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As Coisas da Cultura

Porque há sempre muito para ver e para contar

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As Coisas da Cultura

03
Jan13

Sexo ou abraços? Eis a questão!

olhar para o mundo

Sexo ou abraços? Eis a questão!

Novo estudo diz que as mulheres preferem o sexo. Concorda?

 

Investigadores norte-americanos revelam que os homens são mais felizes se recebem carícias, enquanto as mulheres preferem sexo. Será que os portugueses querem o mesmo?

 

Um estudo realizado com casais de meia-idade pelo Instituto Kinsey da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos da América, deita por terra tudo aquilo em que sempre se acreditou sobre comportamento sexual entre géneros.

 

De acordo com a pesquisa, não são as mulheres que valorizam mais os preliminares mas sim os homens. Enquanto eles centram as atenções nas carícias, elas preferem ação. Estaremos perante uma revolução sexual? Com a ajuda da sexóloga Marta Crawford, descubra o que explica este comportamento e o quanto uma relação duradoura pode ser determinante para uma sexualidade satisfatória.

Ternura masculina

«Sempre gostei de sexo com tudo a que tenho direito. Incluindo preliminares. A troca de carinhos é fundamental para que o ato em si corra naturalmente e consiga alcançar o prazer pleno», revela Sónia Ferreira. A confissão desta fisioterapeuta, 42 anos, é a mais comum entre as mulheres.

 

No entanto, após analisar a importância do prazer sexual, dos beijos e dos abraços, em relações de 25 anos (média), o estudo, que envolveu mais de mil casais entre os 40 e os 70 anos de Espanha, Brasil, Alemanha, Japão e EUA, concluiu que os homens que são alvo de carícias por parte das companheiras são três vezes mais felizes do que aqueles que não têm afeto. As mulheres, por sua vez, não consideram que os mimos tenham grande impacto na satisfação sexual.

Relações frustradas

Será que as mulheres maduras estão mais independentes? Segundo Marta Crawford, a resposta é «não». «Regra geral, as mulheres que são muito apressadas para chegar ao sexo não se sentem bem com a sua sexualidade ou relação. Sabem que isso faz parte do casamento, que têm de satisfazer o parceiro, portanto, dão-lhes sexo, mas em doses pequenas. Evitam os preliminares e vão diretamente ao assunto», afirma.

 

Com esta rapidez para chegar à meta, o prazer feminino passa para segundo plano. Nada que as incomode. Prioritário é cumprir a tarefa, evitando abraços e beijos. Ao longo dos anos, «a mulher deixa de se relacionar afetivamente com o companheiro para não dar a ideia de que está disponível para mais. Adota uma atitude centrada em si», acrescenta a sexóloga. Os homens reclamam por uma atenção perdida.

Sexualidade descontraída

Outra das conclusões retiradas do estudo é que, para as mulheres, o sexo melhora com o tempo, com resultados francamente satisfatórios após 15 anos de união. Este ponto de viragem surge numa altura em que elas assumem melhor as suas curvas, tornam-se mais desinibidas e libertas, o que pode ganhar outros contornos quando os filhos saem de casa. Mas nem tudo é linear. Para Marta Crawford, cada caso é um caso.

 

«Se a mulher chega aos 25 anos de casamento com um parceiro interessante, com humor, acredito que se sinta mais liberta e a relação possa ser reinventada», sublinha. O facto de estar na menopausa, sem receio de engravidar, ou numa fase profissional estável também explica uma relação mais descontraída. No entanto, «se houver um esvaziamento em termos de conjugalidade, o relacionamento sexual não melhora. É aquela zona vulnerável a situações extraconjugais», alerta.

