para uma conversa sobre o fator germinador da ACERT, a participação nas suas diferentes perspetivas, como se participava há 40 anos e como se pode continuar a participar cívica, social e culturalmente nos dias de hoje.


Há 40 anos, um grupo de amigos com vontade de expressar ideias e intervir socialmente, cheios de sonhos e utopias, juntaram-se e formaram um coletivo que tinha na forma como olhavam o mundo a sua forte ligação… a razão da sua união.

Assim nasceu a Acert, com essa gente cheia de pressa de participar na sua comunidade, através do teatro, do associativismo e, sobretudo, da vontade de viver as suas inquietações em conjunto, acreditando que poderiam mudar as coisas em tempos onde se cantava que o mundo era composto de mudança. E agora? Passaram 40 anos, Tondela é diferente, Portugal é diferente, o mundo é diferente, o que é que ainda faz sentido quando se pensa em participação? E quando falamos de participação, falamos de quê?

Será participar à margem dos circuitos habituais a solução?

Como nos situamos neste contexto? Participamos, ou ficamos em casa? E de casa, hoje, também se pode participar?

Este é o mote para uma conversa com Daniel Oliveira, Fernando Paulouro Neves, Manuel Carvalho da Silva e Susana C. Gaspar que a partir das suas experiências de vida nos ajudarão a refletir sobre o tema.

 

Participação, dinâmicas de estímulo a uma cultura de participação, cooperação e decisão colaborativa, que garantam a influência efetiva dos cidadãos na organização de uma comunidade/sociedade. Grupos considerados menos favorecidos (social ou economicamente) têm, assim, a possibilidade de participar nos processos de tomada de decisão e nas ações definidas pelos processos de desenvolvimento local. Este é um princípio fundamental para o funcionamento de um Estado Democrático.

(in: Políticas territoriais participadas - reflexões e recomendações, documento produzido pelo Projecto Cidadania&Território: Desenvolvimento Local Sustentado)

 

DANIEL OLIVEIRA é acima de tudo um ativista cívico.
Por vezes foi dirigente partidário nunca deixando de participar em movimentos políticos. Começou no jornalismo em 1989, é colunista no Expresso e no Record e participa nos programas Eixo do Mal, na SIC Notícias, e Sem Moderação, do canal Q. É autor e fundador do blogue Barnabé e escreveu no Arrastão, blogues que atingiram enorme noto­riedade na blogosfera portuguesa. É considerado um dos portugueses mais influentes nas redes sociais, com cerca 75.000 seguidores no Face­book. É alfacinha apaixonado, português sem orgulho nem vergonha e acredita que isto ainda vai melhorar.

MANUEL CARVALHO DA SILVA Figura incontornável do sin­dicalismo português do Sec. XX. Foi desenvolvendo uma intervenção social e sócio-política cada vez mais intensas na sociedade portuguesa, respondendo a solicitações numa multiplicidade de áreas temáticas, em particular, relacionadas com o sindicalismo, o trabalho, o emprego, a economia, o desenvolvimento.
Coordena a delegação do Centro de Estudos Sociais (Ces) em Lisboa e o Observatório sobre Crises e Alternativas, criado por este centro em abril de 2012. Desde 2011 é Professor Catedrático convidado da Uni­versidade Lusófona.

SUSANA C. GASPAR é presidente da direção da Amnistia Interna­cional Portugal. Associa, frequentemente, o ativismo ao trabalho artís­tico de atriz e encenadora.
É professora de teatro e mediadora cultural, licenciada em Ciências da Cultura e Mestre em Educação Artística pela Escola Superior de Educa­ção de Lisboa. Em 2012 venceu o prémio nacional “Jovens Criadores”, na categoria de teatro, com o espetáculo Lampedusa, dedicado ao drama dos migrantes no Mediterrâneo.
Integra a Mesa da Assembleia da Alagamares - Associação Cultural, e é membro da Dínamo - Associação de dinamização sócio-cultural.

FERNANDO PAULOURO NEVES (Moderador)
Nasceu em 1947. Foi chefe de redação e diretor do Jornal do Fundão.
Tem colaboração diversa em jornais e revistas, participou em obras coletivas sobre questões da realidade transfronteiriça. Dirigiu e cola­borou em suplementos literários e culturais e é autor de livros de ficção.
Pertenceu, por diversas vezes, à direção do Sindicato dos Jornalistas e ao Conselho Deontológico, animou debates e participou em conferên­cias, fez parte da Comissão Organizadora das Jornadas da Beira Interior e da Raia Sem Fronteiras.
Recebeu o Prémio Gazeta de Mérito 2014, do Clube dos Jornalistas.

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