 

Retirado de Sapo Mulher

10
Dez12

Sexo no primeiro encontro

olhar para o mundo

Primeiro encontro

A longo prazo, fazer sexo no primeiro encontro pode ser prejudicial para o relacionamento

Pesquisadores americanos entrevistaram 11.000 pessoas que estavam em relacionamentos sérios, pedindo que eles classificassem seu nível de satisfação com o relacionamento, a capacidade de se comunicar com seu parceiro e a estabilidade da relação (com que frequência eles achavam que o relacionamento estava em perigo).

 

Entre aqueles que estavam juntos a pelo menos um ano, pessoas que haviam iniciado a prática sexual antes do final das primeiras semanas de namoro tinham níveis mais baixos de satisfação no relacionamento, comunicação e estabilidade quando comparados a casais que tinham decidido esperar mais ou que se abstinham de sexo.

 

Os resultados foram mantidos mesmo após os pesquisadores considerarem fatores como raça, educação, número de parceiros sexuais e participação religiosa.

 

A literatura médica possui trabalhos que mostram resultados semelhantes, apontando que quanto mais tempo casais esperavam para transar antes do casamento maior erra sua satisfação dentro do relacionamento.

 

Porém, os pesquisadores não podem esclarecer o porquê de essa associação existir. É possível que casais que iniciem a prática sexual mais cedo tenham expectativas mais altas de frequência da prática e do interesse do parceiro no sexo, sendo que essas são coisas que tendem a declinar com o tempo.

 

“Os desentendimentos eventuais entre as expectativas sexuais individuais e as recompensas reais podem prejudicar os processos saudáveis da formação do casal”, explicam os pesquisadores.

 

Porém, pode haver outra explicação, como diferenças de personalidade entre pessoas que escolhem fazer sexo logo e aquelas que decidem esperar.

 

A pesquisa foi desenvolvida na Universidade Brigham Young e publicada no periódico Journal of Sex Research.

 

retirado de 180 Graus

05
Dez12

Cuequinhas é coisa de homens?

olhar para o mundo

 


Um assunto que vem me deixando pensativa há alguns dias é a tal calcinha masculina. O que, você nunca ouviu falar? Ah, então você não sabe o que está perdendo, menina! É a última moda. Até Beckham usa, apesar de ele preferir usar as calcinhas da esposa mesmo, sem essa coisa de ter as dele — e isso foi a própria Victoria Beckham quem contou para a imprensa.

Aposto que no primeiro momento em que falei de calcinha masculina você franziu o nariz. E aposto também que assim que falei de Beckham você deu aquela suspirada. Mas, e aí, continua sendo uma calcinha usada por homens, certo?Já existem algumas marcas que produzem os acessórios, mas as melhores são a gringa Xdress e a brasuca Cuelcinha. Ok, a brasileira já começou ganhando por causa do nome, claro!

Mas aí eu tenho certeza que você está se perguntando como são essas 'roupas de baixo'. E eu aviso: são imagens fortes e nada apropriadas para se ver no trabalho. Essa novidade vai muito além das cuecas fio dental que já cruzaram seu caminho. Preparada? 


Cuequinhas é coisa de homens?Agora respire fundo... Já conseguiu superar o choque/riso/desejo? Então vamos lá, continuando.

O que os criadores da novidade dizem é que a intenção é deixar o homem confortável. O site da Cuelcinha explica: "A empresa acredita que beleza, elegância e bem estar podem caminhar juntos. Respeitando a anatomia do seu corpo, oferece aos seus clientes produtos de excelente qualidade, com elegância, beleza, sofisticação, requinte, sedução e principalmente conforto". Segundo eles, a intenção da empresa é ser referência explorando ótima qualidade, autenticidade única e bom gosto.

Já a americana Xdress, que existe — pasmem! — desde 1987, deixa claro na entrada do seu site que ele é sobre crossdressing. Pra quem não sabe, esse é o nome de homens que gostam de se vestir com roupas femininas, mesmo que o hábito não interfira na sua orientação sexual.

Você já entendeu um pouco o conceito, já viu as fotos e teve um tempinho para pensar no assunto. Conta pra gente, então: qual seria sua reação se o gato, na hora h, tirasse as calças e estivesse vestindo uma linda calcinha masculina?


Retirado de Preliminares

21
Nov12

Eles explicam como gostam de ser seduzidos

olhar para o mundo

Eles gostam de ser seduzidos

De um modo geral, os entrevistados preferem as mulheres que sabem o que querem; segundo eles, isso facilita a aproximação inicial

Foi-se o tempo que os homens dominavam a cena da paquera. As mulheres estão cada vez mais em busca do que querem: no mercado, na vida familiar e, claro, na busca pelo parceiro ideal. Aos homens, restam duas alternativas: aceitar ou fugir. E, para entender um pouco do que eles estão achando disso, o Terra conversou com homens constatando que, não, eles não pretendem fugir. Mulheres com iniciativa, objetividade e voz ativa disparam na frente daquelas que ainda mantêm uma postura mais tímida. Ao que tudo indica, eles estão preparados para lidar com aquelas que sabe o que quer.O estagiário de comunicação Felipe Vinicius Carlos, 22, de Diadema, São Paulo, é solteiro e faz parte do time dos que gostam das mais objetivas. “Não sou muito fã de quem deixa nas entrelinhas ou ‘dá sinais’ de que quer”, observou. Extrovertido, ele prefere as que têm iniciativa. “As tímidas exigem muita mão-de-obra para se quebrar o gelo”, observa.Quanto à melhor forma de aproximação, ele acredita que, na faculdade, o pior tipo de cantada vem das mulheres que buscam algum gancho da aula para a paquera. “Sempre fica bizarro e broxante”. No entanto, ele dá a dica do tom certo para uma boa paquera.  “Uma vez, voltando de um almoço, avisei que ia deixá-la na sala do nosso chefe e voltar para minha porque já tinha um problema ‘me esperando’. E ela respondeu: ‘por que então você não troca? Fica comigo e deixa o problema lá com o chefe’. Essa funcionou legal”, relembra.No time dos casados, o analista de marketing R.V.M, que prefere não se identificar, gosta das mulheres com iniciativa, porém, com cantadas discretas e diretas. “Prefiro as mulheres com iniciativa, pois facilita a conversa e a aproximação para um papo”.Espontaneidade e iniciativa, mas “sem pedreiragem”

O analista de sistemas Felipe Alves Pedroso Straioto, 27, de São Paulo, diz que sempre gostou de mulheres “que sabem fazer uma conversa desenvolver, que puxam algum assunto meio que sem querer sobre algo que esteja acontecendo no momento ou coisa do tipo”. As pouco pró-ativas não têm chances com ele, pois “são uma incógnita”. “Você nunca sabe se estão realmente olhando para você, para o alface no seu dente ou admirando a cor da parede”, brinca.No entanto, iniciativa não pode se confundir com falta de noção e, como ele define, a cantada só funciona se for “sem pedreiragem". “Nunca me interessei por gente desesperada”, acrescenta. Ele conta que, certa vez, em um barzinho, três garotas juntas no balcão começaram a disparar várias cantadas e perguntas ao mesmo tempo. “Até tentei conversar, mas a situação estava tão bizarra e tão forçada que acabei pegando minha cerveja e saindo dali”, disse.

Já publicitário Calil Ricardo Simões, 26, de São Caetano do Sul, conta que gosta mais das aproximações casuais. “Prefiro as formas mais inesperadas, tipo tropeções, esbarradas ou ainda quando a menina vai gesticular e te dá um ‘tapa’. Acho engraçado e natural”, afirmou. Como é tímido, as mulheres mais atiradas têm mais chance com ele. “Prefiro as com iniciativa, muitas vezes facilita o começo da conversa e fica mais fácil de desenvolver”. No entanto, o “approach” muito escancarado acaba causando o efeito contrário de acordo com o publicitário. “Uma coisa é ter iniciativa, outra coisa é ser fácil. Acho que nenhum homem gosta do que é muito fácil, ou pelo menos não dá o valor devido”, acrescenta.Para ele, as mulheres que sugerem uma aproximação em dupla têm mais chances de evoluir para algo mais sério. “Por mais que pareça coisa de oitava série, é sempre legal vir alguém falar que tem uma amiga a fim de você. Gera aquela ansiedade de saber quem é e acaba motivando, nem que seja pela curiosidade”, pontua.
12
Out12

Elas falam as maiores desculpas para não fazer sexo

olhar para o mundo

Elas falam as maiores desculpas para não fazer sexo

Enquanto algumas mulheres se esforçam para lembrar as desculpas que já deram, outras têm uma lista na ponta da língua
Foto: Getty Images


Dor de cabeça é uma desculpa tão velha que ninguém mais cai na hora de ouvir que o parceiro não quer fazer sexo. Todo mundo já deu "escapadinha" quando não estava no clima e inventou alguma desculpa, mesmo que esfarrapada, para poder aproveitar a cama de outra maneira: uma boa noite de sono. Para descobrir as desculpas mais comuns, o Terra conversou com algumas mulheres e perguntou o que elas dizem quando não estão a fim.

 

“Eu já deixei de fazer sexo várias vezes por causa de depilação vencida. Como eu namoro há muito tempo, consigo explicar para ele numa boa. Mas no comecinho do namoro, ficava com vergonha e inventava uma desculpa clichê como dor de cabeça e sono”, conta a bióloga Thais*, de 24 anos. Além dessa, ela explica que outra tática é começar a assistir a um filme e se mostrar muito concentrada. “Só não vale ser romântico ou pornô, né?”, brinca.

 

Para a professora Carla*, de 36 anos, a vida sexual muda muito depois de ser mãe, ainda mais quando os filhos são pequenos. “Uma hora o neném chora, outra tem fome, outra o clima esquenta, você chega quase lá e seu filho bate na porta do quarto com medo de dormir sozinho. Eu aprendi a lidar bem com isso e coloquei na cabeça que mais importa a qualidade que a quantidade depois dessa fase. Mas às vezes, quando eu estou muito cansada, uso um pouquinho dos cuidados maternos para ficar uma noite sem sexo". Ainda assim, ela garante que é raro.

 

Enquanto algumas mulheres se esforçam para lembrar as desculpas que já deram, outras têm uma listinha na ponta da língua. É o caso da gerente de recursos humanos Denise*, de 47 anos, que para adiar a relação, já inventou sono, fome, cólica, menstruação, dor de cabeça, cansaço e até um dia difícil no trabalho. “Mas para mim, a melhor justificativa é de que sexo não começa na cama. Não adianta brigar o dia todo ou ficar distante e querer se aproximar à noite só por esse motivo”, justifica.

 

Já para a publicitária Julia*, de 25 anos, é quase inevitável inventar desculpar, mas o melhor é falar a verdade. "Já menti dizendo que estava naqueles dias, mas normalmente prefiro falar com jeitinho que não estou afim. Mulher tem a falsa impressão de que homem está sempre pronto e com vontade de fazer sexo, mas não é bem assim. Homem também fica cansado e indisposto. É normal”.

Por que elas mentem?


Todas as entrevistadas pelo Terra tiveram uma opinião unânime na hora de explicar o motivo das desculpas: não magoar o parceiro. “Eu não gostaria que ele virasse para o lado e dissesse ‘hoje eu tô com preguiça de você’, então tento não fazer o mesmo. Sinceridade é legal até certo ponto”, conta Thais*. "Às vezes não é falta de vontade e nem mentira, só uma maneira menos dura de dizer que aquele não é o melhor momento", concorda Carla*.

 

Thais*, Julia*, Denise* e Carla* são nomes fictícios, já que as entrevistadas não quiseram se identificar


retirado do Terra

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